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MOCIDADE REBELDE
Em 1897, como hoje em dia, muitos cidad�os estavam
preocupados com o problema da delinqu�ncia na juventude
de v�rias comunidades... Esta hist�ria de uma
dessas comunidades � baseada em fatos...
Cad� o Yates? N�o tenho o dia todo.
Ele foi ao barbeiro. Tully receber� seu dinheiro.
Aposto que sim. Mas n�o negocio com qualquer um.
Acho melhor esperar.
O Sr. Yates deve demorar meia hora, senhor.
- Traga minhas compras pela manh�. - Sim, senhor.
- Acho que esse � o troco certo. - Est� certo, filho.
Esqueci meu tabaco.
N�o te incomoda saber de que tipo ele �?
N�o, contanto que possa vigi�-lo.
Voc� estava vigiando, n�o? Naquele dia em que aqueles
foras da lei fugiram da cadeia e mataram meu filho.
- Isso foi h� muito tempo. - Vai fazer 8 anos.
- Eu quase esqueci. - Eu n�o.
Ainda est� brigando com ele por causa do que outra pessoa fez com seu filho?
Claro que n�o. Somos praticamente velhos amigos.
Venho aqui todo dia conversar com ele. N�o venho, assassino?
Voc� pensaria que sou um pastor pelo jeito que o persigo.
Farei ele recitar para voc�. Para ver o quanto fiz por ele.
Filho.
Que lugar � aquele? Sabe, aquele l� em cima.
Black Crater. Foras da lei e assassinos...
Espere um pouco. N�o t�o r�pido.
A pr�xima pergunta �: Que tipo de homem vive l�?
Foras da lei e assassinos, Sr. Sub-Delegado.
Quais foras da lei e assassinos em particular?
Matt Bawdre e seu bando, Sr. Sub-Delegado.
E todos os seus parentes.
E que tipo de pessoa vive aqui em Chalmers?
Pessoas boas e respeitadoras da lei, Sr. Sub-Delegado.
Ele pode acabar de carregar minha carro�a?
Acho que s� eu me importo com o que se tornar�, assassino.
- Ol�, xerife Peyton. - Sr. Antoine.
Nix n�o larga do p� daquele garoto.
De novo?
O que o garoto fez com ele?
Pense com cuidado, Tully. A que lugar acha que pertence?
Chalmers ou Black Crater? Qual lugar?
Chalmers. Agora, deixe-o em paz.
S� estou de olho nele, xerife. O chefe tolo dele o deixou sozinho
- para roubar a loja. - Isso n�o � da sua conta.
- Pode ir. - Jim, ele n�o pertence a esse lugar.
N�o tinham direito de mand�-lo para c� para sujar uma cidade limpa.
Ele devia estar na casa de deten��o em Meeker.
Ou ser transferido para o forte Custer.
Forte Custer n�o recebe �rf�os.
Ele n�o � um �rf�o qualquer.
� isso que diz no seu documento e � assim que ele ser� tratado.
N�o h� lei dizendo que filhos devem cumprir pena pelo que
seus pais fizeram.
Houve um tempo em que decid�amos o que era lei, Nix.
N�o mais. Agora trabalhamos para ela.
Pode ir.
Aqui.
Esse � o valor correto. Voltarei para pegar meu recibo.
� melhor ele parar, xerife.
Estou me esfor�ando para cham�-lo de senhor.
- Estou chegando ao limite. - Aguente ent�o.
Se algu�m mais tentar isso, voc� ter� que aguentar.
Me ouviu? Voc� aceitar�.
Quando o Matt Bawdre e seus homens voltarem,
Nix esquecer� de voc�.
E se aqueles foras da lei n�o voltarem nunca?
Ningu�m apostaria nisso.
Basta deixar suas asas crescerem, Tully.
Nenhum juiz ousaria condenar um anjo.
Tudo bem, xerife.
Nossa. Acho que irei procurar seu chefe.
Direi a ele que tem um �timo empregado.
Obrigado.
- Acabei, Sr. Padgett. - Obrigado, Tully.
CADEIA
Nix, a filha do Matt Bawdre est� na cidade.
- Onde? - A vi entrando no armaz�m.
S�o $6,50.
- Coloco na conta de quem? - Pagarei em dinheiro, obrigada.
- Posso levar esta tarde, se quiser. - N�o, eu levarei comigo.
- Ol�, senhorita. - Como vai?
N�o tenho te visto na cidade ultimamente.
- Se me d� licen�a... - N�o.
- Olhe, essa dama � uma freguesa. - Dama nada.
Se acalme. Quero saber o que faz na cidade.
Nix e Tully est�o brigando na frente da loja.
- Ele estava agredindo uma dama. - Voc� devia ter ficado fora disso.
N�o pude.
Talvez n�o. Mas voc� n�o pode atacar
um homem da lei nesta cidade. Ele estava cumprindo seu dever.
Prenda-o, Jim. O acusarei de agress�o
- e resist�ncia a pris�o. - Vou deix�-lo solto por
- provas insuficientes. - Provas?
Olhe meu rosto. A� est� sua prova.
Eu disse que o deixarei livre. Vamos, Tully.
Isso n�o � um encontro dominical. Vamos.
Voc�, andando.
O que est�o olhando? Voc�s ouviram, v�o para casa.
$3.OOO DE RECOMPENSA MATT BOWDRE
O que acha que est� fazendo?
Aqui.
Isso manter� sua barriga cheia at� chegar em Cheyenne.
E quando chegar l�, procure minha tia, Sally Payton,
na rua Tyler.
Diga que pedi para que ficasse l� at� eu encontrar outro lugar para voc�.
