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Tomara que voc� afunde na lama.
Deus, cara, voc� � um p�ssimo motorista!
- Ei. Esperem, amigos. Esperem. - Quietos!
- Quietos. - N�o, voc� est� brincando.
N�o. N�o. Eu tenho de - Eu...
Ficarei com a minha fam�lia hoje � noite.
Ficarei com a minha fam�lia hoje � noite.
Esque�a isso.
N�o, estes homens n�o v�o sair novamente.
Quero que voc� nos deixe de fora. Eu n�o quero entrar.
Tenho um compromisso inadi�vel.
Com minha esposa.
Minha esposa.
Com minha esposa, seu retardado.
Minha esposa!
Jesus Cristo.
As barreiras desabaram.
Toda noite temos de trabalhar.
- Oh, vamos l�. - De jeito nenhum. Pode esquecer.
Pode esquecer.
De jeito nenhum!
Ei, garota, n�o tem jeito de n�s trabalharmos hoje � noite.
Certo.
Bravo!
O �ltimo � um ovo podre!
Shh.
Oh, Tony, n�o grite com as crian�as. N�o quero que nada d� errado.
Sua m�e est� muito nervosa. Entrem no carro.
N�o grite com as crian�as. Por favor. N�o grite.
Todos para fora. Maria, entre no carro.
- Angelo, onde est�o seus sapatos? - Entrem no carro. Vamos, Maria.
N�o pode sair sem seus sapatos. Aqui.
Ei, Tony, traga outro agasalho tamb�m. Um mais pesado.
- Maria, pegou seus pijamas? - Peguei meus pijamas.
Ok. Oh, Tony, pegue a bicicleta de Angelo l� de tr�s tamb�m, certo?
- Eu acho que ele n�o te ouviu. - Ok. Vou pegar. Vou pegar. N�o se preocupe.
Vamos. Entre a�. Sentem-se. Certo.
- Onde est� a mam�e? - Sente-se no seu lugar.
- Onde est� mam�e? - Ela foi pegar a bicicleta de Angelo.
Aqui. Voc� pega a traseira.
Pegou? Ok. E a�? Tudo certo?
- Sim. - Cuidado com os dedos.
- Quer fechar? - A roda. � a roda. Est�...
- Mantenha o ba�... - Oh, certo. Tudo bem.
- Eu dirijo. - Ok. Entrem no carro, crian�as.
- Certo. Cuidado com os dedos. - Todos dentro, agora.
- Eu n�o quero ir. - V� para o banco traseiro!
- Vamos. D�-me um beijo. - Ok, mam�e. Estamos prontos.
- Ok, ok. - Adeus, m�e.
Bote os dedos para dentro. Adeus. Olhe os dedos!
Espere um minuto, M�e.
M�e, escute. Se algo acontecer...
Qualquer coisa. Quero dizer, se eles forem muito danados, quero que me ligue.
Pode ser de noite ou de dia. Voc� compreendeu?
- Sim. Certo. - Ouviu o que eu disse, M�e?
- Sim. - Porque n�o quero nenhuma mancada.
N�o quero que voc� se acovarde e n�o ligue para mim.
- Querida, eu posso cuidar das crian�as. - N�o quero voc� dizendo...
"Mabel est� se divertindo muito. N�o quero incomod�-la"...
enquanto uma das minhas crian�as est� no ch�o sangrando.
- Tudo bem. - Ok?
- Certo. - Certo. V� embora. Vamos.
N�o quebre minha cabe�a. Sente-se. Todos para tr�s. Todos para tr�s.
Ok. Certo. Para tr�s. Sente-se.
- Todos dentro? - V�.
Certo. Vire sua roda. Ok.
- Mam�e. - Ok.
Ok. Certo. Espere um minuto.
Ok. V�. Tudo bem. Tudo bem. V�.
V�. Adeus. V�.
- V�. - Adeus, M�e.
Isso mesmo. V�.
N�o deveria ter deixado-os ir. Eu n�o sei.
N�o deveria ter deixado-os ir.
N�o deveria ter deixado-os ir. Droga.
N�o deveria ter deixado-os ir.
Ei. Calma, calma, calma.
Continue andando. Continue se movendo.
Vito, v� l� e comece com eles. Quero falar com Eddie.
O que h� de errado? Est� preocupado com algo, Nick?
Sim, sim. Ele tem algo em mente.
V� voc�. Eu quero falar com ele.
- Ok. Mas se precisar se um bom ouvinte... - Certo. Obrigado.
Vamos. Isso mesmo.
Eu jurei sobre minha vida que eu chegaria em casa hoje.
Eu a prometi que esta noite seria uma noite de amor, uma noite de algo especial.
Eu n�o sabia que esta porcaria iria acontecer.
Cano de �gua no meio da noite.
Aposto que voc� nem ligou para ela.
N�o posso lig�-la. Como vou lig�-la?
Ela j� mandou as crian�as para a casa da m�e dela.
Ela vai escalar as parede, quebrar os pratos, gritar.
Mabel � uma mulher sens�vel e delicada.
Mabel n�o � louca.
Ela � fora do comum. Ela n�o � louca, ent�o n�o diga isso.
Esta mulher cozinha, costura, faz a cama, lava o banheiro.
O que tem de louco nisso?
N�o compreendo o que ela est� fazendo. Eu admito isso.
Mas eu acho que sei. Ela est� com raiva de mim.
- Bem, ligue para ela. - Entenda, h� algo de errado com ela.
- Ligue-a. - Ela n�o � como as pessoas normais.
Esta mulher, sabe, poderia ser atropelada por um carro...
queimar a casa.
Jesus Cristo. N�o sei do que ela � capaz.
Oi, querida.
Escute, estou com problemas por aqui. O cano de �gua principal daqui estourou.
A coisa explodiu. A coisa toda explodiu...
e tem �gua por todos os lados.
Ent�o...
Estou aqui embaixo agora. Eu te amo.
Est� tudo bem, Nick. Por favor acredite. Tudo bem.
Voc� est� bem?
Sim.
Querida, vou compens�-la. N�o vou trabalhar amanh�.
Amanh� tiro o dia de folga, e ficaremos juntos amanh�.
O dia todo. Certo, docinho?
Sim.
Ok, docinho.
Voc� � a minha garota.
Ei, Nick! Entre. Nick! Entre!
Entre a�. Vamos!
Algumas vezes parece assim, e outras vezes n�o.
- Hee. - Oi.
Oi.
Ei, sabia que Nick me deu o cano hoje � noite?
Depois de ter mandado as crian�as para a casa da minha m�e e tudo.
Por que eu ligo?
Meu nome �... Garson Cross.
- Sim, eu sei. - Voc� sabe?
Eu sei, Garson. Tem fogo?
- Claro. - E uma bebida?
Claro. Acabei de ser pago. Estou cheio da grana.
O que prefere?
"Seagram".
"Seagram" e o qu�?
"Seven Crowns".
"Seagram" e "Seven Crowns" e o qu� mais?
Na garrafa.
Bartender, me d� um copo de gelo.
- L� vamos n�s. Aqui? - Coloque bem ali.
- E, uh, pegue aquele "Seagram Seven"... - "Seagram Seven".
- e d� um drinque � dama. - D� um drinque � dama.
- Que tal? - Continue.
- Continuo? - Continue.
Ok.
- Sa�de. - Sa�de.
Ah.
Puxa, voc� estava com sede.
Oh, pensei que fossem seus.
Champagne n�o me d� um "barato".
O mero �lcool n�o me emociona
Ent�o me diga como pode ser verdade.
Que voc� me d� um "barato".
- Cante. - N�o sei cantar.
O avi�o n�o me d� um "barato".
Voando muito alto com algum cara o c�u � meu.
Escute. Por qu� n�o vamos para um lugar mais calmo?
Eu, bem...
Levaria voc� para minha casa, mas, bem...
N�o � muito arrumada.
Podemos ir para sua casa?
Poder�amos tomar um ar fresco e sair dessa fuma�a.
Por qu� n�o vamos para sua casa?
- Heim? - Sim. Sim.
Ok.
Por que n�o fazemos isso mesmo.
- Quanto te devo, bartender? - $3.50.
Boa sorte.
Voc� est� bem, querida?
Oh, por favor n�o enjoe.
Encoste-se em mim.
Pode abrir os olhos? Pronto. Est� em p� agora.
- Este � o local, certo? - Sim.
O qu�...
Ei, pare com isso.
Escute, colega. Pode parar.
Ei, n�o! Coloque-me...
Pare com isso.
Deixe-me ir.
Me... solte.
Coisinha engra�ada. S� uma coisinha engra�ada.
Nick!
N�o, uh, Garson. Garson Cross.
Sou aquele que te trouxe para casa noite passada.
N�o precisa levantar-se. �, uh...
de manh� muito cedo.
Eu sinto muito se eu incomodei.
Eu gosto de acordar cedo, andar um pouco e falar comigo mesma.
Voc� est� a�?
Quem � Nick?
Voc� n�o � casada, �?
Vou ter de partir num minuto, agora.
Escute, se esse cara Nick est� em sua mente...
e voc� me considera algum tipo de amea�a para ele...
ou se est� tentando puni-lo comigo ou a mim com ele, esque�a!
Eu nunca conheci o cara.
E n�o se culpe por mim, se � isso que est� fazendo.
Voc� est� no banheiro?
Ok, enquanto o chuveiro estiver ligado, ent�o voc� est� bem.
Ao menos eu espero que voc� esteja bem.
Qual o problema?
N�o estou a fim de jogos, Nick.
Nick Longhetti. Mabel Longhetti.
Quer uma x�cara de caf�?
Vou pegar uma x�cara de caf�.
Eu n�o entendo essa mulher.
A culpa � minha.
J� me divorciei duas vezes.
Parece que n�o consigo manter uma mulher.
Mam�e?
Bem, o que acha dele?
Quero dizer, eu sei que n�o pode gostar dele. Ele n�o � seu filho, mas...
Mam�e!
Crian�as?
Crian�as! Crian�as, onde est�o?
Nick. Nick, onde est�o meus filhos?
- Vamos. - Ei, est� frio l� fora.
Vamos.
- Ningu�m em casa, heim? - Ela est� em casa.
Sim.
Mabel?
- Fa�am-se � vontade. - Nick, posso pegar um copo d'�gua?
Sim. Eddie, ajude-os a se fazerem � vontade.
Podem sentar, amigos. Fa�am-se confort�veis.
Mabel.
- Ei, Nick, posso usar um copo? - Sim.
Qual o problema?
Ei.
Ei.
Nada.
- Quem est� com voc�? - Todos.
- Voc� comeu? - N�o.
Ah, Nick, voc� deve estar faminto.
Oh, Eu vou, uh...
Pegarei algo.
Pegarei algo.
Eu...
Estarei bem ali.
Ei. Vamos l�, cara.
Tudo bem, Nick?
O qu� disse, mach�o?
- Certo? - Como est� Mabel?
