All language subtitles for The Mighty Boosh - 01x06 - Charlie.DVDRip.Portuguese (Brazilian).updated.Addic7ed.com

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Original subtitles

Oi, bem-vindo ao programa. Sou Howard Moon,

- este � Vince Noir. - E a�?

Esta semana temos uma surpresa,

na forma de um amigo meu muito especial.

Um �timo ator, que concordou

em interpretar um personagem no programa.

- Simon McFarnaby n�o. - Sim, Simon McFarnaby.

Um dos melhores atores de teatro do pa�s.

S� o chamou porque acha que te colocar� em uma das "pe�as" dele.

- Talvez coloque, voc� n�o sabe. - Acho que n�o.

Ele n�o est� trabalhando, ent�o pensei em cham�-lo.

- Mesmo? - Sim.

- Me pergunto por qu�. - Como assim?

Ele n�o � estranho?

Parece feito de madeira, parece uma �rvore.

Do que est� falando? N�o parece. Ele est� aqui, fale baixo.

Simon McFarnaby.

- Oi. - Como vai?

- Vou bem. - Est� �timo.

Ent�o... anda trabalhando muito atualmente?

No momento n�o, mas tenho um trabalho no outono.

- Mesmo? - Aposto que tem.

S� queria dizer que � �timo t�-lo no programa.

Ser� bom trabalhar com voc�, estou ansioso por isso.

- Obrigado. Vou chamar a Wanda. - Tudo bem.

Por que n�o mergulha sua cabe�a em vinagre?

O qu�?

- Ele s� est� brincando. - Certo, tudo bem, at� mais.

O que est� fazendo? Caia fora.

Aproveite o programa. Simon! Simon!

Venha conosco por uma jornada pelo tempo e espa�o

Para o mundo de The Mighty Boosh

The Mighty Boosh Venha conosco at� The Mighty Boosh

Vamos, Howard. Se anime, participe.

Estou carregando um balde de sementes. Como participo disso?

� o melhor trabalho do zool�gico.

Distribui��o de sementes.

- H� algo de errado com voc�. - O que quer dizer?

Est� sempre feliz. Tudo � divertido.

V� um amendoim e � como se o dia estivesse perfeito.

V� um pouco de terra, � uma farra para Vince Noir.

- Preciso de algo mais. - Acho que � o poncho.

� imposs�vel ficar infeliz em um poncho.

Vou arrumar um sombrero tamb�m.

Imagine a combina��o de poncho e sombrero.

Vou ficar super feliz. Voc� devia usar tamb�m.

� preciso mais que um visual Mexicano

e distribui��o de sementes para me fazer feliz.

Sabe, Vince, esse zool�gico � pequeno demais para mim.

Sou um homem de grande estilo.

Preciso de algo mais, algo que estimule minha mente.

Sabe o que eu serei? Serei escritor.

At� parece, voc� nem tem uma caneta.

N�o � preciso uma caneta para ser escritor.

- Acho que precisa. - Sou um pensador.

- Serei um romancista. - Eu escrevo livros.

- O qu�? - Livros do Charlie.

- Livros do Charlie? - Sim.

Aquele boneco rosa que voc� desenha?

Sim, o Charlie. Charlie � genial.

� feito de um milh�o de peda�os de chichete velho.

Imagine s�. No ver�o de 1976,

voltando de um show Alice Cooper,

Charlie come�ou a derreter no asfalto.

Estava muito quente em Los Angeles, e ele derreteu.

Felizmente, l� estava Eric Philips,

um crocodilo que se envolveu com magia negra.

Ele teve pena de Charlie,

e o raspou do ch�o usando esp�tulas.

Ele o colocou em uma antiga concha de sopa

e embarcou em seu tapete m�gico.

Segure-se Charlie!

Destino: Alasca.

Eric Philips decidiu congelar Charlie

mas em sua pressa reptiliana,

ele o congelou na forma de um aspirador.

N�o pensei direito!

Mas Charlie n�o se intimidou. Saiu passeando pelo lugar,

sugando �ndios.

Os �ndios n�o se importaram.

Amaram a barriga rosa e quentinha do Charlie

e se recusavam a sair.

Charlie disse, "Tudo bem."

e p�s fogo em um martelo, para tornar oficial.

Estou pegando fogo.

A desvantagem foi que os �ndios sufocaram imediatamente.

N�o havia passagem de ar.

Charlie entrou em p�nico e disparou os �ndios em bala,

direto nos olhos do Crocodilo Eric.

Depois de tudo que fiz por voc�!

Ele congelou.

