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"RINC�O DAS TORMENTAS"
Este � o Texas de hoje. Um gigante sob o sol do sul.
Ind�strias, navios partindo para os sete mares.
Mas o Texas nem sempre foi assim.
Sua p�gina na hist�ria � longa.
Conquistadores explorando uma nova prov�ncia para a Espanha,
miss�es constru�das,
por padres pacientes no meio da selvageria.
Os patriotas da Rep�blica do Texas,
lembram Golias, o �lamo. Pioneiros, colonos,
criadores de gado, cidades do gado.
Finalmente, a jun��o � Uni�o. O �nico estado em que suas terras,
n�o pertenciam ao governo. Um vasto imp�rio de grama.
Rico na tradi��o de garantir a seguran�a de suas terras.
Mas, com o fim da Guerra Civil, veio a pobreza e as dificuldades.
V�rios lugares se viram desertos.
S� alguns pequenos rancheiros teimaram ao ter f� na sua grama.
E o estado come�ou a vender seu espa�o p�blico,
para pagar as despesas do governo. At� mesmo as cidades de gados,
mudaram de m�os.
Muitos desses novos investidores, vinham do norte.
mas, muitas vezes, sem princ�pios.
As ruas de Austin e corredores...
do pr�dio governamental, vieram a conhec�-los bem.
ESCRIT�RIO DO GOVERNADOR
O Texas � um estado muito jovem, Sr. Hastings.
Mas novo que eu e voc�,
e � claro, que temos muitos problemas.
Entendo isso, mas tenho 40 s�cios no meu sindicato, governador.
E sou respons�vel por todos eles.
Entendo sua posi��o, Sr. Hastings.
O Texas veio at� n�s, para vender suas terras, n�s compramos.
Temos o direito de assumi-la.
O estado est� em d�vida com o seu grupo.
Sua ajuda chegou quando mais precis�vamos.
Meu pai deu aos invasores de terra, quase tr�s anos,
para tirarem seu gado e posses da nossa terra.
Sim, e nesse tempo todo, nenhuma pessoa sequer,
se interessou em mudar isto, para que viv�ssemos em paz.
Eu sei, mas h� muita confus�o, devido a registros perdidos,
e sobre a validade,
de algumas Concess�es Espanholas antigas.
Pode at� ser, governador.
Mas o fato � que o estado do Texas, est� operando com nosso dinheiro.
Voc�s abriram escolas, pagaram d�vidas governamentais,
constru�ram este pr�dio magn�fico.
Ouso dizer, que at� esses m�veis, foram comprados com o dinheiro,
que meu pai depositou nos cofres do tesouro.
N�o � razo�vel,
querer a posse das terras, que compramos?
Acredite, Srta. Hastings, o Texas cumprir� sua obriga��o.
N�o tenho nenhuma mil�cia em m�os, para fazer isso acontecer,
mas tenha a certeza, de que a lei os apoiar�.
S� preciso dessa garantia, governador.
Foi um prazer rev�-lo.
N�o pode ficar para o jantar desta noite?
N�o podemos, sinto muito. Vamos pegar a dilig�ncia.
Queremos voltar o mais cedo poss�vel.
� claro.
Foi um prazer conhec�-la, Srta. Hastings.
- Obrigado, senhor. - O Texas ser� sempre agradecido,
por investidores sinceros e belas mulheres.
- Adeus, governador. - Adeus, Sr. Hastings.
- Joseph. - Sim, senhor?
Encontre o Mike McGann, quero v�-lo imediatamente.
N�o o vejo h� v�rios dias, senhor.
Encontre o Shiloh, ent�o.
Ele saber� onde o Mike est�. Eles nunca ficam longe um do outro.
Sim, senhor.
Viu o Mike McGann esta manh�?
- N�o. - E o Shiloh?
Passei por ele na barbearia.
J� basta.
Ei, Shiloh, o governador, quer falar com o Mike McGann agora.
- A esta hora do dia? - Foi o que ele disse.