- Sim. Bem. - Tudo certo?
Bom. Ora, amigos. Sentem-se e relaxem.
- Ela n�o teve uma daquelas dores de cabe�a? - N�o seja tolo. Sente-se. N�o se preocupe.
Vamos, amigos. Fa�am-se em casa aqui.
Jimmy, voc� poderia por favor... a sala de estar.
Ei, esta � Mabel.
Venha aqui, querida. Pois...
Voc� conhece a todos? Esta � Mabel. Para todos.
- Oi, Mabel. - Oi.
Oi.
Gostaria de spaghetti?
- Spaghetti? - Sim, �timo.
- Todos querem spaghetti, Nick? - Sim. Sim.
- Como est�, Mabel? - Oh.
- Clancy, como voc� est�? - Tudo bem.
- Como voc� est�? Oh. - Como sente-se?
- �timo. �timo. �timo. - Certo. Certo.
Deus a aben�oe, querida.
Certo. Isso � o suficiente. Clancy, vamos l�.
Ol�, Mabel.
Ol�, Bowman. Como est� a�?
Ok. Irei � cozinha pegar o spaghetti.
Vamos l�, amigos. Para dentro, certo?
- Qual � o seu problema? - Ei!
Fora desta cozinha!
Olhe para seus sapatos, Eddie! Est�o cheios de lama.
- Ora, corta essa. - Olhe seus p�s. Tem lama no sapato todo.
Saia daqui, Eddie. Ei, Eddie, coloque-me no ch�o. Vamos.
- Saia daqui, e me deixe trabalhar. - Oh, ok.
E pare com isso, Eddie!
Voc� quer spaghetti?
- Spaghetti de novo? - Sim.
- Segure-segure isso. - Estou pronto.
- Segure isso. - Nicky, voc� pegou o vinho?
- Estou pronto. - O qu�?
- Eddie, j� pegou o vinho? - Por favor.
- Eddie! - Muito quente.
Aqui est� o vinho. Certo. Vamos l�.
- Terminou o molho? - Sim.
Um pouquinho de cada vez. Espere um minuto.
- Tem uma colher? - Oh, oh, oh, oh.
- Mais. - V� em frente.
Precisa desta colher? Aqui.
Um pouco mais. Certo, est� bom.
- Ok. Sim. - Certo.
Vamos l�. Pode trazer. Ok.
- Pegamos as ta�as de vinho. - Preciso de algo para colocar isto.
- Heim? - Est� quente.
- Ele tem a t�bua de cortar ali. - O qu�?
Para tr�s. Quente.
- Ei. - Fora do caminho. Coisa quente.
Sentem-se. N�o faz diferen�a alguma.
- Em qualquer lugar? - Sentem-se amigos. Estamos prontos.
- Vou sentar aqui. - Logo aqui, Billy.
Coisa quente.
- Vamos aplaudir Gino. - Bravo, Gino.
- Sim, Gino! - Bravo!
- Pode ir passando. - L� vai.
Ok.
Aqui est�.
- De quem foi esta id�ia? - Foi de Nick.
Todo mundo tem p�o naquela ponta ali?
- Um pouco de molho. - Billy, molho.
N�o quero p�o. N�o.
- Qual seu nome? - Podem se servir.
- Qual o seu nome? - Voc� n�o lembra de mim?
Estive aqui h� tr�s semanas com Nick.
N�s jantamos.
- P�o? - Veronica � minha esposa.
As crian�as est�o brincando l� fora. N�o se lembra disso?
Eu lembro de sua esposa. N�o lembro de voc�.
Ei, Nick, adivinhe o que ela �.
"Louca."
- Quer uma cerveja? - Sente-se.
- Quem quer uma cerveja? Billy? Morton? - N�o. N�o, obrigado.
- Aldo? James? - N�o, estou bebendo vinho.
Como est� o molho?
- Qual o seu nome? - �timo.
Grimaldi. Vito Grimaldi. Um amigo de Nick.
Obrigado. Ei, passe o molho. Por que n�o?
Precisa de um pouco mais de molho, garotos.
D�-me o molho.
Tenho de brincar de "pega" aqui.
Estou tendo dificuldades.
Billy.
Enrole. Use a colher.
Enrole contra a colher.
- Assim? - N�o.
- Oh, cara. Vamos l�. - Oh, n�o!
- Jesus Cristo. - Est� por todo meu sapato.
- Pelo amor de Deus! - N�o posso te trazer para lugar algum.
Merda.
- Agora como. V� em frente e coma. - Olhe para voc�.
Quer outro prato?
- Isso � sujo. Aqui. D�-Ihe um pouco mais. - Por favor.
- Pronto. Muito bom. Aqui. Aqui. - Pronto. Livre-se disto.
Livre-se disso. Livre-se disso.
- Passe o queijo para c�. - Aqui, mais porcaria, cara.
- Agora, onde eu estava? - Pegue um pouco de queijo.
- Queijo. - Qual seu nome?
O meu? Oh, uh, uh, Morton.
Joseph.
- Queijo? - Sou Mabel.
- Como vai voc�? - Tudo bem. E voc�?
Eu vou segurar.
E, uh, uh...
perto de voc�.
- Qual o seu nome? - James Turner.
- James Turner. - Eu trabalho com Nick.
Sou Mabel Longhetti. Eu vivo com Nick.
Pegue isso.
E voc�... bonit�o.
Sim. Voc�.
Billy. Billy Tidrow.
- Billy Tidrow. - Sim.
- Billy Tidrow. - Posso pegar um pouco de p�o?
- Tidrow. - Tidrow.
- Tidrow. - Tidrow. Certo.
- Right. Right. - E eles me chamam de "Super Mouse".
"Mickey Mouse".
"Super Mouse".
Levante-os.
Um brinde � todos. Bem-vindos. Deus os aben�oe.
Um, comam e vivam muito.
� Mabel.
� Mabel!
N�o se preocupe.
N�o vai perguntar onde est�o as crian�as?
Est�o na casa de sua m�e.
Quantos filhos voc� tem?
- Tr�s. - Tr�s.
N�o �, Nick?
Pelo que sei.
- Eu tenho sete. - Sete?
- Sete. - Sete!
- Sete filhos. - Foi o que ele disse. Sete.
Bonit�o, quantos voc� tem?
Eu? Uma por��o deles.
Vejamos.
Tenho Robert, tenho William.
Tenho, uh, Mary.
Tenho Pee-Wee.
Um, esqueci de um.
Pee-Wee tem 14.
Tem mais um em algum lugar.
Um, tenho John.
Esse � um bom garoto cat�lico irland�s, huh?
Ele � um "bom" algo.
Sabe, tenho notado que a vizinhan�a tem mais crian�as.
Voc� notou isso?
Subindo e descendo a rua. Na rua inteira.
Crian�as pequenas, carrinhos de beb�s, crian�as engatinhando.
O que acontece para ter tantos garotos? � algo no ar?
- Est� em algum lugar. - Hmm?
Quero dizer, voc� passa oito, nove meses, sem ver uma s� crian�a.
Dois anos se passam, sem nunca se ver uma crian�a.
Ent�o de repente, eu vejo muitos beb�s e seus carrinhos.
- Acho que h� alguma coisa no ar. - Com licen�a.
- N�o, a lua. - O qu�?
Sim. Lembra quando aqueles dois astronautas foram � lua?
Foram l� e jogaram golfe. Jogaram golfe.
Ent�o, um pouco da poeira baixou.
"Stronzium" ou, uh...
Talvez as mulheres cheirem isso.
A lua.
Ah, a lua.
N�o.
Escute, o que quero dizer � voc� pode passar oito, nove meses, sem ver uma crian�a.
- Bem, � o tempo que leva. - N�o. Eu nunca vejo uma crian�a em dois anos...
E de repente muitos beb�s e carrinhos.
Uns dois deles devem ser meus.
N�o, acho que � algo no ar.
- Bem, isso vai ser... - N�o, pense em nove meses atr�s.
- Tem que haver algum romance no ar. - Oh, sim.
Eu n�o sei.
N�o fui eu.
N�o?
Acho que est� no ar.
- Oh, ho, ho, ho. - "No ar."
Bem, � onde est�.
Billy, onde � isso?
- O que achou disso, Billy? - Eles estavam muito bem.
Bravo! Bravo!
Bravo, Willie!
Mais um!
[Cantando "Celeste Aida" de Aida]
Bravo! Bravo!
- Palavra, palavra, palavra. - Ok, ok. Agora uma can��o sua, Billy Tidrow.
N�o, eu n�o sei cantar. N�o sei cantar nada.
Bem, ent�o venha e dance. Qualquer um pode dan�ar.
N�o, isso n�o � muito legal.
Eu amo esse rosto. Eu amo esse rosto.
Nick, isto � o que eu chamo de um rosto muito bonito.
- J� basta. - Ok. Vamos. Vamos dan�ar.
- Nah, nah, nah. - Olhe este m�sculo.
- � o suficiente. - Nunca vi m�sculos assim. Aposto que n�o cabem num terno.
- Sim, cabem. - Mabel, j� se divertiu, foi suficiente.
Vamos. Vamos. Vamos dan�ar, Aldo.
- Vamos. - Certo. Todos est�o cansados. Foi o suficiente.
Vamos l�. Voc� quer dan�ar?
- N�o. - Um...
- Vito Grimaldi. - Baixe essa bunda!
Ol�. Oi, M�e.
Oi, Mam�e!
N�o, n�o estamos fazendo nada. Estamos s� comendo.
Qual o problema? O que sente?
Onde? No seu abd�men?
O que isso quer dizer? Voc� ligou para um m�dico?
Olhe, M�e. N�o me venha com teimosias com m�dicos.
� a minha m�e. Ela est� com dores no abd�men.
Hmm. HO3-7399. Ent�o ligue-o.
M�e, n�o posso lig�-los. O que eu vou dizer?
Voc� tem de ligar. Tem de explic�-los de onde vem a dor.
M�e, voc� comeu algo estragado?
Comeu peixe?
Comeu peixe num restaurante.
Qual restaurante?
Comeu peixe no "Hamburger Heaven". Para que fez isso, M�e?
Uh, obrigado pelo jantar, Mabel. Estava muito bom.
Voc� parece uma crian�a. Sabia?
- Olhe, j� vou. - Te vejo mais tarde.
- J� vou indo. Chego j�. - Obrigado por tudo.
Quer Mabel? Huh?
- Certo. J� vou. - Te vejo mais tarde, Nick.
- Certo querida. J� vou. - At� mais, Mabel.
- Ei, escute. - Te vejo mais tarde, Nick.
- Quando sua m�e fica doente, puxa... - Pega leve.
Sempre me vem � mente que eles n�o durar�o para sempre.
Sim.
- Certo. - Estava tentando ser agrad�vel.
- Doido! - Gosto de seus amigos.
Eu sei.
Sou uma pessoa carinhosa. Eu era...
