All language subtitles for Youre So Cool_ Brewster. The Story of Fright Night (2016) (1080p BluRay x265 Ghost).pt

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Original subtitles

Bem-vindos ao Peter Vincent Festival do Espanto!

Sim.

Sim, tenho plena consciência disso.

OK.

Ok, vamos de novo.

E... ação.

Bem-vindos...

a história do Festival do Espanto.

Corte novamente, Peter.

A Hora do Espanto, não Festival do Espanto.

Bem-vindos!

Bem-vindos à história de A Hora

do Espanto comigo, seu ilustre anfitrião,

Peter Vincent, o grande assassino de

vampiros que todos vocês passaram a amar.

E admirar.

Vocês me viram lutar com todos eles.

Lobisomens...

morcegos sugadores de sangue,

é claro, as criaturas

da noite, os vampiros.

Por 30 anos terrivelmente gloriosos,

minhas vitórias em A Hora do Espanto iluminaram suas telas.

E, no entanto, não muito diferente das

criaturas da noite, permanece tão atual

hoje quanto quando foi lançado pela

primeira vez na tela grande em 1985.

Quem teria acreditado que uma

simples história de sangue e gore, escrita por Tom Holland,

poderia confundir os críticos

para se tornar o sucesso assustadoramente

assustador que permanece até hoje.

Poucos poderiam acreditar que, tal

como eu, continuaria a excitar a

imaginação e a cimentar-se como o

clássico do culto campal de...

desculpe o trocadilho,

proporções monstruosas!

Então...

sentem-se,

fechem as cortinas,

tranquem a portas,

apaguem as luzes...

e preparem-se...

para uma noite de sustos.

Comigo, seu anfitrião,

Peter Vincent, o grande

assassino de vampiros!

A Hora do Espanto é minha carta de amor aos fãs.

Porque eu era fã quando era adolescente, antes

de existirem fãs de filmes de terror, certamente.

Pare! Sua criatura da noite!

A Hora do Espanto, de certa forma, meio que retorna às grandes convenções do passado.

Algo que as pessoas realmente não esperavam naquela época.

Ele explora o susto primordial.

Acho que é uma daquelas histórias atemporais.

O filme é como entrar em uma montanha-russa,

subindo e descendo, e é muito divertido.

A Hora do Espanto foi o culminar de algumas das piadas de maquiagem mais legais...

O mestre vai te matar por isso.

e efeitos físicos feitos nos anos 80.

É sempre melhor mostrar ao público que não é o suficiente.

E muitas vezes tendem a lembrar mais do que viram.

Captura muito aquela época como uma era.

Mas não tira sarro disso. Ele abraça isso.

A Hora do Espanto foi uma experiência maravilhosa que floresceu além da nossa

imaginação, apesar de sabermos que estávamos em uma aventura extraordinária.

O terror tradicional havia desaparecido.

E o que eu queria fazer era trazer de volta os

clássicos monstros de terror com os quais cresci.

Bem-vindos à Hora do Espanto.

Real.

VOCÊ É TÃO LEGAL, BREWSTER A HISTÓRIA DE A HORA DO ESPANTO

Assim como eu, Tom Holland

é um homem de muitos talentos.

Ator, escritor,

diretor.

Nascido em Nova York, em 1943, Tom

dirigiu mais de 200 comerciais

antes de escrever filmes clássicos

como Os Donos do Amanhã de 1984,

em 1982, e Psicose II,

apenas um ano depois.

Psicose II foi um enorme sucesso comercial.

E isso nem era um longa-metragem quando comecei a trabalhar nele. Era um filme para tv a cabo.

E tive que escrever um ótimo roteiro para que Tony Perkins dissesse sim.

E foi quando se espalhou pelo mundo a notícia

de que Tony estava reprisando Norman Bates

que, de repente, houve tanto interesse.

A Universal finalmente foi, "Ei! Talvez tenhamos um longa-metragem aqui."

Hitchcock. Foi como bolas de ferro, desculpe, mas ele conseguiu e

agora é reverenciado como uma das grandes sequências de todos os tempos.

A ideia de A Hora do Espanto surgiu enquanto eu escrevia Os Heróis Não Têm Idade.

Os Heróis Não Têm Idade era aparentemente um

remake de Ninguém Crê em Mim, o filme de 1948 que

era a versão juvenil de Janela Indiscreta.

Mas enquanto eu estava escrevendo e

trabalhando nisso, do nada, essa ideia me

veio e pensei: "Bem, não seria maravilhoso

se um fã de filmes de terror - olá, sou eu -

se convence de que seu vizinho era um vampiro?"

E eu pensei que essa era a ideia mais engraçada que já tive.

Apenas por virtude do nome, A Hora do Espanto.

Vai haver algum sustos acontecendo esta noite.

Eu tinha uma premissa, mas não tinha uma história.

E eu ficava dizendo para mim mesmo: “Bem, se eu fosse

aquele garoto”, o que, claro, é uma história de realização de desejo.

Eu adoraria ser Charley Brewster.

Mas se eu fosse aquele garoto, o que eu faria?

A quem eu iria pedir ajuda?

Porque ninguém acreditaria em você.

Foi isso que tornou tudo tão engraçado.

Você é culpado de qualquer maneira, porque todo

mundo sabe que você é fanático por filmes de terror.

E então pensei em Peter Vincent.

Que eram Peter Cushing e Vincent Price,

meus dois atores favoritos quando eu era criança.

No minuto em que tive aquela imagem na cabeça, mal

podia esperar para chegar em casa e começar a escrever.

Pare! Sua criatura da noite!

E eu escrevi um primeiro rascunho, sem parar, 24 horas

por dia, 7 dias por semana - em cerca de três semanas.

E então terminei e coloquei de lado.

E eu disse: “Está faltando alguma coisa, faltando alguma coisa.

O que diabos está faltando?"

E eu parei e disse: "Não

há nenhuma garota nisso!"

Quando escrevi o primeiro rascunho, não havia a Amy.

Quero dizer, a história foi tão forte, que me

levou adiante com três ou quatro garotos, amigos.

E então voltei e comecei

a trabalhar de novo, e

incluí a Amy nisso.

E ele se encaixou e travou.

Eu também.

Só estou com medo, só isso.

Eles queriam dar a ele muito dinheiro apenas para escrever e não dirigir.

E ele teve um conflito real

e disse: “Não, vou dirigi-lo”.

Foi realmente uma decisão importante em sua vida.

Eu tive talento porque era bom o suficiente

como escritor para poder me alavancar na

direção por causa de Psicose II.

Havia um cara incrível na Columbia, o chefe do

departamento de histórias chamado John Byers.

E John me apoiou.

Pelo que eu sei, a primeira

vez que Tom disse “ação” em

um longa-metragem, como

diretor, foi para mim.

Então, como amigo, foi divertido.

É melhor ter amigos perto de você, sabe,

quando você está entrando nessa coisa.

E eu entrei e filmei.

Eu queria tirar o humor da filmagem desse terrível filme de terror.

Quando o filme começa, você pensa: "Talvez este seja o filme."

Por que você está me olhando de forma tão estranha, Nina?

Você não, Jonathan.

Seu pescoço.

E então, ele volta e você vê que os

protagonistas estão assistindo ao filme.

Coloque sua mão em meu peito.

Estávamos tentando ser terríveis.

Cafona, como todos aqueles filmes de terror que assistimos quando éramos crianças.

Quero dizer, se você olhar com atenção, Peter

Vincent está no filme estacando o vampiro,

ele está com a estaca de cabeça para baixo!

Ele estava dirigindo como um filme mudo.

"Vira lentamente para a direita, Bob.

Olhe! O que você vê? É horrível!"

E então, havia tudo isso...

Você sabe? E quanto mais fazíamos isso, mais

divertido era, e era uma espécie de trabalhinho legal

em que eu beijava uma garota por cerca de sete horas.

E então, você sabe, quão ruim isso poderia ser?

Quando conheci Tom pela primeira vez, fiquei meio surpreso.

Aqui está esse cara bonito. Ele já havia sido ator antes.

- Qual é o problema dela? - Eu não sei.

Espera, você realmente escreveu esse script?

Ela finalmente descobriu como você realmente é?

Sai fora, Diabo.

Ele colocou muita paixão

neste filme e isso ficou evidente.

A Hora do Espanto foi descartável em Columbia.

Foi a última vaga aberta que eles tiveram em sua agenda.

Era o filme mais barato deles, era

um filme de gênero, talvez eles

ganhassem algum dinheiro com isso.

Mas eles não esperavam nada disso.

Existem vários elementos em A Hora do Espanto

que contribuíram para seu sucesso.

Mas antes de mais nada, está na página.

É o roteiro de Tom Holland.

Resiste ao teste do tempo porque foi sua história

de amor com o folclore do mundo dos vampiros.

A tradição dos vampiros.

Amy, você não vai acreditar nisso.

É tropeçar em uma situação inocente que

não deveria estar indo na direção que está indo.

Um garoto olhando pela janela, vendo um

vizinho trazendo um caixão para fora de casa.

Testemunhar algo em que ninguém acreditaria

e ser a única pessoa com essa informação.

O que eu acho que é a Janela Indiscreta.

Charley, este é nosso vizinho, Jerry Dandrige.

Olá, Charley.

A Hora do Espanto é ao mesmo tempo uma homenagem

ao gênero vampiro e também uma revitalização dele.

No sentido de que, na época em que

estávamos filmando este filme, o gênero

vampiro já estava bastante cansado.

Na verdade, estava sendo satirizado.

Houve uma série de filmes que zombaram disso

e realmente não tinham esse elemento de terror.

E ao mesmo tempo, aderindo às convenções.

E chega um cara chamado Tom Holland que adorou o gênero e

decidiu que queria criar um filme que aterrorizasse ao mesmo tempo...

e te fez rir.

É uma homenagem amorosa. Não é uma decolagem de nada.

É uma história real.

Pega o que foi feito no passado e o expande.

E diz ao público: "Aqui está, aqui está o seu presente."

Você sabe: “Aproveitem. Porque estamos nos divertindo fazendo isso."

Eu escrevia uma cena

e ficava no chão rindo.

Quero dizer, eu estaria chutando as pernas para cima.

Porque foi uma delícia!

Quero dizer, eu adoraria que isso acontecesse comigo.

Mãe, não preciso de chocolate

quente, não tive um pesadelo.

Quero dizer, quem não iria... Nos

tempos modernos, quem não gostaria,

você sabe, de ter que entrar em uma

batalha quando adolescente com um vampiro?

O quê?

Um vampiro! Você não ouviu nada do que eu disse?

Eles me deram esse designer de produção brilhante e seu

filho, essa dupla de John DeCuir Sr e John DeCuir Jr. E John

DeCuir Jr é quem fez todo o trabalho em A Hora do Espanto.

Mas ele foi treinado por seu pai, um dos três

principais designers de produção de Hollywood.

Desde Cleópatra em diante, ele era o cara de Darryl F Zanuck.

Eles sempre dizem que contratamos os designers bem no início do

processo porque eles demoram muito para construir seus cenários.

Isso pode ser verdade, mas também nos permite

passar muito tempo com nosso diretor, no

Storyboarding, e realmente entrar em suas cabeças.

Tom fez um storyboard extensivo com suas próprias mãos, infelizmente.

Você sabe, os storyboards de todo o filme.

Mas pelo menos foi, você sabe, por mais rudes

que fossem, eles realmente me ajudaram e a

muitas outras pessoas que trabalhavam com ele

em entender onde ele estava pensando,

para onde estava indo e o que queria realizar.

Tenho muito carinho pelo

mito do vampiro, pelo gênero.

O gênero morreu porque eles não conseguiram atualizá-lo.

E eu queria trazê-lo de volta, e esta foi a

primeira história que realmente o contemporizou.

E então deu-lhe validade nos dias de hoje.

Assim que li o roteiro, pensei: “Isso é ótimo”. Você sabe.

Eu disse ao Tom: "Quem você contratar, este vai ser um filme maravilhoso."

Eu trabalhei em Isso e Spinal Tap, que era um filme não

sindicalizado, e em alguns outros filmes de baixo orçamento.

E pela forma como o sindicato era naquela época, havia um

sistema de antiguidade e eu não estava qualificado para eliminá-lo.

Então, eu sabia disso durante a entrevista

e pensei: “Que diabos, vou entrevistar de

qualquer maneira, porque amo muito o roteiro”.

E então, quando recebi a ligação para editar o filme, pensei,

"Está bem."

E nunca questionei como fui contratado.

Fui falar com o chefe de pós-produção da Columbia,

e tudo o que ele disse foi: "Espero que você saiba o quão sortudo você é."

Eu estava tipo, "Sim, eu sei."

Jerry Dandrige é tudo o que você deseja em um vampiro.

Sofisticado, suave, elegante,

tem muito bom gosto.

Agora que fui bem-vindo, provavelmente vou aparecer mais vezes.

Na verdade, na hora que eu quiser.

Duas caras,

psicótico.

Idiota.

Muitas pessoas foram sugeridas,

mas ninguém tinha uma combinação

de frieza com ameaça.

Ele é muito charmoso, espirituoso...

o diabo pode se importar, vampiro morto-vivo feliz e sortudo.

De uma forma clássica, recebi o roteiro do meu agente.

E eu olhei para a capa, olhei

para o nome, A Hora do Espanto.

E, claro, na época, eu estava fazendo o Hallmark

Hall of Fame e interpretando Sydney Carton e Charles Darnay

em Um Conto de Duas Cidades, e eu estava fazendo

teatro em Nova York e consegui uma indicação ao Oscar.

E pensei: "Jesus, Não posso fazer um filme chamado A Hora do Espanto."

E então, abri o roteiro e

comecei a lê-lo, e em, talvez, dez segundos, fui sugado.

Tom tem uma maneira de escrever muito evocativa.

E também, ele escreve de uma forma que permite ver o filme.

A única coisa que Chris trouxe foi o humor.

Qual é o problema, Charley?

Com medo de nunca vir sem ser convidado primeiro?

Todos que o encontraram foram conquistados por ele.

O que é realmente perigoso.

Você sabe, eu só me lembro daquele sorriso.

Tudo que você precisa fazer é pegar minha mão.

Você sabe, eu sei que Evil Ed caiu

nessa, e eu provavelmente também cairia.

Eu o vi interpretar protagonistas com um toque de caráter.

E foi isso que ele trouxe para Jerry Dandrige.

Não é isso que os vampiros deveriam fazer, Charley?

Terminei de ler o roteiro e me virei para minha

ex-esposa e disse: “Jesus, isso é muito bom.

Eles querem me conhecer. O que você está pensando?"

Ela disse: "Bem, que diabos, por que não?"

Então, marcamos uma reunião e voamos

para Los Angeles, pelo que me lembro, e

nos encontramos com Herb Jaffe e Tom.

E Tom se sentou e começou a

descrever cada cena do filme para mim.

Literalmente, ele disse: “Ok, então vamos abrir isso.

E então a cena vai cortar para isso.

E então isso vai acontecer, e isso vai acontecer."

E eu estou sentado lá e vendo o

filme enquanto Tom o descreve.

O roteiro o atraiu, mas ele tinha medo

de trabalhar com um diretor estreante.

E eu tive que vendê-lo para mim.

Eu disse: “Esse cara sabe o que está fazendo”.

E imediatamente eu disse literalmente para

eles: "Call meu agente e vamos fazer isso."

Quero dizer, literalmente, daquela

reunião de duas ou três horas eu participei.

E esse foi o começo.

E de uma só vez, foi um

elenco brilhante, brilhante.

Charley é o motor que faz tudo funcionar.

Porque Charley é quem está mais motivado.

É ele quem vê Jerry Dandrige

à noite na casa ao lado.

Então, ele é quem tem um propósito.

"Oh, meu Deus, há um vampiro morando na casa ao lado."

Ele morava com a

mãe, o pai era divorciado.

Foi muito traumático e eu queria me

levantar e ser o homem da casa e ser

responsável e não decepcionar ninguém.

Eu tinha alguns amigos.

Eu tinha uma estatura de altura pequena,

magro e franzino em meu espectro, eu acho.

E foi isso que me tornou amigo de Ed.

Eu tive uma namorada muito legal.

