All language subtitles for Apache Country (1952) George Archainbaud

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Original subtitles

TERRA DE APACHE

ATAQUES IND�GENAS AUMENTAM!

RIO COPPER BLOQUEIA CASA INC�NDIADA

Sabe, Pat, �s vezes acho que � o homem mais bonito do mundo.

- Esta � uma delas. - Farei colocar isso em escrito, capit�o.

Ei, estamos tentando pegar sua trilha h� tr�s dias.

Por que n�o faz uma fogueira quando vai dormir a noite?

- Est� com medo dos �ndios? - Digamos que sou t�mido com estranhos.

Al�m do mais, quero manter meu cabelo.

�ndio faria um �timo arco com cabelo assim.

N�o se eu puder evitar. Por que est� atr�s de mim?

- Essa miss�o n�o tinha prazo. - Parece que est� ficando importante.

H� uma ordem especial para mand�-lo para Washington.

Washington?

CENTRO DE ASSUNTOS IND�GENAS

ESCRIT�RIO DO COMISS�RIO

Como chefe dos batedores da cavalaria do sudoeste,

voc� deve ser o �nico capaz de parar com esses ataques.

Tentarei, comiss�rio Latham.

Mas h� algo me preocupando. Sou conhecido no territ�rio Apache.

Aqui est�o os registros que o capit�o Autry solicitou.

Obrigado, Bartlett.

Sei que � conhecido na fronteira, capit�o.

Na verdade, pensamos muito nisso.

Faremos o Departamento de Guerra anunciar que se aposentou

para se tornar um rancheiro.

Voc� viajar� vestido como um civil.

Criaram at� um c�digo especial para voc�.

Voc� ter� a autoridade de um delegado federal

agindo sob ordens diretas do presidente dos Estados Unidos.

- Preciso do Pat Buttran. - Isso n�o � perigoso?

Buttran � conhecido como batedor do governo.

Nossa amizade � conhecida tamb�m, senhor.

Mesmo que deixasse o ex�rcito para trabalhar no rancho,

eu o levaria comigo.

Muito bem. Cuidarei disso.

Agora, vamos cuidar dos pontos de comunica��o.

- Bartlett, n�o queremos ser pegos aqui. - N�o se preocupe, Sr. Kilrain.

Eles ficar�o fora por uma hora ou mais.

- Aqui est�o os c�digos do Autry. - O comiss�rio n�o sentir� falta?

Sem chance. Direi que coloquei no cofre.

Como secret�rio, tenho que fazer isso quando ele deixa o escrit�rio.

- Quando o Autry partir�? - N�o foi decidido ainda.

- � importante que eu saiba. - Voc� saber�.

Eu cuidarei da rota de viagem dele. Falo com voc� no hotel mais tarde.

Isso � tudo que podemos fazer aqui.

JUNCTION CITY A cidade que mais cresce no oeste.

PREFEITURA

DILIG�NCIAS DA FRONTEIRA

- Ol�. - Ol�, Patches.

Com licen�a. Est�o pegando a dilig�ncia

- para Apache Springs? - Sim, estamos.

Ent�o acho melhor eu n�o ir. Por favor, pegue minha mala, condutor.

- N�o te incomodaremos. - Eu tenho medo de mulher.

N�o � isso. �...

Estas armas que carregam.

Eu morreria de nervosismo se tivesse que ir at� Apache Springs com

essas armas.

Armas de fogo me matam de medo.

Essas armas podem vir a calhar daqui a Apache Springs.

N�o acho que precisaremos delas, Pat.

Voc� quem manda, Gene. Mas pegarei um resfriado

sem minha arma.

Muito obrigado. N�o sabem como estou aliviada.

Est� tudo bem.

J� vi e ouvi de tudo, e j� fizeram de tudo comigo,

mas se viajarem sem suas armas, voc�s s�o mais loucos que ela.

N�o seja t�o duro com as mulheres. Afinal, se n�o fosse pelas mulheres,

quem costuraria sua cal�a.

Deixe-me diz�-lo algo. Se n�o fosse pelas mulheres,

eu n�o teria que usar cal�a.