Ap�s uma bebida, Charlie roubou o tapete m�gico do Eric

e partiu para Seattle.

Charlie se sentia culpado.

Tinha matado 50 �ndios, ningu�m precisa disso.

Decidiu passar o resto da vida colocando cabelos em botas,

amendoins, trompetes e chaves de fenda.

N�o s�o livros, s�o rabiscos de um retardado, Vince.

- S�o livros, s�o livrinhos. - S�o escritos com giz de cera.

- E da�? � um estilo novo. - Estilo novo?

Estou falando sobre livros que ser�o publicados.

Os meus s�o. Eu mesmo publico.

Voc� tira c�pias deles e deixa nos supermercados,

em caixas de biscoito. N�o � o mesmo que publicar.

Quero lidar com pessoas reais. Problemas e personagens reais.

- Charlie � real. - Vai parar de falar sobre o Charlie?

- Ele n�o � real. - Ele � real.

- N�o �, pare com isso. - Est� com medo do Charlie.

- N�o estou com medo. - Por que tem medo dele?

- Eu n�o tenho. - N�o precisa ter medo.

- N�o tenho medo dele. - Charlie sempre esteve aqui.

- Como assim? - Sempre esteve conosco.

Cale a boca. Pare com isso, sabe que n�o gosto dele.

- Ele gosta de voc�. - Como assim, "gosta de mim"?

- Ele te acha engra�ado. - Me acha engra�ado?

N�o sou engra�ado.

- Sabe o que ele faz? - Sou s�rio.

Ele vem quando voc� est� dormindo, te observa,

se inclina sobre a sua cama...

Acho bom parar de falar do Charlie.

- N�o pode lidar com ele. - Cale a boca.

Certo, vamos ver como o rato techno est�.

- Est� pirando. - Qual o problema dele?

Ele tomou anfetamina e LSD.

Coloque-o na jaula de m�sica ambiente, r�pido.

Beba �gua.

Vou te dizer, Vince.

Quando for famoso, sairei do zool�gico.

Estarei com a alta sociedade, vivendo em alto estilo.

- E quanto a mim? - Te levarei comigo.

- Poderia vir comigo. - Legal.

Como escritor, iria querer focar na minha escrita.

N�o iria desperdi�ar energia em tarefas mundanas

como lavar roupa ou tirar o lixo. Poderia fazer isso para mim.

- Isso iria ajudar. - Se enxergue, n�o farei isso.

Poderia vir e fazer ch� para mim,

e me passar canetas, quando eu precisar.

- Como um carregador? - Carregador de escritor.

- Gostaria disso, sim? - N�o.

Claro que gostaria, poderia me seguir discretamente,

e se eu tiver uma ideia, poderia me jogar uma caneta.

- N�o irei fazer isso. - Carregar um estojo com rodas,

logo atr�s de mim.

Com uma roupa quadriculada e um chap�u engra�ado.

N�o uso roupa quadriculada.

- Achei que gostava de se fantasiar. - Gosto, com ponchos.

- A oferta ainda est� de p�. - Muito obrigado.

Vou almo�ar. Naboo fez chilli, voc� vem?

N�o, tenho que ler.

Quer dizer que vai ficar e espionar a Gideon?

N�o. Tenho que fazer pesquisas para o meu livro.

� mesmo?

Devia tomar cuidado. Ela j� fez uma reclama��o.

At� mais, Ligeirinho.

- O que est� fazendo? - Apenas lendo.

Estou com problemas com as pessoas pretas e brancas.

Quem?

As Chinesas dos olhos pretos, que comem galhos.

Os pandas.

"Sou Howard Moon, eu sei ler."

"Sei o nome de todos os animais do zool�gico."

- �, os pandas. - Qual o problema?

Parece, e isso � segredo, Bainbridge me disse

que quando o panda macho beija a panda f�mea

eles fazem novos beb�s panda

e pessoas vem e d�o dinheiro.

- Isso � reprodu��o. - Eu sei, hora da transa.

� dif�cil fazer pandas se reproduzirem em cativeiro.

- Pensei que sabia disso. - Sim, mas tenho um plano.

O panda macho n�o beija a panda f�mea, certo?

Ent�o quero que se fantasie de panda macho,

e v� para cima da f�mea, sabe...

E deixe o panda macho com ci�mes.

Ele ir� se aproximar e boom!

Filhotes por todo lado.

Essa deve ser a coisa mais obscena, nojenta, humilhante,

e potencialmente perigosa que j� ouvi voc� falar.

Valeu, cara.

Nenhum homem deveria ser for�ado a se fantasiar de panda.