Eu era apenas o garoto da casa ao lado. Eu era literalmente o garoto da casa ao lado.

Ed Thompson não tinha muitos amigos,

apenas aquele amigo, Charley Brewster.

Então, além das cenas mostradas no

filme, eu realmente sinto que esses dois

caras eram amigos e amigos e se amavam.

Eu vi um número enorme de atores.

Tive uma diretora de elenco maravilhosa, Jackie Birch.

E eu lembro que um deles era Charlie

Sheen, quando era um jovem 9W. E Charlie

entrou e eu disse: "Você é muito bonito.

Você é muito bonito. Você é um líder."

E ele ficou muito chateado comigo.

Eu não deveria ter feito isso.

Eu deveria apenas deixá-lo ler e deixar para lá depois disso,

mas eu estava procurando por alguém que fosse atraente, mas

que você pudesse acreditar que era o garoto legal.

Foi um pouco especial, mas não tão especial, sabe?

Eu estava na escola de atuação em São Francisco, em Berkeley,

na verdade, e estava prestes a me formar, e recebi um

telefonema do diretor da escola que disse que um responsável

pelo elenco em São Francisco, do outro lado da baía,

estava procurando atores para desempenhar um papel

neste filme, e o filme era Marcas do Destino com Peter Bogdanovich.

Eles procuravam garoto doentes e fracos.

E eu era magro naquela época, e a mulher que

estava escalando o elenco era uma mulher chamada Jackie Birch.

Me encontrei com Pyotr Bogdanovich fiz

um teste para ele e não conseguiu esse papel.

Mas então, alguns meses depois, quando eu fui fazer uma visita a eles,

liguei para Jackie e disse: "Sabe, eu gostaria de levá-la para almoçar".

E ela disse: “Não.

Mas por que não vem ler sobre essa outra coisa que estou fazendo?

Você pode gostar desse."

Então eu fui lá para a A Hora do Espanto.

Então, fui e voltei de São Francisco para Los Angeles por

alguns meses, fazendo aquele teste e finalmente consegui.

Bill Ragsdale entrou e fez uma leitura maravilhosa.

E ele era o Charley.

Basicamente um cara legal, ele gosta muito de

carros e passa muito tempo trabalhando com carros.

E ele cresceu nesta pequena cidade de Iowa.

Ele conhece muitas pessoas. Ele tem uma namorada, Amy Peterson.

Bill era um cara adorável.

Tenho profundo carinho por ele.

Tivemos uma conexão imediatamente.

Ator terrível. Billy Ragsdale era tão terrível.

Isso é uma mentira.

Nós nos divertimos. Eu estava apenas intimidando ele o tempo todo.

E não importa o que você veja,

sempre, tudo o que faço é intimidá-lo.

Ei, garoto!

Foi ótimo, foi divertido, sabe?

O que você está fazendo?

É como, "Ei, vá se foder, cara. Eu sou um idiota."

Nosso primeiro dia de filmagem foi na cena do ensino

médio, onde eu enfiava o hambúrguer na cara dele.

Charley?

Então, foi bom começar com uma cena mais casual, em

vez de apenas estar no quarto, tirar a blusa e tentar

seduzi-lo, o que foi uma tentativa bastante patética.

Charley,

Estou pronta.

Ele beija muito bem.

Não estou dizendo da boca para fora.

Ele beija muito bem.

E isso ajuda quando você precisa fazer essas cenas algumas vezes.

O verdadeiro problema que tive foi encontrar uma Amy.

Porque eu precisava não apenas de um interesse amoroso e da garota da casa ao

lado, mas de alguém que também pudesse fazer uma comédia muito sutil com isso.

Não entendo você.

Primeiro você quer fazer amor e depois não.

O terror, o humor, tudo surge de emoções,

relacionamentos e comportamentos reais que são

verdadeiros e honestos como as pessoas comuns.

Amy é a vizinha, ela está apaixonada pelo

vizinho, que por acaso mora ao lado de um monstro.

Boa noite, Charley.

Sim, boa noite.

Mas ela está tão focada em Charley, e acho que

as mulheres jovens, em idade escolar, são uma

parte muito real desse momento em suas vidas.

A garota dos meus sonhos, a garota

doce e inocente com quem eu queria estar.

Amanda Bearse entrou e ela sorriu,

ela se divertiu por trás das situações.

Quando eu estava fazendo o teste, eu estava sentada com

jovens de 16 e 17 anos e tinha 26 anos na época.

Estou olhando em volta e pensando: “Ok, eu sei que pareço um

pouco mais jovem do que a minha idade, mas isso é ridículo”.

No entanto, por causa do arco da

personagem, como foi escrito para ela,

ela tem que passar por uma experiência

profunda, sexual e muito amadurecida.

Uma vez que ela se envolve com o personagem de Chris Sarandon.

A garota que quer desesperadamente crescer,

e então tem que crescer muito rápido.

Eu fui fazer esse filme espetacular antes de A Hora do Espanto,

que na verdade era estrelado por Stephen Geoffreys.

- Pé na tabua, Wendell. - O que?

Eu estou brincando. Espetacular? Não.

Quando Stephen e eu estávamos encerrando Férias da

Pesada, eu pensei: "Então, o que você vai fazer a seguir?"

"Bem, estou fazendo um pequeno filme de terror chamado A Hora do Espanto."

E eu disse, "Eu também."

E foi apenas: "Uau, legal, vamos trabalhar juntos novamente."

E foram realmente duas experiências incrivelmente diferentes.

Neste negócio há sorte, há talento e,

neste caso, a sorte teve um papel importante.

Fui acidentalmente enviado para uma audição.

Meu agente simplesmente fez uma besteira.

E eu entrei e conheci Jackie Birch.

Ela diz: "Você não é Anthony Michael Hall!"

Seus pais estão cientes disso?

Eu fico tipo, "Bem, não, não estão."

Lembro-me de ter lido um livro de atuação que diz: “Sempre

que você está em uma situação, precisa tirar vantagem dela”.

Eu estava tipo, “Uau, estou com um diretor de elenco da Columbia Pictures”.

Então aproveitei muito o fato de

estar sentado do outro lado da

mesa com essa grande senhora.

E conversamos, eu acho, 20, 30 minutos.

Mesmo que eu não fosse a pessoa que

ela tinha intenção de escalar para este filme.

Mas daquele encontro equivocado, ela se lembrou

de mim quando teve um colapso em A Hora do Espanto.

Ele pensou que iria fazer um teste para Charley Brewster.

Ele pensou que seria o protagonista novamente,

como foi no filme em que estivemos juntos.

Você sabe, eu nunca tinha interpretado esse tipo de

personagem estranho, esquisito e excêntrico como Evil Ed.

E realmente demorei um pouco

para processar isso e entender isso.

"O que você vê em mim que

tenha alguma semelhança com isso...

realmente excêntrico..."

Ela está apaixonada pelo panaca.

Amy!

"personagem um tanto desagradável?"

Quando Stephen Geoffreys entrou, as escolhas

de Stephen como ator eram muito variadas.

Veja isso.

Ambos tiveram as cabeças decepadas.

Você acredita nisso?

Você e doente.

Quero dizer, eles eram tão

escandalosos que eu simplesmente o amei.

Evil Ed. Ele era o garoto da escola

que todo mundo achava estranho.

Ele era o único que não estava em um grupo.

Comece com isso.

Mas você deve ter muita fé nisso para que funcione.

Ele era o fã de terror por excelência para mim.

Então pegue um pouco de alho.

A corrente com a medalha que você

usa no pescoço, e pendure na janela.

Se ele vier atrás de você, isso irá detê-lo.

Você sabe, ele era o tipo de cara com quem cresci

que gostava de terror, mas nunca era convidado para

festas e certamente não ia aos jogos de futebol.

O que nós vamos fazer?

Isso é como A Hora do Espanto!

O personagem de Evil Ed foi tão condenado ao

ostracismo que Stephen tinha seu jeito de trabalhar,

que era sair e ficar sozinho a maior parte do tempo.

“Onde está Stephen? Eu não sei. Alguém sabe para onde Stephen foi?"

Você sabe, e funcionou.

Por causa da tensão de um cara tentando se encaixar.

Evil Ed é, em muitos aspectos, ele é um garoto perdido.

Um jovem que sente que não tem um lugar

no mundo e disfarça sendo maníaco e louco.

O jantar dele está no forno!

"Seu jantar está no forno!"

Quero dizer, agora, quem poderia fazer uma leitura como essa?

Estou acostumado a interpretar esses caras legais e inocentes, ou algo assim.

Embora ele seja muito...

muito gentil e...

Quero dizer, sou muito estranho, sou estranho no filme.

Sim?

O humor, não a comédia, mas o humor, tinha que

surgir da representação da realidade das situações.

Jonathan Stark era membro do The Groundlings,

que foi o primeiro grupo de comédia improvisada.

Então, recebo uma ligação para entrar e ler sobre isso.

E eu peguei e li, foi basicamente a

cena que fiz com Art Evans e Bill Ragsdale.

Essa foi a cena com a qual fiz o teste.

Você tem certeza disso agora?

Meu agente me enviou para um teste para um filme

chamado - eu disse: "Como se chama?" "A Hora do Espanto."

"Isso parece com um filme de terror." Ele disse: "É."

Cheguei lá uns 20 minutos mais

cedo, tinha um monte de gente lá.

E então a próxima coisa que sei, uma hora depois, ainda estamos todos lá.

Apenas, "É isso. Vou embora. Não posso acreditar nisso!"

E ninguém entrou.

Eu estava conversando com um cara, estávamos saindo, eu

disse: "Olha, estou me preparando para fazer uma jogada, cara.

Porque tenho outro compromisso para marcar e não quero ser comido."

Ele disse: “Art”.

Eu disse o que?" Ele disse, "Eu não acho que você queira fugir."

"Por que?" Ele disse:

“Basta olhar ao redor”.

Então começo a olhar em volta.

Eu sou o único negro lá.

Tenente Lennox, Homicídios. Importa-se se entrarmos?

Não, de jeito nenhum. Entrem.

É a primeira vez que trago alguém de

fora para tentar intervir nesta situação.

Houve um assassinato ontem à noite.

Charley mora na casa ao lado e acha que viu a vítima nesta casa.

E também é a primeira vez que o vampiro realmente

percebe que não vou parar até que ele seja exposto.

Posso provar que ele está mentindo!

Vamos dar uma olhada no porão.

O que há aí embaixo, Charley?

Sim, Charley. O que há lá embaixo?

Eu nunca vejo um papel que você interpreta em um filme como um papel pequeno.

Porque posso fazer algo com isso.

Um caixão! É isso que está lá embaixo. Eu os vi carregando ele.

O que?

Essa cena foi divertida para mim porque eu

estava fazendo coisas que não estavam no roteiro.

Art e eu somos como...

e realmente pareceu tão natural quando fizemos ele.

Fazendo todas aquelas caretas e outras

coisas, e foi tipo, “Nossa, isso é estranho”.

Eu o vi ontem à noite. Ele tinha presas e mordeu ela no pescoço.

Pelo amor de Deus!

- Vamos. - O que?

Achei que meu personagem foi muito importante para o avanço do filme.

Acho que ele trabalhou apenas dois dias no filme, e

é um verdadeiro ponto de virada no filme também.

Olha, estou lhe dizendo, Jerry Dandrige é um vampiro.

Claro, e eu sou o Dirty Harry. Deixe-me te dizer uma coisa.

Se eu pegar você na delegacia de novo, vou jogá-lo na cadeia para sempre!

Tenente, me escute por um segundo!

Eu sei que parece loucura! Eu sei disso, mas... Tenente.

Billy sempre protege o Jerry.

Dois caras que estão muito conscientes de seu poder.

Eles sabem o que precisam fazer e fazem

isso de uma forma muito, quase profissional.

Você nunca sabe exatamente qual é o relacionamento, eu sei

que há muita especulação e outras coisas, qual era o

relacionamento, o relacionamento real entre Billy Cole e Jerry.

Não vou especular sobre isso, porque nunca conversamos sobre isso.

Não tomamos uma decisão: "Bem, eles

eram, em algum momento, séculos

atrás, amantes ou amigos íntimos,

ou que Jerry o transformou em..."

Bem, nós realmente não entramos nisso.

As pessoas às vezes me perguntam sobre o elemento homossexual.

Nunca discutimos isso. Nunca.

É que éramos bons amigos e cuidávamos um do outro.

E então, há uma cena em que estou lavando a mão

de Chris e Tom diz: “Bem, ajoelhe-se na frente dele”.

Está bem.

Tudo bem, tanto faz, eu sou o servo,

sou subserviente, então farei isso, sabe?

Então depois, Eu assisti o filme e pensei,

"Espere um minuto.

Você me enganou, Tom."

Todo mundo vai escrever sua própria história.

Não me incomodou de uma forma ou de outra o que eles querem pensar.

O que torna tudo ainda mais intrigante.

Porque você quer descobrir o que

está acontecendo com esses dois caras.

Heidi Sorenson estava simplesmente linda!

Saiu do carro e, claro, ela foi a

vítima ao entrar na casa de Jerry.

Obviamente, um serviço de acompanhantes.

Charley a nota e fica impressionado com ela.

Aqui é o 99 Oak?

Não. É ao lado.

Obrigada.

Bem, eu queria ter um pouco mais de sensualidade, e pensei que

se conseguisse tornar os mamilos um pouco mais duros, isso

certamente chamaria a atenção de Charley, chamaria a minha.

Quente. Muito quente.

E claro, a maneira de fazer isso é usar um pouco de gelo.

Fiquei com vergonha de perguntar diretamente a Heidi.

Então pedi à figurinista que chamasse Heidi por mim.

Não sei se seria melhor perguntar agora.

- Oi mãe? - Sim, estou aqui!

Apenas uma mensagem para

Dorothy Fielding, que interpretou a mãe.

Você já viu o novo vizinho?

Não, mas ele tem um carpinteiro.

Para minha sorte, provavelmente deve ser gay.

Ela era uma atriz muito forte que, mais uma vez, conseguia ser engraçada.

Ela poderia atuar e brincar.

- Charley, o que está acontecendo? - Nada. Acabei de ter um pesadelo.

Você sabe, eu tive um ontem à noite. Foi terrível.

Eu estava em uma liquidação de branco e de repente percebi que estava completamente nua.

Ela é incrível. Você também pode conseguir isso.

Você pode conseguir isso naqueles breves momentos em que ela está em cena.

Vocês, crianças, estão tendo uma briga de namorados?

Não é nada disso mãe.

Bem, não há nada de errado com isso.

A taxa de divórcio é 76% maior entre os

casais que não discutem antes do casamento.

Estamos no ensino médio!

E ela tinha esse tipo de bobagem inesperada e alegre.

Charley?

Dorothy, onde você estiver, todos nós te amamos, enviamos nossos melhores cumprimentos.

E ninguém sabe onde ela está. Ela desapareceu de vista.

Nascido nas escuras ruas de paralelepípedos da cidade de Londres,

Inglaterra, em 1928, o ator

Roddy McDowall iniciaria sua

carreira ainda criança em 1938.

Ele rapidamente se tornaria um rosto reconhecível

em filmes como Lassie, Cleópatra,

O Destino de Poseidon e, de forma mais memorável na

saga O Planeta dos Macacos,

brincando de chimpanzés falantes.

Ao escalar o papel de Peter Vincent, Tom

Holland se sentiu atraído por Roddy por causa

do trabalho que fez em Os Donos do Amanhã.

O coração do show é Peter Vincent.

E eu queria Vincent Price porque cresci

com Vincent Price e ele era meu herói de terror.

Aí descobri que a saúde dele não estava boa.

Então isso era impossível.

E então pensei em Roddy McDowall.

Ele entendeu quem era Peter Vincent

e eu tive fé nele porque o vi fazer ele.

Peter Vincent é o Leão Covarde, como Roddy me disse.

Então é a história de um péssimo ator amador.

Aqui é Peter Vincent de

volta com vocês como

apresentador de A Hora do Espanto.

Ele estava aparecendo em programas da meia-noite,

apresentando essas caracterizações que ele fez quando era jovem.

Há muitas pessoas que não acreditam em vampiros.

