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A ARCA E A ESCURDÃO Desenterrando o mistério da Arca de Noé
Eu acho que as pessoas não acreditam no dilúvio hoje
porque não têm acesso às informações precisas
e provas que existem.
Elas estão simplesmente cativas
com o entretenimento, redes sociais.
Depois tem filmes como "Noé"
que de uma forma muito forma fictícia e sem sentido
distorcem totalmente a Bíblia,
e para muitas pessoas, essa é a única fonte que têm
para algo que pensam ser um relato bíblico.
E temos, claro,
o todo embutido pressuposto da evolução
e a geológica coluna e todas essas coisas
que dizem aos alunos à medida que vêm
que a Terra já existe a milhões,
se não biliões de anos,
e que o homem é um produto simplesmente de sucessão natural.
Uma inundação é um acontecimento sobrenatural.
Uma inundação é um juízo divino.
Uma inundação destruiu a humanidade.
E não são informados
que existem evidência dessas coisas.
Não lhes são mostrados o relato de Génesis
e dizer-lhes que estes aguentam muito bem
em termos da nossa era científica.
Portanto, é simplesmente, sabe, por um lado,
falta de informação,
-e depois por outro lado... -O medo do homem.
Pela mesma razão que não acreditam em muitas coisas
que a Bíblia diz é literalmente verdade,
literalmente história, e literalmente ciência.
O medo de parecer parvo
e a intimidação por parte das pessoas
que apresentam televisão científica espetáculos e usam batas brancas.
Eu acho que é realmente
têm medo parecendo tolos de alguma forma.
Mas quando realmente se vai além da superfície
e se vê a viabilidade disso e a sua historicidade,
é quase inescapavelmente plausível.
Os cientistas convencionais, os cientistas seculares
acham que o presente é a chave do passado.
A Bíblia, de facto, diz-nos
que o passado é a chave do presente,
e que o dilúvio é a chave para compreender
Porque é que o mundo é da forma que é hoje.
Não só a geologia, mas até mesmo a humanidade.
Compreendendo a arca e o dilúvio é muito relevante
para perceber por que o mundo é como é hoje
e como chegámos até aqui.
Todo o mundo está interessado na sua história,
e o dilúvio é a chave para compreender as nossas raízes.
No início do século XIX,
quando a ideia de milhões de anos foi desenvolvida,
desenvolveu-se como resultado de uma rejeição consciente
do dilúvio e da cronologia bíblica.
A maior parte da igreja chegou à conclusão
que o dilúvio não foi global,
não foi realmente geologicamente significativo,
a idade da a Terra não importa,
e assim acabou nos próximos 100-150 anos,
o dilúvio foi apenas como que esquecido.
E, ainda assim, em grande medida hoje,
é ignorado pela maioria dos cristãos.
Eles simplesmente nunca pensam disso e a sua relação
para a questão da idade da Terra,
mas é extremamente importante.
Podemos voltar e podemos ver
no registo fóssil, por exemplo, o que aconteceu.
Quando olhamos o mundo que nos rodeia,
olhamos para todos aquelas centenas de camadas rochosas,
são camadas sedimentares.
Isto significa que elas eram estabelecidas pela água.
O dilúvio foi um lembrete de que Deus julga o pecado,
e Deus disse que vai julgar o mundo novamente.
Ele enviou o dilúvio para punir o mal naquele tempo,
e é por isso Deus enviou o dilúvio.
É importante punir o mal.
-Isto é justiça. -Justiça.
O que é justo?
A razão pela qual a arca é tão incrivelmente relevante para o dilúvio
é porque o pecado do homem
-merece julgamento. -Julgamento.
A Bíblia revela claramente que estamos agora aproximando-nos da hora
quando o segundo julgamento global virá.
Se não conseguirmos compreender ou acreditar
no primeiro julgamento global,
não estaremos prontos para o julgamento global final.
Assim as consequências do próximo julgamento
não poderia ser possivelmente mais relevante.
O que está em causa é o céu ou o inferno.
A Bíblia Sagrada.
Um livro inspirado e arquitetado por Deus
e escrito pelo Seu povo,
remontando ao início da verdadeira história humana
desde a época das verdadeiras origens do homem.
Um livro que nos ensina
que a Terra existe não há milhões de anos,
como fomos levados a acreditar.
É um livro a ensinar-nos o que a nossa origem não vem de macacos ou símios
ou sopa primordial.
Mas um é livro que em vez mostra-nos que o nosso criador
é um amoroso, Deus misericordioso e justo.
Um Deus que criou um mundo lindo
em que todo o planeta já foi um paraíso,
um paraíso que Ele nos deu
para encher e multiplicar.
Em Génesis, vemos que Deus tinha terminado
Toda a criação em seis dias literais,
e que, de facto, tudo o que ele criou
foi muito, muito bom.
No espaço de quatro dias,
Deus terminou com os céus e a Terra.
E foi no quinto dia
que Ele começou fazendo as criaturas do mar,
grandes e pequenas.
E, nesse mesmo dia,
Ele também fez todos as exóticas criaturas voadoras,
que voou através do firmamento aberto
do lindo céu.
No sexto dia,
Ele fez todos as majestosas criaturas terrestres,
que incluía todos os dinossauros,
juntamente com a humanidade.
Plantou também um jardim,
e no meio disto,
a Árvore da Vida.
Mas havia outra árvore
Deus também tinha colocado no jardim,
aquela que Deus ordenou ao homem
para não comer.
Infelizmente, a humanidade usou o seu livre arbítrio
pecar contra seu Deus santo e justo.
Com livre arbítrio vem consequências,
e neste caso, a consequência foi o pecado
que mergulharia a humanidade nas trevas.
Antes da Queda, Deus viu tudo o que Ele fez,
e foi muito bom.
Foi apenas da forma que deveria ter sido.
Surgiu exatamente como ele pretendia.
No final de Génesis 1, diz que foi muito bom.
“Deus olhou tudo o que Ele fez,
e foi muito bom."
E conseguimos algumas ideias de como foi bom
nos últimos três versículos quando Deus diz
que tanto o homem como os animais e os pássaros eram vegetarianos.
Não se comiam um aso outros.
Eles comiam as plantas e dos frutos das plantas.
Isto diz-nos muito sobre como o mundo era muito bom.
A criação estava num estado de inocência.
Isto afirma um fundamental elemento do caráter de Deus.
Ele é bom.
Deus não é o autor do mal ou da morte.
Deus entrou no jardim, Teve comunhão com o homem,
e poderiam realmente comunicar-se com Ele e vê-lo,
de acordo com o caminho tomado nós entendemos a condição antes de pecarem.
Teriam vivido para sempre.
Deus avisou-o de antemão,
"Se comer do fruto, vais morrer."
Bem, o Adão comeu.
Deus disse a Adão, "Vais morrer."
Deus disse: "Do pó vieste,
e ao pó voltarás",
isso é morte física.
Através de um homem, o pecado entrou no mundo,
e a morte através do pecado.
Adão e Eva começaram a morrer fisicamente.
A queda do homem afetou toda a criação.
O chão estava amaldiçoado.
Toda a criação está a gemer
escravizados pela corrupção.
Infelizmente, a realidade da Queda
é agora facilmente visto para onde quer que olhemos.
Neste mundo arruinado, vemos a morte generalizada,
violência, corrupção, mentiras, ódio e pecado.
O homem é exilado para um lugar da própria presença de Deus,
e essa comunhão não é restaurada como era.
O homem vai ter de trabalhar pelo suor do seu rosto,
e depois ele retornará para o pó de que foi feito.
Isso é o que tem acontecido ao mundo.
Depois descreve a entropia,
toda a ideia de que as coisas estão sujeitos a decadência,
dissolução e finalmente a morte.
O mundo inteiro é assim.
Tem um limite, prazo de validade, por assim dizer.
Mudou o mundo profundamente.
Praticamente tudo foi corrompido, a alma humana.
Até as criaturas se tonaram subitamente carnívoras ou venenosas.
Surgiram doenças e vírus que de outra forma seriam benignos.
É radicalmente mudou tudo.
Até mudaram a plantas.
As plantas tornaram-se de repente ervas daninhas
e sufocaram as colheitas.
O chão estava amaldiçoado.
Espinhos e cardos começaram a crescer.
Nós não vivemos segundo a criação original.
Vivemos num decaída criação, uma criação amaldiçoada.
A Queda foi um enorme e catastrófico
acontecimento que mudará o mundo.
Depois tudo foi corrompido.
Foi uma tragédia no nível mais elevado possível.
O mal teve de amadurecer
diante de Deus o que desencadeou o primeiro julgamento.
O Senhor Deus tinha feito um mundo lindo
em que tudo era muito bom.
Mas quando o primeiro homem desobedeceu à ordem de Deus,
O domínio do homem foi mergulhado no pecado e na morte,
que só piorou com a progressão do tempo.
E não foi só os homens que foram corrompidos,
mas tudo sob o domínio do homem.
Animais tornaram-se carnívoros
e voltaram-se uns contra os outros e contra o homem.
Onde antes a Terra estava cheia da bondade de Deus,
agora estava cheia da celebração do mal
e violência sem fim.
O Paraíso, junto com a inocência do homem,
agora já se foi.
O Senhor Jesus viria a dizer mais tarde
que assim como foi nos dias de Noé,
o mesmo aconteceria novamente
pouco antes do Seu regresso.
A maioria dos geólogos de cheias apontam que o mundo, a Terra
teve um clima ameno globalmente,
e os evolucionistas acreditam nisso também.
Não é só por causa da deriva continental
que encontramos pinheiros florestais e fósseis de dinossauros
na Antártida.
Não porque estes continentes
já estiveram em diferentes locais,
mas porque a Terra tinha um clima global mais quente e ameno,
vegetação mais densa e exuberante,
florestas mais verdes e densas
que se espalharam em direção aos polos
e mais longe das zonas equatoriais.
Neste momento, apenas não temos os tipos de florestas
que poderia gerar os depósitos de carvão que temos
ou fornecer as vastas fontes
para o carbono que teriam sido necessárias
para o carvão que temos hoje.
Nós teríamos de ter tido um ambiente mais exuberante, mais quente,
mais arborizado, Terra com mais vegetação.
Claramente, a quantidade de vegetação em num mundo pré-dilúviano
era muito superior,
muito mais exuberante.
O mundo de hoje é um deserto em comparação
para o que existia antes do dilúvio, o mundo teria tido
uma topografia muito mais suave, um clima muito mais fácil,
muito mais prolífico para a vegetação e a vida animal.
Nós temos muitas criaturas no registo fóssil
que são como hoje,
mas que eram muito maiores.
É gigantismo no registo fóssil.
Isso indica que o mundo pré-diluviano
foi muito mais adequado para a vida biológica.
Originalmente, pelo menos, não teria cadeias de montanhas intransponíveis.
