Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Bem, és cá uma tigreza.
Porra.
Esqueci-me de trazer cigarros.
Tu não fumas, fumas?
Foda-se.
Tenho que deixar de fumar.
Agora é que queres falar comigo.
Puta dum cabrão.
É a porra da minha ex.
Deixa-me em paz, estou-me a cagar para os teus dramas.
Sabes, o que eu gostava mesmo era que ela simplesmente
corta-se a merda dos pulsos.
Desculpa.
Não deveria estar a falar dela.
Foda-se, estive quase sempre a falar dela,
no bar.
Não me consigo controlar.
Aquela cadela já me deve ter tirado anos à minha vida.
Estão para aí uns 100 graus aqui,
estou a transpirar bué.
Importas-te que tome um duche?
Na boa.
O que temos aqui?
Jackpot.
Estás a planear juntar-te a mim?
Ei, não percebi o teu nome.
Ou, esqueci-me dele.
Olá?
Do que é que estás à espera?
És uma gaja estranha.
O que raio se passa contigo?
Isso não é nada sexy.
Vou para casa o mais cedo que puder.
Dormiste mesmo o dia todo?
Amanhã.
Continuo a ter que trabalhar.
Podemos passar o dia juntas,
só tu e eu.
Olá. Ms. Samantha, como estás hoje?
Estou muito bem, obrigado.
Gostarias de dançar?
Oh, não!
Ms. Tiffany, o que aconteceu?
Okay, eu já te arranjo.
Aqui estás, como nova.
Querem beber um chá?
Dedos para cima.
Mm.
Ouviram alguma coisa?
Vá lá, olá?
- Sim?
- Ei, sou o Karl, o teu vizinho.
Importas-te de baixar um pouco a música,
só um pouquinho?
Tenho que me levantar muito cedo,
e são quase duas horas da manhã.
Oh, meu deus, perdi completamente a noção do tempo.
Desculpa.
Está tudo bem.
Normalmente eu não me importaria,
até que gosto da música que está a tocar.
É só porque amanhã de manhã vou ter uma audição
e, irei parecer um farrapo se não dormir
pelo menos seis horas.
- Vou baixar o som, prometo.
Também eu, devia de me ir deitar.
- Agradeço-te muito, obrigado.
Amanhã já podes por a música
no máximo.
Não me irei queixar, prometo.
És muito querido, mas normalmente nunca estou acordada até tão tarde.
Com certeza que não estás.
Não te preocupes, também sofro de insónias.
O que queres dizer?
Estas paredes são muito finas.
Quero dizer, que não te ando a espionar, ou algo,
mas às vezes ouço-te.
Ouves-me a fazer o quê?
Agora tenho que ir dormir,
deseja-me sorte para amanhã.
"Parte uma perna".
O quê?
Não olhes para mim assim.
É só um gajo qualquer.
Acho que mora aqui ao lado.
Nunca o tinha visto antes.
Pára.
Nem sequer me lembro.
Acho que se chama Karl.
Amor, não foi nada disso.
Fixe.
Que assim seja.
Pára!
O que estás a fazer?
Sai de cima de mim!
Pára, por favor!
Pára!
O que estás a fazer?
Pára com isso, sai de cima de mim!
Sua puta!
Porquê, por que fizeste isso?
Eu não te enganei!
És igualzinha às outras!
Nenhuma de vocês confia em mim!
Nunca confiam em mim!
- Aquela peida.
Não consigo desviar o olhar, está a chupar-me para,
tipo, um grande turbilhão.
Um turbilhão maravilhoso.
Olha para ela, ela chupa que nem uma campeã!
Na verdade, ela não te faz lembrar
aquela gaja matadora, dos filmes que viamos quando eramos novos?
- Mais ou menos, achas que é ela?
- Nah, nah, as mamas dela eram muito maiores.
Vá lá querida, continua a bombar.
- Ei Mara, vem aqui por um segundo.
- Sim?
- Vê-me só esta gaja, que brasa, certo?
Ela é bué de atraente.
Senta-te.
Vens mesmo na altura certa.
- Acabou-se o fato e a máscara.
Amanhã de manhã vou trabalhar nas peles.
- Oh porra!
Tapou as tetas!
- Tenham uma boa noite,
vejo-vos amanha.
- Onde é que vais, boazona?
Alguns de nós vamos encontrar-nos num bar às 8 horas.
Deverias vir.
Não posso.
Tu nunca sais.
O que fazes depois do trabalho?
Não me digas que ficas em casa sentada
a ver o netflix com, tipo, para aí uma duzia de gatos.
- Vai ver se está a chover, okay?
Estou exausta, e ainda tenho uma porrada de esboços para fazer.
Eu poderia aparecer e massagar-te os ombros,
enquanto desenhas.
- Vejo-vos amanhã.
- Um dia ainda vou papar aquilo.
Vou papá-la à bruta.
- Boa sorte, pode ser que tenhas mais sorte com ela.
Não, não, a Mara age de uma maneira inocente e esquisita
mas, lá no fundo, gosta tanto
de foder como as outras.
