Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Boa noite, querido. Dirija com cuidado.
Pensarei em voc� a caminho de casa.
N�o beba mais ou uma destas noites ter� um terr�vel acidente.
At� logo, querida.
- Morto? - Sim.
Capit�o de esquadr�o James Jefferson.
Um grande homem.
OSD (Ordem do Servi�o Destacado), CVD (Cruz de Voo Destacado)
Uma pena.
Quer que descubra quem � seu parente mais pr�ximo?
N�o, j� sei onde encontrar o pai dele.
Est� bem.
Ligue-me com o diretor da pris�o de Wilma Scrubs.
Boa noite... digo... bom dia, senhor.
- Em qual cela est� Jefferson? - Jefferson?
O filho dele faleceu. Encontra-se bem para ouvir isso?
� muito tarde.
- Hem? - Faleceu h� meia hora.
Meu Deus.
- Incr�vel. - Posso fazer algo, senhor?
N�o.
Incr�vel.
Isto � tudo que tinha?
� tudo, senhor.
N�o � muito para um homem que fugiu com 20.000 libras.
- Tem testamento? - Sim, senhor.
Ele deve ter tido uma premoni��o.
Escute:
"No caso de que meu filho esteja morto quando se abrir este testamento,
Deixo meu chaveiro com sete chaves anexadas...
...ao prisioneiro n�mero 7866 chamado John Russell,
em Wilma Scrubs, Londres."
Que significa isto?
� o que gostaria de saber.
SETE CHAVES *tradu��o literal - 1961
O diretor quer lhe ver, Russell.
Para qu�?
O diretor n�o tem tanta confian�a em mim.
Vamos.
Vamos!
Quero parecer respeit�vel quando fa�o alguma visita social.
Entre!
Diga o n�mero e o nome ao diretor.
Russell, 7866, senhor.
J� viu isto alguma vez, Russell?
N�o, senhor.
Conhecia bem William Jefferson?
- Quem? - William Jefferson.
Cumpriu pena de tr�s anos por peculato e morreu h� tr�s dias.
Ah, o velho contador.
Conversei com ele algumas vezes.
Ent�o, por que lhe deixou estas chaves no testamento dele?
Para mim?
N�o sei, para que s�o?
N�o me venha com essa, Russell.
Sabe bem a resposta.
Eu n�o sei nada.
Est� bem, Russell.
Andando!
Vinte mil � o que Jefferson tinha escondidos.
E a eles essas chaves levar�o.
Ent�o � isso.
Encontremos as fechaduras...
...e encontraremos a grana.
N�s?
S� era uma sugest�o.
- Talvez precise de ajuda. - Nada disso.
Eu n�o posso lhe servir de ajuda durante outros tr�s anos.
Por que eu? Por que me deixou essas chaves?
- Apenas o conhecia. - Porque tem c�rebro, por isso.
� verdade, tem c�rebro.
Quando tiver as chaves, ir� procurar as fechaduras certas.
N�o sei.
Mas me restam tr�s meses para pensar nisso.
Russell. Um di�rio.
Rel�gio de pulso.
Uma carteira que cont�m 56 libras em dinheiro.
- Eu diria que honestamente ganhas. - Assim �.
- E meus trocados? - Oh, quatro e sessenta.
Que houve? N�o confia em n�s?
N�o confio em ningu�m, sobretudo em caras como voc�.
N�s tamb�m n�o cofiamos em ningu�m.
Assine este recibo aqui.
N�o tem nada melhor?
Tome.
Bem.
E as chaves que me deixaram?
O diretor as entregar�.
Junto com sua conversa de despedida.
Importa-se?
S� queria ver se estava atento.
Est� tudo aqui?
Antecedentes penais.
- Cart�o sanit�rio, etc... - Est� bem.
E estas.
J� pode entrar.
Entre!
Diga o nome e o n�mero ao diretor.
Russell, 7866, senhor.
- Est� livre dos encargos. - Sim senhor.
- Quanto dinheiro tem? - 56,04 libras e seis centavos, senhor.