- Eu sei disso. - N�o sou um daqueles chatos que voc� gosta...
com os narizes empinados.
Bung, bung. Com os narizes empinados.
Oh, oh, qu�o gentil.
Oh. Mmm. Obrigado. Oh.
Sei como tratar esses caras. Quero que eles se sintam...
Eu amos esses caras. Eu os amo. Eu amo qualquer um que voc� traga, Nick.
- Eu sei disso! - Quero que se sintam � vontade.
Quero que se sintam... eles se sentam aqui como um bando de... eu quero que...
Do que diabos est�s falando? Voc� n�o fez nada de errado.
- Foi s� o jeito que voc� estava olhando... - "Sente-se, Mabel!"
- "Sente-se". - Billy estava te olhando desse jeito.
Ele n�o sabe que voc� n�o faz mal algum.
� o jeito que o cara te olha.
Aqui est� o cara. Ele te olha assim.
Ele n�o sabe o que fazer. Este macaco n�o sabe o que fazer.
Ele acha que voc� quer dizer algo.
Ele n�o sabe que, na verdade, voc� n�o quer dizer aquilo.
N�o ligo que seja uma lun�tica.
Nicky.
N�o lun�tica.
N�o fiz nada de errado?
O que foi, Nicky?
Nicky, diga-me. Apenas...
Nicky, n�o tenha medo de me magoar.
Diga-me o que quer que eu fa�a como quer que eu seja.
Eu posso s�-la.
Eu posso ser qualquer coisa. Voc� � quem diz, Nicky.
Oi, M�e. Oi, Pai.
O que est�o fazendo aqui?
- Como chegaram aqui? - Pela janela.
Maria e Angelo est�o aqui tamb�m? Minha m�e? Todos?
Bem, seu pai est� tentando dormir um pouco. Quero dizer, ele...
Devo deix�-los entrar, ou devo pegar os livros e sair?
Oh.
- Ela enlouquece. - Tony, venha c�.
- Est� tudo bem? - Melhor imposs�vel. Entre.
Entre e feche a porta.
Oh, Nick. Desculpe acord�-lo. Desculpe mesmo.
Onde est� Mabel?
- Banheiro. - Ela est� brava?
N�o, acho que ela est� lavando.
Oh.
Meu...
Eles foram terr�veis com voc� ontem � noite, n�o foram?
- Mm-hmm. - Foi um turno infernal.
Mmm.
Bem, te digo um coisa. Vou te fazer uma boa x�cara de caf� quente. O que acha disso?
- N�o, querida. Vou tentar descansar um pouco. - Ol�, M�e.
Ol�. Oi.
- Onde est�o as crian�as? - Uh, l� em cima.
- Por que est�o l� em cima? - Uh, livros. Uh, ele teve de voltar...
- Tony queria seus livros. - N�o pegamos ontem? N�s pusemos no carro.
Poderiam ter essa discuss�o na sala de estar?
Porque estou tentando dormir um pouco.
Sem ofensas, mas eu gostaria mesmo de dormir um pouco.
Desculpe, amor.
Adivinha o qu�, Pai.
Acabei de aprender como assoviar assim.
E eu assovio com dois dedos enfiados na minha boca.
- E o fa�o de outras maneiras tamb�m. - Parab�ns.
Voc� aprende r�pido, Angie.
Vamos assistir ao jogo na TV hoje � noite, n�o vamos, pai?
- N�o sei, Tony. Estou tentando descansar. - O que acha, pai?
- O que eu acho sobre o qu�? - Sobre meu assovio? Pode fazer?
O que diabos se passa aqui? Estas crian�as deveriam estar na escola.
- Maria, levante-se. De p�. - Tudo bem.
De p�. Vamos. Vamos. Ande.
Vamos. Maria. Poderia andar logo com isso.
- M�e. - Meu nome � Mabel, eu n�o gosto de ser chamada de "m�e".
- Venha aqui mesmo assim. - N�o. Eles t�m de ir para a aula.
Venham aqui mesmo assim.
Certo, crian�as. De volta � cama.
Todos voc�s, de volta � cama.
Voltem aqui. Todos juntos, agora.
Venham. Todos juntos novamente.
"Jingle Bells."
N�o � um bom assovio. S� ar, s� ar.
V�, onde voc� est�?
- V�, onde voc� est�? - V�, onde voc� est�?
- Tem algo errado? - V�, na cama.
- N�o, vou fazer o caf�. - Na cama.
- Voc� n�o quis, mas vou fazer um pouco. - Vamos. Todos na cama.
- S� acho que n�o posso. - Vamos, V�. Na cama.
- Todos na cama. - Eu s� vou sentar, Nick.
- Vai voltar conosco? - N�o.
Vamos. L� vem a vov�.
L� vem a Vov�. L� vem a Vov�.
- Oi. - Tudo certo.
Oi, querida. Como voc�s est�o?
Estou feliz em v�-los.
� uma bela fam�lia, n�o �?
Ent�o, o que fizeram noite passada?
Oh, n�s nos divertimos.
Fizemos um bolo, e ele andou de bicicleta, e...
Tive uma �tima id�ia.
Quando voltarem para casa, vamos ter uma festa.
Vamos falar de coisas �timas, e iremos fazer coisas interessantes...
depois que voltarem da escola, ok?
- Mas n�o consigo achar meus livros. - Bem, uh...
- Irei ach�-los nem que leve toda a vida. - Sim.
Estarei no carro.
- M�e, vai dirigir ou n�o? - Claro.
- Claro, eu posso lev�-los agora mesmo. - Ok.
- Vou peg�-los. Iremos embora. - Sim.
- Oh, Nick, eu sinto tanto... em acord�-lo. - Tudo bem, querida.
- N�o, n�o foi nada. - Sim, foi algo.
- Voc� tentava descansar. - N�o se preocupe com isso.
- Adeus, querido. - Adeus, amor.
- Agora durma e descanse. - Sim.
Ela vai te trazer o caf� mais tarde.
- Certo, querida. - N�o farei novamente.
Vamos para a escola agora, e eu vou lev�-los.
- E nos iremos para que voc� possa descansar. - �timo. �timo.
Ok. Adeus.
Tony, vamos.
Ok, crian�as. R�pido.
Cinco, quatro, tr�s, dois, um, zero, decolar!
Al�?
Al�?
Nick, � da prefeitura. Eles precisam de voc�.
Diga-lhes que n�o vou.
Ele disse que n�o vai.
Diga-lhes que n�o sou um Super-homem!
Quem diabos eles pensam que eu sou? O Super-homem?
Ele diz que n�o � o Super-homem.
Voc�s pensam que ele � o qu�? Um Super-homem?
O que voc� fez? Desligou?
- Voc� vai ficar bem? - Sim.
Depois vou ver minha m�e Estou com sentimento de culpa.
Ok.
Vai ficar bem?
Por qu� fica me perguntando isso?
Acha que tem algo de errado comigo ou coisa parecida?
Que sou biruta ou algo assim?
Puxa, mas posso esperar para as crian�as voltarem.
De repente sinto falta de todos.
N�o sei porqu�.
Que horas s�o, por favor? Porque estou esperando meus filhos na escola...
e n�o sei de que horas a escola...
Ei, voc�. Ei, voc� tem um rel�gio.
Poderia me dizer a hora?
Vou conseguir umas correntes dessas sobre seus sapatos.
Grande coisa.
Oh Deus. Voc� tem horas? Porque espero...
Ei, escutem, seus passarinhos. Estou esperando meu filhos sa�rem da escola.
N�o se importariam em me dar a hora? Certo?
Qual o seu problema? Qual o seu...
Voc�s t�m suas l�nguas?
Grandes...
Beb�s, vamos.
Vamos, Beb�s. Vamos, queridos.
Vamos. Vamos. Vamos.
Isso mesmo. Vamos.
Vroom!
Ok, vamos. Ei, querido. Ol�, Ol�, Ol�.
Como voc� est�? Sra. Jensen est� vindo com as crian�as.
Pensei que pedir�amos nos divertir um pouco.
Maria, oi.
Obrigado. Obrigado.
Oh.
V�. Whoo-hoo!
Olhem quem ganhou. Voc� ganhou, ou foi Angelo?
Oh! Trapaceiro.
Oh, gostaria que voc�s nunca crescessem. Nunca.
Sabem, eu nunca fiz nada em toda minha vida...
que importasse, exceto voc�s.
Ei fiz voc�, voc� e voc�.
Oh, minha cabe�a. Que dor de cabe�a.
- Deixem-me massagear suas costas, M�e. - Ajuda.
Oh,sim. Oh, sim. Isso � bom.
Por que m�os s�o t�o boas? Voc� sabe?
Ei, escutem, posso pergunt�-los algo sobre mim?
Huh? Posso?
Quando me v�em, sabem, voc�s pensam...
"Oh, eu sei quem ela �. � a mam�e"?
Ou voc�s algumas vezes pensam... Quero dizer, voc�s pensam em mim como, uh...
como, uh, doidona ou quero dizer... ou, uh...
N�o, voc� � esperta, voc� � bonita...
e nervosa tamb�m.
Oh.
Obrigada, docinho. Obrigada.
D�-me uma ajuda aqui, sim?
Ei, olhe para isso. Nem sabia que voc� tinha uma m�o t�o grande.
- Eu jogo bola. - Olhe essas linhas.
Olhe para elas. N�o sabia que tinha tantas linhas.
E voc� tem um pulso largo.
- Puxa. Ei, fa�a um m�sculo para mim, certo? - Ah, M�e, pelo amor de Deus.
Por favor. Vamos l�. Lembra como voc� costumava fazer com o bra�o assim?
Ok. A� est�. S�lido.
Ok. Agora deixe-me sentir, huh?
- � o melhor que pode fazer? - � o melhor que posso fazer, M�e.
V� como essa coisa toda � boa?
V� como � bom estarmos falando assim?
- Percebe como � bom? Percebe? - Ei, l� est� o carro de Jensens!
Oh, ei, venha. Para dentro. Venha. Todos para dentro. Vamos.
Vamos. Vamos, Maria. Vamos l�. Isso mesmo.
Ok, tirem os casacos.
Ok, baixo. Mantenham baixo.
Ok. Ok.
Aqui vem eles.
Ol�! Ol�!
- Uh, Sou Harold Jensen. Uh, meu filho John... - Sim, venham para dentro.
N�o fiquem a� parados do lado de fora. Nesta casa as pessoas entram. Ol�, Ol�.
- Minha esposa n�o p�de vir. - Oh, sim. Bom, que pena.
Tony, voc� conhece as crian�as. E, uh... E este � o Sr. Jensen, certo?
"�C�mo est� usted?"
- Ele est� falando em espanhol. - "Bien, Bien."
Ei. Ei. Que tal isso? Quer um ch�?
N�o, obrigado. S� pensei em deixar as crian�as.
- Tenho de ir pegar algo na gr�fica. - Ah.