Também aposto que ela é bué de esquisita,
é do tipo que gosta de chicotes e correntes, e essas cenas.
Se tu o dizes.
Confia em mim, eu conheço as gajas.
Depois quero que me contes tudo, Casanova.
Vai-te foder.
Fazes ideia se falta muito para chegar o próximo autocarro?
É suposto chegar dentro de
15 minutos, mas andam sempre atrasados
então, quem sabe?
- Porra.
O meu carro avariou-se a uns quarteirões daqui
e, tenho mesmo que ir para casa.
- Que treta.
- Ei.
És mesmo bonita.
- Ei, Mara.
O que se passa?
Desmaias-te.
Não sabia o que fazer.
Então, trouxe-te a casa.
Eu desmaiei?
- Toma.
Bebe um pouco disto.
Vai ajudar-te a relaxar.
- Obrigado.
- Adoro esta música.
Danças comigo?
- O que se passa comigo?
- Vais ficar bem daqui a uns minutos.
Só vai demorar uns segundos até o clorofórmio deixar de fazer efeito.
- O quê?
- Estou a brincar!
Toma, bebe mais um pouco de vinho.
- Quem és tu?
- Não te lembras?
Conhecemo-nos na paragem do autocarro.
Sentei-me ao teu lado, começámos a falar,
tu desmaiaste, etc., etc.
Tiveste sorte por eu lá estar.
A esta hora costumam andar por aí muitos malucos.
- Preciso de ir para casa.
Um, onde estão as minhas coisas?
- Estão alí, do que é que andas à procura?
- Preciso de chamar um taxi.
- Nem penses, precisas é de ficar aqui.
Não estás em condições de andar por aí na rua.
- Vou ficar bem.
- Poderias desmaiar outra vez.
E depois o quê?
O condutor do taxi poderia fazer-te
coisas bué de doentias.
- Tenho que ir.
Foda-se!
Estou tão tonta!
- És estudante de medicina, não és?
Bem, sabes qual é o instrumento que se utiliza
para as lobotomias?
Como se chama?
- O quê?
- Tentei encontrar um na internet
mas, não me consegui lembrar de como se chama.
- Não sei.
- Tens a certeza que não queres ficar?
- Pára, tenho que ir.
- Só mais um pouco?
- Larga-me!
- E aqui está o nosso pequeno génio.
Mara, esta é a Kat.
Kat, esta é a Mara.
- Oh, desculpa.
Prazer em conhecer-te.
- Sim, ela contratou-nos para
lhe fazer sereias, para um pequeno projecto.
Sereias muito sexy.
- Ninfas, na verdade.
É um filme sobre piratas dos novos tempos,
que roubam o barco errado,
e convocam estas ninfas sanguinárias.
Soa ser uma grande porcaria, quando o tento explicar.
- Não, acho que irá ser
muito divertido trabalhar nele.
Deixa-me ir buscar o meu livro de rascunhos,
para podermos anotar algumas ideias.
- Tens a certeza que não estás ocupada?
- Não, já acabei isto, então.
Sou toda tua.
- Bem, então vou-me embora,
vemo-nos mais tarde
para tratar da papelada.
- Sim.
- Tudo bem, divirtam-se.
- Vamos alí.
Assim?
- Há alguma maneira de os fazer mais ao estilo "serpente"?
Tipo, não sei, acrescentando mais umas escalas?
Oh, e tetas maiores, o Sebastian gosta delas apertadas.
Eu sei como ele gosta das mulheres nos seus castings.
- Claro, espera aí.
Também gosto muito, não penses que não.
- Oh, não fiquei chateada.
Vai demorar um pouco até termos os cérebros sincronizados.
- Este é o primeiro filme que estou a co-produzir
e, o Sebastian está descontrolado
então, tenho medo que esta cena toda
vá por água abaixo.
- Não posso comentar de como o filme irá ficar,
mas as tuas ninfas vão ficar um espectaculo.
Oh, sim, bem, posso tirar uma fotografia
e enviá-la para o Sebastian?
- Oh, claro.
- Oh deus, apercebi-me agora que tenho que ir
para o estúdio antes que o gajo se vá embora.
Fica com o meu contacto.
Podes mandar-me uma mensagem, quando acabares?
- Claro, na boa.
- Obrigado.
Mara, aqui!
Estou tão contente por teres aparecido.
- Estou atrasada?
Pensei que tivesses dito às 9:30.
- E disse, só que cheguei mais cedo.
Sou neurótica acerca de tudo.
Isto está muito morto, huh?
- Oh, eu sei, na verdade eu não
saio muito.
- Gosto do teu casaco, onde é que o arranjaste?
- Um amigo esprestou-me.
- O que queres beber?
- Pode ser o mesmo que tu.
- Ouve, quero agradecer-te por
teres começado a trabalhar tão depressa.
Isso significa muito para mim.
- Isso não é problema.
Estou a gostar muito.
- Obrigado.
Pronta?
Às criaturas sexy do mar.
Às criaturas sexy do mar.
- Espera, espera, espera, espera!
Vamos tirar uma selfie!