Voc� n�o gostaria que eu ficasse l�. N�o um assassino louco como eu.
- Tully, estou tentando te ajudar. - Se quiser me ajudar,
encontra a garota. Ela te dir� o que aconteceu.
N�o preciso encontr�-la. Sei onde ela est�.
�? Onde?
S� foras da lei vivem...
- Quem � ela? - Nora Bawdre.
Filha do Matt Bawdre.
Isso n�o Ihe d� o direito de trat�-la mal.
Voc� sabe que eles n�o s�o bem-vindos em Chalmers.
- Nem eu. - Espere um pouco, Tully.
- Voc� n�o � um deles. - Ent�o d� um jeito para
eu n�o ter que deixar Chalmers.
Ao menos, eles n�o me expulsar�o l� de cima.
Essa � a �ltima expuls�o que aceitarei.
N�o acho que gostar� l� de cima, Tully.
Se n�o consigo me dar bem com seu povo, sei como me dar bem com o outro.
Muito bem.
N�o precisarei de um cavalo, xerife.
Posso ir andando. Farei um exerc�cio.
Est� desperdi�ando chumbo!
N�o estou armado.
Se eu pudesse ver t�o bem assim, voc� estaria gritando agora.
Sequer tenho um cavalo.
Bom para voc�. Os homens que sobem a cavalo
s� vem para criar problema. Agora, saia com as m�os para o alto.
Pare, filho.
Posso ver bem seu rosto da�.
E nunca o vi num cartaz de procurado.
Ele est� desarmado.
Sim, e sem dinheiro.
Ei, quem � voc�? O que faz aqui em cima?
S� estou procurando um lugar onde as pessoas n�o se importem com quem sou.
- N�o seja espertinho, meu jovem. - Espere, Rancho.
N�o deixamos qualquer um entrar aqui.
Tem certeza de que a lei n�o te mandou?
Pensando bem, mandou, mas n�o do jeito que acha.
Eles me expulsaram de Chalmers e eu n�o tinha nenhum lugar para ir.
Sinto algo sobre voc�, garoto. � melhor que eu esteja certo.
Pode entrar. Pode parar na minha casa.
Ela fica na ferraria. O primeiro lugar que encontrar.
Se ele chegar t�o longe.
- O que ir� me impedir? - Temos alguns homens
da sua idade que n�o confiam em estranhos.
Boa sorte.
Deixe-o passar, Raid.
� melhor deixar espa�o para o feij�o, filho.
Vejo que conseguiu. Apostei com o Rancho que conseguiria.
Ringo Jones. Eles me chamam de vov� agora.
- Tully. - De onde �?
- Black Crater. - Este � meu neto, Jonesy.
- Ele � filho do Charlie. - Cale-se, vov�.
N�o disse que podia ir.
Eu n�o te pedi.
Suponho que procure por um lugar.
Beterrabas e feij�o n�o nascem cozidos.
Mas pelo que vi at� agora, n�o sei como vivem juntos.
Admito que n�o � o mesmo. O pessoal costumava
vir aqui em cima se soltar. U�sque, poqu�r, o que fosse.
Tinhamos mais dinheiro do que ra��o para cavalo.
As coisas melhorar�o assim que o bando voltar.
Gostou desse pintold?
Aqui.
Tente isso. Ela est� limpa
e o gatilho � leve como uma pena.
N�o te custar� um centavo agora. S� uma parte do que lucrar.
Manterei voc�, o pintold e o rev�lver carregado.
E voc� s� precisa trabalhar.
Aquele ali sou eu quando tinha sua idade.
Ringo Jones.
Quando penso no que eu valia naqueles dias.
$5 a menos que seu cavalo.
Esse aqui � o pai dele. Ele deve chegar a qualquer momento.
Imagino que tenha lido sobre o Max.
Este � o Matt Bawdre. Mas voc� conhecer� todos eles.
Todos, exceto o Kid Cutler. Eles o prenderam no Forte Custer
h� seis meses, para sempre.
Nenhum bandido precisa ser t�o mau quanto ele.
Como aquele homem que tem encarado. Panhandle Kid.
Texano problem�tico. Dizem que adorava matar.
Eu tinha uma reputa��o e tanto nos meus dias, mas nada como a dele.
Mas aqui estou. Ele est� morto e esquecido.
Sequer me lembro do nome de batismo dele.
Rice. Nasci no Texas.
N�o vai sequer test�-la?
Acho que descansarei um pouco.
Qual � o problema? Com medo de uma arma?
Talvez mude de ideia depois que comer.
- Acho melhor. - Cale-se.
- Traga-me um prato. - Est� falando comigo ou com ele, senhor?
Sim.
Traga voc�.
Mais r�pido!
Voc� est� com muita pressa para morrer.
- V� em frente. - N�o estou com pressa.
N�o confie nele, Tully. N�o o mate,
mas n�o confie nele.
O que acha de me deixar comer agora?
Voc� n�o precisava fazer isso. Eu n�o poderia mat�-lo agora.
Por que? Voc� n�o me deve nada.
Quando acabar de comer, eu te mostro o local.
Obrigado.
Quero falar com voc�, Nora. S� por um minuto.
Entre, vov�.
Seus irm�os foram me ver quando voc� estava em Chalmers.
Eles estavam com fome, ent�o os servi um cozido.
- Obrigado. - Tom est� ficando parecido com o Matt.
Ele tem o esp�rito do Matt tamb�m. Sabe o que quero dizer?
O que voc� quer, vov�?
Aquele jovem que chegou esta tarde.
Sinto que foi ele que tentou te ajudar l� embaixo.
- E se for? - Senti isso no momento que o vi.
Ele tem coragem.
