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Original subtitles

Sil�ncio!

Sil�ncio!

Sil�ncio!

Um momento...

Saibam todos que n�s n�o somos bandidos.

N�s somos libertadores.

Fale para que eles entendam melhor.

Venham rapazes, vamos.

Fiquem quietos!

Sil�ncio!

N�o vamos matar ningu�m.

Ele � Chucho Morales.

N�o somos bandidos.

Somos libertadores.

Ent�o calem-se!

Eu sou Chucho Morales.

N�s n�o somos bandidos.

Somos libertadores.

Podem levar o que quiser.

Dinheiro, joias, tudo.

Ah, ah, ah!

Oi chefe, voc� fala bem?

Quem � voc�? O Grand�o, n�o �?

Meu nome � Parkison.

Sou administrador desta rodovia.

Agora ou�a, se quiser...

N�o, n�o, n�o, n�o. O que est� escondendo ai?

O que voc� est� escondendo ai? Nada!

Ela � minha filha.

Deixe-a em paz! Eu lhe darei todo dinheiro que quiser.

Ei linda...

Seu paizinho aqui d� beijo de boa noite?

N�o?

Oh...

Quem sabe... quem sabe voc� quer um beijo meu para dormir.

Animal nojento!

Um grande erro, chef�o da estrada de ferro.

Muito ruim.

Ei Brigs.

Arranje algu�m que pense em espanhol e escreva em ingl�s.

Chucho.

Esse menino sabe escrever.

E ainda mais, � advogado.

Muito bom.

Um advogado, n�o �?

Estudante.

Tanto faz.

Ei filho, est� com fome?

N�o obrigado.

Muito mal.

Foi feito especialmente para o chef�o da ferrovia.

Mas agora, ele n�o tem mais fome.

Oh agora...

Agora vamos escrever a carta. Venha.

Sente-se.

Sente-se homem.

Sente-se.

Papel.

Caneta.

Agora vamos escrever ao chefe da ferrovia.

El presidente.

Escreva o nome dele.

N�o sei o nome dele.

Ah n�o sabe o nome dele?

Ent�o escreva El Presidente.

E o nome de qualquer pessoa importante que conhe�a nos Estados Unidos.

Foi aqui que jogaram o corpo para fora do trem.

Junto com este bilhete.

Sua filha Beth � como se fosse minha filha.

Ela estava com ele.

Eu n�o sei qual � o melhor.

Que ela esteja viva ou n�o.

A esperan�a � uma coisa forte.

Vamos deseja que aconte�a o melhor.

Diga-me como, Major?

Quando o senhor nos disse oficialmente que

N�o nos � poss�vel entregar o que esses bandidos exigem.

E se n�o entregarmos, v�o matar homens, mulheres e crian�as naquele trem.

Agora, com que base, por favor, n�s podemos esperar pelo melhor?

Essa mensagem foi destinada ao senhor e mais dois homens.

Hank Bracket e Jhonny Reach.

Tem contato com eles?

Eles n�o trabalham na estrada.

N�o sei quem s�o e nem o que tenho a ver com isso.

Morales tamb�m n�o.

Mas a pessoa que escreveu a carta por eles deve saber quem s�o.

Pelo jeito voc� tamb�m.

Por coincid�ncia, conhe�o.

Fui soldado com Bracket e ouvir falar muito em seu companheiro.

Seus nomes n�o est�o aqui por acaso.

Nas entrelinhas a pessoa que escreveu isso

estava pedindo socorro a eles.

� eles? Porque?

Porque grande problemas � a especialidade deles.

Eles s�o pistoleiros de aluguel?

Eles n�o trabalham de gra�a, a princ�pio sim.

Acabaram atuando em uma cidade da fronteira...

apenas em autodefesa.

Da� outras cidades ou pessoas com problemas...

come�aram a procur�-los pedindo ajuda.

Foram tanto pedidos que...

ficaram um pouco mercen�rios quando tem que arriscar suas vidas.

Eu entendo.

Bem, quanto eles costumam cobrar?

Um cheque em branco, senhor Davenport.

Eles acham que quando a coisa tem um pre�o...

a pessoa n�o precisa tanto deles assim.

O que o senhor est� querendo dizer Major...

que o ex�rcito dos Estados Unidos n�o pode resolver isso...

mas que dois homens talvez possam?

Eu j� lhe disse senhor, n�o podemos movimentar tropas pela fronteira.

Eu sei disso.

Eu n�o sei o que eles podem fazer, mas seja o que for...

n�o pode ser muito pior do que Morales intenciona.

O senhor n�o acha?

Onde podemos encontr�-los?

No hotel Casa Grande, Casa Grande Novo M�xico.

Senhorita Baker...

passe um telegrama ao senhor Hank Bracket e Jhonny Reach.

Neste endere�o. Senhores...

Venham imediatamente.

Situa��o de desespero.

BARRIL DE P�LVORA

Esses malditos carros de motor s�o uma ofensa ao Senhor.

E sinceramente,

o amor que um homem pode ter ao seu cavalo

n�o pode ser substitu�do por uma banheira ambulante.

Que geringon�a mais fedida e barulhenta.

Acham que v�o deixar essa lataria fumacenta aqui dentro?

V�o ofender o nariz de cavalos honestos?

Ah sim senhor, esperamos que guarde ele com, carinho e com bastante cuidado.

Eu?

Essas coisas s�o contra natureza e contra tudo que eu defendo.

Sim, em verdade.

Assim eles provocam sua ira com suas inven��es.

E a desgra�a se abateu sobre eles.

Salmo 106, vers�culo 19.

Na marcha se desgovernaram.

As carro�a se colidiram umas com as outras nas ruas.

Na vista deles � como tochas, ele correram como rel�mpagos.

Naum 2 vers�culo 4.

Ei, voc� conhece bem as escrituras.

E se n�o puder combat�-los, junte-se � eles.

Johnny Reach, 1914.

E por sua caridade crist�

em n�o deix�-lo na rua, livrando-o de olhares curiosos.

e m�os sedentas, uma oferta generosa irm�o, vinte d�lares.

J� que falou desse jeito vou cuidar dele como se fosse um cavalo puro sangue.

Voc�s vieram para ver o enforcamento, ahn?

- Enforcamento? - Que enforcamento?

N�o sabiam? Pois vai ser na rua principal.

A cidade inteira est� l� para enforcar um homem agora.

Ent�o foi por isso que chegamos sem que percebessem.

Foi por que Davenport nos chamou, disse que era urgente.

Cyrus Davenport?

Ele � o presidente da estrada de ferro, o homem mais rico do novo M�xico.

Bom, acho que n�o v�o enforc�-lo?