Acho que nos estão a mandar embora.
- Oh, meu deus.
Está tão quente aqui.
- Eu vivo mesmo ao virar da esquina,
se quiseres ir a minha casa.
- Sim, provavelmente não deveria conduzir.
- Vá lá, vamos.
Woah!
- Estás bem?
- Sim, está é a minha casa.
Não é lá grande coisa, mas ao menos está limpinha.
- Oh, é bonita, é aconchegadora.
- Palavra código para as pequenas mas, tanto faz.
Estás cansada?
Porque eu estou muito agitada!
Queres ver um filme?
- Sim, óptima ideia.
- Tudo bem, tenho aqui uma grande colecção de filmes.
Senta-te aqui.
- Estás a olhar para onde?
Está tudo bem?
- Está tudo perfeito.
Desculpa, não te perguntei se gostas de gajas.
- Uh, normalmente não.
Mas de ti gosto.
- Eu também gosto de ti.
Tipo, gosto mesmo de ti.
Muito.
- Tão bonita.
Não é engraçado?
Oops, desculpa.
- Ei, queria pedir desculpas por ter sido
um otário, ontem à noite.
Espero não ter parecido muito chateado.
Estava tão cansado.
- Não, não, eu é que tive a culpa por ter a música muito alta.
Desculpa.
- Sem ressentimentos?
- Oh, claro que não, obrigado.
- Bem, de qualquer das maneiras, vou deixar-te voltar para a tua noite.
- Ei, como correu a audição?
- Acho que arrasei, mas...
Não sei.
Metade do pessoal estava ocupado com os telemóveis, então.
- Desculpa por ouvir.
- Eh, não faz mal.
Também, se for para algum guião da treta,
provavelmente nunca serei escolhido.
- Mesmo assim, deve ter sido frustante.
- Já estou habituado.
Ei, encomendei bué de comida chinesa,
deve estar quase a chegar.
Tens fome?
- Não, quero dizer, da última vez que comi comida chinesa,
fiquei doente.
- Talvez noutra altura?
De que tipo de comida gostas?
Nunca mais vou encomendar tanta comida.
- Sou vegetariana, então, nada de carne ou lacticinios.
Tenho alergias.
- Estou a tomar nota na minha cabeça.
Okay, então e amanhã?
Sou o Karl, a propósito.
- Já me tinhas dito.
Sou a Mara.
Chamo-me Mara.
Claro, amanhã parece-me óptimo.
- Excelente.
Até amanhã, Mara,
um, às seis?
- Claro, vejo-te depois.
O quê?
Não olhes assim para mim.
Ele só estava a ser simpático.
Pára.
Eu não!
Eu não te estava a trair!
Não me faças isto!
Estávamos a ter uma noite tão agradável!
Pára de dizer isso!
Não estou!
Não foi nada disso!
Desculpa, não era minha intenção!
Não fiz nada de errado!
Eu ía esperar e enviar-te algumas fotografias,
mas já que estás aqui,
vou mostrar-te.
- Mal posso esperar para ver!
- Tudo bem.
Abre.
- Oh wow, é lindo.
- Obrigado.
Vão ficar muito melhor quando estiverem juntas
mas, sabes.
- Não acredito que fizeste isto tão depressa.
- Bem, quando estou a fazer algo que gosto, trabalho muito depressa.
E estou muito afim disto.
- Bem, obrigado por dares vida às minhas ideias.
- O prazer é todo meu.
- Vais fazer algum intervalo?
Se não beber um café com leite,
vou dar o berro.
- Um...
Não sei, ainda tenho muito trabalho para fazer.
- Faz parte de mim.
- Okay, acho que posso parar uns minutos.
- Porreiro.
Da maneira como saiste na outra manhã,
pensei que já tinha feito porcaria.
- Desculpa, dormi demais.
Não era minha intenção ser antipática.
- Não faz mal, de qualquer das maneiras, eu também não estava bem.
Tinha tantas bebidas à disposição.
Espero não me ter embaraçado a mim própria,
normalmente não bebo assim tanto.
- Eu também não, especialmente whisky.
- Ontem à noite, fiz muitas coisas
que normalmente não faço.
Só te queria beijar, e depois...
As coisas ficaram muito intensas.
Fico feliz por não te ter assustado.
- Eu não me assusto facilmente.
- Sim, já percebi.
É muito dificil saber o que vai na tua cabeça, és muito misteriosa.
- Não há mistérios nenhuns.
Sou muito envergonhada, acho eu.
- Não tens que concordar comigo,
eu não julgo ninguém.
Eu sei que disseste que não gostas muito de miúdas, mas...
A noite passada não poderia ter sido a tua primeira noite.
- Não, já lá vai um tempo.
- Sim.
Já há muito tempo que não estou com ninguém.
Eu costumava sair com um gajo, há muitos anos, e...
Ele era um grande canalha.
Sabes, estou mesmo contente por ele ter saido da minha vida.
Importas-te que nos sentemos?
Estou à rasca dos pés.
Já não usava saltos altos há meses.
- 20 dólares, e bué de confortáveis.
