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- L� est� ele de novo. - Apanhem-no!
Mexe-te! Hari!
Afasta-te!
Ele est� aqui!
N�s avisamos-te, Hari.
N�o.
Merda!
Ol�?
Consegues ouvir-me? Merda.
Algu�m me ajude!
Precisamos de um m�dico aqui. Vai!
Cinco, seis, sete. V� l�.
Merda!
AMBUL�NCIA
Facada na lateral do peito. Presa com tens�o.
- Improvisei. - Estou a ver.
Ou ambos temos problemas de higiene pessoal,
ou algo se passa.
Acabei de tomar banho e estou a usar uma col�nia cara.
Sendo um cavalheiro, n�o posso comentar para al�m disso.
Onde est� toda a gente?
Um mi�do da praia foi atacado. Largaram-no e foram embora.
Meu Deus! Ele est� bem?
Penso que sim. Gra�as ao AJ.
- O AJ? - Encontrou-o l� fora.
Adiante, j� est� acordado.
O Dr. Varma e a Dra. Walker est�o a discutir sobre o dreno tor�cico.
N�o, a minha consulta � agora.
O Sr. Rahul est� de volta.
J� lhe disse mil vezes.
A cl�nica de mem�ria � � ter�a-feira.
Sr. Rahul! N�o! Hoje, n�o.
O que est�s a fazer?
Estou � procura da minha roupa. Ou pelo menos, da roupa interior.
Diz-me que n�o fomos nadar nus.
- N�o. N�o vais a lado nenhum. - Estou s�o como um pero.
- Precisam de camas para os doentes. - Por amor de Deus, Paul.
Quase te afogaste ontem.
Tive de te arrastar.
Por isso, vou pagar-te uma cerveja.
Est� bem, duas cervejas. E um pacote de batatas fritas.
Ambos sabemos o que tentaste fazer.
Estava chateado. Autocomisera��o alimentada por cerveja.
Pensava que um barman experiente reconheceria isso ao longe.
Tretas. Eu estava l�. Todas as palavras foram sentidas.
Estava b�bado. E agora vou para casa.
Aqui est�. Lidou com o Sr. Rahul?
Ele viu o meu lado da quest�o. Eventualmente.
- �timo. - Isto chegou para si.
Dra. Fonseca?
Sim, obrigada. � tudo.
Talvez esteja a dizer a verdade?
N�o estavas l�. Eu estava. Ele queria morrer.
Ele pr�prio o disse.
O que queres que eu fa�a?
Ajuda-o! Ajuda-me a ajud�-lo!
Onde est� ele?
Est� a voltar ao hotel, como se nada tivesse acontecido.
Lamento. Neste momento, tenho de ver uma pessoa, urgentemente.
E isto n�o � urgente?
Ele confia em ti. Fica com ele.
Tenta convenc�-lo a falar comigo, para discutirmos
medica��o, talvez aconselhamento...
� isso que tens? Uns comprimidos e uma conversa?
- N�o h� mais nada. - N�o podes...
- N�o o podes prender, pelo bem dele? - Sou m�dica, n�o carcereira.
- Farei todos os poss�veis. - N�o. Eu trato disso.
Obviamente, � problema meu.
Est� a� algu�m?
Virg�nia? Recebi a sua carta.
Vim assim que...
- Finalmente! - Credo!
Espero que estivesses a prestar aten��o,
pois � assim que quero que me descubram, quando chegar a hora.
Fui clara? �timo.
Vamos beber um copo.
E respira fundo de novo.
J� est� a soar melhor.
- Queres experimentar? - Claro.
Como est� a dor?
Est� bem.
Hari, tenho de saber quem te fez isto.
Tiveste uma discuss�o com algu�m?
Apanharam-me a pescar no s�tio errado.
No territ�rio deles.
Se contar � pol�cia, ainda ser� pior.
N�o podes deixar que se safem.
Obrigado pelo que fizeram.
Estou grato.
Mas n�o quero arranjar problemas.
Mas Hari, se n�o fizermos nada, e depois?
Para a pr�xima, podes n�o ter tanta sorte.
