All language subtitles for Barricade (1950)(1)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian Download
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

-O que quer tomar? -Qualquer bebida.

-Só tenho uísque. -É uma bebida.

Cheio?

Olá, xerife.

-Acalma-se, já foi embora. -Quem?

-O xerife. -Do que está falando?

Está tudo bem, já te disse. É meu amigo.

Ainda bem.

Não fique nervoso. Eu te pago uma bebida.

-Porquê? -Parece que está precisando.

Obrigado.

Agradeça a quem a pagou, ao Kruger.

-Quem é o Kruger? -Meu patrão.

Tem uma mina fora da cidade. E é dono da cidade também.

Agradeça-lhe por mim.

-Já trabalhou em uma mina? -Já andei ao minério.

Temos falta de braços na mina. Está interessado num emprego?

Não, estou pensando em me instalar aqui. Obrigado de qualquer modo.

Está perdendo uma boa oportunidade.

Se trabalhar para o Kruger, ele paga bem, não faz perguntas

e não gosta de pessoas que as façam. Nem os xerifes.

Onde quer chegar?

Não deixe que o nome desta cidade te engane.

É um refúgio, mas não é pacífico.

Não ligue para o Tippy. Ele delira bêbedo ou sóbrio.

Peaceful Haven (Refúgio Pacífico). Quem acha que deu o nome a terra?

O velho Kruger. Um cavalheiro extravagante.

Já bebeu bastante.

Tenho de ir andando.

Quando partir vire à direita. O gabinete do xerife é à esquerda.

Já estive metido em várias confusões. E o Kruger também.

Por isso é que ele é bom para tipos como nós.

Quando se domina uma cidade

tem de haver um entendimento com as autoridades, por assim dizer.

E esse emprego, quanto é que dá?

$80 por mês, cama, comida e porcentagem na exploração.

Então talvez eu aceite.

Mais cedo ou mais tarde o rato fugido encontra um buraco.

Não é verdade, Benson?

Que fique bem claro. Aceito este emprego porque preciso de apoio

e é essa a única razão.

Até parece que estava a duvidar da tua palavra, não é, xerife?

Precisa de apoio, mais nada.

Entra, temos mantimentos para levar da cidade.

Aqui o Benson dava um bom capataz.

Peaceful Haven. É aqui que fica, sr. Milburn.

Desculpe, senhora, ainda tem pela frente uma longa viagem.

É melhor beber enquanto pode.

Por favor, ali tem um homem que pode fazer perguntas.

Se fizer, diga que me conhece, que somos amigos e viajamos juntos.

Me chamo Eleanor Frederick. Lembra-se disso?

Não entendo.

Eu explico depois. Por favor, é importante.

-Qual seu primeiro nome? -Aubrey.

Aubrey Milburn. Não me esqueço.

Diga qualquer coisa, por favor.

Deseja alguma coisa?

Procurada - Foragida da Prisão de Mulheres de Indiana- Judith Burns

Que semelhança extraordinária, não é?

É extremamente parecida comigo, não é, Aubrey?

Não sei que cara tenho, mas tenho sido tomada por tanta gente.

Lembra daquela experiência embaraçosa em St. Louis, Aubrey?

Está perdendo tempo, srta. Volte para o leste na primeira diligência.

Não, não partirei.

Que grandes garras!

Deixem-na ir.

Ela não sabe guiar os cavalos. É capaz de se matar.

Não seria nada mal.

O que aconteceu?

Que esquisito. Não tem condutor.

-Talvez tenha ido pedir ajuda. -Não se sai andando de um desastre.

Ainda respira.

Olhe a moça.

É bem bonita, não é?

-Como ela está? -Muito ferida.

O que faremos, ficaremos aqui?

Não podemos deixar aqui para morrer. Leve-a para a carroça.

-Tem coisas na vida pior que a morte. -O quer dizer com isso?

Nada. O Tippy gosta de falar muito.

Não há nada mais lamentável e horrível

que os gemidos de um doente, não é?

Com o tempo se acostuma, sr. Peters.

A sua nova casa. Parece uma grotesca prisão, não é?

É, sr. Peters, e são homens como o senhor e eu

que a fizemos o que é.

Vai ver, sr. Peters, vai ver.

O que é que ele tem?

Acho que está batendo as botas.

O que aconteceu?

Ficou farto. Tentou atravessar o deserto a pé.

Porque ele fez isso?

Há três maneiras de sair daqui.

Atravessando o deserto pelas montanhas

ou regressando a Peaceful Haven. São todas iguais.