- És adorável.
O que vais fazer hoje à noite?
Vai haver uma amostra de video que tenho que ir
mas, vou sair por volta das 10 horas.
E, estava a pensar que talvez pudesses
sair mais à noite, para irmos comer qualquer coisa?
Há um snack-bar muito bom, aqui perto.
- Claro, por mim tudo bem.
- Ei.
- Oh, foda-se.
Tinhamos um encontro, esqueci-me totalmente.
Deus...
Tive um dia de merda, e agora, tenho que ir
fazer este trabalho.
Desculpa, sinto-me terrivelmente mal.
- Sim, bem, não faz mal.
Sabes, tanto faz.
- Não, não, eu estava mesmo à espera disto.
Que tal noutro dia qualquer, da semana que vem?
Vou compensar-te, prometo.
- Olha, não te preocupes com isso, está bem?
De qualquer das maneiras, estou cansado.
Vejo-te por aí, okay?
- E depois os aliens bazaram,
e ela gritou,
"levem-me, levem-me a mim!"
E, ela disparou um tiro para o céu,
como se os aliens, na nave,
a ouvissem, e
eles fizeram-no, voltaram atrás e raptaram-na.
E, depois, ela foi para a nave
e viu o seu namorado, e
ele era meio humano, tipo um hibrido de alien.
E ela tentou salvá-lo, e...
Estou-te a aborrecer?
- Não, está a ser fascinante.
- Fascinante?
Nem de perto nem de longe.
Mas a audiência parece estar a gostar
então, o que faço agora?
- Quando era criança costumava ter pesadelos com aliens.
Eles vinham e ficavam sobre a minha cama.
Eu paralizava, não conseguia
gritar, ou mexer-me, e...
Eles não me tocavam, nem nada,
não me levavam.
Simplesmente ficavam a olhar fixamente.
- A minha irmã, ela teve terrores nocturnos até aos 14 anos.
Ela acordava aos gritos, para aí
duas ou três vezes por semana.
Ela também costumava ser sonâmbula.
Houve uma vez que quase caiu das escadas.
- Wow.
- Tens irmãos ou irmãs?
- Não.
- Só as crianças tendem a ser introvertidas.
Provavelmente é por isso que és tão misteriosa e sexy.
Op, a comida chegou!
Vais adorar este sitio, é...
praticamente só como coisas de lá.
Adoro cozinhar, mas...
Não importa, vais adorar.
Obrigado!
Tudo bem, vou preparar a comida
de maneira a parecer que fui eu que a fiz.
Adeus.
Tudo bem, tenra, média ou picante?
- Oh, uh, média está fixe.
- Okay.
- Não, agora não!
Não, pára!
Cala-te!
Não, não vou fazer isso!
Não, ela não!
Oh, deus!
Não lhe vou fazer isso!
Tenho que ir!
Eu...
Esqueci-me de tomar os medicamentos!
Tenho que ir!
- Então, vens?
- Não posso.
Sabes que amanhã tenho aquela cena.
- Tanto faz.
- Dá-me um beijo.
- É provável que eu tenha o sabor da tua esporra.
- Não importa.
Até amanhã.
- Cum caraças!
Ei!
Abre!
Deixa-me entrar!
- Desculpa pela noite passada.
Tenho que tomar os medicamentos
porque, se não os tomar, entro em recessão.
Estava com tanta pressa para aparecer,
que me devo ter esquecido.
- Vá lá.
Para que são os medicamentos?
- Enxaquecas.
Tenho-as desde criança.
Às vezes estou tão mal que nem sequer consigo fazer nada.
Fico na cama uma porrada de dias.
- E os medicamentos, ajudam?
- Na maior parte das vezes.
Quero dizer, já os tomo à tanto tempo,
que nem sei bem.
- São lindas.
Vou pô-las no meu quarto.
Não queres vir comigo?
- Claro.
- Ei.
Queres amarrar-me?
- O quê?
- Vá lá, vamos avacalhar um bocado.
- Okay.
- Com mais força.
Ei.
Queres seguir para o próximo nivel?
O que é que tens em mente?
- Bem...
Tenho alí uma faca, na prateleira dos livros.
Podes passá-la pelo meu corpo.
Não com muita violência.
- Tens a certeza?
- Sim.
Confio em ti.
Sim.
Podes ser um pouco mais violenta.
Sim, assim.
Então, quando é que vou ver a tua casa?
- Não sei.
- Não estejas embaraçada.
De certeza que não é tão pequena como a minha.
- Não é isso.
É que...
Está sempre muito desarrumada.
Nunca estou em casa para a limpar.
- Mais desarrumada do que aqui?
Sabes, começo a pensar que estás a esconder alguma coisa.
Não tens namorada, pois não?
- Não.
Não, não tenho namorada.
- Então, qual é o problema?
Quero ver a tua casa.
Quero ver onde moras.
Posso ajudar-te a limpar.
Seria divertido.
Tipo, andar a bisbilhotar.
- Não tens que fazer isso.
- Está bem.
Não vou fazer.
Só não percebo porque nunca me levas a tua casa.
