All language subtitles for China Girl (1942) DVDRip Fox MOD Dual by Theycame2001

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Original subtitles

PAIX�O ORIENTAL

UM AMERICANO LUTAR� POR 3 COISAS: POR UMA MULHER, POR ELE

E POR UM MUNDO MELHOR.

NO IN�CIO DESTA HIST�RIA, EM NOVIEMBRE DE 1941

S� LUTAVA POR DUAS DELAS.

LIUZHOU: OS INVASORES JAPONESES ESTABELECEM NOVA ORDEM COM BALAS.

Felicito-o por seu talento como fot�grafo, Sr. Williams.

- Usa uma c�mera de 35mm ou 16mm? - Uso uma c�mera padr�o de 35mm.

O que acha do novo filme supersens�vel?

� �timo se puder conseguir.

- Sake. Espero que voc� goste. - Sim, obrigado.

A fotografia � fascinante. � um dos meus maiores hobbies.

Como colega fot�grafo, pode me dizer porque estou em confus�o?

- N�o est� em confus�o, Sr. Williams. - N�o?

Seus homens entraram no meu quarto sem bater.

Confiscaram minha c�mera e meu filme,

Procuraram nos meus bolsos e me trouxeram para c�.

A isso chama de confus�o ou n�o? � apenas uma pergunta.

Houve um mal-entendido. Quero que seja meu convidado.

Eu vejo. S� quer que me divirta.

Sim.

Lamento que o barulho lhe incomoda.

A execu��o de espi�es � essencial nas guerras modernas.

Espi�es, hein? Desculpa. Pensei que eram civis.

Na China n�o h� civis. � um erro que os americanos costumam cometer.

Agora que estamos s�s, podemos ser mais francos.

Com franqueza, me deixa contatar o c�nsul americano.

N�o � necess�rio. Eu garanto, Sr. Williams, sou seu amigo.

E por que me deteve numa cela

me fazendo acreditar que sou um espi�o, o que esperam disso?

Devo me desculpar se foi isso que voc� pensou.

Eu n�o queria assust�-lo.

- S� quero contrat�-lo. - Assim ganha minha confian�a, hein?

Sim.

Suas licen�as do Departamento do Estado

lhe d�o acesso � estrada da Birm�nia como fot�grafo.

Sim, e eu gostaria de recuper�-los, se n�o se importa. Custa obt�-los.

N�s tamb�m estamos interessados.

Sua constru��o e manuten��o s�o uma conquista.

Deveria ficar gravado para sempre.

N�s pagaremos 20.000 d�lares para fotograf�-la.

De Lashio at� Kunming.

� muito dinheiro para rejeitar.

N�o vai rejeitar.

Seus compatriotas est�o equivocados, lutando ao lado da China.

Os Flying Tigers nos atacam novamente.

Isso � muito t�pico americano, agindo �s cegas e loucamente.

O Jap�o � amigo da Am�rica. Nossa na��o ama a paz.

Estamos s� decidindo as vantagens da paz para o mundo inteiro.

Porque os americanos sempre nos interpretam mal?

Eu n�o consigo explicar.

Eu odeio dizer, mas seus compatriotas s�o meio est�pidos.

E espero que voc� n�o seja, Sr. Williams.

Lamentaria profundamente ter que consider�-lo um espi�o

e n�o um amigo ou empregado.

- J� posso voltar para minha cela? - A decis�o � sua.

Vou pensar e amanh� vou dizer-lhe, excel�ncia.

Espero que n�o demore muito, Sr. Williams.

N�o t�m dec�ncia, respeito � humanidade?

N�o veem que h� uma cruz vermelha marcada sobre este edif�cio?

Ol�, companheiro. Tem um cigarro?

Sim.

Obrigado.

- Como entrou? - Dormia, n�o quis acord�-lo.

- Por que usa um uniforme chin�s? - Sou Bul Weed, major.

das For�as Volunt�rias Chinesas em Manchukuo.

Tentava organizar uma equipe em Liuzhou,

mas n�o esperavamos os macacos t�o cedo.

- Tem um encontro com o Sol Nascente. - Sim.

Eu tamb�m. De onde voc� vem?

- Winnipeg, Canad�. - Eu sou de Akron, Ohio.

Ser� bem vindo.

Est�o vindo.

O sol ainda n�o saiu.

Fifi.

- Ent�o te pegaram. - N�o, querido.

Me permitiram vir me despedir.

Se despedir?

- Quem �? - Meu nome � Johnny Williams.

- Pensei que ia falar com eles. - Eu tentei, fiz o que pude.

Est� mentindo.

Primeiro pedi para te soltar, depois para n�o atirar em voc�.

Ao n�o convenc�-los, pedi para me deixarem beij�-lo pela �ltima vez.

Isso � melhor que nada, n�o, querido?

� uma mentirosa. Est� deixando que me matem. N�o minta.

N�o podia esperar para se aliar com um desses japoneses.

Estive chorando por voc� a noite toda, e me trata assim?

Saia daqui. Volte para o lixo a que voc� pertence.

Cachorro ingrato!

�tima forma de se despedir de uma mulher que te ama.

Tirem-me daqui.

Sua amiga � muito esperta.

- Quer tentar? - N�o tenho nada a perder.

- Quando abrirem a porta, saimos. - Sim, gostei.

V� para as portas que d�o para o terreno baldio.

Se me pegarem, v� em frente.

Ela estar� l� fora num carro.

Isso est� ficando feio. Vamos sair daqui.

Finja de morto.

- Est� bem? - Por enquanto.

Sabe pilotar um avi�o, Sr. Williams?

At� dormindo. Voc� localizou algum?

Vi um esta manh� numa pista abandonada.

Ent�o � nosso.

Espero que tenha gasolina.

- N�o parece muito bom. - Ele desceu inteiro, certo?

Ent�o, o que pode descer, pode subir.

Olha, Mandalay.

- Pensam que somos japoneses. - Indique que estamos perdidos.

Com o que?

N�o pode pousar aqui, v�o nos capturar.

N�o v�o. Espera. Vou me fazer de morto de novo.

Acertamos, ele est� caindo.

Viemos at� aqui, baby.

Vamos, mostre-lhes um belo sorriso e levanta as m�os.

Ol� rapazes. Sinto ter causado tanto rebuli�o.

- Bugsy! - Voc� o conhece?

Como? Claro � Johnny Williams.

- Ol�, Shorty. - Ol�, Bugsy.

N�o via um pouso assim desde a feira.

- De onde vem? - De Liuzhou.

� melhor se apresentar no quartel general, Sr. Williams.

Certo. Voc� n�o mudou nada, Shorty.

