Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Quem vem?
Dom Juan de Salas. Juiz e Corregedor do rei.
Estou à procura do governador.
Quero ir a Cartagena procurar meus amigos.
Pensei que tivéssemos um acordo.
Eles levarão você até onde quer, não precisa de mim.
Por culpa sua. Ele a violaram, a torturaram.
E ela não disse seu nome
e mesmo assim vai se entregar sozinho como uma ovelha?
Essa noite nós iremos buscá-la.
No calabouço?
Vai ser necessário pelo menos um exército para entrar.
- Senhor? Foi um boa caça não é? - Muito boa.
É ele. O homem que levou nossa rainha.
Fui enviado pelo rei para cuidar do bastardo de Felipe.
Pior que esse bastardo está no fundo do mar. Chegamos perto.
Por um erro estúpido atiramos no barco em que estava.
Agora ninguém terá o bastardo.
Grumete...
O que aconteceu capitã?
O espanhol, escapou.
Diego!
Ora, ora ora...
Parece que depois de tudo o
bastardo dos índios não era um impostor...
Quando quer que ele ande pela prancha?
Amanhã de manhã.
Não preciso de você.
Você está em dívida comigo.
Você tem um exército, vamos recuperar a cidade.
Isso é muito mais do que pagar minha dívida com você.
Eu sou o bastardo.
Anuncie seu produto ou marca aqui fale com www.OpenSubtitles.org hoje
Um ano antes do Sitio de Cartagena nas Indias.
Lago de Guatavita
Onde está Zaita...?
Não a vejo desde ontem.
Vamos, temos que voltar.
Me mostre.
Nem sonhando, vamos. Nós nem devíamos ter saído.
Eu falo sério.
Meu irmão sempre diz que eles são como bestas que fazem tronos
com suas espadas.
Quando te vêem, te matam atravessando pelo ar.
Acha que é brincadeira?
Sabe o que fazem com os muiscas que encontram?
Quer que eu te conte?
Pensei que eram cegos.
Não sabem ver na selva, mas não são cegos.
São cegos até verem você.
Mas não nos verão...
Vem, vem...
Vamos, caminhem, rápido.
Mova-se, rápido. Caminhe...
Não era para a gente se aproximar deles.
Só quero ver para onde vão.
Zaita...
Senhor...
O mensageiro de Cartagena chegou.
12 meses dentro dessa maldita selva buscando a cidade de ouro
e agora querem que voltemos para guiar um maldito superior que
quer encontrar um maldito caminho para o oceano.
Coloque-os com os demais.
Nada?
Nada senhor. Apenas pedras.
O rio termina em uma cascata e o resto é selva, senhor.
Interminável.
Onde está o índio?
Ele é um dos nossos.
Eu o conheço, é Catu, o irmão de Tisca.
Vamos embora.
Quero que olhe para ele. Olhe para ele. Olhe para ele.
Viu bem, agora me olhe. Onde está?
Para lá, senhor.
Para lá? Para lá onde?
Vamos.
Por isso meu irmão não quer que saiamos...
Vamos agora.
Vamos deixa-lo aí?
O que quer fazer?
Algo. Ajudá-lo. Se fosse eu me deixaria aí?
Zaita, se te pegarem não podemos fazer nada.
Os que vão, nunca voltam.
Sempre podemos voltar.
Roubou o olho de Tisquesusa? O único que sobrava...
Era só para sermos protegidos...
Mentem Tricio, todos mentem. Todos mentem para mim.
Prepare as coisas vamos levantar o acampamento.
Homem vamos para Cartagena, ordens do governador.
Vamos, foram por ali.
O que temos aqui?
Tenjo desobedeceu às ordens. Saiu sem autorização.
Por sua culpa levaram a Zaita.
Está banido até que a traga de volta e encontre o sequestrador.
Senhor.
Encontrou a cidade de ouro?
Você é teimoso Bocanegra.
Faz meses que está tentando sem nenhuma novidade.
O que trouxe?
Quando poderemos voltar, senhor?
Minha tropa e eu
estamos convencidos que podemos encontrar a cidade.
Silêncio...