Mike n�o gostar� disso. Mas diga ao governador
que tentarei encontr�-lo.
- Onde est� o Mike, querida? - L� em cima.
Garoto amoroso.
Sei que � cedo, mas o governador, quer v�-lo imediatamente.
O estado do Texas nunca deixa eu me divertir.
Voc� tem um belo piano, querida.
Bom dia, governador. O que houve agora?
Estamos sendo invadidos de novo?
Judd Hastings, da Companhia de Gado Hastings,
e sua filha, estavam aqui.
Hastings reclamou, que h� v�rios invasores nas terras,
que seu sindicato comprou, perto de Questa.
Eles n�o querem sair de sua terra.
- Me parece que � problema dele. - A guerra nos deixou preocupados.
Hastings � um ianque e o sindicato que ele representa,
� dono da metade do dinheiro na Casa da Moeda.
Receio que os rancheiros de Questa,
possam transformar isso, em algo terr�vel.
Os texanos s�o assim, especialmente...
quando os expulsam das terras, que pertencem a eles.
A lei est� do lado do Hastings.
Quero que v� a Questa e fa�a aqueles rancheiros,
entenderem isso.
- Gosto de Austin. - Sim, preferimos Austin.
Mike, ou�a... o estado est� � beira da fal�ncia.
Ele precisa de mais dinheiro. S� podemos consegui-lo,
com investidores como o sindicato Hastings.
O direito deles precisa ser protegido.
Voc� disse que o Hastings tem uma filha?
- Ela � bonita? - Uma jovem muito atraente.
- Mas ela � demais para voc�. - Aposto o sal�rio de um m�s nisso.
Aposto o mesmo. Ningu�m � demais para o Mike.
Avise para mandarem nossa correspond�ncia para Questa.
Comprarei passagens para voc�s na pr�xima dilig�ncia.
N�o, me sinto melhor na sela. E quero olhar a terra no caminho.
Mike, sabe que n�o sei cavalgar.
Essa � mais uma raz�o.
- Voc� precisa praticar. - Boa sorte, Mike.
Shiloh, o que acha, de colocarmos nossos nomes,
na hist�ria deste grande Estado?
Keeno.
Como vai, Sr. Hastings? N�o esperava sua volta
- at� a semana que vem. - Meus neg�cios em Austin,
- n�o demoraram o tanto que previ. - Est� tudo bem?
Sim, o governador est� do nosso lado.
Ele vai mandar algu�m, para retirar os invasores?
N�o, na verdade, ele disse que n�o tem uma mil�cia.
Ent�o, eu disse a ele, que cuidar�amos disso n�s mesmos.
Ainda est� de olho no gado dos invasores, heim?
- Ainda est�o nas nossas terras. - Se souberem disso,
- eles podem mover o gado. - Pensei nisso, sabia?
N�o pretendo dar tanto tempo a eles.
AVISO
A partir desta data,
todos os animais nesta terra ser�o confiscados.
COMPANHIA DE GADO HASTINGS
Bem, l� est� ela. A melhor terra de gados no mundo.
Bacia de Questa.
Grande, n�o? Onde fica a cidade?
A cinco ou seis milhas depois daquela cordilheira.
- Podemos chegar at� o jantar. - Cinco ou se...
N�o, minha sela foi muito longe, por hoje,
acamparemos l�, agora.
Agora estou confort�vel.
Cuide dos cavalos. Pegarei a lenha.
N�o, cuide voc� dos cavalos, eu pego a lenha.
N�o sabe que o cavalo, � o melhor amigo do homem?
Sim, eu sei, e voc� sabe. Mas o cavalo sabe disso?
- Certo, cuidarei deles. - Pegarei a lenha.
Ei, Ben.
� melhor descans�-los j� que temos �gua.
- N�o podemos mov�-los o dia todo. - Temos que fazer isso.
J� passamos o prazo do Hastings, h� dois dias.
- Mova-os. - O gado � seu.
- L� est� a �ltima manada. - Sim, mas aquele � o Ben Curran.