- Voc� est� desconfort�vel, n�o �? - Bem, n�o.
Sim, voc� est�. S� um pouco desconfort�vel.
Vamos l�. Vamos l�. Ei. Vamos l�.
Ei, esse � um anel legal.
Ora vamos. Vamos. Um sorriso. Vamos l�. Vamos. Vamos nos divertir.
Ei, isso mesmo. Vamos.
Vamos nos divertir um pouco. Quer brincar com as crian�as?
Certo. Cuidado, Angela. N�o derrube.
Ok. L� vamos n�s.
Ok. Chega, Tony. Coloque na mesa, querido.
- Uau! - O que acha, heim? Heim?
- Uau! - Sim.
Ok, coloque ali na mesa, pr�ximo daquilo. Bem na mesa. Ok?
- Ok. - Isso. Cuidado.
� isso. Isso mesmo.
�timo. Bem ali. Bravo! �timo.
Voc� dan�a?
Oh, que pena, porque...
Ei, garotos, hora da dan�a.
V� isso? Uma vez juntos, n�o se interessam por mais nada.
Voc� deve quebrar essa barreira e faz�-los se interessar pelas coisas.
Como em, uh, l�nguas, canto, dan�a.
- At� mesmo piadas. Divers�o, tudo. - Posso ter meu ch�, agora?
Oh, para o inferno com o ch�. Qual � o seu problema?
Ei, escutou isso?
Voc� n�o acredita em milagres? Esse � o Lago Cisne.
Isso � perfeito. Isso � perfeito!
Ei, crian�as. Crian�as. Garotas. Este � o Lago Cisne.
Lembram-se do Cisne que estava morrendo?
Vamos l�. Isto � - Venha e morra para o Sr. Jensen.
Vamos l�, pessoal. Vamos ser o coro. Vamos l�. Voc� pega a m�o de Tony.
Aqui. Vamos. Vamos.
Vamos l�. Tony. Vamos.
Vamos por esse caminho, e seremos o coro para eles.
Vamos l�.
Vamos l�. Morra pelo Sr. Jensen.
Ok. Vamos.
Vamos, garotas. Morra pelo Sr. Jensen. Vamos.
Vamos l�, Maria. Voc� conhece o cisne moribundo. Vamos l�. Vamos l�.
Isso mesmo. Isso mesmo.
Bravo! Bravo! Bravo!
Bravo! Vamos! Acabaram de morrer para voc�. Vamos l�.
Sim. Eu te amo tamb�m. Segure.
Vou peg�-la.
Mam�e, o Pai est� no telefone.
Bom, diga-o que estamos no meio de uma festa.
Ok. Vou dizer que voc� n�o quer falar com ele.
N�o. N�o diga-o isso. N�o foi o que eu disse. Espere um minuto.
Aqui. Vou atender. Deixe para l�. Vou atender.
Al�, Nick? Al�. Est� funcionando.
Oh. Desculpe-me. Estou sem f�lego.
Est� funcionando. Escute, sou uma �tima m�e.
Eu n�o s� - N�o s� amo nossas crian�as...
Eu amo as crian�as dos Jensen, Eu amo o Sr. Jensen.
Ah, todos s�o maravilhosos. S�o lindos.
Nunca mais serei m�. Nunca.
Sm. Sr. Jensen. Oh, ele foi t�o formal quando veio...
mas eu o relaxei.
Sabe, eu o fiz dan�ar, e o fiz cantar.
- Al�? Al�? - Qual o problema, M�e?
Droga de telefones!
Ok.
Ok, agora temos duas escolhas.
Podemos, uh, fazer o dever de casa...
ou podemos, uh, fazer fantasias.
Sim!
Quer fazer fantasias? Ok.
Certo. Maria, leve as garotas para cima e coloque nelas um pouco de sombra e batom...
e uma daquelas, sabe, fantasias que voc� faz.
E, uh, Tony, voc�, um, fa�a a do pirata...
...com o tapa olho e alguns brincos e panos.
Sabe quais, n�o? Quero dizer, sabe? Ok?
Qual seu nome, de novo?
- Harold. - Harold.
Seu primeiro nome?
Harold.
Harold? Oh, tadinho.
N�o se pode nomear algu�m de Harold.
Ei, dan�aria comigo?
Hmm?
Estou preocupado com as crian�as... sobre ficarem aqui com voc�.
Quais crian�as?
Sobre minhas crian�as, deix�-las aqui.
E a raz�o pelo qual me preocupo � a de que...
voc� vem agindo meio estranho.
Uh, Eu me pergunto se voc� tem consci�ncia disso n�o.
Quem fez isso tudo? Onde todas essas... Quem tirou essas roupas?
- Quem fez isso? - Eu.
Quem pegou voc�?
Por que fez isso?
Por qu�?
Por qu�? Esta n�o � a sua casa.
Vamos. Levante-se. Levante-se.
Agora vista-se! N�o fique a�! Vista-se!
Tire isso e vista-se. Vamos.
Coloque. Apanhe tudo isso agora.
Onde est� o seu irm�o, John?
John.
Adrienne, tire essas roupas. Vamos. Estamos indo para casa.
Papai vai te ajudar a se vestir.
- John, onde est�o suas roupas? - L� embaixo.
- Ent�o v� l� e pegue-as. - Sim, Sr.
- Me desculpe. - Sim.
Eu queria realmente ser gentil.
Sei que sim.
Maria. Maria, para onde vai, Maria?
- Maria. Vem c�, Maria. - Maria, venha c�. Venha...
- Maria, venha c�. - Por favor, Maria.
Por que n�o est� vestindo nenhuma roupa, querida?
Quem tirou suas roupas? Esta crian�a est� nua.
Certo, Mam�e. Venha c�. Agora, quem tirou suas roupas?
Conte ao papai. Quem tirou suas roupas? Hmm?
Quem tirou suas roupas? Por favor conte ao papai.
- Mam�e. - Quem, mam�e?
Mam�e tirou suas roupas, querida?
Certo. Venha. Vamos pegar umas roupas.
R�pido.
Certo. Chega. Apenas-Apenas deixe-a em paz!
O que diabos est� acontecendo aqui? O que est�o fazendo em meu quarto?
- Posso falar com voc� um minuto? - Fora!
Nick.
V� o que me fez fazer? Huh?
Dando uma festa? Saia daqui.
Pegue suas crian�as e saia daqui.
- John, onde est�o seus sapatos? - L� em cima.
V� l� em cima, encontre-os e coloque-os.
Adrienne, ajude a apanhar estas coisas.
Bom. Certo. Vamos. Limpe.
Esque�a isso. Apenas saia.
Vamos, querida. Vamos embora. Vamos.
John.
- O qu�? - John. Bem, vamos. Cad� seus sapatos?
N�o consigo ach�-los.
Para onde voc� vai?
Escute, estou cheio de voc�, de seus filhos, sua esposa e de toda sua fam�lia!
Vou pegar meu filho!
Ooh! Pare!
Nicky! Nicky! Nicky!
- Mam�e, Pelo amor de Deus! - Voc� vai mat�-lo! Pare!
Saia daqui! Saia daqui!
- Saia! Vou matar voc� e seus filhos! - John, venha.
Agora saia daqui e fique no seu canto!
O que diabos est� fazendo?
Saia daqui! O que faz? Saia daqui!
O Dr. Zepp est�?
Quem � esse? Katherine, onde est� o Dr. Zepp?
Bem, estive esperando. Ele n�o est� aqui.
Bom, onde ele poderia estar, Katherine?
N�o, Ningu�m est� doente. Mabel � louca.
Onde est� o Dr. Zepp?
- Quero dizer, onde ele est�, Katherine? - Ele est� � caminho.
- Bom, droga, ele n�o est� aqui! - Por favor n�o fale comigo assim.
Desculpe, Katherine. Agora, ele vai fazer alguma parada?
Quero dizer, ir�o ser cinco minutos ou 10 minutos? O que vai ser?
Jesus Cristo!
Jesus Cristo!
Deixe para l�.
N�o levante-se. N�o se mexa. N�o se mexa.
M�e!
M�e! M�e!
N�o. Fique a�, ou te mato!
N�o preciso de sua ajuda! Pego meus pr�prios cigarros.
N�o preciso da ajuda de ningu�m.
Eu mesmo.
Voc� vai ser internado.
Vai para o hospital at� sentir-se melhor.
Voc� s�, uh...
Voc� ficou encabulada, e fez papel de est�pida. S� isso.
Eu me fa�o de est�pida todos os dias. Eu...
N�o estou chateado com voc�.
Quero dizer, voc� me bateu. Voc� nunca fez isso comigo antes. Eu...
N�o senti aquilo, se isso � o que...
est� te fazendo sentir-se mal.
Eu...
Eu sempre te compreendi, e voc� sempre me compreendeu...
e isso sempre foi...
assim, e isso � tudo.
"At� que a morte nos separe," Nick. Voc� mesmo disse.
Lembra? Ele disse, "Voc�, Mabel Mortensen, aceita este homem?"
"Sim." "Sim", Nick.
"Sim."
Lembra, eu disse...
"Vai funcionar porque eu j� estou gr�vida."
N�o deixe essa mente fugir de voc� agora.
Lembra como voc� riu?
- N�o, Mabel. - Nick. Voc� riu.
- N�o. - N�o se lembra?
E ele ficou bravo como um grande sapo.
N�o fa�a isso.
Ei, n�o fique triste.
Eu sei que me ama.
- Ei... - Tivemos muito tempo para descobrir isso, n�o �?
Eu e voc� sabemos.
V� isso, Nick? Isso � o qu�o somos pr�ximos.
E eles n�o podem nos separar. N�o podem nos for�ar a isso.
Porque...
estamos juntos.
Eu n�o sei quem � voc�.
N�o diga isso, querido.
N�o estou magoada com voc�. N�o estou com raiva nem nada.
Mabel...
N�o.
Voc� se senta a� e finge que...
Que tudo isso n�o significa. E voc� sabe.
Voc� sabe.
Somos n�s.
- Voc� vai com eles l� fora. - Quieta.
- E n�s devemos estar dentro. N�s sempre estivemos l�. - Cale-se!
Seu pequeno...
min�sculo...
magrelo, diminuto...
inseto!
Nick. O que h� de errado?
Tudo bem. Est� tudo acabado.
Ol�, Mabel.
Oh, Mabel. Deus, como voc� � bonita.
- Ol�, Margaret. - Ol�.
- Voc� est� �tima. - Como est� voc�?
O que h�?
Ningu�m aqui precisa de um m�dico.
Tive solu�os h� um tempinho atr�s, mas me livrei deles.
O que h�?
Ela andou bebendo?
Claro.
Oh, claro. Andei bebendo. Isto � um drinque, huh?
Claro.
Mabel, tomou a p�lula?
Tomou qualquer p�lula?
- Uma p�lula? - Mm-hmm.
Ah.
- Morfina � uma p�lula? - Mmm.