Não teria enormes áreas desérticas.
Deus criou o mundo para se habitar.
Antes o dilúvio, a humanidade tinha destruído
O seu ambiente em grande medida.
A Bíblia fala sobre a maldade dos homens.
Em Génesis 6, fala de "Cada pensamento do coração do homem
era apenas mau continuamente",
e que o mundo inteiro estava cheio de violência por causa do homem.
Para mim, acho que seria um lugar horrível para se viver.
As intenções e pensamentos do coração humano
eram apenas maus continuamente.
A Terra estava cheia de violência,
e toda a carne tinha corrompido o seu caminho na Terra.
Assim foi o pecado e a excessiva violência e maldade,
a razão para Deus dizer: "Eu vou destruir a Terra."
O remanescente Noé e a sua família,
encontraram graça aos olhos de Deus.
Aparentemente não eram daqueles que foram corrompidos,
e Deus pegou naqueles remanescentes da humanidade,
e foi capaz de os preservar.
Mas uma das coisas que as pessoas acham interessante
é a esperança de vida dos humanos antes do dilúvio.
E Noé tinha 600 anos,
e depois que ele saiu da arca, viveu mais 350 anos.
Ele tinha 950 anos quando morreu.
Agora, os seus filhos que sairam da arca
não viveram tanto tempo,
mas viveram até aos 500 anos.
E depois a próxima geração e a próxima geração,
os anos eram 400, depois 300.
Estamos então a chegar a Tera, pai de Abraão,
que viveu até aos 200 anos.
Abraão viveu até aos 175 anos.
E foi uma exponencial decadência ao longo da vida.
Adão e Eva não tiveram mutações.
Os primeiros 10 patriarcas antes do dilúvio
tinham taxas de mutação muito baixas,
e por isso todos viviam até à mesma idade.
Algo aconteceu na hora do dilúvio,
e foi aí que esta degeneração incrível
da humanidade aconteceu.
Houve este incrível declínio na longevidade.
Quando analisa os dados, é surpreendente.
Porque os dados, que vêm diretamente da Bíblia,
e não se esperariam dados científicos da Bíblia,
mas os dados seguem uma curva de decaimento estrita,
e isso é impressionante.
Na Bíblia, é-nos dito que antes do dilúvio,
os homens viviam quase mil anos.
A idade média dos homens da época
foi tão surpreendentemente elevada em comparação com nossos dias
que alguns passam por momentos difíceis
para compreender como tal longevidade era mesmo possível.
No entanto, uma pista importante está dentro dos dados
fornecidos a todos nós no livro de Génesis.
Quase como se fosse um computador, o livro de Génesis revela-nos
a esperança de vida após o dilúvio
desde a linha genealógica de Adão
seguindo os conceitos matemáticos conhecido como decaimento exponencial.
Significando que se fizéssemos um gráfico da esperança de vida
de todos os homens depois do dilúvio,
não se veria um linha a inclinar-se para baixo,
como provavelmente faria se as idades fossem inventadas,
mas em vez disso, o que se vê é uma curva exponencialmente decadente
com pequenas variações uma vez que não existem duas pessoas iguais.
Será que esses homens que registaram essas idades ao longo da história
realmente conspiram juntos para criar dados
que seguem uma curva de decaimento exponencial?
Em vez disso, o que vemos assemelha-se exatamente ao tipo de dados
esperaríamos no rescaldo de uma inundação mundial,
revelando uma íngreme queda inicial da esperança de vida
logo após o dilúvio
devido às catastróficas alterações ambientais.
Não há mais acesso a alimentos ricos em nutrientes
do mundo que se perdeu
e mutações genéticas que não existiam antes.
A verdade é que ninguém
na hora de registar essas idades
sequer pensaria em apresentá-los numa curva de decaimento exponencial
se estivessem a fazer uma ficção.
Esta decadente e sofisticada curva é na realidade o resultado
de um verdadeiro evento de inundação facilmente demonstrável.
As objecções ao dilúvio dos dias de Noé
são principalmente ridículos
e de rir à gargalhada.
O único séria que talvez estejam a tentar dizer é:,
“Bem, para onde foi a água?
De onde veio a água?"
E depois satirizam a Arca de Noé.
Houve um programa do Discover Channel
denominado "Arca de Noé: A verdadeira história",
onde mostraram atores retratando
a versão bíblica tradicional da história da Arca de Noé,
e depois mostraram-nos a verdadeira história.
E Noé estava vestido com uma túnica, estava de tronco nu,
tinha a cabeça rapada, parecia um egípcio,
e a Arca de Noé era uma barcaça de cerveja.
Não estou a brincar, procure!
Descubra o programa, "Arca de Noé: a verdadeira história?"
Como é que eles sabem essas coisas?
Afirmando que essa foi a verdadeira história,
e depois assisti à arca que desfez-se em pedaços
como se ela fosse estruturalmente pouco sólida,
ridicularizando a estrutura da arca.
Quando era estudante de mestrado na Universidade Estadual de Ohio,
Eu observei a geometria
da secção transversal
e do comprimento
por simplesmente ler da Bíblia.
E descobri que é dinamicamente estável,
90 graus de inclinação
e 90 graus no modo de guinada,
o que significa que tudo vai até 90 graus e ela volta.
É estável!
Não é que isso não fosse causar problemas
para o povo e os animais na arca
se tivesse sido tão inclinada,
mas isso faz-nos ver a estabilidade.
Certamente qualquer coisa que pudessem ter sofrido com a turbulência,
A arca poderia aguentar estruturalmente.
Esta é uma arca à escala 1/200, e Coloquei-a na minha piscina,
e colocamos um dispositivo de medição aqui isso foi uma polegada,
e depois fomos capaz de medir as ondas.
E sabe que ele mediu ondas de 500 pés (15 metros),
e ainda estava estável.
Nunca virou, 500 pés!
Aliás, um tsunami tem cerca de trinta metros.
Assim, isso permitiu que saibamos sobre mais sobre a estabilidade dinâmica dela.
A maior parte da vida biológica não precisava de estar na arca.
A maioria das plantas não precisava de estar na arca.
A maioria dos insetos não precisa de estar na arca.
Somente as criaturas que têm fôlego nos pulmões.
A maior parte as espécies vivem no oceano,
que vivem bem numa enchente.
Assim a Bíblia não diz que Noé deveria levar
dois de cada espécies na arca.
Ele deveria levar dois de cada espécie,
a mesma palavra que é usada em Génesis 1
que fala sobre Deus criar diferente tipos
de plantas e animais para se reproduzirem conforme a sua espécie.
Por isso julgamos que apenas cerca de 1.400 espécies
e cerca de 7.000 animais estivessem na arca.
De tamanho médio, talvez uma ovelha grande ou uma vaca pequena,
mas a maioria das criaturas seriam muito menor do que isso.
Nós não estamos a falar sobre, por exemplo,
dois grandes dinamarqueses, dois pastores alemães,
dois lobos, dois coiotes.
Ele pegou em duas espécies de cão para a arca,
e sabemos pela genética moderna
que há tremenda variação genética
embutida no ADN para cada tipo de criatura.
E assim, os cientistas da criação têm estudado,
ora, qual foi a espécie criada
em comparação com o nosso moderno sistema de classificação?
E pensam que na maioria dos casos,
era equivalente a aproximadamente o nível familiar.
Os evolucionistas apenas exagerem
porque se concentram nas espécies.
Evolucionistas Muitas vezes afirmam que
não seria possível colocar todas as espécies de vida na Terra
num barco do tamanho da arca,
mesmo quando considerando o quão enorme
A Arca de Noé era realmente.
Por volta dos 15 metros de altura, 25,5 metros de largura,
e mais de 150 metros de comprimento,
a arca é o maior navio de madeira
conhecido por ter sido construído pelo homem,
com o USS Wyoming,
uma gigantesca embarcação construída em 1909,
entrando para o segundo lugar com 135 metros de comprimento.
No entanto, independentemente do tamanho, imaginando como a arca
caber 18 milhões de espécies de toda a vida na Terra,
é uma forma bastante elementar maneira de entender
a excelente eficiência da arca.
A realidade é que as criaturas marinhas,
insetos, invertebrados, e espécies de plantas
não precisava de ser incluídos na arca.
Vejam, Deus instruiu Noé
para trazer apenas os animais vertebrados terrestres,
e quando você simplifica estes animais
para a sua classe genealógica estrutura encontrada em Génesis,
que é conhecido como uma espécie,
pode ainda mais ser significativamente reduzida.
O número de espécies de animais necessários
seria de cerca de 1.400 tipos
ou aproximadamente 6.750 animais no total.
Desses animais, também não precisa trazer
adultos completamente maduros,
quando crias mais pequenas caberiam melhor, comeria menos,
desperdiçariam menos e viveriam mais
enquanto se reproduziam no mundo pós-dilúvio.
Com cerca de 6.750 animais a bordo da arca,
podemos agora também estimar
que aproximadamente Foram necessárias 1.400 jaulas,
e ao considerar que apenas 20% do volume da arca
era necessário para o armazenamento de alimentos,
pode ver que temos muito espaço de sobra
para jaulas e infraestruturas,
com a restante área capaz de ajustar o equivalente
de 483 semirreboques dentro do seu volume.
Também não é surpresa
que as dimensões que Deus deu à arca
acabarem por ser ideais para a estabilidade.
Na verdade, se ampliássemos a arca,
parece que os navios de cruzeiro modernos
tomaram notas das dimensões da arca,
como podemos ver nas semelhanças impressionantes
em formas e proporções que partilham.
Como podemos ver, a influência da arca
está viva e de boa saúde hoje
e tem implicações de longo alcance
em praticamente todos os campos da ciência,
incluindo a baraminologia, a botânica, a
hidrodinâmica, antropologia e muito mais.
Mas tão convincente quanto a ciência por detrás da arca é,
não devemos esquecer que é Deus
que orquestrou os acontecimentos.
Foi Deus quem decidiu a hora para julgar o mundo.
E foi Deus quem foi o responsável final
para a libertação de todos os que estavam a bordo da arca.
No segundo livro de Pedro,
somos informados que nos últimos dias
antes que Jesus Cristo voltar,
as pessoas ignorariam deliberadamente a evidência do dilúvio.
Ou como diz a Bíblia,
escolheriam voluntariamente esquecero dilúvio.
Pedro diz-nos que nos últimos dias,
os homens zombariam da Bíblia
e da segunda vinda de Jesus Cristo,
e em vez disso, iriam andar segundo as suas próprias concupiscências,
assim como fizeram nos dias de Noé.
Veja-se, assim como Noé teve fé
para realizar o trabalho de Deus obedecendo e construindo a arca
e assim como Noé teve fé
que Deus os salaria através do dilúvio,
então também nós devemos ter fé
que Deus foi perfeitamente capaz
de preservar Noé, a sua família,
e todos as criaturas a bordo da arca.