Mas eu acredito porque

sei que eles existem.

E ele é um ator muito, muito ruim.

Um ator terrível, um terrível ator.

Sr. Vincent, posso falar com você um minuto?

Por favor, Sr. Vincent. É muito, muito importante.

- O que você quer que eu assine? - O que?

Você quer meu autógrafo, não é?

Não acho que ele seja tão exagerado quanto pensam que é.

Bem, ele é um pouco presunçoso.

Fiquei curioso para saber o que você disse

ontem à noite na TV sobre acreditar em vampiros.

E daí?

Você estava falando sério?

É claro.

O jovem do filme vai até ele.

Eu acredito em vampiros.

Ele meio que o leva a sério no sentido de que ele

interpretou um personagem chamado assassino de vampiros.

E o jovem vem até ele porque há

um vampiro morando ao lado dele.

Na verdade, tenho um morando ao meu lado.

Você me ajudaria a matá-lo?

"Eu acredito em vampiros.

Na verdade, tenho um morando ao meu lado.

Você vai me ajudar a matá-lo?"

Se isso for uma brincadeira, não estou achando graça.

Peter Vincent então descobre que é real, que existem vampiros.

Precisamos da sua ajuda para detê-lo.

Ele acredita que seu vizinho é um

vampiro e está planejando matá-lo.

Ele é um ator da velha escola.

Ele é o artista, o ator dramático.

Agora vamos ao que interessa.

Onde fica o covil da suspeita criatura da noite?

Ali.

Oh sim. Eu entendo o que você quer dizer.

Ele está destruindo o cenário, é claro.

Espere. Onde estão suas estacas e o martelo?

Deixei-os na minha bolsa.

Você não vai lá sem eles.

Mas tenho que provar que ele é um vampiro antes de matá-lo, Charley.

E ele descobre não apenas que é real, mas que

esses jovens, esses adolescentes, de quem ele

realmente gosta, estão em terrível perigo mortal.

Isso vale para você também, Ed.

Imagino que tenhamos muitos dos mesmos interesses, filmes de terror, ocultismo.

Quando ele descobriu que Jerry Dandrige era na

verdade um vampiro, ele disse: “Deixe-me sair daqui!”

- O que você tem? - Nada.

Mas então descobriria dentro dele, de alguma forma, estar à altura do momento.

E ele supera seus próprios medos, sua própria covardia.

Peter Vincent. Pronto para lutar contra os mortos-vivos.

Roddy foi um grande mentor e um grande amigo.

Ele era completamente disponível e acessível.

E eu cresci assistindo-o na televisão e em

filmes durante toda a minha vida, e fiquei

muito emocionado por poder trabalhar com ele.

Ele estava sempre lá e eu ficava olhando para ele e

dizia: “Comparado com o resto de nós, você é uma

grande estrela e pode perguntar e fazer o que quiser”.

Mas ele era apenas um de nós.

Roddy dava dois jantares por semana.

Ele deu um jantar na quarta à noite para pessoas

heterossexuais e um jantar na sexta à noite para gays.

Fui convidado para as noites seguidas.

Mas acabei no Roddy's, jantando com

Vincent Price e sua esposa Coral Browne.

E eu fui um idiota. Não sei por que não pedi um autografo.

O Peter Vincent de Roddy para mim é, novamente, uma peça perfeita do elenco.

Para trás, cria de satanás.

Curiosamente, porque, de certa forma, Roddy naquela

época de sua carreira não estava fazendo muitos filmes.

Ele estava trabalhando, mas não estava fazendo muitos filmes.

E ele entendeu quem era Peter Vincent.

O medo de perder a carreira.

Suponho que sucesso significa continuar

trabalhando em um nível de respeitabilidade e invenção.

Lembro-me de ver Roddy fazer um teste de guarda-roupa.

Porque eles estavam tentando acertar a aparência de Peter Vincent.

Mas ele estava interpretando um ator de filme B.

E Roddy disse que era basicamente ele.

E isso me impressionou tanto.

Cada artista infantil tem um grupo diferente de obstáculos a superar.

Também não creio que seja fácil

para um adulto superar o sucesso inicial.

Você sabe, uma lenda e um ícone.

Ele era um livro ambulante de história do cinema e de Hollywood.

E antes que qualquer outra pessoa que eu

conhecesse, ele estava construindo uma

enorme coleção de filmes em 35 e 16mm.

Sempre que eu precisava de um filme porque queria

pesquisar alguma coisa e não encontrava em lugar

nenhum, eu ia até o Roddy e perguntava para ele,

e ele quase sempre tinha esses filmes obscuros

e ele tinha as impressões digitais de 35 mm.

Eu sinto muita falta dele.

E é uma pena que ele não esteja aqui porque adoraria todas essas coisas.

Ele foi o grande historiador, além

de ser um ótimo ator e pessoa.

Então é nossa perda.

Ele era um amigo extraordinário.

Também no final, quando ele estava

morrendo, ele recebia amigos, sentávamos e

conversávamos, tomávamos uma taça de vinho.

Ele estaria impecavelmente vestido.

Ele era um cara incrível. Roddy McDowall, Deus o abençoe.

Tendo dado ao elenco o luxo de duas

semanas de ensaio antes das filmagens

Tom Holland permitiria que seus atores desenvolvessem

seus próprios personagens, criando suas próprias histórias.

Pedi-lhes que escrevessem biografias para cada um

de seus personagens e seus relacionamentos com os

outros atores que aconteceram antes do filme começar.

Ficamos sentados por vários dias. Conversamos sobre os personagens.

Provavelmente escrevemos cinco ou seis páginas apenas sobre nossa história juntos.

Acho que estivemos juntos por 800 anos ou algo assim.

Eu fiz com que eles criassem tudo isso em suas próprias cabeças.

E quaisquer que fossem suas escolhas, isso não importava.

Assim que começamos a atuar, você poderia deixar tudo ir.

Mas eles tinham isso em mente quando se conheceram pela

primeira vez, quando Charley e Evil Ed começaram a trabalhar

em filmes de terror, todo esse pano de fundo foi acrescentado.

Eu, um tanto arrogantemente, disse: "Eu não preciso escrever uma história."

E acho que todo mundo ficou meio chocado.

E então fui para o meu hotel naquela noite e

recebi uma ligação do meu agente que dizia:

"Steve, Tom está meio preocupado com você."

Quase ao ponto de ele não ter certeza se eu conseguiria

fazer isso porque não escrevi a história do personagem sugerida.

Quando terminei de ler minha biografia, parecia E o Vento Levou.

Eu estiquei aquele otário.

A minha, pelo que me lembro, era voltado para o relacionamento com Charley.

Da nossa história, como nos conhecemos, onde nos

conhecemos, quando começamos a namorar, esse tipo de coisa.

Os personagens de A Hora do Espanto, ou de qualquer

bom filme, não são todos negros e nem todos brancos.

São misturas, têm que ser arredondadas.

Tive algumas ideias que ele adorou e que usamos no filme.

Isso.

Na minha pesquisa... Como você pesquisa um vampiro?

Então, você sabe, leio muito sobre a tradição dos vampiros.

Mas também li sobre morcegos porque pensei:

“Essa é a genealogia do mundo dos vampiros: em

algum momento, no início, o primeiro vampiro

foi mordido por, digamos, um morcego vampiro”.

Então comecei a pesquisar sobre morcegos e descobri que nove décimos, em

algum lugar nessa faixa, de todos os morcegos do mundo não são morcegos vampiros.

Eles são morcegos frugívoros.

Eu pensei: “Isso é interessante.

Seria interessante ter em algum lugar na

genealogia de Jerry uma vontade de comer frutas?”

Então eu falei com Tom e ele disse: "Isso é ótimo. Vamos tentar."

E então nós meio que combinamos isso ao longo do filme.

A associação gótica com o vampiro é uma associação clássica e estabelecida.

O que foi difícil foi encontrar aquela casa justaposta à casa de Charley.

A casa de Charley era, e precisava ser, uma residência

muito mais suburbana e tradicional de dois andares.

A casa vitoriana foi construída no backlot da Disney.

Por sorte, a pequena casa

suburbana estava bem ali ao lado dela.

Agora, isso foi depois de semanas e semanas

explorando locais e viajando por toda Los Angeles.

Fui primeiro ao set da Disney e vi essa casa, e pensei:

"Oh, meu Deus! Isso é incrível. Parece realmente assustadora."

Filmamos no Laird Studios em Culver

City, que eram os lnce Studios originais.

E foi onde eles filmaram E o Vento Levou.

Então foi muito célebre e histórico e foi ótimo estar naquele set.

É muito importante manter a leveza no set quando você está fazendo um filme de terror.

A maioria das lembranças que tenho do filme são de filmar em Laird e a fumaça.

Fumaça. Um velhote gigante andando por aí, soltando fumaça pelo o set.

Peter!

John DeCuir, nosso designer de produção, foi

muito comunicativo e entendeu minhas necessidades

de iluminação e de poder mover câmeras e ter

espaço e capacidade para fazer isso.

Trabalhamos muito para criar visuais dentro daquela casa

que não fossem apenas consistentes com a vitoriana, mas

também permitissem que ele realizasse um pouco da magia

que acho que torna o filme tão emocionante quanto é.

Construímos esta escadaria bastante grandiosa.

Realmente deu a Tom a oportunidade de coreografar

as cenas, a ação e os efeitos especiais necessários.

A escola que ficava ao lado da casa

de Charley era originalmente uma igreja.

E Tom disse: "Eu não acho que eles se mudariam tão perto de uma igreja."

Então eles mudaram para uma escola.

Peter, sendo o apresentador de televisão, tinha uma

espécie de senso hollywoodiano em seu personagem.

Então olhamos para o clássico apartamento com pátio de

Hollywood, porque queríamos vender a noção hollywoodiana

de que Peter era o cara que trabalhava na televisão.

Fiquei muito feliz em saber que Tom queria filmar

anamórfico porque esse é um dos meus formatos favoritos.

Especialmente com um orçamento menor, oferece

uma maior oportunidade de tridimensionalidade.

Como existe uma profundidade de campo

mais restrita, você pode ser mais específico.

Isso ajuda o olho a se desviar para o abstrato dos cenários.

Não há exagero nisso.

Eu não mostraria desrespeito ao gênero o parodiando.

Eu poderia confiar totalmente e depender

de Tom para me guiar na direção certa.

Sua abordagem do trabalho é um

tanto cerebral, mas muito autêntica.

Tom colocou a mão no meu ombro.

Então arranquei a mão dele porque sou policial.

É apenas uma questão de respeito pela posição que representa a lei.

O que você está falando?

Farei com que sua bunda tenha algum respeito depois de passar por sua bunda como o Ex-Lax.

Havia esse sentimento genuíno de todos no

set, ninguém estava trazendo qualquer atitude.

E Chris Sarandon e Roddy McDowell

seriam os únicos, eu acho, a serem as divas.

Embora eu ache que Billy Ragsdale é realmente propenso, mas...

Sem brincadeiras. Não.

Tom era muito apaixonado, muito envolvido

e conhecia todos os aspectos sobre como

seria a iluminação, como seria a cena,

como seria o movimento no quadro.

Cometi o erro uma vez quando estávamos filmando em um beco,

e tínhamos chegado ao fim do beco e não havia outro lugar para ir.

Então eu meio que disse brincando: "Corta".

E ele não achava que era meu trabalho falar “Corta”.

E ele me disse isso na frente de todo mundo e eu entendi.

Então nunca mais fiz isso.

Filmamos no beco à noite, onde Evil Ed finge ter sido atacado.

Jesus! Eu avisei ele!

Ele me pegou, Charley! Ele me mordeu!

Você sabe o que terá que fazer agora, não é?

Me mate.

Mate-me, Charley, antes que

eu me transforme em vampiro...

e te de um chupão!

Seu idiota!

Era tarde da noite, no meio da noite, em um beco

do centro da cidade, e as pessoas jogavam coisas.

Literalmente jogando latas de lixo em nós, lixo e

outras coisas enquanto filmávamos a noite toda.

Não é engraçado!

Isso deu uma coragem que não esperávamos, eu acho.

Charley, Amy, são vocês?

Não está funcionando. Eu não estou assustado.

Quando eu estava no beco com Chris, obviamente,

foi um acontecimento que mudou minha vida.

Olá, Edward.

A cena no beco é tão comovente.

Você não precisa ter medo de mim.

Porque é o grito de morte de um jovem que diz: “Por favor, ajude-me”.

E está disposto a desistir de sua alma para ser alguém.

Eu sei o que é ser diferente.

Ninguém mais vai mexer com você.

E a opinião de Tom também é que Jerry

não está faminto naquele momento, ele é afetuoso.

Tudo que você precisa fazer é pegar minha mão.

Não é Jerry lambendo os beiços e dizendo: "Ok, outra vítima".

Pegue minha mão.

Foi tão intrigante para ele pensar: “Uau! Eu

poderia viver essa fantasia em que tenho fingido estar”.

Jerry está essencialmente dizendo a ele: "Quer

saber? Ninguém nunca mais vai tirar sarro de você.

Eu vou cuidar disso."

E essa é uma conexão extraordinariamente

humana feita em uma cena que pode ser horrível.

Era véspera de Natal e tínhamos feito todo o trabalho externo,

todo o material de localização, então ele se mudou para dentro

e estávamos prestes a fazer uma pausa para o feriado.

Houve uma cena em que desci as escadas correndo

para dizer oi para minha mãe depois que ela me chamou.

Então eu deveria simplesmente descer as escadas,

meio despreocupado, e fiz isso algumas vezes.

E eu disse: "Você consegue fazer isso mais rápido?" Como um idiota.

Tínhamos na lata, mas íamos fazer mais uma vez

para ver se conseguíamos um pouco mais rápido.

E quando desci as escadas,

escorreguei e caí e torci o pé.

Então estava começando a inchar e eles disseram:

"Vamos colocar um pouco de gelo nele. Vamos embrulhar."

E o técnico do som veio e disse:

“Não é uma torção, É uma fratura”.

Porque ele podia ouvir o barulho dos fones de ouvido.

Então eles voltaram e ouviram e disseram: “Vamos levá-lo ao hospital”.

Então fiz o resto do filme com o pé quebrado.

E muitas das cenas internas em que fico fora

do quadro, na verdade estou saindo do quadro.

Se você assistir, poderá me ver cair enquanto fujo.

Eles tinham um carroceiro lá, um grandalhão que me pegaria.

"Corta!" E recomeçaríamos.

Eles tiveram que acessar a cobertura do

seguro para prolongar a filmagem por causa disso.

E então fui ao médico fazer meu check-up, meu

osteopata, e ele disse: "Então, você está retardando-os?"

Era um cenário de filme. Eu nunca tinha estado em um, na verdade.

Eu disse: "Eu espere por eles principalmente. Eu apenas espero que eles se reprogramem.

E então eu faço o meu trabalho."

Isso aparentemente voltou para os produtores e para

a seguradora e para a seguradora e os produtores

começaram a ter uma opinião diferente sobre o quanto

minha lesão estava acrescentando às datas das filmagens.

Então isso se tornou um problema, só porque um

dos produtores me seguia e estava atrás de um

set ou de um carro, perto do bufê ou algo assim.

E quando eu não sabia, ele dizia:

"$ 100.000. Isso é o que você me custa todos os dias.

US$ 100.000."

E eu era jovem, então pensei que era um pouco

estranho na época, e acho que era muito ruim agora.

Então essa é uma história divertida.

A primeira cena que filmei daquela

risada, eu meio que não queria fazer.

E eu estava tentando evitar fazer ela porque

simplesmente não me sentia confortável com ela.

E então, assim que aconteceu a primeira tomada,

Tom correu até mim e disse: “Steve, confie em mim.

Essa risada é um aspecto vital do Evil Ed. Você tem que fazer ela."

Então cavei fundo e inventei essa gargalhada

que se transformou na risada do Evil Ed.

Eu não posso fazer isso. "Você é tão legal, Brewster." Que leitura!

Ah, você é tão legal, Brewster!

Está muito engraçado!

O domínio dos efeitos especiais em A Hora do Espanto não

apenas melhorou o filme, mas também adicionou uma

sensação de realismo às suas cenas fantásticas.