Peguem seus sandu�ches aqui. Sandu�ches frescos aqui.

Comprem sandu�ches frescos para sua viagem, rapazes

N�o precisam ficar com fome. E s�o frescos, feitos h� pouco.

- N�o sentiremos tanta fome, m�e. - Espere um pouco, senhora.

Ficaremos com dois.

Gene, j� te vi passar uma semana comendo feij�o e cacto.

D� um para a dama na dilig�ncia com nossos cumprimentos.

Obrigado, pessoal.

Ei, Patches. Espere por mim.

Carolina, voc� vai a Apache Springs conosco?

Com certeza. Acha que pode me levar?

Nem que tenha que carreg�-la nas costas.

- Ol�, Laura. - Como vai, Srta. Cotton?

Se ficar mais frio aqui, pedirei ao Patches para trazer

um cobertor de cavalo.

Com licen�a.

Se conhe�am, pessoal. N�o demorar� com a Carolina � bordo.

Carolina, segure-se, por que o Patches est� � caminho.

Por que n�o senta logo no colo dele? Voc� j� esteve em lugares piores.

Certo, fiquem de olho no sinal da Laura para tomarmos a dilig�ncia.

- N�o quero que ela seja baleada. - N�o quero ser baleado tamb�m.

- Estou preocupado com o Autry. - Ela prometeu tirar as armas dele.

E far� isso.

Se esse sil�ncio continuar at� Apache Springs, enlouquecerei.

- Ei, vamos nos apresentar. - Essa � uma boa ideia.

Me chamo Gene Autry. Este � meu parceiro, Pat Buttram.

Ol�. Como vai?

E essa dama, pessoal, � a Srta. Laura Rayburn.

A bela filha do honor�vel Walter Rayburn.

Agente de �ndios de Apache Springs.

Ela � jovem, bonita e solteira.

Laura, n�o est� fugindo para casar com o Dave Kilrain, est�?

- Carolina Cotton, pare com isso. - Ela � solteira.

- Ol�, Srta. Rayburn. - Prazer em conhec�-la, Srta. Rayburn.

- Voc� n�o me disse "ol�". - Tenho medo de mulher.

Voc� n�o nos disse quem �.

Pode imaginar isso? Eu esquecendo de me apresentar.

Eu, Carolina Cotton, propriet�ria e gerente

do Show Itinerante Carolina Cotton.

Sou eu, rapazes.

N�o fiquem calados. Digam algo.

Ol�.

J� disse isso.

- Prazer em conhec�-la, Srta. Cotton. - Voc�s adoram se repetir.

� melhor que nada. Voc�s deviam se soltar mais.

� o sinal da Laura. Vamos atacar.

Ei, parece que teremos problema.

Ladr�es de estrada. Isso n�o � comum

neste lado de Apache Springs.

N�o deixarei fazer isso comigo.

� melhor sair de perto desta janela.

� isso que ele merece. Posso us�-lo no meu show.

O que faz no seu show?

Dan�o, atiro e canto.

Nossa, como canto � tirolesa.

Gostaria de ouv�-la.

Ei, voc� o acertou.

- Onde te acertaram, Srta. Carolina? - N�o fui acertada.

S� estou cantando.

N�o � � toa que tenho medo de mulher.

- Minhas balas acabaram. - Se quiser 45,

h� v�rias na minha bolsa. Sempre as carrego.

Achei que a Laura fosse pegar as armas deles.

- Uma mulher atirou em n�s. - N�o foi a Laura.

Deu algo errado. Vamos voltar e cuidar dos rapazes.

Depois iremos para Apache Springs. Consegue viajar?

Pessoal, aqui tem um homem t�o bom com o rev�lver quanto eu.

Se n�o fosse por ele, eu n�o teria cuidado daqueles ladr�es de estrada.

- Diga a eles, Carolina. - Venham a prefeitura comigo

- e contarei tudo a voc�s. - Pegarei sua mala.

- Encontraram bandidos? - Sim, nada s�rio.

Sr. Autry, quero que conhe�a meu pai, Walter Rayburn.

Este � o parceiro do Sr. Autry, Sr. Buttram.

Como vai, Sr. Buttram? Prazer em conhec�-lo, Autry.