- Ele n�o devia ter vindo para c�. - Talvez ele n�o gostasse de Chalmers.
De qualquer forma, imagino que ele tenha muitas chances aqui em cima.
Comigo.
Vov�.
N�o pode deix�-lo em paz? D�-Ihe um cavalo e mande-o
para o mais longe poss�vel.
N�o Ihe darei nenhum cavalo ainda, mas talvez o deixe pegar emprestado.
- Onde diabos est� todo mundo? - Voc� n�o pode v�-los,
mas est�o vigiando.
Sabe, nunca imaginei que esse lugar fecharia por causa de um rosto novo.
Voc� n�o os assustou, Tully, e sim o bando.
Mas o bando n�o est� aqui, est�?
Claro que est�.
Me espere aqui um minuto.
Estava na hora de aparecer. O que est� havendo com o novo rapaz?
Ele est� l� fora esperando para conhec�-los.
Ele se chama Tully. O vov� parece gostar dele.
�?
� melhor dizer ao seu av� est�pido para cuidar da vida dele.
N�o fale sobre meu av�. Voc� n�o est� no comando, Knox.
Nem voc�, Jonesy. Eu estou.
Como sabe se quero conhecer esse novo rapaz?
Por que ele � valente e � isso que precisamos nesse bando.
Como descobriu isso t�o r�pido? Ele te disse que era valente?
Por que briguei com ele e ele me deu uma surra.
E isso o faz valente?
O suficiente para enfrent�-lo, se largar suas armas.
Tudo bem. Certo.
Vamos conhecer esse rapaz valente. Mande-o entrar, Jonesy.
Ei, Tully. Venha c�.
Cad� o bando, Jonesy? Pensei ter dito que estavam aqui.
Est� olhando para ele. Matt Bawdre se surpreender�
quando voltar. Esse lugar � nosso agora.
Est�o pensando em enfrentar o Matt Bawdre?
Eu s� o matarei.
Tem algum dinheiro?
� melhor que saiba que a �nica coisa gr�tis aqui em cima � seu aluguel.
O restante sai do seu bolso ou do seu couro.
Isso � bom, por que couro n�o me falta.
Ei.
- Soube que � valente. - Se voc� diz.
- N�o venha de gracinha. - Cale-se!
Quer se juntar ao bando?
Por que eu faria isso?
Por nenhum motivo.
Exceto que se n�o fizer parte dele, voc� morre.
- Isso n�o me d� escolha. - N�o damos escolha a estranhos.
Parem.
J� disse para n�o mexerem nas coisas do meu pai.
Vejo que n�o � t�o indefesa no fim das contas.
Quero te agradecer por me ajudar em Chalmers.
Sinto muito por ter Ihe causado problema.
- Voc� n�o causou. - Ent�o, o que faz aqui em cima?
Esse � um lugar t�o bom quanto qualquer um.
Talvez n�o pense assim depois de viver aqui por um tempo.
Isso n�o far� diferen�a.
Ou�a. Voc� me fez um favor,
agora deixe-me retribuir.
Voc� s� ter� problemas se ficar com eles.
- Qual � o problema com eles? - Eles s�o apenas foras da lei.
- Como os pais deles. - E voc�?
Eu n�o posso mudar quem sou, mesmo que eu queira.
Claro. Voc� � a �nica dama de verdade
neste lugar, heim?
Com licen�a.
Espere um pouco.
Ei, espere!
N�o tive a inten��o. Me desculpe.
Acho que n�o � sua culpa o Matt ser seu pai.
Olhe.
Talvez se Ihe explicar por que estou aqui em cima, voc� possa entender.
- Posso entrar? - Ningu�m te impedir�.
Sabe, tenho fugido desde crian�a.
Me expulsaram da cidade que nasci, Lukesville, Texas.
Ela fica no Panhandle.
Quando meu pai morreu, eles contavam que eu seria como ele.
Um pistoleiro mau.
Eu continuei viajando, tentando me estabelecer.
San Francisco, Phoenix.
Mas n�o havia um lugar que n�o conhecessem meu pai.
Quando fui pego no Wyoming, eles me colocaram numa
casa de deten��o em Meeker. Estava muito velho para ficar l�,
ent�o me conseguiram um trabalho em Chalmers.
- Ent�o o sub-xerife Nix apareceu... - Voc� n�o devia ter tentado me ajudar.
N�o foi sua culpa eu ter explodido. Isso estava para acontecer.
� por isso que esse � o �nico lugar para um homem com o sobrenome Rice.
- Rice? - Tully Rice.
Meu pai se chamava Mark Rice.
�, posso ver que ouviu falar dele.
- J� vi esse olhar antes. - Tully...
Como voc� disse, n�o � sua culpa ser filho dele.
O pessoal diz que ele era muito mau.
Ele era. Depois que o enforcaram,
me deram sua armas como se fossem sagradas.
As vendi. N�o as mantive por uma hora.
Eu sei.
Nunca nos livraremos desses problemas se ficarmos aqui, Tully.
Se tem tanta certeza disso, por que voltou para c� t�o depressa?
Esses s�o meus irm�os. Tommy, Ed e Phill.
Ei, Nora, ele � mesmo o Mark Rice?
N�o.
Esse � o Tully, e ele � nosso amigo.
Voc� devia precisar muito de mantimento para fazer aquela viagem, Srta. Nora.
A comida est� acabando mesmo.
Mas assim que meu pai chegar, deixarei este lugar com os meninos
para sempre.
Eu costumava pensar assim, mas n�o encontrar� um lugar para ir.
- Bem, voltarei a v�-la. - Enquanto eu estiver aqui,
se estiver por perto e com fome, ficarei feliz em serv�-lo uma refei��o.