A equipe de efeitos liderada por Richard Edlund fez

um trabalho tão maravilhoso que até eu, em mais de

uma ocasião, perdi um ou dois batimentos cardíacos.

Este é um filme de efeitos especiais de última geração.

Em termos de próteses, maquiagem, efeitos ópticos, e até mesmo

em termos de design de câmera, o design de tomada do filme, o

melhor que estava disponível em termos de tecnologia atual

para fazer os efeitos funcionarem está envolvido neste filme.

Eles me deram Richard Edlund e essa

equipe brilhante, Randy e Steve Johnson.

Simplesmente maravilhosos, pessoas maravilhosas.

Ken Diaz. Apenas uma equipe talentosa.

Ele perguntava a todos do nosso

departamento: “Você gosta de filmes de vampiros?

O que você gostaria de ver em um filme de vampiros?

O que tornaria um filme de vampiros mais especial para você?"

Acho que ele realmente respeitou a opinião de muitos

dos diferentes profissionais que trabalharam em seu filme.

Éramos todos jovens e inventávamos essas coisas à medida que avançávamos.

E tivemos um playground incrível. Tivemos que fazer os melhores monstros que pudéssemos.

E isso foi absolutamente divertido. Eu sinto falta disso. E havia muita cocaína.

A Hora do Espanto teve efeitos práticos. Eram fantoches. Era de borracha.

Estava na sua cara. Estava no set.

É como travar uma guerra.

Você entra no campo de batalha com todos os armamentos que possui.

E você tem que se contentar com tudo o que

tiver contra o inimigo, que é tempo e dinheiro.

Tudo visualmente é possível.

Se você puder pensar e falar sobre isso,

geralmente poderá fazer um desenho disso.

Se você puder fazer isso, poderá descobrir

uma maneira de visualizá-lo no filme.

Gary Martin, presidente de produção física da Columbia,

disse: "Você tem que me fazer um favor neste filme, porque

só temos uma quantia X de dólares para fazer este filme."

E acho que tínhamos dinheiro suficiente para fazer 30 cenas.

Richard ligou para Rick Baker e disse: "Ei,

tenho um projeto chamado Os Caça Fantasmas.

Acabei de abrir este enorme estúdio. Você gostaria de estar envolvido?"

E Rick disse: “Claro que não. Acabei de voltar de um ano na Inglaterra.

Eu quero fazer uma pausa."

E então ele disse: “Mas vou apresentá-lo a Steve

Johnson”, que foi a maneira perfeita de Rick se livrar de mim.

Então fui e conheci Richard e foi muito

estranho porque eles não sabiam quem eu era.

Eu era um garoto de 18 anos.

O filme era os Caça Fantasmas e eles realmente não confiavam em mim.

Então eles me fizeram fazer um teste. Eles me fizeram matar o motorista de táxi zumbi.

Então eu só tive duas semanas para fazer ele. Eu construí no meu quarto.

Ele era um cara muito bonito, carismático e muito talentoso.

Alguém o pegou transando com uma das garotas na mesa

na sala de borracha.

No entanto, se você entrar nesta sala, na fumaça, você

pensa nesses caras e no que está acontecendo com seus cérebros.

Porque eles estão lidando com esses vapores estranhos o tempo todo.

Ele realmente ama o que faz.

Ele é como um cientista maluco com um olhar

maníaco enquanto coloca todas essas coisas em você.

Quando você estava até o último minuto tentando

colocar as coisas no set, Steve disse: “Tem que ser melhor.

Ainda não está na frente da câmera, tem que ser melhor."

Steve Johnson e eu discutimos sobre quem

ficaria com qual pedaço da torta. Você sabe?

E perdi alguns e ganhei alguns.

Steven e Randy eram realmente o tipo de equipe criativa.

Muitas pessoas realmente boas. Era um verdadeiro time dos sonhos.

Fui convidado para vir a esta reunião.

Tom gostou muito do meu trabalho e disse:

“Quero que você seja o maquiador principal nisso.

Quero que você faça as próteses e aplique-as no set.”

Lembro-me de Randy Cook sentado do outro lado da mesa em

determinado momento porque ele estava falando sobre como

desejava que Chris tivesse vários estágios de maquiagem.

E Randy está olhando para mim e meio que murmurando para

mim: "Eu quero fazer a fase final. Deixe-me fazer a fase final."

E eu digo, "Está bem."

Isso realmente aconteceu.

Randy provavelmente atiraria pedras em mim por isso, mas é verdade.

Aí eu disse: “Olha gente, isso é ótimo.

Estou muito lisonjeado.

Eu acho muito legal vocês quererem que eu faça isso, mas eu não posso fazer isso."

Tom diz: "O que você quer dizer com não pode fazer isso?"

Eu disse: "Não sou do grupo um."

Naquela época, no Sindicato dos Maquiadores, você tinha

que conseguir uma certa quantidade de dias trabalhando

em filmes que só conseguiria se não houvesse mais

ninguém para recorrer na lista do sindicato.

E eu expliquei tudo isso para eles.

E Jerry Baervvitz está sentado ali olhando para mim.

E ele disse: “Steve, Sou muito amigo de Howard Smit."

Howard Smit era o presidente do Sindicato dos Maquiadores na época.

E ele disse: "Eu posso resolver isso."

Então ele pega o telefone e liga ali mesmo.

Parecia algo saído de um filme de Woody Allen.

E ele estava ao telefone dizendo:

“Alô, Howard. Aqui é Jerry Baerwitz.

Eu tenho esse cara aqui, Steve Neill. Sim.

O que? Tom quer que ele faça o filme. Aqui está o telefone."

Eu disse o que?" Ele disse: “Howard quer falar com você”.

Então eu pego o telefone. Eu falo com Howard.

Howard disse: "Ei, Steve. Não se preocupe com nada. Já resolvi isso."

Eu disse: "Não sou do grupo um."

Ele disse: "Tudo bem. Vamos ignorar isso.

E você vai fazer esse trabalho porque eles querem você."

E todas essas coisas. Eu disse: "Está bem. Tenho um

mau pressentimento sobre isso, mas tudo bem."

Chega o primeiro dia de filmagem.

Estou lá no set, no trailer de maquiagem com Roddy.

Eu começo a inventá-lo.

Chego ao ponto de colar a prótese em sua testa

e a porta do trailer se abre e Howard Smit entra.

E ele disse: "Pare agora mesmo!

Você está violando os regulamentos sindicais

sobre tudo isso e não tem o direito de fazer isso”.

E eu fico tipo, "eu sabia que isso iria acontecer."

E eu disse: "Howard, e o acordo que você fez?"

“Que acordo? Não sei de nada do que você está falando.

Se você não sair do set agora, vou

mandar a polícia vir aqui e prender você."

Então eu disse: "Deus, que diabos?"

Então deixo o trailer.

Roddy está olhando para mim. Os atores estão tipo, o que eu fiz?

Eu vou e entro em uma cabine telefônica. Não há celulares.

Liguei para Richard. Eu disse: “Richard”.

Eu contei a ele o que aconteceu.

Ele fica tipo, "Sim, bem, você sabe."

Eu disse: “Isso tudo é um negócio ferrado.

Todos vocês sabiam disso e evidentemente alguém criticou

ou reclamou que fui empurrado à frente de todos os outros.

O que eu deveria fazer?"

Ele diz: "É como ser pego pela chuva

sem guarda-chuva. Você se molhou".

Recebi um telefonema do estúdio.

"Ok, ainda precisamos dessas próteses. Como você está com elas?"

E é como se nada tivesse acontecido.

No final das contas, eles sabiam que erraram,

então não vão admitir isso para ninguém.

Mas eles sabiam que eu não tinha feito

nada de errado e que era inocente em tudo isso.

E eles me mantiveram trabalhando.

A única cena realmente complicada

foi a cena em que ele entra no

quarto e passa pelo espelho e

você não vê seu reflexo.

E isso foi basicamente uma captura de tela azul do espelho.

Então ele caminha na frente da tela azul.

Em seguida, filmamos uma placa do espelho sem

ninguém na cena, para obtermos o fundo sem o reflexo dele.

Como sempre, quando alguém entra em contato com um vampiro,

as coisas podem ficar um pouco feias.

Não gostaríamos de acordar sua mãe, não é Charley?

Então eu teria que matá-la também.

Ele me pega pelo pescoço e

quebra a parede com a parte de trás da minha cabeça.

Eu estava indo em direção ao Charley e andando em

direção a ele, e Tom se aproximou e disse: “Você tem

que andar como se fosse o idiota mais durão do mundo.

Você tem que caminhar até ele com a sensação

de que você é a criatura mais poderosa do mundo."

Há um momento em que Jerry oferece a Charley uma saída.

Ele está segurando Charley e então

diz: "Vamos. Você consegue fazer isso."

te dou algo que não tenho.

Uma escolha.

"Tudo o que você precisa fazer é esquecer tudo isso e ficaremos bem."

O que você me diz, Charley?

E Charley recusa e Jerry faz algo muito interessante, onde há

uma sensação de: "Por que isso sempre tem que acontecer?"

Onde ele diz ao Charley: "Tolo".

Você é um tolo.

Eu te dei uma saída e você não aceitou.

E agora é guerra.

"Agora você está em apuros."

Eu enfio um lápis na mão dele e ele fica muito chateado.

Isso meio que se originou de um filme que vi chamado Excalibur.

Houve uma cena incrível em que

Lancelot foi esfaqueado nas entranhas.

E ele está nu.

E você vê a lâmina desta espada entrando em sua carne

e você a vê saindo também. Então isso passou por ele.

E de uma só vez, ele puxa e você vê essas duas pequenas feridas ali.

Peguei a fita VHS e estudei e estudei e estudei isso

porque não conseguia acreditar no que meus olhos estavam

vendo. E eu deveria ser um especialista nessas coisas.

Então, por que não consegui descobrir?

E finalmente me dei conta de que deveria ser uma lâmina retrátil.

Então uma seção está deslizando para a próxima e ela surgiu.

O ator está apenas empurrando, não há aparelho.

Ele está empurrando e faz uma marca na barriga.

Quando ele o solta, ele volta ao seu comprimento normal.

Uma peça desliza para fora da outra.

Mas para provar que há um pedaço aqui, há apenas uma

pequena ponta de uma espada presa nele, provavelmente

com algum tipo de adesivo, e uma linha de pesca

monofilamento amarrada a ela. Tinha que ser.

Então nós o vemos com esta lâmina enfiada e

por apenas um segundo, esconde aquela ponta

da câmera e é quando alguém a arranca.

E realmente, durante anos, quis usar esse efeito em um filme.

Achei que oportunidade perfeita. Faremos a mesma coisa.

Faremos um lápis retrátil.

Prove que a dica está passando.

Role para trás enquanto ele faz isso.

Arranque ela. Está feito. Lindo.

Fui ao set, expliquei para Tom, tudo funcionou muito bem.

Belo efeito. Finalmente tive meu momento Excalibur.

E então eu estava na sala de edição da Boss Film com Tom.

Aí vem a cena.

Chris prova que está persistindo até

o fim, Tom corta para uma cena de

reação de Billy e depois volta a ela.

Então, destruí completamente o efeito, que pode acontecer

tudo de uma só vez, porque obviamente, poderia ter sido

feito como uma trapaça do jeito que o Tom editou com o corte.

A questão é que você não precisa de um corte para mostrar que ele sai completamente.

Então eu disse ao Tom que ele havia estragado a cena, então ele consertou.

Quando toda a bagunça vampírica de Jerry estava

sobre ele, era desfigurante e perturbador. Foi nojento.

Não era como Bela Lugosi.

Não era um cara pálido e com um fio de sangue.

O cara era uma aberração hedionda.

Trabalhando com Chris Sarandon, fizemos

três etapas da transformação do vampiro.

Os estágios iniciais foram uma sobrancelha.

Tentei criar uma pintura tridimensional que se

integrasse aos estágios posteriores da transformação.

A segunda etapa foi mais envolvente com uma peça que

descia assim com pequenas linhas que desciam até o rosto.

Então desenhei ela com a pintura das versões anteriores, para combinar.

Randy Cook é um excelente escultor. Ele é um artista muito bom.

Um dos melhores com quem já trabalhei.

Sempre que você se sentava com ele, ele surgia com algo e tinha uma ideia.

E as ideias simplesmente saíam do seu lápis.

Ele poderia ficar sentado lá em cinco minutos, e o que ele pudesse colocar na sua área de trabalho...

Ele poderia fazer caricaturas e apenas desenhos descritivos.

Ele era apenas um mestre do lápis.

Acabei com o visual final principal de Jerry e dos dedos.

E acho que Steve acertou em cheio nisso.

Eu era um dos garotos dos bastidores, um dos garotos do laboratório.

Até conseguimos um busto do Chris.

Sempre damos ao ator ou a quem está fazendo o molde um

bloco de papel e um lápis, para que ele possa se comunicar conosco.

E eles simplesmente rabiscam uma nota, "depressa" ou

"eu estou desconfortável" ou "eu estou bem" ou algo assim.

E de repente, recebo uma pequena nota, "Está ficando quente aqui."

O dia de filmagem foi extremamente longo para nós, para o departamento de maquiagem.

Muitas vezes teríamos apenas quatro horas entre os turnos.

Terminaríamos à uma da manhã e

tínhamos que voltar às cinco da manhã.

5h30 da manhã até aproximadamente

13h30 às 14h30, você está na cadeira.

Nunca passei por nada parecido na minha vida.

O tédio é, como você pode imaginar, ficar oito horas sentado na cadeira.

Você poderia se levantar e se movimentar um pouco,

mas até que os adesivos estejam todos fixados, você realmente não pode fazer muita coisa.

Depois de um ou dois primeiros dias,

porque essa maquiagem para fazer durava oito horas,

eu disse: "Você tem que me dar alguma

coisa para fazer, senão vou enlouquecer".

Na verdade, ele começou a nos ajudar colocando

as extensões dos dedos em suas mãos, ou pelo

menos aquela que ele poderia começar a colar,

enquanto Ken e eu trabalhávamos em seu rosto.

Eu ajudava a fazer um pouco da mistura do látex, e

então eles me deixavam pontilhar e maquiar as mãos.

Para que eu pudesse passar algumas horas das oito.

Enquanto ele ficou sentado lá por, inicialmente

oito horas, reduzimos para seis horas e meia.

Não me lembro de ter adormecido na

cadeira de maquilhagem, mas lembro-me de...

Das 4h ao meio-dia a gente se maquiava e aí

eu saía e trabalhávamos oito horas, depois

voltava e tirava a maquiagem em meia hora,

45 minutos, ia para casa, dormia seis horas,

voltava na manhã seguinte e fazia a

mesma coisa por duas semanas.

Foi um filho da puta.

Nosso trailer de maquiagem tinha um pequeno

cubículo no topo com uma pequena cortina preta.

E muitas noites eu dormia naquele cubículo.

Dormi com um lobo com uma estaca ali dentro.

E eu chegava às 4h da manhã.

e eu dizia: "Ei, bom dia."

E o Ken viria, “Ei, tudo bem. Vamos, vamos lá.

Vamos fazer uma maquiagem."

Minha esposa raramente me via durante a semana, somente nos finais de semana.

Houve muitas noites sem dormir, longos dias de

filmagem sem muita reviravolta para a equipe de maquiagem.

Parte disso é um borrão por causa disso.

Tivemos que falar com ele então Roddy.

O que fiz lá foi usar elevadores cosméticos,

aplicando fita adesiva em seis áreas do rosto e

depois esticá-la para trás e amarrá-la sob o cabelo.

Ele ficou com aquela maquiagem elástica por mais de oito horas.

Seu visual de maquiagem meio que se estabeleceu durante os

teatros de Peter Vincent A Hora do Espanto que foram filmados inicialmente.

E parte desse visual era esse cabelo teatral

que ele tinha, para fazê-lo parecer mais velho.

Chamamos assim o cabelo prateado que era

mais penteado com "mechas e pontas" à moda antiga.

É quase como uma tinta spray para o cabelo que é muito teatral.

E funcionou com Peter Vincent, mas enquanto o

filmávamos em outras cenas, percebemos: “Por que

alguém assim faria isso com o cabelo na vida real?”