Claro, tomei p�lulas. Eu...
tomo p�lulas de vitamina, uh...
p�lulas para dormir.
Estimulantes, calmantes, todos os "antes".
O que disse para ele, Mam�e? Que eu bebo?
Sim. Voc� bebe.
Escute, Zepp. Eu estou um pouco perturbada. Eu...
Por isso eu ajo assim, meio, acho...
e pare�o perturbada mas...
ocasionalmente eu me acalmo.
Voc� realmente se acalma.
Mas eu sou ansiosa.
N�o deixe essa mulher em minha casa.
Na escada.
Ela est� vigiando a escada.
L� em cima est�o minhas crian�as, em minha casa.
Isso. Isso. Isso. Isso. Aquilo.
Mabel, o que te perturba?
O que perturba?
Bem, voc� disse estar perturbada.
Voc� e Nick brigaram?
Nick, Eu tenho... Eu tenho a impress�o de...
que tem algum tipo de conspira��o por aqui.
Quero dizer, voc� tem olhado para mim de maneira t�o calma e, uh...
Ele tem algo naquele saco.
Ele vai tentar me prender com algo naquele saco.
- N�o se preocupe com este saco. - Estou certa?
- N�o se preocupe com este saco. - Estou certa, Nick?
Estou certa, Nick?
Estou certa, Nick?
Mabel, poderia por favor me fazer uma bebida?
Ah!
- Voc� quer uma bebida, Zepp? - Sim.
- Quer um Martini, Zepp? - Sim. Mm-hmm.
- Quer se divertir? N�o liga de fazer o drinque? - N�o, eu n�o ligo.
Nah! Quer uma bebida, Zepp?
Ok.
O gelo est� na cozinha e o vermute no...
Est� atr�s dela.
Vodka. Na esquerda, ali.
Voc� faz o drinque, Zepp, e eu... eu os observo.
Doutor, n�o vai aplicar nela uma inje��o?
N�o! N�o!
Mabel, estamos tentando ajud�-la.
� isso que est�o tentando fazer?
- Sim. - � isso que est�o tentando fazer?
- � isso o que ela est� tentando fazer, Nick? - Estamos tentando ajud�-la!
Fique quieta.
Primeiro, voc� est� agindo como uma louca.
E, uh...
Por qu�?
N�o h� motivo.
Este homem atendeu a um chamado social.
Ningu�m est� doente.
Por que est� t�o insegura?
Hmm?
Todos te amam.
Voc� me ama, Nick?
Esta mulher tem que ir!
- Eu te amo. - Nick.
- Isso mesmo. Eu te amo. - Pense nas crian�as!
Esta mulher n�o pode mais ficar nesta casa!
Voc� n�o pode ficar aqui!
- Pelo amor de Deus... - Escute. Doutor.
- Doutor! - Ei. Me largue.
- Meu filho me conta est�rias. - S� n�o pegue no meu roup�o.
Ele me conta est�rias sobre as conversas...
as conversinhas, as pequenas coisas...
a inseguran�a.
- Mabel. - V� em frente. V� em frente.
Me diga o que seu filho Ihe conta. Vamos. Me diga o que ele Ihe conta.
- Diga. - Eu vou Ihe dizer o que ele me conta.
- Ele diz que voc� n�o Ihe d� nada! - Ei.
- Voc� n�o tem nada dentro de si. - M�e.
- Seus filhos est�o nus! Est�o com fome! - M�e.
Foi isso que ele disse!
Doutor.
Noite passada voc� trouxe um homem pra casa!
Meu filho � um bom garoto, Doutor.
Ele � um bom garoto! Ele nunca diz nada!
- Ele n�o diz nada! - Eu nunca disse isso.
- Eu n�o disse isso. - Margaret. Margaret.
- Essa mulher � louca! - Margaret.
- Margaret. - Ela � louca!
- Voc� poderia subir? - Por favor, Margaret.
- Agora, v� l� pra cima. - Me escute.
- Ela � adulta. - Eu n�o vou subir!
- Ela � adulta. - Doutor.
- Doutor, leve-a pra cima. - Ela � adulta. Por favor.
- Doutor, ela � louca! - Ela � adulta, e eu gostaria de conversar com ela.
Eu tenho cinco pontos, Nick.
Eu tinha imaginado, e...
S�o pra mim.
- Para n�s. - Mabel.
Um � amor.
Dois �...
amizade, e tr�s �...
nosso...
conforto.
E quatro �...
Eu sou uma boa m�e, Nicky, e...
Mabel, eu te amo.
Um...
Eu sou sua. � isso.
Esses s�o meus cinco pontos. Isso que eu...
Eu tenho cinco pontos. Um.
C- Cinco... pontos.
Venha aqui. Agora me escute.
Baby...
voc� sabe o que sinto por voc�.
Voc� � uma �tima m�e.
Respire fundo. Respire fundo. Eu te amo.
Voc� me fez feliz. Respire fundo.
Respire fundo.
- E caso eu tenha errado, me desculpe. - Nick.
- Nick. Nick, eu preciso... - Senta!
Eu vou Ihe dar um chute bem na bunda!
Mabel.
Baby.
Eu te amo.
Eu gostaria de te dar um pequeno sedativo para Ihe acalmar.
- Por favor. - Relaxe.
- Mabel, isso n�o vai te machucar. - Doutor.
- Ei, Doutor, Dr�cula, volte. - Mabel.
- Volte para seu caix�o. Volte. - Mabel, esse...
- Eu nunca Ihe faria mal. - Volte. Volte!
- Me deixe em paz. - Eu n�o vou te machucar.
- Meu Deus, eu fa�o parte dessa fam�lia. Eu iria Ihe machucar?
- Mabel. - Volte.
Mabel...
isso ir� Ihe fazer descansar, esse pequeno sedativo.
- Ele ir� Ihe acalmar. - Eu estou calma.
Voc� est� doente!
Voc� est� doente. Voc� precisa descansar. Seus olhos est�o terr�veis.
- Eu te amo. - Deite-se. Deite-se aqui.
Voc� est� horr�vel! Voc� est� doente! Chame um m�dico para ele!
Ele � um homem muito doente! Chame-o!
- Chame-o! Chame-o! - Mabel.
- Mabel, voc� ter� um colapso nervoso. - N�o!
Afaste-o do...
- Voc� deve ir para o hospital. - Hospital!
N�o, baby. Pare com isso!
Nick! Nick! N�o o deixe! Por favor!
Eu prometo. Eu n�o vou querer nada. Apenas me deixe ficar em casa, por favor.
Nicky, eu te prometo. Eu n�o quero nada.
Eu vou ficar contente.
Por favor. Por favor, Nick. Por favor.
- Ok. - Ok.
- Ok. - E quanto aos meus filhos?
- E quanto �s crian�as? - Eu te amo.
- Elas n�o podem ir comigo? - Eu te amo.
Por favor n�o diga n�o, Doutor, por favor.
Escute, elas precisam de ajuda. Elas precisam de cuidados.
- As crian�as. - Tudo bem, querida.
- Deixe elas virem comigo porque... - Escute.
- N�o. Elas precisam estar protegidas. - Escute.
- Eu quero proteger meus filhos. - Eu te amo.
Elas s�o motivos para loucura.
- Tente, baby. Pare com isso. - Loucura, manh�, tarde e noite.
- Pare de falar. - Manh�, acorde.
V� pra cama. V� dormir. Isso � loucura, n�o �?
N�o. N�o. Eu vou lev�-las comigo.
N�o. N�o. Eu vou lev�-las comigo. porque eu vou proteg�-las.
Voc� me entende? Elas s�o minhas, e eu vou proteg�-las!
Eu te amo!
Eu te amo. Eu deitaria no trilho do trem por voc�.
Se eu errei, o que eu fiz, me desculpe.
Mas e da�? Que diferen�a faz? Eu te amo.
- Agora relaxe. Volte pra mim. - Nick.
- Relaxe e volte pra mim. - Nick.
- Saia daqui! - Saia daqui!
Eu te mato! N�o encoste em mim.
Voc� n�o vai me levar. Me levar para qualquer lugar.
E voc�! Voc� vai deixar ele me levar. Eu mato...
Sim.
Nick, preciso de sua ajuda agora.
Voc� n�o pode vir aqui! Deixe essas crian�as sozinhas!
Deixe essas crian�as sozinhas!
Por favor. Voc� n�o pode pegar - N�o pegue as crian�as.
Eu n�o estou chateado com voc�. Por favor. Eu entendo.
Por favor, deixe-me resolver isso.
- Eu sei, mas... - Deixe-me resolver isso!
Mabel, fique calma. Fique calma, Mabel. Mabel.
Deixe-me resolver isso. Mabel, por favor.
- Deixe-me resolver isso. - Eu Ihe entendo, Mabel.
- N�o, n�o. Voc� n�o pode ficar com a crian�a. - Deixe minha m�e em paz.
- Deixe-a lev�-los. - N�o, n�o, n�o.
- Mabel. Mabel. - Mabel, n�o.
Onde est�o meus filhos?
Oh, Mabel. Oh.
- Socorro! - N�o a deixe! Ela est� doente!
- Nicky, me ajude! Nicky! - Por favor.
Tudo bem!
Tudo bem! J� chega!
Por favor. Por favor.
Aqui. Aqui. Por favor, Nick. Nick.
- Por favor, crian�as. Crian�as. - Mabel.
- Mabel, eu tenho que falar com voc�. - Por favor. Por favor.
- Deixe as crian�as irem, por favor. - Por favor.
Mabel.
Mabel, olhe para mim.
Eu tenho um peda�o de papel aqui que diz...
Ei, o que voc� conta, Nick?
Que horas?
- Ouvi dizer que teve problemas em casa. - P�ra com isso.
O qu�? Algo a ver com as crian�as ou algo do tipo.
N�o quero ningu�m falando dos meus problemas.
- Certo, Nick. - Est� claro?
Bem, sim. Sim. Mas n�o sou o �nico.
N�o discuta meus problemas!
Bom, tudo bem, ent�o.. Ok.
Sinto muito.
- O que est�o fazendo? - O que h� entre voc� e Mabel?
Ei, Nick. Qual a est�ria?
Posso fazer algo por voc�? Algo que Angie e eu possamos fazer?
Liguei para sua casa ontem � noite. Tony atendeu. Ele te deu o recado?
Ele disse algo sobre, uh, Mabel estar no hosp�cio. � verdade?
Ela perdeu um parafuso. Ela precisa de um tempo, ok? � isso o que quer ouvir, seu idiota?
Ah, foda-se.
Tenho de achar outro jeito de ganhar a vida.
- Ningu�m diz nada sobre Mabel. - Sim.
- Irei ao trabalho logo mais. - Por favor n�o diga nada sobre Mabel.
Pode falar, baby.
Voc� � um filho da puta silencioso.
N�o me venha com essa merda!
Do momento que cheguei aqui, todos s� falam de uma coisa: Mabel.