Haynes, te apresento o meu amigo, Johnny Williams.

- Prazer. - Ol�.

- S� posso 50 d�lares. - Gene, me d� o pote.

Sim.

- Obrigado. - Quanto temos, Shorty?

480 d�lares. Juntamos dinheiro para a vi�va de Tom Bracket.

N�o vou superar. Continuaram atirando depois que saltou,

enquanto caia com o para-quedas. S�o uns parasitas.

- Ol�, Fifi. - Ol�.

- Quer nos acompanhar? - Obrigada.

- J� est� arrumado. - Sim. Dois quartos.

Um para mim e outro para voc� e o major.

Depois conversamos. O que quer tomar?

- Isso parece bom. - Outro Dente de Tubar�o.

Desculpa, senhora, falamos de neg�cios.

Apresentamos assim: � americano, piloto e est� sem dinheiro, n�o?

Est� em Mandalay, certo? E odeia os japoneses.

Tudo isso soma. O que voc� diz?

N�o me unirei aos volunt�rios nem na Birm�nia, nem na China.

Me d� uma raz�o para tal afirma��o.

O que acha? Deve dar raz�es para esses rapazes para querer viver.

Lafayette, se eu morrer, n�o vou fazer pela China.

Vou fazer por Johnny Williams. E isso se tiver boa perspectiva.

Certo, espera para falar com o coronel, n�o, Bill?

N�o sei, tem gente que n�o gosta de lutar.

Tem raz�o. E eu sou o presidente deste clube.

O capit�o procura voc�s, tr�s esquadr�es sobrevoam Kutkai.

- Est�o aprendendo voar � noite. - Kutkai.

Parece que vamos ter que subir. Feliz em te ver.

Me lembra de Akron. Se lembra dos dois barbeiros?

Que surpresa quando vimos que estavam com as navalhas. Adeus.

- Adeus, Shorty. Ol�, Major. - Ol�. Ol�, Fifi.

Ol�.

- Uma bebida? - N�o, obrigado.

Dinheiro f�cil. O que voc� acha? Um punhado contra tr�s esquadr�es.

Por um momento temi que se juntasse a eles.

N�o, j� cheirei demais a morte.

- Senhor Williams? - Sou eu.

- Um telegrama, senhor. - Obrigado.

At� logo.

O que faltava.

- M�s not�cias? - Muito mal. Ou�a.

"Me custou conseguir as licen�as para fotografar a estrada.

� a terceira vez que entra em territ�rio japon�s

por um falso furo e perde o equipamento.

Estou farto. N�o vou gastar mais um centavo.

A partir de hoje � seu pr�prio chefe. Parab�ns. Oscar".

Essa vai para o Oscar. conhec�-lo � am�-lo.

Pode continuar fotografando.

Com o qu�? Um fot�grafo precisa de tr�s coisas:

Talento, uma c�mera e uma conta para as despesas.

E s� tenho uma.

- S�o de verdade - Melhor n�o.

Ainda me resta uma.

Ou�a. Eu n�o sou como o Oscar. Sou agradecido.

Quero te propor uma coisa. Me consegue uma c�mera, filmes e somos s�cios.

- N�o parece ruim. - � uma grande oportunidade.

- Acho que posso levantar o dinheiro. - Ainda vou atr�s dessa estrada.

Voc� ouviu o que disse o Oscar. Sou o meu pr�prio chefe.

E ainda tenho as minhas licen�as. Peguei dos japoneses quando. . .

- Aparentemente me equivoquei. - Japon�s.

- � um bilhete de lavanderia? - Entendo algumas palavras.

Esta � "Pearl" e isto � um n�mero. Acho que "sete".

Vai ficar com Pearl �s sete. Ficarei como amuleto.

Uma pata de coelho japonesa.

Na verdade, n�o preciso de licen�a. Sou registrado como fot�grafo.

Isto lhe d� direito a 50% de tudo que ganhar.

Toma. Cinquenta cada um.

Isso � como ter ouro no banco.

- Conhece ela? - Ainda n�o.

Me pe�a um bife com milho para se o tiro falhar.

- Est� com o meu pacote? - Est� guardado no cofre.

- Voc� pode me dar? - Sim, claro.

Assine, por favor.

N�o, obrigada.

Esta manh� eu estava em Liuzhou, na costa da China

esperando para ser executado por dois milh�es de japoneses.

Quando saiu o meu n�mero, eu escapei.

Matei alguns deles e vim num avi�o com dois amigos.

Eu aterrizei entre balas pelas pinturas japonesas das asas.

Devido a tudo isso me sinto meio inquieto.

Gostaria de relaxar e falar com algu�m atraente.

- Se n�o faz obje��o. - Em absoluto. Sou a Srta. Young.

Eu sou Johnny Williams. Este traje me d� sauddade.

- Da Quinta Avenida, n�o? - � de Nova Iorque?

Eu tenho primos l�.

- Est� esperando algu�m? - O capit�o Renault.

Est� no ar acabando com os macacos de Kutkai.

N�o me disse. Eu tenho que ir. Ele ia comigo. . .

- Eu levo para voc�. - N�o, por favor.

Quando nos conhecermos melhor, deixo voc� carregar.

Isto � um sonho para quem espera um esquadr�o japon�s assassino.

Terminar passeando sob a lua com a senhorita Quinta Avenida.

- Por favor, tenha cuidado. - � de cristal?

S�o dois vasos. Vou vend�-los esta noite.

- Sim? S�o valiosos? - Pe�o 10.000 d�lares.

- O que tem dentro? - Nada. S�o pe�as de arte.

- Onde vamos? Ao museu? - N�o, para Wellington Road 35.

- Quem mora l�? - Um tal Jarubi.

- Como o mundo � pequeno. - Voc� o conhece?

� um rato. O primeiro homem a ser expulso de Calcut�.

Pega.

Pega um t�xi e nos vemos na casa do Jarubi.

Estou desolado pelos problemas que teve.

Esperemos que os vasos cheguem intactos.

Seu pai ficar� triste se n�o receber dinheiro pelo seu trabalho.

Ent�o talvez pague mais. Valem muito mais.

Sim, sei que valem.

� por isso que compro. Para mim. . .

Um pa�s arruinado � um mostrador de gangues.

Vou te dizer o que um grande homem disse de mim.

Quando o mundo estiver destruido, o Sr. Jarubi permanecer� de p�

leiloando os escombros.

Uma imagem engra�ada, n�o acha?

Estou come�ando a me preocupar. O cavalheiro que te ajudou

- ja devia estar aqui. - Est� para chegar.

- � um bom amigo? - Eu conheci esta noite.

Um estranho? Muito mal.

