All language subtitles for Capadocia.S03E09.Sheep.and.Wolves.1080p.HMAX.WEB-DL.DD5.1.x264-SiGLA

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Original subtitles

Meu Deus!

Santo Deus! Tem algu�m aqui?

Meu Deus!

-M�e. -O qu�?

Algu�m est� se mexendo ali.

Rep�rteres foram chamados pelo traficante Mario Galv�n...

para uma entrevista particular.

Dizem que integrantes de um cartel rival...

interceptaram a chamada...

e colocaram uma bomba no dep�sito.

De dezembro de 2006 a dezembro do ano passado...

Vamos ganhar usando a cabe�a.

E o cora��o.

Amo e admiro voc�. Fa�a o que deve fazer.

Foi para isso que viemos ao mundo.

Quem lhe ensinou isso?

Minha m�e.

Traga sua filha aqui. Aqui � o lugar mais seguro.

Concordo com Fernando.

Como vai?

Eu soube do que aconteceu pelo notici�rio.

E Teresa?

Teresa Lagos est� bem.

Mas Santiago Mar�n e a filha Ruth estavam l� dentro.

Federico e Al�s sabem quem protegia Teresa.

Agora, para protegermos Minerva e It�lia...

devemos ficar longe delas.

Est�vamos nos reconciliando.

Eu sinto muito.

Eu preciso ir. Manterei contato.

O m�dico legista tenta identificar os corpos...

mas devido ao grau das queimaduras...

ser� uma tarefa dif�cil.

Nossa sociedade est� se autodestruindo...

com viol�ncia, crime e corrup��o.

N�s temos a chance de nos reabilitar.

Vamos ver, pessoal. Dos tr�s que j� leram...

quem quer dar a pr�pria vers�o...

do que representa o personagem de Fonchitos...

na eulogia da madrasta?

� clara a personifica��o de anjo e dem�nio...

como em Lolita , de Nabokov.

Muito bem.

Anjo e dem�nio.

Ou a juventude perdida da madrasta.

A juventude perdida...

da...

professora.

A juventude perdida...

da madrasta.

Um de meus homens aguarda por voc� l� fora...

com dinheiro suficiente.

Ele vai lev�-la para onde quiser.

Como vai?

Minerva.

Eu preciso lhe dizer uma coisa.

Eu preciso lhe dizer que...

eu conheci uma mulher.

Uma mulher... Uma mulher boa.

E n�o poderei mais vir aqui v�-la.

N�o, n�o � verdade, Alberto.

N�o � verdade.

Voc� s� est�...

-Eu preciso... -� brincadeira sua.

Eu preciso da minha vida de volta.

Preciso de uma mulher comigo o tempo todo. Preciso...

N�o � verdade.

E o meu filho? O que acontecer� com ele?

Preciso de algu�m para cuidar do filho que voc� me deixou...

e nem sabemos quem � o pai dele, certo?

Seu desgra�ado!

-Calma, Minerva. -Desgra�ado!

-Minerva, calma. -Desgra�ado!

-Calma. -Desgra�ado!

V� para o inferno! Espero que apodre�a aqui!

Eu vou matar voc�!

Eu vou matar voc�!

Professora, que bom que veio � minha festa.

Parab�ns.

-Trouxe um presente para voc�. -Divirta-se.

Eu vou ao banheiro.

V� com calma.

Olhe.

Voc�s.

O que est�o fazendo?

N�o sabem que isso � coisa de adulto?

Desculpe, j� sou maior de idade.

Ter� de ser outra hora.

A professora o pegou em flagrante.

Quer se divertir tamb�m, professora?

Tudo bem. Tome.

O que foi?

It�lia.

Voc� conhece a mulher que fez meu marido me deixar?

Seu marido deixou voc�?

Se voc� sabe, me diga, por favor, It�lia.

Por favor.

Voc� conhece Alberto.

Eu j� disse que n�o conhe�o o seu marido.

Voc� tem algu�m l� fora?

Algu�m que lhe d� esperan�a e depois um dia...

larga voc� por outra pessoa...

deixando voc� apodrecer nesta espelunca?

Sim, eu tenho.

Por isso eu lhe digo.

�s vezes, as pessoas nos dizem...

coisas muito dif�ceis, mas � para nos proteger.

Algum dia eu a verei outra vez?

Se eu sair viva...

eu vou pensar.