- Por que estou fazendo isso? - Porque sabe lidar com animais.

- Estou rid�culo. - Est� �timo.

- N�o pare�o um panda. - Pandas n�o enxergam bem.

- Essa � a beleza do plano - O que tenho que fazer?

Entrar na jaula da Chi-Chi, dan�ar eroticamente,

e deixar o Frou-Frou com ci�mes.

- E quando ele estiver com ci�mes? - Bata na porta, e te deixarei sair.

- O que vai ficar fazendo? - Vou ficar aqui.

- Espiando a Gideon? - N�o, comendo meu almo�o.

Vamos.

Howard.

Howard.

Howard!

- Ol�, Srta Gideon. - Quem � voc�?

Howard Moon. Trabalho no zool�gico.

Por que tem migalhas ao redor dos olhos?

Eu e Vince est�vamos jogando um jogo.

Olho de migalha.

Colocamos migalhas nos olhos um do outro,

e... o vencedor ganha um rodo.

- � um bom livro, gosto desse. - J� leu?

Li, duas vezes. A vers�o original e a impressa.

Me identifiquei com Jonathan, achei ele �timo.

O assassino em s�rie?

Sim, quero dizer que me identifiquei o m�ximo

que � poss�vel se identificar com um assassino.

Todos j� matamos algu�m mentalmente.

Do que est� falando?

Sendo um escritor, � algo que preciso fazer.

Preciso me envolver com o lado negro da psicologia.

- Voc� � escritor? - Sim, sim, bastante.

Amo escrever.

� como uma compuls�o para mim.

Palavras escritas s�o como uma droga.

Se me cortar, sangrarei tinta.

Escrevi isso. � uma das coisas que escrevi.

� amigo do Vince?

- Sou. - Ele � um bom garoto.

- O que est� havendo? - Estou o deixando com ci�me.

Certo, ele est� com ci�mes. Vamos.

N�o mesmo, ela n�o gosta dele. � um bruto.

N�o entende as necessidades dela, s� liga para ele mesmo,

eles nunca se dar�o bem.

Ele est� com ci�mes, est� preparado.

� hora de deix�-lo entrar, deixar a natureza agir.

N�o! N�o vou deix�-lo roubar a gl�ria!

- Criei um relacionamento aqui! - Relacionamento?

- Voc� enlouqueceu, vamos. - Me solte, temos qu�mica!

O que est� olhando?! Te ligo essa semana.

Desculpe.

PANDA MENSAL

Se importa?

Mas estava bom, n�o �? Igualzinho ao som do vento.

Sim, como uma ventania na minha cabe�a.

- Posso imitar outros elementos. - Pode? Pode imitar a n�voa?

Howard. Howard.

Howard.

Howard.

Howard.

Howard, Howard.

Howard.

Howard.

Howard?

Howard, Howard.

- � melhor falar algo bom. - Sabe as coisas pretas nas bananas?

S�o ovos de tar�ntula?

Por favor, n�o fale comigo nunca mais na sua vida.

Seu livro � sobre o qu�?

Sobre um g�nio que n�o consegue fazer nada

porque h� um macaco o irritando.

- Cometeu um erro cl�ssico. - Cometi?

Est� focando no personagem errado.

Estou adorando o macaco, mas n�o gostei do outro cara.

Ele parece ser um babaca.

A Srta Gideon n�o achou isso.

- Srta Gideon? - Sim.

Eu sabia que tinha algo a ver com isso.

- Do que est� falando? - Voc� � t�o transparente.

S� est� fazendo isso porque ela gosta de escritores.

- N�o, sempre fui escritor. - Foi mesmo?

Ela est� interessada em mim porque sou um intelectual.

- E ela � intelectual. - S�rio?

Quando ficarmos juntos, e isso � inevit�vel,

mas quando ficarmos, ser� incr�vel.

Leremos poesia todos os dias. Teremos cachimbos.

Discutiremos sobre assuntos intelectuais do dia a dia.

Isso parece terr�vel.

Gosto de garotas que gostam de cores vivas,

e dan�am usando roupas esvoa�antes.

- Quer algu�m igual a voc�? - Quero.

- Ent�o, quanto j� escreveu? - Estou desenvolvendo.

Quantidade n�o � importante em romances modernos.

� a qualidade da prosa, e coisas assim.

- Quanto j� escreveu? - Uma frase.

- Mas �... - Uma frase?

N�o sei do que est� rindo.

� uma boa frase, se quer saber.

- Enviarei para Hamilton Cork. - Para quem?

O editor. Enviarei esta frase.

Duvido que ele esteja interessado em uma frase.