- Mas sabe o seu nome. - Johnny Williams.

O Qu�? Deu os vasos para esse homem?

- Voc� o conhece? - � a esc�ria do universo.

Tem a alma de uma mosca e o cora��o de um sapo.

Meus vasos ter�o voado. E j� foram vendidos.

Quem �?

Os vasos. Como voc� conseguiu?

Me d� esta cesta. Me d�. Tenha cuidado.

- Voc� � a Srta. Young? - Sim.

Tenho uma nota para voc�.

Obrigada.

"Eu fui retido, ent�o os dei para o Gunga Din.

Por favor, lhe d� alguns trocados e obrigado. Johnny Williams".

- Veja, estava equivocado. - N�o � o Williams que conhe�o.

- O que aconteceu? - Eu carrego o cesto e Sahib diz:

"Te dou isto e voc� me d� o peixe".

Ele pega o peixe e eu os vasos.

Depois atiraram, ele continuou correndo e eu vim aqui.

- Acha que ele foi ferido? - Eu n�o sei.

Se est� vivo, o encontraremos.

- Sabe onde est�? - Sim.

Vamos.

A�.

Obrigada.

Ol�.

Ol�. Tem dinheiro? Preciso de algumas moedas.

- Entregou eles inteiros? - Sim, senhor, entreguei.

- Obrigado. - Vou lev�-lo ao seu hotel.

- Voc� mora l�? - N�o.

Vamos para onde mora.

- Voc� pagou este garoto? - Sim.

Isso � tudo amigo. Pode ir.

- Sinto que o conhe�o bem. - N�o demora em me conhecer.

- Nem a voc�. Como foi com Jarubi? - Muito bem.

- Ele te pagou? - Sim.

- Agora poderia at� me cair bem. - Por Favor.

Tem raz�o. Tudo no seu devido tempo.

Ei, por que n�o pagou?

- Por favor, espere. - Sim, senhora.

- Quer entrar? - Claro, eu adoraria.

Ent�o mora aqui. N�o parece a Quinta Avenida.

- Quer um ch�? - Sim, se voc� gosta.

Que interessante. Fala chin�s, hein?

- T�o bem quanto o ingl�s. - Foi a escola na China?

N�o. Em Nova Iorque. Em Vassar.

Uma garota de Vassar. Eu gosto.

Um momento. Pare. Quero v�-la.

- Por qu�? - Por sua grande beleza.

- Obrigada. - Tem um rosto bonito.

Um pouco distante, mas podemos dar um jeito.

Sabe? Me sinto como se tivesse tirado um sete nos dados.

� das silenciosas. Sim, e gosto disso.

Qual � o seu primeiro nome?

Sr. Williams, ele � meu pai

o Dr. Kai Young e o meu nome � Haoli.

- Prazer, Sr. Williams. - Prazer.

O Sr. Williams me ajudou a entregar os vasos.

Houve problemas. Sem ele os teriam roubado.

Eu agrade�o. Eram minhas �ltimas posses.

N�o teria gostado de sacrific�-las em v�o.

- Voc� as vendeu ao Sr. Jarubi? - Sim, pai.

Nossa casa estava cheia de objetos preciosos.

Foram desaparecendo. Meu pai criou uma institui��o para crian�as.

- Na China h� muitos �rf�os. - Necessitam at� educa��o.

A guerra n�o � �poca para a arte. � o inverno criado pelo �dio.

Mas quando acabar, voltar� a primavera.

Veremos que h� sementes que florescer�o. Boa noite.

E obrigado pelo que voc� fez e que a minha filha gostou.

Acho que esteve rindo de mim o tempo todo.

- Por qu�? - Porque n�o sabia que era chinesa.

- Cometi um grande erro? - N�o.

- � muito est�pido. - N�o gostou nada, hein?

Cada vez menos.

N�o seja t�o artificial. Seja mais humana.

Quer dizer ordin�ria e f�cil?

Eu entendi. Quer um sujeito que a acompanhe com o violino.

Muito bem, pois n�o sou bom com o violino. Me perdoa.

- Est� perdoado. - Obrigado.

Lamento que tenha feito algo que n�o gosto.

Preferia consider�-lo um valente cavaleiro.

- Com um violino. - Com respeito por ele e os outros.

Certo, voc� venceu.

Quando for atraido por uma dama olharei o manual de protocolo.

Obrigado por seus ensinamentos.

- Sr. Williams. - Outra li��o?

N�o, n�o tem dinheiro. Pegue isto para o t�xi.

Nunca me aproveito de uma mulher. Prefiro ir andando.

Isso � tudo, irm�o. Pode ir.

- Est� acordada por mim? - Sim.

- Mam�e estava preocupada. - Onde est� o Weed?

Passeando.

- E como foi o romance? - Um absoluto fracasso.

N�o devia estar em forma. Que pena.

Quer contar para a mam�e?

Na hora certa.

- A mam�e tem dinheiro? - Um pouco.

Eu gosto de mulheres resolvidas. Gar�om, uma garrafa de rum.

Parece triste. N�o tem saudade da sua casa?

Minha casa? Onde?

- N�o sei. De onde vem? - O que importa.

Esta vai para quando eramos jovens e sabiamos todas as respostas.

Foram bons tempos.

Sim.

- J� esteve em Wang Ho? - N�o.

L� tem serpentes com enormes olhos verdes.

Como os seus.

J� rastejei por lugares mais quentes.

Eu gosto.

- Gosta das serpentes, hein? - N�o.

Eu gosto, porque � como deveria ser uma mulher.

50 quilos de ast�cia e beijos. Com um sorriso no final.

� bom negociante, Sr. Williams.

Sim. Sobre uma dama s� h� uma coisa real.

O que �?

Isto.

A regra principal � nada de aulas. Se come�ar, vou embora.

Como voc� quiser.

Espera, baby.

Temos companhia.

- Boa noite. - Nada mal para algu�m de Vassar.

N�o � a garota do fracasso?

Sim, a pr�pria.

Fora, princesa.

Acho que o Sr. Williams que deve dizer.

- O que a traz aqui, srta. Young? - Quero pedir desculpas.

- Sim? Por qu�? - Por deix�-lo ir.

Meu dever � claro. Venha.

Ganha o verdadeiro amor, certo?

Sim, algo assim. Cumprimente o major.

Diga-lhe que agi como um homem em perigo.

Me aborrece, Sr. Williams.

Vamos, pode nos alcan�ar.

Bem, diga-me, querida. O que tem em mente?

N�o veio para voltar a ver a minha cara horr�vel?

Esta noite me fez um favor, eu vim para devolv�-lo.

Eu j� disse que n�o aceito dinheiro de uma mulher.