Será uma coisa muito difícil
para o Deus que criou o universo e tudo o que nele há
preservar a vida que Ele escolher?
Claro que não!
Então não vamos ser contados
entre aqueles que Pedro profetizou
que iriam ignorar a evidência do dilúvio,
já que estamos na verdade, a viver perto do fim.
Em vez disso, sejamos escolhidos
entre aqueles que acreditam
em Deus e na Sua palavra.
A Bíblia diz que no dia em
que as chuvas do dilúvio começaram,
todos os animais com sopro da vida
estavam a bordo da arca com Noé e a sua família,
e foi o próprio Deus quem os iria fechar a todos
e salvá-los do juízo vindouro.
A natureza global do dilúvio
é-nos dado no texto bíblico,
e é bem claro,
especialmente se formos para os termos originais utilizados.
O termos para o próprio dilúvio é mabbul.
A palavra hebraica única mabbul.
É utilizada apenas num outro lugar no Antigo Testamento.
Está no Salmo 29:10
onde diz que Deus "sentou-se como rei acima das águas do dilúvio."
É um termo muito singular que diferencia esta narrativa
de outros tipos de inundação.
Portanto, esta foi uma inundação única.
Primeiro poderíamos conversar sobre o próprio dilúvio,
o propósito do dilúvio.
Ao contrário do que muitos pensam,
não foi simplesmente para destruir o homem pecador,
mas também Génesis 6 nos diz
para destruir tudo, os animais terrestres e as aves
que não estavam na arca com Noé
e para destruir a superfície da Terra,
e apenas uma inundação global cumpriria esse propósito.
Depois podemos falar sobre a arca.
O propósito da arca não era salvar alguns animais
para que Noé pudesse começar uma quinta depois do dilúvio.
Foi, como diz Génesis 7:3:
"Para manter a criação viva à face de toda a Terra."
E depois temos a repetição de termos universais.
Tudo o que está debaixo de todo o céu,
sob toda a Terra,
tudo em que tem o sopro da vida.
Estas palavras aparecem sessenta vezes em Génesis 6,
todos, todos, debaixo do céu,
e quando aparece uma repetição destas palavras,
isso é enfático.
Em segundo lugar, temos a duração da cheia,
370 dias.
Por que razão tanto tempo se o dilúvio fosse apenas local?
Porquê esta duração do dilúvio? Por que razão demoraria tanto
para que a água retroceda e a terra seque?
Não é possível que uma inundação local pudesse durar tanto tempo.
Temos a profundidade o dilúvio.
Cobriu tudo as altas montanhas
em todos os lugares sob os céus,
e uma vez que a água procura um plano nivelado,
teria ser uma inundação global.
Quando a Escritura diz que as águas subiram
a cerca de 24 pés (7,20 metros) acima das montanhas,
mesmo que se dê a ideia
que as montanhas não eram tão elevadas como são agora,
foram empurradas para cima após o dilúvio,
tendo a água subindo ao seu próprio nível.
Se tivéssemos uma inundação local,
depois obviamente não haveria necessidade de construir uma arca.
Se o dilúvio fosse local no Médio Oriente,
a arca seria totalmente desnecessária.
Os animais não precisariam entrar nela,
e Ele poderia ter dito a Noé e à sua família
para tirar férias na Europa ou no Egito.
Noé e a sua família poderiam caminhar para um lugar mais seguro.
Então porquê uma arca?
Porquê uma arca tão grande?
Porquê todos os animais? Porquê os pássaros?
Os pássaros podiam voar para longe.
Animais, existem animais afinal em outros lugares
se fosse uma inundação local.
Só toda esta ideia de tudo isso, incluindo animais na arca
pelos menos dois de cada tipo
significa que estava a tentar preservar toda a vida em nesse ponto.
Apenas um dilúvio global ajusta-se ao propósito da arca.
Então poderíamos fale sobre o volume.
Era demasiado grande para uma inundação local.
Você também tem o próprio conceito teológico
de que se tivesse homens noutro lugar
que não faziam parte do julgamento no dilúvio,
toda a ideia de um juízo sobre a humanidade
por causa da corrupção da Terra não faria qualquer sentido.
Deus diz: "Eu tenho visto a maldade do homem
que é grande na Terra."
Não apenas num local lugar, mas na Terra.
Quando olhamos para o Novo Testamento,
tem uma passagem como em 2 Pedro 3:5-7.
Ele compara um dilúvio que destruiu o mundo que existia,
com um futuro juízo sobre um mundo vindouro
ou o mundo que existe agora.
Se tivesse existido um julgamento local no passado,
629 00:33:48,haver um julgamento local no futuro,
mas, claro, este é a segunda vinda de Jesus Cristo
para julgar o Seu mundo,
e tem de ser universal.
Ora, se o dilúvio foi apenas um evento local,
então o que acha?
Talvez quando Jesus regressar, seja apenas um evento local?
Ah, não, vai ser um julgamento global também.
E eu acrescentaria uma última coisa,
nós não podemos encontrar o Jardim do Éden.
Gente, olhem para a descrição
da geografia onde O Jardim do Éden estava em Génesis 2.
A razão pela qual não podemos encontre o Jardim do Éden
é porque o mundo pré-dilúviano foi completamente destruído.
Agora está enterrado sob milhares de metros
de depósitos sedimentares.
Então o dilúvio não uma inundação local.
A Bíblia diz-nos
que Deus olhou para a Sua criação,
"e eis que
era tudo corrupto,
pois toda a carne tinha corrompido o seu caminho na Terra."
O dia do juízo final chegou finalmente.
Deus disse:
"E eis que
quanto a Mim,
ire trazer um dilúvio de águas sobre a Terra
para destruir toda a carne
onde tem o sopro de vida
de baixo do céu,
e tudo que há na Terra
morrerá."
Cada geólogo anti-dilúvio no nosso planeta
acredita que o planeta Marte teve uma inundação global.
Os criacionistas crentes assim como os incrédulos,
como os geólogos seculares acreditam,
Marte teve uma inundação.
Julgamos que aconteceu ao mesmo tempo que ocorreu a nossa inundação.
Talvez uma tempestade de asteroides
atingiram os planetas interiores, os planetas rochosos.
Aqui no nosso planeta, estamos agora cobertos
70% com água a três quilómetros de profundidade,
e não podem crer que uma vez tivemos um dilúvio?
É muito, muito fácil para eles acreditarem
que Marte teve uma inundação global,
mas por alguma razão, não podem aceitar que
existem muitas evidências de que tivemos um dilúvio.
Para onde foi toda a água do dilúvio?
Quer dizer, de onde veio e para onde foi?
Bem, olhemos para o globo.
Estamos 3/4 cobertos com água com três quilómetros de profundidade agora.
A água ainda está aqui.
As perguntas mais feitas são
"de onde veio a água do dilúvio
e de onde foi?
E a resposta é facilmente explicável
no modelo de placas tectónicas catastróficas.
O processo de placas tectónicas catastróficas
é muito parecido às placas tectónicas convencionais.
A principal diferença é a velocidade ou a taxa
em que estes processos se desenrolam.
Hoje, as placas estão a mover-se
alguns centímetros por ano.
Porém, durante o dilúvio,
moveram-se mil milhões de vezes mais rápido.
Quando o dilúvio começou, iniciou com as fontes
no fundo do oceano profundo.
Onde a Bíblia até diz, "as fontes do grande abismo
foram abertas."
A dorsal meso-oceânica tem 70.400 quilómetros de comprimento.
A maior parte está debaixo de água.
É por isso que lhe chamam dorsal meso-oceânica.
E se tudo irrompeu ao mesmo tempo,
isso teria feito o fundo do oceano faz isso, wom,
e depois, phooh, a dorsal meso-oceânica teria entrado em erupção
em todo o mundo ao mesmo tempo aproximadamente,
mas esta primeira fase, wom,
teria causado o nível do mar subir 1,6 kms.
Então este maremoto saindo
daquele aumento súbito do fundo do meso-oceano
dirigiu-se para os continentes.
Ora isso teria sido a primeira fase da cheia.
A segunda fase da cheia, diz:
foi quando "as janelas do céu foram abertas."
Não é um acidente
que há uma ordem dada ali nas Escrituras.
“As fontes do abismo abriram-se."
Esta é a crosta a abrir,
a água a subir, os jatos de vapor supersónicos,
trazendo para cima toda aquela água do oceano.
Depois caíram chuvas torrenciais globais.
Todas as pessoas sabem que o dilúvio
foi de 40 dias e 40 noites de chuva,
mas as águas prevaleceram sobre a Terra durante 150 dias.
Quando "as fontes do grande abismo se abriram",
como a Bíblia descreve,
descreve a fratura
da crosta pré-diluviana.
Temos material fundido
que se está expandindo à medida que solidifica.
O novo fundo do oceano expandiu-se.
Isto elevou o nível do mar.
Isto significa que o chão do oceano vai realmente subir.
As águas do oceano subiram até cobrir os continentes.
O novo fundo do oceano arrefeceu e encolheu,
e, por isso, o nível do mar desceu,
e as águas do oceano escoaram.
As águas do dilúvio ainda estão presentes
na superfície da Terra, hoje.
Eles foram para as novas bacias oceânicas
que foram produzidos como uma consequência do dilúvio.
Na verdade, a Terra ainda está 70% coberta de água.
Sim, a água ainda está aqui.
Está nas profundezas dessas trincheiras.
Algumas das trincheiras têm 13;
e descobrimos agora, 16 kms de profundidade.
Se tivéssemos formações terrestres mais baixas e um fundo oceânico mais elevado,
provavelmente teríamos hoje um planeta aquático
sem superfície terrestre.
E estamos a raspar a superfície
para tentar dizer para onde toda a água foi.
Ela ainda está aqui e é muito fácil de explicar
que a mesma água, principalmente, a mesma água que está aqui
teria sido suficiente para ter inundado a Terra de uma só vez
e que a situação mudou
para que a água esteja agora em bacias mais profundas.
Não é um problema perceber o modelo do dilúvio.
Estamos todos familiarizados
com a teoria sobre a Pangeia,
que sustenta de que os continentes já estiveram ligados
para formar um supercontinente que mais tarde se separou
através de um processo chamado de placas tectónicas.
As placas tectónicas catastróficas são essencialmente a mesma ideia
das placas tectónicas convencionais,
exceto que a linha do tempo e eventos
estão todos centrados por volta do ano do dilúvio
em vez de milhões de anos de processos lentos.
Você pode ficar surpreendido
ao saber que foi um homem chamado Abraham Ortelius,
um famoso cartógrafo dos anos 1500,
quem primeiro propôs a ideia
que o dilúvio de Noé pode ter sido responsável
por separar as Américas da Europa e da África.