E Randy Cook, eu me lembro, isso realmente o incomodou, e ele

implorou ao diretor: “Podemos adicionar uma cena em que mostremos

Peter Vincent atendendo a porta quando aqueles garotos estão na porta?

E ele tem uma cabeça careca, e então ele coloca, tipo, uma

peruca barata para abrir a porta como sua peruca de vaidade, e

isso iria mostrar por que o cabelo parece meio descolado assim.

Mas eles não aceitaram e nós não fizemos isso.

E acabou parecendo uma aglomeração em volta de uma árvore de Natal.

Essa é a única parte com a qual não ficamos felizes em todo o filme.

O que nós vamos fazer?

O que você vai fazer?

Uma das minhas maquiagens favoritas é a

transformação de vampiro de Stephen Geoffreys.

Eu não!

Foi uma pintura impressionista, com muito trabalho de veias.

Acabou sendo uma espécie de conflito de interesses na vida real entre mim e Roddy.

Tom me instruiu a realmente ir atrás dele quando eu tentasse

atacá-lo pela primeira vez, antes que ele queimasse a cruz na minha testa.

E a primeira vez que fiz isso, você sabe, Roddy ficou todo

nervoso e, você sabe, foi direto até Tom e disse:

"Oh, meu Deus, ele é muito duro comigo", ou algo assim, e, você

sabe, eu estava tipo, "Você só pode estar brincando."

E Tom apenas disse: "Sim, faça de novo."

E então, em algum momento, ele é queimado com uma cruz.

Esse efeito específico com Evil Ed foi bastante fácil.

Porque basicamente eu tinha uma prótese bem grossa na

testa dando mais um efeito de sobrancelha, esse tipo de coisa.

Tubos de fumaça na parte de trás da cruz, nada na testa de

Stephen, fumaça saindo, provavelmente apenas fumaça de cigarro.

E então cortamos, e então substituímos sua

testa por uma prótese de testa que tinha um

ferimento muito profundo em forma de cruz

que tinha exatamente o formato da cruz,

e então colocamos a cruz nesse recuo.

Uma coisa viscosa, um pouco mais de fumaça e tirei.

O que você fez comigo?

Para trás!

Mais tarde, ele aparece com uma peruca da Raggedy Ann.

Esse é o meu visual favorito para ele.

Eu sei.

Eu realmente pude ver muita profundidade e translucidez naquela pintura.

Você teve todos esses filmes, Grito de Horror e Um Lobisomem Americano em Londres.

O trabalho de todos estava melhorando em fazer transformações

de humano em monstro e vice-versa, e eu queria ir além.

Trabalhei em Grito de Horror com Rob Bottin,

fui direto para Um Lobisomem Americano em Londres com Rick Baker.

E embora essas sequências de efeitos inovadoras e de cair o queixo,

sempre me incomodou que elas estivessem se transformando simetricamente.

E eu sei que provavelmente estava sendo um pouco duro demais com isso.

Esta é a primeira vez que alguém faz algo

assim, e eu disse: "Eu poderia fazer isso melhor."

A ideia era que quando ele fosse derrubado da

balaustrada e depois caísse no chão, ele atingisse

a luz, e a luz balançasse para frente e para trás.

E a ideia foi essa, usar a luz oscilando na sombra

para causar a transformação de um lado para o

outro quando ele se vira, diante da câmera.

Então eu pensei que não seria legal, quer dizer, quem pode

dizer, se você está se transformando de lobo em um garoto, ou

vice-versa, isso aconteceria de uma forma muito equilibrada.

Bem, pensei que seria muito mais interessante se pudéssemos colocar

um pouco de Quasimodo nisso, você sabe, deformidades acontecendo.

Eu realmente não sei como aguentei isso.

Demorou literalmente 18 horas antes que pudéssemos

levá-lo ao set e filmar aquela cena. Foi uma loucura.

Nunca estive envolvido em uma maquiagem que demorasse tanto.

Acho que me deram algum tipo de comprimido para dormir na cadeira.

Quero dizer, eu estava sentado lá basicamente de

short, você sabe, com todos esses caras pintando

meus braços e pernas e colando pelos de lobo.

A cabeça de Stephen está dentro do pescoço da

besta, então, ele olha para baixo assim, olha

através de buracos no pescoço que tinham

pelos, mas a cabeça da criatura está aqui.

Então obtemos esse pescoço alongado e mais parecido com um gargalho.

E, claro, tudo isso é animatrônico operado por cabo.

Havia pelo menos três pessoas trabalhando nele o tempo

todo e tudo tinha que estar certo para que tudo funcionasse.

A mão era outro truque.

Ela estava tão além do seu tempo e tão difícil.

O que fizemos foi uma pata de cachorro, um esqueleto de pata

de cachorro, e então, literalmente construí músculos, veias

e tendões separados da mão humana de uma mão em formato

humano, e então coloquei uma pele muito fina sobre a gelatina.

Novamente, isso fez com que parecesse exatamente uma mão humana.

Depois, cada um desses tendões foi preso a cabos que

poderíamos puxar para baixo do chão, por baixo da pata do cachorro.

E também eram feitos de gelatina fundível.

Então, fora do quadro, colocamos esses aquecedores,

aumentamos a velocidade e derretemos tudo.

Agora, enquanto o derretíamos e quando ficava como

uma sopa, a pele externa começava a afastar os

músculos e as veias para revelar uma pata de lobo.

Então invertemos isso.

Então, o que você vê é a pata do lobo

desenvolvendo músculos, veias e tendões humanos

e então uma pele se formando em torno disso.

Foi lindo fazer isso lá. Foi muito louco.

Originalmente para Os Caça Fantasmas, Steve me

fez esculpir os braços da bibliotecária cerca de um

ano antes, eles simplesmente nunca foram usados.

Eles eram muito alongados e

queríamos algo muito fino, fino e articulado.

Então, você junta um pouco de realismo

e amplia essa realidade para conseguir

algo que seja novo e meio assustador.

Ele tem um braço falso e magro que está

sendo empurrado através de uma parede falsa.

Uma perna está passando pelo chão falso, uma de suas pernas, a do ator,

e há uma grande perna falsa que está sendo empurrada pelo chão como uma marionete.

Foi realmente impressionante no set. Foi uma sequência

muito boa e eu não percebi o quão boa seria até ver o filme.

Se você olhar com atenção, você pode ver o braço dele preso atrás dele.

Então você verá o cotovelo

dele e os braços falsos que eu fiz.

A certa altura, Steve está dizendo: “Precisamos molhar um pouco o olho dele.

Aqui, me dá o Methocel," que é usado como

espessante em produtos alimentícios, certo,

em donuts e em geleias e coisas assim.

E então ele disse, "Dê-me o Methocel", você sabe,

ele pega, abre e derrama no olho, você sabe, e

ele começa a derramar na boca para garantir.

E o pobre Stephen disse: "O que é isso?"

Ele disse: "Não se preocupe com isso, eles usam isso em donuts."

E ele disse: "Não tem gosto de nenhum donut que já comi."

E eu olho para o olho onde ele derramou, não o olho verdadeiro

de Stephen, mas o olho de vidro, e está ficando todo turvo.

"Inferno! Não é Methocel, é cola!"

Foi simplesmente a experiência mais desumana que já vi.

Sempre foi bom para mim vir e, você sabe, cinco

minutos antes do início das filmagens, uma xícara

de café. "Ei, como vai? Vamos trabalhar."

Me lembro de sair dessa, você sabe, pela

última vez, e corri o mais rápido que pude

para longe disso, e isso traz consigo muitos

sentimentos confusos neste momento atual...

sentado ao lado dele.

E ação.

O que faz essa cena funcionar é Stephen.

Seu grito de dor e de perda e de perceber

o que ele desistiu e o que ele se tornou.

Acho que chorei na primeira vez que vi. Foi tipo, "Uau!"

A forma como foi editado, a maquiagem, realmente

chegou a um ponto em que você fica muito triste por esse cara.

Essa também foi uma cena muito emocionante de Roddy.

Quero dizer, a atuação dele naquela cena foi ótima.

Quero dizer, meu coração se parte toda vez que assisto.

Stephen faz isso matar.

Randy montou uma grade na frente da

câmera e traçou com lápis de cera para

registrar a cabeça de Stephen Geoffreys.

E eu entrava e adicionava progressivamente

mais e mais maquiagem nele em cinco ou seis etapas.

E fizemos uma dissolução. Foi filmado ao contrário.

E fiquei muito impressionado com isso, como conseguimos isso, com baixa tecnologia.

Billy ataca Peter.

Pare ou eu atiro.

E em sua morte, a

deterioração do corpo ocorreu

em uma série de fases.

Os produtores estavam nos pressionando para trabalhar mais rápido.

E estávamos nas escadas com a câmera

filmando ele, e ele vai levar um tiro na testa.

Um de nós ficava atrás da câmera e olhava o que

estava sendo filmado do ponto de vista da câmera.

E então, se pudéssemos ver alguma coisa, uma sombra

estranha ou algo fora do lugar, poderíamos dizer ao

outro cara que estava lá embaixo o que consertar.

E eu estava lá em cima pintando pontinhos, pintando o que está na

sombra e colorindo para tentar me livrar dessa borda ou o que quer que fosse.

E eu só me lembro de um dos produtores gritando:

"Ei, Rick, pare de tentar tirar a merda da pimenta!"

Em outras palavras, era algo que ele realmente não conseguia ver que

estava errado, e todo mundo estava esperando por mim, “Vamos, precisamos

rodar”, mas havia algo que definitivamente precisava ser consertado.

Uma das coisas que gosto nessa

sequência é que há um certo humor nela.

É que, você sabe, você pega Billy sentado no pé da escada.

Foi ótimo.

Essa é uma das coisas que gosto no

roteiro, é a oportunidade para o humor...

o que dá aquele grande contraste para o terror.

Se você olhar quando estou subindo as escadas,

há uma lente contato que estou olhando para cá, mas o

outro está bem à frente, meu olho real.

Na verdade, eu tinha duas lentes de contato e não

conseguia ver, então toda vez que subia as escadas, tropeçava.

Depois de, tipo, três vezes, Tom apenas disse: "Tire um para que você possa ver."

Will Ragsdale pega uma estaca e empurra em mim,

então é claro que eles cortam, e colocam essa coisa

em volta de mim com a grande estaca saindo de mim, e

eu estou pronto para fazer a cena, e eles dizem, "Almoço".

"Ok, então vamos tirar isso, certo?"

"Bem, nós colocamos, é um processo longo, então não."

Então eu vou para o refeitório, eu tenho essa estaca saindo até aqui,

e eu tenho que comer agora.

Experimente comer quando tiver uma

estaca espetada em você e que vai até aqui.

Muito difícil.

É toda uma série de efeitos diferentes mesclados.

Há uma cena de Billy e depois há uma cena

separada onde uma mão de marionete surge, derretendo.

Com as mãos, eu queria fazer algo realmente interessante, e não

queria que fosse aquela coisa típica dos anos 80, onde todo filme

que você vê quando alguém começa a se transformar ou se deteriorar,

eles sempre olham primeiro para a mão e ela se transforma.

"Qual é o próxima?"

Então pensei: “Ok, bem, não queremos fazer exatamente isso

e temos aqui as instalações ópticas da Boss Film para ajudar”.

Para fazer com que nossas tomadas fossem intercaladas com

imagens anamórficas filmadas regularmente, filmávamos

nossas cenas em 65 mm, que é um formato widescreen, mais

de três vezes o tamanho de um filme normal de 35 mm.

Então, basicamente, o que fazemos é filmar no 65

e depois fazer uma composição no 35 anamórfico.

E a qualidade das nossas cenas muitas vezes excede a qualidade da fotografia original.

E então, o que projetamos junto com Richard foi

ter as duas mãos na mesma cena, mas na primeira,

novamente, eu criei um conceito realmente excêntrico.

Eu estava olhando para minhas mãos e pensando:

"Uau. As mãos esquerda e direita são muito, muito parecidas.

E se eu pegasse um molde da palma da mão

de Jonathan e esculpisse as costas da mão nela?"

Começou fazendo a vida de mulheres muito pequenas, de suas

mãos, elas eram mulheres com cerca de um metro e meio, mas

Jonathan Stark provavelmente tinha 6'3 ", 6'4", então ela é

muito alta, então, com seus tamanhos menores mãos,

na verdade, construí tudo em cima da mão de uma mulher.

Espuma e borracha, em cima disso

havia tubos que bombeavam lodo, em

cima disso havia uma espuma de látex.

Então essa garota sai do enquadramento, levanta a mão

assim, e estamos editando aqui, enquadrando aqui, para

você não ver, e tudo que ela teve que fazer foi...

E parece que a mão está dobrada para trás e,

com alguns efeitos sonoros, foi bastante eficaz.

O gênio de Richard Edlund foi a impressão óptica.

Ele fez o que eles fazem agora com CGI, mas fez isso diante das câmeras.

Então filmamos todos os três elementos separados, os compusemos em uma única

cena, para que pudéssemos chutar a bunda de Rick Baker e Rob Bottin e dizer:

"Ei, olhe. Veja como isso é legal. Conseguimos três efeitos em um, idiota!"

Seu personagem era meio estranho. Quero dizer, ele estava tipo, 'O que ele é?'

E Jon diria isso, tipo, "Quem sou eu? O que é Billy Cole?

Eu sou tipo um zumbi ou..."

E foi meio vago.

E aqui está minha resposta. Eu não sei.

Eu não sei!

Eu não faço ideia.

Quero dizer, isso nunca surgiu e nunca pensei sobre isso.

Todo mundo quer saber, eu quero saber.

Vá até a casa de Tom Holland, bata na porta

dele e pergunte o que eu era, porque não tenho ideia.

Eu pensei, bem, ele é o Igor. Ele é o ajudante.

Ele foi mordido, mas ainda não se transformou, é por isso que ele pode sair durante o dia.

Ele é o que um vampiro precisa como ajudante

para realizar suas tarefas onde precisa sair ao sol.

Então é isso que Billy é.

Fizemos um boneco de ombros para cima bastante padrão, você sabe,

Os Caçadores da Arca Perdida que era apenas... Acho que

provavelmente foram necessárias 30 pessoas para operar essa coisa.

Era feito de gelatina, camadas de gelatina colorida, para que

quando atingíssemos com aquecedores de fora da moldura, ela derretesse.

Claro, tivemos que filmar com uma taxa de quadros

mais baixa porque demorou muito para derretê-la.

Me lembro de quando eles estavam testando a

desintegração do Billy, havia uma dúzia de

mangueiras em diferentes partes dele para inchar.

E você tem todas essas pessoas... Não técnicos

altamente treinados, apenas jovens, você sabe,

jovens como o resto de nós, e eles estão

pressionando essas coisas e esperando que funcione,

e um deles empurrou com muita força e esta

mangueira se soltou do rosto de borracha de

Billy e se soltou, e este grande jato de

benzeno, a 90 metros de distância do estúdio,

me bateu bem no olho, bem no olho!

E então, eu tive que ir para o hospital.

Eu pensei que estava morrendo, vou ficar cego por causa de A Hora do Espanto, você sabe.

Mas o médico e, creio, um pouco de uísque Laphroaig

me garantiram que tudo iria ficar bem, eventualmente.

Uma coisa que criei foi pegar apenas uma caveira padrão e

adicionar, você sabe, apenas pequenas sutilezas na escultura

para que houvesse pontos, você sabe, é claro, as presas de

vampiro, e pensei: "Bem, você sabe, ele é um capanga."

Steve já havia decidido usar o crânio mais longo para

Jerry, pensei: "Bem, vamos fazer algo um pouco parecido.

Eles não precisam ser da mesma raça."

A caveira no final, que acabou com Jonathan

Stark, e ele vem prometendo dá-la para mim há anos.

Diz que está em sua garagem e simplesmente não

procura por ela, mas ele não procura ela por cerca de 20 anos.

Mas isso completaria minha coleção de A Hora do Espanto, aquela caveira.

Depois que tudo foi embrulhado, tive que ir a um armazém em Santa Monica.