A n�o ser que eu goste muito.

Esque�a.

- Eu vim te avisar. - J� fez. Do qu�?

Quando voc� saiu, ligou para o Sr. Jarubi.

Estava preocupado porque eu o conhecia.

Fascinante. Continue.

Ele disse ao meu pai que seus amigos s�o espi�es japoneses.

A pol�cia est� vigiando. Voc� tamb�m � suspeito.

V� e diga a seu pai que o Jarubi tem c�rebro de gelatina.

Eu disse que se voc� estava metido em algo ruim,

era s� para ser am�vel com aquela criatura.

� muito gentil por me defender.

Primeiro sou um grosso e agora sou um espi�o.

Sinto que pensa assim. Esperava que. . .

- O qu�? - Nada. Boa noite.

- N�o tem tido sorte, certo? - N�o sei o que aconteceu.

- Agora custa peg�-los. - Algo tem que mudar logo.

Sem japoneses mortos isso � um pouco triste.

H� alguns meses choviam japoneses.

Haver� alguma raz�o por n�o lutarem.

- Foram esmagados. - N�o, porque ningu�m tem lutado.

Como n�o? Se no m�s passado derrubamos 30 mariposas.

- No m�s passado, n�o neste. - Est�o fora.

Acho que ainda n�o come�aram a vir.

N�s salvamos a Estrada da Birm�nia.

S� estamos derrubando os novatos.

O aut�ntico McCoy n�o entrou no ringue.

- O que diz, Bugsy? - Estou com voc�.

- Eles est�o aguardando. - Aguardando o qu�?

- O seu golpe definitivo. - Ent�o espere que o lancem.

Esperem voc�s. Eu n�o.

Uma coisa est� clara, um punhado de volunt�rios n�o vai det�-los.

Um momento. Est� dizendo que tomar�o a Birm�nia?

A Birm�nia e todo o resto, quando come�arem.

Quando um dia voc� acordar e ver na Birm�nia

uns 800 milh�es de soldadinhos com uniformes verdes

lembre-se do que eu disse.

N�o � de admirar que n�o quer se unir.

As cal�as cagadas n�o lhe ficariam bem.

Olha, sujeito. Tenho problemas suficientes

para menosprezar um her�i internacional.

N�o devia dizer isso. Eu concordo com voc�.

Se voc� se unir poder� dizer o que quiser.

Pare com isso, certo?

Falando s�rio. Voc� gostaria de ganhar uma fortuna?

Fazendo o qu�?

Quero por voc� num assunto.

Sabe quanto posso conseguir pelas fotos da estrada?

Dez mil. Talvez vinte.

- Porque agora sou meu pr�prio chefe. - Voc� foi demitido?

N�o fale como um idiota.

Perten�o a outra classe. Ningu�m me diz o que fazer.

- Sou o �nico respons�vel. - Do qu�?

Da equipe de not�cias mais importante da Birm�nia.

Eu te garanto.

Toma. Este papel lhe d� direito a 50% do que ganhar.

Do valor bruto, se n�o se importar.

- O que eu tenho que fazer? - Nada.

Bugsy, eu n�o te conheci ontem.

S� precisa me levar.

Isso � tudo.

- Ah, j� entendi. No meu avi�o. - � isso.

Quando for fazer um reconhecimento vou com voc�.

Lan�o um filme inteiro, coloco no mercado

e cobro dez mil. Talvez vinte.

- E vou dar-lhe metade. - N�o. Deixe-me pensar.

� como ter ouro no banco.

� uma oportunidade para conseguir tr�s mil.

Eu disse dez mil.

Tr�s ser� suficiente para a vi�va de Tom Bracket.

Certo. Neg�cio fechado.

� melhor descansar um pouco.

Vejo voc� amanh�, s�cio.

- Por que n�o vai para casa? - N�o tenho casa, Sahib.

Certo, venha.

Ol�, Jarubi.

Sr. Williams.

� um pouco tarde, mas entre se voc� quiser.

Depois de voc�.

Teria esperado at� amanh�, mas duvidava de ainda estar vivo.

Sim, j� ouvi que me acusa de ser espi�o japon�s.

N�o vim para discutir suas atividades como espi�o.

Mas que atividades seu teimoso?

Esta manh� eu escapei dos japoneses.

Sim, com a ajuda de dois conhecidos espi�es japoneses.

Fugiu de sua cela, se escondeu entre mortos

e pegou um avi�o que lhe conseguiram.

Os japoneses s�o muito cuidadosos.

E os servi�os secretos chineses tamb�m.

O avi�o estava cheio de gasolina.

Seus compl�s infantis n�o me interessam.

- Quero tratar de outro assunto. - Me enganar. O que eles sabem?

Faz um ano que comprei dez filmes com dan�as orientais proibidas.

- Lhe dei 500 d�lares. - Cale-se. Estou pensando.

Me doeu muito descobrir que n�o havia nada.

Dez rolos de celul�ide que n�o tinha sido revelado.

O motor ainda estava quente.

Foi brilhante me vendendo um filme fotografado ilegalmente.

Mas agora � a minha vez de ser brilhante.

Quero meus 500 d�lares.

Se me equivoquei em lhe dar os filmes, vou repar�-lo.

Sabe que n�o enganaria um amigo como voc�.

Gosto da sua atitude, Sr. Williams. Fico com seu equipamento como pagamento.

Espera, abaixe essa arma e me escute, sim?

Esque�a essa coisa de espi�o japon�s.

Fez um favor me contando e eu agrade�o.

Vou lhe mostrar como estou agradecido.

Agora estou por minha conta. Sou a �nica agencia aut�noma da Birm�nia.

N�o tem que acreditar em mim. Leia isto do Oscar.

Abra.

Al�m disso, consegui um equipamento novo.

E tamb�m me deixaram um avi�o.

S� posso salientar que sou o �nico jornalista.

Veja como quiser. Posso conseguir 20 ou at� mesmo 50 mil.

� um milagre que veio me ver hoje.

Vou convert�-lo em meu s�cio. 50% � seu.

V� como estou agradecido?

Por 500 d�lares pode ser adicionado ao contrato.

50% das atividade de um homem morto n�o valem isso.

Este assunto � absurdo, mas tenho raz�es para esperar at� amanh�.

Que raz�es?

Os meus amigos v�o me conseguir o equipamento gratis.

Enquanto me entregarem, lhes denuncio como espi�es.

- E quanto a esse avi�o? - Conhece o tenente Shorty McGuire?

- Sim. - Est� dentro.

Ent�o ficou de usar. . .

Eu vejo. Muito esperto.

500 d�lares � demais.