Centenas de anos depois,
outro cristão chamado António Snider-Pellegrini
primeiro teorizaria
O conceito moderno da deriva continental,
em que ilustrou dois mapas
retratando os continentes do mundo
como uma vez unidos.
Isto foi décadas antes do Geólogo alemão Alfred Wegener
proporia a sua própria versão da teoria,
conhecida hoje como Pangeia,
e ser erradamente chamado do pai da deriva continental.
António foi honrado deste título honorífico.
O seu crime foi, citando o livro de Génesis,
dizer que ele fez a descoberta
que no início da criação,
existia apenas um continente.
Sabe, o livro de Génesis
explicou exatamente o que aconteceu à Terra
no passado durante o dilúvio,
começando por aquilo a que a Bíblia chama
"as fontes de água das profundezas."
Apenas na década de 1950
esta tecnologia inicialmente desenvolvida
para detectar submarinos debaixo de água
tropeçaria através destas cicatrizes gigantescas
das fontes da grande profundeza que se abriram
exatamente como a Bíblia tinha descrito.
Como poderia um livro com milhares de anos
saber exatamente o que estava a acontecer no fundo do oceano?
A Bíblia diz que primeiro,
essas gigantes fendas subterrâneas abriram-se,
perfurando a crosta terrestre,
vomitando magma que criaram jatos de vapor
que disparou para o céu.
Assim, o livro de Génesis diz
que as águas caíram como chuva torrencial
pelas janelas do céu que foram abertas
e que a chuva durou 40 dias e 40 noites.
O supercontinente que o livro de Génesis descreve
está agora a começar a se desintegrar.
A princípio, o recém fraturados continentes oscilam,
batendo um no outro
antes de iniciar a sua derradeira jornada de separação.
Isto fecha vias marítimas e forma vulcões e montanhas
nas Américas e na Europa,
como os Apalaches e cordilheiras da Caledónia.
O fundo do mar espalha-se, formado a partir de magma fundido,
alargando a separação entre os novos continentes.
Os cientistas descobriram mais tarde
que o fundo do mar na Dorsal Médio-Atlântica
é muito mais jovem do que o fundo do mar
noutras partes do mundo,
exatamente como a Bíblia sugere.
Como estes recentes espalhamentos emergentes do solo vulcânico,
cria canais sob a costa oeste da América do Norte,
vergando e libertando,
provocando tsunamis massivos
carregados de lama misturada com criaturas marinhas,
dominando totalmente a terra.
Aquilo que é conhecido como a ascensão conjugada de Shatsky
empurra para cima durante a subducção,
as Montanhas Rochosas começando a formar-se,
juntamente com o Enxame de Diques da Independência,
uma região vulcânica de 640 kms que emite cinzas
que cobre metade da América.
Como a Via Marítima Interior Ocidental surge neste momento,
O últimos dos dinossauros são cobertos,
misturados com a vida marinha,
e são enterrados na lama, areia e cinzas
no meio da América.
À medida que nos aproximamos do fim do dilúvio, a atividade começa a cessar,
à medida que o fundo do mar para de se expandir e começa a arrefecer.
O novo massivo fundo do oceano arrefece e retrai,
as águas revertem descendo para as novas bacias oceânicas
e recuam até 1,6 kms.
Em toda a Terra, biliões de fósseis são deixados para trás
como uma evidência incrível
de um dilúvio mundial catastrófico.
A mais atraente evidência de um dilúvio global
é o próprio registo de sedimentos.
Por toda a Terra, o que está debaixo dos nossos pés?
Centenas de camadas horizontais distintas
geralmente com uma suave interface entre camadas.
A única forma de tal registo
ter podido surgir
teria de ser um processo à escala global produzindo o disco inteiro
num único evento global.
Em todo o mundo, as camadas são planas,
e não há canais de rios neles.
Pense no que vê no Grand Canyon.
Você vê como que panquecas, umas em cima das outras,
apenas planas, planas, planas, planas.
São basicamente isentas de erosão.
Veja como se formaram.
No início do dilúvio,
havia movimentos da crosta.
Movimentos crostais na realidade causam sismos.
Terremotos em água provocam tsunamis.
Os tsunamis originados das zonas oceânicas
iriam percorrer todos os continentes.
Depois de o tsunami ter perdido a força,
O sedimento iria acumular-se fora de água
e formar uma camada plana na parte inferior.
Esta é a primeira camada.
Depois outro terremoto
numa parte diferente do mundo desencadeia um outro tsunami,
talvez uma semana mais tarde, talvez um dia depois,
traz um sedimento diferente.
O tsunami perde a força nesta área.
Os sedimentos na água assentam no fundo
e formam outra camada plana.
Não há erosão.
Mais uma vez, um terceiro tsunami
trazendo outros sedimentos, terceira camada.
As minhas simulações indicam
que estes tsunamis foram suficientemente grandes
para que um único tsunami
varresse tudo o caminho através de um continente.
Essas camadas foram formadas debaixo de água.
É por isso que eram tão confuso para tantas pessoas.
É fascinante ver os cientistas da evolução
explicar os seus locais de escavação.
Por exemplo, no Parque Provincial dos Dinossauros,
Eles têm 10.000 dinossauros enterrados
nesta camada plana.
E você pergunta o paleontólogo do sitio,
"Bem, como foi que estes 10.000 dinossauros
entraram nesta camada plana?"
"Bem, eles morreram num rio inundado."
"Ah, o qual era a forma do fundo do rio?"
"Era o fundo de um rio plano".
Então está a dizer que esse rio que era tão forte
ao ponto de enterrar 10.000 dinossauros por mais de oito quilómetros de largura,
o que seria um rio com imenso caudal,
não era suficientemente forte provocar um canal de erosão?
Porque é que não existe um rego cortado neste canal do rio?
Por que razão não existe erosão daquele rio?
As respostas não fazem sentido
à luz do problema das camadas planas, o problema contra a ideia de erosão.
O que vemos no Grand Canyon
é que as camadas ficaram dobradas na orla do planalto.
Porque a dobragem foi suave
enquanto os sedimentos ainda estavam macios,
toda a sequência teve de ser formada rapidamente durante o dilúvio
e depois dobrou-se no final do dilúvio enquanto ainda estavam molhados,
e essas dobras são evidências muito estratégicas
unindo todas as camadas,
e demonstram enfaticamente
que os milhões de anos necessários nunca aconteceram.
Ou o facto de ter
como são chamados fósseis polistratos.
Geralmente são árvores que atravessam mais do que uma camada.
Estas árvores têm três camadas que supostamente têm
30 milhões de anos de rocha à sua volta.
Sabe, se começar a acumular
sedimentos junto ao fundo,
Esse sedimento iria corroer a casca,
a casca apodreceria e a árvore morreria ainda mais cedo,
cairia mesmo em menos de cem anos.
Mas aqui temos árvores,
verticais, fossilizadas, com três camadas.
No dilúvio global, árvores foram varridas,
e flutuavam na superfície.
Eventualmente, as árvores ficaram encharcadas
e afundaram.
Agora árvores normalmente afundaram horizontalmente,
mas outras árvores, como descoberto pelo Dr. Steve Austin,
quando afundam, afundam verticalmente.
Se vier uma onda de tsunami,
e haviam muitos tsunamis durante o dilúvio,
e trazem sedimentos,
quando o tsunami perde a força,
o sedimento na onda assenta
numa camada plana na parte inferior.
Talvez uma semana mais tarde ou um dia depois,
vem aí outra onda de tsunami vindo de uma direção diferente.
Quando o tsunami perde a força,
o sedimento começa a cair,
e forma agora uma segunda camada em cima da primeira
entre esta árvore vertical que ainda não tinha fossilizado.
Ora, se aquela árvore pudesse ser enterrada
com 9 metros sedimento em apenas, digamos, uma semana,
poderia facilmente acumular
todo o Grand Canyon em camadas empilhadas no espaço de um ano.
É a explicação que derrota o tempo da teoria da evolução,
e na verdade derrota a teoria da evolução.
Este é o único facto geológico importante,
e ninguém parece ensinar isso na faculdade
ou no mundo dos evolucionistas.
Os evolucionistas afirmam
que a Terra tem milhões de anos,
e uma das suas chamadas provas
encontram-se nas camadas de rocha estratificada dentro da coluna geológica.
Evolucionistas ensinam que cada camada
representa milhões de anos de formação rochosa
baseado na sua visão uniformitarista
que diz que se pode fazer suposições sobre o passado
com base nos processos atuais.
Mas ao fazer isso, está a assumir
que não houve catástrofes eventos, como um dilúvio global.
Os evolucionistas também ignoram
a evidência do dilúvio contida dentro destas camadas rochosas,
como criaturas marinhas misturadas juntamente com criaturas terrestres.
Basta perguntar a qualquer mineiro de carvão.
Em qualquer lugar da Terra eles escavam,
e encontram incontáveis mares criaturas
embutidas na rocha.
Sabe, a Bíblia refuta a teoria da evolução,
afirmando que apenas se passaram cerca de 6.000 anos
desde o início da criação,
dando a verdadeira conta
de como as camadas sedimentares foram formadas,
em como a rocha sedimentar é rocha que se formou na água,
o que também é um incrível testemunho de um dilúvio mundial.
Dado que a superfície da Terra
é composta principalmente por sedimentos formados por água, camadas de rocha,
o facto de as camadas foram realmente formados na água
também explica por que razão não há erosão encontradas entre nas camadas,
como haveria se as camadas levassem milhões de anos para se formar.
Depois há o problema das rochas curvadas e dobradas,
o que só poderia ocorrer se as camadas fossem flexíveis
e suaves aquando da flexão,
que é exatamente o que um dilúvio global provocaria.
As camadas dobradas também provam que a sua formação foi rápida
com múltiplas camadas se formando rapidamente uma em cima da outra,
porque as camadas inferiores
ainda teriam estar saturadas de água
e não tinham tido tempo suficiente para secar.
À medida que as forças atuavam sobre as camadas,
eles curvaram-se em uníssono de cima para baixo.
Reivindicando estas camadas dobradas juntos ao longo de milhões de anos
enquanto ainda se formavam,
não consigo explicar o que os geólogos estão a observar.
Apenas um enterro subaquático rápido poderia explicar estes fenómenos,
lembrando que camadas de rochas sedimentares,
das quais estes são
formadas em água em primeiro lugar.
Para provar ainda melhor que estas camadas de rocha
foram formadas rapidamente e no dilúvio
é o facto de que em inúmeros locais ao redor do mundo,
encontramos árvores polystrate,
"poli" significa muitas
e "estrato" referindo-se para as múltiplas camadas
que estas árvores estão a passar.
Se entender alguma coisa
sobre como a matéria orgânica se decompõe,
saberá que é impossível
que as árvores se mantenham intactas milhões de anos
enquanto camadas de sujidade e detritos lentamente se empilham à sua volta
pois a chuva e a humidade apodreceria a madeira.