Eu tive de dizer coisas horr�veis para sua m�e.

Para a seguran�a dela.

Prometo que vou tir�-la de l�.

Eu n�o sei como, mas prometo tir�-la de l�.

E voc� ficar� comigo...

at� a sua m�e voltar.

Fernando, m�s not�cias.

H� met�stase nos pulm�es...

no f�gado e...

Poupe-me dos detalhes, por favor.

Quanto tempo?

Seis meses, no m�ximo.

Vamos, andem. � para hoje.

Andem, suas lesmas.

Voc� sabe o que houve. Ela estava no dep�sito?

N�o tenho nada a lhe dizer.

Ande, It�lia. Est� dormindo, Negra?

M�nica Acosta pediu demiss�o por raz�es pessoais.

Sil�ncio!

A partir de hoje...

ser� minha honra ocupar o lugar dela...

como a nova chefe da seguran�a de Capadocia.

Hortensia fica reinstalada como chefe das guardas.

-Pare. -Chata.

Sil�ncio!

Dana.

N�o encontro o rem�dio de c�lica do beb�.

De novo? N�o gosto que ele tome tanto rem�dio.

Nem eu, querida. Mas ele n�o est� bem.

Vamos deix�-lo chorar a noite toda?

Vou corrigir estas provas...

e eu cuido dela, assim voc� descansa.

Tudo bem, dou o remedinho e logo ela dorme.

Ernesto...

quando foi a �ltima vez que voc� se rebelou?

N�o porque precisava, mas porque quis.

Desses que a gente fala, faz loucuras?

E se encontra outra vez?

E por que voc� anda filosofando agora?

Porque sim.

-E o rem�dio? -Est� no banheiro.

J� s�o cinco meses sem nenhum contato com o mundo l� fora.

Minha �nica esperan�a � n�o enlouquecer aqui.

N�o sei se o que fa�o faz algum sentido agora.

N�o sei se interpreto esse sil�ncio...

como um triunfo e a impunidade de nossos inimigos.

E nossa derrota final.

Nossa total reden��o.

Por que voc� me abandonou, Fernando?

-Serve essa? -Sim.

CANDIDATO PELA PAZ RECONSTRU��O E ORDEM

"Federico M�rquez anunciar� oficialmente...

sua candidatura � presid�ncia...

pela La Alianza, nesta sexta-feira."

A Alian�a?

Que apropriado.

E It�lia?

A guarda, Hortensia...

recusa-se a dar ou entregar qualquer recado.

Sabe alguma coisa de Teresa?

N�o, senhor.

Voc� volta para jantar?

N�o, n�o me espere.

Tenho reuni�o com a Alian�a sobre a conven��o nacional.

Provavelmente voltarei tarde.

Ent�o aproveito para arrumar o quarto de �ngel.

�ngel?

Voc� e seu pai agora decidem que meu filho se chamar� �ngel?

E como voc� sabe que o filho � seu?

Estou brincando.

N�o seja assim.

Voc� est� lindo.

Isso � pouco.

S� consegui isso dos meus pais.

Tome.

Para n�o ficar sem nada.

Tiramos mais oito faixas espalhadas pela cidade.

O pessoal de Emiliano Trevi�o est� morto, preso ou espalhado.

Isto foi obra de outra pessoa.

De quem?

Detectamos atividades nas montanhas de Guerrero...

por acaso, a terra de Emma Luisa Delgado.

E Omar �brego.

Emma Luisa, �brego, Fernando Miranda.

Por favor! Eles n�o me intimidam.

N�o cairei nessa jogada.

Federico, n�o podemos minimizar um risco desses.

Investimos muito dinheiro nisto.

Por favor!

Derrubamos um inimigo forte como Fernando Miranda.

Agora vamos ter medo desses tontos?

Eu tinha de estar � beira da morte para voc� me atender, Jes�s?

Fernando, por favor, n�o me fa�a sentir mal.

Depois do que disseram de voc� na m�dia...

Sim, imagino.

Voc� n�o queria ser associado...

ao art�fice do colapso do sistema, certo?

No entanto, Jes�s...

minha doen�a teria sido informa��o confidencial.

A Bolsa teria ca�do se soubessem...

que Fernando Miranda morria de c�ncer.

Mas nada disso mais importa.

S� o que resta de Fernando Miranda...