Receber� 15 shillings do comiss�rio penitenci�rio.
Muito generoso, senhor.
Com isso ter� o suficiente, Russell.
Estas tamb�m s�o suas.
Se quiser meu conselho, entregue-se � pol�cia.
Algo mais?
- Senhor! - Senhor.
Espero n�o voltar a lhe ver por aqui, Russell.
Tem c�rebro.
Por que n�o o utiliza... de maneira honesta?
Gosto como o utilizo.
- � tudo. - Andando.
Boa sorte.
At�, Russell. Eu n�o voltaria se fosse voc�.
Fico feliz em lhe ver, Russell.
Damos um passeio?
Por que n�o?
Isto � o que havia sonhado?
Lindo!
Que espera?
Est� bem, que querem?
Pensei que queria se juntar a n�s.
Eu sempre trabalho sozinho.
Est� bem.
Quanto quer pelas chaves?
Imaginava que se tratava disso.
N�o est�o a venda.
- 750. - Disse que n�o est�o a venda.
Mil.
Obrigado pela refei��o.
Ah, como estou distra�do. Peguei os talheres.
Estes s�o de mar�o de 1961.
RESUMO DO JUIZ DE PRIMEIRA INST�NCIA CONTRA JEFFERSON.
Essa � a Srta. Steele.
Obrigado.
- Srta. Steele? - Sim, que quer?
� a secret�ria de William Jefferson?
� da pol�cia?
S� sou um amigo.
- Ele me deixou no testamento dele. - E?
Que abrem?
- Quem � voc�? - Eu me chamo Russell.
Recentemente n�mero de presidi�rio 7866.
Continue.
Jefferson fugiu com 20.000.
Estas conduzem � grana.
- Eu duvido. - Eu n�o.
Diga-me o que abrem e lhe levarei at� ela.
Isso n�o ser� necess�rio.
- Ent�o, vai me ajudar? - Eu n�o disse isso.
Feche a porta.
William Jefferson n�o era um estelionat�rio, era um homem honesto.
Ningu�m me disse isso.
H� algo que me intriga, por que lhe deixou essas chaves?
O mesmo eu me pergunto.
Devia ter um motivo.
Sempre tinha um motivo para tudo.
Sei para que s�o cinco das chaves.
Ent�o vai me ajudar.
A voc� n�o, ajudarei a William Jefferson.
� necess�ria a m�sica?
N�o quero que nos escutem.
Esta.
De sua casa. Vendeu � imobili�ria Lock e Stock.
Esta?
Do apartamento de seu filho.
As do carro.
N�o sei.
Do cofre dele.
Agora vamos chegando a algum lugar.
N�o se alegre tanto, dentro s� h� recortes de jornais.
Eu tenho uma c�pia dessa chave.
Ent�o esta n�o serve?
N�o acredito. Vamos aos recortes.
- Para qu�? - Para l�-los.
Por que acha que isso ajudar�?
J� disse que o Sr. Jefferson sempre tinha um motivo para tudo.
Sinto muito que tenha alguma poeira, Srta. Steele.
� um resumo do segundo dia do julgamento.
Eu j� li.
Sua c�pia estava marcada como esta?
� uma lista de datas em que ele roubou o dinheiro.
Sete de julho: 5.000, dia 22, 2.000,
14 de setembro: 6.000...
� melhor que anote isto.
4 de novembro: 4.000, dia 25: 3.000.
Que acha que significa?
Isso � o que ter� que descobrir.
Essa era a casa, a n�mero 22.
Obrigado.
- N�o pensar� em entrar l�. - Eu tentarei.
Que espera encontrar?
Fechaduras que abram com estas.
Sim?
Bom dia, senhora, venho pelas fechaduras.
Que fechaduras?
Pois n�o sei, senhora, as quebradas?
N�o seria seu esposo quem as encontrou?
Este � o n�mero 22, n�o?
Harold!
Sim, querida?
Voc� ligou para falar sobre as fechaduras?
N�o, querida.
Errou a casa.