- Lembra? - N�o entregar� seu gado sem lutar.
Curran n�o causar� mais problemas, esta � sua �ltima luta.
Ordens do Hastings.
- Ei. - �.
Parece problema.
- Qual � o problema? - Tenho que me esconder.
Devagar, senhor.
Amigos seus?
Aqui, se esconda.
Ol�.
Procurando por algu�m?
Sim.
Um homem chamado Ben Curran, em um cavalo de cara branca.
- Voc� o viu? - Nunca ouvi falar dele.
Um grande "H". Rancho do Hastings, heim?
- Ca�ando posseiros? - N�o ca�amos posseiros, senhor.
Ele disparou contra n�s, al�m da cordilheira.
Parece que ele n�o se importou com suas chances.
Perguntei se voc� o viu.
Voc� est� rastreando ele. Encontre-o.
Voc�s texanos tem que aprender,
que quando queremos uma resposta, a conseguimos.
Voc� n�o devia atacar um homem, antes do caf� da manh�.
N�o v� jantar nas terras do Hastings.
Pode agradecer.
- O que tem com isso? - O governador me mandou aqui,
para evitar que atirasse nos homens do Hastings.
Parece que ele se enganou com rela��o ao atirador.
- Me chamo Mike McGann. - Sou Ben Curran, do C Circular.
Ou do que restou dele. Obrigado, McGann.
- Pode me responder algumas coisas? - Sobre o Hastings?
� s� perguntar.
- Que tal aquele caf� da manh�? - Pode servir, n�o tinha certeza,
- de que teria a chance de comer. - Talvez n�o tenha...
Se a �gua n�o aparecer. Ei, Shiloh!
Shiloh!
Voc� me chamou?
Temos companhia. Que tal um caf� da manh�?
Este � meu parceiro, Shiloh. Shiloh, este � o Ben Curran.
- Prazer em conhec�-lo. - Ol�.
Voc� foi at� o Rio Grande buscar essa �gua?
N�o. Como a manh� est� bonita, fui com calma.
Sabe, esta � a terra mais pac�fica que j� vi.
Adoro uma manh� calma. Pessoal, que tal um pouco de caf�?
Eu o encontrei na mata.
Fale com o pessoal,
que est� nas terras do Hastings, para sa�rem imediatamente.
A maior parte j� saiu.
H� uma caravana acampada no canal.
Diga-lhes para sa�rem tamb�m.
N�o t�o r�pido, McGann. Al�m de nos expulsarem das terras,
eles tomaram nosso gado e n�o aceitaremos isso.
- Deixe-me cuidar do gado. - Como podemos permitir?
Hastings est� levando nosso gado para o rancho Miradero.
Ent�o, teremos, que convenc�-lo a devolv�-los.
- Ningu�m conseguiria isso. - Deixe isso comigo.
Encontre seus amigos no acampamento.
Me junto � voc�s depois.
Vamos, Shiloh. Monte.
- Ou prefere ir andando? - Obrigado, mas cavalgarei.
Devagar.
Calma, garoto.
Ande, garoto.
Questa, Texas, o centro da Bacia de Questa.
Uma das melhores cidades de gado.
- Bem, chegou a hora do adeus. - Adeus?
- Aonde voc� vai? - A lugar nenhum.
Mas voc� vai. Voc� vai arrumar um trabalho.
Um trabalho? Eu? Trabalhando?
- Com os homens do Hastings. - N�o, espere um pouco.
Depois do que eles tentaram fazer com o Curran esta manh�?
- Isso n�o � para mim. - Olhe, somos parceiro, n�o?
Eu sei, mas isso est� indo longe demais.
Viemos aqui para evitar problemas, n�o?
- Mas isso � pedir por problemas. - Como agiremos se n�o soubermos,
o que est� acontecendo dos dois lados da cerca?
Tudo bem.
- Se infiltre. - Sim.
Se algo interessante acontecer, me avise.
- Ok. - Estarei por perto.
Espero que eu esteja.