Está morto.

Bandy, Smith, vão buscar pás e abram uma cova.

Benson, o juiz...

Não está em condições de assistir ao funeral.

-Bêbado? -Inconsciente. Está dormindo.

Talvez o sr. Milburn queira presidir.

Tem ar de quem sabe umas orações de cor.

Milburn, venha cá.

-Como sabe meu nome? -Vi em sua carteira.

Pelo estado do meu tornozelo,

terei que abusar da sua hospitalidade mais um tempo.

-Fique o tempo que quiser. -É muito generoso. Mal fique...

Não é generosidade, sr. Milburn.

Pode trabalhar, tenho falta de homens.

Mas eu mal posso andar. Pode ver isso.

Além do que, não entendo nada de minas..

Não é verdade, é muito delicado.

O Tippy lhe arranja trabalho na cozinha.

Peaceful Haven fica há cerca de 56 km à leste.

Ninguém é obrigado a ficar, sr. Milburn.

Talvez se me emprestasse uma carroça e um cavalo...

Isto é uma mina, não uma cocheira.

-Estou pronto para pagar. -Não preciso do seu dinheiro.

O que aconteceu à moça?

Parece que não passa desta semana. Talvez seja o melhor.

-Ou não sabia? -Não sabia o quê?

Vá dizer umas orações.

Você aí, o homem novo, venha cá.

-Como se chama? -Peters.

O Benson deve ter te encontrado debaixo de uma rocha.

Ainda não acabei.

Então fale de outra maneira. Essa não me agrada.

-É duro. De onde você é? -De além.

Já trabalhou numa mina?

O que está fazendo aqui?

O médico me disse que o ar faria bem aos meus males.

Qual deles? Assassinato ou roubo?

É muito emotivo, Peters.

Deixa que esse calor te acalme.

Só estou interessado no trabalho que fizer.

Não na tua história pessoal.

Falta um homem para a pólvora. Já que é dos duros,

a partir de agora fica com o trabalho dele.

Fique com o trabalho.

Não quero ir pelos ares nem por você nem por ninguém.

Achei que nunca tinha trabalhado numa mina.

Li num livro.

Ou te agrada ou vai embora. Aceita este emprego ou nada.

Ou talvez seja covarde demais para ele.

Já arrebentei tipos por me falarem assim.

Então venha.

Lamento. O meu tornozelo está...

Então, Kirby, não é maneira de tratar um convidado distinto.

Ele é um palerma. Saia daqui.

Arranjou uma boa carga nesta última viagem, Benson.

Tanto ele como o espertalhão do Peters, só tive encrencas.

O que tem o Peters? Faz o seu trabalho, não faz?

É bom trabalhador, quando não anda por aí fazendo perguntas.

Peguntas não fazem mal, desde que não sejam respondidas.

A única resposta que lhe dou é um soco na cara.

Se isso não segurar, o que não tirar de mim, tira dos homens.

O que eles podem dizer? Só se você começar a falar.

Nunca abri a boca, certo?

Os maus fogem quando não são perseguidos.

mas os justos são corajosos como leões.

Se alguém tiver a língua solta...

Eles descobrem um dia. Não é melhor dizer o que os espera?

Talvez ele tenha razão. Podemos precisar deles para lutar.

-Eles lutam. -Por que está tão certo?

Lutam pela mesma razão que me toleram apesar de me odiarem.

O que mais podem fazer?

Homens desesperados às vezes se viram

para um poder maior que o seu, Kruger.

Não, Kruger! Por favor, Kruger!

Pronto, juiz, agora é um homem desesperado.

Vejamos o grande poder deixar escorregar-lhe isto pela barriga.

Kruger, não devia falar assim. Não está certo.

A fé de um homem é a sua força. Não devia zombar.

O que fez por você? Impediu que o expulsassem do seu cargo?

Impediu que se tornasse um vigarista ordinário e baixo?

Não é verdade. Fui respeitado no tribunal, era uma autoridade.

Ensinei em Universidades.

Só cometi um erro.

Qualquer um pode cometer um erro.

Se deixar que sintam o cheiro do dinheiro. É essa a sua fé.

A única coisa em que acredita, a única coisa que lhe faz bem.

Vamos, deixe escorrer isto pela barriga abaixo.

Há muito tempo que trabalha para o Kruger?

Bastante.

-Deve ser um homem muito rico. -Me contento com a metade do que tem.

É pena que não tenha família ou parentes a quem deixar tudo isto.

