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Original subtitles

Traduzido para PT_PT por: ojb1966@gmail.com

A DESONRA

Excel�ncia, o r�u Ashok Tandon � um criminoso perigoso.

Ele � um estigma na nossa sociedade, um inimigo da humanidade.

Ao fazer um mau uso de seu poder e da f� depositada nele,...

� ele n�o s� roubou um milh�o de rupias do banco...

� como tamb�m o sustento de tanta gente pobre.

Ele roubou-lhes o seu ganha-p�o.

Qualquer castigo que lhe seja atribu�do, � pouco.

O crime de Ashok Tandon, foi provado sem margem para d�vidas.

O tribunal sentencia-o a sete anos de pris�o rigorosa.

Ashok, vais ser libertado hoje.

Hoje? - Sim.

Obrigado, senhor.

Aqui tens os teus honor�rios, 315 rupias.

Assina aqui.

Confere o dinheiro. - Deve estar certo, senhor.

Essa quantia � uma ninharia, para ti.

Mas � mesmo estranho como conseguiste ocultar o local onde escondeste o milh�o de r�pias.

Nem mesmo a pol�cia consegui decobrir-lhe o rasto, at� hoje.

Agora vai, recolhe o teu dinheiro, e desfruta.

D�-lhe o dinheiro dele.

M�e...m�e!

Quem �?...De quem � que est� a procura? - A Sra.Savitri, que vive aqui.

Savitri? Ah, a senhora de idade que vivia nesta casa, dantes?

Si, ela � a minha m�e. - O senhor � que � o filho dela?

O que desviou um milh�o do banco?

Bom, seja o que for que fez, n�o podia pelo menos ter deixado a senhora amparada?

E agora vem perguntar pela sua m�e?

A pobre senhora sofreu tanto, at� que um dia, foi atropelada por um cami�o.

Ela morreu?

Porque � que me deixou, m�e? A senhora sabia que eu era inocente.

Ent�o, porque � que me deixou, m�e?

Nem a Deepa tomou conta de si?

VIVENDA DO AMOR

Com quem deseja falar? - A Deepa est� em casa?

Quem � a Deepa? N�o mora aqui nenhuma Deepa. Esta casa pertence ao Sr. Advogado Amarnath.

O que � que se passa? Ser� que perdi toda a gente?

Tony, aquele n�o � o Ashok Tandon? - Sim, � ele.

Ent�o, senhor? Est� com esse aspecto, mesmo depois de ter roubado um milh�o de rupias?

Onde � que escondeu o dinheiro? - Pelo menos compre um bom fato.

E um carro. - Um Impala.

Ora esta, agora sentiu-se envergonhado!

Irm�o?! Irm�o Ashok!

N�o me reconhece? Eu sou o Sameer. Eu trabalhava sob a sua al�ada no Citizen Bank.

Eu sei. Diga. - Queria falar consigo.

Tamb�m quer perguntar-me onde guardei o dinheiro do saque?

N�o, eu nunca acreditei que o senhor pudesse fazer aquilo.

Na verdade, eu sei quem engendrou toda aquela conspira��o.

Conspira��o? De quem?

Era isso que queria falar consigo. Venha comigo.

Os que tinham o h�bito de o bajular, n�o s� o armadilharam ...

...como impediram que lhe fizessem justi�a.

Eles at� subornaram o advogado que o estava a defender.

Vou-lhe mostrar uma coisa.

Veja.

Reconhece-o? - � o Sr.Jagat.

E este? - Este � o Ramakant, e este, o Sr.Harish.

E este � o meu advogado.

Veja como ele pousa com a m�o sobre o ombro do Sr.Harish.

Hoje em dia, eles d�o-se muito bem.

Sim...mesmo depois de lhe mostrar isto, ainda n�o acredita em mim?

Agora compreendo, Sameer. O enigma que n�o consegui desvendar em sete anos...

...tu resolveste por mim.

Agora dou-me conta de como isto aconteceu, e porque � que aconteceu,...

... o porqu� de ter sab�o nas m�os.

O senhor foi condenado, o Sr.Rai perdeu a honra.

O banco fechou, mas aqueles senhores... eles tornaram-se milion�rios.

Agora est� claro. O senhor deveria fazer algo.

O que posso eu fazer agora? O que est� feito, est� feito.

Eu at� j� cumpri a minha pena!

Vou andando. - Venha para a minha casa.

Eu falo muito de si, l� em casa. Fique connosco por alguns dias.

N�o Sameer, n�o tenho vontade nenhuma de viver nesta terra.

Quero ir para bem longe daqui. - Para onde � que vai?

Tenho um amigo dos tempos de escola, o Prem Prakash. Vou ter com ele.

Como queira.

Ladr�o...ladr�o!

O que aconteceu? - Um ladr�o!

Em que carruagem � que ele estava? - Na carruagem a seguir � nossa.

Afastem-se! Ele roubou o fio da minha esposa.

Ele est� morto? - Parece que sim.

Algu�m o conhece? - N�o, senhor.

Ele deve ter o fio da minha esposa.

Este � o fio da minha esposa.

Ele deve ter algo mais nos bolsos.

Deve ter roubado mais coisas.

... Ashok Tandon, prisioneiro n� 17, Central Jail, Nasik - Maharastra...

Ele era um ladr�o profissional. - Que mais poderia fazer, sen�o roubar?

Deve ter feito isso toda a sua vida.

Sr. jardineiro. - Quem �?

Eu sou um viajante, gostaria de passar aqui a noite.

N�o temos aqui lugar para si. Ainda por cima, chegou o Sr. Raja de Raigarh.

Eu posso dormir na varanda. - N�o se aproxime dele.

Ele � muito mal-humorado. - Ent�o, para onde posso ir?

Est� bem, v� dormir algures l� para tr�s. V�!

Obrigado.

O que � que se passa com o carro, que ainda n�o est� reparado?

O motorista est� a verificar. Porque � que se incomoda com isso?

Mas, o senhor venha ... - Deixa-me ver o que se passa.

O senhor n�o vai conseguir ver nada, no escuro.

Calem-se!

Motorista, quando � que o carro fica pronto?

J� est�, senhor. - Av�, vamos para dentro do carro.

Sim, querido. V�o buscar a bagagem. Depressa!

Esconde debaixo deste arbusto. Ningu�m h� de reparar.

At� o Keshav e o Madhav h�o de ficar ricos em 2 dias, como um rei!

Voc�s os dois sabiam muito bem que os documentos estavam naquela pasta.

Mesmo assim, nada mais ficou esquecido, excepto aquela pasta.

N�s n�o sabemos como � que isso aconteceu. - N�s guardamos tudo no carro.

Parem com os disparates!

Digam-me onde est� a pasta, ou eu esfolo-vos vivos.

N�o tio, n�s realmente n�o sabemos de nada.

Patr�o... - O que se passa?

Est� aqui algu�m que lhe quer falar. - Diz-lhe que eu n�o posso atend�-lo agora.

Ele diz que � urgente.

Manda-o entrar.

Sr. Inspector, eles n�o v�o admitir facilmente.

Eu acho que dever�amos voltar � casa de h�spedes e verificar. Talvez...

V� l� verificar, se quiser. Mas h� de voltar de m�os vazias.

Eu sei que n�o � descuido, mas sim uma conspira��o da parte deles.

Patr�o.

Sauda��es. - Sim?

Eu trouxe uma coisa que lhe pertence. - O qu�?

Onde � que encontrou isto? - Debaixo de um arbusto, por tr�s da casa de h�spedes.

Arbusto? Como � que foi l� parar?

Dois homens esconderam-na l�. - Consegue reconhec�-los?

N�o, estava muito escuro, n�o consegui ver a cara deles.

Mas ouvi dois nomes na conversa deles.

Que nomes?

Eles disseram que em dois dias, o Keshav e o Madhav seriam ricos como qualquer rei.

Ouviu isto, Sr. inspector? Tire estes dois trapaceiros da minha vista!

Perdoe-nos, tio. - Levem-nos daqui!

Senhor, eu vou andando.

Aonde � que o senhor mora? - Eu n�o sou daqui.

Vim para c�, � procura de um amigo meu. - Quem � ele?

Ele era o guarda-florestal local. Chama-se Prem Prakash.

Quando c� cheguei, soube que ele deixara esse emprego.

E por isso � que fui pedir guarida na casa de h�spedes.

Ujagar, prepare um quarto para receber este cavalheiro.

N�o Senhor, n�o se incomode, eu j� estou de sa�da.

O senhor est� cansado. Fique, pelo menos por esta noite.

Av�, venha por favor, estou com sono. - Sim filho, vamos.

Boa noite.

Venha, senhor.

O senhor? Ainda n�o est� a dormir?

N�o consigo. - Por estar num lugar novo?

N�o, o colch�o � muito macio.

Eu tamb�m n�o consigo dormir. N�o paro de pensar numa coisa.

A pasta que o senhor trouxe, sabe o que ela cont�m?

Sim, tinha dinheiro.

O senhor n�o sentiu vontade de ficar com tanto dinheiro?

N�o posso dizer que n�o sinta vontade, mas ainda sinto honestidade dentro de mim.

Sabe quanto dinheiro l� estava? - N�o o contei.

80000 rupias.

Mas os meus sobrinhos n�o decidiram enganar-me por t�o pequena quantia.

Eles queriam jogar as m�os, a uma quantia muito maior.

Como assim?

Havia l� documentos que, para os obter,...

os grandes senhorios de Raigarh, pagariam milh�es.

N�o me importava de perder o dinheiro. Mas se os meus inimigos pusessem as m�os nestes documentos,...

... eles poderiam brincar com a minha honra.

E eu prezo a minha honra, muito mais do que o dinheiro.

Era assim que eu pensava, outrora.

Outrora? E agora? Oh, o senhor ainda n�o se apresentou!

O que � que ir� fazer quando me conhecer?

Bom, as pessoas gostam de conhecer um homem que n�o � ganancioso.

Raja, o senhor ficar� chocado por saber que eu cumpri uma pena de sete anos...

...por desvio de dinheiro.

Esse � o meu cart�o de visitas. - Mas, eu quero saber mais do que isso.

Durante sete anos, por entre as escuras paredes da pris�o,...

...eu pr�prio insisti em perguntar-me...

... se teria outra forma de me apresentar, para al�m desta.

Eu costumava pensar que a vida, para um homem sem honra, � como a morte.

E eu perdi a minha honra.

Hoje, o senhor fez-me lembrar de um debate na faculdade,...

... cujo t�pico era: "Qual � o maior, o dinheiro ou a honra?"

Mas, quando falamos em respeito, falamos em honra, integridade.

Elas s�o apenas palavras grandiosas, mas n�o significam nada.

S�o apenas a imagina��o de algumas pessoas in�teis.

E s�o essas pessoas que anseiam pela honra fingida, e d�o m� fama ao dinheiro.

N�s n�o dever�amos amaldi�oar o dinheiro.

Ele � fruto do trabalho �rduo.

O dinheiro significa produtividade.

Todos n�s, quanto mais produzirmos, mais evolu�mos.

At� as nossas escrituras o dizem...

O que significa, que as pessoas sobrevivem da comida, e o pa�s sobrevive do dinheiro.

Se n�o houver produtividade, n�o h� dinheiro, e sem ele, quem sobreviver�?

Nem n�s, nem o pa�s.

� por isso que eu acredito, que nos tempos de hoje,...

... temos que aceitar a import�ncia do dinheiro.

Obrigada.

Quem, de entre os rapazes, vai rebater este t�pico?

Ningu�m? - Ningu�m tem coragem, senhor.

Isso � um insulto, senhor.

O que � que est�s a fazer? � a nossa honra que est� em jogo. Vai l�!

Senhor, o Ashok vai falar. - Porque � que n�o falas tu?

Senhor, eu s� sou bom a relatar acontecimentos... Vai l�!

Respeit�vel professor, amigos, e colegas.

O t�pico de hoje, � bem dif�cil. Nem sei o que dizer.

Na verdade, o que mesmo as crian�as podem dizer-vos, digo-vos eu que...

... voc�s v�o considerar-me tamb�m, uma crian�a.

Portanto, quero-vos falar de uma forma bem elaborada.

Sabem dizer-me o que � isto? - Um gancho de cabelo.

N�o, isto � uma agulha. As raparigas sabem a sua import�ncia.

Elas usam-na, de formas diferente. E �s vezes, at� para picar.

O meu amigo, Prem Prakash pode passar facilmente, pelo buraco desta agulha.

O que � que est�s a dizer? Eu? - Sim.

Esta coisa imposs�vel, � tamb�m poss�vel.