� pegar ou largar. Nem um centavo a menos.

350 d�lares cobrir�o todas as suas despesas.

Certo. Neg�cio fechado.

Me d� a carteira.

Se este assunto terminar como o anterior, vai se arrepender.

Obteremos 25 mil com uns m�seros 350 d�lares.

� o que tem e voc� sabe.

Agora, com licen�a, n�o me aguento em p�.

N�o consigo sequer verificar se ficou aqu�m.

Um dos dois � um excelente negociante.

- Logo vai descobrir quem. - Eu j� sei.

N�o perca o contrato. � como ter ouro no banco.

S� me preocupo se vai permanecer vivo, Sr. Williams.

� um risco que ter� que assumir, s�cio.

Venha aqui.

Quero que guarde isso. No seu bolso estar� mais seguro.

- Sim, Sahib. Aqui ningu�m olhar�. - Sim, voc� � meu cofre.

- Lembra do que estava comigo? - Ia te matar?

Sim, � poss�vel.

- A senhora tamb�m queria? - Sim.

Que japoneses inteligentes. Me deixaram a corda mais longa.

- Quando v�o mat�-lo, senhor? - Talvez esta noite.

Se pensam que sei. Ou me esperam tirar as fotos.

- Como se sente? - Bem.

- Quanto tempo aguenta acordado? - A noite toda.

Esperemos que seja.

Deita l�. E n�o durma.

Se algu�m quiser me matar esta noite, grite.

Sim, Sahib.

- N�o se esque�a de gritar bem alto. - Sim, Sahib.

Est� acordado?

Ol�.

- Tem nova garota, uma chinesa. - Sim.

- A filha do Dr. Kai Young, certo? - Isso mesmo.

Que estranho uma garota assim te procurar no meio da noite.

Ela � louca.

Parece que tinha algo importante para te dizer.

Devia me unir � luta contra os japoneses.

- � tudo o que queria? - S� isso. Ela � louca.

Me pergunto se n�o tinha nada mais a dizer

pela forma como entrou no seu quarto.

N�o � o tipo de coisa que uma senhorita chinesa faria.

O que voc� diz?

- O que disse? - Nada. Ele estava dormindo.

- Est� fingindo. - Ou�a.

Se tivesse ouvido algo n�o teria dormido.

N�o, simularia. Ela lhe disse, finge dormir.

Posso dar uma olhada, se quiser.

Toma seu pulso. Assim saberemos se est� fingindo.

Se assim for, seu pulso ser� acelerado. Se dorme, ir� devagar.

- Se sua pulsa��o for r�pida. . . - Te espero.

Ei!

Bom trabalho, Gunga Din. Isso � manter seu posto.

Fique comigo e ter� dinheiro no banco.

- Est� me procurando? - Sim. Pensei que seguia dormindo.

Estou acordado a horas. E a�, baby?

Chandu, algu�m me espera no bar: Shorty McGuire.

- V� e diga que estou aqui. - Sim, Sahib.

Mamma Mia! Onde voc� conseguiu tudo isso?

Quando fa�o trato com algu�m, vou at� o fim.

- Eu aluguei tudo. - Muito bom, major.

Eu gasto o que me resta e consigo 40.000, e ele leva o m�rito.

N�o tinhamos sacado nada, se n�o me conhecesse.

N�o discuta, Papai Noel. N�s temos, isso basta.

Dez filmes, certo? Isso � previs�o.

Pegamos o que tinha. At� nos deu uma lente especial.

N�o me diga. � �tima.

� nova. � fant�stica.

- Ol�, Bugsy. - Ol�, Shorty.

- Ol�. - Ol�.

- Me procurava? - Sim, est� armado?

- Claro. Por qu�? - Deixe-a comigo.

Para que a quer a estas horas?

Temos que lidar com um assunto particular.

- Temos que falar com uns caras. - Precisa de ajuda?

- N�o, nos vemos mais tarde. - Cuidado, est� carregada.

Gosto disso.

Parece que voc� pode se ocupar dos seus problemas.

- At� logo, Bugsy. - Sim.

O s�cio parece pouco amistoso, major.

N�o, se fosse assim, chamaria os pilotos l� debaixo.

- O que � isso? - V� embora e leve a senhorita.

Se n�o estiver fora em uma hora informarei que h� dois espi�es japoneses aqui.

- Nada de discuss�es. - Johnny, quero conversar a s�s.

- Claro. - Johnny.

Minha paix�o esfriou, querida.

N�o podemos parar com bobagens. Podemos chegar a um acordo.

J� chegamos. Eu disse para irem embora.

- Voltaremos a nos ver, Sr. Williams. - Sim, n�o perca as esperan�as.

- Uma senhorita est� te esperando. - Obrigado.

Johnny. Por favor, vim falar com voc�.

- N�o est� perdendo seu tempo? - Estava equivocada com voc�.

- O Chandu me disse. - Sim? E quem � Chandu?

Sou eu, Sahib.

Pe�o desculpas por todas as bobagens que disse a noite passada.

Eu lhe disse que os expulsou com uma pistola.

Fico feliz de ter me equivocado.

- Gostaria de uma bebida? - N�o, tenho apenas alguns minutos.

Bem. . .

Isso � tudo, suma.

Bem, tenho que admitir. Fico feliz em te ver.

- Estive um pouco cabisbaixo. - Eu tamb�m.

- Posso te perguntar uma coisa? - Sim.

N�o a ama, certo?

- A quem? - Aquela mulher.

- Voc� me fez beij�-la. - Eu?

Sim. Estava tentando te esquecer.

- Voc� conseguiu? - N�o.

Fico muito feliz.

Tentei tirar voc� da minha cabe�a a todo momento.

- E n�o sa�? - N�o.

Voc� tamb�m t�m sido muito teimoso. Se recusa em desaparecer.

Eu tenho que ir.

Me sinto melhor depois de ter me desculpado.

- Por que desaparece agora? - Tenho trabalho com o meu pai.

Estamos preparando uma viagem a Kunming para abrir a escola.

- Quando ir�o? - Ainda n�o sabemos. Estamos muito ocupados.

- Amanh� estar� ocupada? - Pode ser que n�o.

- Teremos um encontro. - Acho que voc� � maravilhoso.

- Eu sou, hein? - Sim.

Adeus.

Era um livro. Deste tamanho.

Muito fino.

Olha.

Como este.

Agora eu lembro. Me mostrou um livro assim, escrito em japon�s.

- Voc� leu? - N�o. Me pediu para traduzir.

Pareciam ordens militares. Entendi algumas palavras.

Havia um n�mero. Talvez fosse uma data. Sete?

E algo sobre Pearl ou p�rolas.