N�o, Paco Morales, o bandido. J� devem ter ouvido falar nele.

Ele, o irm�o e o bando deles todos vieram atrav�s da fronteira.

aprontaram nessa cidade aqui.

Mataram homens, mulheres, crian�as, foi horr�vel.

Esse tal de Paco foi o �nico que pegamos vivo.

Senhor Bracket, senhor Reach.

Sim senhora.

Sem d�vida.

Sou a senhorita Baker, secret�ria do Senhor Davenport.

Calculamos que haviam chegado...

Ent�o � essa a Stutz Bearcat?

Mas � maravilhosa!

� linda.

Nossa!

Aposto que corre um bocado tamb�m.

Sim, corre, sem d�vida.

Bem, se estiverem prontos, vamos direto para o quarto de hotel.

�timo!

Quero dizer...

Est� tudo pronto pela ger�ncia.

J� providenciamos suas acomoda��es no Plaza.

Voc�s est�o com sorte.

V�o poder ver da janela do quarto, quando o cara for enforcado.

O justo se alegrar� quando vir a vingan�a.

Salmo 58 vers�culo 10.

Acho que n�o somos t�o justos assim.

Enforquem! Enforquem!

Ei gringos, venham me pegar.

Eu n�o me importo, porque n�o vem?

Ei Xerife deixa eles entrar, eu n�o ligo.

Hoje, amanh�, sexta.

Paco Morales n�o tem medo da morte.

Parem, deixem disso!

E agora v�o pra casa, vamos!

O que voc�s est�o fazendo aqui n�o tem sentido.

Esse homem foi condenado por um corpo de jurados.

Agora vamos, andem!

Se querem ver justi�a voltem na sexta-feira.

N�o vamos esperar!

Vamos, venham me pegar!

Gringos.

O que voc� acha?

Ah, eles nunca se organizam e n�o serei eu quem vai querer segur�-los.

� esse o servi�o, senhorita?

Oh, n�o propriamente n�o.

Quer dizem, o prisioneiro � um problema relacionado.

Vai ser melhor que ou�a os detalhes pelo Sr. Davenport.

Ele vir� diretamente para c�.

� melhor que venha por que pode ser que aquele problema

l� perca a rela��o de repente.

E esse Xerife a�?

De quantos homens ele disp�e?

Ah, n�o s�o tantos n�o.

Uns cinco guardas apenas de sete especiais.

E quantos deles se importam mesmo se Paco Morales

for enforcado hoje ou sexta-feira?

Eles n�o deixariam isso acontecer

Apesar do que sentem por ele.

O Xerife Lynch � um homem muito bom.

Que nome mais infeliz, n�o?

Esta ai um bom sinal, est�o come�ando a brigar de socos.

� melhor o Xerife acabar com a festa...

antes que suba a cabe�a desse pessoal todo a�.

Sabe? Meu s�cio � escolado nessas festinhas de gravata.

Como?

Ora � verdade sim, na primeira que assisti.

Ele era o convidado de honra, foi l� que nos conhecemos.

Apanhei-o no galho de uma �rvore.

E ainda n�o estava maduro.

Ainda estaria pendurado l� se Hank aqui n�o estivesse passando...

e resolvesse conversar com um belo de dois canos na m�o.

O que voc� estava fazendo?

Ah, s� esperneando e xingando.

Com exagero.

Eu quero dizer antes de ser o...

Ah, apenas vadiando.

Eu estava em um acampamento e encontrei um bando de rapazes...

que iam levando animais pro mercado.

Ai descobri que os animais n�o pertenciam a eles.

E voc� ficou implicado por associa��o.

A associa��o come�ou a mandar fogo.

Quando a fuma�a sumiu, somente eu estava descente para ser enforcado.

Fiquei vivo e seria o escolhido.

Oh, bem, o senhor deve ter muitos motivos para ser grato ao Sr. Bracker.

Ele tem sim.

E j� acertou as contas.

Obrigado por terem vindo, senhores, sou Davenport.

- Como vai, senhor? - Capit�o Bracket.

Bem Hank Bracket.

Coronel Delgado.

- Muito prazer. - Muito prazer.

- E naturalmente o senhor conhece... - Billy! como vai, amigo?

- E foi na guerra. - Bem, parece que foi.

Os a�ougueiros o soltaram com perna e tudo.

E ganhei uma nova.

Uma perna, n�o a deixe solta, ele estava sempre perdendo alguma coisa.

Menos as batalhas.

Oh, me desculpe, esse � meu s�cio, Johnny Reach.

- Prazer. - Prazer.

- Phill � nosso engenheiro chefe. - Prazer.

- Carlos Merida � nosso chefe de manuten��o. - Como vai?

E acho que todos j� conhecem a senhorita Baker.

E esse circo a� fora.

Queria que visse isso para ficar bem por dentro se precisar.

� por isso que estamos nos encontrando aqui.

Diga-me, que chances voc� acha que Morales tem?

Quero dizer, voc� acha que ele vai continuar a ceder?

Se ele passar pelas pr�ximas horas, essas coisas ficam tensas � noite

e azedas de manh�?

Com o destacamento da guarda nacional venho ajudar se eles precisarem.

N�o vai demorar a chegar.

Queremos nos desculpar de novo, Coronel, pelo inc�modo que n�s lhe causamos.

Por nada, eu queria mesmo vir, mas est�o vendo senhores.

Aqui n�o � mais lugar seguro para mexicanos.

Por causa de Paco Morales?

Sim.

E isto quer dizer que vieram aqui extraoficialmente.

Oficialmente, n�o, secretamente como um ladr�o a noite.

Espero que compreenda senhor, nem todos somos como aquela multid�o l� fora.

Tanto quanto voc�s compreendem, n�s n�o somos todos como aqueles da ferrovia.

Assim que tivemos que tomar precau��es, se o senhor Merida e eu n�o f�ssemos vistos

ter�amos chegado mais cedo.

Falando nisso, voc�s chegaram muito depressa.

O senhor n�o fez uma oferta fant�stica s� para virmos aqui.

N�o pude mandar todos os detalhes por tel�grafo.

Mas v�o receb�-lo que qualquer jeito.

No que diz respeito ao servi�o.

O Major me disse que seu pagamento de costuma � um cheque em branco.

Este aqui est� assinado e endossado.

Entendo que voc�s mesmos v�o preencher se acertarmos o servi�o.

Bem, vamos deixar isso para resolver depois.

Porque estamos falando de prazo at� sexta-feira?

Para fazermos aquilo que tem de ser feito antes de Paco ser enforcado?

� isso?

Vamos, sentar, senhores.

Comece o senhor, Coronel.

Bem, como j� sabem...