E eles basicamente me fizeram levantar e colocar tubos

na minha cabeça com uma coisa verde e sangue, que era

basicamente uma espécie de xarope Karo, que é muito pegajoso.

E depois de cerca de quatro horas disso, eu estava

coberto de sangue e uma sujeira verde e tudo mais.

Estava pegajoso, estava grudando em toda a minha roupa.

E toda vez que eu tirava minha camisa, doía. E então eles disseram: “Bem, você está envolvido”.

E eu disse: "Ótimo, então me falem onde e o

chuveiro, deixe-me tirar essa coisa e irei para casa."

"Você sabe, nossos encanamentos caíram."

"Então eu, o quê, tenho que dirigir para casa assim?"

"Sim."

Ok, então, estou em um carro dirigindo na rodovia de Santa Monica,

coberto de sangue e coisas verdes e as roupas estão uma bagunça, você

sabe, e eu olho para o meu medidor de gasolina e tenho que abastecer.

Porra!

Então, eu vou em um posto de gasolina e

não saio para abastecer, né, então espero o cara sair.

Estou tentando manter minha cabeça erguida,

"Sim, me encha meio tanque",

e o cara olha para baixo assim, ele diz...

"Tudo bem, tudo bem, tudo bem" e ele faz isso, e então eu digo, "Sim, obrigado."

Eu saio e quando estou saindo, eu o vejo ao telefone meio assim.

Estou pensando: “Oh, meu Deus, ele provavelmente está chamando a polícia”.

Você sabe, isso é o que sempre acontece

quando você realmente não quer que aconteça.

Um dos pensamentos que tive foi que de alguma

forma havia uma ligação anterior entre Jerry e Amy.

Parte da conexão de Jerry Dandrige com a personagem

de Amy é que eu o lembrei de alguém que ele amava.

Parece com ela, não é?

Ela me parecia alguém por quem eu estava profundamente

apaixonado e por quem estava determinado a voltar.

Eu não poderia porque essa mulher obviamente

havia partido, mas aqui está ela de novo.

Encantado.

E para Amy, é saber que há algo

ali: “Qual é a atração nesse cara?”

Deus, ele é legal.

E essa decisão influenciou esse relacionamento

desde o início do relacionamento até o

desfecho, você sabe, o final, mais ou menos,

transformando-a naquela criatura horrível.

Isso é tão icônico!

Não há amor depois disso.

Eu vi a verdadeira Amy.

Os vampiros sempre foram uma metáfora

para a sedução e são sensuais por si sós.

Eles fazem coisas que todos nós queremos fazer, brincar a noite toda, dormir o dia todo.

E nesta história há uma sensualidade de subtexto, uma

corrente subjacente que corre por baixo dela porque o

garoto descobre que o vampiro está atrás de sua namorada.

Tive uma ótima equipe em termos de guarda-roupa, cabelo e maquiagem.

Ela começa como a simples Jane

e fica fascinada por Jerry Dandrige.

E é uma dança sedutora e sua maquiagem e cabelo começam a ficar mais extremos.

Ela se transforma, e isso foi algo que Tom escreveu muito

especificamente no roteiro e filmou dessa forma, em que

ela se transforma de uma garota em mulher dançando com ele.

E é muito sutil, mas não sei se vocês

fãs perceberam, mas na maquiagem, literalmente,

Amy em uma das voltas se transforma em uma mulher.

Somos todos feitos de bons e maus, e dar a Chris Sarandon

algo para interpretar profundamente nesse personagem…

E fez Jerry Dandrige ressoar na mente do público.

E também fez com que muitas mulheres se apaixonassem perdidamente por Chris Sarandon.

Uma das coisas que ouço de muitas mulheres que assistiram ao

filme, elas são grandes fãs do filme, é a aparência de Chris Sarandon.

Elas simplesmente acham que ele é tão gostoso neste filme.

E ouço-as falar e digo: "Bem, você sabe,

senti que tinha muito a contribuir para isso."

Nas minhas primeiras conversas com Tom Holland,

ele me disse que queria que Chris parecesse super sexy.

E o que fiz foi utilizar técnicas básicas de maquiagem de beleza

modelando o rosto com luzes e sombras, blush, delineador, mas

bem esfumados para não parecer uma maquiagem de beleza.

Chris é um homem bonito, mas levamos isso ao extremo com ele.

Quando ela começou a se transformar em vampira, Tom queria que ela fosse mais sexy.

O que faz muito sentido. Vampiros são sexy, certo?

E então, o departamento de simples maquiagem fez a maquiagem

dela ainda melhor e ela ficou sexy, ela usou lentes, isso é sempre sexy.

Funciona para garotas góticas.

A transformação da Amy, não só o guarda-roupa ficou mais apertado,

mas então eles construíram o vestido branco que era tão lindo, e os

seios da Amy ficaram maiores, os olhos dela mudaram de cor, e de

repente o cabelo dela passou de castanho para esse tipo de ruivo.

Quando você vira vampiro, seu cabelo cresce, é muito simples.

Muda para henna se você for mulher.

Seu cabelo ficou mais comprido pelas mesmas razões que seus seios ficaram maiores.

Na verdade, fiz próteses de seios para ela.

Aparelho de espuma de borracha, eram apenas os seios dos meus sonhos na época.

Então isso foi legal, é uma coisa sutil, mas foi divertido.

Então, você sabe, no dia em que ela aparecer, e ela

estiver pronta, ela disser: "Eu estou com um maiô por baixo

das minhas roupas, então quando vocês estiverem prontos, o

que farei é simplesmente deixar cair meu top,

você pode causar a impressão."

Ela ganha um sorriso sardônico, mas também ganha um

peito muito bonito graças ao departamento de efeitos especiais.

Quero dizer, A Hora do Espanto, que filme ótimo, e temos garotas.

E guardei esses seios em uma caixa na prateleira do meu armário por 25 anos.

Finalmente os deixei ir em uma dessas convenções que fazemos.

Eu pensei, 'Por que estou mantendo esses seios de borracha?'

Eu deveria ter ficado com minhas presas. Eu amei minhas presas.

Eu tinha três pares diferentes, tinha pequeninos,

esses são os que eu gostaria muito de ter,

e depois os médiuns, e depois os grandes,

à medida que Amy, o monstro, crescia.

Ela era meio que aquela coisa de Marilyn Monroe de

um pesadelo, você sabe, o vestido, o cabelo, a voz e tudo.

Você não me quer mais?

O que é um vampiro? O que iria acontecer com Charley?

O tipo de retoque final, a cereja do bolo, se preferir,

com esse personagem antes que se transforme nisso.

Talvez Tom tenha uma queda por ruivas, eu não sei.

No final do jogo, Tom Holland, que é um cara legal, eu gosto muito dele,

mas ele veio e estava sendo muito especial e amigável.

"Eu realmente preciso de algo especial e Richard não aceitará isso.

Você acha que, apenas como um favor para mim, você pode esculpir uma boca de tubarão?"

Eu estava bloqueando aquela cena no porão.

E Amy disse: “Charley, você prometeu que me protegeria.

Por que você não fez isso?" E ela se virou.

Você prometeu que não deixaria ele me pegar!

Você prometeu!

E então ela voltou a interpretar a

cena, mas não parecia um momento

terrível porque eu não a tinha escrito.

E eu percebi que se ela se

virasse e tivesse a boca do

inferno, seria uma gritaria enorme.

"Não podemos pagar por isso, você poderia fazer isso de graça?"

"Sim, eu acho."

"Não conte a ninguém, você sabe, filmamos na terça-feira."

"Bem, sim, mas isso é bem rápido, Não posso fazer isso tão rápido."

"Só vai aparecer na tela por um segundo, só por um segundo."

"Eu não me importo com o quão ruim é, quão frágil ou algo assim.

É uma cena rápida, você sabe. Ela estará correndo direto para a câmera.

Não importa o quão ruim seja, ninguém vai se importar, contanto que haja um abalo na revelação."

Mas foi bruto como o inferno, áspero, certo?

Mas eu sabia que só apareceria na tela por um segundo.

Acho que Tom não queria que eu visse...

Ele queria que fosse uma revelação, você sabe, uma verdadeira surpresa.

Amy...

Você sabe, para quem gosta de sexo oral, esse é o seu pesadelo ganhando vida!

Então, colocamos ele, misturamos e colocamos olhos

muito profundos, algo que eu senti que eles iriam saltar!

Tom adorou tanto que acabou filmando com ele o

dia todo e com tanta cobertura e eu fiquei furioso.

“Isso nunca vai funcionar, vamos parecer idiotas com

essa, você sabe, máscara imóvel colada no rosto dessa atriz.”

E olha o que aconteceu, isso mostra o quanto eu sei.

Quando o filme estava prestes a ser lançado, “Você viu o pôster?”

"Não, eu não vi o pôster, o que está no pôster?"

Porque eu pensei, você sabe, A maquiagem de Jerry Dandrige? Muito boa.

Você sabe, pode ser isso, ele é o

vampiro principal, isso deve ser muito bom.

E ele disse, "Não, é a boca de tubarão de Amanda Bearse."

Eu disse: "Que porra! Eles não vão fazer isso.

Eles não vão colocar isso em um pôster."

E eles mostraram o pôster, eu quase que eu fiz, você sabe.

Eles pintaram melhor do que nós,

felizmente, porque não era uma fotografia.

Mas, cara, você sabe, você nunca pode confiar em um diretor.

Fizemos ele no calor do momento

e improvisamos, e funcionou.

Veja, é por isso que Deus tem que te abençoar.

E você tem que pegar um raio em uma garrafa, você sabe.

E todo esse filme foi assim.

Acabou funcionando, mas você não quer congelar esse

quadro, não quer congelar esse quadro no Blu-ray, ok, pessoal?

Apenas deixe o filme rodar como deveria ser visto.

Estávamos filmando, estava muito quente, era

claustrofóbico e havia todos aqueles faróis baixos.

Ela ficava batendo a cabeça nas vigas, você sabe, fazendo

o que deveria estar fazendo, e a câmera está realmente apertada.

E depois de um monte de tomadas disso, percebi que ela estava chorando.

Ela bateu muito com a cabeça, mas, você

sabe, todos ao seu redor no set estavam tipo,

"Isso não é legal, você sabe, olha, ela..."

Porque ela parecia estar rindo o tempo todo, mas eu

sabia por dentro que ela estava chorando de verdade.

E a certa altura eu disse: "Escutem, já estou farto disso."

E eu estendi a mão e tirei os dentes da boca dela,

rasgando os lábios na maquiagem e pensando: "Ok, acho

que terminamos aqui", porque eu estava chateado.

Isso não foi muito bom, mas, novamente, o show deve continuar.

E então alguém me deu um tapinha no ombro e disse: “Ei,

Rick, você sabe, ainda não terminamos de filmar essa sequência.

O que você pode fazer para corrigi-la?"

Eu estava tipo, "Oh, Jesus."

Percebi que fiz uma coisa estúpida.

As lentes de contato não eram tão antigas naquela época.

Agora temos lentes esclerais completas que são macias

e vão para os olhos e podem ser usadas por várias horas.

Naquela época, você estava limitado a 20 minutos, meia

hora no máximo, antes que ficasse insuportável para o ator.

As temidas lentes de contato lendárias, tudo isso foi culpa minha.

A única maneira de você saber como é se alguém

jogar um punhado de areia em seus olhos por uma hora.

É assim que parece, porque elas são muito desconfortáveis.

Então elas foram pintadas.

Agora, estas não são lentes de contato gelatinosas.

São vidros, pedaços de vidro

semicircular que você enfiou no olho.

Fiz a arte com tintas fluorescentes e

depois laminei em camadas de tintas

iridescentes e flocos reais de glitter.

Agora, isso parece horrível e perigoso, e

provavelmente seria se não fosse pelo fato de que

elas foram revestidas com outra camada de acrílico.

Estou com um par de lentes e elas atingem

meus olhos, e fico ali parada pensando: "Isso é muito ruim".

E não sou de fazer barulho, mas isso realmente não parece certo.

Então eu finalmente tive que... eu apenas disse: "Alguma coisa

está acontecendo", e eles tiraram as lentes e perceberam que

não haviam lixado a tinta na parte de trás das lentes de vidro.

Então, estava meio que coçando meus olhos um pouco.

E gosto de incomodar Steve por causa disso.

Reza a lenda que todo mundo as odiava e

foi um desastre e eu quase os ceguei, mas

em minha defesa, mesmo que não houvesse

tinta nessas coisas, eles teriam doído.

Eram conchas duras colocadas em cima dos olhos das pessoas.

Olhando para trás, fico surpreso que eles tenham conseguido escapar impunes.

Elas eram muito, muito grandes e grossas, e juro por

Deus, foi a experiência mais dolorosa e desconfortável que já tive.

Eles de alguma forma lidaram com isso.

Não é divertido.

Mas ninguém disse que isso seria divertido.

Mas eles nos pagam muito dinheiro.

Tom queria cumprir o ponto de vista do vampiro.

Vemos qual é o ponto de vista de Jerry como morcego.

A oportunidade de usar também uma das metáforas de

Jerry, que era o vento, onde muitas vezes o vento

vinha junto com a luz para simbolizar sua presença.

Qual é o problema, Charley?

Assustado?

Richard Edlund saindo da varanda para a sombra do morcego.

É Richard descobrindo como fazer isso diante das câmeras.

Brewster é confrontado pelo vampiro e então você volta para Brewster

e a sombra do vampiro se torna, você sabe... e então voa para longe.

Essa foi a maneira de fazer isso.

E minha teoria sobre como fazer transformações é sempre

fazer isso dentro da ação e de uma forma inesperada para o público.

Você está sem tempo!

E também fazer isso de forma barata.

Então, na verdade, foi muito barato fazer isso porque

era basicamente um preto fosco, animado e muito eficaz.

Não!

O morcego de Randy Cook, ele foi incrível.

Era uma enorme plataforma suspensa.

Era como, você sabe, os velhos morcegos que eles usavam para colocar cordas.

Foram cerca de dez léguas além disso.

Tinha cabos para diferentes partes do esqueleto.

E também houve tensão diminuindo.

Então, quando você puxava para cima, você tinha uma

tensão que faria parecer que ele estava realmente

musculoso, porque estávamos puxando para baixo ao

mesmo tempo, um pouco menos do que puxando para cima.

Adorei os efeitos do morcego, mas acho que meus efeitos foram uma droga.

Eu estou brincando.

Então, um dos truques que usamos para as veias, porque

sabíamos que teríamos que fazer vários conjuntos de asas

que tinham que combinar, foi que eu fiz uma caneta e tinta

no papel, depois mandamos para que fosse de latão-gravado

e criei um estêncil único.

Mark borrifava camadas de borracha

da cor das veias sobre a borracha e

depois a envolvia com mais borracha.

Poderia ter acabado de pintar, você sabe.

Como se viu, pelo que ele viu, porque é tudo...

as asas estão todas enrugadas como o inferno.

Estávamos dando tudo de nos no set e trabalhando até tarde

porque fizemos uma estrutura muito boa e eu estava manipulando ela.

Fibra de vidro, principalmente, na minha mão.

E Roddy, você sabe, pega um osso, coloca

na boca do morcego para evitar que o

morcego o morda, e a maldita cabeça quebra.

Bem desse jeito.

Fiquei emocionado porque agora posso dizer que fui o cara

que arranhou Roddy McDowell na bochecha em A Hora do Espanto.

Quero dizer, quem mais pode fazer isso?

Quero dizer, lá estava ele deitado no chão, você

sabe, com a garra do morcego levantada, o diretor

grita "ação", e então você puxa a mão para revelar

aquele, você sabe, corte na bochecha dele,

e então você está lá, você está na história do cinema bem ali,

A Hora do Espanto, no set, momentos do filme que as pessoas lembram.

Ele estava saindo fumaça, A&B Smoke, certo, e eu

estava lá mentindo e Roddy McDowall estava rindo.

A fumaça A&B está espalhando por aí, e fica no

meu pescoço, e a parte ácida, ácido e base, é

por isso que é A&B, eu acredito, ficou no meu

pescoço, ainda dá para ver a cicatriz.

Estávamos lidando com produtos químicos estúpidos de uma forma bastante estúpida.