E porqu� apenas o Prem? Jesus Cristo disse, que at� um camelo pode passar por este buraco.

Mas um viciado por dinheiro, nunca conhecer� Deus.

Porque l� em cima, o dinheiro n�o tem valor nenhum.

Ainda que recebamos dinheiro, como compensa��o pela nossa produtividade,...

... isso n�o pode ter mais import�ncia que a honra.

� o pensar na honra, que faz com que o homem trabalhe arduamente.

Quando um homem trabalha arduamente, surge a produtividade.

Todos n�s sabemos que um homem honrado, morrer� de fome,...

... mas nunca mendigar�.

Sil�ncio, deixem-no falar.

A Honra, � o ideal da nossa vida. O dinheiro, � apenas um meio para viver.

Como � que os meios podem ser mais grandiosos do que a honra?

Mas, se a minha colega tentou provar que o dinheiro � mais importante que a honra...

... � por causa da natureza da mulher.

O meu amigo Prem, tem raz�o.

Ainda por cima, at� as pr�prias mulheres concordaram, que s�o a favor do dinheiro.

Isso � �bvio. O dinheiro foi feito para satisfazer as suas necessidades.

Roupas novas, joias, produtos de maquilhagem, produtos da moda...

... elas n�o sobrevivem sem isso tudo.

Protesto! Isso n�o � verdade. - Est� bem, sentem-se.

Ashok, nada de cr�ticas individuais, Fala apenas do t�pico.

Eu estou a cingir-me ao t�pico.

E ficou provada a minha alega��o.

O protesto delas prova que mesmo elas t�m amor-pr�prio.

Por muito que elas sejam pelo dinheiro,...

... ainda assim, d�o mais import�ncia � honra.

Obrigado.

M�e,...m�e!

J� vou.

N�o trouxeste a Deepa contigo? - N�o, ela n�o veio.

J� sei, j� lhe deves ter dito.

Como poderia dizer-lhe? Hoje, ela estava zangada. Tivemos um debate e ela zangou-se.

Porque � que est�s sempre a provoc�-la?

N�o � verdade? - Onde � que eu a provoco?

Fiz Halwa para ela. - Para ela?

Sim. levanta-te, toma um ch�, lava-te e vai busc�-la.

N�o, eu n�o vou cham�-la. - Porque n�o?

Ela est� zangada comigo.

Da mesma forma que a arreliaste, agora pacifica-a. V� l�.

A senhora quer que eu deixe de estudar, para ir pacificar aquela senhora?

N�o � assim t�o longe, vai l�. ....Vais, ou n�o vais?

Est� bem, eu vou. De todo o modo, a senhora n�o me d� ouvidos. Afinal de contas, fez a Halwa para ela!

VIVENDA DO AMOR

Tu? - Sim, eu.

Quando � que chegaste? - Agora mesmo.

A m�e mandou-me chamar-te. - Porqu�?

Enquanto a Deusa n�o comer a oferenda, n�o h� nada para os devotos.

O que queres dizer com isso? - Halwa.

A tia fez, para mim? - Sim.

Entra e pede autoriza��o ao pai. Depois disso, posso ir.

O tio comprou um carro novo? - N�o � nosso.

� do Sr. Advogado Amarnath. � uma pessoa que vale a pena conhecer.

Carros novos, fatos novos, fala sempre da Inglaterra e da Am�rica.

Porque � que ele veio c�? - Ele � que trata dos assuntos legais do pai.

Mas, mais do que trabalho, ele est� de olho noutra coisa.

O qu�?

Ei, tu n�o andas a dar-lhe trela, pois n�o? - O que � que est�s a dizer?!

A maneira como defendias o dinheiro no debate, assusta-me.

Se tu me provocas dessa maneira, n�o vou contigo.

N�o fiques assim zangada. Eu errei, desculpa-me.

Aceitas a derrota? - Sim.

Aceitas que a honra, tem que se curvar perante o dinheiro?

Eu curvo-me, perante a tua teimosia.

Est� tudo correcto? - Sim, j� verifiquei tudo, � s� assinar.

Sauda��es, tio. - Ol�....Ashok!

Entra, filho. Est� tudo bem? - Sim.

Deixa-me apresentar-te. Este � o Sr. Amarnath, Advogado de tribunal.

Ele ganhou nome, num curto espa�o de tempo.

E este, � o Ashok.

Prazer em conhec�-lo. - Igualmente, senhor.

O senhor...? - A Deepa e o Ashok, s�o colegas de escola.

� tamb�m o filho de um amigo meu de inf�ncia.

Estudos, natureza, ele � bom em tudo.

E a menina, como est�? - Estou bem.

Pai, eu vou � casa dele, a tia mandou-me chamar.

Entendo! Ela deve ter cozinhado alguma coisa especial para ti.

Diz � tua m�e, que n�o � certo convidar apenas a Deepa.

Eu trago para si, tamb�m. - Traz mesmo, n�o te esque�as.

Que chatice!... Muito f�cil!

O que � isso? - Estou a pontapear... n�o, estou a responder.

O que � uma m�quina de poderes? N�o respondi a essa.

N�o tentes falar. - N�o estava a falar, estava a murmurar.

Ele tem ouvidos, ou microfones?

Porque � que est�s a usar essas roupas?

Se queres passar nos exames, � minha maneira, tens que usar roupas destas.

Como, assim? - N�o percebes?

Repara melhor, eu tenho respostas escritas por todo o xaile.

Tu? - "Sobre Educa��o".

Pensei que j� tinha acabado os meus estudos. Queres que eu estude ainda mais?

N�o �s tu, as crian�as. - Crian�as? J� est�s a preparar-te para elas?

Olha que levas!

N�o estou a brincar. J� decidi, que vou abrir uma escola.

Sen�o, como � que eu vou matar o tempo? Tu vais para o escrit�rio.

Ent�o, pensei em abrir uma escola. Passo o tempo de forma �til...

... e abra�o uma boa causa. - Muito bem!

� um desejo de h� algum tempo. - � uma bela ideia, realmente.

At� eu, tenho vontade de deixar o meu emprego e come�ar a ensinar, contigo.

Mas, � senhor, primeiro arranje um emprego.

Pois, � isso que estou a pensar fazer. - A s�rio?

Aonde? Desde quando? - V� isto.

Isto � apenas a chamada para uma entrevista.

Pois saiba Menina Deepa, que para mim, uma chamada para entrevista, � um compromisso.

� assim t�o f�cil?

Vim ver a Deusa, antes de ir para l�, com certeza os meus desejos ser�o cumpridos.

Tens assim tanta f� na Deusa? - Sim.

Mas, vieste de m�os vazias, visitar a tua Deusa!

Eu farei uma oferenda, assim que o meu desejo seja realizado.

Que oferenda vais fazer?

Tu �s demais! - O que eu sou, pergunto-te depois.

J� estou atrasado para a entrevista, tenho que ir.

Est� bem, boa sorte. - Est� bem, obrigado!

Senhor, pode entrar.

Sauda��es. - Entre.

Este � o Ashok Tandon. Aqui est� a sua candidatura.

Depois do Bacharelato, o senhor fez o Mestrado, porque n�o a P�s-gradua��o?

Eu estava mais interessado em economia, portanto...

Isso est� claro nos seus resultados. O primeiro da turma. Muito bem.

Mas ele n�o tem experi�ncia. Nunca fez nenhum trabalho em part-time?

N�o.

Tudo bem, eu considero a sinceridade, mais importante que a experi�ncia.

Especialmente na ind�stria banc�ria, a sinceridade e a honestidade, s�o muito importantes.

Honestidade, � a nossa primeira condi��o.

Mas senhor, enquanto a pessoa n�o tem uma oportunidade para trabalhar...

... que experi�ncia pode ganhar? E como pode mostrar sinceridade e honestidade?

Essas coisas n�o podem ser demonstradas com palavras.

Muito bem. Sr.Tandon, quando � que pode come�ar?

Quando o senhor quiser.

Venha amanh�. Ter� � sua espera, a carta com a sua nomea��o.

Obrigado, senhor.

O banco abre �s 9 da manh�.

Ele � o gerente do nosso banco, Rajeshwar Dutt.

Boa sorte! - Obrigado, senhor.

O rapaz parece ter futuro! - Sim, senhor.

Como � que foi?

M�e!

O que aconteceu, Ashok?

Nada, m�e. Com a cara que eu vi esta manh�, que poderia eu esperar?

Eu vou-me embora, tia. - Para onde � que vais?

Estiveste aqui a tarde inteira, � espera de novidades.

Conta l� Ashok, o que se passou? Conseguiste o emprego?

M�e, n�o � assim t�o f�cil, conseguir um emprego.

Primeiro tem-se que dar muitas voltas, para se conseguir finalmente o emprego.

Al�m disso, as pessoas nem sempre me consideram merecedor do emprego.

Tia, ele conseguiu o emprego, � por isso que est� armado em esperto!

Essa postura n�o � nada bonita! - Deepa! Escuta!

Que coisa � esta? Voc�s os dois j� s�o uns adultos, e no entanto agem de forma imatura.

Eu n�o percebo...

M�e, consegui o emprego. - A s�rio? Maroto!

Ainda por cima, num banco. Aben�oe-me pois poderei cumprir a minha responsabilidade.

Uma m�e aben�oa o seu filho, com toda a sua energia.

Ainda bem que conseguiste o emprego. Agora, posso trazer a Deepa para casa, como minha nora...

...e todos os meus desejos, ser�o realizados. - Eu n�o me vou casar j�.

Porqu�?

Passamos por tempos t�o duros, depois da morte do pai.

Tivemos que vender a casa. A senhora sacrificou-se imenso pela minha educa��o.

Primeiro, deixe-me melhorar o nosso estatuto, depois disso eu caso-me.

Quem � que pode confiar na vida? Eu posso n�o estar viva, amanh�.

N�o fale assim, m�e.

A senhora vais estar sempre comigo, Nunca deixarei que parta.

Agora tenho um emprego, est�o a� os seus bons dias, e a senhora ainda fala assim?

Est� bem, eu n�o falo.

Meu querido filho.

O senhor est� t�o perdido no trabalho, que nem sequer levanta o olhar.

S�o 4 da tarde. N�o vai tomar ch�?

Ainda tenho algum trabalho, depois disso, tomo o ch�.

N�o h� necessidade de demonstrar tanta lealdade.

Por c�, quanto mais trabalho deixar pendente, mais import�ncia lhe d�o.

E quanto mais import�ncia tiver, progredir� mais depressa.

Ele tem raz�o. Olhe para o Sr.Harish.

Ele � duplamente graduado, e trabalha c� h� 10 anos.

Mas, n�o passa de um contabilista.

E o rec�m-recrutado Rajeshwar Dutt, foi nomeado gerente.

Posso fazer-lhe uma pergunta? Como � que conseguiu o emprego?

Porqu�?

Deve ter usado uma grande cunha! - N�o.

Ent�o, deve ter pago e muito bem!

O Rajeshwar Dutt n�o aceita nada, sem receber dinheiro em troca.

Quanto � que lhe pagou? - Nada.

Por favor, v�o fazer alguma coisa. - Eu sou algum doido, para trabalhar no meu intervalo?

Sou eu que sou doido. Por favor, deixem-me trabalhar.

Ent�o trabalhe, eu n�o estou a segurar-lhe as m�os.

Venha Sr.Jagat, ele n�o entender� a sua piada.

Ashok, este � o Sameer.

Ele foi nomeado, para trabalhar como aprendiz na tua sec��o.

Treine-o, debaixo da sua al�ada.

Sente-se aqui.

Ent�o, o que quer que eu fa�a? Porque � que me vou preocupar, se ficar a perder?

N�o sou seu criado, para trabalhar para si, cada vez que aparece por c�!

Eu n�o disse isso, fiz-lhe apenas um pedido.

Est� a exaltar-se desnecessariamente. - Sim, estou zangado.

O que � que se passa, Sr.Gupta?

Tenho que apresentar amanh� em tribunal, o extracto do ano passado.

Mas ele diz que n�o o posso ter hoje. - Porqu�?

Eu n�o disse isso. Eu disse-lhe que era a hora do ch�, quando eu voltar, dou-lhe.

Mas ele n�o tem paci�ncia nenhuma.

O senhor deveria saber como falar com um cliente.

Al�m disso, o Sr.Gupta � um cliente antigo. o que ele quer, tem que ser feito hoje.

Ei, arranja-me um ch�.

Raios! - O que se passa?

Comecei a odiar este emprego. N�o h� respeito, nem hor�rios de trabalho.

E ainda por cima, V�m e insultam-nos mesmo em frente do cliente!.