Neste caso, ficarei feliz em comer com voc�.
Passar bem, Srta. Nora.
- Ol�, xerife. - Ol�, Fred.
Esse trabalho ainda est� vago?
Claro. Est� pensando em mudar?
- N�o, mas tenho algu�m em mente. - N�o h� recomenda��o melhor
- que a sua, xerife. - Seria um favor pessoal
se contratasse esse homem.
- Bem, quem � ele? - Tully Rice.
- Ele aprendeu sua li��o, Fred. - Sinto muito, xerife.
- Apostaria meu distintivo nele. - Gostaria de fazer isso, Jim,
mas sabe como o pessoal se sente sobre ele.
Eu perderia clientes se contratasse o Rice.
- Tudo bem, Fred. - N�o � que eu n�o goste dele.
Sabe o que quero dizer? Eu gosto dele, mas...
Um homem tem que pensar em si mesmo nesses dias.
- Xerife, o que faz na plan�cie? - Como vai, Josh?
Vi sua manada descendo o vale.
Esta � uma bela cria��o. Precisa de algum vaqueiro?
Bem, o dormit�rio est� cheio, mas ainda tenho que fazer
o servi�o pesado. Por que?
Conhe�o um jovem que pode fazer isso sem sequer suar.
- Quem? - Tully Rice.
Tully...
O garoto que bateu no seu ajudante?
Sim, isso mesmo.
- Eu n�o sei. - Te direi a verdade, Josh.
Quando o trouxe da casa de deten��o,
ele precisava de cuidado, ajuda e de uma conversa.
Mas n�o do tipo que recebeu. Acho que n�o posso culpar o Nix
depois do que aconteceu com seu filho, mas o Tully n�o � um fora da lei,
n�o importa o que seu pai tenha feito.
Com o tratamento certo, ele n�o ser�.
Tenho certeza disso, Josh.
Xerife, acho que acabei de contratar outro vaqueiro.
- Obrigado, Josh. - Preciso dele tamb�m.
Rapazes, eu fa�o isso. Quando pode traz�-lo aqui?
- Onde ele est�? - N�o se preocupe, Josh.
- O encontrarei. - Tudo bem.
- O que est� olhando? - S� estava te comparando ao seu pai.
- Onde conseguiu essa ideia tola? - Os filhos do Matt est�o
espalhando isso por todo este lugar.
Voc� � igual a ele.
Sim.
Teremos que sair daqui se quiser chegar onde ele chegou.
Mas sabia que n�o era um rapaz comum quando te recebi.
Voc� tem um motivo para atirar.
Aqui.
N�o duvido que gostar� dela. Estava guardando para o pai do Jonesy.
N�o precisa me dar um centavo at� come�ar a lucrar, Tully.
Tenho f� em voc�. O que diz?
Nada feito, Sr. Jones.
Ei, Tully. Vamos.
- Ol�, Jonesy. - De quem s�o esses cavalos?
- Meus. - Onde os roubou?
Em Logan City.
N�o me deixe peg�-lo roubando por aqui.
Est�o jogando p�quer no saloon do Felix Briggs.
- Temos que ficar preparados. - Para que?
Para o caso do Georgie dar o sinal.
Quem � Georgie?
Ele trabalha no saloon. Ele � filho do Felix.
- Esse tal de Georgie est� no bando? - Sim, mas o Felix n�o sabe disso.
- Ele s� sabe o que o Georgie quer. - Como?
O Georgie gerencia o lugar?
Ele senta ao lado do seu pai quando ele joga p�quer.
Ele vem fazendo isso desde que tinha 10 anos.
- Cad� a m�e dele? - A m�e dele?
Ela foi embora. Ela pegou o Felix
com uma garota, uma vez. Ela estava fazendo sab�o.
Ela pegou um f�sforo, acendeu a glicerina no balde e...
Jogou no seu rosto. Queimou os olhos dele.
Espere um pouco. Voc� disse que ele � crupi�.
- Isso mesmo. - E ele � cego?
Ele � as m�os. Georgie � os olhos.
- Um par e tanto, heim? - Tenho que ver esse esquema de perto.
N�o � um esquema. Felix tem o jogo mais honesto
desse territ�rio. Ele � limpo e honesto.
Honesto? Com o bando pronto
- para atacar quem ganhar? - Isso n�o tem nada a ver com o Felix.
Como eu disse, ele s� sabe o que o Georgie quer que ele saiba.
Vamos.
Eu abro.
- Meu filho me mant�m honesto. - Eu n�o tenho filho, Felix.
Ent�o fico com duas.
Nem eu. Eu fico com uma.
Tully pode vir conosco?
Certo. Traga-o.
- Quem est� iogando? - O Red.
E ele est� se saindo bem.
Qual deles � o Felix?
$4.
$4, e aumento $4.
Cuidado com esse u�sque, Red.
Ver� que o Felix n�o � t�o cego com o Georgie ao seu lado.
Um homem nunca est� cego com um filho bom e fiel ao seu lado.
Aumento $4. Pense no que fazer.
Com a sorte que tenho esta noite, Felix, seu filho n�o poder� te ajudar,
a n�o ser que o tenha ensinado errado.
$4, e mais $4.
Pago.
Voc� vence 3 reis, Red?
N�o, mas voc� s� tem 2.
E tenho dois pares, de cinco e valete.
Bons como ouro.
- Diga ao seu pai, filho. - Me desculpe, pai.
- Ele est� certo. - O dinheiro � seu, Red.
- Georgie. - Eu disse errado, pai.
Juro que pensei que tinha 3.
� melhor comprar um �culos para o garoto, Felix.