Não conhece o Kruger. Se tivesse família,

fazia questão de lhes sobreviver a todos.

-Ele descobriu esta mina ou... -Ou o quê?

Pensei que pudesse ter comprado a concessão de alguém.

Pensa de mais. Meta o nariz no balde do lixo.

Não o meta nos negócios dos outros. Depressa!

É pago para trabalhar, não para fazer perguntas.

É uma hora esquisita para fazer seu trabalho, sr. Milburn.

A perna me atrasa. Pensei fazer isto enquanto comia.

Muito sensato.

É uma sala interessante, não é, sr. Milburn?

Cheia de coisas interessantes.

O que quer daqui? O que anda a procura?

Já disse que estava limpando.

É mentira. O que quer daqui? Diga-me.

-Juro que está imaginando. -Sente-se!

Detesto pessoas dissimuladas, sobretudo cavalheiros.

No futuro, se quiser saber alguma coisa, me pergunte.

O que acha do meu quadro?

Sei pouco de arte.

Ricardo III. Um grande homem.

Depende do que chamar grandeza.

O que teria feito no lugar dele, sr. Milburn? Acho que sei.

Provavelmente encolheria em um canto e morria a lamber as feridas.

cheio de pena de si próprio.

Ele não, tornou-se Rei.

Assassinando, pela brutalidade, sem consciência.

"A consciência não passa de uma palavra que os covardes usam,

destinada a manter os fortes em respeito.

Que os nossos braços fortes sejam a nossa consciência,

as espadas da lei".

Eu li Shakespeare.

Há sempre uma citação para responder a outra.

"O que aproveita um homem ganhar o mundo, se perder a alma?"

A alma! Eu jogo na imortalidade do homem e fico com o que puder

enquanto puder. E, se tiver de pagar ao diabo,

palpita-me, que nos entendemos muito bem. Estou certo que ele o fez.

-Parece identificar-se com ele. -Podia fazer pior.

Ao defendê-lo, está simplesmente tentando justificar as suas ações.

Ele não precisa de defesa. Nem eu.

A minha força é a minha justificação.

Quando quero alguma coisa, eu agarro, me entende?

-Acho que começo a perceber. -Saia!

-Tudo pronto? -Sim, tudo pronto.

A terceira carga falhou. O que acha, Benson?

A terceira carga falhou.

Damos -lhe 5 minutos.

Os 5 minutos passaram, Peters.

Acha que eu vou lá dentro agora?

É quem põe a pólvora, a responsabilidade é tua.

Não tem assim tanto dinheiro, Kruger.

O rastilho pode ter apagado ou pode estar úmido.

a arder devagar. Não tenho pressa de saber.

Tem medo.

Tenho? Porque não entra?

Lamento te desapontar.

Foi por pouco, não foi?

O espectáculo acabou. Voltem ao trabalho.

Está bem, patrão?

Não devia fazer essas coisas. Não vale a pena.

Ele só está irritando-o.

Da próxima vez que aquele malandro...

Viu as caras dos homens esperando, rezando para eu ir pelos ares?

E depois, quando explodiu, devia ver a cara deles.

O que é? O que quer?

É a moça que trouxemos. Acho que está morrendo.

E o que quer que eu faça?

Benson, se encarregue das coisas.

O que está fazendo? Devia estar descascando batatas.

Eu o chamei.

Chamou? Volte para a cozinha onde é o seu lugar.

Cala-se, Tippy. Você que colocou esta ligadura?

Sim. Tentando salvar-lhe a vida.

Não admira que esteja assim. Essa ligadura está nojenta.

Provavelmente infectada.

Kruger, esta moça precisa de um médico já.

É pena, quem adoece aqui fica nas mãos do Tippy.

É um inconveniente, confesso,

mas é o mais parecido com um médico que temos

deste lado de Peaceful Haven.

Que pena.

Kruger, ela precisa de cuidados.

É um homem inteligente e com cultura, vejamos o que pode fazer.

Mas eu não sei nada de medicina.

Pelo menos pode tentar.

Afinal esta mulher tem uma dívida para com a sociedade.

Não podemos mandá-la para a prisão, se estiver morta.

Vai mandá-la de volta?

É um homem de honra e moral. O que faria?

Preciso de álcool e outras coisas. Onde as arranjo?

No armazém, a não ser que o Juiz tenha bebido tudo.

Vá buscar e depois saia daqui. Dêem uma oportunidade à mulher.

Trate disso, doutor.

Posso fazer alguma coisa?