Em vez disso, o que as evidências mostram
é que as árvores foram varridas pelas águas do dilúvio levadas,
e quando se tornaram mais pesadas, afundaram.
Algumas árvores afundariam uniformemente
ao contrário de outras árvores que continham mais saturação de água
no que sobrou das suas raízes inferiores.
Essas árvores seria mais pesadas no fundo
e afundariam na vertical.
Ondas de tsunami carregaram sedimentos
que enterraram as árvores rapidamente em múltiplas camadas.
Na verdade, os geólogos descobriram
que a mesma areia do lado oriental da América
tinha sido transportada em ondas de tsunami
para lado oeste do continente.
Isso explica como as camadas de rocha
contêm fósseis de criaturas marinhas misturado com plantas terrestres,
e também explica
por que razão faltam os sistemas de raízes nas árvores,
e o mais importante, porque as árvores são encontradas
na vertical através de múltiplas camadas rochosas
que os evolucionistas estão a reivindicar como tendo milhões de anos.
Não nos podemos esquecer também que algumas destas camadas
são do tamanho de continentes,
indicando que estas árvores e pedras foram colocadas
num único evento catastrófico
global e não em pequenas inundações locais em momentos diferentes.
Hoje, assumimos que os fósseis
são uma parte normal do ciclo da vida
já que vemos tantos deles em todo o mundo.
No entanto, a fossilização não é o que observamos
hoje quando algo morre.
Felizmente, matéria morta não se fossiliza hoje
em condições normais,
mas, em vez disso, Deus fez matéria morta
para se decompor e regressar à Terra.
O facto de vermos tantos fósseis indicam
que houve um evento mundial
que causou a fossilização em massa de toda a vida na Terra
num determinado momento.
Pense nisso.
Se a Terra hoje está coberta por 71% de água,
camadas sedimentares formadas por água
compõem a maior parte da rocha na Terra.
Dentro destas camadas rochosas
estão criaturas marinhas misturadas com criaturas terrestres.
Algumas dessas camadas de sedimentos abrangem continentes inteiros,
ou seja, foram formados todos juntos num só evento.
Múltiplas camadas foram vergadas e dobradas juntas,
provando uma rápido eventos que os enterrou.
Encontramos árvores que se estendem através de múltiplas camadas de rocha,
e em todo o mundo,
encontramos enormes áreas de erosão,
como enormes desfiladeiros escavados.
É óbvio que Deus deixou todas estas evidências para trás
como um testemunho do dilúvio bíblico.
A segunda evidência mais poderosa
são os fósseis que estão nessas camadas sedimentares.
Para produzir um fóssil exige, na maioria dos casos,
especialmente para os tipos maiores de organismos,
um completo e rápido enterro,
e isso explica automaticamente as condições de um evento catastrófico.
Assim, o facto de acharmos muitos fósseis tão bem preservados,
muitos deles com evidências
que os animais foram enterrados vivos,
é outra poderosa evidência de um cataclismo de cheia.
Há muitos fósseis em museus.
Na verdade, os museus estão lotados.
Eles não querem mais fósseis.
Os porões estão cheios.
Os museus recolheram um bilião de fósseis
e os cientistas sugerem que nas rochas,
e pode encontrar isso,
existem triliões de fósseis.
Se vir um animal morrer ao longo da estrada,
como um gambá ou um veado,
muito em breve aquele veado ou aquele gambá desapareceu.
Os ossos desintegrar-se, os necrófagos vêm,
os ratos comem os ossos, a pele desfaz-se.
10 anos depois, é só pó, não há nada.
Mas ainda há esses triliões de fósseis.
Aqui está o porquê temos um trilião de fósseis.
Houve uma enorme inundação.
Foi uma inundação mundial.
Os tsunamis estavam correndo transversalmente, trazendo sedimentos,
e rapidamente enterrara esses animais.
À medida que a cheia retrocedia,
toda esta água do oceano percolado de volta pela areia
estava a cobrir os animais
que forneceu os minerais para transformar os ossos em fósseis.
E foi assim que se obteve triliões de fósseis.
Tem que haver uma inundação mundial.
A única coisa que frequentemente observamos
é que os fósseis foram primorosamente preservados.
O que quero dizer com isto?
Bem, encontrámos todos os detalhes preservados no local.
Por exemplo, o peixe prestes a engolir outro peixe,
foi enterrado.
Isso diz-me que tinha que ser muito rápido
para preservar esses detalhes.
Noutro exemplo, temos ictiossauros,
que são répteis marinhos,
alguns desses até seis 1,80m de comprimento,
e foram enterrados
no processo de dar à luz um bebé.
Outro caso de que se sabe, peixes de 3 a 3,6 metros de comprimento
com um peixe não digerido no seu estômago.
Os detalhes das asas das vespas.
As asas estão abertas,
e as pernas estão na posição de voo.
O que nos leva a pensar? Elas estavam a voar.
E estes insetos estavam a tentar escapar.
Estão a tentar ir para algum lugar,
mas acabaram como outros presas nos sedimentos
das águas do dilúvio,
e é por isso que podemos estudá-los.
Todos estes detalhes exigem
um enterro extremamente rápido.
Encaixa exatamente com o que a Bíblia diz. É consistente.
A destruição pelo dilúvio foi rápida, repentina,
catastrófica e à escala global,
preservando estas criaturas por vezes em posições de vida,
apanhados na ação de fazer algo
e os detalhes primorosamente preservado.
Isto é consistente com o registo bíblico do dilúvio.
Pode ficar surpreso ao saber
que todas as camadas rochosas do mundo,
as camadas rochosas nomeadas como o Câmbrico, o Jurássico,
todas as camadas do mundo têm criaturas de água salgada.
Uh, bem, que maior prova precisaria
do que isso como que o dilúvio foi mundial,
que há criaturas de água salgada em todas as camadas?
Isso está no meio dos continentes.
Como é que estes criaturas de água salgada chegaram aqui?
Teria de ser através de uma inundação.
Agora os cientistas da evolução têm de explicar
onde estas criaturas de água salgada apareceram, como chegaram lá.
Está a dizer, Sr. Cientista da Evolução,
que há criaturas de água salgada em todas estas camadas,
e você está dizendo que os oceanos subiram,
cobriram todos os Estados unidos, e voltou a descer,
voltou s subir, e desceu várias vezes,
pelo menos uma dúzia de vezes.
Occam Razor diria que
é mais simples acreditar num só dilúvio
do que em mais de uma dezena de inundações mundiais.
Foi na década de 1980
que os geólogos seculares começaram a mover-se para o catastrofismo
e afastar-se do uniformitarismo
assim que atendia às suas necessidades.
Foram para o catastrofismo quando serviu os seus propósitos
para ajudar a explicar a extinção dos dinossauros.
O dilúvio de Noé fornece uma melhor explicação
para o desaparecimento dos dinossauros e do que o impacto no Yucatan.
Simplesmente porque este evento é tão pequeno, tão localizado,
que não há como possa ter um efeito físico
que causaria que os dinossauros fossem enterrados
da forma como os encontramos.
E ninguém no mundo secular até o afirma.
Eles dizem: "Bem, produziu alterações climáticas
que causou que os dinossauros morressem de fome."
Se aceder à Wikipedia hoje
e procurar extinção dos dinossauro ou cratera de Chicxulub,
um asteroide caiu e atingiu a Terra,
causou um arrefecimento global por causa da poeira no ar,
e os dinossauros morreram nessa altura.
Temos simulações
onde inserimos os dados do tamanho de Chicxulub
bem na Terra, usando computadores de alto desempenho,
e depois obtemos o evento de subducção,
e obtemos a dissolução da litosfera,
e começamos a ver os sismos, iniciamos os vulcões.
Na verdade, os impactos meteóricos poderiam ter iniciado este evento.
Mas não tem poder para explicar o enterro
destes enormes animais no registo dos sedimentos.
Na década de 1980,
cientistas seculares começaram a teorizar
que fora um asteroide que caiu na Terra
que eliminou quase toda a vida na sua superfície.
A teoria postula que tsunamis massivos
e ar cheio de poeira vulcânica
como resultado do impacto
foram o que destruiu os dinossauros e a maioria das outras vidas
num desastre mundial.
Cientistas seculares não podem escapar ao facto
que a água e o vulcanismo desempenharam um enorme
papel em como a vida era quando exterminada da Terra.
Mas na Bíblia já estava escrito
que a Terra tinha sido destruída catastroficamente
através do vulcanismo e da água.
E eles não queriam validar a Bíblia,
e então depois surgiram
com as suas próprias versões catastróficas dos acontecimentos,
ou seja, o asteroide e a teoria do impacto.
Veja, o livro da Bíblia de Génesis já havia deixado claro
o que aconteceu no passado em pormenor,
descrevendo a atividade vulcânica
estourando do fundo do oceano,
narrando quando a atividade vulcânica se iniciou e cessou,
por quanto tempo choveu,
a altura que as águas alcançaram,
bem como dando a razão
por que Deus julgou e destruiu o mundo
com o dilúvio em primeiro lugar.
É-nos dada essencialmente duas escolhas hoje.
Por um lado,
tem um livro escrito há milhares de anos
dando um relato incrivelmente detalhado de um dilúvio mundial
que acabou praticamente com toda a vida na Terra.
Por outro lado, tem teorias feitas pelo homem.
Neste caso, uma dessas foi postulada pela primeira vez
há cerca de 40 anos
devido à insuficiência dos seus modelos anteriores não catastróficos
que sabem que realmente não funcionaram.
Ambas as visões exigem um evento catastrófico
com implicações globais,
mas só um tem o poder de realmente explicar
a estratificação da superfície da Terra
e os triliões de fósseis,
juntamente com culturas ao redor o mundo citando uma inundação global
no seu histórico de lendas escritas,
enquanto o outro apenas reorganiza elementos
da história verdadeira para inventar a sua própria história.
Pense nisso.
A Bíblia já disse há muito
que toda a superfície do mundo
foi destruída catastroficamente.
Eles não têm escolha senão fazer a mesma afirmação.
A Bíblia diz que os continentes
já foram juntos no início.
Parece que têm que partilhar isso também.
Quase toda a vida animal na Terra
foi exterminada durante a destruição,
um facto que eles também não podem ignorar.
A vida marinha foi espalhada pelo mundo.
A Bíblia diz que as águas subiram acima das montanhas mais altas.
Cientistas seculares formularam as suas próprias teorias
sobre como explicar os fósseis marinhos tão longe.
O ambiente original da Terra foi permanentemente destruído.
O paraíso pré-diluviano desapareceu.
Nos modelos secularidade, referem-se a este
como o mundo pré-histórico antes da extinção.
E não nos vamos esquecer
que o dilúvio colocou em movimento os processos necessários
para grande parte do mundo esteja hoje congelado.
Oceanos quentes produzem evaporações e maior queda de neve.