Ele est� quase t�o cego quanto voc�.
Bem, cavalheiros, est�o prontos para parar?
- N�o, me sinto com sorte. - Melhor parar enquanto est� ganhando.
Esse lugar est� ficando pior que dor de barriga.
S� velhos e meninos.
Darei �gua ao seu cavalo, Sr. Trapnell.
Um homem arrisca sua pele assaltando, traz seu dinheiro aqui
e o que ele ganha com isso? $O,10 por d�lar.
E vinagre como u�sque.
Onde mais venderia seu lixo?
V� com calma. Pode deixar de ser bem-vindo.
Ei, a� vem o Georgie.
- Tudo pronto? - Sim.
- Red Trapnell est� pronto. - Ele n�o me parece
esperto o suficiente para vencer o Felix.
Eu o ajudei. Quem � esse?
Tully Rice, novo membro do bando.
- Do Texas. - Ele n�o receber� uma parte, n�o �?
- E se receber? - V�o andando.
N�o querem que o Red os vejam. N�o deixe-o escapar.
Por que n�o nos acompanha e descobre?
Ei, por que ele n�o vir� se est� no bando?
Georgie? Ele tem medo de cavalos e armas.
Posso cavalgar e atirar t�o bem quanto qualquer um.
Cale-se, Jonesy.
- Algu�m levar� o Georgie mais tarde. - Ele me parece o homem
mais esperto que temos.
- Quanto? - $43.
- Nada mal, heim? - Com certeza.
Claro.
Seus jovens safados.
Voc� quase o matou por $43? N�o d� $5 por cabe�a.
N�o me associo a assassinos baratos.
Ele, eu matarei por nada.
O chap�u do papai ainda n�o d� em nenhum de n�s.
- O que faria se coubesse? - Nada, depois de toda essa comida.
V� em frente, teste.
Cabe t�o bem em voc� quanto no papai.
- O que acha, Nora? - Tom est� certo.
Ficou bem em voc�. Por que n�o fica com ele?
- Por que n�o anda armado, Tully? - Algumas pessoas trabalham desarmadas.
V�o l� fora brincar agora, rapazes.
Me ouviram? L� pra fora.
- Tully. - Sim?
- Est� cavalgando com eles? - N�o.
- Ontem a noite, te viram com eles. - Isso foi ontem a noite.
Voc� n�o � do tipo deles, Tully.
Como sabe tanto sobre mim?
Bem, eu sei que � gentil e... � um cavalheiro.
Nora, se eu deixar esse lugar,
voc� viria comigo?
Bem, n�o posso partir.
N�o at� meu pai aparecer para eu avis�-lo que levarei os garotos comigo.
N�o partirei sem voc�.
San Antone quer v�-lo na cabana.
Mas voc� pode sair daqui antes de eu ter a chance de diz�-lo que partiu.
E deixar voc� ser baleado?
Espere.
Parado!
- N�o ser� assim, San Antone. - N�o � voc� quem decide, Knox.
Armas n�o mandam neste bando, sen�o eu seria o chefe.
Ser� uma luta justa sem armas. Jonesy.
- N�o pedi por nenhum favor. - Voc� n�o est� recebendo nenhum,
ent�o, cale-se.
Tudo bem. O matarei mesmo assim.
V�o em frente e briguem.
Eles esperar�o que os lidere agora, Tully.
- Esperar�o? - Voc� sabe que sim.
Olhe, Nora. Enquanto eu ficar aqui,
n�o poderei evit�-los.
Mas n�o significa que estou com eles.
Ent�o, por que n�o vai para Logan? Voc� pode conseguir um trabalho
- e esperar por mim... - Te disse que n�o irei
a lugar nenhum, a n�o ser que venha comigo.
Esperaremos seu pai voltar.
Meu pai est� fora h� 4 meses. E se ele n�o voltar
por mais 4 meses?
Esperaremos mesmo assim.
Eles n�o te dar�o um momento de paz, Tully.
Acho que terei algo a dizer sobre isso.
Parado.
Parece que aquele homem tem um distintivo preso no colete.
- Ele est� armado? - N�o tem como saber.
� o xerife de Chalmers de novo.
- Peyton? - Sim.
Como v�o as coisas em Chalmers, xerife?
- Calmas e pac�ficas, ultimamente. - Ent�o, o que faz aqui em cima?
Quero ver um rapaz chamado Tully.
- Quem � esse? - Voc� sabe.
- Filho do Mark Rice. - Sim.
Tem certeza de que ele quer v�-lo, xerife?
Isso n�o importa. Eu quero v�-lo.
Ei, Knox.
Volte para o seu cavalo, homem da lei.
Vamos. Suma enquanto pode.
Algu�m pode me dizer onde encontro o Tully Rice?
- Calem-se. - Acho que n�o me ouviu.
As coisas mudaram por aqui. O Matt Bawdre n�o est� aqui.
E n�s damos as ordens aqui.
Voc� � o irm�o ca�ula do Kid Cutler, n�o?
- Me chamo Knox Cutler. - O que tem com o Tully Rice?
S� quero falar com ele.
S� h� um jeito de falar com seu tipo.
Pare, Knox.
Voc� fala como se estivesse no comando deste bando.
Algu�m diz que n�o estou?
Bem-vindo a Black Crater, xerife.
Qual � o problema? Os rapazes te assustaram?
N�o.
S� vim visitar um velho amigo.
la perguntar se queria voltar para Chalmers comigo,
mas acho que est� se saindo bem aqui.
- Nova camisa? - Feita de couro.
Faz frio aqui em cima.
- Nova arma. - Isso mesmo.
- A gangue veio com tudo isso? - N�o foi t�o f�cil.