Fizemos tudo o que podíamos.

Receio que já não esteja nas nossas mãos.

"O Senhor é meu pastor, nada me faltará.

Fez-me deitar em prados verdes.

Conduziu-me junto as águas calmas."

Por favor, senhor.

Precisa de dormir. Por que não se deita?

Eu estou bem, obrigado.

Se ela se salvar, vai se casar com ela?

Mal nos conhecemos. Por que pergunta isso?

Pensei...

pela mane¡ra como olhava para ela.

Porque é que tinha que ficar metido nesse buraco?

O meu tornozelo.

Leva tempo para sarar, não é?

Eu não sei. É?

Não se aborreça. O que faz do seu tempo é problema seu.

Quem me dera que fosse um tornozelo machucado que me mantivesse aqui.

O que é que o mantém aqui, Peters?

É fácil, é escolher entre o Kruger e a prisão.

Pessoalmente acho que o Kruger dá comida melhor.

-A prisão? O que é que... -Respondo a isso, também.

Umideça-lhe os lábios.

Agredi um tipo. Um grande proprietário numa cidade pequena.

Ele merecia.

Mas me condenaram a um ano, e eu não queria perder o meu tempo.

-Por isso fugiu. -Fugi.

Onde pensa que vai?

Acabei as panelas.

Então pode começar a arranjar os frangos para o jantar.

-Arranjo-os depois. -Começa já.

Grande malandro, eu...

Também sou um pouco médico. Volte ao trabalho.

Isto é que é viver. Eu dou as ordens e o senhor trabalha.

Assim é que está bem.

Não é mesmo bom?

Sr. Kruger, posso apresentar-lhe a srta. Burns?

Srta. Burns, é bom vê-la de pé e recomposta.

Sr. Kirby, sr. Benson.

Tem muito melhor aspecto do que quando a vi pela última vez.

Quase não davamos nada por você.

O Senhor foi bom para ela.

Estamos cientes desse fato. Mas nem o Senhor desmerecia

da assistência médica do sr. Milburn.

Ajudou a salvar sua vida. Creio que está ocupado.

Está limpando uns frangos.

Claro que quer lhe agradecer. Mas pode fazê-lo depois.

Queria que conhecesse alguns dos meus homens.

Senhores, apresento-lhes srta. Burns.

Vai ficar conosco uns tempos.

Pelo menos até mandar uma carroça de mantimentos

a Peaceful Heaven.

Tenho que regressar a Peaceful Heaven?

É que ia a caminho de Terry's Junction quando...

Gostaria de fazer tua vontade,

mas Terry's Junction fica há cerca de 140km de deserto.

Não estou equipado com esse tipo de transporte.

Algum problema, srta. Burns?

Não, receio estar ainda um pouco fraca.

Esteve em muito tempo. Melhor levá-la agora.

Com licença, desculpem.

Não faz mal, eu compreendo.

Srta. Burns, está satisfeita com as suas instalações?

-Estou, obrigada. -Ótimo.

Se precisar qualquer coisa, esteja à vontade para me procurar.

Podia por lhe pão e água no quarto.

se isso a fizesse sentir mais em casa.

O sr. não podia deixar de falar, tinha de lhes dizer.

Sabiam tudo sobre você 10 horas depois de terem nos recolhidos.

Está mentindo.

Pronto, sr. Kruger, já se divertiu. Agora me dê uma oportunidade.

-O que posso fazer? -Me mandar para Terry's Junction.

Já disse que é impossível.

Pelo menos me dê um cavalo. Vou sozinha.

-Juiz, leve-a para o quarto. -Então deixe-me ficar, por favor.

É melhor vir comigo, não adianta.

Por favor, sr. Kruger, me dê uma oportunidade.

Pare de pedir! Pare de pedir!

Pedir? Eu lamberia suas botas. Eu faria tudo para não regressar.

Tudo! Não sabe o que é estar na prisão.

O que pensa que estou fazendo nesta ratoeira?

Entre, sr. Milburn.

Se me chamou para agradecer por salvar sua vida,

não se incomode. Foi um acidente.

Parece que lamenta.

Nem lamento, nem estou satisfeito. Aconteceu, mais nada.

Não acredito, acho que sabia exatamente o que estava fazendo.

Acho que voltaria a fazer a mesma coisa.

Isso é um cumprimento?

Não, um comentário do tipo de homem que é.

Não tenho sido um anfitrião amável, não é?

Acho que pagou a sua estadia este tempo.

Pode ficar aqui até estar pronto para partir.