Est� errado, esta � a filosofia dele.

Ele sabe, ap�s uma frase, se quer publicar um livro.

Enviarei essa para ele, porque � boa.

- Quero que leia. - Estou bem.

- Olhe. - Estou ocupado.

Por qu�? Quero que voc� olhe.

- Eu n�o quero. - Por qu�?

N�o estou com vontade.

Vamos, s� olhe. N�o seja bobo, olhe.

- Sabe como voc� �. - Como assim?

- N�o aceita cr�ticas. - N�o seja bobo. Leia.

Diga o que achou.

Est� bom, na verdade. �timo.

O �nico problema �...

Ele � um lun�tico. Totalmente doido.

Inacredit�vel. Tem problemas com a raiva.

Deveria ver o Naboo.

Naboo daria um jeito.

Naboo � �timo, resolve qualquer coisa.

At� mais.

Pode sair? Tenho assuntos do zool�gico para resolver.

Ol�?

Howard Moon?

- Sim? - Sou eu, Hamilton Cork.

Li sua frase. Uma fa�anha impressionante.

Ser� publicado, e se tornar� um escritor famoso.

Ol�?

- Howard Moon? - Sim?

Sou eu, Hamilton Cork. Procuro Vince Noir.

- Eu sou o Vince. - Achei um dos livros do Charlie

em uma caixa de biscoitos. Fa�anha impressionante.

Ser� publicado, e se tornar� um escritor famoso.

- Esse � o sonho, n�o �? - N�o, o outro era.

N�o!

Sim.

PSIQUIATRA DO ZOOL�GICO EM SESS�O

Voc� claramente tem problemas com inveja.

- Como assim? - Est� com inveja do Vince.

Por que teria inveja dele?

Ele � bem-sucedido, tem um �timo cabelo,

e � um �timo escritor.

- O que tem a oferecer? - Sou escritor.

- N�o vi muitas provas disso. - Estou com bloqueio criativo.

Porque est� com raiva e n�o consegue aceitar cr�ticas.

Por que todos ficam falando isso?

Agora, quero que olhe para esta foto de gatinhos.

Olhe para eles, est�o se divertindo.

Est�o felizes.

- O da esquerda � o Philip. - Philip.

- Veja os olhos do Philip. - Tem olhos pequenos.

Quando sentir raiva, quero que olhe para o Philip.

- Olhe o rosto dele. - Sua raiva ir� recuar como o oceano.

Obrigado, Naboo.

- Custa 159 euros. - 159...

Olhe a carinha dele.

- Oi. - Oi.

- Como vai? - Bem.

O que est� fazendo com meu cachimbo?

Peguei emprestado, vou � uma festa hoje.

N�o foi convidado, ent�o achei que n�o se importaria.

Tudo bem. Qual � a festa?

Festa de escritores. Dixon Bainbridge organizou.

Hamilton Cork estar� l�. Parece que serei famoso.

Fico feliz por voc�.

� um pesadelo. Gideon fica em cima de mim.

Fica me cercando, me fazendo doces.

N�o sei o que fazer.

Eu n�o ligo.

Vamos, n�o estou interessado nela, j� disse.

- Fique longe dela. - Tudo bem.

- Jura? - Juro.

Jure por Jagger.

Vamos l�, Howard.

Ficar� tudo bem. Olhe, estive pensando.

E se vier para a festa comigo?

Hamilton Cork ainda n�o viu a sua frase.

Falo com ele por voc�. Poderia mostr�-la.

Se ele gostar, n�s dois seremos escritores.

- Boa ideia. - Seria muito legal.

- Mas n�o fui convidado. - N�o se preocupe.

Sei como te colocar para dentro.

L�pis.

HB, por favor.

- Em nome de quem? - Jacqui.

- Este � 2B. - E da�?

- Pedi HB, esse � suave demais. - Tudo bem.

Ir� estragar na bolsa da Jacqui.

Tome. N�o force a barra.

Cachimbo, senhor?

Estou bem, j� tenho um.

- Que tal um maior? - N�o, estou bem com este.

Sim?

Lembre dos gatinhos.

- Relaxe. - Tudo bem.

Calmo como o oceano.

- Est� funcionando? - Est�.

Se quiser algo mais poderoso,

- tenho uma lontra de babador. - Uma lontra de babador?

Estou bem com os gatos, obrigado.

Vince! Bom te ver!

Este livro colocar� o zool�gico no mapa.

Bainbridge, este � Naboo. Esse aqui � o Vince.

Vince, �timo livro, excelente.

- Corky! - Bainbridge!