Obrigado. O prazer � meu.

Soube que tamb�m � o agente de terras do governo.

- Isso mesmo. - Iremos visit�-lo.

- Procuramos terra boa para um rancho. - Estou a seu dispor.

- Venha, querida. - Sim.

Voc�s me fizeram rir com o jeito que a enganaram sobre as armas.

N�o sei o que deu nela. Ela nunca teve medo de arma antes.

Ei, se v�o ficar por perto, Bill Porter aluga quartos baratos.

- Ele ficar� feliz em receb�-los. - Obrigado, Patches.

Ficaremos aqui por um tempo.

Chequei a hospedaria do Porter quando trouxe os cavalos h� dois dias.

- N�o � nada mal. - Primeiro quero falar com o Champ.

Ele n�o te esqueceu. N�o se preocupe.

- Ei, Gene o que acha dos Rayburns? - Problema, filho.

- Nada al�m de problema. - Foi isso que imaginei, papai.

O est�bulo fica por aqui.

Ol�, amigo. Disse ao Pat que devia falar contigo.

Aqui. Te trouxe algo.

N�o vai dizer algo?

Maldi��o. Sempre espero que ele fale.

Ele sabe falar, voc� s� n�o o entende.

Sim. Pode ser.

Estou come�ando a pensar que algu�m por aqui n�o gosta de n�s.

Voc� s� � preconceituoso.

Eu s� descobri que estavam armados quando come�aram a atirar.

Como eu saberia que esconderiam as armas nas caixas de sandu�che?

E n�o pensamos que a Carolina Cotton estaria na dilig�ncia.

Eu poderia mat�-la. Ela me fez de motivo de chacota

na frente do Autry e do seu parceiro.

N�o deixe-a te incomodar, ela � s� uma palha�a.

Querido, uma palha�a inteligente. E isso a faz perigosa.

Eu sempre disse que ela devia ser expulsa da cidade.

Aconteceu algo importante enquanto est�vamos em Washington, pai?

N�o, nada importante. O que descobriu com o Bartlett?

Nem mesmo o Bartlett conseguiu descobrir o quanto o comiss�rio

e o Departamento de Guerra sabem sobre nossas atividades.

A hist�ria do Autry deixar o ex�rcito para se tornar rancheiro, � mentira.

Ele est� agindo sob ordens diretas do presidente.

Na verdade, at� criaram um c�digo especial para ele.

- E temos uma c�pia do c�digo. - Autry n�o � de brincadeira.

Ele tem poder com os Chefes antigos. N�o podemos manter esses

jovem bravos de cabe�a quente fazendo guerra para sempre.

Olhe.

Enquanto eu supr�-los com armas e u�sque,

n�o acho que teremos problema para encobrir nosso esquema.

- Mas temos que nos livrar do Autry. - Por mim, voc� come�aria com

a Carolina Cotton e aqueles �ndios dan�arinos dela.

Isso � coisa de mulher. Al�m do mais,

- os �ndios dela n�o s�o Apaches. - N�o, mas eles s�o de tribos aliadas

e ela pode descobrir muita coisa com eles.

Concordo com a Laura, Dave. Os �ndios confiam nela

e o Autry � muito esperto para deixar isso passar.

Ent�o come�aremos com a Carolina Cotton.

Mas voc� tem que ter cuidado, ela � muito popular por aqui.

- Mas faremos ela parecer rid�cula... - Como ela fez comigo.

E ela ter� que deixar a cidade. � tudo que precisamos.

Acho que posso pensar em algo com o Luke Thorn.

Na verdade, acho que come�aremos imediatamente.

PREFEITURA

CAROLINA COTTON E SEU SHOW ITINERANTE

Obrigado, pessoal. Agora, para voc�s,

um grupo de �ndios famosos far�o suas dan�as nativas,

que s�o sagradas para sua tribo e povo.

A primeira ser� a dan�a de guerra.

Agora � hora de eu come�ar a fazer por merecer meu dinheiro.

L� vai.

- L� vai ela de novo. - Cale-se.

Aquela garota sabe cantar.

Acho que sabem o que � isso.