� um velho moribundo...

que precisa de um favor de um amigo poderoso.

Conte comigo, se estiver ao meu alcance.

Uma mulher que est� presa em Capadocia.

It�lia Meneses.

At� quando, Dana?

Essas provas semestrais est�o me estressando.

Eu juro que vou parar nas f�rias.

Por que est� fazendo isto?

Voc� sabe que foi duro largar dessa porcaria.

Eu quase morri de overdose na sua frente. Voc� viu.

Nunca fiquei mal como voc�. Nem agora, definitivamente.

Voc� est� se drogando mais.

Por qu�? O que lhe falta agora?

Do que voc� precisa?

Voc� estava escrevendo o livro, de repente parou.

Por que n�o continua escrevendo?

N�o me encha.

Parei de escrever para cuidar de voc� e da beb�.

Por essa vida med�ocre.

Por mais med�ocre que seja, vou tirar isto de voc�.

Pare, Dana. Pare.

Devolva, por favor.

N�o! Devolva! Devolva aqui!

Pare com isso!

Voc� est� se matando! Est� matando a n�s!

A PAZ REQUER UMA NOVA ORDEM

Construir essa nova ordem � tarefa de todos.

Eu me proponho, junto a voc� e sua fam�lia...

a restaurar a paz que a na��o tanto necessita.

ALIAN�A POR UMA NOVA ORDEM

Como o Dr. Al�s sugeriu...

a paz deve ser o lema de nossa campanha.

O que acham?

Tirem o "Eu me proponho"...

e troquem por "N�s vamos".

Vamos nos lembrar que estamos comandando...

os soldados da nova ordem.

Precisamos assegur�-los...

de que ganhar�o a batalha.

A partir de hoje, La Negra fica com voc�s.

O que voc� achou da atitude de Federico?

Fizemos um bom trabalho com ele.

Seis meses atr�s...

eu teria cancelado a conven��o.

Talvez ele esteja seguro demais?

Talvez.

Mesmo assim, devemos aproveitar essa confian�a.

Ajudar Federico a se projetar...

como o l�der invenc�vel que o pa�s necessita.

O que aconteceria com o projeto...

se o que teme o general Vega tiver fundamento...

e houver um atentado � sua vida na conven��o?

Ter�amos o melhor que um projeto pol�tico pode querer.

Isso seria?

Um her�i.

Ou um m�rtir.

Vem a� um per�odo muito dif�cil.

Supercomplicado.

Mas vou conseguir.

E nem o meu maldito sogro pode me dizer o que fazer.

Essa erva � das boas!

Trouxe o que eu pedi?

Aqui est�, querida.

D� uma olhada.

Posso arrumar uma mais nova, se quiser.

N�o, eu preciso exatamente desta.

-Obrigada. -Quando quiser.

"Essa voz que nos despertava no meio da noite...

"quando nossos atos ou omiss�es n�o nos deixavam descansar.

A voz da consci�ncia, disseram..."

Professora Valero, alunos.

Como parte do nosso programa contra o uso de drogas...

o oficial Carranza estar� vistoriando mochilas.

O qu�?

Pode me prender.

Posso ver sua mochila, por favor?

Voc� n�o ser� processada.

O oficial s� quer a sua coopera��o.

N�o direi nada sem a presen�a do meu pai e de um advogado.

N�o queremos aborrec�-la. S� nos diga onde as conseguiu.

Est�o batendo em Cece�a de novo, diretora.

Por favor, venha, detetive. Pode ficar aqui?

Claro, pode deixar.

Escute, Lizbeth. Voc� dir� o seguinte.

Voc� comprou a droga duma amiga do col�gio Golding.

Martha Segovia, est� bem?

Est� me pedindo para organizar uma greve da pol�cia.

� s� por um dia, com as exig�ncias de sempre.

Sal�rios mais altos...

equipamentos e armas melhores para combater o crime...

tudo que seja poss�vel.

E que o resto concorde com uma greve pacata.

Que n�o trabalhem, ou n�o abandonem seus postos.

Tem de ser para sexta-feira.

S�o tr�s dias, Dom �ngel.

Tem de ser na sexta...

ou n�o h� neg�cio.

Seus pais n�o est�o?

N�o, fique calma.

Eles voltam amanh�.

Sente-se.

Em que me transformei?

Virei sua escrava. Al�m de vender suas drogas...