Quem? - O Sr.Dutt, quem mais podia ser?

S� esse tipo de pessoas � que progridem, nesta casa.

N�o repararam neste novo estagi�rio que chegou?

Ele n�o trata os seres humanos, como tal. - E porque haveria de tratar?

Ele � o menino bonito do gerente!

Tu e eu, n�o temos hip�teses.

Eu tinha sugerido o meu cunhado para este cargo.

Mas, nem o Sr.Rai, nem o Sr.Dutt, me deram ouvidos.

E porque haveriam de dar? Eles s�o os nossos patr�es, podem fazer o que querem.

N�s temos que trabalhar, que nem escravos. - E n�o � s� isso.

N�s estamos a desperdi�ar as nossas vidas.

Ent�o, e o ch�?!

O pai perguntou por ti. - Porqu�?

N�o sei. Se calhar quer falar sobre o casamento.

Casamento? De quem? - Tu nunca falas a s�rio?

Eu falo sempre a s�rio. Ent�o, est�s a falar do teu casamento.

Na verdade, n�s j� somos casados.

Os nossos cora��es j� pertencem um ao outro.

Quanto ao casamento, isso vai acontecer.

E ent�o?

Eu tenho sonhado com a nossa noite nupcial.

E o que � que v�s? - Vejo...vejo...

Teremos um p�tio � luz das estrelas

E chuvas torrenciais

A nossa vida ser� um sonho t�o bonito

Iremos erguer uma pequena vivenda, na alameda do amor

Mesmo que as roseiras n�o deem bot�es, decor�-la-emos com os espinhos

A nossa selva, ser� mais bonita do que um jardim

Com as torrentes...

Verei o mundo atrav�s dos teus olhos

Olharei para este mundo, ou para outro

Mas s� te verei a ti

Com as chuvas torrenciais...

Transformar-nos-emos ent�o, em lufadas de ar fresco

Os nossos olhos ser�o janelas para lindos sonhos

Os nossos cora��es ser�o os espelhos da esperan�a

Com as chuvas torrenciais...

O senhor diz isso agora. Mas antes, tinha dito que havia acordo,...

...e que eu poderia assinar.

J� percebi tudo. O senhor deve ter aceitado um suborno do Agarwal.

Olhe, o senhor est� a insultar-me.

Pois, insult�-lo-ei na presen�a de toda a gente.

Vou dizer a toda a gente, que o senhor � um traidor.

O senhor vai ter de pagar pelo que me fez.

O senhor est� louco! - Cale-se! Saia daqui.

Sim, senhor? - Diga ao motorista que vamos para casa.

Sim, senhor.

O pai partiu, Ashok.

Est� a causar-me um grande transtorno.

O senhor aceitou um grande cargo no Reserve Bank; isso � muito bom.

Eu nem sequer o posso impedir, mas a quest�o �...

...saber quem devo nomear para o seu lugar.

Se quer saber a minha opini�o, eu diria que...

� capacidade, comportamento, responsabilidade,...

� apenas uma pessoa � adequada para este cargo, em todos os sentidos.

Quem?

Ele � a minha primeira, a minha segunda e a minha terceira escolha. O Ashok Tandon.

Ashok! Exactamente o que eu pensava.

Eu tenho uma f� absoluta, nesse rapaz. Ele vai gerir bem essa responsabilidade.

N�o sei porqu�, mas sinto-o como se fosse meu filho.

Pois o seu desejo, vai ser cumprido.

Hoje chegaste t�o tarde. - M�e! Gosta deste xaile?

� bonito, muito bonito. Parece caro.

Mas o que � que se passa? Pediste-me a b�n��o, ofereceste-me este xaile...?

O seu filho, � agora o gerente do banco.

A s�rio? Gerente banc�rio! Tu �s grandioso, meu Deus!

Filho!!

Que Deus te ajude a progredir sempre. Que tenhas sucesso, e granjeies respeito.

E escuta, vou tratar imediatamente, dos preparativos para o casamento.

E n�o aceito uma recusa.

A s�rio? Ent�o...eu n�o vou recusar.

Isto � injusto.

Esta � a segunda vez, que o privam da sua promo��o.

Primeiro, foi o Dutt, e agora, foi o Ashok que foi nomeado gerente.

E apesar da sua antiguidade, o senhor n�o foi promovido.

Eu desconfiei, desde o dia em que o Ashok Tandon come�ou a trabalhar aqui.

Por quanto tempo mais vai o senhor sofrer? Tem que fazer algo.

Eu posso fazer muita coisa, mas temos que ser muito unidos.

Se voc�s me apoiarem, eu posso dar-lhes uma li��o.

N�s estamos consigo, faremos tudo o que disser.

Sim. - Prometem?

Pode confiar em n�s.

A� vem o bajulador do Ashok.

Sameer, vem c�. Agora, vais mandar nisto.

� tudo gra�as ao chefe. - Pede a ele para nos oferecer algo.

Porqu� ele, eu mesmo vou oferecer-vos.

Assim mesmo, � como deve ser um vice.

Bom dia. - Bom dia.

Parab�ns Sr.Ashok. Fico feliz com a sua promo��o a gerente.

Muito obrigado.

Penso que todos os funcion�rios est�o contentes.

O senhor � mais antigo que eu. N�o percebo porque � que os Sr.Rai e o Sr.Dutt me escolheram para este cargo.

N�o devia pensar assim. O senhor merece esta promo��o, em todos os sentidos.

Sr.Harish, eu n�o posso fazer nada sem o seu apoio e a sua ajuda.

N�o se preocupe. S� lhe pe�o apenas, que tenha f� em n�s.

Est� na hora de abrir as caixas. Vamos tirar o dinheiro.

Quanto � que precisamos de retirar, hoje? - 235000 rupias.

Um...

dois...

Entre Sr.Harish. - Vim fazer-lhe uma pergunta.

Amanh�, � o �ltimo dia do ano. Temos que acabar o fecho da contabilidade.

Estava a pensar em terminar o m�ximo de trabalho hoje. - �ptimo!

Se autorizar, todos vamos fazer algum trabalho extra.

Claro que sim, assim n�o ficamos sobrecarregados, amanh�.

Queria perguntar-lhe mais uma coisa. - Sim?

Ainda temos que fazer a compara��o do balan�o do ano actual, com os anteriores.

Essa pasta est� consigo, n�o est�? - Sim, est� comigo.

D�-ma, o senhor tem muito o que fazer.

Isso pode ser feito depois.

Eu estava a pensar tratar disso tamb�m, ainda hoje.

D�-me l� a pasta. - Est� bem.

Aqui tem.

Boa! Muito bem

Toma. Est� bom assim? - Obrigado, senhor.

Aqui tem, Sr.Jagat. Aqui tem as duplicatas das duas chaves do cofre.

Este problema, j� est� resolvido. - Ele fez um bom trabalho.

Agora, cabe-vos fazerem a vossa parte.

Amanh�, podem continuar a fazer o fecho do ano, ningu�m suspeitar� de nada.

Mas, certifiquem-se de uma coisa.

N�o pode haver mais ningu�m no banco depois das 20:30 para al�m de voc�s os dois.

Vai haver uma chamada para o n�mero pessoal do Sr.Rai �s 21:00.

Como � habitual, o guarda ir� atender � chamada.

E com ela, vai estar ocupado por uns tr�s minutos.

Voc�s t�m que completar a vossa tarefa, nesse espa�o de tr�s minutos.

E assim ser�. - E assim ser�.

Compreendido?

Sr.Ashok, j� compilei todos os dados. D� tamb�m uma olhada neles.

Pode ser que eu tenha falhado em algo. - O que se passa? O senhor parece preocupado.

Estou sim, o meu sogro, sofreu um ataque card�aco pela segunda vez.

Desde que a minha esposa soube da not�cia, j� desmaiou diversas vezes.

Ela quer que eu a deixe ir para a casa do pai.

Mas, como � que eu posso deix�-la ir sozinha? - O senhor quer ir com ela?

Eu deveria ir, mas estamos a fechar o ano, e eu n�o posso dar-me ao luxo de me ausentar.

Como � que vai conseguir trabalhar, se est� t�o tenso?

Pode ir, eu controlo o trabalho por c�. - Muito obrigado.

Acho que vou-me embora j�, talvez consiga apanhar o comboio.

Est� bem. - Aqui tem a minha chave do cofre.

O banco est� fechado amanh� e depois. O senhor devolve-me na 2� feira.

Obrigado, Sr.Ashok.

S�o 21:00. - Pois �.

E ent�o?

Raios! Quem � que telefona a estas horas?

O qu�?...Com quem falar?

Fale em Hind�, eu n�o percebo Ingl�s.

O que � que disse?...Eu sou o guarda.

N�o consigo entender nada. Eu disse que sou o guarda.

Onde � que vamos guardar tanto dinheiro?

N�o se preocupe Sr.Jagat, guardo-o num s�tio tal, que ningu�m o encontrar�.

Deixemos que o Ashok seja preso, ele que seja condenado...

... e depois, vamos compartilh�-lo.

Por essa altura, o banco tamb�m vai � vida!

A�, come�amos os nossos pr�prios neg�cios. - Isto � o m�ximo!

N�s temos o bolo, e tamb�m o vamos comer!

Brindemos de novo.

J� � t�o tarde! E o Ashok ainda n�o chegou.

Ele j� vem. Ele disse que ia entregar as chaves e regressava de seguida.

� um trabalho de responsabilidade, ele deve se ter atrasado.

O Ashok chegou. E a pol�cia est� com ele.

O que se passa, Ashok? Porque � que eles vieram c�?

Para revistar a sua casa. - Revistar? Porqu�?

Desapareceram um milh�o de rupias, do cofre do banco.

E ent�o, eles... - Ent�o, eles v�o revistar a nossa casa?

Sendo tu o gerente, como � que podias roubar o banco?

Entre, revistem ent�o a casa.

Por favor, afastem-se. Sentem-se, por favor.

Guarda, reviste aquele quarto. O senhor vem comigo. Os outros dois, revistem este quarto.

Encontrei o dinheiro! Vejam.

Havia cinco ma�os de notas, escondidos atr�s do roupeiro.

Guardas, revistem a casa. O dinheiro do saldo, tamb�m deve estar escondido por aqui.

Um recibo do Citizen Bank.

N�o, isso � imposs�vel. O meu filho n�o � ladr�o.

Ashok, donde � que veio este dinheiro? Tu roubaste-o?

N�o m�e, eu n�o roubei. - Ent�o, donde � que veio este dinheiro?

Porque � que n�o dizes nada? Tu roubaste!

Porqu�? Porqu�?!!

Posso entrar? - Sim? Entre.

Sauda��es, Doutor. - Sauda�... o senhor...

Sim, eu j� trabalhei consigo.

Sente-se.

Diga l�?!

O Ashok n�o pode ser absolvido.

O qu�? - Sim, � do interesse de todos n�s.

Do seu interesse, e nosso tamb�m. - N�o, n�o posso fazer isso.

Pode sim, basta tentar uma vez. - N�o.

N�o.

N�o.

E a maior evid�ncia � que, as duas chaves...

... com as quais o cofre poderia ser aberto...

... estavam em poder do acusado, na altura do roubo.

Assim, depois de ter em conta todas as provas...

... o tribunal condena o acusado, sem qualquer sombra de d�vidas,...

... e sentencia-o a sete anos de pris�o.

N�o. N�o � poss�vel.

Deepa, deixo a minha m�e � tua responsabilidade.

Toma conta dela, por favor. Toma conta da minha m�e, Deepa.

Com certeza. Eu vou esperar por ti, Ashok.

E assim, foi-me retirado o meu mundo.

e a minha vida foi destro�ada.

N�o s� perdi os melhores sete anos da minha vida,...

... como me retiraram muita coisa, as quais nunca poderei reaver.

Perdi a minha m�e, e at� a Deepa partiu.

E eu fiquei, para carregar o fardo desta cal�nia.

N�o h� uma s� pessoa que acredite que um dia, eu fui um homem respeit�vel.

Pois, eu acredito em si.

J� � muito tarde. V� deitar-se.

Atende a chamada.

O telefone!

Sim, ele est� aqui... Patr�o, � para si.

Sr.Jagat? Aqui � o Harish.

J� leu o jornal de hoje? - Ainda n�o. Alguma novidade?

E que bela novidade! O Ashok foi libertado h� dois dias.

Foi libertado?...E est� morto?

Deus o aben�oe, Harish! N�o me podia dar melhor not�cia, logo pela manh�.

Passa-me a� o jornal.

Morte de um prisioneiro libertado da pris�o.