Este Paco Morales � um de dois irm�os que comandam uma for�a

bem, que come�ou como revolucion�rios, mas continua como bando.

Esquecendo depois de anos de sangue derramado, do que era.

Andaram no bando de Pancho Villa, depois por conta pr�pria

O irm�o mais velho, Chucho, � o chefe.

Chucho Morales, El Liberador.

O que aconteceu foi isto.

Desde que Paco foi condenado a morrer por seus crimes deste lado da fronteira,

seu irm�o Chucho sequestrou e prendeu passageiros no trem no Estado de Chihuahua.

Como ref�ns ele tem � bordo setenta e tr�s civis, mexicanos e americanos.

O que ele quer fazer? Matar todo mundo se enforcarem o irm�o?

Conhe�o sua reputa��o, n�o est� baseada em blefes.

Estou falando para que voc�s saibam.

Num lugar dos Estados Unidos,

est�o planejando enforcar meu irm�o.

Meu irm�o, meu Paco, meu mano. Eu digo n�o!

Eu digo n�o.

Se matarem o meu irm�o, eu vou matar muita gente.

Todos voc�s aqui nesse trem.

Voc�s todos, � triste, � muito triste.

Mas � a �nica maneira de evitar que o meu irm�o seja enforcado.

Eles concordaram com isso? Os americanos? Concordaram em solt�-lo?

Sim, v�o ter que concordar.

Esse homem negocia sempre a vida dos prisioneiros e sempre ganha.

Mesmo assim entrega os mortos. Negociado, em qualquer termo

� convite a morte, neste caso,

Para setenta e tr�s pessoas inocentes.

E a palavra chave, senhores n�o � setenta � tr�s.

� gente, como meu amigo, Joe Parkinson, que j� esta morto,

Como sua filha Beth que ainda est� naquele trem.

O corpo de Joe foi entregue.

Com esta nota, que pode ter sido escrita por um amigo de voc�s.

Amigo nosso, assinado Chucho Morales?

Por Ricardo Sandoval.

Ricardo?

- Ent�o voc�s o conhecem? - Claro! Pelo pai dele.

O velho trabalhou para n�s no M�xico uma por��o de vezes.

A �ltima not�cia que ouvi � que ele estava cursando direito.

Oficialmente � um caso muito dif�cil.

Ele vai atirar a sangue frio se houver qualquer tentativa de parar o trem,

ou mesmo se aproximar dele.

O que significa, se nossos soldados tentarem algo,

ser�o respons�veis pela morte de gente sua quanto nossa.

Se nossos rapazes atravessarem a fronteira, eles atiram.

Seu povo ser� trucidado.

De qualquer jeito, poder� ver o que aconteceria entre nossos pa�ses.

Qualquer tentativa de parar o trem, quer dizer que est� andando onde?

Indo e voltando, entre aqui e aqui.

Numa extens�o de quarenta milhas de campo aberto.

A m�dia de sessenta milhas por hora.

Deve haver um jeito. Tem de parar para por combust�vel e �gua, deixe-me ver.

Onde arranjam �gua?

Aqui est� a torre de �gua, e aqui est� o suprimento de carv�o.

Os dois guardados por homens de Morales.

N�o adiantaria muito prend�-los.

E cortar os suprimentos de �gua e carv�o do trem.

Mesmo bloquear os trilhos e par�-lo.

Se conseguirmos, os passageiros morrer�o.

Considerando andar dentro dessa faixa estreita de quarenta milhas.

Morales pode dominar 360� de campo aberto por v�rias milhas.

Qualquer coisa que se mover por perto desencadear� morte.

Espere um pouco a�, o trem n�o vai mais ao norte daqui?

E mais ao sul al�m daqui?

N�o, ainda n�o. Entretanto teremos que entregar Paco.

Vivo e sozinho, �s 9 hrs da manh� de sexta-feira precisamente aqui.

20 milhas perto da fronteira do que a parte de trilhos em que est�o agora.

E enquanto isso eu e Johnny vamos ter que tirar setenta e tr�s passageiros...

em um trem r�pido, em campo aberto, sem sermos vistos?

E se formos vistos, todos v�o morrer?

� esse o servi�o?

Eu lhe disse, n�o � poss�vel.

Eu n�o disse isso.

Pode demorar um ou dois minutos.

Senhorita.

Senhorita.

Eu acho que se eles pretendessem nos matar, j� teriam feito isso.

E voc� � grato por aquele pequeno favor.

Onde est� sua pol�cia?

N�o existem leis nesse pa�s confuso?

Sim, senhorita, n�s temos leis.

E homens para quebr�-las.

Assim como em todos os pa�ses chamados de civilizados.

Eu sou um estudande de Direito, em Guadalajara.

Talvez eu viva para praticar, talvez n�o.

Mas todos esses homens responder�o a isso.

E tenho uma raz�o para acreditar...

que h� um plano para nos resgatar e est� agora em opera��o.

Mas que plano? Alguma raz�o para acreditar?

Por favor, quando tempo pretende nos manter aqui?

A bordo desse trem. Indo e voltando. Para lugar algum.

O que foi isso? Voc� n�o gosta?

Algo de errado?

Voc� quer ir para algum lugar?

Talvez em te mande para algum lugar.

Deixe-o em paz.

Oh, linda. Pequena linda.

Se � voc� quem fala, eu obede�o.

Sabe, com voc� sou como um bebezinho.

Fico indefeso.

Qual � a sua ordem?

Se querem nos roubar e matar porque prologam isso?

Paci�ncia, voc�s devem ter paci�ncia, e esperan�a.

Esperan�a.

N�o acho que voc� entendeu.

Voc� precisa vir comigo, n�s vamos conversar em particular.

Vou explicar tudo para voc�.

N�o vamos ter nenhum segredo entre n�s. Venha, venha.

Eu n�o quero insistir mas,

vou atirar no ouvido deste homem se voc� n�o vier.

Chucho Morales!

N�o, n�o, deixe-o.

Amigos, estamos vendo uma grande coisa.

Como os primeiros passos de um beb�, este bom muchacho.

Este menino de escola.

Eu n�o sabia que tinha pernas pra ficar de p�, eu n�o sabia.

Pois, o que quer?

Voc� j� foi o homem do povo.

Seu nome era lembrado com admira��o.

Como o nome de Zapata.

E voc� lutou lado a lado com ele.

Como � que voc� quer ser lembrado agora.

Como voc� j� foi?

Ou pelo o que voc� faz agora?

E como � que voc� quer ser lembrado, com um buraco de bala no meio dos olhos.

Estou s� pedindo que seja o homem que poderia ser e que j� foi.

Por favor, eu vou com voc�.