- Levar-te-ei, prometo.
Da próxima vez que tiver um dia livre, vou limpá-la,
e prometo que podes lá ir.
Vou fazer o jantar para nós, ou algo.
- Adoraria isso.
Desculpa por ser esquisita.
A última pessoa com quem andei, era um grande canalha.
Então, tenho muito cuidado no que diz respeito a relações amorosas.
- Eu compreendo.
Oh, perfeito.
- Deixa-me ajudar.
- Não é preciso, eu apanho.
- Oh, não custa nada.
- Eu disse,
que apanho.
- Karl, ela disse que estava bem.
- Tem uma boa noite, Mara.
- Pára, pára!
Sai de cima dela!
- Qual é o problema, estás com ciúmes?
- Não sejas ciumenta.
Junta-te a nós.
- Sim, junta-te a nós.
- Por que não ligas à kitty Kat?
Diz-lhe para vir brincar connosco?
Ao que achas que ela sabe?
- A sumo de melancia.
- Parem com isso, calem-se!
Parem com isso, calem-se!
Parem com isso, parem com isso!
- Estás bem?
- Está tudo uma merda.
É por isso que estou sozinha, a meio da noite,
nesta merda desta vizinhança.
- Para onde vais?
- Para casa.
- Foi o que pensei.
Posso dar-te uma boleia.
Não há problema, entra.
- Acho que sim.
Ei, de certeza que não te importas?
Eu moro um pouco longe daqui.
- Não tenho pressa de ir para o meu apartamento vazio.
- Desculpa se à pouco fui uma parvalhona.
Esta noite tem sido um inferno.
Que se lixem os encontros online!
São todos umas aberrações do caraças.
Claro, no primeiro encontro,
ele foi um cavalheiro.
Nem me deu um beijo de boa noite.
Mas esta noite,
oh, cum catano.
Não irias acreditar.
Eles são todos iguais.
Pensem que te podem convidar para sair e,
engatar-te com uma garrafa de vinho bem cara.
Depois, é suposto fazer-lhes uma mamada
no banco traseiro do taxi, como se lhes devesses alguma coisa.
Sabes o que é que este me disse?
Ele disse, "Dou-te 200 dólares se me fizeres uma mamada."
E eu disse, "ouve amigo, eu não vou a lado nenhum,
"com a treta do teu caralho, okay?"
"Nem por um milhão de dólares."
Especialmente com um tótó dum taxista a olhar.
Oh, vira aqui.
Eles que se lixem.
Todos eles.
Oh, é mesmo aqui.
Podes encostar, está bom.
Ei.
Muito obrigado.
Não sei o que teria feito lá atrás.
Provavelmente teria sido assaltada,
violada, sabe-se lá o quê.
Achas que vão haver mais taxis a esta hora,
quero dizer, não é assim tão tarde.
Bem, em todo o caso.
Foi muito bom conhecer-te.
Sou a Vera, já agora.
- Eu sou...
- Oh, meu deus!
O que se passa?
- Não sei.
Assim de repente, eu só...
- Grande merda!
Um...
Acho que é melhor entrares.
Vou buscar-te água, ou um medicamento, ou qualquer coisa.
- Não, não, tenho que ir para casa.
- Por favor, eu faço questão.
Não estás em condições de conduzir.
Aqui tens.
- Obrigado.
- Estava mesmo preocupada contigo
à pouco, lá atrás.
Estavas toda verde.
- Sinto-me muito melhor agora.
Deve ter sido alguma coisa que comi.
- Bem, preciso de me ir mudar.
Estes sapatos pareciam ser muito
mais confortáveis, no manequim.
Volto já.
És mais do que bem vinda
para ficares aqui, se quiseres.
Não posso ficar aqui contigo esta noite,
porque tenho que me levantar às 7 horas.
Bem, escuta, podias ficar só até te sentires melhor.
Certifica-te que fechas a porta
quando saires, okay?
- Agradeço-te muito,
mas tenho que ir para casa.
Tenho animais domésticos em casa.
- Oh, eu compreendo.
Eu também já tive chihuahuas.
São muito pequenos e muito queridos.
Se os deixares sozinhos por mais de três horas,
cagam-te os tapetes todos.
- Obrigado pela água.
Vejo-te por aí.
- Conduz com cuidado.
Merda, ela esqueceu-se do telemóvel.
Ei, esqueceste-te do telemóvel, espera!
- Linda menina.
- Isto é maravilhoso, certo?
- Oh, são tão bonitos!
- Bonitos e sangrentos, assim do jeito que eu gosto.
- Oh, ei!
Eu ía passar por aí, para
dar um alô, mas o Bobby disse que estavas ocupada, então.
- O que é que vocês estão a ver?
- É uma treta dum filme de terror acerca de coelhos assassinos.
Já tinhas visto?
- Não, não tinha.
- É muito longe lá fora.
- Se achas que é longe lá fora,
tens que vir a minha casa um dia destes.
Tenho um móvel cheio de cenas em vhs.
Quero dizer, merdas que nunca irás ver,
tudo sobre exploração, sobre
caracteristicas de criaturas.