Mas a maioria de nós viveu.

Você tinha que ter certas tomadas para fazer um filme de vampiros...

E tiramos certas tomadas e mais algumas.

Tivemos uma queimadura que foi criada.

Acho que praticamente construímos tudo naquele dia.

Ela foi feita com a aplicação de vinil

líquido sobre a prótese de espuma de látex.

Chega a cena final da maquiagem, a cena final em

que Jerry é uma espécie de personagem igual ao Nosferatu.

Você sabe, orelhas e mechas de cabelo facial, um

solidéu, mais tiveram que ser completamente refeitas.

Tudo, literalmente uma transformação completa.

Tentando encontrar o tipo de dispositivo que nos

fornecesse raios de luz solar realmente paralelos

para fazer com que as luzes entrassem pelas janelas,

acabamos usando SkyTrackers que eram xenônio,

mas eles foram feitos apenas para holofotes naquela época.

Ter sua vida encerrada, e encerrada por um adolescente...

Em primeiro lugar, é extremamente irônico.

E o que deve estar passando pela

mente dessa criatura quando isso acontece?

"Cheguei até aqui. Como faço para aguentar?"

E ainda assim, eu não aguentei.

E sabe de uma coisa? Isso é uma merda.

Eles quebram as janelas e a luz atinge

seu peito e o corpo sai voando pelo ar.

Bem, isso foi um dublê.

Isso foi feito em um cenário virado de lado.

Então eles o jogaram de costas em um bloco de isopor.

Eles o amarraram em todo esse equipamento sobre rodas para que

pudessem puxá-lo contra a parede como se ele fosse uma bola de fogo explodindo.

Já vi tantas deteriorações vampíricas no meu tempo.

Do Vampiro da Noite, onde Christopher Lee se

transforma em papelão, você escolhe, mas é sempre um efeito.

Não é um vampiro de verdade realmente se deteriorando, e pensei:

"Droga, tem que haver uma maneira de... algum produto químico ou

algum processo nesta terra que possa realmente... Bem, eu posso

fazer um boneco animatrônico e realmente destruí-lo.".

Apenas fazer ele derreter, não é um efeito falso, mas faça-o realmente."

Eu decidi: "Por que esculpir um novo boneco quando

sobrou um dos Caça-Fantasmas que nunca foi usado no filme?"

Se você se lembra da transformação

da bibliotecária, do início do filme.

Usamos a caveira dos Caça-Fantasmas.

Eram sobras, mas eram tão legais e estávamos com falta de

tempo, então foram para as prateleiras e eles se tornaram parte do filme.

Você tinha que fazer truques diferentes,

esperançosamente imaginativos, que não tivessem sido

feitos até a morte, para que as pessoas sentissem

como se estivessem vendo algo que nunca viram antes.

Colocamos varas nos cotovelos e fizemos buracos nas

paredes, colocamos uma vara na parte de trás da cabeça

que atravessava a parede, e depois também nos pés, para

que os pés pudessem ser levantados e abaixados,

então você o faz levantar e abaixar e

depois chutar junto com os efeitos da chama.

Então, você sabe, você o tem queimando no quadro.

Parecia coisa de carnaval, sabe?

Aqueles foram literalmente os últimos dias de filmagem,

então explodimos e queimamos o máximo de coisas que pudemos

até não termos mais nada para queimar e terminamos.

Eu disse que havia muita cocaína, mas isso me levou a

criar nitroglicerina líquida que poderia ser bombeada

através de tubos de latão para formar espuma de borracha.

Agora, a maneira que funciona é você bombear ácido nítrico, o boneco

animatrônico ficaria encharcado com isso, e então você terá outros

tubos de latão nos quais você bombeia um pouco de ácido sulfúrico.

Agora, no minuto em que o ácido sulfúrico atinge o boneco

de espuma de borracha que foi embebido em ácido nítrico,

ele se transforma em nitroglicerina, nitroglicerina

líquida, e escurece e carboniza e literalmente desaparece.

Fazendo uma cara de papel instantâneo, "Que diabos? Isso é loucura!"

Que é algo que queima assim.

Às vezes são as ideias malucas que

levam você às soluções mais interessantes.

E isso com certeza foi interessante.

Muitas das coisas que queimamos são tóxicas.

Portanto, não poderíamos queimá-las em um prédio fechado ou em um cenário fechado.

Estava um clima bem leve e meio festivo naquele dia.

Há um produto químico com o qual você pode neutralizar o

ácido, então estou apenas neutralizando o boneco,

neutralizando-o para que possamos jogá-lo fora com segurança.

Não pensei em nada até que estava dirigindo

para casa pela 405 e meus pés começaram a formigar.

E eu pensei, "Isso é muito estranho, eu me pergunto

por que meus pés... Talvez eles estejam dormindo."

E eu cheguei em casa, literalmente corri

para dentro de casa, olhei para meus tênis e

eles estavam literalmente queimados em meus

pés, não pelo ácido, mas pela neutralização,

que é igualmente forte, mas está no outro extremo do espectro.

Na empolgação de ver o efeito funcionar, simplesmente não prestei

atenção ao fato de que meus pés estavam literalmente derretendo.

Não consegui andar por algumas semanas, mas estão melhores agora.

A música de A Hora do Espanto é tão

apreciada pelos fãs quanto o próprio filme.

Iniciando sua carreira na década de 1970, o

singular trabalho do compositor Brad Fiedel

ainda que a trilha sonora seja exagerada de A Hora do Espanto

capturaria a imaginação dos fãs de terror nos próximos anos.

Não que eu, um homem de gostos

clássicos, achasse isso tão atraente.

Eu estava andando pelo estúdio com meu agente na época, e Gary Le

Mel, que era o chefe de música do estúdio, apareceu e disse: "Uau!

Que trabalho você fez no Exterminador do Futuro! Muito legal. Ótimo trabalho.

Há algo surgindo que eu acho eu vou querer conversar com você sobre."

Achei que ele fez um trabalho tão brilhante com O Exterminador do Futuro. Foi por isso que contratei Brad.

Dava para ver a música eletrônica chegando, e eu

já tinha ouvido isso antes com o Tangerine Dream.

Eu me senti muito sortudo porque, muitas vezes no

cinema, você se encontra com um diretor, e ele conta

tudo sobre o que está no filme dele, de onde vem,

qual é o seu ponto de vista, e cita outros filmes.

"Isto é Janela Indiscreta, isto é isto.

E realmente, o subtexto é sobre o homem

mais velho roubando a mulher do jovem."

Ele tinha tudo isso dentro dele,

porque, você sabe, ele inventou tudo isso.

Em cada filme que você faz, você sempre tem sua música temporária,

e então você tem que - chega um ponto que você tem que deixar isso

de lado e ouvir o que seu compositor está fazendo e abraçar isso.

Às vezes isso é bastante desafiador,

especialmente se eles realmente não acertam.

Tom e eu colaboramos intimamente em tudo no filme, então fomos

até a casa de Brad para ouvir a versão inicial de Brad sobre a música.

E, você sabe, ele nos representou essas cenas, e é como, "Uau, isso é ótimo!"

A partitura de A Hora do Espanto é composta principalmente

por sintetizador, piano acústico e violino elétrico.

Eu pensei no violino, antes de tudo, Transilvânia,

você sabe, toda a coisa do violino, mas são realmente

os sustentadores que eu adorei, e aquele tipo de coisa

instável, maluca e vampírica que poderíamos fazer.

Muita gente não percebeu que se tratava de violino elétrico e, ao

longo dos anos, através das redes sociais, recebi essas perguntas.

E tem gente que manda coisas do tipo, “Olha, eu

consegui aquele solo, mas tem essa parte, sabe”,

e eu fico tipo, “Isso é porque é violino, cara!”

Eu me lembro de algumas vezes em que discordamos

sobre algumas coisas, e então o fogo dele aparecia

na minha memória, e eu também sou muito apaixonado.

Então tivemos algumas coisas em que pensei: "Mas eu

realmente acho que essa cena, você sabe - veja isso,

ouça isso." E ele ouviu minha coisa e disse, "Eu não

sei porque acho que está indo muito dessa maneira",

e eu fico tipo, "Sim, mas sério, ouça de novo!"

E então, nós superaríamos isso, ou eu faria uma certa mudança e

diríamos: "Sim, é isso!" E ele dizia... Lembro-me dele uma vez

dizendo: "Por um minuto pensei que passaríamos por momentos difíceis."

Alguns daqueles momentos iniciais em que Charley vê o vampiro

da casa ao lado poderiam ter sido simplesmente assustadores.

Mas sabendo o que Tom estava procurando,

mantive-o meio curioso e um pouco mais leve.

Então, é muito importante entender o que um diretor

busca, e então deixar isso para trás, e então se

tornar um público do filme e ver: "Como a música

vai tornar este passeio o mais agradável possível?"

Gary Le Mel me deu David Chackler, que teve

a ideia brilhante de criar a música para

refletir o que estava acontecendo em cada cena.

Você não pode fugir da fera dentro de mim.

Não compramos músicas existentes, criamos músicas para o

filme e para o álbum, o que não foi feito naquela época.

Os exércitos da noite estão chegando Eles estão chegando Naquele momento, as

trilhas sonoras estavam se tornando muito, muito importantes para esses recursos.

Eles atraiam o público mais jovem, o rádio os toca e

isso se torna uma outra peça de marketing para o filme.

E Tom queria uma partitura eletrônica

que agradasse os mais jovens.

Em seu roteiro, ele deixou espaços para respirar para a música entrar.

Ele sabia exatamente o que queria.

Então, analisamos o roteiro dica por dica...

Todas as noites eu me balanço até dormir

e então me reuni com alguns dos compositores com quem trabalhamos,

alguns dos artistas, e criamos uma música para cada faixa.

Eu fazia demos de músicas, ele as escolhia.

Foi um desafio para os compositores quando as

canções dos filmes renderam milhões de dólares aos estúdios.

Então, de repente, houve essa pressão para usar

músicas nos filmes para ter uma trilha sonora lucrativa.

The J. Geils Band que usamos para

a faixa título sempre foi divertida.

O grupo que fez a música título, eu sei que eles

fizeram um videoclipe, porque eu assisti eles filmarem.

- Cuidado - A Hora do Espanto

Quem vai ser esta noite

Tranque bem as portas e janelas

Originalmente, recebemos algumas cenas do filme

para dar uma olhada, e nos pareceu que era como um

documentário da vida do nosso tocador de gaita,

porque ele mora ao lado de um vampiro há cerca

de 15 ou 16 anos, e ninguém acredita nele também.

para uma noite mais assustadora

Tínhamos um grupo chamado Fabulous Fontaines, que não

era realmente um grupo. Foram dois dos meus compositores.

Só precisávamos dessa pequena deixa para caber na sequência

de rádio, e esses caras escreveram discos de rádio perfeitos.

A sequência de dança foi realmente crítica.

Tudo teve que ser entrelaçado e capturar toda a cena.

Foi muito complicado.

Ele é um bom homem

Em um momento ruim

A cena da dança também foi uma das minhas cenas favoritas de editar.

E eu usei uma versão de David Bowie chamada “Criminal

World”, e combinou muito bem com aquela cena, sabe?

Combinou tão bem que queríamos usá-la no filme, mas não tínhamos dinheiro para isso.

Não lembro o nome da coreógrafa, era uma mulher.

Tenho quase certeza de que Tom disse a ela: “Olha, essa dança tem que ser quente.

Isso tem que ser algo que deixará tanto homens

quanto mulheres excitados, porque essa é a ideia aqui."

Não tínhamos uma faixa musical.

Tínhamos, provavelmente, uma batida.

Não acho que a música tenha sido criada ainda.

Parte da atração dos vampiros pelas

pessoas, eu acho, É sensual e sexual.

E a dança em si é uma espécie de personificação dessa ideia.

É sobre química. É sobre físico-química.

Estávamos apenas conectados um com o outro e com nossa energia unida, e assim funcionou.

É muito interessante para mim porque recebo

muitas mulheres que vêm até mim sobre isso

e falam sobre a cena da dança e apenas

dizem: “Já assisti essa cena várias vezes”.

E muitos homens que fazem a mesma coisa.

Na hora de fazer a cena da dança onde ele não

está no reflexo, ele entrava comigo, ele ficava lá no set.

Muito generoso nesse sentido com o tempo dele,

porque muitos atores, se não estão na cena, vão embora.

E então, ele entrava e localizava.

Então, ele entrava e saía disso por

mim, e isso era extremamente útil.

Ele pega um segurança e o joga do outro lado da sala...

Leon!

que foi apenas uma puxada de cabo, eu acho, com um dublê.

O outro, onde ele levanta o grandalhão, tínhamos o segurança em um carrinho.

Ele está de pé nesta plataforma, nós

apenas acionamos o sistema hidráulico

do carrinho e ele o levanta, Jerry

faz assim e funcionou muito bem.

Fui naquela mixagem do filme onde estávamos misturando todos

os elementos e fiquei curioso para ver quais músicas eles escolheram.

Na maior parte, não houve conflito.

Isso foi uma sorte em A Hora do Espanto.

Não houve nenhuma área onde eu achasse que a partitura tivesse uma

expressão realmente importante em seu próprio desenvolvimento que estivesse

sendo eliminada porque eles estavam colocando uma música no topo.

Achei que David Chackler e Tom fizeram um uso muito inteligente das músicas.

As músicas refletiam dramaticamente o que estava acontecendo nas cenas.

Sua vida é a mesma

Dia após dia

Tudo o que você faz

Você faz do mesmo jeito de sempre...

Eu criei o que mais tarde seria chamado de "Come To Me".

Eu escrevi para a cena em que Chris finalmente está

seduzindo a personagem de Amanda, e a mordida no

pescoço, e o clássico – o sangue escorrendo pelo

ombro dela, e foi isso que inspirou aquela peça.

Acho que o acordo era que ele poderia fazer uma música.

Eu não gostava muito de escrever músicas para filmes.

Na verdade, eu pensei que as músicas eram meio intrusivas,

mas eu escrevi essa música e senti: “Uau, isso é perfeito”, você sabe.

E liguei para Tom, e ele veio e eu disse:

"Isso é algo que posso usar ao longo do

filme, mas é aqui que realmente vale a pena."

Venha até mim...

Era meu vocal, naquele momento.

Quando você está sozinha

Quando eu estava na fase de dublagem, montando

a cena, a letra brigava com o diálogo,

ou se afastava da emoção do momento.

E a emoção do momento, claro, foi que Chris estava

brincando, que Amy era a reencarnação de seu amor

há muito perdido, o que deu um toque de emoção.

Ele ouviu e disse: "Você não pode cantar."

Eu senti que a letra se afastou disso.

Fiquei muito desanimado, sabe, porque achei muito legal.

E eu pensei sobre isso, e pensei, você sabe, perdi minha

objetividade porque escrevi a música e estou cantando e

estou adorando, você sabe, e ele está realmente certo,

porque, naquele momento, a cena é tão crucial,

que se você ouvir algum cara cantando...

Só para você

Você está ouvindo a letra e um pedacinho do seu cérebro

esta disparando naquele momento.

Só para você

Recebi um telefonema uma vez.

Isso é muito engraçado, porque no CD tem uma certa

duração, não muito longa, porque a deixa não era tão longa.

E recebi uma ligação de uma mulher, isso foi antes das

redes sociais, então não tenho ideia de como ela me encontrou.

Pego o telefone e lá está uma mulher: "Oi, meu

nome é Beth, estou ligando de Michigan. É Brad Fiedel?"

"Sim, sou eu Brad Fiedel."

Ela disse: "Você conhece aquela música de A Hora do Espanto, você sabe,

aquela música em que Chris está mordendo o pescoço e outras coisas?"

Ela disse: "Você tem uma versão mais longa?"

E eu fico tipo, "Não, essa é a versão que gravamos."

E ela disse: “Bem, meu namorado e eu gostamos muito

dessa música, mas poderiam usar uma versão mais longa”.

E eu pensei, "Bem, basta copiar e colar."

Mas eu não conseguia acreditar que ela estava realmente me ligando, dizendo, você sabe...

"Não precisa demorar mais para o que queremos fazer com ela", você sabe.

Eu acho que é um álbum matador.