Agora, destru�rei vidro para voc�s.

Pequeno Lobo jogar� essas bolas de vidro para a plat�ia

e eu as acertarei.

Mesmo que eu erre, n�o precisam se preocupar

por que as bolas de vidro s�o leves, inofensivas

e voc�s podem guard�-las como lembran�a.

Se eu errar.

- Foi isso que viemos ver, Dave? - Basta esperar.

Ela usa cartucho de sal para quebrar aquelas bolas de vidro.

Luke trocou os cartuchos durante a hora da janta.

N�o h� 10 homens no pais que consigam acertar aquelas bolas agora.

Pronto?

Ei, peguei.

Nunca te vi errar antes, Carolina.

Ora, ora.

Jogue mais alto.

Espere um pouco. Espere um pouco.

Estamos sendo feito de trouxas. Autry acertou essa bola.

E n�o paguei para ver como ele atira bem.

Ele deve ser um enganador como a Carolina Cotton.

Devemos expulsar os dois da cidade!

Isso a�.

V� com calma, Chefe.

Cuidado, Chefe. V� com calma.

Se afaste.

- Mande seus homens pararem. - Rapazes, parem imediatamente.

Ele disse pra parar!

Quem disse que a Carolina Cotton n�o faz um bom show?

Certo.

Nossa. Voc�s viram isso?

Acertei no meio. E usando cartucho normal.

� assim que se faz, Carolina.

Tivemos problema na prefeitura esta noite.

Uma briga e tanto.

- Quem ser� que deixou isso aqui? - Como eu saberia, Gene?

Um violonista, provavelmente.

Sabe, parece que estava certo pelo que aconteceu na prefeitura.

Dave Kilrain e Rayburn est�o trabalhando juntos.

Tenho certeza disso. E acho que ele estava

com aquela gangue que atacou a dilig�ncia.

Carolina disse que ele � noivo da Laura Rayburn.

Por que n�o para com isso e me ajuda a preparar a cama?

Est� ficando tarde.

Por que prefiro fazer isso.

Agora, talvez coloque isso onde encontrou e v� se deitar.

- Sim? - Voc� � o Autry?

- Isso mesmo. - Sou do est�bulo.

Seu cavalo parece estar com c�lica. � melhor dar uma olhada nele.

Espere eu pegar meu chap�u que vou com voc�.

Isso n�o parece com o Champ.

Champ nunca teve c�lica. Examinei o feno do est�bulo.

Ele � bom.

V� para aquela janela.

Ou�a.

Cubra-me, Gene. Subirei no teto.

- O pegou, Pat? - N�o tenho certeza,

mas acho que ele me pegou.

N�o deixe ele puxar uma faca para voc�.

Certo, rapazes. Vamos fazer a dan�a da �guia de novo.

Se importam?

O que est� havendo?

Os �ndios est�o fazendo uma de suas dan�as nativas.

Cada tribo tem sua dan�a.

A maioria tem o nome de um p�ssaro ou um animal de ca�a que respeitam.

Essa � chamada de dan�a da �guia.

O �ndio tem grande respeito pela �guia, por que ele � o passaro que chamam

de rei do c�u.

E ele pode voar alto por horas no c�u � procura de animais para comer.

As penas da �guia tamb�m s�o muito importantes para o �ndio.

Ele usa suas penas para seu cocar de guerra

e para muitas outras roupas, sem mencionar que as usam

nas flechas para que v�o longe e reto.

Agora, as �guias est�o comendo. Depois de comer, veja a �guia

esticar suas asas.

Ent�o ele voa para o azul selvagem do c�u.

Isso foi �timo, rapazes. Obrigado.

Ol�. N�o os vi entrando.

N�o quer�amos interromper a dan�a. Ela � muito boa.

Os rapazes s�o bons. Os melhores que j� vi.

Sil�ncio. Sil�ncio.

J� viram isso?

N�o falem todos de uma vez.

Venham. Quero mostrar-lhes algo.

Fico feliz que tenha estado aqui ontem a noite.

Mas sinto muito por ter deixado o ex�rcito.

- O que sabe sobre isso? - Muita coisa.