N�o, novos machucados tamb�m.
Voc� tem trabalhado duro, Tully. Voc� n�o teria conseguido
a metade disso em Cheyenne.
Voc� n�o v� ningu�m tentando me expulsar daqui, v�?
N�o, voc� parece orgulhoso disso.
Olhe, xerife. Voc� n�o veio s� checar como estou.
O que tem em mente?
J� ouviu falar de um homem chamado Trapnell?
Grande, cabelo ruivo. Procurado por alguns roubos,
nada demais.
- Por que est� me perguntando sobre ele? - No dia seguinte ao que partiu,
meu ajudante o encontrou. Ele foi espancado.
Levou coronhadas. Achei que pudesse saber de algo.
Mesmo que soubesse, por que eu me lembraria?
Quero dizer, esse tipo de coisa acontece por aqui todos os dias.
Exceto que o Trapnell conseguiu me dizer uma coisa.
Se n�o fosse por um homem, a gangue teria matado ele.
Voc� saberia algo sobre isso, Tully?
Isso � uma pena, filho. Esperava que fosse voc�.
Um homem que acordou a tempo de n�o cruzar a linha.
Por que est� preocupado com um ladr�o como o Trapnell?
Ele morreu ontem a noite.
Voc� � novo, Tully. Assim como sua arma.
- H� modelos mais novos. - N�o foi isso que eu quis dizer.
Uma arma permanece nova enquanto n�o for disparada.
No minuto que come�a a disparar, ela envelhece.
O homem que a dispara, envelhece.
Por que ele n�o tem muito tempo para viver.
Mantenha sua arma nova, Tully.
A� est�.
Vi como a filha do Matt tem olhado para voc�.
O que quero dizer �, que talvez possa comer melhor na casa dela.
- Ou n�o gosta da comida dela? - Eles mal tem o suficiente para eles.
Esque�a isso. Pelo que vejo,
estarei bem assim que voc� come�ar a agir.
�?
N�o estou com medo. N�o com voc� por perto.
- Por que? - Posso contar com voc�.
N�o te vi falando com o xerife e controlando aqueles jovens?
Pode apostar que vi.
Sabe, voc� s� precisa decidir quando vai come�ar.
N�o?
- A comida est� acabando. - N�o venha me contar seus problemas.
Se voc� e seus amigos s�o t�o espertos, por que n�o v�o trabalhar?
�, Tully. Por que n�o?
Aqui. N�o estou com fome.
Obrigado.
Estamos esperando voc� se decidir faz duas semanas.
Eu sei.
N�o estamos parados sem fazer nada. Estamos pensando o tempo todo.
E tivemos uma ideia.
Bem, s� posso dizer que n�o � pouco dinheiro.
E deixaremos que decida, por que voc� � o chefe.
N�o esquecemos disso, Tully. Te aconselho a n�o esquecer tamb�m.
Acabou de comer?
Vamos.
Tully.
N�o deixe-os te for�ar a fazer algo tolo.
Est� na hora de um pagar minha estadia.
Como voc� disse, est� tudo certo.
Por que ele n�o vem?
Georgie, v� dar uma olhada.
- Est�o vindo. - Como sabe que ele aceitar�, Knox?
Pare de se preocupar.
Ele n�o seria tolo o bastante para perder uma chance dessas.
Isso foi feito para ele.
Est� pronto para agir, Rice?
Estou pronto para ouvir o que tem em mente.
Mas digo que tem que valer o nosso risco e ser
simples o suficiente para fazermos.
Isso depende do quanto conhece Chalmers.
O que isso tem a ver?
- Voc� viveu em Chalmers? - Sim, o que tem isso?
Bem, talvez voc� j� tenha visitado o banco de Chalmers.
- O que tem isso? - Talvez o gerente seja seu amigo.
Ent�o, o que quer fazer? Roub�-lo?
N�o. Ele n�o.
O banco dele.
� isso, Rice.
Voc� conhece o local e tem v�rios pistoleiros.
- O que diz? - Deixe-me pensar nisso.
O que h� para se pensar? Vamos, Tully.
Espere um pouco. Eu conhe�o Chalmers, certo?
Agora, tudo que quero fazer, � pensar nisso.
- O que h� de errado com ele? - Ele concordar�.
J� demos muito tempo a ele. Ele est� nos enrolando.
O Tully n�o aceita nada.
Se n�o for muito arriscado, � muito sujo.
Nunca h� nada limpo o suficiente para ele.
N�o � isso. Talvez ele ache que n�o
- estamos prontos para um banco. - Do jeito dele, n�o estaremos
prontos para nada.
Ei.
Talvez fa�amos isso sem ele.
Sim.
Talvez fa�amos.
Voc� n�o aguentar� aqui em cima muito tempo, n�o �?
- O que quer dizer, Tully? - Bem, se temos que esperar
seu pai voltar, eu tenho que fazer algo.
N�o.
Acha que poderei continuar vivendo aqui de gra�a?
Nora, preciso de uma boa quantia para come�ar.
- � preciso dinheiro... - N�o.
N�o me importa se passarmos fome, mas nada de roubos, Tully,
nem mortes.
Nenhuma quantia nos ajudaria depois disso.
Por favor.
Tenho que fazer algo, Nora. Agora.
Ou sair daqui. Podemos nos casar.
Eu, voc� e seus irm�os podemos partir...
N�o, se lev�ssemos as crian�as antes do meu pai voltar,
ele nos seguiria e as traria de volta.
Tenho que fazer isso da forma certa com meu pai.
E de uma vez por todas.
Tudo bem.
- Talvez eu te veja amanh�. - Aonde vai?
- N�o, Nora. - Sei que est�o te esperando.