Não é muito,
mas serve para engrossar as arcas de sua majestade.
Venha comigo.
Tricio, entregue os escravos e leve a tropa para descansar.
Sim, senhor.
Cavalheiros, permita-me apresentá-los,
Don Nicolas de Almagro, explorador e conquistador
espanhol que nos honra com sua presença,
junto ao sargento Miguel de Farias.
Senhores, com vocês o Capitão Juan de Dios Bocanegra.
Capitão.
É um prazer conhecê-lo Capitão. Ouvi falar de você.
Lamento não poder dizer o mesmo, meu senhor.
Bocanegra está bravo porque o tirei de sua selva para guiá-lo
ao oceano.
Mas acredite, se alguém pode encontrar um
caminho viável para o comércio é ele.
Ninguém conhece esse inferno verde como esse cristão.
É verdade o que o Governador está dizendo, capitão?
Deus dirá o que é verdade e o que não...
Você vai ter tempo para um merecido descanso...
Coma, engorde e se prepare.
Em um mês vai partir com o capitão.
Vamos, andando.
Estes são os últimos?
São os últimos.
Não.
A irmã de Tisquesusa. Zaita, calma...
Muisca?
Sim, mas comum. Não como você.
Onde estamos?
Isso é Cartagena.
Vão nos embarcar como escravos para Santo Domingo.
É o que eles acham, calma...
Porque se tudo der certo, Zipa vai nos tirar daqui.
E a cidade de ouro?
O governador disse para procurarmos depois.
Primeiro a missão.
Acredita nele?
Não acredito nem um pouco nesse filho da puta.
E então o que? Não vamos mais procurar?
Não vamos mais procurar, Trício?
Almagro pode me roubar isso.
Mas escute bem,
jamais vou deixar de procurar essa maldita cidade.
Sitiados A Outra Face da conquista
Você a levou. Nos perseguiu pela selva,
a caçou como um animal e depois a levou.
Não sei do que esse índio está falando.
Onde está a Zaita?
Tirei centenas de índios daqui.
Porque acha que vou me lembrar da "sua rainha".
Nem sei de que maldita tribo você é...
Muisca.
Tisquesusa.
Onde está a Zaita?
Como dizem vocês Muiscas. Para lá...
Chega...
Cavem os buracos.
Não...
Cavem logo. Cavem...
Boa tentativa, garoto. Boa tentativa...
Sabia que você era louco e inteligente. Mas isso?
Esta é como a jogada de xadrez. Você conhece o xadrez?
Do que está falando?
Isso se chama castigar.
Trocar a torre pelo rei para
ficar em vantagem em uma aparente desvantagem...
Onde está minha vantagem aqui? Estou me entregando em troca.
Como soube antes que essa marca era importante para mim?
Eu te disse?
Quer dizer,
quando estava delirando ao me recuperar do naufrágio.
Você acabou de me dizer. Eu vim aqui atrás de você.
Pedir sua ajuda. Acha que estou mentindo?
Já me avisaram que Cartagena estava cheia de marcados.
Porque não procura pela pirata inglesa e pega a recompensa.
Porque não tenta enganar ela?
Isso é o que eu deveria ter feito desde o começo.
Mas como um imbecil achei que poderia contar com você.
Inventando mais mentiras.
Vejo que é tão ou mais imbecil que eu.
Por que não assume sua derrota com um pouco de dignidade?
Você quis aproveitar o fato de
ter um amigo no comando para resgatar a sua índia.
Homem branco...
Parado aí.
Que língua é essa?
A língua que eu gostaria de ter nascido com.
A língua da terra.
Tem o dom da mentira, mas não o dom da inteligência.
Como sabia que a marca estava entre os mapuches?
É uma informação privilegiada e muito precisa. Quem te deu?
Ninguém me deu nada.
Não sei se sabe, mas não estou aqui para resgatar
o bastardo e sentá-lo em um trono de algodão.
Estou aqui para lhe cortar a cabeça e leva-la ao rei em
uma bandeja de vime tecida pelos índios.
Por isso vou perguntar uma última vez,
como sabia a língua de criança do bastardo? Quem te ensinou?