Voc� foi o batedor chefe mais novo que a cavalaria do sudoeste j� teve.

E agora o jornal diz que deixou o ex�rcito para se tornar rancheiro.

� claro que n�o acredito em tudo que leio nos jornais.

Por que n�o? Foi o que eu fiz.

D�-me cr�dito por ter senso. Voc� � de West Point

e tinha uma �tima carreira. Homens assim n�o desistem

do ex�rcito para perseguir vacas.

Voc� parece saber bastante sobre o ex�rcito.

J� ouviu falar de um homem chamado Dan Cotton?

Se aposentou como sargento-major do 6� regimento

com uma medalha de honra do Congresso.

Claro que o conhe�o bem.

Fui designado para o 6� regimento quando deixei West Point.

Aprendi mais sobre o ex�rcito com o velho Dan do que na academia.

Ele era meu pai.

E tudo isso?

- Como vai o velho Dan? - Bem, depois que se aposentou,

ele comprou esse show itinerante.

Ele foi morto num duelo em Tombstone h� 3 anos.

Estou cuidando do show desde ent�o.

Ent�o fico feliz por ter estado aqui ontem a noite.

Eu teria problema se n�o estivesse.

Parece que o Kilrain teme que eu saiba demais.

- Sobre o que? - Dave Kilrain e seu bando

s�o respons�veis por estas revoltas ind�genas falsas.

Sei que os velhos Chefes n�o querem guerra.

S�o os jovens cabe�as quentes que querem lutar.

E se o Kilrain n�o lhes desse u�sque e armas,

eles n�o fariam isso. Voc� sabe disso.

Talvez eu n�o saiba. Conte-me.

Eis o que est� havendo. Sabia que o Kilrain protege

a maioria dos ladr�es a oeste do Mississippi?

Depois de roubarem, eles vem para c�

e o Kilrain cria diversos ataques para manter a cavalaria e

os oficiais de paz ocupados. Enquanto isso, ele manda

os bandidos se esconderem no territ�rio Apache at� a poeira baixar.

Como ficou sabendo disso, Carolina?

Quando os �ndios confiam em voc�, n�o precisa ser um batedor chefe

para descobrir certas coisas.

Agora, o que far� sobre isso?

Bem, vou colocar desta forma.

Se eu soubesse de tudo que contou, talvez ainda mais?

E se eu tivesse sido mandado aqui para acabar com isso?

O que mais preciso � de prova.

Prova que possa ser usada no tribunal

quando eu prender o Kilrain por assassinato.

Te desejo sorte, capit�o. S� queria estar aqui para ajud�-lo.

- Est� deixando Apache Springs? - Sim.

Acabei de saber que uma caravana passar� por aqui em alguns dias

� caminho do Forte Ballard. � para l� que quero ir,

ent�o levarei o show junto.

Sinto muito por ouvir isso, Carolina. Voc� seria t�o boa quanto

- o velho Dan se eu tivesse problema. - Te amo por isso.

Quer fofocar sobre seus amigos, os Rayburns, por um tempo?

Walter Rayburn incendiaria a pr�pria m�e por um d�lar.

E por dois d�lares, incendiaria sua m�e a e Laura.

E por tr�s, ele incendiaria a si mesmo.

Com rela��o a Laura, talvez seja melhor nem come�ar.

Parecem pessoas charmosas. Acho que o visitarei.

Ei, Pat.

- O que est� aprontando? - S� estava ensinando aos �ndios

uma nova linguagem de sinais.

Devolva isso e vamos.

Esse peda�o de terra � um para�so para os rancheiros.

� claro que pode ter problema com os �ndios, mas isso n�o � incomum.

- Assim como em todos os lugares. - Aqueles �ndios est�o conseguindo

muitas armas. E u�sque.

Como agente de �ndio local, voc� deve ter v�rias informa��es.

Tem ideia de quem esteja vendendo armas para os �ndios?

N�o, eu n�o tenho.

Quando estava no ex�rcito, ouvi que o centro de tr�fico de armas

ficava em Apache Springs.

Bem, quem quer que sejam, ser� dif�cil peg�-los.

Mas um dia, eles ser�o enforcados por isso.