Donde � que vens tu?

Fui mostrar o jardim ao tio.

Parece que te apaixonaste pelo tio.

� um mi�do engra�ado.

Vai pedir ao Ujagar um copo de leite. - Vai, querido.

Chegue aqui, Ashok.

Sr. Raja, agora deixe-me partir. - Pelo menos, sente-se.

J� pensou para onde vai agora, e o que vai fazer?

O que h� para pensar, agora? Vou viver a minha vida, como calhar.

E as pessoas que lhe causaram todo este sofrimento,...

...n�o lhe apetece vingar-se deles?

Apetece-me, e bastante!

Nunca me esquecerei de que eles foram os causadores da morte da minha m�e.

Quem me dera desafi�-los e desmascar�-los, perante toda a gente.

E a�, clamava por justi�a, e demonstrava � sociedade e ao tribunal...

... quem eram os criminosos.

Mas hoje, pensar nisso tudo � in�til.

Porqu�? - Eles s�o endinheirados, t�m meios para se defenderem.

Em compara��o, eu sou pobre e delinquente.

E quem � que me quereria ajudar?

Deus h� de ajud�-lo. Por isso � que Ele encontrou um novo caminho para si.

Leia esta not�cia.

"H� duas noites atr�s, a cerca de 19 kms daqui, um homem chamado Ashok Tandon...

Para o mundo, o Ashok Tandon est� morto.

O senhor ter� agora de desempenhar um novo papel, no palco da vida.

De uma outra forma, com um novo nome.

N�o estou a perceber. - Eu tenho um escrit�rio na cidade.

Vou p�-lo � sua disposi��o, e o senhor vai para l�.

O seu amigo, o Prem Prakash, est� a gerir o escrit�rio como meu assistente.

O Prem Prakash, est� a trabalhar consigo?

Sim, e o teste para o seu novo papel, vai ser justamente com ele.

Se ele n�o o reconhecer, teremos a certeza de que ningu�m suspeitar� de si.

Vai ter l�, todo o tipo de conforto.

Tenho a certeza de que, nesta batalha de destreza, o senhor derrotar� o inimigo.

Porque � que est� a fazer tudo isto por mim?

Para que o senhor possa viver a sua vida de novo, o que me deixar� feliz.

Se eu n�o pudesse fazer este pouco por si, n�o seria digno de me chamar um ser humano.

Mas senhor, haver� dinheiro envolvido. Se eu cometer um erro...

Ent�o, terei de me considerar um ing�nuo.

Ashok, N�o pense em tanta coisa. Apenas, v� determinado para o campo de batalha.

E fa�o votos para que consiga vingar-se dos seus inimigos.

Senhor, juro-lhe pela minha m�e,...

... que enquanto eu n�o vingar a morte dela...

... n�o pensarei em mais nada.

Que Deus te garanta sucesso.

Sauda��es. A senhora � a Sra. Bikram Singh?

O qu�? Olha, escuta o que este vagabundo est� aqui a dizer-me.

O que � que se passa? - O senhor � o Sr.Bikram Singh?

N�o, eu chamo-me Chatur Singh. - Oh, pe�o desculpas.

O senhor � o Prem Prakash? - Sim. Diga.

Eu sou o Bikram Singh. - Oh! Andava � sua procura.

Bom dia, senhor. Mas, como � que me reconheceu?

Pela descri��o que me foi dada, de si.

Muito bem. Onde est� a sua bagagem? - Est� aqui.

Eu trouxe o carro. Bagageiro!

Entre, senhor. - Sauda��es, senhor.

Pe�o desculpas senhor, a mob�lia aqui � antiquada, n�o a substitu�.

Pensei que a Sra.Singh vinha, e assim, ela mesma trocava de mob�lia.

Quando � que vem a Sra.Singh? - Nunca.

Porqu�, senhor? - Porque ela n�o existe.

Quer dizer que o senhor n�o � casado? - N�o.

Bom, eu mesmo tamb�m ainda n�o me casei.

Acho que todo o homem inteligente, n�o deveria casar-se.

Casar com as mulheres, � como chamar os problemas para si.

Tem toda a raz�o. Se o senhor me escutar, ser� que posso pedir-lhe uma coisa?

Claro.

Pe�o-lhe que me sugira algu�m que me possa informar sobre os homens ricos desta cidade.

O senhor refere-se a... um detective? - Correcto!

Senhor, eu conhe�o o Sr. Sen. Se quiser, ligo para ele.

Quero, sim. Mais uma coisa. Havia c� um Citizen Bank.

O Citizen Bank? Sim senhor, eu conheci-o muito bem.

Um amigo meu trabalhava l�. Aconteceu-lhe uma trag�dia.

Houve um roubo no banco, e ele foi acusado injustamente...

Sr.Prem, O senhor fala demasiado. - Obrigado, senhor... Desculpe, senhor...

Eu quero saber acerca do Director Geral do Citizen Bank, o Sr. S. N. Rai.

Quero saber onde � que ele est�, e como est�.

De acordo senhor, vou averiguar como � que ele se encontra.

BIKRAM SINGH CHEGA Com Planos Novos para a Companhia de Investimentos Singh

Quem � o senhor? - Sauda��es.

Sauda��es.

O Sr.Rai, Director geral do Citizen Bank, vive aqui?

Vive, sim. - Posso fala com ele? � relacionado com trabalho.

Ele n�o tem andado bem. Pode falar comigo.

Eu sou a filha dele.

Na verdade, este trabalho, s� pode ser com ele.

Sente-se, eu vou cham�-lo. - Est� bem.

O gato.

O gato.

� um animal de estima��o.

Sauda��es. - Sauda��es. Sente-se, por favor.

Sente-se o senhor, por favor. Eu gostaria de beber um jarro de �gua.

Quero dizer, um copo de �gua. - Eu vou buscar.

Pe�o desculpas, mas eu n�o o conhe�o. - Eu chamo-me Prem Prakash.

Vim encontrar-me consigo. - Comigo? Com que inten��es?

Nada de importante. Na verdade, o meu patr�o, o Sr. Bikram Singh, � que me mandou c�...

... para perguntar sobre si. - Bikram Singh?

N�o me lembro de nenhum Bikram Singh. - Mas, ele conhece-o.

Ele � um homem grandioso. Eu mesmo n�o o conhecia,...

... mas ele reconheceu-me assim que me viu na esta��o de comboios.

Ele deve conhec�-lo bem. - Talvez. Sente-se.

Porque � que se incomoda? Devia ter enviado por um criado.

N�s n�o temos criados.

Porque � que est� de p�? Sente-se. - Sente-se primeiro o senhor.

Sentar-me de novo? Sente-se a menina primeiro.

� muito confort�vel.

Percebi que o senhor n�o se tem sentido bem. O que � que se passa consigo?

Quando se est� velho, a pessoa n�o sofre apenas de um mal.

A sua casa est� em muito m�s condi��es. Porque � que n�o a manda restaurar?

H� tantos pr�dios novos aqui no seu bairro!

Como posso eu restaur�-la agora? - Porque � que diz isso?

Uma vez que toda a gente sabe, n�o h� mal nenhum em contar-lhe.

A casa est� hipotecada. Quem sabe se um dia destes, n�o ficamos mesmo sem ela.

A quem � que est� hipotecada? - Ao Sr.Jagat da Jagat Oil Mills.

Ah, sim. - Pedi-lhe um empr�stimo e meti-me em trabalhos.

A minha vida transformou-se num inferno, na tentativa de lhe pagar o dinheiro.

Bom, vou andando. Bom dia.

O seu copo. Desculpe, esqueci-me.

N�o lhe perguntei o seu nome. - Eu chamo-me Jayshree.

Eu sou o Prem Prakash. Vai lembrar-se do Prem?

O que foi? - Saiu!

Andava atr�s de mim, h� algum tempo. Sauda��es.

Bom dia, senhor. - Bom dia!

J� soube hoje. - O qu�?

Sobre o Sr.Rai.

Esteve com ele? - Hoje estive em apuros.

Porqu�, o que � que aconteceu? - Uma mola ficou presa nas minhas cal�as...

N�o senhor, desculpe, ou ent�o o senhor ainda diz que eu falo demais.

Senhor, chegou o Sr. Sen. - Diga-lhe que j� o chamo.

Como � que est� ele? - Est� em mau estado.

Ele est� doente, tem que pagar d�vidas, E at� a casa est� hipotecada.

Hipotecada?...A quem? - Ao Sr.Jagat da Jagat Oil Mills.

Eu acho que ele adoeceu, devido � press�o.

Pergunto-me como � que ele sobrevive. N�o tem criados, apenas a filha.

� muito simp�tica, a filha dele. - � uma rapariga grande?

N�o, n�o � grande. - Ent�o, � uma crian�a?

N�o, tamb�m n�o � uma crian�a, mas n�o � muito grande.

N�o entendo o que est� a dizer. Ela n�o � grande, nem � pequena?

Na verdade senhor, eu sou muito mau a tentar adivinhar a idade de uma mulher.

Pode-se dizer que ela est� em idade de casar.

Em idade de casar? Retire-se e mande entrar o Sr.Sen.

� para j�, senhor.

Idade de casar...pois...

Ei senhor, pode entrar. - Para sua informa��o, eu chamo-me...

Entrar.

Bom dia, senhor. - Bom dia.

Entre. J� tem alguma informa��o deles?

Claro, senhor. As pessoas de quem queria informa��es,...

Fiz um relat�rio com o seu estatuto financeiro, assim como das propriedades.

Est� bem, eu vou examinar tudo isto. Tem alguma novidade da Deepa?

Lamento, senhor. Acho que ela deixou a cidade.

Mas, n�o se preocupe. Eu tenho parceiros em muitas cidades.

Vou escrever para eles, e vou localiz�-la.

Mas isso, vai custar-lhe mais dinheiro. - N�o se preocupe com os custos.

Eu preciso de saber do paradeiro dela. A qualquer custo

Claro, senhor. Este Bhimsen, n�o � homem para se sentar de bra�os cruzados.

Bhimsen? - Na realidade, eu chamo-me Bhimsen.

Mas, as pessoas assustavam-se com o nome, e ent�o resolvi cortar o "Bhim", e chamar-me apenas "Sen".

Muito obrigado - N�o tem de qu�! Muito obrigado.

"Harishchandra e Ramakant, parceiros em neg�cios de importa��o-exporta��o.

"Os lucros s�o menores, mas olhando para as suas despesas...

"... parecem ter outra fonte de rendimento, oculta.

"Mas n�o consegui descobrir qual.

"Jagat Narayan, dono da Jagat Oil Mill.

"Ele at� empresta dinheiro a juros.

"E at� se movimenta no mercado negro de cereais.

"Um homem muito ganancioso, e de m�s inten��es.

"Amarnath, advogado. A pr�tica da advocacia n�o vai bem.

"Ele est� mais interessado no mercado de ac��es."

Advogado!...

M�e, a partir de hoje, inicio a minha batalha.

Aben�oe-me, para que eu possa desmascarar as actividades dos meus inimigos,...

... e recuperar a minha honra perdida.

Aben�oe-me, m�e.

Que o pecado seja destru�do!

Seu tonto, as not�cias neste jornal, s�o de ontem.

Pergunta-me sobre o amanh�. - O que quer dizer com isso? O que � que me vai dizer...

Tu pensas que eu sou um embuste? Pensas que o Lal Baba � um embuste?

Pensas que a propriedade de milh�es que conseguiste num piscar de olhos,...

... achas que a conseguiste por vigarice? N�o, isso veio com o teu destino.

Sim? - E escuta.

O teu destino, vai brilhar de novo.

Os bons velhos tempos est�o de volta.

Queres que te conte como? - Sim S�bio, por favor.

Vais receber not�cias da subida de ac��es de uma empresa.

Elas est�o a subir? - Elas continuar�o a subir.

Continuar�o a subir? - Compra o maior n�mero de ac��es que puderes.

Sim, vou comprar. - E vende-as ap�s dois dias.

Assim farei.

Vais ganhar tanto dinheiro, que n�o o conseguir�s contar, no resto da tua vida.

Mas, ser� mesmo assim? - E porque n�o?

Vai ser assim. Se eu estou a dizer, � porque vai acontecer.

Vai acontecer. De certeza que vai acontecer.

S�bio, aqui tem uma oferenda.

Oferenda? Est�s a ofender-me?

Eu n�o sou ganancioso por dinheiro. - Desculpe, fiz um mau ju�zo de si, senhor.

Quando conclu�res o que de digo, eu volto c�. A�, constr�is-me um eremit�rio.

� claro que sim.