H� quanto tempo est� na �ndia?
H� tempo suficiente.
Ent�o, j� sabe
que as coisas por aqui s�o diferentes.
E alguns problemas n�o se resolvem facilmente.
Se querem mesmo ajudar-me,
deixem-me sair daqui.
Estou a orientar uma jovem m�dica.
A s�rio?
Espero que seja melhor aluna do que tu foste.
Sentia falta disto. Eu e tu.
Est�vamos sempre a falar. O que aconteceu?
Disse-me para nunca mais lhe aparecer � porta.
Disse? Que dram�tica.
N�o finja que se esqueceu, Virginia.
Recordo-me de ser usurpada pela minha doce protegida.
E eu recordo-me de termos acordado que era pelo melhor.
Considerando tudo.
Consideravas-me incompetente.
N�o tive escolha, pois n�o?
A Dra. Fonseca n�o faz prisioneiros.
Os atos mais implac�veis, justificados sempre pelo bem maior.
Imagino que nada tenha mudado?
Ainda tento fazer o melhor pelo hospital, sim.
Que nobre.
Chamou-me at� aqui para remexer em hist�rias antigas?
Ou foi s� mesmo para me insultar?
Claro que n�o. Isto � apenas o aperitivo.
Preciso que me odeies um pouco.
A brasa tem de ser ati�ada.
O que quer, Virginia?
Quero que me mates.
Est� a� tudo. Podes ler.
Carcinoma de c�lulas escamosas, no �pice do pulm�o direito.
Avan�ado localmente.
M�ltiplas met�stases no f�gado, pulm�es e c�rebro.
Full House. Paga ao banco.
E antes que perguntes, pedi uma segunda opini�o.
Todos os m�dicos de Kochi at� aqui acham que estou a morrer.
Incluindo eu.
- Lamento. - N�o.
Por favor, n�o lamentes.
N�o preciso de um cora��o lamechas.
Marquei-te uma consulta no barbeiro de manh�.
E sim, � a �ltima vez que estamos juntos antes do casamento.
Porqu� tanto alarido? Ningu�m vai olhar para mim.
Eu vou.
Tens mesmo a certeza?
Uma mulher linda e sofisticada como tu, casar-se com um homem como eu?
N�o sou um belo partido.
�s um homem forte e �s bem-parecido.
� exatamente o tipo de homem com quem sonhava.
Senhor, espere. Venha. Deixe-me ajud�-lo.
N�o. N�o o farei.
Todos sabemos que o fim n�o est� em quest�o.
Estou a morrer. N�o quero discutir sobre o tempo.
N�o tem o direito de me pedir isto, Virginia.
Lydia, passamos as nossas vidas a ajudar outras pessoas.
Portanto, ajuda-me. Agora. Eu mere�o.
Deixa que os outros desbaratem as vidas, mas n�s escolhemos o nosso destino.
- E eu escolho isto. Agora. - N�o.
N�o serei um fardo.
Por favor, n�o sejas uma cabra ego�sta. Por favor.
Vai-te lixar, ent�o.
Vejamos o que temos aqui.
Decerto conseguirei preparar um belo cocktail.
N�o tem de ser assim.
Porque n�o vem para casa comigo? Tratarei de si.
Decerto o homem na tua vida adoraria uma velha moribunda
a apodrecer no sof� durante semanas.
Porque n�o vem ver o seu hospital uma �ltima vez?
Venha ver o que fiz com ele. O seu legado.
E depois, temos acordo?
Depois, pensarei nisso.
- Temos de falar com o teu paciente. - Reconhe�o a carrinha dele desta manh�.
- Pode ser um dos atacantes do Hari. - N�o.
A ferida dele tem de ser cosida. � a prioridade.
N�o duas pessoas a fazerem de detetives.
O que estavas a fazer naquela carrinha, hoje de manh�?
Tenho de saber o que aconteceu.
N�o � da sua conta. Por favor.
Certo. AJ, acho que vi alguns pol�cias l� fora?
- Podes... - Espere!
N�o � culpa minha.
Tentei impedi-los. Mas estavam zangados com ele.
Por ter pescado na praia de outra pessoa?