Sim. Sim, � claro.

Sobre esta terra, est� interessado?

- O que acha, Pat? - Parece com o que procur�vamos.

Se nos disser como chegar l�, daremos uma olhada hoje.

Esse caminho te evitar� 4 horas de viagem.

- � isso que queremos. - Qualquer um que me poupe

tempo na sela, � um amigo de verdade.

Pai, vou sair por um tempo. Tenho que ir ao armaz�m.

Pode ir.

Sr. Autry, espero que tenha uma viagem prazerosa.

- Obrigado. - A terra depois do deserto � linda.

Seria um lugar perfeito para um piquenique.

- Com caixas de sandu�che. - O que � isso?

Nada.

Pegue essa trilha at� chegar a esta grande rocha aqui,

ent�o vire para o norte por cerca de duas milhas.

Ei.

- O que fez com o Rayburn? - Nada.

Sequer chutamos a canela dele. Ainda n�o � hora disso.

A Laura passou por aqui atr�s do Kilrain.

Voc�s falaram algo importante para os Rayburns?

S� que vamos para Bear Valley olhar algumas terras.

Bear Valley? V�o por onde?

Rayburn disse que havia um atalho atrav�s do deserto.

E o deserto � o melhor lugar para embosc�-los.

- Tamb�m pensei nisso. - Ent�o n�o vai?

Claro que vamos. Mas voltaremos mais cedo que pensam,

- se nos ajudar. - � s� pedir.

Notei algumas telas no seu show. Pode me emprestar algumas?

Vamos fazer uma tenda?

- Quer peg�-las agora? - Sim.

N�o perderia uma chance dessas de pegar o Autry,

mas voc� ter� que cuidar disso, Luke.

- Ser� um prazer. - Por que n�o pode peg�-lo?

Voc� sabe que o Tom Ringo e os irm�os Clayborn chegar�o hoje.

Preciso lev�-los para o esconderijo.

Por que n�o usa os canais de sempre?

Eu e meu pai estamos preocupados com o Autry.

N�o queremos que nada d� errado desta vez.

E n�o dar�. Mas o Tom Ringo e os irm�os Clyborn

s�o os maiores bandidos do pa�s. Eles nos d�o uma boa parte,

ent�o merecem aten��o especial.

Al�m do mais, acho que o Luke pode cuidar do Autry e do Buttram.

- N�o acha, Luke? - Como eu disse, ser� um prazer.

Est�o seguindo a trilha do Rayburn mesmo.

Deixaremos eles se distanciarem antes de os pegarmos.

Aqui, Pat. Coloque isso na pata do cavalo.

O truque ind�gena mais velho do mundo e eu nunca pensaria nisso.

Voc� � demais.

Vamos segu�-los.

Podemos tirar agora.

Eles simplesmente desapareceram. Nunca vi nada assim na vida.

Se acha t�o engra�ado, pode contar isso ao Dave Kilrain.

Eu n�o.

Espalhem-se e encontrem-nos, mesmo que leve uma semana.

Pat, tentarei entrar no escrit�rio do Kilrain.

Cuide da entrada do saloon. N�o deixe ningu�m entrar

antes de eu ter a chance de vasculh�-lo.

At� mesmo o Dave Kilrain deixaria provas incriminadoras no seu escrit�rio.

N�o se preocupe. Ningu�m te incomodar�

- enquanto eu estiver aqui fora. - � claro que n�o.

Bem, fico feliz em ver que chegaram bem.

- Kilrain est� l� dentro. - Ent�o ele n�o...

Ent�o ele n�o foi com os bandidos que deixamos no deserto.

- Todo aquele trabalho por nada. - Os despistamos depois que

cruzamos o Rio Gila.

- Esse � o Tom Ringo. - Como sabe que � ele?

O prendemos no Forte Comanche h� 5 anos.

- O conheci bem. - Conheceu?

O ladr�o de trem assassino mais valente do oeste.

Demos sorte.

Sorte?

Bebam, rapazes. Parecem que for�aram seus cavalos.

Sim, at� esqueci h� quanto tempo estamos fugindo.

Ei, voc�s est�o no limite. S�o apenas p�ssaros no teto.