Posso fazer mais alguma coisa por si? - O que podes fazer por mim?

Se queres fazer algo, apresenta-me aos teus amigos.

Farei algo por eles, tamb�m. - � claro que o apresento.

E por favor, envie-nos o seu cheque antecipadamente...

E escreves finalmente..."obrigado".

Que o pecado seja destru�do! - Quem � o senhor?

Sou o Lal Baba. O Sr. Advogado mandou-me c�.

Ah sim, ele ligou-me. Entre, por favor.

Eu aben�oei-o. Agora, � a sua vez.

Muit�ssimo obrigado, S�bio.

Diga-me alguma coisa. - Segura isto.

Tu tens um futuro brilhante. Come�a a contar os dias.

De um homem vulgar, transformaste-te num milion�rio.

� verdade, senhor.

Agora, vais tornar-te um bilion�rio. - Mas como, S�bio?

Eu digo-te como. - Diga-me, depressa.

Muito em breve, vais conhecer um forasteiro.

H� de ser um homem muito rico.

E seja qual for o neg�cio que fizeres com ele, vais ganhar dez vezes mais.

Mas, como � que eu vou reconhecer esse forasteiro?

Tamb�m te vou revelar isso. - Muit�ssimo obrigado.

Ele ser� um Escorpi�o. E o nome dele come�ar� por "Ou" ou "B".

"Ou" ou "B". - Consegues lembrar-te?

Consigo. Desculpe, tenho que atender a chamada.

Sim, aqui fala o Jagat Narayan. Donde � que est� a ligar?

Da Singh Investment Corporation?

Que � que se quer encontrar comigo? Bikram? Diga isso de novo. Bikram Singh?

"Ou" ou "B"? Estupendo!

N�o, n�o estava a falar consigo, Estava a pensar noutra coisa.

Sim, � claro que vou.

Agora, at� me vais tocar os p�s.

Irei eu pr�prio.

O senhor � fenomenal! Tenho que reconhecer a sua grandeza.

Reconheces? Pois, vais reconhecer ainda mais, quando conclu�res o que te disse para fazeres.

Quem � o senhor? - Sou o Jagat Narayan.

Que nome � que disse? - Jagat Narayan.

Oh, desculpe, enganei-me. O Sr. Singh est� a sua espera.

Entre.

Senhor, o Sr. Jagat Narayan chegou. - Ah, sim. Benvindo, senhor. Sente-se.

Prem, arranje uma bebida fresca, para o Sr. Jagat.

Por favor, n�o se incomode.

O senhor veio ao meu escrit�rio pela primeira vez.

N�o deixo que se v� embora, sem mostrar alguma hospitalidade.

Como � que o senhor est�? - Estou bem, Sr. Singh.

Mas diga-me, como � que se lembrou deste pobre homem?

V� l�, n�o diga isso, o senhor � um homem rico!

Eu pr�prio, queria ir ter consigo.

O senhor ir ter comigo ou eu vir c�, acaba por ser o mesmo.

A partir de agora, vamos reunir-nos mais vezes.

Eu ouvi dizer que o senhor tem uma propriedade hipotecada na Almeida Road.

Tenho, sim. - Eu gosto daquela propriedade.

Mas, aquilo � uma vivenda degradada, e sem utilidade nenhuma.

O terreno tem o seu valor, eu vou l� contruir uma vivenda nova.

Sim, � a �nica coisa valiosa. Na verdade, eu nem a hipotecaria.

O Sr. Rai estava em apuros. Tive pena dele e da filha.

Mas, eu n�o tomei nenhuma ac��o. Pode-se at� dizer, que fiquei a perder nesse neg�cio.

O senhor � um homem bondoso.

Fa�a-me um favor. Transfira para mim, os pap�is da hipoteca.

Assim, o senhor recupera o seu dinheiro, e eu avan�o com as minhas obras.

Pode ficar com ela, Sr. Singh. Porque � que hei de recusar?

Qual foi o valor do empr�stimo? - 30000 rupias.

Os juros devem ser altos, agora. - Eu n�o lhe vou cobrar juros.

O senhor est� a compr�-la para proveito pr�prio. Pague-me apenas o valor dela.

N�o, como � isso poss�vel? - � sim.

N�o vou cobrar-lhe os juros. - E vai ficar a perder?

Qual perder? Eu acredito na consolida��o de relacionamentos.

N�o faz mal se eu n�o obtenho lucros agora, hei de fazer noutra altura.

Oh, estupendo! Eu tamb�m sou adepto desse princ�pio.

N�o deixarei que tenha uma perda. Deixe que lhe diga uma coisa.

Eu tenho algum dinheiro parado, h� j� algum tempo.

Eu quero investi-lo. Sugira-me um neg�cio...

... em que o senhor ganhe dinheiro, e que eu tamb�m possa ganhar.

Claro, porque n�o? - E os pap�is do empr�stimo?

Pode ficar com eles, a qualquer altura. - Ent�o, vou faz�-lo j� hoje.

Tudo bem. - Sr. Prem, V� com o senhor.

Leve o dinheiro, e v�. Dou-lhe dinheiro vivo, ou cheque, conforme queira.

Para mim, um cheque seu � t�o bom como o dinheiro vivo.

N�o, leve em dinheiro.

C� est�.

Ent�o, vou andando. - S� mais um favor, Sr. Jagat.

Diga. - Eu sou novo nesta cidade.

Gostaria de ser apresentado ao grandes homens de neg�cios da cidade.

Gostava de dar uma festa em honra deles.

� uma boa ideia. - O senhor tem que organizar a festa.

Farei o que quiser. Vou tratar da organiza��o.

A festa vai ser grandiosa!

Que diferen�a me faz, Sr.Bikram Singh?

Dantes, devia ao Sr.Jagat, agora, devo-o a si.

N�o percebo porque � que fez isto. O que � que ganha com isto?

Eu sei o que vou ganhar.

Sr.Rai, n�o se preocupe, eu hei de cobrar-lhe o dinheiro.

E quem em que lho vai pagar? - O senhor. Seja em dinheiro... ou em g�neros.

Se n�o levar a mal, posso dizer-lhe uma coisa?

A sua filha � mesmo bonita.

Agora, vou andando.

Adeus. Agora, vamo-nos ver mais vezes.

Sr.Prem, Est� tudo bem? - Est� sim, senhor.

�ptimo!

Eu queria falar consigo. - Sim, diga.

Ouvi dizer que foi encontrar-se com o Sr.Rai. - Quem � que lhe contou?

Encontrei-me com a Menina Rai. - Ah, a Jayshree? Ela � muito bonita.

Ela disse-me que o senhor quer cobrar-lhes a d�vida da hipoteca.

O senhor acha que eu deveria doar-lhes 30000 rupias?

N�o � isso. Eu pensei que o senhor tinha assumido a d�vida para os livrar dos apuros.

O Jagat Narayan foi simp�tico na ocasi�o, e como que, deu-lhes o dinheiro.

E ele dizia... - Sr.Prem Prakash!

Parece que o senhor est� muito solid�rio com eles.

Mas, acha que esta � uma boa altura para discutir isso?

Tome conta dos convidados, por favor. Estamos numa festa. Arranje o que fazer.

Benvindo, senhor.

Est� a gostar da festa? - Est� �ptima. O senhor fez um �ptimo trabalho.

O senhor ainda n�o me apresentou os seus amigos.

Para qu�?

A festa vai continuar, e n�s podemos falar de neg�cios.

Porqu� falar de neg�cios com eles? Fale comigo.

O senhor � como se fosse da fam�lia. - Est� bem, venha.

Ol�, Sr. Prem Prakash. Como est�?

Estou vivo. - Vejo que sim.

O senhor n�o tem um copo na m�o. N�o bebe?

Beba o senhor, e afogue-se na bebida. - Absolutamente!

Sr.Singh, este � o Sr.Harish.

Ah, o senhor � que � o Sr.Harish? Muito gosto, em conhec�-lo.

Tenho ouvido falar muito de si. - O qu�?

O Sr.Jagat est� sempre a falar de si.

Agora que fomos apresentados, temos que continuar a encontrarmo-nos.

Os senhores encontram-se comigo, e eu encontro-me com os senhores.

Tenho que aprender muito convosco. - Porque � que me est� a envergonhar?

O senhor gere um neg�cio t�o grande, que posso eu ensinar-lhe?

Eu tenho que aprender convosco, como gerar dinheiro.

Eu sou completamente ing�nuo, no que diz respeito a neg�cios.

Os meus antepassados deixaram-me muito dinheiro. Eu investi algum dele.

Mas ainda tenho tanto, e n�o sei onde o investir.

Eu digo-lhe onde o senhor deve investir.

Por agora, beba, sirva os outros e aprecie o espect�culo.

Ele pensa que apanha o Bikram Singh.

Porque � que nos vamos incomodar com isso? - De qualquer maneira, o Jagat apanhou um bom cliente.

Neste mundo...

...existem homens muito ing�nuos.

Eles levam os seus barcos...

...para onde existem tempestades.

Ao aproximarem-se da chama...

... as borboletas assumem...

... que ali v�o ficar para sempre.

Mas s� por uma noite,...

... por l� permanecem.

Neste mundo, existem homens muito ing�nuos.

O amor � como uma chama...

... n�o arde na vida de toda a gente.

O olhar de uma beldade...

... n�o perfura o cora��o de qualquer um.

S� dos que t�m essa sorte...

... s�o sacrificados.

Eles levam os seus barcos...

...para onde existem tempestades.

Depois do afogamento, a pouca dist�ncia da costa...

...os que se riem da desgra�a...

... depois de alimentarem a fogueira...

...os que se riem da desgra�a...

... quando se tornam eles pr�prios a piada,...

... porque � que ficam chocados?

Eles levam os seus barcos...

...para onde existem tempestades.

Sauda��es Sr.Singh. - Sauda��es!

A que horas � que acordou, esta manh�?

Oh, estou c� com uma dor de cabe�a! Acho que bebi demais.

O que � que o traz por c� t�o cedo? N�o me tinha dito que vinha.

Sr.Singh, eu preciso de algum dinheiro.

O senhor disse que queria ganhar dinheiro. - Sim, claro.

Tem alguma coisa em mente? - � a altura das colheitas.

Pensei em armazenar algum cereal. - Porqu� s� algum? Armazene o mais que puder!

Mas, o senhor tem onde armazenar esse stock?

Lugares n�o faltam, tenho o armaz�m da minha f�brica de �leo.

Eu armazeno sempre, sementes para o �leo.

Ningu�m suspeitar� de nada. - O senhor � muito esperto.

Diga-me, de quanto dinheiro � que precisa? - Apenas 50000 rupias.

L� est� o senhor a ser picuinhas. O que vai o senhor fazer com apenas 50000 rupias?

Se quer ter lucros, fale em 100000, ou 200000 rupias.

Deus o aben�oes, senhor. Se o senhor me ajuda desta forma...

... poderei vender mais tarde as sementes por pre�os muito mais elevados.

Empreste-me ent�o 200000 rupias. - Vamos tratar dos pap�is.

Pap�is? - Est� com medo, senhor?

� uma quest�o de princ�pio. Eu tenho que ter alguma garantia.

Hipoteque a sua f�brica comigo e pode levar j� as 200000 rupias.

Est� bem, prepare os documentos. - Assim, est� melhor.

O seu cora��o est� a bater bem forte. Tem que ter coragem.

Eu tenho coragem, - Os pap�is estar�o prontos muito em breve.

F�BRICA DE �LEO JAGAT

J� acabou de descarregar? - J�, sim.

Tudo? venha comigo, vamos fazer as suas contas.

Senhor, venha acol� comigo, podemos tratar disso ali.

Que quer dizer com isso?

O senhor vai ter que ir comigo para a esquadra da pol�cia.

Para a esquadra da pol�cia? - Sim.

Porqu�? - Porque precisamos que v�.

De que raios � que o senhor est� a falar?

Tivemos conhecimento de que as sementes de �leo, s�o apenas para encobrir outras coisas.

Havia sacos com arroz no meio dos outros sacos. - O qu�?

N�o se preocupe, os seus stocks estar�o a salvo aqui no armaz�m, e o senhor connosco.

Quem � o senhor? - Eu sou o Inspector Sadat Hussein.

O senhor est� preso por pr�ticas de mercado negro.

Algemem-no. - Inspector!

Cale-se!

Inspector, Leve o que quiser. Dar-lhe-ei tudo o que quiser. Inspector!

Fico-lhe em d�vida para o resto da minha vida. Inspector...inspector!

Raios! Ningu�m me d� ouvidos.

Quem est� a�?

Um fantasma!