Os vulcões enviam volumes de aerossóis para a atmosfera,
tapando o sol.
Maior queda de neve com verões mais frescos
resulta em mantos de gelo globais.
Os evolucionistas chamaram estes resultados do dilúvio
de a Idade do Gelo.
Um destas está sendo constantemente provada verdadeira
com cada vez mais evidências descobertas com o tempo,
enquanto a outra só foi inventada
depois da evidência ter sido desenterrada.
E ainda mais, está contido na Bíblia,
também a previsão de que tudo isto iria acontecer de novo.
No segundo livro de Pedro,
somos informados que nos últimos dias,
O que é o tempo que se aproxima rapidamente,
os incrédulos iriam voluntariamente ignorar o dilúvio,
significado que os homens e mulheres
escolheriam conscientemente acreditar e criar mentiras
que lhes permitem empurrar o evento catastrófico
para um passado longínquo,
há tanto tempo e tão longe,
que deixa de ser história científica
e transforma-se em fantasia científica.
A ironia só pode ser descrita como bíblica.
A Bíblia deixa claro que o fim dos tempos seria caracterizado
pelo aumento da incredulidade no relato bíblico da história
e do próprio evento do dilúvio.
Infelizmente, a religião da evolução é aquela em que os seus sacerdotes
estão em constante atualização das suas teorias ultrapassadas,
enquanto na Bíblia,
é-nos dada a verdade, final e imutável.
E quando as evidências são descobertas ao longo do tempo,
o relato bíblico é sempre provado como verdade.
Se for hoje a um museu
e olhar para o dinossauro exibido,
irá notar que os animais se
parecem estranhos e invulgares com os dinossauros.
Já viu uma jiboia constritora numa exposição de dum museu
enrolada na perna de um T-Rex?
Não, mas encontraram jiboias com dinossauros.
Já viu uma tartaruga de caixa
aos pés de um estegossauro?
Não, mas encontraram tartarugas de caixa com dinossauros.
Já viu um T-Rex com um pato a sobrevoa-lo?
Não, mas os patos foram encontrado com dinossauros.
Todos os sete grupos de animais hoje
foram encontrados com os dinossauros,
e parecem iguais.
As exposições dos museus não mostram isso.
Então, se eles realmente colocassem os animais que encontraram
com os dinossauros,
as pessoas olhariam estas exibições e diriam:
"Bem, a evolução não ocorreu.
Foram só os dinossauros que foram extintos."
Mas os cientistas retiraram os animais modernos
das suas exposições de dinossauros
para promover a ideia que essa evolução ocorreu.
Sabe, a análise de tecidos moles
nos dinossauros feitos recentemente
tem sido um um enigma para aqueles que acreditam
que a Terra e universo é muito antigo.
Mary Schweitzer na década de 1990 e início dos anos 2000
encontrou pela primeira como que um tipo de material elástico nas artérias.
Material elástico significa, puxa-se e ele volta ao seu lugar original.
Tecidos moles de dinossauro são uma descoberta muito recente.
Eles não querem que se saiba.
Não está em nenhum dos manuais didáticos.
Esta senhora rachou ou cortou
um dos ossos,
e poderá ainda sentir o cheiro da putrefacção.
Ossos de dinossauro não devem cheiram como se tivessem morrido a pouco
porque estão mortos há milhões de anos, certo?
Bem, um pouco mais tarde, Mark Armitage começou a procurar
no corno do tricerátopo,
encontrou material de osso, tecidos e ossos,
os osteócitos e quando puxou encontrou tensões.
As tensões são a forma como deformas algo.
Teve quase 100% de tensão.
O tecido muscular encontrado num fóssil de Santanaraptor,
foi como encontrar carne seca de dinossauro
no osso da perna de um dinossauro.
Era o músculo real.
E este osso de Tecelosauro é a mesma coisa.
Começamos a procurar dentro deste osso,
e descobrimos, usando microscópio eletrônico de varredura,
que tinha matéria elástica, tinha tecido.
Você separa, e volta.
Se este fosse mineralizado
ou fosse um fóssil que se tornou numa rocha,
não poderia fazer isso.
Assim nunca foi mineralizado, nunca foi petrificado.
Ainda era elástico, o que significa que ainda era o tecido.
Isso significa que esta coisa não tem cem milhões de anos.
O relato bíblico espera encontrar algumas destas coisas.
Então, como o que era? Medula óssea.
-Glóbulos vermelhos. -Cartilagem.
-Colagénio. -A hemoglobina.
E proteínas de fibra muscular.
Essas coisas não deveriam ser capazes de durar
mais de cem mil anos, no máximo,
mas essas coisas tinham cem milhões de anos.
Ok, 68 milhões de anos, mas perto de cem milhões.
Os aminoácidos nas cadeias proteicas
iriam desafivelar e cair transformadas em proteína em pó,
e não há explicação até hoje,
nada que faça alguma sentido científico decente,
e é só explicado como uma anomalia.
Neil deGrasse Tyson entrevistou Mary Schweitzer e alguns outros
e depois voltou a atenção para a camada medular.
Eles tentaram desviar a atenção
dos glóbulos vermelhos.
A camada medular estava lá,
mostrando que o T-Rex de onde veio esse osso,
estava, na altura, a transportar ovos.
Isso é realmente o que chamamos de jogo de sombras,
um jogo de fumo e espelhos,
um espetáculo de cão e gato
destinado a distrair do elefante na sala,
que havia proteínas
naquele osso do T-Rex.
Agora Mark Armitage, a trabalhar Universidade da Califórnia,
encontrou tecido mole dentro de um chifre de tricerátopo,
e quando publicou essa descoberta, despediram-no.
Então são voluntariamente ignorantes,
esmagando a verdade,
e isso na verdade não é ciência.
Isto é propaganda.
Agora estamos a falar sobre controlo de pensamento e da polícia da mente.
Eles queriam despedi-lo porque sentiram que isso era uma posição religiosa
quando na verdade ele só trouxe à luz uma descoberta científica.
Em 1993, um filme intitulado "Jurassic Park"
apresentou uma cena bastante famosa
em que os restos de um mosquitos antigos foram preservados,
envolto em numa bola de âmbar endurecido.
O filme continua explicando
o caminho de como cientistas poderiam ressuscitar
os dinossauros do passado
por extrair o sangue
dos restos mortais dentro deste mosquito,
em que o ADN de dinossauro poderia ser totalmente sequenciado
combinando o que estava em falta
com o de um sapo moderno.
Esta ideia surgiu porque nos anos 90,
o escritor Michael Crichton
estava a lutar para chegar a um conceito
para explicar como os dinossauros
poderiam de alguma forma ser trazidos de volta à vida de uma forma viável
no seu livro com o mesmo título.
Aquilo que os criadores de o "Parque Jurássico" não poderiam ter imaginado
foi a descoberta de tecidos moles dentro de um osso de dinossauro,
uma descoberta que que já foi replicado
por outros cientistas,
com estas tiras de tecido do triceratops
descobertos por Mark Armitage.
Estas descobertas chocaram
a inteira comunidade paleontológica
e provavelmente teria reescrito
o guião original do filme "Parque Jurássico"
se eles soubessem que era possível naquela época.
Na verdade, os cientistas enfrentaram grandes desafios
ao tentar publicar estas descobertas
por causa da a enorme rejeição
de que tecido mole de dinossauro ainda pode existir.
O consenso na época acordado
é que seria completamente impossível
porque todos se seguraram à crença generalizada
que os ossos tinham milhões de anos,
o que exigiria que todo o seu biomaterial
já teria sido fossilizado há muito tempo.
Simplesmente seria impossível
que estes ossos de dinossauros contivessem biomaterial
como vasos sanguíneos, proteínas e o colagénio.
Na verdade, destes 16 tipos de materiais bio-orgânicos
que já foram descobertos no interior de ossos de dinossauros,
o colagénio por por si só encerra o debate
sobre se estes ossos têm milhões de anos,
porque a idade máxima do colagénio
é tão baixa quanto 10.000 anos por algumas estimativas
e tão alto quanto 900.000 anos por outras,
com 100.000 anos
sendo o geralmente a idade máxima acordada.
Para colocar isto em perspectiva,
se cada uma destas pequenas barras
representa um período de 100.000 anos,
assim apenas uma dessas barras
representa a idade máxima que o colagénio poderia sobreviver ao longo do tempo.
Se diminuirmos o zoom para o período de cem milhões de anos,
assim podemos ver que a vida útil do colagénio
é 1.000 vezes mais curto
do que a idade geral que os evolucionistas afirmam que os ossos de dinossauro tem.
Ou outra forma de explicar é que
aquele colagénio nem dura 001%
do que seria preciso
para que a teoria da evolução funcionasse,
provando que nem remotamente
está dentro do domínio da possibilidade
que aquele colagénio pudesse sobreviver durante tanto tempo.
A relativa curta vida útil do colagénio
prova o que a Bíblia tem dito
sobre estes ossos o tempo todo,
que são de há cerca de 4.400 anos
e foram enterrados em todo o mundo
por volta da época do dilúvio de Noé.
Aquando das águas do dilúvio começaram a recuar,
a Terra estava num estado de caos.
Cemitérios de dinossauros como estes
seria mais tarde encontrado em toda a Terra,
e paleontólogos seculares concordam que
estes sítios em todo o mundo partilham uma coisa em comum.
O estado em que os ossos se encontram
mostram evidência de um enterro por inundação.
E agora já entendemos exatamente de onde vinha a água,
água que viria eventualmente a secar
porque não pertencia a esse sítio em primeiro lugar.
Toda a Terra teria de passar por uma reinicialização massiva
com a vegetação crescendo lentamente de volta
e a água encontrando os seus locais de descanso final.
Infelizmente, a Terra que fora
um habitat perfeito para os dinossauros
estava agora irrevogavelmente arruinada,
e aqueles dinossauros que conseguiram sobreviver
seriam caçados à extinção ao longo do tempo.
Conhecemo-los como dinossauros,
mas a lenda lembra-se deles como dragões.
E assim foi
que no dia 17 do 7º mês,
"a arca repousava sobre as montanhas de Ararate."
Acabou um pouco mais de um ano após o início do dilúvio
que Noé, a sua família, e todos a bordo da arca
finalmente dariam um passo em terra firme novamente.
Este grupo de oito pessoas repovoaria a Terra,
assim como lendas em todo o mundo citam
na sua literatura histórica.
E a ciência viria a provar mais tarde
que este estrangulamento genético realmente ocorreu,
exatamente como a Bíblia nos tinha contado o tempo todo.
Em termos de olhar na forma como as ideias progridem,
sabemos que a história pode tornar-se mais mítica.
O mito, como ideia central, não pode tornar-se mais histórica.
Não acontece o contrário.
A história pode tornar-se mais histórico.
O mito torna-se mais mítico.
E se começar com mito, acaba-se com o mito.