N�o p�de entrar?
N�o pela porta principal. Tentarei mais tarde.
- N�o ir� entrar � for�a? - Por que n�o?
Isso � assunto meu.
Que foi isso?
Harold.
H� algu�m l� em baixo.
Talvez tenha sonhado, querida.
Eu lhe disse!
N�o ouviu nada?
Que quer?
Vim lhe ver.
N�o p�de esperar a manh�?
N�o.
N�o tem direito de vir aqui a estas horas da noite.
N�o encontrei nada.
J� lhe disse. Isso � o que veio me dizer?
- Claro, n�o somos s�cios? - N�o.
Eu ajudo por Jefferson, nada mais. Vamos, v� embora.
N�o � muito soci�vel, hem?
Sou uma mulher trabalhadora e preciso dormir, mesmo que voc� n�o durma.
Eu n�o fa�o isso.
Suponho que n�o tem aonde ir.
N�o tenho endere�o atualmente.
- Pode dormir ali. - Obrigado.
N�o se preocupe, pode fechar sua porta com chave.
Farei isso.
- Ol�! - Est� acordado.
Pode preparar ch� ou caf�, se quiser.
Obrigado.
Nos filmes se serve um caf� da manh� na mesa.
Suco de laranja, torradas, caf�, bacon e ovos.
Verdade?
Gostaria que sa�sse daqui antes das nove horas.
N�o quero que a mulher da limpeza imagine cosias estranhas.
Oh, est� bem.
Onde pensa ir hoje?
Pensava tentar...
...esta.
- A do apartamento de Jimmy? - � isso.
Avisarei se encontrar algo.
Fa�a, mas desta vez use o telefone.
N�o posso.
N�o me deu o n�mero.
J� chegamos.
Parece muito aconchegante, n�o �, Freddy?
N�o est� mal.
Esta � a sala de estar.
� bastante grande, n�o acham?
Creio que est� bem iluminada, verdade, Freddy?
N�o est� mal.
Esse ser� o quarto, posso dar uma olhada?
Sim, claro.
Oh, � um quarto muito bonito, verdade, Freddy?
N�o est� mal.
Se o compramos, quer dizer, abaixaria o pre�o?
poder�amos nos mudar imediatamente?
Na verdade... h� um pequeno inconveniente.
N�o podemos vender at� seis meses depois da morte dele.
Por que n�o?
Este lugar pertence ao pai deste projeto.
Um rapaz se tornou uma condi��o de seu testamento.
Ah. Pergunto por qu�.
Uma das caracter�sticas especiais destas escadas...
...� que levam ao banheiro do s�t�o.
- Querem ver? - Claro.
Oh, Freddy, n�o � um banheiro lindo?
N�o est� mal.
Surpresa!
Tem muita cara de pau!
Tenho mais que isso, encanto.
Eu tenho o jantar preparado.
A garota trabalhadora chega em casa,
a mesa posta enquanto Romeu espera.
Como nos filmes.
Que acha?
N�o sabe ler?
Asse-o...
...30 minutos antes de servir.
Parece que n�o v� muitos filmes.
Chama-se Natalie Worth, uma das muitas amigas de Jimmy.
Est� claro que n�o era a m�e dele.
- Como ela se encaixa nisso tudo? - N�o sei.
Onde posso encontr�-la?
Isso n�o deveria ser dif�cil, � uma "top model".
� esta, a garota que posa com as peles.
Ainda continuo sem saber seu endere�o.
Tony Stevenson quem fez a foto, est� vendo?
Pergunte a ele.
Voc� deveria ser detetive.
Mas est� ocupada demais.
- Voc� est� ressentido com a pol�cia. - Claro que sim.
Sou um delinquente, lembra-se?
Com certeza que quer continuar com esta procura?
Por que n�o? H� 20.000 libras no fim do arco-�ris.
Sim, mas se encontrar voc� ter� problemas.
Tentando me endireitar?
N�o, n�o me importo com o que faz.
S� perguntava porque � uma pergunta que sempre fa�o...