Esperando que Ihes diga a quem roubar, ou pior.
Tudo bem. Tenho que dizer algo a eles, n�o?
V�, mas n�o volte.
Meu filho n�o ter� um pai fora da lei.
Estou falando s�rio, Tully.
Talvez eu me sente aqui por um tempo. Se puder.
ESCRIT�RIO DO XERIFE CADEIA
D� uma olhada nisso.
\x22PARA J. PEYTON CONDADO DE CHALMERS
Matt Bowdre e bando de Black Crater apreendidos.
Todos mortos ou capturados. Pe�o que n�o divulgue a informa��o
at� eu dar not�cia. Assinado, Fuller.\x22
� melhor come�armos agora mesmo. Fazer o que eu sempre disse,
limpar Black Crater de uma vez por todas.
Isso n�o � t�o simples, Nix. Muitas mulheres de idade
e crian�as poderiam se machucar.
Como assim? N�o haver� nenhum duelo.
- Eles est�o acabados. - Est� esquecendo dos filhos deles.
Esse � outro motivo para fazermos isso. Temos que par�-los antes que
tenham a chance de formar uma gangue de verdade.
N�o creio nisso. Se ensinados corretamente,
alguns daqueles rapazes podem viver honestamente.
Voc� ter f� nesses foras da lei n�o faz sentido.
Acho que irei at� l� pela manh�.
- Sozinho. - Por que, Jim?
- Que diferen�a far�? - Talvez eu possa convenc�-los
a se entregarem pac�ficamente.
Enquanto eu for xerife, Nix, n�o haver� derramamento de sangue,
se eu puder evitar.
De ningu�m.
Esperem!
Esperem! Sou eu, Kid Cutler.
Sim, isso mesmo. N�o pare�a t�o supreso, vov�.
- Quando escapou? - H� dois dias.
Alguma not�cia sobre o Matt e os outros?
Sim, eles foram encurralados em Nevada.
Eles n�o voltar�o.
Acho que o bando de jovens comandar� esse lugar de agora em diante.
0 que quer dizer? - Voc� descobrir�.
- N�o funcionar�. - Como sabe disso?
Por que meu pai n�o joga mais.
- � com voc�, mudar isso. - N�o posso.
Ele sabe o que estamos fazendo.
Agora ele s� fala comigo quando � necess�rio.
Bem, se o Felix n�o precisa mais jogar, ele deve ter muito dinheiro guardado.
Sim, talvez possamos usar isso para come�ar.
- N�o, espere um pouco. - Roubar um homem cego
� algo desonrado, Knox. Esqueceu de tudo que te ensinei.
Kid, eu disse que fugiria um dia desses.
�.
Ent�o, esse � o novo bando?
Isso mesmo, Kid.
Tem quantas marcas na sua arma?
E voc�s, rapazes?
Foi o que pensei.
Matt e os outros se revirariam em seus t�mulos se os vissem agora.
- Eles est�o mortos? - E enterrados.
Acabados.
E o mexicano?
Ele tamb�m.
Bom.
Agora, nada ficar� no nosso caminho.
Tenho que seguir em frente e n�o posso perder tempo.
Para onde vai?
Talvez, Argentina.
L�, um homem ainda tem espa�o.
Por que n�o fica aqui e cavalga conosco?
O que preciso agora, � de comida e dinheiro.
Voc� tem algum dinheiro, Knox?
Podemos consegu�-lo para voc�.
�? Como?
Vamos chamar o Tully. Ele nos acompanhar� agora.
Tully? Quem � ele?
Filho do Mark Rice. Ele est� nos liderando.
Ouvi falar do Mark Rice. Nunca ouvi falar do filho dele.
E nunca ouvir�. O que fizeram desde que ele
passou a lider�-los?
- Nada. - Esque�am o Rice.
Preciso de dinheiro e estou com pressa.
Voc�s tem alguma ideia?
Ent�o os mais velhos me pediram para te dizer como se sentiam.
E eles pensaram que poderia querer fazer uma reuni�o ou...
O que quer que fa�am quando est�o de luto.
- N�o h� necessidade disso, Rancho. - Mas isso � para seu pai, Nora.
- � para o Matt. - Eu sei.
Agrade�a aos outros por mim, mas...
Sinto que estive de luto a vida toda e esse � o fim disso.
Voc� parece estar feliz que isso tenha acontecido.
N�o, eu n�o estou feliz.
Agora que acabou, posso parar de esperar que aconte�a.
- N�o chore, Nora. - N�o posso evitar.
Achei que o odiava pelo que ele era.
Pelo que ele fazia.
Eu n�o o adiava, Tully.
Eu sei.
Partiremos pela manh�. Ent�o...
� melhor come�ar a fazer as malas.
Certo?
Viajaremos com pouco. Ent�o pegue a comida que tiver
para viajarmos at� Logan, assim os garotos ficar�o bem.
N�o ser� f�cil, Nora. Talvez tenhamos que viajar para longe.
Talvez at� o leste.
Como eu disse, � melhor come�ar a fazer as malas.
RECOMPENSA $5.OOO EM MOEDAS DE OURO
KID CUTLER
Ele foi o �nico que restou.
Tully. Tully.
Tully. Os garotos sumiram.
- Quais garotos? - Meus irm�os.
N�o os encontrei em lugar nenhum. Olhei em todos os lugares.
Se acalme. Eles devem estar brincando com voc�.
N�o, eles n�o est�o em lugar nenhum.
Espere aqui.
Procurando algu�m?
Os rapazes sa�ram esta manh�.
Se quiser falar com eles, volte ao meio-dia.
Eles devem ter voltado at� essa hora.