Falo a língua de Ankanamún. A língua de toqui nehuén mol.
A língua que Antipan e Acañir me ensinaram...
Você é um espião sujo dos mapuches.
Quem te mandou?
- O índio? É um emissário? - Não sou emissário de ninguém.
Quem é você?
Sou Diego Goyenechea, filho de Isabel Goyenechea,
criado na costa de Mallolafquen, nas ruinas do forte Villarrica!
Sou afilhado de Nehuén, filho de Ayinhual.
Sou de origem espanhola, bastardo de Felipe II.
Marcado desde sempre, crescido nas sombras de Rucapillén e sua
boca de fogo, ao sul de BioBio
onde nenhum espanhol pisa sem ser degolado.
O que está acontecendo, senhor? O que houve?
Não consigo.
Ela morreu pouco depois que minha mãe.
Mas vive no olhos de sua filha Carmen.
Carmen.
Vejo que conhece Villarrica.
Temos que sair daqui, Diego. Temos que ir...
Ninguém vai a lugar nenhum lugar até me dizer o que aconteceu,
senhor Corregedor.
Calma...
Água?
Posso te tirar daqui agora.
Te levar a um quarto confortável
e com comida.
Posso fazer com que ninguém mais toque em você.
Inclusive posso dar Tarka a você
para que você faça o que quiser com ele...
Não negocio com piratas.
Vi ingleses fazerem negócios com espanhóis.
Nada é impossível.
Só depende de que ambas
as partes façam algo pelo bem comum.
Pelo bem comum?
Você por mim, e eu por você.
E o que vai fazer por mim? Me dar algum conforto?
Peça o que quiser...
Você jamais poderá me dar o que quero.
Não parece que alguém está disposto a vir por você.
Soltei um de vocês para esse propósito e olha só.
Ninguém está disposto a se arriscar por você...
Você não conhece os meus. E também não me conhece.
Sua liberdade está em minhas mãos.
Não é isso que todos querem? Ser livre acima de tudo?
Prefiro morrer que aceitar algo de você.
Vai acabar cedendo. A pergunta é quantas noites
o Tarka terá que vir para te convencer.
Do que serve se temos o bastardo
se não podemos levá-lo de modo seguro a Espanha.
Cortem a cabeça.
Brilhante senhor governador. Para isso escolha qualquer um,
corte a cabeça e apresente ao Duque de Lerma de bandeja.
Realmente acha que ele não pedirá por provas?
Então vamos subir na carruagem
que ia nos levar até Santa Marta e embarcamos nós três ali.
Os três?
Claro que sim.
Pensou que poderia encontrar o bastardo em minha cidade
e levá-lo sozinho a Espanha?
Francamente senhor governador, com todo o respeito que merece,
você me faz questionar como fez para chegar em um cargo tão alto
me fazendo propostas tão imbecis.
Não me falte com respeito senhor corregedor.
É você que se está faltando com respeito, senhor Governador.
Pelo amor de Deus, abra os olhos.
Você, eu e o bastardo em uma carruagem?
E se os ingleses cruzam com a gente?
Vamos entrega-lo de bandeja.
E qual sua brilhante solução?
Mobilizar todo o exército e atacar a cidade?
Não é atacar. É recuperar.
Recuperar uma cidade que você jamais deveria ter perdido.
Meu Deus, temos o bastardo em nossas mãos e você não vai
colocá-lo em uma batalha para que o matem...
O bastardo levou sua vida toda fugindo e escapando.
Cruzou toda a capital do Chile
e fez todo esse caminho sozinho até aqui.
Ficou cativo e terminou com uns índios.
Entrou e saiu de Cartagena por contra própria e chegou são
e salvo até Turbaco.
Acha que ele vai morrer em uma batalha?
Senhor Governador, quem tem que tomar cuidado de
não morrer em um ataque somos eu e você, não ele.
Ele não vai morrer,
ele é um sobrevivente e não um político.
Você ainda tem que me explicar a morte desses soldados.
Morreram cegos pela marca.
Como todos os que a viram e quantos mais a virem,
mais expostos estaremos. Nosso momento é agora.