...quando uma garota come�a a se apaixonar por mim.
Como se atreve em me dizer algo assim?
Ao que me importa, voc� pode sair deste apartamento e nunca mais voltar.
Como quiser.
Mas n�o quer saber o que consigo de Natalie?
Eu j� te disse, n�o me importa o que voc� fa�a.
Mesmo que isso signifique ajudar o falecido Sr. Jefferson?
Encantadora. Agora mude a pose.
Sorria, querida.
Fica bem nesse casaco.
Levante um pouco a m�o direita.
Perfeito. Aguente.
Muito bem, s� mais uma.
P� direito um pouco mais para frente.
Muito bem... sorria.
�timo.
Muito obrigado, linda. Isso � tudo por hoje.
- Sr. Stevenson? - Sim, eu lhe conhe�o?
N�o, sua recepcionista me disse que poderia lhe encontrar aqui.
Quero entrar em contato com Natalie Worth.
E muitos homens tamb�m.
Sinto muito, n�o tenho os endere�os nem os n�meros de telefone de minhas modelos.
- � por trabalho. - Oh, sim?
O l�gico seria dizer que voc� � um ca�a talentos...
...de alguma companhia cinematogr�fica.
- Para que quer o endere�o dela? - Por motivos pessoais.
Conhece Jimmy Jefferson?
Esse nome me parece familiar, quem �?
Era o noivo dela. Est� morto.
Tenho algo dela que gostaria de entregar.
Est� bem.
Sinto ter sido rude, mas sabe como � isto.
Mora nos Sutherndown Court, em Slant Street, n� 78, �ltimo andar.
Slant Street, Sutherndown Court. Obrigado.
Se eu n�o estivesse muito ocupado, eu teria pedido que fizesse isso tamb�m.
- Sim? - Srta. Worth?
Sim.
Posso falar com voc� um momento?
- N�o ser� um vendedor? - Claro que n�o.
- Jimmy era amigo meu. - Que Jimmy?
Jefferson, capit�o de esquadr�o.
Quer entrar, por favor?
- Entre. - Claro.
Al�? Sim, sou Natalie.
Sim.
Sim.
Entendo, muito obrigada. Adeus.
Que posso fazer por voc�, senhor...
Russell, ex-sargento de voo Fred Russell.
Jimmy era meu capit�o de esquadr�o.
Entendo, n�o quer se sentar?
Estive fora por alguns anos...
...e acabo de saber de Jimmy.
Perguntava-me o que aconteceu e se h� algo que eu pudesse fazer.
Por que voc� vem a mim? Eu n�o o conhecia bem.
Desculpe, pensava que eram bons amigos.
N�o.
Sai com ele algumas vezes, s� isso.
Entendo, devo ter interpretado mal as coisas.
Por que foi antes perguntando por mim, Sr. Russell?
Que quer dizer?
Tony Stevenson fez essa chamada telef�nica.
Disse a ele que tinha algo para mim de Jimmy.
Entendo.
J� que est� sendo sincera comigo, eu vou ser com voc�.
N�o cheguei a conhecer Jimmy Jefferson.
Conheci ligeiramente o pai dele...
...na pris�o.
Como p�de?
E que tem isso a ver comigo?
Deixou-me estas chaves.
Voc� deve ter conquistado muita confian�a dele.
Continuo sem entender por que veio a mim.
Jefferson pai escapou com 20.000 libras.
Nem a pol�cia nem ningu�m foram capazes de encontr�-las.
E eu acho que a resposta est� nestas chaves.
E?
Que se me ajudar de algum modo,
mostraria minha gratid�o financeiramente.
Isso n�o seria muito honesto.
Se encontrar o dinheiro, ter� que entregar � pol�cia.
N�o est� sendo muito sincera sobre certas coisas,
Sra. Nora Wiggins?
N�o h� nada de mal em se trocar de nome.
Sobretudo se acontece que � Christian Nora Wiggins.
Entendo o que quer dizer.
Ent�o que n�o vai me ajudar.
N�o, Sr. Russell, n�o posso.