Se foram feitos entre 1970 e 1989,
quase de certeza que tenho.
- Adoro essas cenas!
- Bem, então e hoje à noite?
Quero dizer, Mara, és mais que bem vinda
para te juntares a nós.
- O que dizes?
- Não posso, tenho uma porrada de coisas para fazer.
- Ela nunca quer sair.
Está sempre tão atarefada.
- Está bem, vejo-vos mais logo.
- Tens a certeza?
Boo.
- Mais coelhos sangrentos para nós.
- Aqui tens.
- Obrigado.
- Ei.
- Ei.
- O que é que uma gaja tão bonita como tu
anda aqui a fazer sozinha?
- A tentar recompor-me.
- Deve ter sido um encontro às cegas.
Porque, alguém que veja a tua cara ou,
que esteja ao pé de ti, ou é cego,
ou um idiota.
Deixas-me pagar-te uma bebida?
- Não quero, obrigado.
- Vá lá.
Só mais uma.
Eu pago.
- Já que insistes.
- Tudo bem.
Ela pode beber mais um copo?
- Sim.
- Desta vez sou eu que pago.
- Obrigado.
Sabes,
nunca tinha feito sexo num motel.
Espera, menti.
Mas, era mais tipo um hotel.
O que achas?
Vamos ficar um pouco,
excêntricos?
O que pensas disto?
Pode ser.
Oh, pára.
Não consegue magoar assim tanto.
Não te preocupes.
Não te vou cortar nada.
És um homem casado.
Vou deixar-te ir para casa inteiro.
Qual é o problema?
Pensei que era isto que querias.
Oh, espera, querias foder-me.
Desculpa.
Eu primeiro.
- Vês?
Era disto que estava a falar.
Não é espectacular?
- Parece fixe.
- Não lhe ligues, ele não ficaria excitado nem que
o seu caralho estivesse a arder.
- Eu disse que parece fixe.
- Bem, eu adoro, Mara, sabes que adoro.
- Obrigado.
- Tenho que atender.
- O que se passa com ele?
Sabes, ele é tipo um tótó,
mas não do tipo grosseiro, sabes?
É mais, tipo, um irmão mais novo, só que mais velho.
- Ele não é nada, comparado com
a maioria dos produtores com quem tive que lidar.
Pelo menos ele deixa-te assumir o controlo.
- Sim, porque ele não consegue tomar uma decisão.
Excepto quando se trata da nudez das mulheres,
então aí é mais, mais e mais.
- Tal e qual como qualquer gajo nesta industria.
- Mais ou menos.
Ei, o que vais fazer esta noite?
Nós vamos a casa do meu amigo Stephen,
ver a curta que ele filmou no mês passado
e, adoraria que conhecesses o pessoal.
- Não posso, tenho que trabalhar até muito tarde.
- Até quando?
Tenho a certeza que podemos aparecer sempre que quisermos.
Ele vai estar a mostrá-la vezes sem conta.
- Não sei.
- Vá lá, por favor?
Okay, posso estar pronta às 10 horas?
- Okay, eu depois vou-te buscar.
Estou tão excitada!
- Oh, não, não precisas de fazer isso,
eu encontro-me lá contigo.
- Não me importo de esperar.
- Não, a sério.
Então, acho que preciso de me apressar,
porque não quero estragar tudo.
- Promete que não te vais baldar?
- Eu prometo.
- Okay, depois envio-te a morada.
Muito obrigado por teres saido
com os meus amigos, esta noite.
- Eles são tão engraçados, e foram todos
muito simpáticos para mim.
- Eles são desagradáveis, muito desagradáveis,
mas são inofensivos, mais uma vez obrigado.
- Eu diverti-me, a sério.
Diverti-me.
- Então...
Quando é que vou conhecer os teus amigos?
- Eu...
na verdade não tenho amigos.
Quero dizer, trabalho tanto que nunca tenho tempo.
- Tu deves ter alguns amigos.
- Não, a sério.
Não tenho, quero dizer, já tive, mas...
Perdi o contacto com eles.
- A sério?
Não estás embaraçada por minha causa, estás?
- Não, claro que não.
Eu trabalho, e venho para casa.
Desenho, e depois vou dormir.
Essa é a minha vida.
Costumava ter um ratinho de estimação.
Mas, ele morreu.
- Sabes,
talvez te consigamos arranjar um gato.
- Acho que já tive um.
Sai.
Sai.
- Por que nos manténs aqui fechada
durante tanto tempo?
- Como pudeste fazer-nos isto?
- Não tive escolha.
Vocês obrigaram-me.
- Não, eu amava-te!
Eu amava-te!
- Tu ías mandar-me para o lixo
assim como fizeste com as outras.
- Não foi nada disso, não digas isso!
- É isso que eu sou para ti?
Um lixo humano!
- Não digas isso, não é verdade!
- Não te vou deixar fazer-nos isto.
- Ontem, passaste novamente a noite fora.
Nunca vens para casa.
Não te vou deixar ir embora outra vez.
Nunca, nunca, nunca, nunca!