Nunca pode seguir o outro caminho.
Assim podemos ver, como um género, pode ser tão diferente.
Já houve cerca 200 tradições do dilúvio
descobertos por antropólogos e missionários e outros,
e muitos destas tradições sobre o dilúvio vêm de grupos de pessoas
que nem sequer vivem perto do oceano.
Existem centenas de lendas de inundações de todo o mundo,
e em muitos desses casos, tem enormes semelhanças ao relato bíblico.
Você tem um família justa que é salva,
e o motivo da cheia é porque Deus estava zangado.
Os deuses estavam zangados com alguma coisa que a humanidade tinha feito.
Todos eles falam sobre homens e animais sobrevivendo
em algum tipo de barco.
Existem muitas semelhanças,
mas o relato verdadeiro está no livro de Génesis.
Algumas das evidências disso
está apenas na descrição da arca.
O babilónico Epic Gilgamesh
usa um cubo para a arca.
Bem, isso apenas iria rolar na água,
e tudo morreria.
O relato bíblico tem um dilúvio
em que a sua duração é de 371 dias.
Mas quando chegamos para a epopeia de Gilgamesh,
são apenas seis dias.
Demorou apenas uma semana para construir esta enorme arca,
onde levou Noé provavelmente uns 55 anos
ou algo nessa faixa para construir a sua arca.
O relato bíblico é o verdadeiro relato,
e essas outras histórias são o resultado
de pessoas que migraram da Torre de Babel após o dilúvio
e conservaram na sua memória
um eco do relato verdadeiro que está registado em Génesis.
E quanto para mais longe se moviam do Médio Oriente
e de qualquer contacto com o relato verdadeiro,
quanto mais a história foi sendo corrompida com o tempo.
E isso explica as diferenças
bem como as semelhanças.
O relato bíblico, por todas as razões,
permanece independente dos outros.
Então, eles certamente tinham um núcleo comum na história.
Houve um evento que aconteceu.
Na verdade, apontamos cerca de 23 relatos diferentes
que são muito semelhantes a Babel, onde as pessoas estavam tentando construir esta torre,
e os deuses ficaram zangados ou Deus estava zangado
e forçou-os a se espalhar confundindo a sua linguagem.
E depois, de Génesis 12 em diante,
não vemos mais semelhanças.
Não há a lenda de Abraão.
Não há a lenda de Isaque ou a lenda de David
ou qualquer outra coisa do género.
Mas de Génesis 1 a 11,
pessoas em todo o mundo parecem saber. Porquê?
Bem, porque o que a Bíblia nos diz é verdade,
e até Génesis 11 no evento de Babel,
a humanidade tinha uma história partilhada.
E depois pegaram naquela história com eles, e eles a repassaram,
e ficou distorcida com o passar dos anos.
Depois da cheia, Deus abençoa Noé e os seus filhos,
disse-lhes para serem frutíferos e multiplicarem, encher a Terra,
o mesmo tipo de coisa que disse a Adão e Eva.
Assim, em certo sentido, o homem pode recomeçar.
E, no entanto, o que vemos apenas algumas gerações depois?
As pessoas recusam-se a dispersar.
Eles disseram: "Não, nós vamos ficar aqui
no Vale da Mesopotâmia",
e começaram a construir uma torre.
Tinham um governo mundial.
Génesis 11 diz-nos que Deus parou aquele projeto de construção
por sobrenaturalmente criar diferentes línguas
e forçar que as pessoas se separem,
segundo as suas famílias, em diferentes nações.
Pessoas então que eram biologicamente, e geneticamente muito próximas
começaram a casar dentro do seu grupo linguístico.
E do que Sabemos de genética,
genes recessivos se tornariam dominantes
e características físicas associado a este.
Mas a Bíblia é muito clara.
Só há uma raça, a raça de Adão.
Paulo diz que Deus fez de um homem ou de um ser
"todas as nações que habitam sobre a face da Terra."
Portanto, não há absolutamente nenhuma base
para dizer que um grupo de pessoas
com um certo tom de pele morena
são superiores ou inferior a algumas outras pessoas
que têm um diferente tom de pele morena.
Não temos base para odiar as pessoas que parecem diferentes de nós
porque, na verdade, toda a gente parece diferente de mim.
Então, se eu fosse odiar as pessoas que parece diferente de mim,
Eu teria de odiar toda a gente.
Então deveríamos estar nos amando e aceitando
porque somos todos descendentes
do mesmo casal, Adão e Eva.
Agora o interessante é que a maioria das evidências mostra
que a humanidade começou no Médio Oriente,
O que esperaríamos se a Torre de Babel fosse verdadeira.
Todas estas línguas parecem ter divergido
daquela região.
Como o que restava agora da arca
descansou nas montanhas de Ararate,
Deus fez uma aliança com Noé,
prometendo-lhe e a toda a sua posteridade
que Ele nunca iria novamente destruir a Terra
e toda a vida nele com um dilúvio.
Então Deus abençoou Noé e os seus filhos
e ordenou-lhes multiplicar mais uma vez
e espalharam-se pela Terra.
Mas nas planícies de Sinar, os homens desobedeceram à ordem de Deus,
e em vez disso vieram juntos para construir uma cidade
e uma grande torre que pretendiam que chegasse aos céus
num ato final de rebelião
e rejeição de Deus.
Mas Deus desceu
e pôs fim à sua torre
dividindo a sua linguagem antes unificada,
em muitas línguas.
E por confusão e medo,
deixaram de construir a torre
e dispersaram no que se tornaria
as nações do mundo.
Foi alguns séculos depois
de Noé e a sua família saírem da arca
que o povo do mundo era de uma só língua,
mas hoje há mais de 7.000 línguas no mundo
que remonta a um grupo familiar ancestral
a que cada um pertence.
Por exemplo, o italiano pode ser rastreada até ao latim,
sua família de línguas de raiz.
No entanto, quando os linguistas tentaram
rastrear a raiz do idioma das famílias mais a montante,
encontraram um problema grave.
As famílias linguísticas eventualmente conduzir a becos sem saída,
de outra forma conhecido como a linguagem isolada.
Isto contradiz diretamente o fundir de idiomas
que os evolucionistas esperavam encontrar
ou o que alguns dos linguistas chamam teoricamente
a indescritível linguagem proto-mundial.
Em vez disso, o que encontram são um monte de línguas
que pareciam ter surgiu do nada,
a menos, claro, que tenha em consideração os acontecimentos ocorridos
na Torre de Babel,
que fornece uma explicação incrível que
os evolucionistas recusam-se a aceitar.
Mais ainda, considere
que quando se rastreia idiomas conhecidos num mapa,
ocorre algo muito revelador.
Muitos dos primeiros rastreamento de línguas
para um local na Terra,
um lugar vulgarmente chamado de o berço da civilização,
Mesopotâmia.
E o que também é revelador
é que o prazo de muitas línguas
também remonta a este ponto aproximado no tempo,
que é logo a seguir ao dilúvio e à Torre de Babel
no terceiro milénio a.C.
Além disso, os linguistas acreditam
que aproximadamente 94 famílias de protolinguagens
deveria existir em teoria,
e também acreditam que este número pode diminuir com o tempo
à medida que mais investigação leva a mais fusões.
Não é por acaso, existem aproximadamente 70 grupos de pessoas
na tabela bíblica das nações
registado na Bíblia por volta da época do evento de Babel.
Quais são as probabilidades de que a raiz de línguas familiares
refletir tão de perto o mesmo número de nações
que a Bíblia lista na época da Torre de Babel?
E o que é mais interessante é que estes grupos de pessoas
também têm mitos e lendas dentro das suas culturas
tanto de uma antiga inundação que destruiu o mundo
e uma época em que os seus antepassados tentaram construir uma torre.
Estas histórias, é claro, variam,
mas o núcleo tende a permanecer intacto,
como os Cherokee e outras tribos nativas americanas
mesmo declarando que a língua deles já foi alterada
muito antes na história,
como apenas um exemplo entre centenas.
Da mesma forma, a genética humana também revela
um semelhante padrão para as línguas,
como os genes extraídos de mais de 100 restos humanos
da chamada Era da Idade do Bronze
que quanto mais para trás no tempo vai,
quanto menos houve mistura genética,
com os dados mostrando linguagem genética relativamente não misturada
na época de Babel,
que, claro, não é coincidência.
Só a sobrenatural intervenção de Deus pode explicar
o multifacetado gargalo que vemos
através de tantos campos da ciência.
Foi neste acontecimento que Deus mudou
todo o curso de história humana mais uma vez.
Foi também depois de Babel
que Deus instituiu o governo humano.
E numa época em que o nacionalismo está a ser atacado
por aqueles que desejam estabelecer um governo mundial,
é importante lembrar
que foi Deus quem dividiu o mundo em nações.
Foi Deus que foi contra a sociedade sem Deus centrada no homem
A humanidade estava a iniciar uma moda.
E como qualquer o historiador dir-lhe-á,
a história tem um jeito de se repetir.
Quando chegamos à história da Arca de Noé,
é mais do que apenas uma história.
Certamente é uma parte da história vital.
Havia um mundo antigo,
e aquele mundo antigo, por causa da corrupção,
foi destruído por um dilúvio.
E esse foi o julgamento trazido à humanidade.
Como o homem não mudou,
ainda há um julgamento futuro para vir.
Será igual ao dos dias de Noé.
Eles estarão a dar e aceitando em casamento.
Eles estavam a formar famílias. Eles estavam a fazer o seu trabalho.
Eles estavam apenas vivendo a vida normalmente.
Eles não acreditaram que o julgamento estava a chegar.
O dilúvio veio, e as pessoas não estavam preparadas.
Antes do dilúvio, as pessoas estavam a comer e a beber
e casando e sendo dados em casamento,
com total desconsideração para a construção da arca,
para o que foi-lhes sendo pregado, e para todas as coisas que o rodeiam.
E Jesus diz pouco antes de Ele regressar,
as pessoas estarão em rebelião, ignorando Deus,
apenas continuando a viver a sua vida como se Deus não existisse.
Eles ficarão surpreendidos quando Jesus vier trazendo o julgamento.
Houve um julgamento que decorreu,
e há um julgamento que está a chegar,
e precisamos de estar preparados.
A Bíblia fala sobre
os últimos dias, o fim dos tempos.
O errado segundo a bíblia, se olharmos
em todos os diferentes Relatos do Antigo Testamento,
são idolatria, bruxaria,
o ocultismo, adoração dos demónio e coisas assim
e as perversões que acompanham estas coisas.
As escolas públicas agora
estão a ensinar contra a ideia de casamento.
Eles querem corromper as mentes e os corações inocentes
muito antes de terem até pensado em sexo,
na idade mais precoce possível. Não apenas sexualizado,
mas sexualizado em termos de todas as formas possíveis de desvio.