E mesmo que pudesse, n�o faria.
- Bom dia. - Est� bem.
Devia imaginar.
Pensei que gostaria de almo�ar.
Frango, e esta vez est� cozinhado.
N�o vai me perguntar sobre Natalie Worth?
N�o estou particularmente interessada em saber nada importante.
� linda, a figura mais bonita com um corpo perfeito.
Fico feliz por voc�.
E suponho que tamb�m deve ter uns olhos azuis inocentes.
N�o s�o azuis nem inocentes, � muito sofisticada para isso.
Apenas me d� suas medidas e vamos direto ao ponto.
Eu diria que s�o 80-64-90, mas isto � apenas uma suspeita.
Leve uma fita m�trica na pr�xima vez, assim poderia ser mais preciso.
Descobriu algo importante?
Tem um bonito apartamento.
- Leite? - N�o, obrigada, tenho compras a fazer.
Que pena.
Antes que voc� me d� um fora hoje,
onde posso encontrar o carro de Jefferson?
N�o tenho ideia. Vendeu antes de entrar na cadeia.
Quem lhe disse?
Filkins e Saulsberry, era a oficina que frequentava.
Tentarei l�.
Obrigado por usar o carro-restaurante.
Ol�, o Sr. Sidney Barber?
Isso, que posso fazer por voc�?
Voc� � o dono do carro ORW120?
Algo errado?
Sou oficial da pol�cia, senhor.
Receio que nos informaram que seu carro est� em condi��es perigosas.
Que idiotice! Meu carro est� em condi��es imaculadas...
...por dentro e por fora.
Permite que d� uma olhada?
Se insiste. Acompanhe-me.
De qualquer forma, ia tir�-lo.
Parece que esteja em condi��es perigosas?
Est� impec�vel, senhor. �s vezes as apar�ncias enganam.
Posso ver o livro de registro?
Se for necess�rio.
Est� na mesa da sala.
Que rapidez!
Ser� por que sabia exatamente onde o tinha guardado.
No arquivo, precisamente no "L" de Livro de registro.
Vejo que comprou o carro ao Sr. William Jefferson.
Voc� o conheceu pessoalmente?
N�o, porque o comprei atrav�s de uma oficina.
Se me houvesse tentado vender pessoalmente...
...teria me negado. Esse cara era um delinquente.
Sabe que esteve na cadeia?
Reconheceria um delinquente a simples vista.
Obrigado.
Posso lhe ajudar com outra coisa, policial?
Havia alguma posse de Jefferson no carro quando voc� o comprou?
Nada.
E fico feliz que fosse assim.
Muito bem, senhor.
Nunca tinha visto um carro em melhores condi��es...
...considerando a antiguidade.
Posso lhe perguntar, policial, quem informou que meu carro...
...estava em condi��es perigosas?
Receio que n�o me permitam dizer, senhor.
Por acaso foi o major Coats?
O major Coats?
N�o deveria ter feito essa pergunta, senhor.
Bem o que imaginava.
Oh, a prop�sito,
pode me dizer o nome da oficina onde comprou o carro?
Claro, foi em Filkins e Saulsberry, no desvio.
Vou at� l�, se quiser eu lhe deixo mais perto.
- Oh, se n�o for inc�modo. - Em absoluto.
Muito gentil, dadas as circunst�ncias.
Ol�, senhor, teve alguma sorte?
- Oh, n�o, n�o quer vender. - Eu j� imaginava.
N�o h� carro melhor conservado na regi�o.
Um cara curioso esse Jefferson, se permite que diga.
N�o suporta ver uma simples mancha nele.
Voc� j� deixou alguma coisa no porta-luvas?
N�o, � muito met�dico para esse tipo de coisas.
Tem certeza que n�o havia nada no carro quando o vendeu ao Sr. Barber?
Claro que tenho certeza.
N�s o trouxemos aqui uma semana depois do acidente.
Tivemos que repint�-lo duas vezes antes que ficasse satisfeito.
Ent�o foi quando nos pediu que o vendesse.