N�o, n�o pequena linda n�o, voc� deve querer ir comigo.

Deve implorar.

Ent�o estou implorando, estou implorando.

Ei, ei menino de escola.

Ela est� me implorando para ir com ela.

Voc� quer que eu v� com ela ou, quer morrer?

Eu n�o quero morrer.

Ent�o diga, por favor deixe-me viver.

Por favor, deixe-me viver.

E v� com ela.

E v� com ela.

Est�o vendo amigos, est�o vendo?

O menininho aprendeu a li��o.

Bem, um homem � um homem ou n�o �.

Muito bem.

E essa linha pontilhada aqui, � este o ramal?

J� foi senhor, ia dar numa mina est� abandonada.

Bem, isto � cerca de quinze milhas de onde est�o andando com o trem.

E a cinco milhas de onde v�o pegar o Paco.

Esse ramal desapareceu, os trilhos foram todos tirados.

E os cavaletes, onde est�o? Aqui, esta ponte de cavaletes.

- Sobre a garganta ela ainda est� de p�? - Pelos �ltimos relat�rios...

Quando?

H� uns nove, dez meses, porque � t�o importante?

Pode ser t�o importante ou talvez seja todo o jogo.

Eu vou levar isso para conhecer mais tarde, est� bem?

Como n�o? Qual � o seu plano?

Bem, n�o gostamos de falar assim sobre o assunto,

por que o senhor vai pensar que somos loucos e pode ser esteja certo.

Senhor Merida, v� ao tel�grafo.

Entre em contato com o melhor grupo que tiver.

Traga-o para c� e poder� ir trabalhando enquanto nos preparamos.

Colocar em condi��es o antigo ramal?

Sim. Um grupo bom poder� fazer aquela milha antes do almo�o.

Mas quero que arranquem a linha principal.

Trilhos e tormentos pelo menos a uma milha ao norte do ramal.

N�o quero que Morales fique espiando pelas janelas,

e veja que est� sendo desviado.

Desviado? Mas e o maquinista?

Quem estiver dirigindo aquela locomotiva deve conhecer a barreira.

N�o ver�. � essa altura Johnny estar� levando o trem.

Johnny?

� n�o se preocupe, senhor Davenport.

Meu primeiro emprego foi em estrada ferro, Santa F�.

Mas mesmo assim como � que vai entrar? E sem ser visto?

Cinquenta ou sessenta milhas por hora.

N�o sei, vamos planejando a medida que formos em frente.

Isso � uma completa loucura!

Eu sabia que ia dizer isso.

Escute, posso ver uma planta da ponte?

E quero um mapa do terreno da garganta

com fotografias se poss�vel.

E eu preciso de especifica��es da locomotiva com c�pia.

D�-lhes o que precisarem para fazerem o servi�o.

E vamos rezar para que saibam o que est�o fazendo.

S�o os seus garotos, Bill.

� uma vista e tanto.

Hank voc� acha, que esse seu plano vai funcionar?

Essa coisa ai?

Ah Billy, � dif�cil fazer m�gica com os dedos cruzados.

Ei, menino da escola.

Se procura federales, tomara que n�o veja nenhum.

Um federal l� fora, muita gente morre aqui dentro.

Quem sabe voc� j� est� morto?

Voc� n�o se mexe, voc� n�o fala.

Quem sabe se est� pensando se a mo�a, sua amiga, a mulher gringa.

Esque�a. Chucho vai cuidar dela.

Deixe tudo por conta dele.

Ei pequena linda, porque est� t�o triste ahn?

Ei pequena linda, voc� n�o � casada?

� por isso que est� triste?

Se voc� quiser casar, como capit�o do navio.

Eu fa�o meus arranjos. Sou o capit�o do trem.

Logo estaremos casados.

Feliz? N�o est� feliz?

Ent�o n�o vamos nos casar. Vamos ficar b�bados.

Agora voc� bebe.

Deixe-me voltar.

Porque? Para aquele garoto da escola?

Para onde est�o os outros.

N�o, n�o gosto deles.

N�o gosto de olhar pra eles.

Eu gosto de olhar pra voc�.

Se olhar para eles, talvez n�o vivam muito tempo.

Mas se voc� ficar aqui comigo, quem sabe eles continuem vivos.

Agora beba.

Est� bueno?

Est� vendo na garrafa, na garrafa h� esperan�a.

Em nenhum outro lugar! Ningu�m para ajudar voc�.

Pobre, linda.

Ningu�m para ajudar ela.

Vou mandar trazer o carro pela porta de tr�s.

Obrigado de novo, Coronel por ter vindo e pela sua ajuda.

Somos vizinhos, senhor. N�o fechamos a porta para o outro...

S� porque h� um c�o raivoso na rua.

Adi�s, amigo.

Adi�s. Meus homens estar�o l� quando precisarem.

- N�o antes. - Compreendo.

Senhorita.

Que Deus os acompanhe. Vamos.

Adi�s.

Vou mandar, trazer as coisas que voc� queria

- assim que puder buscar. - �timo.

J� tem a lista, Srta. Baker?

N�o, quer dizer, sim.

Quer dizer, bem se houver mais alguma coisa que queira e n�o tenho.

Agora n�o me ocorre. mas vai me trazer esses pap�is pessoalmente de volta, n�o �?

N�o, � melhor que n�o. Quer dizer eu n�o posso mesmo voltar esta noite.

Quer dizer, tenho tanta coisa pra fazer que talvez eu nem v� pra cama.

- Quero dizer. - Senhorita Baker.

Sim senhor Davenport, j� vou.

Vejo voc�s pela manh�.

Oh sim, senhor. De fato, entendi.

Escute, Bill.

Est� vendo isso?

Acho que dever�amos levar Paco para uma cela de dentro n�o acha?

Deix�-lo ali naquela janela � o mesmo que jogar fora um truco de reserva.

Sim, sei o que quer dizer.

O que ele continua procurando?

Acho que a mesma coisa que n�s. Um milagre.

- O que voc� precisar com equipamentos. - Ah escute eu tenho uma lista enorme...

de coisas no seu arsenal, mas por enquanto vamos ao principal.

Direto ao assunto.

Bem eu j� lhe disse polidamente, n�o h� quarto para voc�s aqui.

Todos os quartos est�o ocupados?

Eu n�o disse isso.

- Temos dinheiro senhor. - Desculpe n�o aceitamos dinheiro mexicano.

- Mas isso � dinheiro americano! - � dinheiro mexicano!

Senhor, meu irm�o e eu n�o queremos um quarto para n�s, mas para nossa irm�.

Por favor, Alfredo, vamos buscar outro hotel.

Nessa cidade n�o h� outro hotel no lados dos feij�es de chilli.