Ent�o, Sr.Jagat, como � que se sente atr�s das grades?

Ashok, salve-me por favor. Tire-me daqui.

J� est� assustado, t�o cedo?

Eu perdi na pris�o, sete dos melhores anos da minha vida.

E era inocente!

A minha m�e enlouqueceu e morreu por culpa vossa...

... enquanto voc�s, continuaram a gozar a vida.

Eu n�o fiz nada. Foi tudo obra do Harish e do Ramakant.

O senhor n�o fez nada? - N�o... sim, eu fiz.

N�o vou mentir agora. Mas tudo o que fiz, foi a mando do Harish e do Ramakant.

Ashok, perdoe-me por favor, pe�o-lhe... imploro-lhe.

Bata-me tanto quanto quiser, mas...

Se eu quiser, at� posso mat�-lo.

Mas n�o quero. - Eu sei que agora, pode fazer o que quiser.

Imploro-lhe, salve-me.

Fa�a com que os pap�is desapare�am do arquivo do Inspector.

Rezarei por si em todos os locais sagrados.

Farei todos os poss�veis para que a sua alma descanse em paz.

Mas por favor, salve a minha honra. - A sua honra?

Esta � a vingan�a pela minha desonra, Jagat.

N�o Ashok, por favor n�o diga isso, ou eu mato-me a seus p�s.

Muito obrigado. Obrigado.

Estou... que Sen?...O qu�?! O senhor localizou a Deepa?

Onde � que ela est�?

Shreepur....Sim. Obrigado. Muito obrigado.

Senhor, com quem deseja falar? - Com a Menina Deepa.

Por favor, sente-se no escrit�rio, eu vou avis�-la. Entre.

Sente-se, por favor.

O senhor quer falar comigo?

Sim....sauda��es. - Sauda��es.

Sente-se.

Diga.

Tanta simplicidade numa idade t�o jovem? � surpreendente.

Eu sou vi�va.

Quando � que o seu marido morreu? O que � que ele fazia?

N�o falemos de quem c� j� n�o est�.

Pe�o desculpas, se a minha pergunta a magoou.

Tinha alguma coisa a tratar comigo?

N�o, ia a passar e gostei da sua escola, e ent�o resolvi parar para apreci�-la.

Desde quando � que dirige esta escola? - H� quatro anos.

Ao ensinar numa aldeia longe da cidade,...

... a senhora est� a praticar uma boa ac��o.

Eu mesmo j� tive o desejo de dirigir uma escola como esta, mas n�o consegui concretiz�-lo.

Como n�o consegui fazer nada, gostaria de ajud�-la.

Ajudar? De que maneira?

Eu doaria umas 10-15 mil rupias, e poder�amos ambos...

Desculpe, mas n�o podemos aceitar donativos.

� a primeira vez que ou�o uma escola a recusar um donativo.

� uma quest�o de princ�pio.

Eu penso que se se aceitar donativos de toda a gente, perde-se o respeito.

N�o acha?

Parece que o seu marido lhe deixou bastante dinheiro.

E � por isso que a senhora n�o precisa de aceitar pequenos donativos.

Ou�a, n�o quero discutir consigo, mas tenho que lhe perguntar...

...porque � que fala de coisas relacionadas com a minha vida pessoal?

Que mal lhe pergunte, a senhora tem alguma coisa para esconder da sua vida pessoal?

Seja o que for,...

... eu n�o o conhe�o o suficiente, para discutir a minha vida pessoal consigo.

Se quiser, pode conhecer-me melhor. - Para qu�?

na verdade, ao v�-la, lembrei-me duma rapariga,...

... que n�o vejo h� muito tempo. Perguntava-me se seria essa rapariga.

Deve ter-se apercebido de que n�o sou essa rapariga.

Sim, realmente n�o �.

Estou ocupada, e n�o quero ser mal educada, por isso, se n�o se importa...

J� estou de sa�da.

Est� bem Deepa, agora percebo porque n�o tomaste conta da minha m�e.

E porque n�o podias esperar por mim.

Nunca te perdoarei. Nunca!

Sei perfeitamente onde � este lugar. - Ent�o, v� j� hoje para Shreepur.

Compre a escola, e todo o terreno que a circunda.

Lembre-se, tem de comprar aquele terreno a qualquer custo.

Sr.Prem, j� arranjei o terreno para a f�brica de a��car.

E at� j� encarreguei o Sr.Puri de o comprar.

Que bom, senhor. Compre tanto terreno, quanto o que quiser.

Mas, fa�a-me apenas um favor. - Diga l�.

Por favor n�o despeje o Sr.Rai da sua vivenda.

Ele � um homem doente, para onde ir�? - E o que tenho eu a ver com isso?

Se o senhor se preocupa com eles, ent�o, pague-lhes a hipoteca.

E se n�o consegue, ent�o sugira-lhe outra forma de o pagar.

O senhor visita-o com frequ�ncia. Ele tem uma filha em idade de casar.

Eu n�o posso esperar mais. Acho que dever�amos l� ir imediatamente, e decidir tudo.

Vamos. - Eu?

Sim, vamos.

Venha.

Sauda��es. - Sauda��es.

Como est�? - Estou bem, obrigada.

O que � que se passa? A menina parece triste. A sua cara fica melhor com um sorriso.

N�o acha, Sr.Prem?

Sentem-se, vou chamar o meu pai.

Sauda��es. - Sauda��es. Sentem-se, por favor.

Sente-se o senhor, Sr.Rai, o senhor n�o est� bem. Sente-se tamb�m, menina.

Sim? - Eu vim discutir a hipoteca.

Eu compreendo, Sr.Singh. Mas a situa��o em que estou hoje em dia...

... n�o permite que lhe pague t�o avultada soma.

Mas Sr.Rai, o senhor ter� que fazer algo para pagar a d�vida.

Porque � que n�o casa a sua filha?

Pelo menos, deixava de ter essa preocupa��o. - Sim, tenho que cas�-la.

Ent�o, case-a com um homem que poder� livr�-lo das suas preocupa��es...

... e que tamb�m fa�a a sua filha feliz.

Mas, que rapaz poderia... - Porque � que se preocupa com o rapaz?

O rapaz est� aqui � sua frente. - Quer dizer, que o senhor quer casar-se com ela?

Embora eu seja um homem simp�tico, estava a referir-me ao Prem.

Penso, que n�o ter� nada em contr�rio. - Est� a referir-se ao Prem?

Sim. Talvez o senhor n�o tenha no��o do qu�o a sua filha o modificou.

Gostaria que os casasse o quanto antes.

Ou o Prem pode mudar de ideias, de novo.

O que � que a menina tem a dizer?

Sr.Prem, tem alguma objec��o?

Sr.Prem! - Sim?

Em que pensamentos � que anda perdido? - Estava a pensar no meu amigo.

Que estranho! Estou a discutir o seu casamento, e o senhor a pensar no seu amigo.

Na verdade senhor, ele at� era parecido consigo.

Tamb�m costumava fazer coisas que chocavam as pessoas.

O senhor faz-me lembrar a ele. E a sua voz � t�o parecida com a dele...

... que me leva a confundi-los, diversas vezes.

S� a minha voz � parecida com a dele, nada mais?

N�o. - Ent�o, esque�a o que � id�ntico...

... e lembre-se do que n�o �.

Em que � que est� a pensar Sr.Rai? D� o seu consentimento a este casamento?

Sim, Sr.Singh. Estava a pensar em como, por vezes, compreendemos mal as pessoas.

Tem raz�o. �s vezes, sob um equ�voco...

... um homem inocente � punido de tal forma, que lhe arru�nam a vida.

Bem, esque�a isso. Aqui tem os pap�is da hipoteca. Recebi-os do Sr.Jagat.

S�o os mesmos?

Sr.Rai, a partir de hoje, n�o deve nada a ningu�m.

Porque � que fez isto?

Pense nisto, como o dever que um filho cumpriu.

Agora, vou retirar-me.

Escute.

Perdoe-me, Sr.Singh. - Pode tratar-me por irm�o.

Irm�o!

Deus te aben�oe, irm�.

A senhora pode entrar.

Oh! Deepa! N�o me reconheces? - Claro que sim. Sauda��es.

Sauda��es. Mas, a tua roupa... desde quando � que te casaste, e ficaste vi�va...

Esquece isso. E tu, como � que est�s aqui?

Eu trabalho aqui, como gerente. Mas, porque � que vieste falar com o Sr.Singh?

Eu giro uma escola em Shreepur. Ele comprou o terreno onde est� a escola.

Vim c� pedir-lhe que permita que a minha escola permane�a naquele local.

Sim claro, fala com o Sr.Singh, ele � um homem muito simp�tico.

Ele at� de dar� o terreno. Vai, o escrit�rio dele � aquele.

Est� bem.

Entre Menina Deepa. Sauda��es. - Sauda��es.

O senhor...? - Sim, eu chamo-me Bikram Singh.

Sente-se. Diga-me, o que a traz por c�?

O que � que quer tomar? Caf�? - N�o, obrigado.

Mande-me um caf�.

Diga l�.

Ouvi dizer que o senhor comprou o terreno onde se encontra a minha escola.

N�o s� aquele terreno, tamb�m comprei os terrenos � volta.

Vamos l� erguer uma f�brica de a��car.

Tem alguma coisa contra? - Em contra n�o, apenas um pedido.

Se o senhor puder poupar o terreno da escola, eu posso l� continuar a dar aulas.

Mesmo que n�o haja l� uma escola, que diferen�a far�?

N�o faz diferen�a?

� uma quest�o do futuro de tantas crian�as!

E depois, eu dei tanto do meu esfor�o para erguer aquela escola!

No outro dia, at� o senhor afirmou que era uma boa ac��o, o acto de ensinar.

E hoje... - � tudo uma quest�o de tempo.

Foi bom a senhora ter recusado a minha ajuda, naquele dia.

N�o gastei o meu dinheiro, e se a senhora fala em futuro...

... ent�o, penso que os alde�os precisam mais da f�brica de a��car, do que da escola.

Eles v�o ganhar algum dinheiro, e ficar�o contentes.

E manter-se-�o analfabetos toda a sua vida, n�o �?

O dinheiro cobre todas as falhas, Menina Deepa.

Mas o dinheiro, n�o pode dar a um homem o que a educa��o d� - o respeito.

A educa��o ensina o homem a viver com autoestima.

Isso � tudo discursos idealistas, e sentimentais.

Ao passo que eu, sou um homem de neg�cios pr�tico.

Sinto que todos devem curvar-se perante o dinheiro.

O respeito por si s�, n�o pode encher o est�mago de ningu�m.

Pense apenas que, se o seu marido lhe tivesse deixado algum dinheiro, tal como lhe deixou os ideais...

... a senhora teria necessidade de vir aqui pedir-me ajuda?

Mesmo hoje, n�o vi aqui para lhe implorar.

Eu juntei algum dinheiro, para construir um novo pavilh�o.

Se o senhor estiver disposto a vender o terreno, eu posso pagar.

No que respeita � f�brica de a��car, n�o posso ceder um s� cent�metro de terreno.

A senhora vai ter que abandonar aquele terreno. - Eu sairei. Bom dia.

Tome pelo menos o caf�.

N�o, obrigada.

Sauda��es, Sr. Advogado. - Sauda��es.

Desculpe, mas n�o estou a reconhec�-lo.

Eu chamo-me Ratilal Kapadia. Eu sou um corretor na bolsa de ac��es.

Diga l�.

Eu queria discutir um assunto consigo.

Diga. - Sente-se, que j� lhe digo.

Venha.

Para aqui...Diga l�.

Ouvi dizer que o senhor tem ac��es da Lamington Jute.

Porque quer saber?

Se as quiser vender, posso junt�-las �s minhas.

Posso vend�-las a um bom pre�o. - Que pre�o?

Digamos que... 100 % de lucro.

100 %!

O pre�o est� a subir? - Subiu imenso em dois dias.

100 % em dois dias!

Compre tantas ac��es, quantas as que puder.

Ele disse a verdade.

Chegou a altura.

Ent�o, o que � que me diz, senhor? Quer vend�-las?

N�o, lamento mas n�o as vendo.

O senhor � que podia vender-mas, se as tem.

Vejo que o senhor entendeu o neg�cio! Porque n�o? Afinal de contas, o senhor � advogado.

Bom, vou retirar-me. Bom dia.

Bom dia.

Manubhai. - Sr. Advogado? Sauda��es!

O pre�o das ac��es da Lamington Jute, est� a subir?

Subiu?...Est� a subir? ...Vai subir ainda mais? Boa!

Sim, compre mais. Obrigado,... obrigado.