Obrigado.
Que acidente?
Oh, nada grave.
Bateu no port�o de seu jardim ou algo assim.
Viria de uma boa festa.
� curioso porque o Sr. Jefferson era um motorista muito prudente.
Quando aconteceu isso?
Ah, n�o me lembro, h� alguns anos ou isso.
Poderia olhar a data?
Tenho muito trabalho agora.
Pode olhar a data?
Sim, poderia olhar data.
Foi no fim do ano.
Creio que outubro ou novembro.
Sim, com certeza que foi no final de ano.
� detetive particular ou algo assim?
Algo assim.
Sim, aqui est�... Jefferson.
Reparei o para-lama dianteiro, estava destru�do.
Substitu� o farolete lateral por um novo.
- Foi dia 10. - 10 de junho. Obrigado.
Ol�, senhor, posso lhe ajudar?
Quero os n�meros atrasados de junho de h� dois anos, por favor.
Certamente.
Obrigado.
Encontrou o que procurava, senhor?
Poderia, poderia.
T�m licen�a para isto?
Muito engra�ado.
- Entregue-me. - Entregar o qu�?
Que acha? As chaves.
Tamb�m n�o pretendemos pagar desta vez.
Est� bem.
E para lhes evitar os inc�modos,
a da casa de Jefferson,
a do apartamento do filho dele,
a do arm�rio do bar,
a do escrit�rio,
a do cofre...
...e a do carro.
E o chaveiro de presente.
Guarde como lembran�a.
Encontrou algo.
Se fosse assim, estaria no Sul da Fran�a,
n�o sentado com bandidos como voc�s.
Aqui voc� desce.
V� se juntar aos pombos!
Lembra-se de mim, o homem das chaves?
Pois j� n�o tenho mais.
- Que aconteceu? - Imagine. Fui roubado.
Est� brincando?
Uns antigos conhecidos me libertaram delas.
- Posso tomar um drinque? - Sirva-se. Est� l� dentro.
Obrigado.
Sabia que Jefferson teve um acidente de carro h� alguns anos?
Isso n�o pode ser, ele me teria contado.
Em 4 de junho se meus c�lculos est�o certos.
Imposs�vel, n�o estava no pa�s, estava convalescendo no exterior.
Posso dar as datas exatas, se quiser.
Voltou de Maiorca no dia 10...
...e voltou ao trabalho no dia seguinte.
Ent�o seria outra pessoa que bateu o carro dele.
Estava muito orgulhoso dele para deixar que outro o dirigisse.
Nem sequer o filho dele?
E menos o filho dele, era muito imprudente.
Al�m disso perdeu a carteira.
- Foi tirada? - Sim, por dirigir embriagado.
Arranjaram para que n�o sa�sse nos jornais...
...devido a seu hist�rico de guerra.
- Isto come�a a ter l�gica. - A que se refere?
N�o � a �nica que toma notas.
�s 5 da manh� do dia 4 de junho, um varredor de rua foi assassinado...
...por um motorista que atropelou e fugiu em Hampstead.
N�o vejo a rela��o.
Hampstead est� a meio caminho entre a casa de Jefferson...
...e o apartamento do filho dele em Mayfair.
Insinua que Jimmy foi o respons�vel?
Assim �, e seu pai encobriu seu filho como her�i.
Isso tamb�m p�de fazer j� que Jimmy era todo seu mundo.
Mas continuamos sem levar em conta as vinte mil libras.
- Talvez uma chantagem. - N�o poderia ter sido chantagem.
Foi a primeira sugest�o da pol�cia.
Mas ele disse que n�o acreditaram nele.
Claro que acreditaram, porque era respeit�vel e honesto.
N�o havia motivo para uma chantagem.
E ningu�m suspeitava que o famoso �s da guerra...
...pudesse ter sido um rapaz muito travesso.
Matando um homem enquanto cassavam sua carteira de motorista...
...e provavelmente tamb�m estivesse embriagado,
o condenaram a dez anos.