Claro, temos a praga do aborto,
os pecados de Moloque,
a queima de crianças,
a praga do tráfico sexual,
e a exploração dos vulneráveis.
Estas coisas são os males e as trevas da nossa época,
e estão a tornar-se mais prevalentes
e até mesmo massivamente institucionalizados.
É um sinal muito bom.
Não é um bom sinal, mas um sinal preciso
em que estamos no mesmo tipo de escuridão
que nos dias de Noé.
E você vê que estamos nessa escuridão agora
Quando voltará o Senhor?
A Bíblia diz que ninguém sabe,
mas quando chegar, toda a gente vai saber de uma vez,
como um relâmpago no céu.
E eu digo-te, Quero estar do lado certo.
Quem não gosta de estar ligado a equipa vencedora no final?
Eu sei que nesta caso, é especialmente vital
no sentido da vida eterna.
A eternidade é uma coisa intemporal.
Não compreendemos o infinito,
mas sabemos que é permanente.
A segunda vinda é uma imagem maravilhosa, maravilhosa,
mas também é um tempo de julgamento.
É também um momento de finalização.
É também um momento de justiça.
Assim como o dilúvio veio de repente,
a segunda vinda de Cristo será súbita.
Assim como o dilúvio era certo,
Assim a segundo vinda de Cristo é certa
e realmente acontecerá.
Esse julgamento de u dilúvio é um aviso
do julgamento que está para vir.
Jesus Cristo é o mais citado
e a pessoa mais influente em toda a história mundial.
Mas o que fez co que muitos ao longo dos milénios
Acreditassem que ele é quem diz que era,
Deus em carne humana,
o Salvador da humanidade,
O Messias que foi profetizado na Bíblia?
Veja, a Bíblia é o único livro na Terra
que repetidamente provou a sua inspiração divina
em virtude de nos contar o futuro com antecedência.
Por exemplo, por volta de 626 a.C.,
Jeremias, o profeta, predisse Israel seria conquistado,
Jerusalém e o templo seria destruídos,
e os Babilónios governariam o povo de Deus,
levando-os cativos no exílio durante 70 anos.
E logo depois que a sua profecia foi escrita,
foi exatamente isso que aconteceu por volta de 587 a.C.
Depois há Isaías
que escreveu que os portões de Babilónia abrir-se-iam para Ciro,
um rei que nasceria mais de 150 anos mais tarde.
E em 539 a.C.,
nesta formidável cidade os portões ficaram realmente abertos
para um rei chamado Ciro e o seu exército.
E, como previsto, Babilónia foi destruída,
que tanto Jeremias como Isaías profetizaram que aconteceria.
E depois há a famosa profecia de Daniel
em que ele previu a aparição do Messias,
alegando que Ele viria
483 anos depois de um decreto ser feito para reconstruir Jerusalém,
que é exatamente a hora em que Jesus apareceu.
E quando chegams a Jesus cumprindo profecias,
Há centenas concernente somente a Ele.
As Escrituras dizem que o Messias nasceria em Belém,
que o Cristo viveria na Galileia.
Ele ensinava parábolas, seria rejeitado pelos governantes,
seria traído por 30 moedas de prata.
E foi até profetizado que Ele seria crucificado,
não apedrejado até à morte,
numa época em que a crucificação ainda nem sequer tinha sido inventado.
Além disso, existem outras profecias muito semelhantes às de Daniel
que também nos diz a linha do tempo do Messias.
O seu nascimento tinha que acontecer
antes do ceptro de Judá partir,
enquanto o templo ainda estava de pé,
mas antes seria destruído.
E muito notavelmente, Ele teve de vir
enquanto registos genealógico existissem
para provar a Sua linhagem seria da linhagem de David.
Esses registos desapareceram
quando o templo foi destruído em 70 d.C.
Surpreendentemente, Jesus Cristo caminhou pela Terra
durante exatamente um período crítico,
quando uma multidão de profecias sobre o Messias convergiram.
Vêem, Jesus avisou-nos que nos últimos dias,
O tempo em que estamos agora aviver,
viria um falso messias
que enganaria a muitos
que ele é aquele sobre o qual foi profetizado.
As Escrituras referem-se a esse falso messias como o anticristo.
A Bíblia diz
que durante este curto período de tempo que virá em breve,
O anticristo e O seu sistema de governo
subirá ao poder.
Muito parecido com o que teve lugar na Torre de Babel,
esta entidade singular governará
com o nacionalismo em muitos lugares sendo abolido
e como a sua soberania a entrar em colapso
num único sistema de controlo total.
“Muitos que não acreditam",
como o anticristo declara,
"não serão capazes de comprar ou vender.
Muitos serão condenados à morte."
Hoje, um despertar global está a acontecer
onde os indivíduos independentes da política
irão discernir a florescente infraestrutura semelhante ao anticristo
que está a desenvolver-se ao seu redor,
com muitos a reconhecerem que as pestes, as fomes, as guerras,
hiperinflação, ilegalidades,
e atos contra a natureza profetizados na Bíblia
parecem ser orquestrados pelo design,
de uma transição deliberada,
como estamos no limite de uma ascensão satânica ao poder,
um tempo que a Bíblia chama
de a Grande Tribulação.
É um momento em que Deus focará a Sua atenção
de novo a Israel,
especificamente porque Israel está no centro
de muitas profecias bíblicas
que ainda não foram cumpridas.
Mesmo agora, já podemos ver
uma dessas profecia encontrada em Zacarias
em que Deus disse que nos últimos dias,
Ele faria Israel, uma nação de angústia
para todas as nações cercando-a.
Incrível visão quando consideramos
que um lugar tão pequeno na Terra está no centro
de uma guerra global que se avizinha.
E com o final climático dos planos proféticos de Deus a aproximarem-se,
o regresso do Senhor e A redenção de Israel está para vir.
Por profundo amor,
Deus adiou a vinda do Seu Filho para o julgamento a terra.
Veja, a humanidade é toda culpada
de cometer pecados terríveis diante de um Deus santo.
Se cada pessoa desse
prestasse contas para Deus por mérito próprio,
certamente iriam enfrentar um julgamento terrível.
Mas aqui está a boa notícia.
O plano magistral de Deus, conforme revelado em Coríntios,
revela que enquanto a humanidade
coletivamente condenada
através de um homem desobediente, Adão,
podem agora encontrar perdão e salvação
através da obediência de um homem, Jesus Cristo.
Se um homem pode trazer morte para todos através do seu pecado,
então segue-se que um homem sem pecado pode trazer vida a todos
através da Sua obediência.
Felizmente, Deus na Sua sabedoria e misericórdia
deu-nos uma forma simples e fácil
para sermos justos aos Seus olhos,
e isto é através do Seu Filho,
Jesus Cristo.
A Bíblia diz-nos que Deus criou um mundo perfeito.
Adão pecou,
e por causa do pecado de Adão,
todos nascemos pecadores,
mas também escolhemos pecar.
Escolhemos rebelar-nos contra Deus.
Cada um de nós tem quebrado os Dez Mandamentos
em pensamento, palavras ou ações,
através do mal que fizemos
ou do bom que não conseguimos fazer,
através da ignorância, através da fraqueza,
ou através nossa própria culpa deliberada.
Somos todos pecadores perante Deus.
Todos nós merecemos o Seu julgamento.
E a Bíblia diz em Romanos
que o salário do pecado ou a pena pelo pecado é a morte.
E então Deus enviou O Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo,
para morrer na cruz
receber a ira de Deus por nós, pagar a pena pelo pecado,
e depois Ele ressuscitou dos mortos,
provando que Ele tinha pago essa pena,
que Ele tinha vencido a morte,
e que Ele poderia dar-nos a vida eterna.
Precisamos de responder ao que Jesus fez, cada um de nós.
Ninguém pode responder por nós.
Devemos cada um reconhecer pessoalmente a Deus,
que pecamos contra Ele,
que merecemos o Seu julgamento,
e depois colocar a nossa confiança em Jesus Cristo
como nosso Salvador e nosso Senhor.
E quando fazemos isso, estamos perdoados.
Estamos tendo um bom relacionamento com Deus,
um relacionamento pessoal com Deus,
e é-nos dado o dom da vida eterna.
Ouvimos dizer que a Arca de Noé.
Foi construída uma arca para a salvação da humanidade.
Havia uma porta nela, e essa era a única entrada.
Isso foi feito intencionalmente.
Deus também só tem um caminho para a salvação.
Este caminho de salvação na arca
era preservá-los através do julgamento de Deus,
o qual foi o dilúvio.
E alguém tinha de confiar em Deus
e aceitá-Lo e seguir o Seu caminho,
o qual foi um caminho para o interior da arca,
para ser salvo.
O verdadeiro problema para nós não é o único caminho para Deus.
É Deus. É que estamos a querer vir
para alguém que agora diz-nos o que precisamos.
Precisamos da Sua salvação.
Diz-nos que somos pecadores, e não queremos ouvir.
Diz-nos que precisamos depender d’Ele.
E penso que, em última análise, todos nós no fundo percebemos
não somos o que deveríamos ser,
que existe um Deus que fez todas estas coisas.
Certamente não fomos nós que o fizemos.
Toda a criação, tudo as complexidades irredutíveis,
todas as coisas que existem
simplesmente provam que existe um criador.
Se for esse o caso, então somos criaturas.
E que melhor lugar para a criatura
do que num relacionamento com o criador?
O criador fez possivelmente por si só
passando por todas as coisas por que passamos,
mas em última análise morrendo em nosso lugar
porque isso é aquilo que o nosso pecado merecia.
O próprio Jesus disse: em João 14:6:
"Eu sou o caminho, Eu sou a verdade, eu sou a vida,
e ninguém vem ao Pai exceto através de Mim."
Então, se chegarmos àquele que é Deus em carne,
aquele que veio para proporcionar redenção para nós
e nós confiamos n’Ele e acreditamos na Sua palavra,
Ele diz: “Eu vou salvar-te.
Esse é o caminho para Deus, e eu sou o caminho.
Venham a mim e terão tudo que foi prometido na Bíblia,
vida eterna, uma relação com Deus."
E tudo além do que podemos imaginar
nesta vida,
há uma vida inteira ainda por vir
que Deus tem prometido àqueles que O amam.
Há 2.000 anos,
Deus, o Pai enviou o Seu Filho ao mundo
para inaugurar uma nova era
de justiça e de paz.
Mas rejeitaram o verdadeiro Messias.
Eles odiavam aquele mesmo
a quem a Bíblia diz que
criou o amor,
alegria,
beleza,
e a própria vida.
Eles apanharam-no e crucificaram-no
no mesmo lugar que Ele deveria estabelecer o Seu reino glorioso.
Mas Deus Pai
ressuscitou-o dos mortos
e fez do Seu sacrifício
a salvação para muitos.
Jesus Cristo
é a luz do mundo,
e nele
não há escuridão.
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