Voc�s est�o no territ�rio Apache agora. Ningu�m te far� mal aqui.

Fico feliz em ouvir isso. Melhor guardar sua parte, Dave.

Assim que as coisas se acalmarem, voltaremos a atacar.

Voc� planejou os �ltimos tr�s assaltos com perfei��o.

� uma pena que tiveram que matar aquele condutor.

�.

Isso nos prejudicou no Texas.

Mas tive que fazer isso, ele apareceu com uma espingarda.

- Quando partiremos? - Esta tarde.

Mandei os rapazes fazerem um trabalho. Eles voltar�o logo.

Ent�o tomem outra bebida. Relaxem, divirtam-se.

H� uma coisa me incomodando, Dave. O que comeremos enquanto estivermos

enquanto estivermos com os �ndios? Cane seca velha?

Enquanto os rancheiros daqui criarem bom gado,

voc�s sempre comer�o bem.

Estava nos contando sobre o Autry.

Rayburn est� com medo dele, mas eu n�o.

- O seguimos desde Washington. - Fico feliz em saber disso.

O conheci no Forte Comanche.

- Ele pode nos prejudicar. - Ele n�o prejudicar� ningu�m.

Autry est� morto.

V� para a porta do saloon. Voc� saber� quando agir.

N�o saquem.

Chame o xerife e o doutor, Pat. Os dois ter�o trabalho.

Voc� demorou para me tirar da cadeia.

Dave, tive que ir a Junction City para cuidar disso.

A dilig�ncia s� passa a cada dois dias. Voc� sabe disso.

- Ela n�o parece preocupada. - Nos livraremos dela.

- Como assim? - Uma caravana � caminho

do Forte Ballard est� acampada do outro lado da cidade.

Est�o carregando suprimentos. Ela partir� com eles esta tarde.

N�o ser� uma perda. Vamos tomar uma bebida.

N�o ganhamos muito, mas nos divertimos.

Essa � a dan�a do b�falo.

O animal favorito que os �ndios costumavam ca�ar no in�cio do pa�s.

Esta � interpreta��o ind�gena da tropa de b�falos

enquanto galopam pela pradaria sendo perseguidos pelos ca�adores.

Quando a noite ca�a, a manada fazia um c�rculo.

O �ndio o seguia de perto esperando o dia nascer.

Ent�o, ao nascer do dia, a manada se assustava

e debandava pela pradaria ainda sendo seguida pelos ca�adores.

- Obrigado, rapazes. - Isso � por que gostamos da m�sica.

Nossa. Eu teria um show e tanto

- se fosse comigo. - Provavelmente aceitarei o trabalho

se n�o acabar com o esquema do Kilrain.

Carolina, quero que leve uma mensagem para oficial no comando

- do Forte Ballard. - Claro, ser� um prazer.

Gene, Rayburn acabou de tirar o Kilrain da cadeia.

J� esperava por isso. Ringo e os Clayborns s�o procurados

por uma d�zia de mortes.

N�o temos provas para deter o Kilrain.

Eu prefiro assim. Ele deve ser julgado

por algo al�m de ajudar num roubo a trem.

Vamos, Pat. Tenho que fazer um relat�rio.

At� mais, Carolina.

Estamos prontos para partir. Vamos encontrar o restante

- das carro�as em Junction. - Bom.

- Cad� os �ndios? - Eles foram na frente.

Eles foram com a caravana. Disseram que n�o voltariam para a tribo.

D� isso ao oficial no comando do Forte Ballard em pessoa, Carolina.

N�o se preocupe. Ningu�m pegar� isso,

a n�o ser que eu perca. Estou sempre perdendo as coisas.

Nossa. E se eu perder?

- Terei problema? - N�o far� diferen�a se perder.

Est� codificado.

Srta. Cotton.

Aqui est� a libera��o da reserva para seus dan�arinos �ndios.

Voc� precisar� disso quando chegar ao Forte Ballard.

Obrigado.

Meu velho amigo, Walter Rayburn. Sabe, ficarei feliz em sair daqui

s� para me livrar dele.

- E da Laura. - E o Dave Kilrain?