Fomos at� o acampamento falar com ele,
logo em seguida ele me d� um soco.
Sabe tudo sobre o rancho Hastings. At� nos acusou de ca�ar posseiros.
E ele � bom com a arma tamb�m, tirou meu chap�u com um tiro.
Aposto que aqueles posseiros,
juntaram dinheiro e contrataram um pistoleiro.
Isso � imposs�vel, eles n�o tem dinheiro.
N�o se preocupem com isso, se ele aparecer na cidade,
- mande-o me encontrar. - Tudo bem.
Com licen�a.
Voc� n�o sabe cantar e n�o ouve ningu�m, n�o �?
J� lhe disse essa manh�, para sair das terras do Hastings.
- Hastings � dono da cidade tamb�m? - Ela fica nas terras dele.
Ele � espa�oso, n�o? At� demais.
Talvez ele n�o saiba disso. Por que n�o diz a ele?
Acho que farei isso. Passar bem, cavalheiros.
- Ele n�o � um pistoleiro qualquer. - Eu n�o me preocuparia com isso.
N�o ficar� por perto, por muito tempo.
Certo, acabem o servi�o e nada de cantoria.
- Bem, bom dia. - Bom dia.
- Posso ajud�-lo, senhor? - Esta � a primeira vez,
que vejo a hospitalidade texana, desde que cheguei � cidade.
- Presumo que queira ver meu pai. - Seu pai?
Sim, gostaria de alguns minutos do seu tempo.
Se ele estiver ocupado, n�o me importo de esperar.
H� um homem querendo v�-lo.
Mande-o entrar.
- Sr. Hastings. - Mike McGann.
Voc� estava acampando a dez milhas da estrada esta manh�.
Sim, senhor.
N�o vejo nada de oficial na sua credencial.
Se fala de um distintivo, n�o, senhor.
O governador apenas diz aqui que s�o amigos pr�ximos.
Isso sempre foi o suficiente para n�s.
Bem, nesse caso, � bom o suficiente para mim.
Acredito que saiba, que alguns dos meus homens.
foram for�ados a duelar esta manh�, Por um rancheiro fora da lei,
- chamado Curran. - Estavam roubando o gado dele,
atiraram em alguns dos seus homens e tentaram peg�-lo.
Entenda algo, McGann.
Meus homens confiscavam o gado,
pela falha em respeitarem o aviso para sa�rem.
Curran estava invadindo nossas terras.
O governador me mandou aqui,
para que ningu�m atire nas outras pessoas.
Foi muito gentil da parte dele. E ele tamb�m deve ter lhe dito,
que a lei est� do nosso lado. os invasores est�o ignorando a lei.
Neste momento, est�o acampados, nos desafiando a expuls�-los.
Acho que consigo, faz�-los partirem pacificamente, Sr. Hastings.
- Isso ser� �timo. - Se deix�-los levarem seu gado.
Olhe, sou um homem sensato.
Espero que tamb�m seja. Estas pessoas tiveram sua chance.
O gado est� nas minhas terras e permanecer� l�.
- N�o acho isso. - N�o?
Antes de se decidir,
Gostaria, que olhasse esses documentos.
Acredito que eles provar�o a voc�,
que minhas a��es at� agora, foram completamente legais.
Ol�.
Ele est� ocupado, Keeno.
Legalmente, parece que est� certo.
Fico feliz que reconhe�a isso.
Curran e seus amigos,
n�o podem fazer nada sobre o gado agora.
- Nem voc�. - Contarei a ele o que disse.
Fa�a isso.
McGann, quero que conhe�a minha filha, Marian.
- � um prazer, Srta. Hastings. - Ol�.
E acredito que conhe�a meu encarregado.
- Nos conhecemos. - Disse a ele?
Pergunte-o.
O maior estado da Uni�o e o governador manda um homem.
- O governador? - Sim.
Por que aquelas pessoas n�o podem ficar com seu gado?
Querida, olhe, temos uma fortuna naqueles gados.