Est� bem, suponhamos que Jefferson fosse chantageado.
Quem faria isso?
N�o sei, mas penso descobrir.
E me pagar� cada centavo desses 20.000.
Agora come�o a entender por que Jefferson lhe deixou as chaves.
Tem sangue frio e � determinado e cruel.
Pensou que isso o levaria ao dinheiro.
mas ele tamb�m sabia que voc� descobriria a verdade.
Ainda continuo sem saber o nome do chantagista.
E se o encontrar,
vai entreg�-lo � pol�cia?
� pol�cia?
Ao Sr. Jefferson n�o teria gra�a.
Por isso deixou as chaves comigo, em lugar de comunicar � pol�cia.
N�o queria que o mundo inteiro soubesse que o Capit�o Jimmy Jefferson...
...era um dem�nio al�m de um her�i.
Mas deve dizer isso � pol�cia.
De qualquer forma, tenho que encontr�-lo.
Pois n�o sei como vai fazer agora que perdeu as chaves.
Disseram-me tudo o que tinham a me dizer.
As chaves do carro nos contou do acidente.
As chaves do apartamento de Jim nos disse que era um b�bado.
Que quer dizer?
Estava b�bado na fotografia dessa garota.
E para provar isso, sua mob�lia estava cheia de �lcool.
Sim, mas, que h� dos recortes de jornal de seu cofre?
Por que queria saber as datas exatas em que levou o dinheiro?
Porque, provavelmente, fosse as datas em que pagou ao chantagista.
- E as chaves da casa dele? - N�o sei.
Provavelmente desapareceram quando os novos moradores se mudaram.
Posso ver essas chaves?
Voc� n�o obter� nada claro delas. At� a b�ssola est� quebrada.
Essa � a quest�o.
O Sr. Jefferson n�o era o tipo de homem que levasse algo que n�o funcionasse.
As agulhas est�o deliberadamente empilhadas ao noroeste.
Pergunto-me se isso poderia significar algo.
� a zona de Londres de onde ele era.
N�o s� ao noroeste, querida, tamb�m ao oeste.
Ol�, Srta. Wiggins.
- Que quer? - Falar com voc� um momento.
Desculpe um momento, sim?
Como se atreve a aparecer aqui?
O que tenha a dizer, ter� que esperar.
N�o pode esperar.
Natalie, esse cara est� lhe incomodando?
N�o, querido, estarei com voc� em um minuto.
Onde podemos falar em particular?
N�o h� nenhum lugar.
Quer dan�ar?
Uma casa linda.
Elegante, cara e de bom gosto.
- Quem paga as contas? - Apenas eu.
Que me diz de William Jefferson?
Que h� com ele?
- Voc� recebeu 20.000 libras, n�o? - N�o seja rid�culo.
Quer saber as datas?
5.000 em 7 de julho,
2.000 em 22 de julho,
- 6.000 em 14 de setembro. - Isso n�o � verdade.
Claro que sim, querida.
E a chantagem � o delito pior do calend�rio.
N�o � o que voc� acha.
S� � um amigo.
Ele me deu o dinheiro.
Olhe, querida, eu n�o nasci ontem.
Voc� esteve com seu filho...
...que atropelou o varredor e o matou.
N�o sei do que est� falando.
A pol�cia sim... se eu contar.
N�o sabia que se dava t�o bem com a pol�cia.
E n�o me dou bem, mas tenho que pensar em meu futuro,
e no seu.
Tamb�m chantageou o bravo capit�o do esquadr�o?
- N�o teria dado resultado. - Por qu�? N�o tinha dinheiro?
N�o teria adiantado nada, eles teriam me matado.
N�o me surpreende.
Ele n�o sabia que estava apertando seu pai.
N�o sabia que me conhecia tanto.
E que vai fazer a respeito?
Alguma sugest�o?
N�o consigo pensar em nada.
Vou lhe trazer um drinque, o que voc� quer?
Tenho gostos caros... champanhe.
Com conhaque? Tem um toque extra.
Pois com conhaque.
Eu lhe conhe�o?