- Isso � tudo que voc� leu? - Isso mesmo.

- Tem certeza? - Sim, nem uma palavra mais.

- Queremos esse livro, major. - N�o acho dif�cil consegui-lo.

E tamb�m o Sr. Williams.

Bem. N�o me importaria cala-lo eu mesmo.

N�o, queremos ele vivo.

Queremos ele aqui para interrog�-lo.

Temos que averiguar se ele mostrou para algu�m.

Deve entender que � importante, major.

- Entendo. Quando posso ir? - Imediatamente. Daremos os meios.

- Onde est� sua parceira? - Em Saigon.

Pousar� l�, ir� peg�-la e seguir para Mandalay.

N�o devem cometer erros. Tem pouco tempo. Muito pouco.

- Ainda sou maravilhoso? - Sim.

- N�o est� cansando de mim? - N�o.

Assim estamos. Quase uma semana e nenhum est� cansado do outro.

- � um recorde para voc�? - Eu sou novo nisso.

Eu nunca amei ningu�m. Estive com muitas garotas.

Das que te d�o um pontap� se mostrar seus sentimentos.

Eu sei que n�o � natural levar uma vida mundana.

E com ressacas pelas manh�s.

Estou esperando.

Johnny, eu te amo.

- Voc� gosta que eu diga? - A cada dois minutos.

Isso n�o faz sentido, mas � fant�stico.

Vinte anos com mulheres e acabo com uma de m�os dadas.

- Voc� ficou de m�os dadas antes? - N�o.

Sabe de uma coisa?

Acredito em voc�. Tenho a resposta para tudo.

Sabe qual � o problema do mundo? As pessoas n�o se amam.

- Fil�sofo. - � isso. Tenho tudo planejado.

Vamos embora. Para algum lugar tranquilo.

Pode ser para Akron. Foi feita para voc�.

Lembro-me de uma bela casa na avenida College com a D�cima.

N�o se preocupe em dizer.

Eu vejo o que te ronda pela cabe�a. Isso � isso e. . .

nunca se junta. Que bobagem! N�s nos encontramos.

Esque�a essas ideias.

- J� se passaram dois minutos. - Johnny, eu te amo.

Cada vez soa melhor. Estou aguardando uma resposta.

- O qu�? - Voc� vem comigo?

- Estamos juntos agora. - Deixa de ast�cias orientais.

- Tenho um rival, hein? - Oh, n�o.

N�o minta. Um importante.

- Est� falando da China? - Sim, isso mesmo.

N�o pode me pertencer, porque deve ir com o seu pai

tentar salvar a China.

Haja o que houver meu esp�rito te pertencer�.

- N�o me basta o seu esp�rito. - � melhor assim.

Quer que eu passe a vida me falando o quanto me ama?

E da minha esposa espiritual?

E que coloque um fio no dedo mostrando a minha felicidade?

Pare de olhar a China e as pessoas morrendo.

Olhe para mim, eu n�o vou morrer.

Estarei com voc� e nenhuma guerra nos far� um casal infeliz.

- Vamos para a avenida College. - Voc� faz meu cora��o doer.

D�i o de todos, porque o mundo est� louco.

N�o h� lugar para a vida, apenas para a morte.

Voc� vai esquecer disso. Estar� muito longe.

Venha, me abrace. N�o quero uma esposa espiritual, quero. . .

Querida. . .

Estou me cansando deste parque, tem muitos bisbilhoteiros.

- Posso entrar? - Tenho que trabalhar.

- S� vou te olhar. - Voc� faz amanh�.

O dia inteiro?

Bem, adeus. Quer a correspond�ncia?

Nos mant�m a par das mentiras japonesas.

Sabe japon�s?

Devia ter perguntado. Tenho um amuleto japon�s.

Um p� de coelho japon�s para decifrar.

Que sorte. Deve estar na outra roupa.

Amanh� eu leio.

- � do hotel para o Sr. Williams. - Quem trouxe?

- Seu amigo, o menino hindu. - Obrigado.

- Que interessante. � do Oscar. - Quem �?

Um gordinho que antes era chefe. Ele me demitiu.

Agora quer que volte. Ou�a.

"V� imediatamente para Rangoon. Pegue 5.000 d�lares para despesas. . .

e v� para a frente russa. Felicidades. Oscar"

- Um pedido importante. - O maior.

E 5.000 de despesas. Um golpe de sorte.

- Voc� vai em seguida? - Tenho algo melhor no fogo.

- A que hora nos vemos amanh�? - Voc� n�o vai?

Cinco mil n�o me manda para Rangoon nem para a R�ssia.

- A que horas? - As nove.

Vou esperar na entrada, n�o se atrase.

N�o. Johnny, eu te amo.

O que est� fazendo? Colocando dinheiro no banco?

- Sim, Sahib. - Vem aqui, J.P.

- Parece que estava ganhando. - Ia bem, Sahib.

Ainda pode conseguir aquele anel por 100 d�lares?

Sim, se ningu�m paga mais. Eu compro barato.

Traga ao hotel amanh�. Agora me d� 50 d�lares.

- Voc� est� marcando? - Sim, Sahib. Me deve 100 d�lares.

Est� louco.

150 d�lares no bar e pela cama.

100 pelo colar da srta. Young.

50 que emprestou ao Sr. Shorty.

50 que pega agora. 100 para o anel. D�. . .

450 d�lares.

- Me deve 100 d�lares. - Quanto resta dos 350?

100 d�lares. Talvez mais amanh�.

Certo, � melhor voc� voltar ao trabalho.

- Tem certeza que ningu�m ligou? - N�o, Sr. Williams.

- Nenhuma mensagem? - Nada, senhor.

Acabam de ligar. Um reconhecimento. Pegue suas coisas.

Vou sozinho. Ouviu o que eu disse?

- Eu ouvi. - Ent�o vamos.

- Sente-se. - N�o h� tempo a perder.

- Quando voc� vai? - Est�o enchendo o tanque.

- Vai ter que adiar. - N�o discuta. Pegue sua c�mera.

� assunto meu tamb�m. Eu te preparei um lugar na asa.

Preste aten��o: V� para o norte da pista e se esconda.

Quando passar por l� voc� sobe.

- Ter� o dia todo para as fotos. - N�o posso ir.

N�o? Eu prometi que conseguiria o suficiente para a vi�va do Tom.

Tranquilo, eu s� quero 3.000, voc� fica com o resto.

- Pode ir, eu n�o vou. - Voc� est� louco?

N�o estou louco. Tenho algo mais importante para fazer.

O que � mais importante que 20 mil?

Voc� nunca saber�.