Voc� acha que abrirei m�o disso,
s� por que sente pena daqueles teimosos,
que n�o encararam os fatos at� ser tarde demais?
- O que meus s�cios diriam? - N�o h� s�cios.
Voc� comprou tudo sozinho e sabe disso.
- Ent�o, meu julgamento basta, n�o? - N�o, se ficar com aquele gado.
O Sr. McGann estava certo, quando disse que foram roubados.
Marian, me escute.
Cuide do escrit�rio e deixe os neg�cios comigo, sim?
- Queria falar comigo, Keeno? - Sim.
- Sabe, isso � engra�ado. - O que?
McGann, eu devia saber, que ele trabalha para o Estado.
� preciso muito dinheiro ou muita influ�ncia,
para contratar um pistoleiro, como ele.
Isso faz diferen�a para voc�?
Por que faria? As balas na minha arma,
n�o param s� por causa de um distintivo.
Ele n�o carrega um distintivo, s� um cart�o do governador,
- nada oficial. - Isso facilita as coisas.
Vim aqui lhe contar uma coisa.
Tem mais seis carro�as na cidade,
- desde o meio-dia. - �?
O garoto do governador ou o Ben Curran,
reuniram o restante deles.
Ent�o, v� at� aqueles posseiros. Quero aquele acampamento fora daqui
antes que o McGann ou o Curran os conven�a,
a tentar recuperar o seu gado. N�o queremos problemas com eles.
- Estar�o fora daqui ao amanhecer. - �timo.
- Sim, senhor? - Gostaria de ver algumas armas.
Os modelos mais novos. Uma barganha.
�, bom balan�o.
E posso lhe dar um bom desconto.
Voc� aceita pap�is do tesouro?
Aqui.
Qualquer coisa � melhor,
do que ofereceram pelo meu estoque, Sr. McGann.
- Algu�m comprou sua loja? - Est�o me for�ando a sair.
Quem?
A Companhia de Gado Hastings alegou que minha loja,
est� nas terras deles e que tenho que ir.
- Este par est� bom? - Os levarei.
- E todas as suas armas e muni��es. - Tudo?
- Os rifles tamb�m? - Sim.
Tudo na sua loja que dispare.
Voc� deve estar querendo, come�ar uma guerra.
Pretendo impedir que comece.
Aqui, saque quando quiser.
Pode entreg�-las no acampamento fora da cidade?
Sem fazer alarde? Deixe comigo.
- Algu�m mais tem armas? - John Hill tem algumas.
Diga-o para traz�-las para c� que entrego com as minhas.
Obrigado.
- Com licen�a, senhorita. - Por que n�o olha onde vai?
Seu atrevido.
Espere um pouco.
T�o bonito e t�o burro.
- O que ela disse? - Que � muito bonito, senhor.
Assim como � burro.
- Muito obrigado pela compra. - eu precisava disso.
- � s� ir ao banco. - Como quiser, Sr. McGann.
Ningu�m tem mais armas para vender?
Essas s�o todas as armas na cidade. Boa sorte.
Precisarei de todas que conseguir.
- Quantos homens deixou com o gado? - Meia d�zia, � o suficiente.
- Espero que sim. - Onde est� o chefe?
L� em cima, esse � nosso trabalho.
Para mim est� bom, quero a chance de cuidar do McGann.
Voc� pode consegui-la.
- Tudo pronto? - Sim.
- S�o todas elas, Sr. McGann. - Bom.
Tente levar a carro�a de volta a cidade sem ser visto.
Sim, senhor.
- N�o gosto disso. - Por que, pai?
N�o sei ao certo.
N�o entendo essas armas.
Se ach�ssemos que ter�amos chance num duelo,
contra os homens do Hastings, ter�amos tentado isso h� semanas.
Minhas ordens, s�o para impedir o duelo entre voc�s e o Hastings.
Esse me parece o passo certo. Essas armas n�o ser�o usadas.
Os ladr�es do Hastings, est�o vindo para c�.
- Agora? - Sim, patr�o.