Bem, n�o diga que n�o sabe quando voc� sabe!
Eu n�o disse que n�o sabia.
Seu maldito �ndio mexicano, n�o me d� as costas!
Se tem algo a me dizer, diga!
Mas n�o me d� as costas!
Ei, ele apenas se foi!
Quero parar na escola dos meus filhos para peg�-los.
O que me faz pensar, eu n�o conhe�o meus filhos.
Nunca estou com eles.
Est�o um pouco abalados agora. Quero lev�-los � praia.
Quer que eu v� com voc�, Nick?
Vou com voc�.
- Muito obrigado, Srta... - Srta. Hinkley. Sou a diretora da escola.
Onde est� Tony? A outra mo�a iria busc�-lo.
- Srta. Flowers. - Que horas?
A hora? Esta dama n�o tem horas.
- Eram 10:00 quando chegamos aqui. - Deixa para l�. Aqui est� ele.
Tony.
- O que foi, Pai? - Tony, para a traseira do caminh�o.
- Eles v�o... - Pegar estas duas crian�as - Sim.
Coloque-os na traseira do caminh�o. N�o deixe-os cair.
Coloquem a trava de seguran�a. Fiquem l� atr�s.
- E sem brincadeiras a� atr�s. - Eles estar�o aqui amanh�?
- Sim! - Oh.
Aqui. Estas devem servir. Veja se s�o do seu tamanho.
O que quer que sejam, eu irei coloc�-las, Nick.
R�pido e vista-se.
E garanta que est� trazendo uma camisa e um su�ter.
E um par de sapatos. Ningu�m pega pneumonia quando eu sou o pai.
Crian�as!
Que tal, Pai?
Ol�, Pai.
Que dia, Nick. H� 12 anos n�o venho � praia sem minha esposa.
Costum�vamos viver perto da �gua quando eu era crian�a.
"Peixe" era como me chamavam.
Eu era magro, sabem.
L�bios azuis.
Tremendo. Estava sempre � procura de garotas.
Meus filhos, j� est�o todos crescidos, agora.
Meu irm�o, Marco, Graduou-se na universidade.
Comunista. N�o conseguia manter-se num emprego.
Muitas grandes id�ias.
L� demais. Eu digo que deixem a leituras para as garotas.
Elas amam ler. Sabe o que quero dizer?
- Ok, vamos nos divertir, ok? - Ok.
- Sim. - Eu quero falar com meus filhos tamb�m.
Falar com seus filhos? Eles nunca escutam.
Por que deveriam? Eu nunca escutei.
Voc� escutava?
- Quero dizer, voc� escutava? - Tudo bem. Bem aqui.
Vamos. Aqui em cima. Venha para c�. Vamos.
Vamos l�. Vamos l�.
Vamos.
Ei, Nick. Geralmente sou divertido, certo?
Mas ver um cara como Eddie cair e quebrar os ossos...
- Puta merda. Quero dizer, que queda. - Certo. Pode parar, certo?
Quero dizer, estamos aqui para nos divertir. Estamos nos divertindo.
Viemos para brincar com as crian�as. Ent�o vamos brincar com elas.
De outro modo iremos para casa!
- Venha c�. - Voc� est� certo, Nick. Desculpe.
Vamos l�. Quer ir brincar?
Ora essa. Vamos l�. Vamos construir... um castelo.
- Sim. - O que acha? Aqui?
Bem aqui.
Maria!
Maria!
Arrume. Arrume. Cave fundo e pegue a...
N�o se preocupe com isso.
Ei, Nick.
- Quer uma cerveja? - N�o. Sem cerveja para mim. Obrigado.
Vou l� atr�s. Vou com as crian�as.
Posso provar, Pai?
Claro. Tome.
Mas n�o muito.
Ok, Tony. � o suficiente.
Posso provar um pouco, Pai?
Certo. S� um pouquinho. N�o fa�a como seu irm�o.
Posso tamb�m, Pai?
Certo.
S� um pouquinho. N�o exagere.
Vejam, temos de ter cuidado num dia divertido como hoje.
Podemos todos ficar muito b�bados.
Mas, sabem, uma cervejinha, � bom. Dormir�o feito pedras.
A� est�, Tony.
- N�o muito. - Posso beber um pouco, Pai?
Agora � o suficiente.
Eu sinto ter mandado sua m�e embora. Eu sinto por tudo.
Yahoo!
Certo. Cuidado, agora.
Venha c�. Certo. Venha agora.
Pode andar?
Certo. Certo.
Pegue essa neg�cio. Certo.
- Pegue esse neg�cio. - Colocarei aqui para voc�, Nick.
- Deixe-me colocar aqui. - Traga essas coisas para c�.
Certo. Ok.
Venha, querida. Melhor entrar porque...
voc� vai cair.
Venha. Venha.
- Voc� vai trabalhar amanh�, certo, Nick? - Huh? Sim, estarei l�. Vamos. Para cima.
Certo. Vire-se, filho.
Angelo, est� com fome?
N�o quer comer?
Vou descer. Vou comer algo.
N�o quer vir?
Venha.
Voc� e eu.
Voc� quer dormir.
Seu molenga.
Certo.
Boa noite, filho.
E voc�, Tony? Est� com fome?
Quer tirar as roupas?
O qu�? Est� se sentindo tonto?
Quer dormir, huh?
Certo. Certo. Te vejo de manh�.
Maria, est� com fome?
Bem, escute, vou descer, e se quiser me fazer companhia, ser� bem-vinda.
N�o?
Deite-se na cama comigo.
SEIS MESES DEPOIS
Ei, Nick.
Vamos.
Tire suas roupas.
- Certo. - Ok. Vamos.
Ei, vamos!
Certo. Eu vou. N�o quer vir?
Te vejo amanh�, Eddie. Tem certeza de que quer ir para casa?
- Tem muito lugar l�. - Nah.
Certo.
Certo. � isso?
Ela ir� segui-lo.
Certo.
N�s iremos fazer o seguinte.
Ela seguir� o caminh�o Betty.
Agora voc� segue Betty. Assim voc� chegar� � casa.
- Certo. Voc� est� bem a�? - Sim.
- Como est�? N�o te vi a�. - Oh, Nick, quero tanto ver Mabel.
Voc� a ver�. N�o se preocupe. Voc� a ver�.
- Mal posso esperar para v�-la. - Certo.
V� em frente. Puxe.
Ei!
Certo. Entre. Entre. Isso mesmo.
Muitas pessoas! Vamos, querida. Vamos.
Vamos l�.
Assim.
Entre direto. Entre. Como voc� est�?
Oi. Oi.
Ok.
Aqui vou eu. Liberem a bebida!
- Vamos beber algo. - Sim. Vamos.
Como est�? Como est�? Por onde esteve?
Est� molhado l� fora. Deus, estou ensopado.
Todos est�o aqui.
- Ol�, Nick. Como est�? - Onde est� Mabel?
- Oi, Nick. - Nick.
Ei, Nick.
Ei.
Oi, Nick. Nick.
Oi, Nick. Nick.
- Ah, voc� �, uh... - A esposa de Victor.
Oh, sim! Como est�?
Jesus Cristo! Voc� beija muito bem.
- Obrigado. Escute, querida. - Voc� tem muita gente aqui.
N�o tem nada para beber aqui. N�o tem vinho, cerveja, em Coca. Nada.
Sim. Uh, bem, ela tinha muitos amigos.
Com Mabel voltando para casa e tudo, n�o acha que voc� deveria pelo menos ter algo?
- Certo. Cuidarei disso. - Certo, querido.
Bem pensado, Nick. Bem pensado.
Ei, Nicky, baby. Como est�, sua bichinha?
Ei, botou seu terno de crisma?
Ol�, Nick.
- O que todas essas pessoas... - Adolph, como est�?
- Bem. Bem. - Bom t�-lo aqui.
Nick.
Dino est� procurando por voc�, diz que tem uma mensagem.
- Que tipo de mensagem? - N�o sei.
- Qual a mensagem? - Ele disse que era s� uma mensagem.
Mensagem boa? Mensagem ruim?
Onde est� minha m�e?
- Mam�e? - Venha c�.
Venha c�.
O que � isso tudo? Voc� � louco? Voc� enlouqueceu?
Mam�e, dissemos que ter�amos uma festa quando Mabel voltasse, certo?
Que festa? A fam�lia. Apenas a fam�lia.
Que diabos de tipo de festa � essa? N�o tem Coca-Cola na casa.
- Nem vinho, nem cerveja, nada. - Do que est� falando, Coca-Cola?
- Coca-Cola. - O que est� acontecendo aqui?
Ol�, Adolph. Voc� � da fam�lia.
Nancy.
Ol�.
- O que est� fazendo aqui? - Voc� me chamou.
Me disse para estar aqui. Lembra?
Eddie n�o est� aqui.
Voc� conhece Eddie.
- Oh, voc� veio. - Sim.
Eu amo Mabel.
Sei que ama... Eu amo Mabel.
Voc� acha que isto � certo? Todas essas pessoas aqui?
- Sim. - N�o acha que � demais?
Quer realmente saber o que penso? Voc� � uma merda.
Voc� a mandou embora. Poderia ter ido pega-la.
� demais.
Ei, Nick. Posso falar com voc� um minuto?
- Posso falar com voc�? - Qual o problema?
Olhe, acho que eu n�o deveria estar aqui.
N�o conhe�o Mabel, e n�o conhe�o muita gente daqui, especialmente suas esposas.
O que voc� acha?
Ei.
Todos para dentro!
N�o pode ficar parado na varanda!
Festa surpresa! Todos v�o ficar olhando?
N�o suporto l�!
Ei, voc�! Vamos! Para dentro!
Vamos fazer isso certo!
- Nick, sua m�e tem que falar com voc�. - Sobre o qu�?
Nick, estas pessoas n�o podem ficar aqui. Elas precisam ir.
Certo. Voc� faz!
- Ok. Ok. - Eu sei que � errado!
N�o posso faz�-lo! N�o posso dizer-lhes para irem.
- Ok. - Voc� faz. V� em frente.
- Ok. - Mam�e, quer que eu fa�a?
- Eu farei. - Fa�a.
Pare de suar.
Todos, sil�ncio. Por favor, sil�ncio.
- Por favor, todos. - Sil�ncio!
- Mam�e tem um an�ncio. - Ei. Cale-se.
- Shh. - Quietos! Todos, por favor.
Calados!
Sil�ncio aqui, por favor.
Agora, voc�s sabem que Nicky ama a todos voc�s.
Eu os amo. Agora, deveriam ter pensado melhor em vir aqui num dia como este...
quando Mabel est� saindo do hospital.
N�o estou culpando voc�s, mas estou dizendo que ela estar� aqui a qualquer minuto.
E voc�s devem ir embora. Imediatamente.
- Espere um minuto. Espere um minuto. - Por favor.
Esperem um minuto. Quero agradecer a todos por virem.