Prefiro ficar estar onde estou.

-Sabe se os homens gostam? -Arrisco.

É um tolo. Os homens queriam me ver com a faca nas costas.

Não te perdoam ter lhes tirado esse prazer.

-Pelo menos posso dormir de noite. -Pensa que eu não durmo?

Acabou?

-Tenho muita pena de você. -O que quer dizer com isso?

A princípio pensei que era cruel

pelo simples prazer de ver os outros sofrer.

Mas não se trata disso. Construiu um pequeno império.

Encheu-o com os desesperados e miseráveis

que pôde encontrar.

Trata-os como animais, a pontapé.

Priva-os da dignidade a que qualquer homem tem direito.

E tem prazer a todo o momento.

Porque quanto mais baixo eles caírem, mais alto o sr. sobe.

Porque lhe dá a sensação de ser alguém.

uma coisa que nunca consegui numa sociedade normal.

Não sabe o que está dizendo.

E agarra-se a isto como se disso dependesse a sua vida.

Luta, suborna e mata para o conservar.

Mas não é um grande homem, Kruger, é terrivelmente inseguro.

E não podia ter mais medo.

Não é verdade.

Não tenho medo de nada. De nada no mundo.

O que é que quer?

Não quero interferir, Kruger.

Mas a maneira como tratou a moça, foi horrível.

Porque não pode mudar? Porque não pode parar

de atormentar as pessoas e tratá-las como seres humanos?

Ainda não é tarde, Kruger, nunca é tarde.

Não comece a fazer um sermão. Juiz, não estou para aí virado.

Como pode esperar que tenham misericórdia consigo

quando não tem nenhuma com os outros?

Eu não preciso de misericórdia.

Quando se tem medo, pede-se misericórdia e eu não tenho medo de nada.

De nada que vejo ou não posso ver.

Eu estava enganado, não muda nunca.

-Mas os homens... -Julga que são diferentes?

Podiam ser se lhes desse uma hipótese.

Se me deixasse falar com eles, explicar-lhes as coisas, mudavam.

-Vê, Milburn... -Não eram...

É o que faz a bebida. Transforma-nos em autênticos cruzados.

Como o Juiz aqui.

Vai reformar o mundo, salvar a humanidade.

Se acha capaz de mudar os homens?

Está bem, Juiz, eu não interfiro, sou todo a favor.

Está mesmo a falando sério?

Claro que estou, vou reunir os homens imediatamente.

Talvez faça deles homens, quero ver isso.

Não sei como lhe agradecer, Kruger. Vou provar que tinha razão.

Verá, eles mudam. Obrigado, Kruger.

Pronto, Juiz, pare com a choradeira. Venha, Milburn.

Silêncio um momento.

Eu e o Juiz tivemos uma longa conversa.

Chegamos a conclusão que são um bando de malandros.

mas o Juiz acredita que ainda tem salvação.

Ele acha que ainda pode salvar alguma coisa.

Serão reformados a partir de agora.

Calem-se! Ouçam.

Talvez ele tenha razão e não faz mal nenhum.

O Juiz irá falar e quero que lhe mostrem o respeito...

e a atenção a que ele tem direito.

Muito bem, Juiz, estão à sua disposição.

Pedi para lhes falar hoje porque quero restaurar

a coragem e a fé que perderam.

Se lhes vai dar fé, dê-lhes fé.

Deixem-me agarrá-lo. Ele vai apanhar.

Kruger, diga-lhes que o deixem em paz.

Socorro! Não! Me-larguem!

É um velho, Kruger. É capaz de morrer.

Chega, Juiz, desça!

Para quê? Para continuar a viver com eles?

Para ser ridicularizado e insultado?

-Não, chega, Kruger! -Eu disse que volte aqui!

O que é, Kruger, tem medo de ouvir a confissão de um velho moribundo?

Claro que tem medo. Sabem porquê?

Porque tem na cabeça a marca de Caim.

Pela última vez, desça!

Diga-lhes como conseguiu a mina, como assassinou seu irmão.

Fale de seu sobrinho, o Clay.

Ele tentou recuperar a mina e jurou vingar a morte do pai e vir aqui um dia.

Cale-se, seu tolo estúpido!

Sou tolo? Sabem porque ele me mantem aqui?

Porque era seu conselheiro legal.

Sabia todos os seus truques e vigarices. Fazer se parecer honesto.

Fazer com que um assassinato parecesse legítima defesa.

E vocês, porque pensam que estão aqui?