- Quantos? - 30, 40.
- O que houve? - 30 ou 40 homens do Hastings,
- est� a caminho daqui. - Agora, tente impedir isso.
Coloquem as mulheres e as crian�as nas carro�as.
- E n�o atirem. - Espere um pouco!
Tenho uma ideia melhor.
- Fiquem fora de vista. - E fa�am sil�ncio.
Eu fico com este viol�o. Voc� sabe o que fazer.
Voc� vem comigo.
� o McGann cantando de novo.
Vamos nos esgueirar silenciosamente e dar uma audi�ncia a ele.
Muito bonita, McGann.
Continue cantando. Acorde um dos seus amigos,
antes de acabarmos e lhe mato.
Eu disse para cantar!
Parado, Keeno.
Solte seu cintur�o, Keeno. O restante tamb�m.
Parados, n�o se movam, coloquem estas armas no cintur�o.
Parece imposs�vel convenc�-lo de que n�o haver� tiros por aqui.
Acho que terei que ter certeza. Certo, rapazes, empilhe-as.
Coloquem-nas a�.
Certo, vamos.
Ei, voc�.
O que tem a�?
Me mandou conseguir um trabalho, n�o?
N�o achei que conseguiria.
Diga ao Hastings que se ele mant�-los longe de problemas,
mostrarei onde est�o suas armas,
depois que estas carro�as, tiverem partido com seguran�a.
Agora, v�o andando para a cidade.
Venham, me ajudem com isso.
Voc� queria, lhe dar uma audi�ncia, heim?
Uma corda e uma �rvore seria melhor.
Cale-se, teremos sorte se o Hastings n�o nos enforcar por causa disso.
Aqui est� bom.
Tirem as selas dos cavalos e solte-os.
Isso foi algo corajoso, um bom plano, Sr. McGann.
- Ela � quem foi corajosa. - Me perdoe, minha filha.
Maria Eliene Stefano Dolores...
Pai, � mais f�cil me chamar de Queli.
- Obrigado, Queli. - N�o h� de que, Micaelo.
O Sr. Rojas � o colono mais antigo da bacia.
N�o, minha fam�lia �. A concess�o do rancho Miradero,
foi dada pelo generoso rei em 1610.
Miradero, foi l� que o Hastings, escondeu seu gado.
Isso mesmo.
Como pretende recuper�-los?
Temos que cuidar dessas carro�as, primeiro.
Temos mulheres e crian�as tamb�m.
Da pr�xima vez podemos n�o ter tanta sorte como hoje.
Ningu�m sair� daqui, at� recuperarmos nosso gado.
Ningu�m est� pedindo que fa�a isso. Pare de se preocupar com seu gado.
Prepare estas carro�as, para viajar logo pela manh�.
� melhor contarmos aos outros, n�o?
Ent�o, amanh� partiremos, heim?
N�o � f�cil para um texano, deixar o Texas.
N�o, mas texanos s�o criadores de gado.
Esta � nossa terra, grama. Onde quer que cres�a.
H� grama ao norte daqui. Centenas de milhas pelas colinas.
Esperando por cidades novas, por gado novo,
pelos criadores de gado texanos.
Nem mesmo os texanos, sabem o qu�o grande � o Texas.
Nem mesmo um estilingue. Espere um pouco.
Deixe sua arma, precisamos dela.
- Ou�a... - N�o pe�a pelo recibo.
McGann comprou tudo, s� sobrou isso.
Isso n�o far� diferen�a.
Leve-as para o saloon e as distribua.
Vamos ver no que d�.
� melhor encararmos o que est� por vir.
- Voc� est� conosco? - Sim, senhor.
- Como se chama? - Shiloh.
Quer ver seu nome escrito numa l�pide?
- N�o. - Ent�o, fa�a sil�ncio.
Certo homens, venham pegar uma arma.
Meu encarregado esperto e seu... Como chamam isso aqui?
- Ajudante? - Posso pensar numa palavra melhor.
Conseguiu alguma arma?