Calma.

Com sua licen�a senhorita. Permite que eu a ajude?

Gracias, senhor, mas n�s n�o pretendemos nos impor.

Vamos embora.

N�o, n�o fa�a isso.

N�o quer olhar de novo? Se n�o houver vaga conseguiremos uma.

A dama pode ficar com nosso quarto.

Senhor Bracket, nunca tivemos nada contra os mexicanos.

Antes dos irm�os Morales atacarem nossa cidade.

O senhor n�o estava aqui, n�o imagina o que foi.

Mas n�o vamos esquecer e nossos filhos n�o poder�o esquecer.

N�o queremos nenhum deles na cidade, nem agora e nem nunca!

O que os senhores querem afinal?

O que voc�s todos querem? Viemos ver um homem morrer.

Voc� tem alguma raz�o especial, particular?

Sim, tanto especial quanto particular.

Nesse caso talvez sua irm� possa encontrar uma cama pra ela

No hotel "do sol".

Mo�o, esse pais � livre, o cara tem o direito de dizer o que pensa.

E � assim que tem ser, mas se outro cara n�o gosta do que ele diz,

Ele tem o direito de fechar sua matraca.

E ent�o, estava dizendo?

Estava brincando.

Mas diga, porque est� t�o interessado? Voc� nem ao menos � daqui!

Quem � voc�? Nem ao menos o conhecemos.

� amigo deles?

Senhor Falon, ele � amigo do Sr. Davenport.

Ah, est� bem, mas isso tamb�m n�o lhe d� o direito de se intrometer.

� tem raz�o, o Sr. Davenport pode ser dono da ferrovia.

e a ferrovia ser dona da cidade, mas ele n�o dita regras para este hotel.

- E quem dita? - Sou eu.

O senhor � o propriet�rio?

Sim, sou.

Ser� que podemos falar em particular?

Sim, eu prefiro.

- N�o v� embora ainda. - Como quiser, senhor.

Promete.

Johnny, fique de olho no gado.

S� um pequeno descanso gente, fiquem em seus lugares.

Com mucho gusto, senorita.

Sou amigo do amigo do senhor Davenport.

Senhor.

Agora, senhor Ransten, enquanto aquela vaga?

�, bem desculpe, mas n�o vamos ter nenhuma.

E mesmo que o senhor se mude.

E francamente senhor Hank, gostaria que n�o se fosse.

Quer dizer, sei que o senhor e Davenport est�o

empenhados no assunto � um senhor muito importante.

- Eu detesto ter que ficar no meio mas... - Sabe ai � que est� o problema.

Eu estou no meio tamb�m.

Dei a minha a palavra a uma dama, tenho que cumpri-la e n�o quero voltar atr�s.

Mas porque significa tanto para o senhor?

Bem e se eu lhe dissesse que foi amor a primeira vista?

N�o, n�o acredita.

Bem se eu lhe dissesse que era s� teimosia?

Agora vamos registrar a dama e estamos conversados.

Para o senhor, e eu? Tenho que viver nessa cidade, tenho que negociar

com a gente que vive aqui, e o senhor viu a atitude deles.

- Concorda com eles? - N�o.

N�o seria racional.

Mas eu estou tratando com uma popula��o n�o racional.

N�o posso me investir contra a opini�o p�blica.

Porque n�o pode?

Tomara pudesse dizer a verdade, antes nunca tivesse sa�do da Filad�lfia.

Mas eu estou enterrado aqui.

Senhor Ramsten, acho que entendi.

Mas tudo tem seu pre�o, quanto vale?

Eu n�o poderia vender um quarto para aquela senhora por pre�o algum.

N�o estou falando de quarto, e sim do hotel.

N�o est� falando s�rio.

- O senhor venderia pelo o que comprou... - Mas a este posto extasiado?

Este cheque serve?

Assinado por Davenport � melhor que dinheiro.

Pode preencher a quantia.

Mas seja razo�vel. Bom avalista.

Muito justo.

Sr. Ramsten, est� a caminho da Filad�lfia.

Eu acho que eu compreendo seu, encontro com Davenport l� em cima.

Deviam estar planejando.

Ah o senhor sabe, uma coisa leva a outra, planejamos coisa maior,

mas � confidencial.

E mais uma coisa, n�o quero que a mudan�a de propriet�rio se torne p�blica

por enquanto, por que tenho que levar ao conhecimento de meu s�cio.

Certamente, de qualquer forma ainda n�o posso transferir os pap�is..

Ora isso n�o faz mal, por que n�s vamos passar uns dias fora da cidade

procurando uma associa��o com uma grande ferrovia mexicana.

Bem, parece que temos alguns h�spedes para registrar.

Com todo prazer.

Senhor Mansen, pode levar as malas para a su�te 214.

- Perd�o senhor mas eu acho que... - N�o me ouviu?

� queiram assinar o registro.

Ei o que � que est� havendo aqui senhor Ramsten?

Ah, senhor Falon, � muito simples, houve um cancelamento.

Ah ent�o � s� isso? Est� bem Ramsten, continue.

Mas est� acabado nessa cidade, voc� sabe disso.

Sim, e n�o � maravilhoso?

As malas senhor Mansen, ou tem uma outra oferta de emprego?

Ah n�o senhor. Desculpe eu s� trabalho aqui.

Viu? Sempre h� um jeito.

O que eu disse? Como conseguiu, Hank?

Como conseguiu?

Eu e Johnny compramos o hotel.

Viu essa?

- Comprou o hotel? - Uhum, com aquele cheque.

� estou vendo.

Ele comprar� de novo assim que tirarmos os passageiros do trem.

E se n�o tirarmos?

N�o �amos mesmo gastar o dinheiro do cheque.

Isso � verdade.

Obrigado.

Muito bem senhorita...

No primeiro andar, no fim do corredor.

O senhor Mansen vai lhe mostrar os quartos.

Uma pergunta senhor, � quem devemos isso?

Bem a ningu�m, sou Hank Bracket esse � Johnny Reach.

E aquele ali � o Major Bukner.

Bem, eu sou Alfredo Sierra-Perez.

Sou muy humilde servidor, sempre as suas ordens.

Minha irm� Juanita e meu irm�o Marcos.

N�s o admiramos pelo o que fez, Don Hank, e a sua maneira de faz�-lo.

E se algum dia for a nosso pa�s,

esperamos compens�-lo como o senhor merece.

Mas por hora, gracias, muy gracias e muy buenas notches a todos senhores.

Muito bem nossa reuni�o terminou.

Bem vamos comer aqueles bifes.

Voc� primeiro, Don Hank.

Estou parado aqui me sentindo est�pido, humilhado e envergonhado de mim mesmo.