- Eu trouxe sopa!
- Quê, huh?
- O Bobby disse que estavas muito doente,
nunca respondeste às mensagens
então, pensei em fazer de enfermeira mas,
nada de trajes pornográficos porque, aperbeci-me que
não estavas com disposição.
Oh, que cheiro é este?
Deixaste cair o caixote do lixo?
- Tu, não podes estar aqui.
- Não te preocupes, abusei na dose das vitaminas
antes de vir para aqui, para não ficar doente.
E, tenho a fisionomia de um homem de ferro.
- A sério, não podes estar aqui, sai!
Agora!
- Desculpa por não ter dito que vinha,
mas estava preocupada!
- Sai daqui!
Sai!
- O que é que te deu?
- Olha, foi bom mas acabou, okay?
Nunca mais te quero ver!
Acabou-se, agora vai!
Foda-se!
- Percebo por que gostas tanto dela.
Ela não está tão deteriorada como eu.
- Tão deteriorada como nós.
- Em tempos, já fui bonita como ela.
Agora sou horrivel!
Tornaste-me feia!
- Tornaste-nos feias.
- Quero fazer-te feia.
Dessa maneira, nunca mais ninguém te irá amar.
- Dessa maneira, ela nunca te irá amar.
- Eu livrei-me dela.
O que queres mais?
- Quero aquilo que me deves!
- Aquilo que nos deves.
- Desculpem.
Não queria que nada acontecesse.
Simplesmente aconteceu.
- Simplesmente aconteceu?
Oh, qual é o problema?
Não queres tornar-te um pouco vadia?
- Nunca mais vou cair em tentação!
Prometo!
Oh, tu prometes?
Ela promete.
- É demasiado tarde para isso.
O que é que dizes de taparmos aquela linda boca, primeiro?
- Não, não, não, não!
Não, não, não!
Não!
Não!
- Assim está melhor.
- Muito melhor.
Vamos fazê-la sangrar.
Vamos fazê-la sangrar como nós!
Assim, podemos ficar com ela para sempre.
Puta!
- Vais viajar, ou algo?
- Huh?
- A bagagem.
Férias?
- Não, vou viajar em trabalho.
- Mas, é tão tarde!
O que é que fazes, és médica, ou algo?
- Ou algo.
- Dá cá.
Deixa-me ajudar-te.
Puxa cá para dentro.
Aqui atrás não há espaço.
- Kat, estás em casa?
Kat, só quero falar.
- O que estás aqui a fazer?
- Desculpa pela maneira que tenho andado a agir.
Tenho andado maluca, sabes.
Não me andava a sentir bem, estava muito doente,
ando a atravessar momentos muito dramáticos.
Não era minha intenção descarregar em cima de ti.
- Não faz mal.
Ouve, podemos falar amanhã?
- Sim, claro.
Só te queria dizer que estou arrependida.
Não podia esperar para te dizer como me sinto.
Amo-te.
Estás bêbada.
Olha, foi querido da tua parte.
Mas agora não é a melhor altura.
Posso enviar-te uma mensagem amanhã?
- Quem é?
- É só uma amiga.
- Oh.
Tens companhia.
Isso é que foi rapidez.
- Ela é bonita.
Por que não lhe perguntas se quer brincar connosco?
- Desculpa, pensei que tinhamos acabado, tu
correste comigo de tua casa e disseste-me
que nunca mais me querias ver.
O que é que estavas à espera?
- De nada.
Não estava à espera de nada.
- Tens a certeza que não te queres juntar a nós?
Qual é o problema dela?
Não te consigo ouvir, seu otário!
Mas que porra?
- Responde!
Estás a olhar para onde?
Eu sei!
Eu estraguei tudo!
Ugh!
Calem-se, calem-se, calem-se!
Parem de me julgar!
Ninguém o vai fazer.
Quê,
tenho,
que fazê-lo?
Isto vai deixar-vos felizes?
É isto que querem?
Se eu morrer, que é que irá tomar conta de vocês?
Ninguém!
Sou tudo o que têm!
Jesus Cristo.
- Olha, importas-te de fazer uma pausa por uma hora?
Tenho estado todo o dia no hospital.
- No hospital?
- Sim, Jasmine, não ouviste?
A policia não falou contigo?
- Acerca do quê?
- Jasmine!
Alguém a assaltou!
- Oh, meu deus, isso é terrivel.
Eles sabem quem foi?
- Ainda não, ela não tem estado em condições para falar.
Quem quer que tenha sido, lixou-a muito bem.
- Wow, sempre me senti tão segura com esta vizinhança,
nunca me imaginaria a ser atacada aqui.
- Como é que sabes que foi aqui?
- Não sei, perguntaste se os policias tinham falado comigo
então, presumi que tinha acontecido aqui.
- Sim, okay, okay.
Ouve, neste momento estou meio passado.
Não estou a funcionar bem da cabeça, okay?
- Claro Karl, eu compreendo.
Se houver alguma coisa que possa fazer,
por favor diz-me.
- Estás a sangrar.
- O quê?