Feche a porta quando sair.
Estou tentando dormir.
Aposto que sei quem �. Mark Rice.
O que est� no comando aqui.
Mark Rice morreu h� muito tempo.
Me desculpe. Confundi os Rices.
Voc� � o filho. Me chamo Cutler.
Ol�.
Ol�.
Estou muito cansado para conversar com voc� agora.
Por que n�o aparece mais tarde? Talvez tomemos uma bebida.
Eu pago.
Por ter me emprestado seus homens.
O que eles est�o fazendo?
Os coloquei para trabalhar. Voc� poderia vir a calhar.
Soube que conhece Chalmers como a palma da sua m�o.
Voc� poderia ter facilitado o trabalho, se tivesse ido.
- Eles est�o l� embaixo? - Est�o quase chegando.
Claro. O sol est� a pino.
Eles devem entrar naquele banco a qualquer momento.
Voc� viu tr�s meninos por aqui?
Os filhos do Bawdre?
Sim.
Os vi ontem a noite. Matt ficaria orgulhoso deles.
Sabe onde est�o agora?
Por que est� t�o interessado neles?
A irm� deles est� preocupada.
Diga a ela para n�o se preocupar. Eles chegar�o ao meio-dia com os outros.
- Eles os levaram? - Claro.
Imaginaram que eles serviriam como seguro.
Nenhum homem da lei atiraria em tr�s crian�as.
Onde vai?
Dizer a irm� deles para n�o se preocupar.
Aonde vai?
Fique aqui. Os encontrarei.
Se apresse ou algu�m ser� ferido, senhor.
- Voc� j� pegou quase tudo, filho. - Abra aquele cofre.
Ei, h� v�rios ajudantes l� fora. Eles nos viram.
- Vamos embora. - Cale-se.
Eu cuidarei disso.
Certo, rapazes. Ou�am-me.
Saiam com as m�os para o alto e ningu�m ser� ferido.
Joguem suas armas pela janela.
A� est� minha arma, xerife!
Certo. Vamos acabar com eles!
Temos que sair daqui.
Espere. Eles tem 3 crian�as l� dentro.
Me ouviu, xerife? Est�o com os filhos do Matt Bawdre.
- Por que n�o volta para o seu lugar? - Cutler armou isso.
Ele est� em Crater.
Estou falando a verdade, xerife. Os filhos do Bowdre est�o l� dentro.
Eles planejaram us�-los para escaparem.
Imaginaram que n�o atirariam em crian�as.
Por favor, xerife. Deixe-me falar com eles.
- Talvez eu possa par�-los. - Cuidado, Jim.
- Isso pode ser um truque. - Isso pode funcionar.
N�o quero mais mortes.
- Te darei 3 minutos. - Olhe.
Cessar fogo! Cessar fogo!
- � o Tully. - Sim, espere ele se aproximar.
Ele sequer est� armado, Knox.
Talvez ele possa nos tirar daqui.
Deixe-o vir.
H� uma arma apontada para a sua cabe�a.
N�o se movam, rapazes.
Me ouviram?
Agora, se me ouvirem com cuidado e fizerem o que eu digo,
n�o haver� mais nenhum problema.
- Estamos cansados de ouv�-lo. - Eles v�o par�-los, Knox,
n�o importam as consequ�ncias.
- Eles n�o nos pararam ainda. - Tente fugir com esse dinheiro
e te garanto que far�o isso.
Agora, levantaremos nossas m�os e sa�remos daqui em sil�ncio.
- Entenderam? - Como sabe que n�o nos matar�o?
Por que me prometeram. E me deram menos de 3 minutos.
String, Milky.
Georgie, voc� tem algum senso.
Jonesy, e voc�?
Eu n�o.
Eu e o Kid s� precisamos de n�s mesmos.
Voc� n�o escapar�, Knox. Nem mesmo com o Kid.
�?
Ningu�m pode parar os irm�os Cutler.
N�o atirem.
Deixe-o ir.
Knox est� levando o dinheiro para o Kid.
Voc�s, venham comigo. O restante cuida dos rapazes.
Venha comigo, Tully.
Estou com fome.
Consegui. Peguei o dinheiro.
Isso � s� para n�s dois.
- O que houve com os outros? - Rice os vendeu para o xerife.
Mas eu escapei.
Somos s� n�s dois agora, Kid. Vamos, temos que partir.
N�o h� nenhum \x22n�s\x22, Knox.
Me estabelecerei em algum lugar e talvez mande cham�-lo.
Ei, voc� n�o vai me deixar.
Voc� � muito verde, Knox. Se o levar, voc� far� n�s dois
sermos pegos.
Eu n�o era muito verde quando fui �quele banco.
- Do que devo te chamar ent�o? - N�o desperdice meu tempo, Knox.
At� mais, rapaz.
Espere!
Se eu n�o for, esse dinheiro tamb�m n�o ir�.
Ent�o, largue-o.
Largue-o!
Est� pensando que saca mais r�pido que eu, Knox?
Te ensinei tudo que sabe. Se lembra?
Sim.
Eu me lembro.
Tully!
- Tully! - Seus irm�os est�o bem!
Consegui, Tully.
Saquei mais r�pido que o Kid Cutler.
Sim, voc� sacou mais r�pido que ele.
Bem, Jim, acho que esse � o fim de Black Crater.
- A cadeia ficar� cheia. - N�o, a cadeia j� est� cheia.
Daremos comida e abrigo a esse povo, e tudo mais que precisarem.
Tentaremos ter certeza de que n�o voltem para c�.
- Cad� meus irm�os? - Est�o nos esperando em Chalmers.
Vamos.
Est� tudo bem?
Sim.
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