Um homem acabou de entrar aqui. Viram onde � que ele se escondeu?

Mas, ningu�m entrou aqui. - Eu pr�prio vi-o entrar!

Mede cerca de 1,80 m. Acho que se escondeu aqui.

Voc�s t�m a porta aberta e relaxam. N�o devem fazer isso.

Mas senhor, a porta estava fechada. - N�o estava nada.

Eu estava a segui-lo. A porta estava aberta. - Mas, senhor...

N�o discutas comigo, vai procur�-lo. Bando de idiotas!

Isto quer dizer que ele est� escondido aqui.

Abra a porta! J� disse para abrir a porta!

Se tem amor � vida, abra a porta. Vou contar at� tr�s.

Um, dois, e...

E...

E...Apanhei-o! - Quem � que apanhou, Prem?

Guru... - Guru? A quem � que est� a chamar de Guru?

N�o, n�o � ao senhor. Um homem acabou de entrar aqui. Pergunto-me, para onde � que ele foi.

Um homem? Aqui? - Sim, um velho Gujarati.

Ele usava um chap�u, e trazia um guarda-chuva. Para onde ter� desaparecido?

O senhor andou a ler algum livro de espionagem, ou qu�?

O senhor pensa que eu estou a brincar, mas eu estou a dizer a verdade.

Mas, porque � que veio c� a esta hora t�o tardia?

Vim dizer-lhe que vendi todas as ac��es da Lamington Jute.

Ainda bem. Acho que devia ir dormir, ou ent�o, vai continuar a sonhar.

Senhor, eu n�o sonho. Mas, acredite em mim... Senhor, ele deve estar escondido aqui.

Aonde?

Sr.Prem! - Desculpe. O senhor pensa que estou a brincar...

... no entanto, digo-lhe que...

O senhor pode entrar.

Benvindo Sr. Advogado, benvindo! - Sauda��es.

H� tanto tempo que n�o o vejo.

Vim tratar de uns neg�cios consigo. - Diga l�, estou ao seu inteiro dispor.

Sente-se.

Sente-se. - Diga l�.

Obrigado.

Na verdade...como � que posso dizer isto? Queria pedir-lhe um empr�stimo.

Por dois dias. - S� por dois dias?

Fale-me em 3-4 meses, s� ent�o posso fazer algum dinheiro em juros.

N�o, � apenas por dois dias. - S� Dois dias? Ent�o leve l� o dinheiro.

� uma quantia muito grande. - De quanto falamos? Mais de 10-12 milh�es?

Ent�o, vai ser dif�cil. S� c� tenho no escrit�rio cerca de 10-12 milh�es.

N�o, eu n�o quero assim tanto, Eu s� quero 2 milh�es.

S� isso? Leve-o quando quiser. - Obrigado, Sr.Singh.

Tudo bem, mas... e a seguran�a? - Seguran�a?

Sim, qualquer um requer seguran�a.

N�o � que eu n�o confie na sua honestidade.

Afinal de contas, o senhor � advogado, claro que n�o far� nada de errado.

Eu disse alguma coisa errada? - N�o, o senhor est� certo.

E ent�o? - Seguran�a ...

Qual ser� o valor da sua vivenda?

Deve valer � volta de... - O senhor comprou-o barato.

Sim, comprei-o barato... como diz?

Na altura os pre�os da terra n�o estavam t�o altos.

Pois n�o. Isso significa, que o senhor quer a minha vivenda como seguran�a. Pois, eu n�o me importo nada.

Eu tamb�m n�o me importo. Prepare os pap�is da hipoteca, eu vou mand�-los dactilografar.

Vou dar-lhe o dinheiro.

Muito obrigado.

Conseguimos! Excelentes not�cias. J� mais ningu�m tem ac��es da Lamington Jute.

Boa! - Vamos come�ar a vend�-las, amanh� de manh�.

E assim que a procura subir, os pre�os tamb�m v�o subir.

Sr. Advogado, o senhor tem a vida feita!

E mesmo n�s os dois, vamos ganhar um bom lucro.

Compr�mos as ac��es a 200 rupias. Vamos vend�-las a 300 rupias...

Qual qu�! N�o as venderemos por menos de 350 rupias.

Eu tenho medo. E se n�o houver procura, e os pre�os ca�rem?

Sr. Advogado, pense assim: da maneira como os pre�os subiram,...

... vai haver procura por 2-3 dias.

E quando h� procura, o pre�o tamb�m sobe.

O pre�o tem que subir, ou eu ficarei pobre.

N�o diga disparates. V� para casa e durma descansado.

Amanh�, seremos milion�rios.

Harish, parece que a felicidade n�o o deixou dormir esta noite.

Acabei de chegar ao escrit�rio. - Ligue para o Manubhai.

Acabei de o fazer. - O que � que ele disse?

Ele disse que o mercado abriu,...

...mas n�o h� compradores. - N�o h� compradores? Porqu�?

O senhor quer compradores logo cedo pela manh�?

Porque n�o? � o que vinha acontecendo nos dois �ltimos dias.

Pois foi! - E ent�o?

Lamington Jute, 350 rupias.

N�o h� um s� comprador a 350 rupias. Nem sequer ningu�m pergunta por elas.

O Manubhai pergunta se deveria reduzir o pre�o.

Sim, diga-lhe para avan�ar com isso. - Diga-lhe.

Baixe o pre�o.

Lamington Jute, 300 rupias. Baixa de 50 rupias.

N�o as consegue vender? Ent�o baixe mais o pre�o, Manubhai.

Lamington Jute, 250 rupias.

Harish, ou�a o que lhe digo, venda ao pre�o que f�r.

Venda j�. - N�o seja doido.

Vamos esperar mais um pouco, de certeza que h�o de haver compradores.

Esperar? N�o, eu estou pobre, deixe-me vender as minhas ac��es, ou estarei arruinado.

N�o seja doido. Vamos � ru�na todos juntos.

Eu sou um homem pobre, Harish.

N�o senhor, n�o h� compradores mesmo a 250 rupias.

Baixarei o pre�o, se o senhor o disser. - Sim, baixe o pre�o.

Lamington Jute, 200 rupias.

Sim, venda-as, venda-as a qualquer pre�o.

Lamington Jute, 150 rupias.

Baixe mais o pre�o.

Lamington Jute, 100 rupias.

O pre�o baixou. Lamington Jute, 100 rupias!

O que � que est� a dizer, Manubhai? Uma ac��o de 100 rupias, n�o vende a 100 rupias?

O qu�? O mercado fechou? E que tal, amanh� de manh�?

Ser� que a procura aumenta? ...N�o h� esperan�as?

N�o h� esperan�as?

N�o h� esperan�as?

6 milh�es!

Subida de 100 %!

Subida de 400 %!

Vou ficar rico!

Estou destinado a ficar rico!

O Amar morreu!

Todos v�o morrer! Ningu�m sobreviver�.

O Amarnath enlouqueceu. - E da�, o que quer que eu fa�a?

Motabhai, eu quero vender as ac��es da Lamington Jute.

Ashok...

N�o...n�o pode ser!

Ele est� morto!

Ramakant, eu n�o percebo uma coisa. - O qu�?

Suspeito que isto seja uma conspira��o.

Conspira��o? - Sim.

Primeiro, arrumaram o Jagat. Hoje, o Amarnath enlouqueceu.

Amanh�, pode ser a nossa vez.

Algu�m quer arruinar a todos os que dividiram o dinheiro�

... do saque do Citizen Bank.

Mas quem? - Isso � o que temos que descobrir.

Baldev,... Bihari!

Sim, senhor?

O que se passa, Sr.Prem? Alguma briga em casa?

N�o, senhor. - Ent�o, porque � que parece deprimido?

Ouvi dizer que a Menina Deepa, vai hoje deixar a escola dela em Shreepur.

Para onde � que ela vai? - N�o sei, senhor.

Para onde ir� ela? Sozinha, sem ningu�m para a apoiar.

Ser� apropriado?

D� c� isso...depressa.

Este � o homem que causou a perda da nossa escola.

Teremos um p�tio � luz das estrelas

E chuvas torrenciais

A nossa vida ser� um sonho t�o bonito

Verei o mundo atrav�s dos teus olhos

Olharei para este mundo, ou para outro

Mas s� te verei a ti

Com as chuvas torrenciais...

Mesmo que os meus olhos chorem, eu sorrirei

N�o temerei, mesmo as tempestades de tristezas

Enquanto o meu amado estiver comigo

Com as chuvas torrenciais...

Quem est� a�?

Oh, � o senhor. Deve ter vindo verificar, se realmente eu deixo as suas terras.

Veja, estou mesmo de partida.

Eu vim para pedir-lhe que fique. - O que quer dizer com isso?

Quero dizer, fique e dirija a sua escola.

O senhor pensa que eu sou uma marioneta, nas suas m�os?

Que fico ou saio, conforme a sua vontade?

Que vou seguir as suas ordens?

Ou�a, n�o me entenda mal. Eu quero apenas, corrigir o meu erro.

Perdoe-me, por favor. - Oh, o senhor est� todo encharcado.

Entre.

J� tinha empacotado tudo...

Tome.

Menina Deepa, a menina tem raz�o. Os alde�os precisam da escola...

Ele � o seu... - Sim, era o meu marido.

Meu Deus, muito obrigado. Livraste-me de um grande pecado.

Porqu�, o senhor conhecia-o? - Conhecia-o muito bem.

Ele era um bom amigo meu. Mas, tanto quanto sei, ele n�o era casado.

O que a sociedade chama de casamento, n�o � necess�rio.

Os nossos cora��es pertenciam um ao outro. Eu considerava-o meu marido.

Que sacrif�cio enorme! Quem haveria de pensar nisso!.

Menina Deepa, Eu, sem saber, magoei-a.

Pe�o desculpas por isso.

A senhora sofreu imenso.

� muito triste que um homem inocente, n�o pudesse ser salvo.

Eu tentei o meu melhor. Gastei muito dinheiro, a conselho de meu advogado.

Por dinheiro, at� hipotequei a minha casa de fam�lia.

Ainda assim...

E n�o lamento t�-la perdido.

O que lamento, � n�o ter podido cumprir a promessa que fiz ao Ashok.

N�o pude salvar a m�e dele.

Com o choque, ela perdeu a sanidade mental.

Um dia, ela saiu de casa desnorteada, e foi atropelada por um cami�o.

Pergunto-me como � que o Ashok recebeu a not�cia. - Ele n�o sabia.

N�o consegui ir ter com ele, depois daquilo. Com que cara o faria?

Ao ver-me, ele iria perguntar-me pela m�e.

E eu nem conseguiria mentir-lhe, nem aguentaria com a sua tristeza.

� toda a minha desgra�a. Ou ent�o, porque � que s� eu sobreviveria?

Perdoe-me, estou um pouco...

O senhor est� a chorar? - N�o... � que fez-me lembrar da minha m�e.

Irm�, parou de chover. Est�o todos � sua espera.

Eu posso levar as coisas, depois voc�s sa�rem do quarto.

N�o, n�o h� necessidade de levar as coisas.

A escola vai manter-se aqui.

Sauda��es, tio. - Como est�s, querido?

Como � que se sente? - Agora, estou bem.

Vim, assim que recebi o seu telegrama.

Doutor, o estado dele � muito grave? - N�o, mas ele n�o devia abusar da fala.

Senta-te. Estou muito contente com a forma como geriste t�o bem os meus neg�cios.

Em apenas alguns meses, conseguimos lucros nunca antes atingidos.

N�o fiz mais que o meu dever.

Bom, tenho que falar menos, por causa da minha press�o arterial.

Por isso, ouve-me com aten��o.

Toma, fica com estes pap�is.

O que � isto?

Tu ser�s o �nico administrador de tudo o que tenho.

Se eu n�o sobreviver... - N�o diga isso, senhor.

Vem c�, querido.

Ele � meu neto, do meu sangue, o meu �nico herdeiro.

Estou muito preocupado com a sua seguran�a.

A partir de hoje, quero que te responsabilizes por ele.

Quero que o leves contigo, ainda hoje. - Mas, porque � que est� a fazer isto?

Tenho uma raz�o forte. Tu sabes dos meus sobrinhos, o Keshav e o Madhav.

Sim. O que � que t�m? - Eles sa�ram da pris�o.

Depois do Shanker, eles s�o os �nicos quem podem reivindicar a minha riqueza.

A gan�ncia pelo dinheiro, pode lev�-los a fazer qualquer coisa, at� matar.

Portanto, se levares o Shanker contigo, sinto-me mais seguro.

Est� bem, farei o que me pede, senhor.