Uma mina em que trabalham ladrões , condenados e assassinos?

Estão aqui com uma finalidade. Como a cerca

e o barracão cheio de armas e munições.

Estão aqui para manterem o sobrinho afastado.

Para lutarem quando chegar a hora.

Quando Clay e os seus homens invadirem isto

para ocupar o que lhe pertence.

Não o ouçam, ele é louco.

Pronto, continuo a viver sem orgulho.

Deixem que lhes trate como escória enquanto esperam a morte.

Não o Juiz!

A dignidade é uma coisa engraçada.

Há homens que se negam a viver sem ela.

O que quer?

O Peso disse que estaria aqui. Te trouxe comida.

Não quero nada.

Talvez se sinta melhor se comer alguma coisa.

Vá embora, se te encontram aqui, há mais encrencas.

Não seria nada que já não me tenha acontecido.

Espere!

Fecha a porta. Quero falar contigo.

Quero lhe agradecer isto.

Era o mínimo que podia fazer. Afinal foi por minha causa que...

Esquece!

Não foi só por você. Estava desejando um confronto.

É engraçado. Julguei que te conhecia.

Isso mostra como uma pessoa pode se enganar.

O que quer dizer com isso?

Nunca pensei que fosse rastejar ao Kruger, como foi.

Que espécie de mulher é você afinal?

Não tão má como me julga. Nem tão boa como gostaria de ser.

Isso não é resposta.

Também a tua não é pergunta. Tem de aceitar as pessoas como são.

Acho que sim.

Pensei muito em você desde esta manhã.

Tem alguma luz aqui?

Porque? Tem medo do escuro?

Digamos que sempre que estiver perto de um homem.

Eles te cortaram, não foi?

São especialistas nisso. O que pensa de mim?

Tem água aqui?

Está no balde. O que está pensando?

Que tenta ser um herói louco do Oeste.

Acho que ambos estávamos enganados.

O que vai fazer?

Se conseguir tirar parte desse lixo, se sentirá melhor.

E terá melhor aspecto também.

Fique quieto. Há quanto tempo está com o Kruger?

Vim no mesmo dia que você, porque?

Pela mesma razão. Fugindo.

Não somos diferentes, você e eu.

Não é cumprimento para nenhum de nós.

-Você não é feia. -Claro, sou uma beleza espantosa.

De verdade.

Gosto mais quando é duro. Mas obrigada, de qualquer modo.

Posso confiar em você?

Não está na hora de começar a confiar em alguém?

Tenho um plano. Há muito tempo que penso nele.

Se der certo, saímos daqui de vez, os dois.

Você não precisa de fugir, basta ir a pé ver com o xerife.

É isso mesmo. Não voltaremos, continuaremos pelo deserto.

Achas que podemos? Não está só a tentar...

Estou dizendo, quero que venha, se quiser.

Eu vou.

Acalma-se.

-Está pronto? -Então?

Então o quê?

Parecem areias movediças. Quando entramos nelas, é difícil sair.

Era essa a minha ideia, não era?

Estamos prontas.

Três minutos?

Kerby, onde está o Kruger?

Está no barracão.

Peso e Peters estão com problemas em instalar os explosivos.

Parece que o veio está a estreitar.

O veio a estreitar? Isso não faz sentido.

Eles pensam que pode estar mudando de direção.

Querem que vá lá ver antes da explosão.

Vamos lá.

Não entendo isto. Parece que o veio devia continuar

mais uns quilômetros.

Não faz sentido.

-O que foi? -Cala-se!

Saia daqui! Para fora, depressa!

Kruger, olhe. Podemos abrir caminho para sair.

Cala-se, Benson!

Não me interessa o que lhe aconteça. Eu não vou morrer assim.

Se tiver de morrer, vai ser rápido.

Ouça, Benson, não vai morrer, não vai morrer.

Não podemos sair. Para quê se enganar?

Vamos sufocar aqui. Devagar.

Isso não é maneira de um homem morrer.

Vamos sair. Se houver ar suficiente, saímos.

Claro, desejamos que haja uma saída.

Vamos escavar a saída com as mãos, se for preciso.

-A que distância fica? -140 Km.

-É muito longe. -Quer voltar?

É melhor ter certeza.

Tenho certeza.

Vamos.

Não posso, não posso continuar. As minhas mãos.

Olhe para elas. Não adianta tentar, não saíremos daqui vivos.

Não desista! Vamos sair!

Vamos sair, são mais 3 metros, mais nada.

Depois conseguimos nos livrar.