Dra. Walker? Uma palavrinha?
AJ, podes ir buscar fio de costura e uma agulha?
Concordo com o meu paciente. N�o � da nossa conta.
- O Hari est� em sarilhos, quero ajud�-lo. - E como est� a correr?
O teu sil�ncio diz imenso.
- Ent�o, n�o fazemos nada? - N�o, vamos trat�-lo
e dar-lhe alta. E se necess�rio, f�-lo-emos de novo.
Se os idiotas querem lutar at� � morte com facas, � com eles.
- N�o concordo. - Sim, estou a ver.
Quanto tempo vamos continuar a fazer isto?
Continuar a fazer o qu�?
Claramente, est�s zangada pelo que aconteceu entre n�s.
Mas se vai afetar o nosso trabalho, temos de ultrapassar isso.
N�o concordas?
Aonde foi?
Onde est� o paciente daquela cama?
Obrigada.
Hari?
Chandran, por favor.
- Sim, o grande? - Sim, o grande.
- Aqui tem. - 8.572.
Ficamos quites.
Por amor de Deus, Paul. Paul.
Voltar aqui foi um erro.
N�o me leves a mal, foi bom ver-te.
Considero-te um amigo.
Ent�o, est� feito? Tu...
Vais para casa?
Por vezes, na vida, temos de admitir a derrota.
N�o adianta fazer-me de tolo.
Ent�o?
Pintaste de novo e aprovo.
O Ram escolheu.
N�o h� nada como ter o nosso nome na porta.
Anuncia ao mundo que chegou.
Dra. Fonseca, gra�as a Deus.
Lamento imenso, desculpe.
O Hitesh veio para a inje��o de ester�ides e insiste que seja a senhora.
Eu bem tentei, mas hoje n�o d� para falar com ele.
Dra. Walker, quero que conhe�a uma pessoa.
Dra. Ruby Walker, a Dra. Virginia Mileham. A m�dica que fundou o hospital.
Vigia-a por um minuto, sim?
Ol�. � um prazer conhec�-la.
- � inglesa? - Mais ou menos.
� uma longa hist�ria.
Ent�o, por amor de Deus, n�o me conte. Estou a viver em tempo emprestado.
Ent�o, como � que ela a tem tratado?
A Dra. Fonseca � uma excelente professora.
Muito diplom�tica, Dra. Walker. Mas o que quer mesmo dizer
� que ela � um pesadelo.
� claro que eu ensinei-lhe tudo o que ela sabe.
Credo, demorei anos.
Cada li��o tinha de ser enterrada naquela cabe�a dura!
Teimosa como uma mula.
- Posso fazer-lhe uma pergunta? - For�a.
Porque se chama "O Hospital do Bom Karma"?
- Foi a senhora que lhe deu o nome? - N�o.
Foi um dos primeiros pacientes.
Tinha estado a trat�-lo e a modos que ficou.
Ele disse: "Boa medicina � como bom Karma.
"Ajudamos os outros e ajudamo-nos a n�s mesmos. Um c�rculo virtuoso."
- Qual era o problema dele? - Hemorr�idas.
Provavelmente, um dos piores casos que alguma vez vi.
O sofrimento pode ser profundo e banal, Dra. Walker,
mas n�o deixa de ser sofrimento.
Agora, acho que devia ir ajudar o mixedema daquela pobre senhora
antes que entre em coma.
Cabelo ralo, ligeiramente acima do peso.
� �bvio, at� daqui.
Certo. Obrigada.
Doeu quando me usurpaste, Lydia.
Mas estou impressionada.
Pegaste no meu pequeno hospital
e transformaste-o em algo com que apenas podia sonhar.
S� ao remover o elo mais fraco.
Nunca foi isso, Virginia.
Apenas segui a minha consci�ncia. Voc� ensinou-me isso.
N�o conseguiria viver comigo mesmo se algu�m se tivesse magoado.
Quero morrer da forma que vivi, Lydia.
Em controlo.
Ajuda-me.
Ajuda-me e depois talvez algu�m te ajude
quando chegar a tua vez.