Oh, não, é tinta.
Eu estava a pintar.
- Está bem, tu, okay, és uma artista.
Okay.
Agora vou descansar um pouco, está bem?
Se puderes manter o volume
baixo durante uma hora, o meu cérebro
agradecia-te muito.
- Claro, claro.
Porra!
Ei, Kat?
Por favor.
Não desligues.
Eu...
Estou muito deprimida.
Não sei o que fazer.
Tenho medo de me magoar a mim própria.
Tomei os comprimidos todos, não sei quantos eram.
Não sei mais para onde me virar.
Por favor, por favor, aparece por cá.
Por favor.
Okay.
Entra.
Obrigado por vires,
não sabia a quem mais ligar.
- Isto foi por causa da outra noite?
Desculpa, não era minha intenção magoar-te.
Fui uma grande cadela.
- Não, não é isso.
Bem, é mais ou menos isso.
Não sei, é tudo.
- Isto tem a ver com o teu novo look?
Porque, essa não és tu.
Se isso te fizer sentir melhor,
aquela puta nunca respondeu às minhas chamadas.
- Eu senti mesmo aquilo que disse na outra noite.
Que te amo.
Eu sei que é uma loucura, mas amo.
Tive algumas coisas para resolver primeiro.
Mas já estão resolvidas.
- Ouve, eu também tive sentimentos, mas
não me quero envolver contigo.
Eu preciso de estabilidade, e tu só
falas em magoar-te a ti própria?
Não consigo lidar com isso.
- Eu tenho problemas, sei disso.
Mas estou a tentar resolvê-los, estás a ver?
Eu deixei-te entrar.
Estás em minha casa.
- Ouve Mara, és mesmo uma boneca,
e sinto-me atraida por ti, mas
não estou a ver isto a dar resultado.
- Por favor.
Tenho uma coisa que preciso de te mostrar.
Dá-me só cinco minutos,
e prometo que nunca mais te vou incomodar.
- O que é?
- Vem comigo.
Fecha os olhos.
Vai em frente, confia em mim, fecha-os.
- Okay.
- Vamos.
Okay, mantém os olhos fechados.
- Tudo bem.
- Só mais uns passos.
- Posso abrir os olhos?
- Okay.
Abre!
- Oh meu deus, o que fizeste?
- Eu sei que não consigo competir com ela.
Ela é tão bonita, tão perfeita.
Sei que a queres mais a ela do que a mim.
Mas agora, já não terás que escolher.
- Tu és doente!
Oh meu deus, o que é que fizeste com ela!
- Gostas dela?
Diz-me a verdade!
- Deixa-me ir!
Não vou contar nada, não vou dizer nada a ninguém!
- Dizer alguma coisa a quem?
Não vês?
Agora podemos ficar juntas.
Tu,
eu,
e aqui a tua amiga.
- Afasta-te, vou magoar-te, eu juro!
- Mogoar-me?
Por que me irias magoar?
Eu amo-te.
- Não.
- Desisti de tudo por tua causa!
De todos eles!
Eles não significam nada!
- Socorro!
- Shh!
Foste sempre tu, Kat.
Tu.
Shh.
Tudo irá ser perfeito.
Confia em mim.
Os teus lábios.
São tão suaves!
Poderia beijá-los para sempre.
Shh!
Shh, não me queres beijar?
- Por favor, fica longe de mim!
- Eu estou bem.
Olha.
Fecha os olhos,
e relaxa!
Sua puta.
Sua puta!
- Alguém me ajude!
Por favor, alguém, por favor!
Ela é uma psicopata!
Ela matou-a, temos que bazar daqui!
- Vou chamar a policia!
- Não, não temos tempo!
Oh, meu deus, não!
- Agora somos só nós as duas.
Assim como estava destinado.
- Não te vais safar com isto!
- Está melhor?
Está tudo bem.
A Mara está aqui.
A Mara vai fazer com que tudo seja melhor.
Vamos ficar juntas...
Para sempre.
Era capaz de matar por mais dez minutos assim.
Obrigado por teres voltado para mim.
Amo-te
Amo-te.
Porra, merda, filhas da puta,
saiam daqui!
Deus, foda-se!
Minha Kat.
Volto já.
Amo-te.
Ow.
Estúpidas.
Oh, não!
Ms. Lucy!
Não, pára!
Não!
Larga-me!
Não, pára!
Não, pára!
Não, não, não!
Não!
Não, espera, espera, não!
Não!
Não!
Não, não!
Não!
Não!
- Tentaste ver-te livre de nós,
substituir-nos.
E agora, és nossa para sempre.
- Nunca te deixaremos ir!
Nunca, nunca te deixaremos ir!
Assim como estava destinado.
Era assim que estávamos destinadas.
- Desculpem, nunca quis
magoar nenhuma de vocês!
- Mas magoaste-nos tanto, sua puta!
E nós perdoámos-te.
- Valeu a pena?
Ela valeu a pena?
Eu perdoo-te.
- Nós perdoamos-te.
- Shh!
Vais ficar aqui para sempre.
tradução e revisão: rui leite
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.