N�o, McGann comprou, todas as armas na cidade ontem.
Isso � �timo.
40 homens contratados e nenhuma arma...
- Ou c�rebro no grupo todo. - Conseguimos algumas na rua.
Essa � a pior coisa que poderiam ter feito.
J� somos impopulares o suficiente nesta cidade.
H� muitos texanos no nosso grupo, se formos longe demais,
eles podem se virar contra n�s. N�o precisamos disso.
Podemos receber as armas pela dilig�ncia em 2 ou 3 dias.
Pensei que o McGann tinha dito que mostraria onde est�o suas armas.
Claro, se deixarmos as carro�as, sa�rem daqui.
Elas j� est�o saindo, todas as carro�as no acampamento.
Ent�o isso � um truque. Ben Curran e o velho Rojas,
n�o partiriam sem recuperar seu gado.
Ter�o que fazer isso, cedo ou tarde.
Talvez sua visita ontem a noite, os tenha convencido disso,
ou... talvez o McGann fez isso.
McGann, � mais f�cil os apoiar.
Bem, vale a pena esperar pra ver.
V� para o Miradero e fique de olho no gado.
- E se algo acontecer, me avise. - Pode contar comigo, Sr. Hastings.
Espero que sim.
Se o McGann mantiver a promessa, que ele me fez a noite passada.
Ele dever� me mostrar logo.
Felipe, voc� chegar� ao p�r do sol.
Se os rapazes n�o lhe alcan�arem, espere por eles.
- V� com Deus. - Micaelo, tenha cuidado, Micaelo.
Obrigado.
- Certo, est� tudo pronto, McGann. - Vamos.
Vamos! Andando!
Ei, Miller, olhe.
Comecem a mover o gado.
� o McGann.
N�o podemos segur�-los. Vamos sair daqui.
Obrigado por parar por mim, Miller. Tem alguma mensagem,
que eu possa entregar por voc� em Questa?
- Voc� est� bem? - Estarei depois de um dose.
Parece que j� bebeu o suficiente. Hastings est� l� dentro?
Quase todos seus homens est�o. E eles est�o armados.
- Tomaram das pessoas nas ruas. - Quantas?
Espere um pouco.
14.
- Quase o mesmo n�mero que n�s. - O que isso quer dizer?
- Parecem gostar de cantar, n�o? - Sim.
Vamos ver o que acham de Dixie. Quando der o sinal, comece cantar.
N�o gostam da m�sica dos rebeldes.
- Eu descobri isso sozinho. - Mas texanos gostam.
H� muitos texanos l� dentro. Temos que mant�-los ocupados,
para esquecerem do povo da caravana e do seu gado.
- Hastings est� no sal�o? - N�o, no bar lateral.
Bom, n�o estar� t�o lotado. Nos d� mais espa�o para trabalhar.
O garoto do governador.
Voc� est� se arriscando muito ao vir aqui, n�o �, McGann?
- Onde est�o nossas armas? - Direi quando as carro�as,
estiverem longe o suficiente dos problemas que pode causar.
- Voc� nos dir� agora mesmo. - Espere um pouco.
Agora vejo por que o governador lhe chama de amigo.
- Tome uma bebida. - Com licen�a.
Quantas vezes lhe disse, para ficar longe desta garrafa?
- Solte-o. - Sim, solte-me.
� sua Excel�ncia, o Governador.
- Ao Texas. - O que quer fazer?
Reiniciar a guerra?
Ent�o, cale a boca!
Olhe, estou cansado disso. Quando dir� onde est�o as armas?
N�o est� ficando impaciente?
N�o est� dando um passo, mais longo que sua perna?
O texanos tem as pernas longas.
Cante Dixie.
Dixie. A velha rima Dixie!
Voc� est� bem?
Acho que a quebrei.
N�o briguem!
N�o briguem! Por favor, n�o!
Pe�o a voc�s, por favor! Parem com isso!
Pe�o, por favor!
Seus idiotas! Parem!