Os ingleses não esperam um ataque.
Nossa condição é a melhor para iniciar uma batalha.
Uma vez que tenhamos a cidade,
recuperaremos nossa armada e embarcaremos de volta a Espanha.
Vamos espanhol. Defenda-se...
Nossa que fracote.
Já chega. Soltem ele, imbecis.
Eu disse para esperar e não que se divertissem com ele.
Vamos, para a forca.
Até que enfim senhor governador.
Parece que as coisas não caminham como o planejado.
Não tem o bastardo e também não tem os 100 mil duques que pediu.
Não é um bom momento para me pressionar.
Pelo contrário, Francis. Vim com boas notícias.
Suas notícias nunca são boas.
Sua presença, sim, começa a ser sinônimo de incomodo.
Abandonando agora Francis,
você não chegara a andar duas léguas mar a dentro,
que terá um motim em seu barco.
Os homens são fieis a tudo,
menos a derrota e nesse momento você não tem absolutamente nada
mais que um exército de homens sedentos de ouro ou de sangue e
você tem que dar a eles um dos dois.
Não consigo achar esse bastardo, essa é a verdade.
Está com os espanhóis em Turbaco.
Um informante fiel.
O que sugere...
Precisam do porto para embarcá-lo.
Malditos. Vão atacar...
Ao amanhecer.
Fica em suas mãos encontrar a estratégia dos espanhóis.
Eu sei que você tem um militar dos bons ao seu serviço.
Espera.
Vera que quando estamos no mar, os traidores andam pela prancha.
O fazemos caminhar por uma madeira larga com as mãos
amarradas e quando chegam a borda...
Para a água.
Mas como a âncora está pra baixo simplesmente vamos te enforcar.
Sou o único que conhece o bastardo.
Tanto faz.
Jamais um espanhol foi útil para um inglês.
Vamos encontra-lo cedo ou tarde e se não...
Seguiremos nosso caminho.
O tempo está acabando.
Os mensageiros já devem ter chegado ao outro lado do mar.
Quando tempo falta até a frota espanhola aparecer no horizonte?
Você fala, fala, fala demais.
Não entendo como Francis te suporta...
Estamos todos procurando a mesma coisa...
Você está tentando se salvar. Eu estou tentando te matar.
Isso não é o mesmo.
Enforquem!
Eu posso dizer onde ele está.
Você não sabe onde ele está.
Ou você já teria dito para Francis.
Sente a morte que se aproxima?
Fim da linha, espanhol. Levantem!
- O que está dizendo? - Ela pediu, senhor.
Posso saber que você pretende com isso?
Me deixe sozinha com ele.
- Estávamos a ponto de matá-lo. - Me deixe sozinha com ele.
Sentiu? Como acaba? Como os sons vão embora?
Está sentindo?
Os espanhóis vão atacar Cartagena amanhã ao amanhecer.
Era hora.
Me ajude. Nunca batalhei em terra.
Primeiro me enforca e agora me pede um favor?
Me demonstre que não é um traidor.
Eu não sou um traidor. Só quero encontrar o meu filho.
Ele está com eles. Batalhe comigo...
Juntos o levaremos a Inglaterra.
A próxima vez que um dos seus homens me tocar,
voltarei e pendurarei você.
Me pendure... Me pendure de uma vez...
O ataque será pela manhã.
Isso foi rápido.
E a Zaita?
Uma guarnição especial
se encarregará de resgatá-la assim que entrarmos na cidade.
Certo, e o que fez para convencê-los?
Não tive que convencer ninguém. A maldita marca fala por si só.
Você disse quem era?
O que queria que eu fizesse?
Por que fez isso? Eles vão te matar.
Me diga você que esteve ao ponto de me entregar aos piratas.
Estava bêbado Dingo. Se tivesse visto o que eu vi...
Esse não é o momento para brigar.
Vamos deixar de mentir e começar a aceitar as coisas como são...
Se não querer sem enforcados, temos que estar unidos.
O que estão olhando?
O que está fazendo? Quer ir preso?
Aí também não poderei contar com você.
Ela não teria gostado do que está fazendo, Dingo.