Muito obrigado. E darei a Mabel meus respeitos em nome de cada um de voc�s.
Desculpem t�-los trazido aqui, com ternos e gravatas...
Mas Mam�e est� certa. S�o muitos.
Certo.
Nos vemos amanh�.
Muito obrigado.
Adeus. Adeus.
Adeus. Adeus..
Vou pegar o carro, ok?
Se n�o quer ir, n�o v�. Mas estou dizendo que se quer vir, venha.
Sim, irei.
Vamos tomar um drinque. Venha.
Vamos tomar um drinque. N�s o veremos mais tarde.
- Muito obrigado, Nick. - Ok, Nick.
- Adeus, Mam�e. - Adeus.
- Vai pegar o carro? - Boa noite, Nick.
Adeus.
- Arrivederci. - Arrivederci.
Cuide-se, Gino.
- Adeus. Adeus. - Certo.
Adeus. Adeus.
Ol�, Mabel. Como est�, querida? Cuide-se, querida.
Qualquer hora. Quando quiser. Irei te pegar.
- Voc� vai amar. - Te vejo mais tarde, querida.
Oi, Mabel. Sei que voc� n�o me conhece...
Mas sou um amigo de, uh, Nick.
Vito. Conhece Vito. Grimaldi.
Sou Mary, sua esposa.
E se voc� - O que precisar, me avise.
Por favor me avise.
- Est� muito molhado aqui fora. - Oh, Mabel, querida. Voc� parece �tima.
Deus te ama. Voc� est� �tima. Eu te amo, querida.
- Te vejo em breve, ok? - Como voc� est�?
Mabel. Sua apar�ncia est� muito boa.
Descansada.
Estou t�o feliz em v�-la, querida.
Oh!
Est� com fome? Quer algo para comer?
- N�o. - N�o?
Bom, voc� dir� ol� - os ol�s para todo mundo?
- Voc� viu Nick? - Aqui est�o todos.
- Nick. - Estou muito feliz em te ver, Mabel.
Deve ter sido duro.
Eu sinto ter sido o respons�vel pela sua interna��o.
- Eu sei. - Mas eu sei que voc� sabe...
que era a melhor coisa.
Ent�o espero que possamos ser amigos novamente.
N�o fale do passado, Doutor.
Ol�, Mabel.
� Tina. Oi, Mabel. Voc� est� �tima. �tima.
As crian�as ficaram �timas. Sem contratempos, sem febres.
- Ol�, Mabel. - Mam�e est� bem, e Nicky est� sempre saud�vel.
Est� maravilhosa. Absolutamente maravilhosa.
E estamos felizes em v�-la...
e vamos todos encurtar nossos discursos de boas-vindas...
porque estou com muita, muita fome...
e tenho certeza que voc� est� tamb�m.
Ok, Adolph. Vamos todos comer.
Voc� est� �tima. Realmente �tima.
- Com vai? Sou a m�e de Mabel. - Voc� est� bem. Deus, voc� est� sexy.
- E este � o pai dela, George. - Ela est� maravilhosa.
- Realmente. - Oh.
Muito, muito bem.
E iremos almo�ar, ou vamos ver um filme, huh?
- Iremos, certo? Ok? - Eu gostaria de uma x�cara de caf�.
E tenho certeza de que voc� quer, como eu...
- Certo? - Um homem de estirpe...
que est� faminto.
Vamos ver se achamos uma x�cara de caf�.
Claro que estamos com fome. Resolveremos isso.
- Muito obrigado. - Acho que os jovens n�o sabem como a comida � importante.
- Posso ver as crian�as? - Est�o comendo feito passarinhos.
Por que n�o espera um minuto? Se for l�, v�o come�ar a chorar...
e voc� vai come�ar a chorar, e todos ficar�o emotivos.
- Acho que � melhor. Querida. - Preciso ver as crian�as agora.
- Sim. Pode v�-las. - Onde est�o?
Est�o ali. V� em frente, querida. Pode entrar.
- Por que ela n�o deveria ver as crian�as? - Voc� acha que ela parece bem?
- Oi, M�e. - Oi, M�e.
Oi, M�e.
- Oi, M�e. - Oi, M�e.
Te amo, M�e.
- Te amo, Mam�e. - Ok. Agora chega.
Me desculpe.
Est� tubo bem, M�e?
Sim.
� que faz tanto tempo.
Oh, ol�, "banana".
Ol�, minha pequena "banana". Como voc� est�?
Senti saudades de voc�.
Onde est� Maria?
Maria, venha c� me ver.
Quer que eu v� at� voc�?
- Se quiser. - Quer que eu v�?
Se quiser.
Certo. Ficarei aqui, ent�o.
Est� sentindo-se melhor, M�e?
N�o tem mais dores de est�mago?
Quero dizer, n�o tem mais dores de cabe�a?
N�o. Eu... estou tentando muito n�o ficar emocionada.
Ok.
Sem emo��es, agora. Quero realmente ficar calma.
Eu realmente senti falta...
- Agora chega. - Est� cansada?
Voc� parece �tima, M�e. Como est�?
Vou beijar sua m�o.
- Como voc�... - Sentiu nossa falta?
- Oh, Doutor. - Oh. N�o, �...
- Deus, me desculpe. - N�o, a culpa � minha.
N�o, eu puxei a cadeira, e pensei que tinha me visto.
Olhe, querida.
Todos est�o se divertindo aqui, mas acho que devemos deix�-la sozinha...
para que possa relaxar.
Voc� vai ficar para o jantar.
Eu ficaria para o jantar...
mas, uh, uh, � inacredit�vel.
Se for ter spaghetti, n�o poderei ficar.
- George. - N�o poderei ficar porque n�o poderei comer.
- Sente-se! - Sem ofensa. Eu s� n�o gosto de spaghetti.
- N�o sou um cara de spaghetti. - Sente-se, George!
- N�o me mande sentar! - Pai.
Ei.
Venha.
Eu sentarei com voc�, Pai.
Pode sentar onde quiser, querida.
Estou feliz em ver minha fam�lia.
Eu estou bonita, Pai?
Voc� � linda, querida.
- Acha que ficarei bem? - Voc� ficar� �tima.
�tima.
Mabel, querida.
Por que n�o vai ali sentar-se com a sua m�e?
V� sentar com sua m�e, querida.
Vamos. Nos d�em licen�a por um minuto.
Venha. N�o se preocupe. Est� tudo bem.
- Estou com voc�. N�o h� nada de errado que voc� possa fazer. - Eu n�o sei o que fazer.
- N�o h� nada de errado que possa fazer. - Eu n�o sei o que voc� quer.
S� quero que voc� seja voc� mesma. Esta � a sua casa.
- Para o inferno com eles! - N�o sei o que - n�o posso.
- Seja apenas voc� mesma. - N�o posso.
Seja feliz. Vamos.
Vamos. Vamos.
Vamos.
Isso mesmo. Boa menina. Olhe.
Ba! Ba! Ba! � isso, huh?
Certo. D�-me um "ba-ba."
Ba-ba.
D�-me outro "ba-ba."
Ba-ba.
- D�-me um "ba-ba" melhor. - Ba-ba.
N�o! Um "ba-ba" de verdade. Vamos l�!
Certo. Todos na sala de jantar. Vamos fazer uma festa.
Vamos.
Vamos. Vamos l�. Vamos fazer como um lar. Vamos.
Vamos nos divertir.
Vamos ter um pouco de calor humano.
Tina, est� pronta? Estamos prontos.
Entre, Doutor. Vamos.
- Mam�e, fale com as pessoas. Seja anfitri�. - Ok, ok.
- Oi. Pi, Zepp. - Oi.
- Oi, Dr. Zepp! - Ol�, Tony.
- Oi. Oi, Tony. - Oi!
- Oi, Maria. - Oi, Angelo.
Ol�, querida.
Oi, Maria.
- Ok. - Ol�, querida.
- Eu pego esse, Dr. Zepp. - Claro, querida.
- Eu... Eu... - Ela � muito prestativa.
- Talvez precisem de �gua. - Acho que sim.
- Aqui. - Aqui est� uma cadeira. Aqui.
Pegou uma cadeira? Que boa menina.
Que boa menina.
Todos sentem-se.
- Aqui tem outra cadeira. - Adolph, voc� senta aqui.
Pronto.
Obrigado.
Posso te ajudar, Maria?
- Eu fico aqui. Voc� ali. - Zepp, voc� fica aqui.
- Obrigado. - Cuidado com a sacola.
Mabel.
Obrigada, Tony.
- Certo. - Certo. Aqui estamos.
Tina, estamos prontos. Parem de agir como estranhos. Certo.
Ent�o, com era l�? Terr�vel? Bom? Ruim? O qu�?
Todos est�o aqui.
Parece uma festa.
Deveria ter visto antes. Tinham 60 pessoas aqui.
- Ningu�m achou que era uma boa id�ia tanta gente... - Isso mesmo.
Mas eu achei que era uma boa id�ia.
Porque acho que amigos s�o uma boa id�ia.
E divers�o � uma boa id�ia.
- Certo, Zepp? - Exatamente.
- Certo, Adolph? - Com certeza.
Est� vendo?
Quero dizer, uh, n�o adianta falar do passado.
O passado � o passado. Est� morto.
Esque�a-o.
De agora em diante, s� divers�o.
� o que vamos ter.
As coisas v�o melhorar e melhorar e melhorar...
e depois v�o melhorar mais ainda, e depois v�o melhorar.
Tony, viu isso?
Viu sua m�e piscando para mim?
- Posso ter uma x�cara de ch�? - Sim, querida.
Tina est� preparando umas coisas na cozinha, se quiser ir l�.
Vou l� um minuto.
Zepp, uh, acha que ela est� bem?
- Ela � um pouco doida na... - Oh, Mam�e.
- A garota est� �tima. - Eles deram alta, sabem. Eles deram...
- M�e, mas voc� a viu piscara para mim? - Sim, eu a vi.
- Algo nos olhos dela, sabe. - Tina!
- Oh, n�o, N�o. N�o. - Voc� � t�o gorda!
- Voc� tinha 70 quilos quando parti. - Certo, Mam�e. J� basta.
Voc� estava... o qu� - Como ficou t�o gorda?
Oh, Tina, voc� tem de ir para um daqueles lugares e tirar um pouco dessa gordura.
Olhe sua bunda, Tina! Oh, meu Deus, Tina!
Isso � maravilhoso! Isso � - Eles viram...
Voc� viu a bunda de Tina? Nick, aquela bunda �...
Nunca vi nada assim... Oh. Tha...
A bunda dela � desse tamanho, Nick. E quando eu fui embora era desse tamanho.
Viu aquela bunda? Voc� viu?
Voc� pode ferir os sentimentos de Tina ao falar da bunda dela.
Tudo bem. Eu tenho uma bunda grande.
Eu queria ter alguma.
Bem, n�o h� nada como elas. S�o todas lindas. Gordas ou magras.