Est�s a ver se fica bem?
Desculpa. J� vou.
� mesmo verdade? Com uma caneta?
� verdade.
Nem sabia que sabias escrever.
Quando � o teu voo?
- Vou agora. - Mas o que vais fazer?
Sabes quantos est�dios h� na liga de futebol?
- Noventa e dois. - Obrigado. Correto.
E se vires um jogo em cada um deles, podes pedir uma gravata, ou algo assim.
Depois, h� jantares anuais e um boletim informativo.
- � esse o teu plano? - Sim, porque n�o?
- Deve manter-me afastado de problemas. - N�o acredito.
Naquela praia, querias morrer.
N�o me parece que nada tenha mudado, pois n�o?
N�o.
Portanto, se te meteres no avi�o,
nunca mais te volto a ver.
Tenho pena do pobre coitado que te encontrar.
V� l�, Paul, fala comigo.
Podia falar contigo,
ou podia falar com qualquer desgra�ado
at� ficar sem f�lego, que ela continua a n�o estar comigo.
Ela continuaria morta e eu aqui. Preso. Abandonado.
- Foi o amor da tua vida. - Sim, foi.
- E agora foi-se. - E isso faz de ti um sortudo.
Como chegaste at� a�?
Milh�es de pessoas passam a vida sem saber o que isso �.
V�o para a campa na d�vida.
Mas tu n�o.
Tu ganhaste a lotaria.
- E agora perdi a cautela. - Mas tiveste-o!
Amor verdadeiro.
E fica contigo, para sempre.
O que faz de ti o maior sortudo que conhe�o.
O mais sortudo aqui, pelo menos.
Tenho um avi�o para apanhar.
Pode parar o carro, por favor? Tenho de sair.
Estarei sempre � tua espera.
N�o h� pressa.
N�o h� pressa nenhuma.
- Fui um tolo, Maggie. - Sim.
Desculpa.
Eu sei.
Guardamos segredo durante muito tempo. Ningu�m fazia ideia.
Talvez me tenha descuidado, n�o sei.
� dif�cil esconder o que sentimos por algu�m.
E atacaram-no?
Sim.
E o Chandran?
Porque n�o tentou impedi-los?
Que escolha tinha?
Ter-nos-iam matado aos dois.
Pelo menos assim, apenas um de n�s se magoou.
- Acham que estamos enganados? - N�o.
Mas o que est�o a fazer � contra a lei.
- E concorda com isso? - Claro que n�o.
Mas � a verdade.
Na cidade, as pessoas fazem vista grossa.
Fora da cidade...
Nunca mais posso voltar a casa.
Nem ver a minha fam�lia.
Chandran.
Por vezes, o amor vale o risco.
Sim.
Boa sa�de.
Estou assustada.
Eu sei.
Que se lixe.
H� espa�o para uma pequena.
Obrigada.
N�o fiques sozinha, Lydia.
Tu mereces muito mais.
Promete-me isso.
Prometo.
Sim, acabei de a encontrar.
Ela j� n�o estava bem h� algum tempo.
Obrigada.
O que tens vestido? O casamento � daqui a uma hora.
N�o estou com disposi��o.
Ainda n�o se sabe nada?
Lamento. Deste o teu melhor.
Foi um monte de tretas.
N�o acredito nisso.
Acho que se algu�m o podia ter ajudado, eras tu.
Anda comigo.
Porqu�?
Porque um bom amigo nosso vai casar-se com a mulher que ama
e gostaria que estiv�ssemos os dois l�.
� l� que eu vou estar.
E acho que precisas de algu�m hoje, mais vale que seja eu.
Por favor?
Vou levar a garrafa.
E se ela n�o vier?
Ela vir�, pai.
Ningu�m se d� a tanto trabalho se n�o tiverem a certeza.
Anda.
N�o tremas!
Ou vai demorar o dobro.
Mas faz comich�o.
Quem te vestiu?
Podes n�o acreditar, mas fui eu.
Vamos utilizar alfinetes grandes.
Aconselho-te a ficar quieta.
Ruby!
As indianas a s�rio n�o tremem.