Ah n�o � nada todo mundo pode errar.

S� que o meu foi n�o ver que estava blefando da primeira vez.

Da pr�xima vez que come�ar a falar do alto comigo, prepare-se para aguentar.

E acha que n�o aguento?

Acho que preciso descobrir.

Andei pensando quanto tempo voc� levaria.

- Senhor Bracket? - Sim?

Temos outro pequeno problema.

Est� relacionada com a nossa discuss�o anterior.

Ah �timo, j� disse a eles.

Bem, ent�o n�o � da minha conta afinal o hotel � seu.

Mas o que sabe sobre aquela senhora?

N�o muita coisa, por que?

Senhor Alfredo Sierra-Perez, Senhor Marcos Sierra-Perez.

Senhora Juanita Perez de Morales.

Diz bem aqui.

Poxa s�cio, voc� pegou mesmo eles.

Senhora Paco Morales.

Eu n�o esperava que compreendessem, senhores.

E nem aprovassem.

Mas tive que vir reclamar o corpo de meu marido e enterr�-lo em casa.

� errado assim?

Talvez n�o seja errado, mas um equ�voco.

E assinar o livro de registro com o seu nome de casada

foi equivoco maior ainda.

Senhora h� uma hora atr�s...

aquela gente l� fora teria derrubado a cadeia para apanhar seu marido.

E se descobrirem que sua mulher est� nesse hotel.

Vai ser dif�cil manter meu nome em segredo n�o �?

Se tiver que terminar o que vim fazer aqui.

Pode ser que n�o importe muito depois de sexta, mas como as coisas est�o.

Mas eu n�o compreendo.

Me perdoe senhora, mas eu n�o posso entender como pode se casar com ele.

Isso � uma longa hist�ria.

E n�o muito bonita, e n�o temos tempo agora.

Fizemos uma longa viagem e estamos cansados.

Quero agradec�-los de novo por sua gentileza e bondade.

Mas realmente devo dizer boa noite.

Um momento, vai me perdoar.

- Por gentileza, me fa�a um favor, sim? - Claro.

N�o deixe que ningu�m aqui saiba que � a senhora Morales.

Promete?

Eu prometo.

Se ela � casada com Paco Morales sou Teddy Roosevelt.

Se n�o � por que diz que �?

� isso o que eu quero saber.

Pensou num plano pra solt�-lo.

Ou pra ver se �amos solt�-lo pra pegar aquele trem.

Quer dizer, se Paco n�o estiver livre amanh� � noite,

e Chucho tiver sabendo algo, ele n�o ter� que esperar at� sexta

para matar os ref�ns.

Ah eu n�o digo que seja isso.

N�o consigo imaginar nenhuma liga��o entre aquela mo�a e Paco...

ou Chucho Morales.

Mas claro, Deus, �s vezes, faz ma��s azedas, elas entram na fam�lia.

- Billy. - Humm?

Quero que vigiem essa senhora e seus dois irm�os minuto por minuto.

At� sexta-feira �s dez horas, est� me entendendo?

N�o quero que usem o tel�grafo, n�o quero que saiam da cidade,

e n�o quero que falem com ningu�m que possa estar deixando a cidade.

Destacarei uns homens pra isso, v� comendo sem mim.

Comer? Ah eu n�o estou mais com fome.

Aqui est� a coisa que voc� pediu, espero que lhe seja...

Obrigado, amigo. Boa noite.

V� fazer um bule de caf� Johnny, tenho muito o que fazer.

Tudo calmo agora.

Oh, �timo.

Nossa.

Ser� que a dinamite � suficiente?

� o suficiente para explodir duas pontes desse tamanho, mas n�o � esse o truque.

O truque �, n�o explodi-la toda de uma vez.

- Bom dia. - Bom dia.

N�s finalmente encontramos isto.

As plantas que voc�s queriam, e os dados da locomotiva 309.

Obrigado senhorita, n�o quer entrar?

Ah n�o, eu acho que n�o.

�, eu vou vestir uma camisa.

Oh, n�o se incomode, eu j� vi homens sem suas...

Quero dizer, s� por um instante.

Com licen�a.

- Bom dia senhor Bracket. - Bom dia senhorita.

Meu Deus, voc�s nem foram dormir.

� que n�o dormimos, eu me estiquei no ch�o um pouco.

Mas porque? Eu achei a cama �tima, eu mesmo experimentei.

Quero dizer eu...

Eu n�o pensei isso, madame.

Se pensa que esse menino foi criado em uma fazenda ou coisa assim est� enganada.

Foi em uma tenda.

Em um acampamento �ndio?

E ainda n�o est� muito civilizado.

Mas voc� n�o parece um selvagem.

Estou domesticado, meu pai veio de Candish.

E a madrasta que me criou era uma chiracaura de ra�a pura.

E vivia com ela?

Com seu povo, sim senhora, depois que meu pai morreu.

Ainda n�o consigo montar em um cavalo com sela ou dormir em uma cama.

Desculpe.

Para mim tanto faz onde voc� queira dormir, quero dizer...

N�o tem import�ncia.

Entre!

- Bom dia, senhor... - Bom dia.

N�o estou incomodando?

N�o, v� entrando.

O teste da corrida est� pronto para quando quiserem.

A m�quina est� pronta.

O que � isso? E que hist�ria � essa senhor Bracket?

Um momento s�.

O que � isso?

O senhor perguntou a Johnny

como ele entraria na locomotiva sem ser visto, n�o foi?

Sim, mas onde ele est�?

Johnny?

Bom dia, senhor Davenport.

Mas que diabos?

H� muita coisa que n�o se v� no deserto, senhor.

Como um al�ap�o, talvez.

Bem, que tal a gente experimentar? Est� tudo certo?

Vamos l�.

- Est� bem. - Est� bem, pode vir.

Devagar e na mesma m�quina.

Tudo pronto?

Pronto.

N�o tente se virar depressa.

Quer que eu tente?

Eu estou bem.

- Mesmo? - Eu estou bem.

Talvez eu fa�a isso.

- Eu estou bem. - Ah, OK.

Conseguiu!

O que voc� acha? Foi com pressa demais?

- O que acha? - Acrobacia divertida.

O que?

Como vai controlar a velocidade da outra locomotiva?

Muito bem, mas esse � outro problema.

At� o momento senhores � tudo teoria, porque

n�o vou deixar essa loucura ir adiante.

Acho que n�s n�o temos outro jeito.

Ent�o eu dou uma.

Eu tenho um certo poder, uma certa influ�ncia.

Estou sempre em contato com o governador.

Vou mandar tirar Paco Morales da cela e entregar do outro lado da fronteira...

nem que precise de toda mil�cia estadual para garantir a vida dele.