Ela está na cidade.
E se recuperarmos a cidade e salvaremos a Zaita.
E então?
E depois nos levaremos você e ela de volta para casa.
Não falo disso.
Pergunto o que vai acontecer com você.
Que seja o que tenha que ser.
Essa índia que você levou era importante para eles.
Deveria ser respeitoso com isso.
Ela pode estar em qualquer lugar das Índias.
Onde compram escravos.
No melhor dos casos nos
aproveitamos dela e a deixamos morrer na selva.
Nesse dia você nos perseguiu pela selva.
Seus homens a capturaram e a levaram.
E você fazia o que?
Observava como um covarde, por que não fez nada?
Cala a boca e responde.
Quando vejo um índio eu o prendo,
os levo e os vendo, Medina. Como você fez centenas de vezes.
É isso que nós fazemos. Você não é espanhol?
Devia ser um traidor sujo. Quem é você?
Você é o pecado e eu a penitência.
Senhor, está tudo pronto.
O que ele te prometeu?
O que ele te prometeu?
O que prometeu? Todo o reino? Ele não vai dizer onde é.
Você é um idiota, Medina. Um maldito louco.
Seus homens pagarão por suas blasfêmias.
A pele não resiste enterrada.
Rapidamente se converte em um papel molhado os vermes
são atraídos pelo cheiro.
Ficaria surpreso com o quão rápido podem comer um homem.
Rogue para o seu Deus que eu morra hoje, Medina.
Reze por isso.
Zaita.
Diga o que ele quer saber e o tiramos.
Caso contrário todos
os seus homens morrerão aqui, incluindo você.
Quanto a ama?
Zaita é a irmã de Tisquesusa.
Então diga a Tisquesusa que saia
de seu esconderijo e venha me perguntar ele mesmo.
Tem certeza?
Medina!
Medina, me solte.
Temos poucos homens, igual eles.
Mas a armada dos Ingleses é muito superior a nossa.
Qualquer tentativa pelo mar seria inútil.
Acho que devemos atacar pela terra,
entrar direto até o centro
da cidade e isso eles não vão esperar.
É verdade.
Mas assim que soarem os primeiros sinos,
ficaremos em condições inferiores.
O lógico seria que arrasassem toda a cidade.
Dominamos todo o território, eles sabem.
Perderiam muitos soldados e civis.
Você é militar.
Desde quando se importa com os civis?
Se recuperarmos a cidade, senhor governador,
você deverá viver nela. E se matarmos os seus cidadãos
duvido muito que consiga manter o estado de paz.
Então qual é a estratégia que você propõem senhor corregedor.
O sítio dos ingleses está sustentado por uma ocupação
estratégica, não na quantidade de homens.
Ao meu ver, estes são os três pontos débeis da cidade.
Se conseguirmos controlar ao menos dois deles.
A jornada será nossa até o domínio dos canhões.
Os canhões estão aqui, aqui e aqui.
Todos apontando para a cidade. Devemos nos antecipar os ataques
a esses pontos para se o plano principal fracassar.
Qual o plano principal?
Surpreendê-los a campo aberto antes que cheguem a cidade,
quando dividirem seu exército. É o momento de maior debilidade.
Iremos atrás dos líderes da tropa.
E o que sobra para mim?
A custódia de Cartagena. A cidade inteira.
Vai dar a ele o comando de nossos homens, Francis?
Tem algum problema com isso?
Nenhum, só perguntava.
Fiquem prontos. Preparem os homens.
Arqueiros e cavalos irão apenas ao campo,
o restante ficará nos canhões cuidando da cidade.
Não temos tempo.
Vai logo.
Espero que o senhor corregedor tenha razão.
Se recuperar a cidade farei com que sua majestade saiba...
O rei saberá de qualquer jeito, senhor Governador.
Senhor, ele está aqui.
Obrigado.
Então você é o famoso bastardo.
Calma, calma...
Já disse que o Bastardo tem um péssimo humor. Saiam.
Eu suplico, senhor Governador.
Já esteve em uma batalha alguma vez, garoto.
Toda minha vida.
Falo sério.