E eu n�o sou? Uma indiana a s�rio?
Claro que n�o. Nasceste em Nottingham.
Da �ltima vez que vi, isso n�o era na �ndia.
Mas podemos estar preparadas para te adotar.
Ap�s um per�odo razo�vel, � experi�ncia.
E quanto tempo dura essa "experi�ncia"?
Termina exatamente...
...agora.
Ent�o, passei?
Com distin��o.
Desconto de tempo.
Ol�, pai.
N�o tenho energia para isto, AJ.
Muitos homens desejam mulheres mais novas.
Mas � cansativo. N�o experimentes.
Pai, na verdade...
Queria o teu conselho profissional.
Em rela��o a isto.
O que � isto?
Preenchi o melhor que sei.
Faculdade de medicina?
Sei que ainda posso melhorar,
mas queria ter a melhor hip�tese de ser aceite.
S� quero que tenhas orgulho em mim.
Recorda-te sempre disto,
estou orgulhoso de ti desde que nasceste
e estarei orgulhoso de ti at� morrer.
No entanto,
vou enviar isto pessoalmente.
O meu menino vai ser m�dico.
Como eu.
Pedi a tua ajuda com o Paul.
Precisei de ti e tu foste embora.
Desculpa.
O que posso dizer? �s uma mulher ocupada. Sempre foste.
� algo que tenho de aceitar.
E se as coisas mudassem?
E se arranjasse tempo para n�s?
� s� a bebida a falar.
N�o, a s�rio.
Nunca pensei ouvir a Dra. Lydia Fonseca a dizer essas palavras.
N�o sei se acredito nisto.
Pensei no que disseste.
E?
A Maggie n�o o quereria.
N�o.
N�o, n�o quereria.
- Est�o a olhar para n�s. - Que se lixem.
Ol�.
Ol�.
Vestiste isso para mim?
Est�s a brincar.
Sim, estou.
Provocar-te continua a ser f�cil.
Eles parecem felizes.
Acho que � porque est�o mesmo.
Desculpa por ter...
Por ter...
Por me teres beijado?
Sim.
Sim...
Est� bem.
A Mari est� a olhar para n�s.
Eu sei.
As pessoas, claramente, t�m expetativas.
E quais s�o as tuas?
Acho que ainda as estou a tentar descobrir.
E h� um s�tio aonde tenho de ir para o fazer.
E onde � que isso me deixa?
� espera?
Desculpa.
Posso esperar.
Obrigada.
�s muito...
...paciente.
Sou, sim.
Muito.
Venham, fazem falta na pista.
O dever chama?
Lamento imenso.
- Eu levo-te. - N�o tens de o fazer.
Tu mereces. E podes ainda estar b�bada de ontem � noite.
E tu est�s s�brio?
Este f�gado � uma m�quina altamente treinada.
Podes ser uma boa m�dica,
mas a beber, ainda �s uma amadora ousada.
A s�rio?
Mere�o mesmo?
Tens mesmo de me perguntar isso?
Quando as pessoas precisam de ti, precisam mesmo de ti.
Como eu ajudei o Paul.
E sem qualquer falsa mod�stia, diria que lhe salvei a vida.
Claro que sim.
Estou a tentar dizer-te que percebo.
Nunca vais mudar, Lydia. E n�o quero que o fa�as.
S� fico contente por ainda sermos amigos.
N�o, n�o somos amigos.
Ruby.
Pai! Est� aqui a Ruby.
Ol�.
Senta-te.
- � o paciente da h�rnia? - Sim, Dra. Fonseca.
Levem-no para a ala. Troquem-no com o que veio de Kochi!
Sr. Rahul. Cl�nica de mem�ria?
A Irm� Mari ter� todo o gosto em ajudar.
Lembra-se do caminho? N�o se preocupe, eu ajudo.
Sr. Thampi.
� cliente habitual. Tr�s minutos, no m�ximo,
a menos que queiras uma disserta��o sobre a pr�stata.
Vou levar isso em conta. Venha.
Sra. Pillai?
Bem-vinda ao Hospital do Bom Karma. Qual � o problema?
Legendas: Lu�s Perat
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