3 metros? Até podiam ser 150.

Tira-se uma rocha e caem mais 3, o que adianta?

Está aparecendo! Está aparecendo! Continua a tirar.

Continua dizendo que vai sair.

Vamos sair! Vamos sair!

Adeus, Bob.

Adeus, Jim.

Adeus, Peso. Mantenha o nariz limpo.

Você também, Bob.

Bandy, se voltar à civilização, nos procure.

Depois de desenterrarmos o corpo do Kruger.

Ainda há muito ouro na mina. E a tua parte?

O que fizerem com a mina é com vocês. Eu não quero nada.

Custa muito dinheiro manter uma senhora bem vestida.

Porque não quer uma parte?

Já ouviu falar de trabalhar para viver?

-Não me parece interessante. -Mas vive-se mais tempo.

Nunca pensei nisso.

Continua por aqui ou ainda não sabe?

O seu amigo já não está conosco.

-Vá embora, Bob. -Assim parece, não é?

Porque não aceita a sugestão?

Pretendo partir logo de manhã, se puderem me arrumar um cavalo.

Era barato pelo dobro do preço.

Mas antes de ir há uma coisa que todos deviam saber.

Lembram-se do que o Juiz disse antes de morrer?

Esta mina pertencer ao sobrinho do Kruger, o Clay?

-Era verdade. -O que sabe disso?

Bastante.

É que sou advogado. A firma para que trabalho

representa o Clay há vários anos.

O Kruger sabia disso?

Não. Claro que eu não queria que ele soubesse.

O que estava fazendo aqui?

-Estava investigando. -Chame assim, se quiser.

Se sabe que o Kruger não é o dono da mina, porque não a tomou?

Porque não tínhamos provas, agora com o Kruger e o Juiz mortos.

Parece um caso desesperado.

Nós aqui dizemos, o que apanhamos, é nosso...

até que alguém possa provar.

Eu sei. É exatamente isso que diz o Clay.

Se não pode conseguir a mina legalmente,

vem apoderar-se dela pela força.

E acreditem, está perdendo a paciência.

Ouça, Milburn, deixe que nos preocupemos com o Clay,

nós tratamos dele.

-Só achei que gostariam de saber. -Está bem, já sabemos.

Digam-me o que acontecer.

Tudo isso me deu sede. Vamos beber.

O que foi, sr. Kirby? Não aprecia a dança?

Eu sei o que tem. Está de luto, claro.

A morte do seu querido e nobre amigo Kruger penaliza-o muito.

Não pode ficar assim. Precisa de se animar.

Precisa de uma bebida. Que tal?

Tem de o desculpar, é um pouco acanhado.

Vá lá, beba até ao fim. É da reserva particular do Kruger.

Beba como um homem.

Quem foi, Tippy?

O Peso, o Peters e o Brandy.

Onde está o Peters?

Ele e a moça partiram esta noite.

Liberta-o!

Abre a porta, Tippy.

Arrebento os miolos do primeiro homem que entrar por essa porta.

Segure-os, Kirby.

Pronto, Kirby.

Agora ouçam-me, homens.

Continua, Kruger, talvez consiga apanhar todos.

Isso não é inteligente. Se morrermos, não tem ninguém

para lutar contra o Clay.

Não é verdade, Kruger?

Sabem tudo do Clay. O Milburn contou-lhes.

É advogado do Clay.

Pare, Milburn!

Claro, o Clay vai aparecer e quando isso acontecer, lutem.

Todos lutem por uma coisa em que tem uma parte.

Cada um de vocês tem uma parte desta mina, não se esqueçam.

Estão surpresos, não é? Não devia surpreendê-los.

Se continuarem a dar ouvidos a homens como o Peters

acabam cortando a cabeça uns aos outros.

Esta mina é grande e rica, há muito minério.

O bastante para cada um ter a sua parte.

Talvez tenhamos de lutar para a manter, mas já lutaram antes

e a parada não era tão alta.

Pensem bem esta noite, amanhã podem sair daqui sócios da mina

ou podem ter uma viagem de graça para Peaceful Haven. Escolham.

A propósito, sei quem foram os homens que tentaram me matar.

Foram o Brandy, o Peters e o Peso.

Os nomes foram passados por um informante.

E acho que devem saber quem ele é.

Venha cá, Tippy!

Aqui está o seu informante.

Socorro! Socorro!

Então é o advogado do Clay.

Não sabe mais agora do que quando chegou.

Mas se fosse você, não faria planos para partir.