Ainda tenho fãs que me trazem o LP para autografar.

É evocativo, é sexy, é assustador.

É tudo o que o filme é e muito mais, na medida em

que realça todas as qualidades que o filme tem de sobra.

Houve uma espécie de trabalho bônus adicional, fazer a trilha

sonora de A Hora do Espanto, que era que havia nesses filmes

antigos que estavam no programa de Peter Vincent e na TV de

Charley, então eu tive que criar uma música que fosse razoável.

Felizmente, só saía do alto-falante da TV, o que ajudou a trapacear.

Porque eu não podia entrar com orquestra ao vivo, e

aqueles filmes antigos sempre eram feitos com orquestra ao vivo.

Não havia tecnologia para fazer outras coisas.

Então eu tive que criar, tanto musicalmente quanto

sonoramente, em termos de som, algo que funcionasse.

Foram uns 12 segundos ou algo assim, e estava

saindo de um pequeno alto-falante, tinha que estar certo.

Eu deixaria os vampiros descansarem um pouco.

Não e mesmo, Charley?

O final original que eu escrevi era que Amy e Charley estão na

cama, finalmente tendo consumado seu relacionamento, assim espero, e eles

estão assistindo Peter Vincent em A Hora do Espanto.

E fiz Peter Vincent começar a se transformar

em vampiro, o que significa que ele foi mordido.

E acaba com Charley e Amy olhando

para Peter, e a coisa toda começou de novo.

Você sabe, não parecia certo.

Você sabe, esses eram caras que navegaram por

essa experiência horrível, e ter o vampiro

vencendo no final, naquela época, você sabe,

não era realmente o que as pessoas procuravam.

Quando Guy McElwaine, chefe do estúdio, me

ligou, quase histérico, gritando comigo ao telefone.

“Você não pode fazer isso com este filme!

Você não pode ter um final ruim.

Você passou a gostar tanto dessas pessoas e está

torcendo tanto por elas que não há como transformar

Peter Vincent em um vampiro, pelo amor de Deus!

Não.

Isso parece um sacrilégio.

Então, isso me deixou com, "O que eu ia fazer?"

Então, peguei aquela cena e adicionei em Peter Vincent dando uma piscadela para eles.

Mas isso ainda não me deu um botão para isso.

Então, fiz Charley se levantar, e foi

então que ele se virou e olhou pela

janela, e lá ele viu dois olhos brilhantes,

e isso só pode ser o Evil Ed.

E aí eu olhei quando eles cortaram tudo junto,

e ainda não tinha um fechamento, ainda não tinha um botão.

Charley?

Há algo errado?

"O que eu vou fazer?" Você sabe?

E então comecei a repassar o diálogo, procurando

se havia algo que eu pudesse roubar de algum lugar.

E eu cheguei naquela cena.

E eu disse: “Essa é a chave”.

Esta é a última vez que direi isso de novo.

Você é tão legal, Brewster!

Ah, você é tão legal, Brewster!

A Hora do Espanto seria lançado

em 1.545 cinemas e se tornou um

sucesso surpresa de bilheteria,

arrecadando US$ 6 milhões.

Em seu fim de semana de estreia.

Eu realmente acho que deveria ter recebido mais.

Peter.

Para a surpresa de todos, e com

mais do que um pouco de ajuda...

do grande Peter Vincent, A Hora do Espanto

se tornou o filme de terror de melhor

desempenho lançado durante o verão de 1985.

O que você faria se descobrisse acidentalmente que a

casa ao lado está ocupada por algo que não é humano?

Os diretores sempre acham que o estúdio revela muito no trailer.

Quero dizer, essa é uma reclamação constante,

você olha o trailer e vê tudo lá, e você pensa:

“Bem, por que se preocupar em ver o filme?”

Mas o problema é que eles estavam vendendo isso como um terror radical.

É horrível. É indescritivelmente maligno.

E não foi. Teve todos os sustos e pulos,

mas tinha esse coração, esse humor e charme.

E foi totalmente perdido no trailer.

E agora ele sabe que você sabe.

O estúdio gravou um trailer de terror

muito simples, sem nenhuma comédia, o que

achamos que deturpava a natureza do filme.

Acho que, em marketing, um dos maiores medos é um público confuso.

Então, às vezes, para ter certeza de

que algo é claro, eles simplificam o que é.

Você fará qualquer coisa para se proteger.

Mas fará de tudo para proteger o seu segredo.

E então, eu estava tentando argumentar com o marketing,

que é um exercício de futilidade para um grande estúdio.

Então, o melhor que consegui pensar foi que Kent cortaria

alguma coisa, e não me lembro, mas acho que expressei isso.

É claro que achamos que era um trailer muito bom

e porque realmente mostrava mais o que o filme era.

Não foi um terror puro, foi mais do que isso.

Mas, você sabe, o departamento de publicidade do estúdio estava...

eles estavam nos agradando, mas não acabaram indo por esse caminho.

A Hora do Espanto. Se você adora ficar com medo, esta pode ser a noite da sua vida.

Lembro-me de ir a uma exibição, para uma prévia.

Eu estava tão nervoso, estava muito nervoso

que fui para casa e hiperventilei.

Eu estava totalmente nervoso e não sei

se foi porque senti que minha carreira

dependia disso, não acho que fosse isso.

Acho que adorei o filme e esperava que o

público sentisse o mesmo em relação a ele.

Quando o filme foi inicialmente exibido na Motion

Picture Academy, eu disse: “Oh, meu Deus, vou ser péssimo.

Eu vou ser terrível. Eu tenho que sair da cidade."

Então, eu realmente fui embora. Não fui porque estava com medo.

Você sabe, eu temia: "E se eu fosse ruim?"

Eu teria que passar por todas essas pessoas,

e todo mundo dizendo: "Sim, foi interessante, sim."

Eu não tinha ideia que esse rosto, que

aquilo iria virar um pôster do filme.

E quando vi ele pela primeira

vez, no outdoor gigante da Sunset.

E foi muito legal ver meu nome no outdoor e

algo que eu estava fazendo no Sunset Boulevard.

E isso é, você sabe, o mais longe que você pode ir com isso.

A pequena luz dentro da casa de Jerry Dandrige

era uma luz real que eles acenderiam, e ela

simplesmente causava admiração.

Quando vi o filme pela primeira vez

com o público, eles enlouqueceram.

Quero dizer, gritando, berrando, gritando para a

tela, torcendo, aplaudindo, o público foi à loucura.

Me lembro de ir vê-lo no Hollywood Boulevard, em

um teatro com apenas uma multidão normal, não uma

multidão da indústria, e isso foi uma piada e

meia, porque as pessoas são levadas nesse passeio.

Elas são levadas nessa jornada, nessa montanha-russa

da história, que é, ao mesmo tempo, meio engraçado, bobo...

E mesmo?

louco. "O que aconteceu?"

E saber o que está por vir naquela época, e

então, realmente aproveitar o momento enquanto

outras pessoas vivenciam foi muito legal.

Você tem que ter fé para que isso funcione,

Sr. Vincent!

Quando foi lançado, acho que geralmente recebeu boas críticas.

Talvez tenha recebido críticas muito boas.

O filme que a Columbia achava que seria o grande sucesso,

foi Silverado, rendeu cerca de metade do que A Hora do Espanto fez.

Quero dizer, A Hora do Espanto foi um grande

sucesso de bilheteria, para surpresa de todos.

Isso meio que me lembra, se você pegar uma criança pequena e

jogá-la para o alto, ela fica com uma expressão terrível,

horrível e assustada no rosto, e quase talvez chore.

E então você o pega, e quando ele sabe que

está preso e seguro, ele começa a rir imediatamente.

É essa mistura de humor e medo.

E acho que isso acontece em A Hora do Espanto de uma forma única.

Os verdadeiros fãs de filmes de terror receberão seus produtos.

Você pode realmente se envolver com os

personagens e, ao mesmo tempo, isso vai te assustar.

- Charley! - Cuidado!

Quando você está trabalhando em um

filme, não é esse tipo de atmosfera romântica.

É realmente um tipo de experiência técnica.

Mas quando você vê tudo junto,

foi realmente uma ótima experiência.

E então, lembro-me de sair do teatro e das pessoas reagirem

ao me verem como se eu ainda fosse aquele personagem.

Você realmente acreditou em mim, seu pobre idiota!

Isso realmente me assustou.

Eu disse: “Não, isso era apenas um personagem do filme.

Eu realmente não sou assim."

Não existem vampiros, seu frutinha!

No geral, fiquei muito satisfeito e gostei muito

do filme, e para minha surpresa, enquanto estava

sentado ali, vendo os créditos passarem, ganhei um

crédito no filme depois de tudo isso, você sabe.

Então, isso foi muito bom, e fiquei grato ao Tom

Holland, a Richard Edlund e a todos os envolvidos

que garantiram que eu recebesse esse crédito.

Recebi a mensagem deles.

Depois do meu sucesso sensacional

em A Hora do Espanto, era inevitável

que me convidassem de volta para

reprisar meu papel em uma sequência.

Com seu herói assegurado, eles tiveram que

decidir qual dos demais membros do elenco seria

chamado de volta para lutar contra o mal comigo.

Ouvimos dizer que haveria uma sequência e, na época,

não tenho certeza da cronologia exata, mas sei que Tom

e eu posteriormente trabalhamos juntos em Brinquedo Assassino.

Quando se falou sobre a sequência, na verdade fizemos

uma leitura do primeiro rascunho do roteiro, e Amy estava nele.

Tom não estava apegado à direção, ele não

estava apegado ao projeto de forma alguma.

E acho que ele provavelmente começou sua franquia com Chucky.

A sequência de A Hora do Espanto eu fui

ver, porque Bill estava nela, e eu gostei.

Achei que era um bom filme.

Para mim, não se comparava

ao original, mas tudo bem.

Quero dizer, eu não esperava que isso acontecesse e

realmente não tinha nenhuma expectativa sobre isso.

Minhas lembranças da sequência de A Hora do Espanto são muito vagas

porque eu não estive realmente envolvido em nenhuma negociação.

Não me lembro de ter sido convidado a participar.

Eu sabia que Tom não estava fazendo ele e, portanto, isso não aconteceu.

Eu estava contratualmente obrigado a fazer

A Hora do Espanto 2 e precisava sair disso de alguma forma.

Quero dizer, eu teria feito ele. Ele foi fofo.

Eles fizeram um rascunho de um roteiro,

fizemos uma leitura e então tudo foi embora.

E não ouvi mais nada sobre isso.

Passei a fazer um pequeno programa de

televisão no qual fiquei por cerca de dez anos.

E nessa época surgiu outro roteiro, e

dessa vez não tinha a personagem da Amy.

Quero dizer, eu gostaria de ter continuado

com aquela personagem porque a amo.

Mas não foi Tom, e é uma espécie

de relâmpago em uma garrafa.

Não tenho certeza se o segundo e a versão remake realmente

tiveram aquela qualidade de raio duas ou três vezes maior.

Após 30 anos, A Hora do Espanto gerou livros,

jogos de vídeo...

action figures...

uma série de quadrinhos de

sucesso, A Hora do Espanto Parte 2, e um remake.

Você é tão legal, Brewster.

E ainda permanece tão popular hoje quanto em seu primeiro lançamento.

A história de A Hora do Espanto tocou os

corações de milhões de fãs e seu legado,

como a "criação fria e sombria de Satanás",

se recusa a permanecer morto.

É maior agora do que era antes, o que é,

você sabe, estranho, mas muito, muito bom.

Quando criança, quando jovem no ensino médio,

se você gostava de terror, você era estranho

e, de alguma forma, isso realmente mudou.

E agora, você tem o circuito de convenções,

você tem itens colecionáveis.

Os adereços usados ​​no filme tornaram-se subitamente muito, muito valiosos.

A arte dos fãs está ficando louca!

A mídia social ajudou a explodi-lo.

Acho que A Hora do Espanto realmente resistiu,

porque havia algo para todos, você sabe.

Funcionou em vários níveis diferentes e

muitos filmes de terror têm apenas uma nota.

Você sabe o que vai acontecer, mas

acho que houve muito brilho no filme.

Eu acho que são os personagens que vivem e é com isso que as pessoas se identificam.

Tem uma certa qualidade atemporal que realmente se mantém.

As pessoas olham para trás, para aqueles anos, e, você

sabe, têm uma sensação muito calorosa e mole sobre aqueles

efeitos pegajosos e grudentos, todas aquelas coisas pulsando.

E foi um ótimo momento em efeitos visuais, e principalmente em maquiagem de efeitos especiais.

Jovens membros da equipe vêm dizer que filmei um de seus filmes favoritos.

É realmente muito gratificante e incrível

para mim que transcende gerações.

É memorável porque tem identidade própria.

Ficar parado hoje, 30 anos depois, e ainda

receber centenas de milhares de e-mails todas as

semanas, não acho que poderia estar mais feliz com

um filme que estávamos como A Hora do Espanto.

Eu estava andando de metrô em Nova

York e, de repente, alguém se vira e falava assim.

E eu sabia que era você em A Hora do Espanto.

Era uma coisa sobre: ​​"Você é mau! Você é o cara! Você é o cara!"

E das mulheres a reação foi, de certa forma, muito

oposta, o que foi meio sonhador e, você sabe, "Oh,

Deus, você é o cara que fez a dança no filme, e

aquela cena de dança, é minha cena favorita."

Eu propositalmente não entrava no trem quando as crianças

estavam saindo da escola, porque eu lembro, você sabe, que

eles entravam e me reconheciam, e diziam: "Oh, meu Deus!

Esse é o cara >do A Hora do Espanto!"

Elas falavam, "Faça aquela risada, faça aquela risada!"

E eu digo, "Puta merda."

Eu me sinto muito sortuda.

Eu tive muita sorte em Hollywoodland,

e muito disso teve a ver com a produção de A Hora do Espanto.

Sabe, fico pensando que um dia as pessoas vão esquecer disso.

Mas, na verdade, é o oposto.

Eu faço aparições e vou a convenções e

coisas assim, e as pessoas, você sabe, me

apresentam ao filho de quatro e cinco anos

que viu o filme, você sabe, uma dúzia de vezes.

Ficou impresso no mundo do cinema e,

muito depois de partirmos, ainda estará aqui.

E tenho muito orgulho de fazer parte disso.

Você sabe, esta é uma parte muito rara e extraordinária da minha vida

que levarei comigo para sempre.

Estou muito feliz por ter feito parte disso.

Eu gostaria que Roddy estivesse aqui, porque ele adoraria,

e estou muito grato por ainda estar em contato com todos do

filme e, você sabe, por ainda sermos amigos, 30 anos depois.

É muito legal. Quero dizer, Sinto que esta é minha segunda família.

Os fãs que vêm até mim são tão sinceros.

Eles são assim...

Eles amam alguma coisa.

Eles realmente adoram. Significa algo para eles em suas vidas.

Nunca pensei que isso fosse acontecer.

Acho que nenhum de nós pensou nisso.

Aqui estou eu, muitos anos depois, ainda

colhendo os frutos de conhecer novas pessoas

e vivenciar suas experiências com o filme.

Esse momento único foi preservado

agora para as gerações futuras.

A Hora do Espanto é meu presente para o mundo dos fãs de terror.

E quero falar isso direto para a câmera.

Quero agradecer muito a todos vocês.

Quero dizer, vocês tem sido adoráveis comigo.

E eu realmente aprecio isso.

E todos em A Hora do Espanto

agradecem, e que Deus os abençoe,

e desejo a vocês tudo de bom.

Aí está.

A história de A Hora do Espanto

e o elenco e a equipe que fizeram

a mágica acontecer no palco.

Lembrem-se.

Quando vocês ouvirem...

os gritos da noite,

os uivos do luar...

os gritos dos vampiros,

o grande Peter Vincent estará

sempre lá para salvar o dia.

Então...

durmam bem e não tenham medo.

Mas lembrem-se de ficar de olho nesse novo vizinho.

E se ele bater à porta,

seja lá o que ele fizer, não o

convide para entrar!

Adorável.

Com quem falo sobre os seis milhões de dólares?

Corta.

Tradução: Fabiano M. Machado (AFT Ash J. Williams)

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