- Sentir� falta dele? - Ficarei perdida sem o Dave.

Mas sinto que serei recompensada no futuro.

- Quando ser� isso? - Quando me convidar para

o enforcamento dele. Pode ser em breve, Gene?

Estou esperando isso h� muito tempo.

� isso. Obrigado, rapazes.

At� mais. Voltarei a v�-lo.

At� mais, Carolina.

Dave, meu pai acabou de ver o Autry dar um documento a Carolina Cotton

para ela entregar ao oficial no comando do Forte Ballard.

E ouviu o Autry dizendo que estava codificado.

Provavelmente sobre o Ringo, os Clayborns e eu.

� mais que isso. Meu pai acha que �

um relat�rio completo sobre o que o Autry descobriu por aqui.

Temos que saber o que h� naquela mensagem.

Sim, temos. Precisamos par�-la antes que

chegue ao Forte Ballard.

Luke, venha c�.

Temos que viajar depressa.

Para que? Ringo e os Clayborns n�o precisam

- mais deles. - Sim, mas eu preciso.

Temos que parar a caravana na qual a Carolina Cotton est�

antes que chegue ao Forte Ballard. V� pegar os cavalos.

Certo.

E diga ao seu pai que cuidaremos disso.

- E o Autry? - Ele ainda est� aqui.

Mas cuidarei dele pessoalmente quando eu voltar.

V� dizer ao seu pai que ficar� tudo bem.

Vamos, garoto. Estamos indo para o Forte Ballard.

- Estamos com problema, Pat. - Estamos mesmo.

Ou�a isso. � do comiss�rio Latham.

"Meu secret�rio, Bartlett, tamb�m confessou que fez uma c�pia

do seu c�digo especial para a Laura Rayburn.

Pare de us�-lo imediatamente e substitua-o pelo que mandaremos

em seguida. "

Isso n�o � t�o ruim. Voc� s� n�o pode reportar nada

- at� o nosso c�digo chegar. - � mais s�rio que isso.

Walter Rayburn estava escutando quando dei o relat�rio a Carolina.

N�o me importei que ele ouvisse por que estava codificado.

Agora que tem o c�digo, ele pode ler o relat�rio.

- E isso p�e a Carolina em risco. - Com certeza.

- Temos que alcan�ar a caravana. - Pegarei os cavalos.

Coloque sua cal�a. Pegarei os cavalos

- depois que falar com o xerife. - Para que precisamos dele?

Para prender o Rayburn e sua filha enquanto ainda � poss�vel.

Vamos.

Aquela � a carro�a dela.

Sabia que um homem da cavalaria n�o perderia algo assim.

- Ainda estou com seu relat�rio. - Bom, esconda esses cavalos, Pat.

Onde? No meu bolso?

Eles est�o fugindo.

Voc� nunca atirar� melhor, Carolina. E n�o estava usando cartucho de sal.

- Mortos? - N�o, eles sobreviver�o.

Sabe, h� algo que eu n�o te disse, Gene.

Foi o Dave Kilrain que matou meu pai naquele duelo em Tombstone.

Mas fico feliz que ele ainda esteja vivo.

Agora, a lei poder� cuidar dele.

Acho que o Dan Cotton gostaria disso tamb�m, Carolina.

GRANDE ESQUEMA DE �NDIOS BANDIDOS � DESMANTELADO

Agente de �ndios, Rayburn, e filha, s�o condenados a 20 anos de pris�o

por participarem da conspira��o.

Capit�o Autry � elogiado pelo presidente.

E depois de merecidas f�rias, voc� deve retornar ao seu posto

como batedor chefe da cavalaria do sudoeste

com a patente de major.

- Parab�ns, major. - Obrigado, senhor.

E agora tenho a honra de presentear a Srta. Cotton

com esta placa de ouro.

Inscrita com uma mensagem de boa sorte do presidente.

Obrigado, comiss�rio, mas meus amigos merecem mais do que eu.

E para o batedor Buttram, a ordem de m�rito,

como decreto especial do presidente dos Estados Unidos.

Isso � �timo. �timo.

Agora todos fomos condecorados.

Legenda - Albatroz

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