Venha, senhor. Diga-me, o que pretende?

Eu queria um diamante. - De que tamanho?

Um grande. - Um grande? Eu mostro-lhe.

Veja, estes s�o os que temos agora. - N�o, esses s�o muito pequenos.

Eu quero grandes. Veja, pelo menos deste tamanho.

Agora, ningu�m compra desse tamanho. - Pois, eu quero deste tamanho.

Veja. Estes n�o servem?

N�o, s�o muito pequenos.

Prometi � minha filha, que lhe ofereceria uns deste tamanho.

� muito dif�cil arranjar desse tamanho. N�s n�o temos.

Bom,... paci�ncia! Adeus. - Adeus!

Senhor... - Quem � o senhor?

Eu sou joalheiro. Que tipo de diamante � que o senhor quer?

Um como este. Esta � a 15� loja a que venho,...

... mas n�o consigo arranjar um. Embora esteja disposto a pagar qualquer pre�o.

Venha comigo, pode ser que eu o consiga ajudar.

Ai, sim? - Sim.

Oh, encontrei-os.

Entre, Sr. Sen. - O senhor queria falar comigo?

Sente-se, j� lhe conto tudo. - Obrigado.

O senhor � o detective, mas fui eu que descobri uma coisa, ontem.

Ai, foi?

Ouvi uma conversa entre duas pessoas, e fiquei a saber de um segredo.

E tenho a certeza, de que o senhor pode beneficiar desse segredo.

Conte l�.

O senhor conhece o Ramakant e o Harish, que t�m o escrit�rio na rua Ferozshah?

Os homens, dos quais o senhor queria informa��es? - correcto.

O verdadeiro neg�cio deles, � o contrabando de diamantes.

O qu�?! - Sim.

Eles v�o fornecer diamantes a um tal Ratilal Kapadia, amanh� � noite.

No Windsor Hotel, exactamente �s 7 da tarde.

O senhor quer que os prenda?

N�o s� quero isso, como acho que se os vigiarmos desde j�,...

... poderemos at� descobrir onde � o covil deles.

Porque eles h�o de trazer os diamantes, desse local.

E o senhor sabe, que quem ajuda a apanhar produtos de contrafa��o...

Recebe uma recompensa de 10 %.

Correcto. Ent�o, o que � que tem que me dizer? - Obrigado, Sr.Singh.

Vou conseguir confiscar esses produtos. H� de ver a not�cia nos jornais...

Depois de amanh�. Eu hei de ler. - Obrigado. Vou-me embora. Vou segui-los.

Que tudo corra pelo melhor. - Obrigado.

No outro dia, a Menina saiu sem tomar caf�. Hoje, n�o me vai fazer essa desfeita!

Eu preparo.

Porque � que me chamou aqui?

Primeiro tome o caf�, depois conto-lhe.

� a Tia.

Cumprimenta-a.

Sauda��es. - Sauda��es.

Como � que te chamas? - Shanker.

Vem c�.

O que se passa? N�o gostas dela? - Gosto.

Ent�o vai l�,...vai.

Tome.

Tu vais tomar caf�?...N�o?

Posso entrar? - Entre, Sr.Puri.

Este � o meu arquitecto, o Sr.Puri. - Eu sei.

Shanker, vem c�.

Lindo menino. Vamos para casa. - Eu quero ficar aqui.

O qu�? - Deixe-o ficar, se ele assim quer.

Est� bem. Com ele sob o seu cuidado, n�o tenho que me preocupar.

Daqui a dois dias, venho busc�-lo. Escuta, n�o vais chatear a tia, pois n�o?

N�o vou, n�o. - Lindo menino.

Adeus. - Adeus.

De quem � esta fotografia?

J� me lembro! Esta � a m�e do Ashok.

A m�e do Ashok? Tem a certeza?

Sim. Quando eu fui esconder o dinheiro na casa dele, vi-a l�.

Isso quer dizer que o Ashok n�o morreu. - Mas, e aquela not�cia?

A not�cia at� podia ter sido publicada por encomenda!

Esta letra, tamb�m � do Ashok.

"Dois nomes apagados, Jagat e Amarnath. Sobram o Harish e o Ramakant."

E eles v�o continuar a sobrar.

Bihari, que mais � que viste? - Nada de especial.

Como vi o seu nome junto a esta foto, resolvi traz�-la.

Eles estavam a falar de uma escola qualquer.

Quem eram eles? - Uma rapariga, um homem, e o pr�prio Sr.Singh.

Rapariga? - Sim senhor, ela chama-se Deepa.

Ela dirige uma escola em Shreepur.

Ent�o, at� a Deepa est� viva. Tamb�m vamos ter que tir�-la do nosso caminho.

Shanker...

Olha, trouxemos-te um chupa-chupa.

De quem � esse mi�do, para onde � que o levam?

Ele � nosso familiar, estamos a lev�-lo para casa.

Para lhe darmos uns chupa-chupas. - P�e o mi�do no ch�o!

Entrem!...entra!

Shanker! - Tia!

Este mi�do pertence � sua escola? - Sim.

Estes dois lar�pios estavam a tentar sequestr�-lo.

A senhora reconhece-os? D� uma espreitadela.

Entre! N�o grite, limite-se a entrar. Motorista, depressa!

O que se passa, Sr.Prem? O senhor est� a perder cabelo.

Ser� verdade o que as pessoas dizem?

N�o senhor, n�o � verdade. A Jayshree n�o me puxa o cabelo. Eu n�o o permitiria!

Ent�o, o senhor deve estar a puxar a si pr�prio. - Est� a gozar comigo, senhor!

Est� l�!

Sim, aqui fala o Bikram Singh...Quem?

Aqui fala o Madhav. - Que Madhav?

J� se esqueceu do Madhav?

N�s somos os pr�prios Keshav e Madhav, a quem o senhor ajudou a prender, em Raigarh.

Agora, � a nossa vez. - Que disparate � esse?

N�o � disparate nenhum, s� lhe digo, e olhe que estou a dizer a verdade.

O neto do Sr. Raja, Shanker, � nosso ref�m. - N�o acredito nisso!

E vou fazer com que acredite! Shanker, fala com o teu tio.

Tio. - Shanker! Onde � que est�s?

Eles apanharam-me, e trouxeram-me para c�.

Vem-me buscar, por favor. - Escuta, tu...

Agora, j� acredita?

Se quer preservar a vida do Shanker, tem que levar 10 milh�es de rupias,...

...a Mud Beach �s 8 horas em ponto!

E ou�a, venha sozinho, n�o se arme em esperto.

Estou... est� l�! Estou...

O que se passa, senhor? Quem era, ao telefone? - O Madhav.

O Madhav? O sobrinho do Sr.Raja? - Sim, esse patife mesmo.

O Keshav e o Madhav, raptaram o Shanker.

Eles querm 10 milh�es, ou matar�o o Shanker.

Oh, percebo. Eles baixaram assim de n�vel? Dev�amos mandar prend�-los.

Vou chamar a pol�cia. - N�o seja est�pido.

� a vida do Shanker que est� em jogo. Para salvar a vida dele, 10 milh�es n�o s�o nada!

S�o 6:15. Tenho que chegar a Mud Beach com o dinheiro, at� as 8 horas.

Tenho que partir imediatamente.

Senhor, eu vou consigo. - N�o, n�o � necess�rio.

Eles chamaram-me a mim.

Mas vai sozinho, com tanto dinheiro?

� muito arriscado. - N�o Sr.Prem, o senhor fica aqui.

Enquanto eu n�o voltar, o senhor n�o vai a lado nenhum, nem vai fazer nada. � uma ordem!

N�o posso sair daqui, nem posso fazer nada? Como � isso poss�vel?

Eu sou um funcion�rio leal ao Sr. Raja. Claro que vou fazer algo.

Venha Sr. Singh.

Entre, Sr. Singh. Trouxe o dinheiro?

Onde est� o Shanker? - Ele est� c�. Primeiro, d�-nos o dinheiro.

N�o, primeiro quero ver o Shanker.

Tragam o Shanker.

Tio! - Shanker, filho!

Keshav e Madhav!... N�o toquem em nada! N�o se esque�am que voc�s s�o nossos ref�ns.

Sr.Harish? O senhor, por aqui? - Sim Sr.Singh.

Por coincid�ncia, at� o senhor � meu convidado, hoje.

O senhor j� acertou contas com eles. Pode tamb�m acertar as contas comigo.

o que quer dizer com isso?

Quero dizer, que algu�m que lhe � mais querida que este mi�do...

... tamb�m � minha ref�m. O que � que me d� em troca dela?

Do que � que o senhor est� a falar? Quem � que � sua ref�m?

V� dar uma espreitadela naquele quarto. V�!

Vachan Singh, abra a porta.

Sr.Singh, o senhor?

Deepa...

O que � que se passa? Porque � que eles me raptaram?

Foi tudo por minha causa. Agora compreendo. Eles descobriram tudo.

Est� bem, se Deus me trouxe de volta a este cruzamento entre a vida e a morte,...

... arriscarei a minha vida, para acabar com este jogo.

N�o entendo nada do que est� a dizer. O que � que se passa?

Deepa, alguma vez pensou que o Ashok pode estar vivo?

O Ashok?...n�o, isso � imposs�vel.

Se ele estivesse vivo, como � que ele deixaria de vir ter comigo?

Ele foi ter consigo v�rias vezes, mas a menina n�o conseguiu reconhec�-lo.

Eu n�o o reconheci?!

N�o.

Ashok...

H� tanto tempo!

Porque � que me fizeste sofrer tanto, Ashok?

V�o ter que encurtar a dura��o desse reencontro.

� bom que te tenhas revelado.

Assim, at� posso ser logo directo!

O que � que queres?

Queremos uma compensa��o pelas perdas que causaste ao Jagat, ao Amarnath,...

... e a n�s pr�prios. O Bikram Singh � um bilion�rio.

Com certeza, ele vai dar-nos alguma coisa.

Depois disso, os vossos corpos v�o ser encontrados a boiar, no mar.

No que diz respeito ao neto do Sr. Raja, ele vai pagar-nos uns milh�es.

N�o Harish, poupa o mi�do, por favor. A tua guerra � comigo, n�o com ele.

Quem deixaria escapar um cisne dourado?

O Sr. Raja vai dar-nos uns milh�es de rupias, por ele.

Levem o mi�do l� para cima.

Tio!

vai! Ele n�o pode escapar. Matem-no!

Deepa, pega o Shanker e foge. - N�o!

Vai, Deepa!

N�s somos Rajputs! Vamos!

Abre a porta!

Prem...

Onde est� o Bikram Singh?

Eles cercaram-nos. N�o sei como sair daqui.

Pega no mi�do e vai at� ao terra�o.

H� l� umas escadas, por onde poder�s fugir. Eu acabo de vir por essas escadas.

Vai, depressa.

N�o se atrevam!

Senhor, perdoe-nos por favor. N�s s� ligamos para si, porque o Harish nos obrigou.

Eu n�o fiz mal nenhum. Por favor, n�o conte ao tio.

Guru?!... Mas...

Larga-o! - N�o, n�o largo!

Para!

Se deres um passo que seja, eu atiro!

Atira! Mas tamb�m, n�o te darei tr�guas.

Caio daqui para baixo, mas vamos juntos!

Shanker...

Tio...tio.

Shanker, filho!

N�o chores mais, filho.

N�o chores mais, filho.

Gra�as a Deus que o Sr. Sen trouxe a pol�cia, mesmo a tempo.

Obrigado, Sr. Sen. - N�o... n�o tem de qu�!

Mas, como � que chegou at� aqui?

Com ele. O tal Sr.Ratilal, n�o apareceu l�.

Ele tinha diamantes no bolso.

Eu prendi-o, e ele... ele... - Ele confessou.

Obrigado, senhor.

Depois de sentenciar os verdadeiros culpados, do saque ao Citizen Bank,...

... o tribunal declara inocente o Sr.Ashok Tandon,...

... e retira todas as queixas contra ele.

E n�o � s�. O tribunal considera que deve agradecer ao Sr. Ashok ...

... porque foi gra�as a ele, que foram desmascarados os verdadeiros inimigos da sociedade.

E a verdade e a justi�a, triunfaram.

Ashok, conseguiste cumprir a tua promessa.

Foi tudo, gra�as a si. - N�o, tudo aconteceu por obra de Deus.

Eu s� me congratulo, por ter tido f� em ti.

Guru, fizeste tudo de mim, de criado, de parvo, fizeste-me marido.

Agora, faz-me teu cunhado.

V..v...vamos!

Traduzido para PT_PT por: ojb1966@gmail.com

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