Voc� n�o pode negociar com Morales, ser� que n�o entende?

De qualquer jeito aquela gente vai morrer assim que deixar de ser �til.

A esperan�a � que algo possa ser feito antes do prazo.

Talvez tenha raz�o.

Mas se lhe dermos o que querem, e ele os matar assim mesmo.

Pelo menos o sangue estar� em suas m�os e n�o nas nossas.

Vai voltar comigo, Major?

Vou mais tarde, senhor.

Ei, s�cio?

Voc�, tinha me perguntado, n�o quer comprar um hotel?

O que?

- Ah, eu sinto muito, eu queria... - Esque�a.

Est� bem, vamos voltar ao come�o.

Bem, agora a mulher de Paco pode cancelar seu plano tamb�m.

Plano?

� claro que ela n�o vai ficar parada ou se calar como voc� pediu a ela.

Por que? O que andou fazendo?

Trabalhou a manh� inteira, foi a funer�ria logo de manh�

escolher um caix�o, foi a igreja acender velas

e depois a cadeia bater um papo com Paco.

Ela falou com ele?

Ela falou com o xerife, que concordou n�o poder negar um �ltimo desejo...

- a um pobre condenado... - Entre a�, Johnny, pule atr�s.

- O que foi, Hank? - N�o sei, mas algo h�.

Xerife, se ao menos eu pudesse falar com ele.

Eu poderia convenc�-lo a confessar seus pecados e a pedir absolvi��o.

Bem, � claro que n�o posso neg�-lo isso senhora Morales.

Mas � que, a senhora me deu mais um problema vindo aqui desse jeito.

Se o povo da cidade descobrir, n�o sei se poderia garantir a sua seguran�a.

Porque algu�m seria informado? S� interessa a n�s aqui.

Certamente, um homem de sua autoridade.

Por favor Alfredo, o xerife � homem para tomar suas pr�prias decis�es.

Bem, �, � isso mesmo.

Est� bem, senhora, mas vai entrar sozinha.

N�o leva nada consigo, seus irm�os ficam aqui fora.

� claro.

Esperem por mim aqui.

Brack, deixe a senhora cinco minutos.

Por aqui, senhora.

- Sua mulher est� aqui, Paco. - Minha mulher?

Oh sim, minha mulher. Meu amor.

Oh, querida, meu amor, minha doce mulherzinha.

Senhor, por favor, podemos ficar sozinhos?

- Ah, sim senhora desculpe. - Como v�o os pequenos, ahn?

Agora diga-me e pronto, Chucho mandou voc�?

Tem algum plano para me soltar? Conte-me, quando?

Ouvi dizer que ele tem um plano, n�o sei qual �.

Mas eu tenho um plano meu.

Voc�?

Mas como? N�o conhe�o voc�, quem � voc�?

Primeiro escute bem, escute muito bem e n�o ser� enforcado.

Planejei isso com muito cuidado.

- Ent�o, est� vendo isto? - O que �?

Uma arma de mulher, f�cil de esconder.

Quando o guarda voltar...

Ah, sim quando o guarda voltar.

Acho que ele vem vindo, abrace-me.

Me diga, qual � o seu nome, ahn?

Quero que voc� saiba, Sou Juanita Sierra-Perez.

Sierra-Perez?

Lembra-se?

A fazenda Sierra-Perez.

Sim, eu me lembro.

E � bom que voc� se lembre.

Guarda? Guarda?

Eu estou pronta para ir.

Arrependeu-se.

Ele quer ficar sozinho para orar em paz.

E ent�o a senhora ele, quer dizer, ele est� esperando o padre.

Sim, est� pronto, mis gracias.

Espere a� senhora!

Um momento eu j� disse, fez uma promessa n�o fez? Lembra-se?

Ei, o que est� havendo?

� isso que vamos descobrir.

- Com autoridade de quem? - Minha xerife.

Quero saber o que esta senhora estava fazendo aqui.

Ah ela foi ver o marido.

Pois agora eu quero v�-lo.

Mais visitas Paco. Paco!

Vamos Paco, n�o ouviu?

Ele est� morto, mas n�o h� nenhuma marca.

O que usou, mo�a?

Um grampo?

Marcos, Alfredo e eu fomos � Guadalupe visitar o relic�rio.

Quando os irm�os Morales e seus homens chegaram a nossa fazenda,

Eles queriam ouro, armas e cavalos.

Eles levaram tudo que havia de suficiente.

Esta coisa e seu irm�o...

acreditavam que meu pai possu�a mais dinheiro escondido.

Para for��-lo a dizer o esconderijo que n�o existia...

Minha m�e, minhas irm�s.

Todos os membros da fam�lia que puderam por as m�os.

Foram assassinados um por um.

Diante de seus olhos.

Calma, vamos sair. Vamos.

Porque agora, n�o podiam esperar mais um dia para v�-lo morrer.

Ouvi dizer que o fanfarr�o Chucho Morales n�o ia deixar acontecer.

Ele j� manteve tais promessas antes.

Mas esta, ele n�o vai manter.

Senhora, n�o sabe o que fez.

Sei exatamente o que fiz, e o que vim fazer aqui.

- Estou preparada para responder por isto. - Est�?

Se a not�cia se espalhar, a senhora poder� ter ocasionado a morte de 73 pessoas.

Poder� responder por isto?

Eu n�o estou entendendo.

Eu vou lhe dizer uma coisa, a senhora vai ficar por aqui mesmo.

E se eu voltar vou lhe explicar tudo.

A menos de cinco minutos, recebi a permiss�o do governador para tentar a troca.

Mas talvez voc� estivesse certo Major, talvez tenhamos recebido um sinal.

- Algu�m mais ficou sabendo? - N�o senhor.

Cuidamos para que n�o se espalhasse.

Estamos guardando a mo�a e os seus irm�os sem comunic�-los.

Continuaremos aqui como se nada tivesse acontecido.

Espero que perdoem a hesita��o de um homem velho.

Mandaremos um telegrama para Chihuahua avisando o grupo de l� que ir�o afinal.

Chegaremos l� antes que entregue o telegrama.

Oitenta milhas?

Oitenta milhas vamos fazer em sessenta minutos.

- Mas Hank, n�o h� estrada. - H� sim.

Que Deus os acompanhe.

E um beijo de despedida?

N�s mal nos conhecemos, eu quero dizer...

Ent�o um beijo de sauda��o, consigo fazer isto sem tocar em voc�.

N�o pode, quero dizer, n�o � poss�vel.

Aposto cinco d�lares.

Est� bem.

Voc� me tocou.

Eu avisei sobre esses truques de �ndio, n�o avisei?