- N�o. - Pois gostaria.
Desapare�a.
Nunca pensou em se associar?
Nunca.
�s vezes � a �nica maneira.
Voc� dan�a muito bem para ser um cara ruim.
Voc� tamb�m.
Voc� est� se divertindo?
O que acha?
Esta � a primeira vez que tenho uma mulher em meus bra�os...
...em dois anos e meio.
Acha-me atraente, n�o?
� melhor que falemos de neg�cios.
Vamos nos sentar.
Quanto resta das 20.000 libras?
Nada.
Desde h� dois anos.
N�o p�de gastar t�o r�pido.
Pois � assim, querido.
Eu tamb�m tenho gostos caros.
N�o t�o caros.
Confira.
Estou no vermelho.
Natalie Worth.
Um descoberto de 125 libras.
Quanto Nora Wiggins tem nesse banco?
� a mesma pessoa, querido, lembra-se?
Se vamos nos associar, dever�amos ser sinceros.
Est� bem.
A Srta. Nora Wiggins tem um cr�dito de... s� 1.500?
Est� vendo? Eu gastei.
Ou investiu.
Iremos ver o diretor do banco de manh�.
assim saberemos exatamente qual � sua situa��o.
- Quanto quer? - Ainda n�o decidi.
Uma situa��o divertida, hem?
A chantagista chantageada.
- Que tal 20.000 para come�ar? - Saia daqui.
N�o me tirar� nem um centavo.
Posso usar seu telefone?
- Nove, nove... - N�o.
Ter� 5.000 pela manh�.
Como primeiro pagamento me parece bem.
Isso lhe dar� tempo para p�r em ordem seus assuntos.
Eles deveriam lhe dar 10.000 por este lugar.
N�o gostaria que isso demorasse no segundo pagamento.
Eu cuido disto.
N�o viajar� a nenhum lugar durante um tempo.
Vamos nos ver em seu banco �s 10:30 h da manh�.
Ligar� para eles e avisar� que estamos chegando.
Assim ter�o o dinheiro contado.
Obrigado pela festa.
Espero que n�o estivesse me esperando.
Tinha melhores coisas a fazer; dormir, por exemplo.
Estive trabalhando.
Alguns de seus trabalhos ainda se refletem em seu rosto.
Descobriu algo?
Jefferson pode descansar em paz.
Natalie Worth.
Que vai fazer?
Ela vai me devolver tudo, com juros...
...para mim.
Esperava que n�o continuasse com essa parte.
Isso � o que Jefferson queria.
Por isso me escolheu, n�o?
Est� tarde. Pode dormir no sof�, se quiser.
Obrigado.
Pensava que ficaria feliz. Tudo saiu como planejamos.
N�o � o plano que desejava.
Espere, n�o demorarei.
- Est� tudo resolvido? - Sim.
Bom dia, Srta. Wiggins.
Temos seu dinheiro, ser� depositado em sua conta.
Obrigada.
Voc� se importaria de preencher um cheque para descont�-lo?
Sou o s�cio da Srta. Wiggins.
Parab�ns, senhor.
Encontramos alguns gastos inesperados.
Restri��o do cr�dito, hem?
Entendo perfeitamente, senhor.
Preparei tudo em pacotes.
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
Cinco mil.
Foi conferido v�rias vezes.
- Se quiser contar... - N�o ser� necess�rio.
Nora Wiggins?
- Sim? - Sou oficial da pol�cia.
Tenho raz�es para acreditar que pode nos ajudar com as investiga��es...
...que estamos fazendo sobre o falecido William Jefferson.
Canalha sujo!
At� caras como eu n�o gostam de chantagistas.
Obrigado, Russell.
Provavelmente ter� uma recompensa por isto.
N�o creio que chegue esse dia.
Surpreendeu-me!
Pensava que ia ficar com o dinheiro.
At� eu me surpreendi.
Em lugar disso, preferi ficar com a garota.
Tradu��o das legendas: PARENTE - SERGIPE - BRASIL - 2 2023
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.