N�o pode ser por uma mulher. N�o algo t�o importante por uma mulher.

Nem por vinte tamb�m. Vamos, � uma mulher?

Olha Bugsy, se for uma mulher, que espere. Um dia n�o vai doer.

- Vai fazer melhor. - Shorty, � uma miss�o secreta e. . .

- N�o posso falar sobre isso. - Que miss�o secreta?

- Da pr�xima vez eu irei. - Posso n�o ir em um m�s.

Venha, cancele essa miss�o secreta e diga que voc� tem outra.

Vou parar 10 minutos na pista. Te procuro na parte norte.

- Tem certeza que n�o h� mensagens? - Ainda n�o, senhor.

Algo deve ter acontecido e eu estou a� sentado.

- Algum problema? - Muitos. Me pe�a um t�xi.

Se algu�m ligar, diga que voltarei logo.

Sim, senhor. Vou dizer para a srta. Young.

- Ol�. A Srta Young est�? - N�o.

- Quando ela saiu? - Esta manh�.

- Quando acha que voltar�? - Talvez no pr�ximo ano.

N�o brinque, por favor. Onde ela est�?

Ela foi com o pai.

- Para onde? - Kunming.

Sairam apressados. O Dr. Young deve ir para a escola.

V�o trabalhar. O general Chin Yin os levou para o trem.

- Me deixou alguma mensagem? - N�o.

Tem mais algu�m. Talvez tenha outra pessoa.

N�o, estou sozinha. N�o deixou mensagem.

Obrigado.

Para o hotel.

Sr. Williams.

Acabei de encontrar, Estava no quarto errado.

Est� aqui desde as 11 horas. Desculpa se causou algum dano.

JOHNNY, VOU PARA KUNMING TRABALHAR PARA O SEU RIVAL

E LEMBRAR DE VOC� SEMPRE. ADEUS, HAOLI

- O que deseja, Sr. Williams? - Traga rum.

- Sim, senhor. - Uma garrafa.

Querido, me abrace e me segure firme.

- Vejo que fala a minha l�ngua. - Me abra�a com toda sua for�a.

- Todos a bordo para Akron. - Quando voc� abrir seus olhos.

Olhos que eu idolatro.

Quando me olha meu cora��o come�a bater.

Depois ressoa como um barco.

O que est� pensando?

Nunca havia conhecido um rapaz como voc�.

- Ol�, dedos de a��car. - Ol�.

Quer uma bebida?

Gar�om, mais uma rodada.

Quando voltar� a realizar um reconhecimento?

Chega de perguntas. Eu disse que estou me divertindo.

Eu tamb�m.

Qual � o seu problema, s�cio? N�o se diverte?

Sim, sentado aqui � dif�cil imaginar que o mundo est� em chamas.

Deixa queimar, a fogueira n�o � nossa. � chinesa.

N�o vejo assim, Bugsy. � um ataque � civiliza��o.

- Gosta de mim, baby? - Sim. Estou louca por voc�.

Diga isso. Diga: "Johnny, eu te amo."

- Diga ou come�ar� a babar. - Johnny, eu te amo.

Certo, baby. Saia.

Entre.

Ol�, Fifi. Gostei que ainda est� acordada.

Bem, outra noite perdida.

Cinco horas l� e n�o pude peg�-lo.

N�o ficou sozinho um minuto.

Enquanto lhe dava a garrafa e se embriagava.

Podia t�-lo carregado como se fosse um beb�.

Mas estava com aqueles pilotos idiotas. E Jarubi.

Ent�o eu vim matar algumas horas.

Vou esperar amanh�. Ter� ressaca e lhe surpreenderei dormindo.

O resto ser� f�cil. Vou coloc�-lo num carro. . .

N�o est� me ouvindo?

Olha, Fifi. � uma semana que algo te remoe.

- O que �? - Para de me incomodar.

Sentada a�, com esse olhar perdido.

N�o � pelo Williams? Te bateu forte?

- Cale-se, est�pido. - Vamos. Est� triste pelo Williams?

Pode dividi-lo em tr�s e jogar as partes no rio Yangts�.

Aquele falso. S� quero que algu�m lhe tire aquele sorriso.

Ent�o eu estava certo, � pelo Sr. Williams.

Cale-se ou te acerto!

Fifi, me envergonho de voc�.

Ficar sofrendo por algu�m que nem mesmo lhe sorri.

Relaxa.

Logo voc� vai ver.

Socorro! Socorro, Sahib!

- Sahib, acorde! - O que voc� quer?

Algu�m aqui. Vai te matar.

- Vai matar qu�m? - Voc�, Sahib. Acorda!

Quem �?

� voc�.

O que voc� quer?

- Onde est� o seu parceiro? - Estou sozinha.

Voc� mente. D� uma olhada, Chandu.

Ningu�m aqui.

Por que invade em plena noite, para me acordar?

Eu disse que se a visse de novo a entregaria para os chineses.

- Est�o vindo te procurar. - Quem?

- O major e uns amigos. - Para que?

Eu n�o sei. Os japoneses te querem.

Nos deram 1.000 d�lares para te entregar.

Vivo ou morto?

N�o � comum, mas por algum motivo te querem vivo.

Voc� tem algo que eles querem e n�o s�o filmes.

Querem interrog�-lo.

Me interrogar? O que acham que sei?

- Eu tamb�m me pergunto. - Obrigado.

Obrigado pela dica. Vou pensar em algo pela manh�.

Johnny, est�o vindo.

- Quem? - Como eu lhe disse.

Ontem dobraram o pagamento. Tenho 2.000 d�lares em dinheiro.

E um passaporte para Nova Iorque. Vou embora.

Boa Viagem.

Venha comigo. Voc� n�o pode ficar.

A pol�cia te procurar� por toda a Birm�nia.

N�o sei por que, mas lhes interessa muito.

Vamos, Johnny. Venha comigo.

Serei muito boa. N�o te agoniarei.

Ser� s� uma viagem. Uma viagem para Nova Iorque.

Veremos algumas coisas e nos divertiremos.

Quando o dinheiro acabar, pode pegar seu chap�u e se despedir.

- Parece �timo. - Voc� vir�?

Me pergunte quando n�o estiver de ressaca.

O que � isso, a bolsa?

O que voc� quer? Ol�, Shorty.

Me ligue amanh�, sim? O qu�?

N�o h� ningu�m aqui. Sim, estou sozinho. O qu�?

Eu vejo. Um reconhecimento. Quando?

Certo, vou estar l�. Ao norte da pista, n�o?

O qu�? N�o. Estou bem. Me levanto agora. Tchau.

Bem, saia, tenho que me vestir.

- Vai sair com o Shorty. - � um segredo.