Quando foi a �ltima vez? Krakatoa, em 1962.

Ficamos um dia a mais, para ver o enforcamento.

Sim, ela resistiu, n�o foi? Como se n�o quisesse morrer.

- Grande casamento. - Sim, sim.

Posso falar com voc�?

Oi, Baudelaire, vamos l�.

- O qu�? - Est� se divertindo?

- Estou. - Eu n�o.

Quando vai me apresentar ao editor?

Estou esperando o momento certo.

Agora � o momento, vamos logo.

- Est� com a frase? - Estou.

- Vamos. - Tudo bem.

- Vince. - Oi.

Este � meu amigo, Howard. Ele � escritor.

O que quer?

Sei que pode dizer se quer ou n�o publicar um livro

- lendo apenas uma frase. - Sim, � verdade.

N�s o cham�vamos de Cork �nica-Frase.

Tenho uma frase, gostaria que lesse.

Se � apenas uma frase, acho que posso dar uma olhada.

N�o � sobre golfe, �?

N�o.

- Est� com a foto dos gatos? - O qu�?

- Sua foto dos gatos... - Eu deixei cair.

- Vou procurar. - Howard?

- Sim? - Isto �...

magn�fico.

- O qu�? - � excelente.

� mesmo?

Ent�o... voc� gostou?

Sim, gostei.

Tem certeza?

- Mais algum coment�rio? - N�o, n�o.

S� uma coisinha...

Desculpe.

Fossil, tire-o daqui.

Gideon! Eu n�o queria fazer isso!

Eu apenas... Desculpe! Gideon!

Gideon, eu te amo! Gideon!

Ele deu um soco na mulher.

Dia agitado para voc�, Vince.

Queremos falar com voc� sobre algumas mudan�as editoriais.

- Quais mudan�as? - O nome.

- Mas ele se chama Charlie. - N�o, o nome do autor.

Menos Vince Noir e mais Dixon Bainbridge.

Mas todos pensar�o que voc� escreveu.

Voc� entende r�pido, bobo.

- N�o pode fazer isso. - N�o posso?

- Voc� registrou? - Eu tirei c�pias.

Seu imbecil. Livre-se dele, Fossil.

Quando Charlie souber disso,

ficar� furioso e vir� atr�s de voc�.

Ele acha que Charlie � real, esse cara � impag�vel.

Tenha um bom dia.

Est� em um pesadelo de chiclete.

Eu disse, "bom dia".

Muito bem, Bainbridge, seu primeiro livro.

N�o sabia que tinha talento.

N�o gosto de me gabar.

Charlie vem, Charlie vem, um chiclete

Charlie vem, Charlie vem, um chiclete

Charlie vem, Charlie vem, um chiclete

Charlie vem, Charlie vem, um chiclete

Charlie

Estourando sua bola como um pesadelo de goma de mascar

Charlie

Sr. Destrui��o rosa

Sinta minha justi�a mastigada

Sr. Destrui��o rosa

Sinta minha justi�a mastigada

Envolvendo seu cora��o, sua mente e suas costelas

Envolvendo seu cora��o, sua mente e sua alma

Podemos estourar, podemos estourar

Estourando sua bola como um pesadelo de chiclete

N�o acredito.

Srta Gideon saindo com aquele panda.

- O que deu errado? - Voc� socou a cara dela.

- �, acho que sim. - Seu idiota.

N�o sei porque est� feliz. Ela est� saindo com seu panda.

Oh, bem.

Olhe para voc�. Perdeu seu panda, seu livro,

e ainda est� feliz.

� o poncho. Inacredit�vel,

� imposs�vel ficar triste usando poncho.

N�o se preocupe, Howard. Tenho uma surpresa.

- Olhe s�. - �timo.

Vamos.

- N�o est� funcionando. - Espere uns minutos.

2 MINUTOS DEPOIS

Espero que tenha gostado, especialmente...

Vince, estou impressionado com seu trabalho.

Gostaria de participar da minha nova pe�a?

� sobre sonambulismo. Se chama Im�s do Outono.

Certo.

Acho que ficaria �timo como o protagonista, Julian.

O que est� havendo?

Fiquei impressionado com o trabalho do Vince.

- Mesmo? - Vou estar em Im�s do Outono.

- Mesmo? Estou orgulhoso. - Sairemos em turn�...

Olhe, te convidei para o programa por bondade.

Com quem acha que est� lidando, seu cabe�a de �rvore?

N�o mexa comigo, babaca.

O pagamento ser� sal�rio m�nimo,

mas os extras s�o muito bons...

Tradu��o: yribeiro

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