N�o, Dana. Nunca a forcei a nada.

E voc� ganha bem.

Que gasto em mais drogas para n�s dois.

N�o use tanta.

Dana...

vamos parar com as entregas por um tempo...

alguns dias pelo menos.

At� a diretora se esquecer...

da semana contra as drogas.

Querida Dana.

Quer um pouco?

Por que eu gosto tanto de voc�?

� um canalha acabando com a minha vida.

Voc� n�o pode viver sem mim?

Ou pode?

Hobbes dizia que o estado natural do homem � a guerra.

E como somos sujeitos...

a paix�es e desejos t�o imorais...

a paz � imposs�vel de alcan�ar.

Agora...

o objetivo deste experimento...

� ver o que acontece quando n�o h� autoridade...

e o lobo ent�o pode liberar a sua pr�pria natureza.

N�o pode ser! N�o pode ser!

Isto � loucura.

Exatamente, uma loucura.

O que est� havendo?

Por que elas n�o saem?

� o terror inexplic�vel de estar livre.

Agora saberemos quem � quem em Capadocia.

Levou a cabo as minhas instru��es?

Voltem para suas celas!

N�o saiam.

-V�o nos matar. -N�o tem ningu�m aqui.

Nem uma guarda.

O que est�o esperando, idiotas?

Adela, des�a da� antes que matem voc�.

O que esse louco quer que fa�amos?

O que ele espera?

Sabe de alguma coisa, Negra?

O Capit�o Ignacio Suarez diz...

que a greve n�o apresenta qualquer perigo � comunidade...

mas assaltos e ataques violentos...

j� se intensificaram nas �ltimas horas.

A greve dos policiais no dia da conven��o foi ideia de Al�s?

Pense, Federico.

Enfrentar a na��o toda sem prote��o policial...

que mensagem voc� est� dando aos eleitores?

Bom-dia, professora.

O que voc� quer?

Nada, s� recuperar o tempo perdido.

-A pol�cia est� em greve. -N�o posso mais fazer isso, Max.

-Dana. -Chega.

Lembra de quem salvou voc� da cadeia?

-Como vai? -Tudo bem.

Tenho alguns amigos na seguran�a p�blica.

Consegui com eles.

Esta foi tirada um m�s atr�s.

E esta, h� tr�s dias.

Pode ser que Teresa ainda esteja na cidade.

O pessoal de �ngel nem foi procur�-la.

Talvez n�o a considerem uma amea�a.

Vamos avisar Dom Fernando?

Primeiro, precisamos encontr�-la.

Bom trabalho, Alberto.

It�lia, o que veio fazer aqui?

Nada.

-O que tem aqui? -Nada, Minerva. Vamos.

V�. Eu j� disse, n�o tem nada.

-Mas... -Vamos.

-Socorro! -Vamos amarr�-la � cama.

E se elas a matarem?

Eu me surpreenderia se n�o a matassem.

Socorro!

Socorro!

A nossa call-girl sabe brigar.

H� muito tempo espero por isso, assassina de beb�.

Vamos fazer o que dever�amos ter feito h� muito tempo.

Devagarinho com ela.

Solte-a!

-Soltem-me. -Aproveite.

Solte-me.

Deixe-a em paz, Adela! Solte-a.

Solte-a!

Cale a boca, maldita.

Desta vez, peguei voc�, sua piranha.

Voc� se ferrou.

Olhe em meus olhos...

pois ser� a �ltima coisa que voc� vai ver.

Quem � a pr�xima?

Vamos, Emma Luisa.

N�o vou sair daqui com voc�. V� embora, traidora.

Ande logo, professora.

N�o, solte-me.

Solte-a.

Mandei solt�-la.

Ajudem-me. Socorro.

Ajudem-me, por favor. N�o me soltem.

Ande logo.

N�o quero ir com voc�, voc� � m�.

Socorro. Estou implorando.

Algu�m me ajude.

Socorro! Algu�m me ajude!

O que voc� est� fazendo?

-Max, n�o posso mais. -Voc� quer e voc� pode.

O que foi, Lizbeth?

Ande, ande.

Deixe-me ficar l� dentro.

N�o. Ande.

Estou pedindo.

-Isto abre uma porta. -Como assim?

O port�o est� aberto.

-N�o � verdade. -Olhe.

Federico costumava nos levar l� fora.