Deixe-me saber quando o carro chegar, OK?

Avisarei.

Est� bem perto.

Est� satisfeito com o plano? Com sua parte?

Sim, n�o vou falhar.

Voc� nunca falhou, velho Pablo.

Desta vez n�o posso, meu filho est� naquele trem.

Eu me orgulho e agrade�o poder ajudar.

Me orgulha mais ainda.

Ter meu Ricardo que teve a sabedoria de mandar a mensagem � voc�s.

Vai lhe dizer isso, amanh�, eu garanto.

Ah pequena linda, amanh� devemos dizer adeus.

Voc� n�o fica triste, ahn?

Sem l�grimas, todas secaram como uma ameixa.

Preferia n�o esperar at� amanh� cedo.

� sim, teve que ser desse jeito, Johnny.

- S� por voc�. - Por mim?

Os apaches n�o atacam a noite.

Agora, logo logo voc� vai conhecer meu irm�o.

Chega de parar e andar, ir e voltar.

Agora n�s vamos para o norte, e vamos buscar Paco.

E se ele n�o estiver o esperando?

Da� ent�o, ele vai ter que rezar suas rezas.

Porque vai morrer daqui a uma hora.

Voc� e sua gente, voc� e sua gente v�o ter que rezar tamb�m.

Porque, porque o trem, porque o trem est� parando?

Porque ser�?

Ah hombre, que passa? Porque parou?

Ei, parem, parem, parem!

Tire isso, senhor!

Vamos, vamos

- Saia da� com essas ovelhas! - Ei!

Afinal o que houve? O que est� acontecendo?

Veja l�, veja se consegue tirar do meio do caminho.

Ei, voc� mesmo, vamos! Tire esses bichos daqui, vamos!

Pelo amor de Deus, eu n�o tenho culpa.

Vamos, velho, se mexa! Ou eu acabo matando todos esses bichos.

Que perd�o coisa nenhuma vamos!

Vamos!

Saia da minha frente!

Em frente!

Vamos!

Vamos.

Adiante, vamos.

Vamos!

Voc� sabe o que eu penso.

Eu penso que se voc� pegasse essa arma, voc� me mataria.

Eu sei que, que n�o posso ficar de costas para voc�.

Mas eu n�o vou mat�-la agora, sabe porque?

Porque voc� � t�o linda.

Ei, o que houve? Onde estamos?

Afinal, porque paramos aqui?

Vamos, peguem suas armas e descubram de onde vem esses tiros, vamos.

N�o, n�o, n�o, n�o.

Chucho Morales, se um dos passageiros morrer...

voc� e seus homens morreram tamb�m.

N�o mate eles ainda. Briks!

Aqui em cima, Morales, e nem sequer pense em usar essa arma.

Ei, gringo, voc� pensa que me pegou de emboscada?

Mas n�o pegou.

Eu estou com o trem e os passageiros.

Se voc� n�o me deixar passar, eu mato todos eles.

N�o posso evitar isso, mas posso acabar com voc�.

V�o sair todos juntos ou todos v�o morrer juntos.

Gringo, falo s�rio, eu estou avisando, eu mato todos eles.

Morales, voc� tem tr�s minutos para esvaziar esse trem.

H� dinamite em toda a ponte, voc� entendeu?

Quero os passageiros em minha dire��o...

E a seguir voc� e os seus homens de m�os para cima e vazias.

Tr�s minutos e explodimos a ponte.

Est� mentindo, gringo. Est� mentindo.

Voc� n�o vai matar os passageiros.

Vamos, todos para dentro!

Sabe em quanto tempo a ponte vai explodir?

Sessenta segundos, agora deixe os passageiros virem em minha dire��o, amigo.

Aqui vamos, Morales.

- Voc� est� blefando, gringo. - N�o Chucho, ele � louco.

Est� bem, deixe os passageiros sa�rem.

Para fora.

Ricardo, volte!

Vinte segundos!

Tire essa gente da� e fiquem vigiando!

Leve eles para o solo.

S� tem um jeito de sair da ponte, amigo.

Agora deixem os passageiros sa�rem, v�o andando.

Voc� apenas explodiu o fim da ponte.

Quer a outra parte, Morales?

L� vem ele, vai pegar o meio da ponte.

Morales, daqui a dois minutos a ponte abre no meio.

N�o se mexam!

Fiquem onde est�o, se algu�m se mexer, eu atiro!

Agora!

Vamos, depressa.

Pessoal de Morales, j� aqui na minha frente, andem.

Continuem se movendo.

Voc�, n�o explodiu a ponte.

Eu menti.

Voc� o chamou de Ricardo, ele � seu amigo?

� sim, ele mandou a mensagem se n�o, n�o estar�amos aqui.

Ela n�o est�, Sr. Bracket.

Ent�o onde est�?

Bem, senhor, depois que recebemos a boa not�cia de seu grupo...

soltamos ela, com a promessa de que ficaria aqui para o julgamento.

Ent�o ela foi embora da cidade?

Aquela mo�a n�o, ela voltou para o hotel.

Para o hotel? Obrigado.

Falando sobre o julgamento, quanto tempo o senhor acha que ela vai pegar?

Nessa cidade? Por ter feito o que todos queriam fazer?

E acha que v�o se lembrar do que queriam fazer?

V�o se lembrar sim. estou aqui para ajudar nisso.

Ela ter� um julgamento justo.

- Oi. - Oi.

Bela roupa.

- Ah, imagine s�. - O que?

- Ela n�o est� na cadeia. - N�o.

Ela est� no hotel, falei com os irm�os dela na entrada.

Eles querem me pagar uma bebida, est�o me esperando l� na rua.

N�o sei, sabe, acho que um de n�s tem a obriga��o de subir e se despedir dela.

J� que vamos embora amanh� t�o cedo.

O problema � que eu estou ocupado.

Eles v�o me pagar uma bebida e eu tenho que pagar uma bebida para eles.

E ser� uma longa noite.

Bem, escute, meu amigo.

Vamos dizer que eu suba l� e me despe�a por n�s dois.

Oh, amigo, sabia que voc� ia me entender.

N�o por isso.

Muito bem.

E ent�o amigo, a caminho de novo?

O Senhor opera por trilhos tortuosos para operar maravilhas.

- Bom dia, irm�o. - Bom dia, bom dia.

Bom dia.

Porque demorou?

Neg�cios.

Eu recebi de volta aqueles cindo d�lares da senhorita Baker.

Como � que fez isso?

Ela apostou comigo que podia me beijar sem chegar a me tocar.

- Ela fez essa aposta? - �.

Ela perdeu, mas tem esp�rito esportivo.

OCR e corre��es: Kilo

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