O que acontece, se não concordar com isso?

Eu o mato!

Não sou o único homem com quem tem de se preocupar, Kruger.

-E os outros? -Que outros?

Enquanto esteve morto, alguma coisa aconteceu.

Os homens tomaram o gosto a liberdade.

O suficiente para quererem mais.

Eu entendo esses homens, Milburn. Tem de se entender para vencer.

Foi mal não ter entendido o Peters.

Ele volta. E a moça.

Duvido.

Amanhã de manhã esses homens voltam à mina.

E dou ao Peters 24 horas depois disso.

Está sempre assim tão quente?

Dizem que só há um lugar mais quente.

O Kruger deve estar queimando lá neste momento.

Que distância acha que já andamos?

Não o suficiente. Só estamos andando há 6 horas.

-Tem fome? -Sobretudo sede.

É melhor fazer alguma comida. Precisamos dela.

Além de que os cavalos precisam de descansar.

-O que foi? -A água está salgada.

Não percebo, fomos nós que enchemos os os sacos de água.

O Kruger não é tolo. Calculou que alguém tentasse fugir,

mais cedo ou mais tarde e salgou todos os sacos.

O que vamos fazer?

Voltamos, vamos buscar água e recomeçamos.

Olhem para aqueles porcos nojentos.

Só o que querem é encher as goelas de comida e bebida.

Não há um homem entre eles. Só escravos, porcos.

Ele deu-lhes mais que comida e bebida.

Prometeu-lhes uma parte do ouro.

Promessas! Eu conheço as promessas do Kruger.

Ouvi ele prometer e faltar as promessas durante anos.

Está surpreso em encontrar os leões tão mansos hoje, Milburn?

Eu e o sr. Milburn temos teorias diferentes.

para domesticar animais selvagens. Ele diz...

Olhe ali!

-É o Clay. -Tem a certeza?

Por que está aí parado?

Kirby, abre o barracão e distribua as armas.

Ouçam-me, homens. Dentro de minutos

esta mina ou é nossa ou do Clay. Faremos ele lamentar ter vindo.

Lutaremos daqui e ele terá de vir até nós.

Esperem ele chegar perto antes de dispararem.

Agora espalhem-se e se abriguem.

Estão todos loucos?

Deixam se convencer a lutar e morrer

por uma coisa que não é de vocês nem nunca será?

O que acontece com vocês, homens?

A memória é assim tão curta?

Deixam que a promessa de ouro os cegue completamente?

Milburn, cale-se e saia daqui.

De que valem suas promessas?

Fala quando precisa de nós e esquece quando não precisa.

Esqueceram que matou o irmão para conseguir a mina?

O que aconteceu ao Juiz? O que ele fez ao Tippy?

Querem saber porque o Tippy os entregou? Eu digo.

Porque ele sabia...

Não é prova suficiente? Quem se meter na frente...

Não vêem?

O que foi?

Talvez o calor me faça ver coisas.

Olhe ali.

Parece que há fogo.

Parece que saímos a tempo.

O Clay apareceu. É ele ali no chão.

Morto?

Estão todos mortos, exceto o Milburn.

E está muito perto disso.

-Podemos fazer alguma coisa? -Com dois buracos de bala?

Talvez o pudéssemos levar a um médico.

Deve haver algum em Peaceful Heaven.

Também há um xerife lá.

Não podemos deixar aqui a morrer.

O que quer que eu faça?

Que lhe salve a vida e acabe com a nossa?

Um ano a mais ou a menos não vai mudar nada.

Se nós não quisermos que mude.

Está bem. Lembre-se que ninguém nos agradece isto.

Bem vindo, Peters. Tenho estado à tua espera.

Não, não sou um fantasma. Enganei você e o Clay.

Estou bem vivo.

Gostou da água? Estava salgada demais para você? Anda cá.

Queria fugir, não queria?

Isso só se faz de uma maneira. De pés para a frente.

Vai sair daqui como veio. Deitado de costas.

Porque essa cara?

Esperava me sentir livre. Mas não está acontecendo isso.

Detesto dever a minha felicidade à morte de homem.

O Kruger não merecia outra coisa.

Acho que sim.

Judy, se te incomoda, te levo onde quiser ir e continuo.

Se é isso que quer...

Não, não é o que eu quero. Eu quero...

Se me quer, resolveremos isto juntos.

Sim, resolveremos.

Mais alguma pergunta que precise de resposta?

Algumas perguntas parecem não precisar de resposta.

Não por palavras.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.