Johnny, n�o deve ir.

Vire-se, por favor?

V�o come�ar logo. Hoje ou amanh�.

V�o bombardear a estrada inteira, de Rangoon a Chungking.

Yunnan, Lashio, Kunming.

- V�o apag�-la do mapa. - Kunming, hein?

Venha comigo. Nos divertiremos em Nova Iorque.

Eu gosto mais de Kunming.

Mais que dos Estados Unidos?

- Mais que qualquer lugar. - Ela est� em Kunming.

Sua querida chinesinha.

Vamos, j� � grandinho para isso.

� uma boa garota. Com a energia, personalidade e com dois mil d�lares.

Mas vou te dizer uma coisa. J� sentiu alguma vez um anzol?

Dentro de voc�?

Sim.

Ent�o voc� sabe porque devo ir para Kunming.

N�o me preocupa quantos macacos me persigam.

Pare onde est�.

O que est� fazendo aqui?

- Nada. Eu. . . - Depois vou cuidar de voc�.

Venha, vista-se.

- Eu te espero. - Eu n�o entendo.

H� duas semanas que te esperam em Liuzhou.

Minha cabe�a vai explodir. N�o posso te seguir como devia.

- Mas se me disser o que �. . . - Chega de hist�rias.

Bem, n�o desperdice energia. Se quiser que eu v�, me pe�a.

- Johnny, n�o v�. - Estou ficando cansado.

- Johnny, eu avisei. - Me avisou?

Vamos, os dois s�o iguais. Primeiro me trai

e depois vem as escondidas com um monte de mentiras.

N�o apostaria um centavo em voc�s.

D� a minha camisa, vai?

Obrigado.

Saia daqui.

- Toma. - Bom trabalho.

Encontre algo para amarr�-lo.

- Voc� pode precisar. - Obrigada.

Liga para o quartel general para algu�m vir te ajudar.

- Voc� vai, Johnny? - Sim.

Sinto muito. N�o tenho tempo. Estou atrasado.

Sim, eu sei. Mas voc� tem que estar bonito em Kunming.

Obrigado.

Pronto, Shorty.

- Quanto tempo ficar� em Kunming? - Eu n�o sei.

Se ver que a srta. Young est� feliz, talvez n�o volte.

Talvez.

- Ela n�o te ama. - Cale-se.

- Ela fugiu de voc�. - Pare de incomodar, sim?

Quanto resta dos 350?

- 420 d�lares. - Quanto te devo?

280 d�lares.

N�o v�, senhor. Se ficar estamos quites.

N�o me deve nada. Voc� fica?

Eu dou 100 d�lares de presente.

Gunga Din, Foi um prazer conhec�-lo.

� o �nico homem honesto que conheci nos �ltimos anos.

- N�o v� embora, Sahib. - Tenho que ir.

Eu te explicaria, mas voc� � muito jovem.

Quando voc� crescer ver� que � a �nica coisa que se pode fazer.

Bom.

- Como voc� est�? - Bem. Aonde voc� vai?

- Para Yunnan. - Pule esta.

- N�o, eu tenho ordens. - Vamos para Kunming.

- Ei, Bugsy. - N�o discuta.

Diga que foi perseguido.

Em Yunnan tamb�m pode tirar boas fotos.

Primeiro vamos para Kunming e depois tiramos fotos.

Hoje estudaremos a guerra que chegou em Kunming.

E que agora nos rodeia.

Durante anos, o nosso povo lutou e morreu por algo.

Somos gente pobre.

Quase n�o temos nada para defender ou perder.

E por que morremos?

- Sim? - Morremos por nosso pa�s.

Muito bem, Yatsan.

E agora, quem pode me dizer o que � o nosso pa�s?

Chin Fu, diga-nos.

- Nosso pa�s � a bondade. - Sim.

- Ming Wu. - Nosso pa�s � a justi�a.

Bondade e justi�a formam um bom pa�s.

Sente-se.

Por favor, voltem para suas carteiras.

Por favor.

As bombas que caem, destroem muitas coisas que amamos.

Mas h� algo maior que n�o podem destruir.

Embora bombardeiem cada pedra de Kunming e da China,

seus cora��es sabem o que � o bem.

Sentem-se tranquilamente.

Chin Fu, est� perturbando a aula.

Hong Li.

Volte para a sua carteira.

Hoje eu vou recitar um poema de um poeta que vem de longe.

Foi escrito para voc�s e para aqueles que est�o contra o mal.

Mei Lin, est� inquieta.

Por favor, junte as suas m�os.

"Como somos pequenos em compara��o com o rei.

Como � pequena a m�o devemos levantar

contra os golpes dos maus que nos atormentam.

Como � insignificante a nossa voz

comparada com o estrondoso trompete do tirano.

Qu�o pouco � ouvido o grito que pronunciamos desesperados.

Somos os mais f�ceis de matar.

A morte nos leva eternamente para Ele.

Mas nossa m�o � que sustenta a luz que ningu�m pode mitigar."

Voltem para os seus lugares. Todos.

Tomem seus assentos, r�pido.

"Mas nossa m�o � que sustenta a luz que ningu�m pode mitigar.

Nem o sonho do poder terreno de um tirano.

Nem o troar de um canh�o, nem o calor de uma batalha

pode apagar esta pequena, mas sagrada luz.

Uma paz que vem da nossa alma.

O pequeno brilho do amor

que mant�m sempre limpa a face da humanidade

surge da nossa agonia.

Eles morrem e morrem, e ainda continua l�.

Sobre as sepulturas onde repousam os her�is,

l� brilha a luz da vit�ria.

Pelos soldados da paz quando morrem,

para transmitir o seu esp�rito aos homens livres."

Podem fazer uma pausa e comer.

- Ol�, querida. - Johnny.

Fico feliz em te ver.

O que aconteceu?

N�o perdoam ningu�m, hein? Professores, crian�as, qualquer um.

- Quando isso aconteceu? - H� pouco.

- V�. Chore se voc� quiser. - N�o.

Voam baixo, bombardeiam em mergulho. Imposs�vel falhar.

Nos tira daqui!

Se afastem!

Vamos, saiam.

Depressa.

Vamos, filho, a aula acabou. Vamos.

Voc� tamb�m.

Onde fica o hospital?

No final do muro. Um abrigo. Depressa, Johnny.

No interior, Johnny. Para baixo. L� � seguro.

Depressa.

Venha aqui!

Tome, segura. Mantenha esticado.

Volte, filho da. . . !

Acertamos um, rapaz.

LEGENDAS : Laercio GRUPO ALLIED FORCE Tradu��o da legenda em Espanhol

F I M

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