Sei montar melhor do que qualquer um dos seus homens,
sei usar uma espada longa, curta, lança, adaga.
Não sou bom com armas de fogo. O que você quer?
Não vou colocar isso.
Não estou pedindo que leve uma bandeira.
Mas pelo menos o elmo e o peitoral.
Os espanhóis lutam com isso. Eu não.
Quero que entenda o valor que é muito valioso para a luta,
não vai me servir de nada se terminar morto ou degolado.
Ou coloca ou vai ficar aqui em um calabouço até eu voltar.
Se é que vou voltar.
Se eu morrer você vai ficar aqui trancado a mercê do Governador.
Estamos prontos para partir.
Toda a minha vida fugi dos espanhóis.
Agora olhem para mim... Vestido como um.
Só porque está usando uma
porcaria dessas não quer dizer que é um deles.
De algum jeito se começa.
Sei quem é você.
E mesmo com a bandeira espanhola na frente, sabemos quem você é.
Nos colocaram em outro grupo.
Quantos yalconas e muiscas tem entre os soldados?
Muitos.
Não quero que venham comigo.
Nunca julgue pelas aparências.
Sou mais forte que vocês dois juntos.
Não é por isso Maca.
Se eu pudesse escolher com quem iria a guerra, seria com vocês.
Mas agora quero que façam algo para mim.
Aqui nos dividimos, senhor governador.
Boa sorte, Salas. Nos vemos dentro da cidade.
Certo. Andando.
Boa sorte, senhor. Guiarei minhas tropas ao norte.
Fique onde está.
Aqui nos separamos.
Mas o Dingo disse...
Dingo não conhece a cidade, não sabe evitar os ingleses.
Confia em mim.
Mas o Dingo disse...
Como é teimoso.
Confia em mim e espere onde mandei.
Parem...
Preparem a Tropa, voltaremos em seguida.
Sim senhor. Sargento, prepare os homens.
Andando.
E os outros?
Nós iremos primeiro.
Vamos inspecionar o terreno antes de atacar.
Dingo quer que fique com isso.
Disse que virá te buscar.
Que? Quem é? Quem é você?
Vem aqui.
É ele?
Comandante.
Socorro.
Tisquesusa não virá.
Tenho o homem que levou a Zaita. Fale com ele.
A profecia de Popón previu que
ele morreria afogado no próprio sangue se deixasse a cidade.
Caita, finalmente o encontramos.
Se Tisquesusa vier o espanhol vai nos dizer onde está Zaita.
Não virá.
Comandante...
Você prometeu.
E cumpri.
Mas Tisquesusa não vai vir e seu prisioneiro segue sem falar.
Vai falar.
Pelos cravos de cristo. Ele vai falar.
Te perguntei quando você esteve em Villarrica e não respondeu.
É uma longa história, garoto.
Te contei da minha vida. Agora conte da sua.
A primeira vez que coloquei
um pé ali nem sequer se chamava Villarrica.
Cheguei junto a um grupo.
Pau a pau levantei esse forte onde não tinha nada.
Logo vieram os outros, Garmendia e Buenas Penas, Gonzáles.
Suponho que conhece o Capitão Gonzáles.
Era como meu pai. O conheceu?
Eu dei o seu cargo de capitão. O que aconteceu com ele?
Morreu quando chegamos a Cartagena.
Morreu nas mãos desses malditos ingleses.
Suponho ser o destino.
O caminho está livre,
é só ficar de olho nas tochas da torre.
Vamos andando,
avançaremos mais um pouco para ver o que encontramos.
São muito bons. Comandante e capitão acredito.
Arqueiros.
Ferido?
Alguns arranhões e você?
Igualmente. De onde eles saíram?
Estavam nos esperando.
Atirar.
Mas que merda.
Volte ao cavalo, tem que buscar o restante.
Não vou deixa-lo sozinho.
Vai logo, vai logo. Não pode se arriscar.
Eles são iguais a nós.
Se matarmos o comandante a batalha acaba.
Vá buscar o restante.
Contribua tornando-se um usuário VIP e remova todos os anúncios do www.OpenSubtitles.org
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.