Ele nos vestia e maquiava como estrelas...

e nos levava a festas.

-N�o acredito. -Estamos livres, amiga.

Tem gente l� fora me esperando.

Muita gente.

-Obrigada, Antonia. -Para que servem as amigas?

-Obrigada. -Estamos livres!

N�o se preocupe, Federico.

Eu mesmo contratei um empresa de seguran�a...

para vigiar a conven��o.

Levo Eugenia comigo?

Eugenia? De jeito nenhum!

Ela n�o est� em condi��o de ir a eventos p�blicos.

Eles entender�o por que ela ficou em casa.

At� de noite.

Sim, senhor.

O que o papai falou? � seguro eu ir?

Claro, ele cuidou da seguran�a.

E � importante voc� e meu beb� estarem l�.

Meu filho � menor de idade.

Sabia que � crime ter rela��o com um menor?

Sabemos disso, senhora, e garantimos...

que n�o estamos protegendo a professora Valero.

Mas pense no futuro do seu filho.

� melhor ningu�m saber que isso aconteceu.

Max, por favor. Conte a verdade � sua m�e.

N�o h� o que discutir, diretora.

A professora ter� de explicar tudo �s autoridades.

Andem, andem.

Pode ir.

Pode ir.

Pode ir.

H�ctor.

Agora podemos sair. Vamos.

-Voc� vem junto, n�o �? -Estarei atr�s de voc�.

Maldita Negra.

Voc� n�o era a doida?

Voc� quer ver quanto?

O Dr. Al�s confiava em mim.

E eu falhei com ele, Adriana.

Eu falhei com ele!

Onde voc� aprendeu a brigar assim?

No meu ramo de neg�cios...

precisamos saber defesa pessoal.

Obrigada.

Se n�o fosse voc�, eu estaria morta.

N�o tem ningu�m.

Vamos.

Est� livre, vamos.

Voc� est� livre, Emma Luisa.

Estamos livres, Emma Luisa. Estamos livres.

Estamos livres. N�o acredito. O port�o est� aberto.

Estamos livres.

Precisamos achar um lugar com telefone.

Camilo, estamos livres.

Camilo.

Estamos livres, Camilo.

Voc� caiu direitinho.

Jovem.

Senhor.

Arturo.

Os partidos e organiza��es que formam esta uni�o...

est�o convencidos de que � hora de uma nova era.

Uma nova ordem sob a dire��o...

da m�o jovem e firme do Sr. M�rquez.

Disciplina, rigor, obedi�ncia...

s�o as caracter�sticas deste lugar.

Precisam ser observados com aten��o.

N�o toleramos qualquer estupidez.

Por que nos deixaram sozinhas?

Precisamos saber. E o Dr. Al�s?

Eu mandei fazer sil�ncio.

O experimento de hoje...

serviu para provar a efic�cia...

da readapta��o inteligente...

que pode produzir seres...

capazes de se controlar e se defender...

caso seja necess�rio...

e at� mostrar sinais de lideran�a...

o que � inexplic�vel.

Al�.

Ol�, Fernando.

Est� tudo pronto.

O juiz do Primeiro Tribunal de Toluca...

concordou em revisar o caso de It�lia Meneses.

Entre.

Caminhe na linha vermelha.

Declaramos a ordem de pris�o...

de Dana Valero Reinoso...

acusada do crime de estupro...

corrup��o de menores e tr�fico de drogas.

Porta.

E com voc�s, nosso pr�ximo presidente...

Federico M�rquez!

-Parab�ns, Federico. -Obrigado.

Hoje...

eu me coloco diante de voc�s...

senhoras e senhores...

em meio a uma greve geral da pol�cia...

sem nenhuma outra prote��o que n�o o poder da verdade...

e o poder da nossa comunidade.

E eu lhes digo agora, senhoras e senhores...

que eu me proponho...

Que eu alcan�arei algo at� agora imposs�vel.

Por ali.

A restaura��o da paz em nosso pa�s!

E a paz, senhores...

n�o � tarefa dos fracos e dos covardes.

A paz � privil�gio dos fortes.

Que diabo voc� veio fazer aqui?

Obrigado. N�s venceremos.

N�s vamos vencer!

N�s vamos vencer!

N�s vamos vencer! Muito obrigado!

Abaixem-se!

Vamos.

Tirem-no daqui!

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