- N�o se preocupem com as bundas. - Posso pegar um pouco de �gua?
Mabel. Eu tenho uma bunda grande. Ela tem uma bunda grande.
Mam�e tem uma grande. Todos n�s temos bunda grande. E da�?
Ouviu isso? Ela n�o � uma megera?
- Tia Betty tem uma bunda pequena. - Sim, eu queria ter um pouco de bunda.
Eu gostaria - Gostaria que todos fossem... para casa.
Oh, viemos para uma festa. Gostar�amos de ficar para uma festa.
- Nick e eu queremos ira para a cama juntos. - Oh, Mabel.
- Mabel, acalme-se. - Mabel, querida, as crian�as est�o aqui. N�o fale assim.
- Acalme-se, Mabel. - Deixe-me recome�ar.
- Ol�, Pai. - Oi, querida.
- Ol�, uh, Mam�e. - Assim est� melhor. Assim est� melhor.
Ol�, querida. Agora, pegue leve, certo?
- Ol�, Tina. - Ol�.
Ol�, Mam�e.
- Ol�. - Oi, Mabel.
- Como vai, Adolph? - Bem. �timo.
- Ol�, Dr. Zepp. - Oi.
Oi, Angelo.
- Ol�, "bananas". - Oi.
Como estou indo? Ok.
Escute, eu gostaria mesmo que fossem para casa...
porque Nick e eu queremos ir para a cama.
Sabe, n�o podemos falar nem nada enquanto estiverem aqui.
Agora, cuidado com o que diz.
- George, acho que devemos ir. - Apenas sente-se.
Disse para sentar. N�o � a hora certa.
- Oh, baboseira. - Hora de ir, George.
- N�o �. - Mabel, acalme-se.
Vamos apenas � seu Seu primeiro dia...
e voc� est� perdendo o controle, e voc� sabe que n�o � bom.
- Mam�e malvada. - Festa de peixe.
- "Festa de peixe"? - Essa � boa.
"Festa de peixe." Essa � boa, Mabel.
- Malvada, malvada, malvada. - Malvada.
- Mabel, todos aqui s�o seus amigos. - Eu tenho uma piada.
- Esta pi - Oh, Nick, � engra�ada. - Mabel, relaxe e acalme-se.
Deixe-me contar essa. E n�o � imoral nem nada.
Um, est� � uma piada, uh, uh...
sobre um pesquisador do censo, uh...
das Montanhas Ozark e, uh...
Ele subiu nesta pequena cabana, sabem...
e bateu na porta...
No Ozarks? No Ozarks?
- Sim. Como em qualquer tipo de montanha. - Eu conhe�o essa piada.
- � tipo de caipira. - Conhecemos a piada.
- N�s n�o conhecemos. - Bom, eu conhe�o.
� engra�ada.
� muito engra�ada.
Muita... Muita excita��o. Excita��o demais.
Voc� gosta, Nick?
Uh, uh...
- � boa. - Ent�o, uh...
- Espere, Mabel. - Ora vamos.
Ele disse...
Relaxe. Acalme-se.
Devem pagar o aluguel. Devem pagar o aluguel.
- Devem pagar o aluguel hoje. - Engra�ado.
N�o posso pagar. N�o posso pagar o aluguel. N�o posso pagar o aluguel hoje.
Deve pagar o aluguel. Deve pagar o aluguel.
Deve pagar o aluguel hoje.
N�o posso. N�o posso pagar o aluguel. N�o posso pagar o aluguel hoje.
Eu pagarei o aluguel.
Meu her�i. Droga. Enganado de novo.
Basta disso. N�o mais.
Sem mais piadas. Basta. Certo. Sente-se.
Sente-se. Certo. Acabaram-se as piadas.
Sente-se! Acabaram-se as piadas!
Agora matamos as piadas, e vamos s� conversar!
Conversa do tipo: "Ol�, como est� voc�?".
Do tempo. Conversa.
Conversa. Olhem quem fala de conversa.
Ele n�o sabe nem colocar duas palavras juntas.
Conversa. "Como est�?" � uma conversa. "O que vem fazendo?"
- Piadas s�o conversas. - "Quem voc� viu?" � conversa.
Sim. Oh, ela gosta de roupas bonitas.
- Conversa normal. - Que conversa normal?
- Fique fora disso. - N�o vou.
- Conversas normais. Sobre o tempo. - Deixe-a contar as piadas. Ela � boa.
- "Com est�?" "Por onde esteve?" "Ol�." - Deixe-a contar as est�rias.
- "Muito quente." "Muito frio." - Voc� n�o compreende?
Eu n�o sei com fazer. No hospital, eles chegam toda manh� e te d�o uma inje��o.
Por favor, Mabel, n�o fale dessas coisas.
A� a enfermeira te leva para o banheiro, e eles, uh...
Da� voc�, uh, vai para, uh, uh...
a terapia ocupacional, onde te ensinam jogos...
...e como lidar com as coisas.
E, uh, nos d�o tratamentos de choque...
Que s�o... aqueles onde a eletricidade passa pela sua cabe�a e devem...
Seja voc� mesma.
Seja voc� mesma.
V� em frente.
V� em frente.
Conversa simples.
Pai...
poderia me apoiar?
Claro.
N�o, n�o � isso que quis dizer.
Sente-se, Pai.
Poderia me apoiar?
Mabel, eu n�o, uh, sei o que quer que eu fa�a.
Querida, eu n�o entendo esse jogo.
Poderia s� me apoiar?
N�o est� ouvindo o que ela est� dizendo?
N�o compreende o que ela est� tentando nos dizer?
- Sente-se. - Oh, Geor...
- Sente-se. Sente-se. - Oh.
N�o posso.
- Por favor. - Por favor, Mabel. Por favor, querida.
- Mam�e, fa�a-os ir embora, por favor. - Por favor.
- N�o posso fazer. Estou exausto. - Por favor n�o chore.
- Por favor. Acho melhor todos irmos embora, huh? - Mam�e, fa�a-os ir embora.
Certo.
- Adeus, todos. - Por favor, todo mundo.
Adolph.
- Obrigado por vir. - Obrigado.
- Mam�e, pegue os casacos da pessoas. - Ok.
Angela, muito obrigada.
- Oh, Mabel, por favor acalme-se. - Me deixe em paz!
Pelo amor de Deus, basta! Basta!
Mabel, por favor.
Mabel, des�a do sof�, ou te puxarei da�.
Deixe minha filha em paz, seu!
Foi bom ter voc� aqui.
Nos d�em licen�a.
Zepp, vamos para a cama.
Certo. Quero todos fora desta casa neste instante.
Sem discursos longos, sem adeus. Adeus.
Mam�e, onde est�o suas roupas? Pegue os casacos. Ajude o pessoal a sair.
- Mabel. - Deixe-a em paz!
Saiam. Por favor saiam!
Adeus, Nick. Adeus.
Mam�e, qual o problema?
Mabel.
Mabel, saia do sof�.
Ei.
Sai do sof�. Vamos l�.
Papai, pare. Pai!
Mam�e! Mam�e!
Mam�e!
Mam�e! Mam�e! Mam�e!
- M�e. - Mam�e, por favor.
- M�e. Qual o problema, M�e? - Eu n�o entendo.
- M�e? - Eu n�o compreendo.
M�e.
N�o entendo, M�e. Eu te amo.
M�e?
- M�e? - Qual o problema?
- M�e, qual � o problema? - N�o est� me escutando?
M�e?
- Pare o que est� fazendo. - M�e?
Pare o que est� fazendo.
Se n�o descer do sof�, vou te derrubar dele.
N�o quero ter de fazer isso.
- Solte. Quero a minha m�e! - Voc�s, crian�as, v�o para a cama.
Angelo, venha. Vai para a cama.
- Quero minha m�e! - Quero minha m�e!
Agora fique aqui! Maria, venha c�.
- Quero minha m�e. - M�e! M�e!
M�e! M�e!
Vamos l�.
Vou te matar!
Mato voc�!
Matarei as filhas-da-puta dessas crian�as!
Relaxe.
Quero que agarre minha m�o.
Venha c�.
Sua m�e est� bem.
- Ela est� s� descansando aqui. - Sim.
- Ela est� bem. - Estou s� descansando.
- V� em frente. Pode ver que ela est� bem. - Estou s� descansando.
Vamos.
Tony. Vamos!
- Papai, me coloque no ch�o! No ch�o! - Voc�s v�o para a cama.
Voc� vai para a cama.
- Fique aqui! - Quero minha m�e!
- Fique aqui! - Mam�e.
M�e.
Querem saber se voc� est� bem.
Oh, claro. Estou bem.
Eles, uh...
Querem que voc� os coloque na cama.
Ok. Claro.
Certo.
Ok, queridos.
Sinto ter assustado todo mundo. � que...
Eu estava s�... cansada, sabem.
Que tal empurrar esta velha escada acima, huh?
Esse � meu garoto.
- Voc� � a melhor m�e que eu j� tive. - M�e, te ajudo com as escadas.
Vou te ajudar.
Gosto de voc�, M�e.
- Te amo, M�e. - Te ajudo com as escadas.
Voc� � a melhor m�e que eu j� tive.
Eu te amo.
Sabia que voc� � igual ao seu pai?
Voc� � a garota do papai.
Eu te amo.
- Oi, anjo. - Oi, M�e.
Acha que vai conseguir dormir?
Voc� me preocupa.
Aw, cora��o, n�o se preocupe comigo.
Sou uma adulta.
Estou bem.
Estou feliz. S�rio.
Ok. Ok. Te amo tamb�m.
Eu acredito nisso.
- Te vejo amanh�, ok? - Ok.
Ok.
Oi, "banana".
- Oi, "banana". - Como est�, "banana"?
Como est�, "banana"?
- Eu te amo. - Te amo tamb�m, "banana".
Voc� deitaria comigo?
Claro.
Pronto.
Spaghetti.
Eu te amo.
Te amo tamb�m, m�e.
Te amo, "spaghetti".
- Certo, meninos. Boa noite. - Boa noite.
N�s te amamos. E amamos um ao outro, n�o h� nada com o que se preocupar.
Superamos a noite. Foi uma noite dura.
Amanh� ser� melhor.
Angelo.
- Boa noite, Tony. - Boa noite.
M�e, por favor n�o desligue a luz.
Certo, mas sem choramingos e sem fala��o, v�o direto dormir.
� o seu pai quem fala, ent�o me obede�am.
Lembro de antes, quando voc� estava me socando por causa de sua m�e.
- Sabe, sou mesmo louca. - Oh.
Nem me diga.
Eu nem sei como esta confus�o toda come�ou.
N�o se preocupe com isso. Deixe-me ver essa m�o.
Acho que eu s� estava t�o cansada, sabe.
Voc� me ama?
Eu, uh...
Eu, uh...
Agora vamos limpar aquela bagun�a.
Temos de comprar comida para esta casa.
Vamos s� deixar a�.
Ok.
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