U.S. Grant e Robert E. Lee. Agora, limpem este lugar.
- Pai, voc� est� bem? - Sim, estou bem.
Mas o que aconteceu?
Estes dois babu�nos ajudaram o McGann a iniciar uma revolta l� dentro.
Um belo encobrimento, enquanto tiram o gado de Miradero.
- Tiram o gado? - Sim.
Olhe, eles n�o tem muita vantagem, reunirei todos os homens poss�veis.
O que o faz pensar que n�o acabar�o como o Miller?
N�o, desta vez, cuidaremos de todos eles.
Espere um pouco,
voc�s n�o tem armas o suficiente para cuidar de ningu�m.
Desta vez, eu cuidarei do McGann e das carro�as.
Gostaria de ver o rosto do Hastings
quando descobrir que recuperamos nosso gado.
Em breve encontraremos a caravana, senhor.
Parece que nossos amigos, voltaram aos neg�cios.
Acha que nos emprestariam uma carro�a,
para irmos para casa?
- O que acha disso, Sr. Rojas? - Todas as cabe�as que perdemos.
- N�o tiveram problemas, senhor? - N�s, n�o.
Mas o Mike sabe o que faremos em seguida.
- Onde est� o Micaelo? - Ele foi a cidade.
- J� deve estar chegando. - Olhem.
Bem, pessoal... at� agora est� tudo bem.
- Sim, aqui, mas e o Hastings? - Bem, ele estava bastante ocupado,
- quando deixamos a cidade. - Ele sabe sobre o gado?
Sim, mas n�o pode fazer nada sem seus homens.
Shiloh e eu fizemos eles brigarem uns com os outros.
Mas eu n�o entendo.
Parece que alguns,
gostaram da nossa m�sica, outros n�o.
Acho que estamos � salvo. Temos o dobro de homens.
- Armados, ao menos. - Espero que esteja certo, Mike.
Mas � melhor termos cuidado. Avise para se dirigirem direto,
- para Canadian Fork. - Sim.
Verei se estamos sendo seguidos.
Eu estou com um problema aqui, voc� pode me ajudar a cuidar disso?
- Pode dar uma olhada? - Voc� est� ferido?
- Pai, d�-me a garrafa, por favor. - Sim.
Acho que um dos homens do Hastings, tinha o queixo duro.
Eu o ajudarei, Micaelo. Mas ir� machucar um pouco.
Est� tudo bem.
- Est� inchado, heim? - Sim, est�.
Pai, isso � errado. N�o � o que planejou.
N�o se preocupe com nada. Ficar� tudo bem.
Tudo pronto, rapazes?
Todos os homens, em que podemos confiar.
Ainda � cedo.
Queremos que esteja escuro, quando alcan�armos as carro�as.
- Pagarei uma bebida. - Pai, me ou�a, por favor.
Deixe-os ir. Deixe-os ficar com o gado.
Eles est�o com o gado, mas se h� chance deles os perderem,
por que n�o tentar ficar com eles?
Seria dif�cil, eles pararem uma debandada, com aquelas carro�as.
Os gados texanos d�o trabalho nos primeiros dias de viagem.
- Voc� n�o faria isso. - � claro que n�o.
Mas n�o h� lei contra, esperar,
que um acidente, d� in�cio a uma debandada.
Olhe, querida, fica no controle at� eu voltar.
Conduza tudo direito, na volta passarei por Miradero?
Uma hora na sela, pode lhe fazer escutar a raz�o.
Vamos, rapazes.
- Sua m�o parou de doer? - N�o poderia estar melhor.
- Este � um bom lugar para acampar. - Qualquer lugar � bom para mim.
E nenhum sinal do Sr. Curran ainda?
N�o deve haver ningu�m atr�s de n�s, eu acho.
� como voc� disse,
o Hastings n�o pode nos seguir sem armas.
� melhor arrumar as carro�as em c�rculo, mesmo assim.
Shiloh lhe ajudar�. Darei uma olhada na manada.
Diga que mandarei alguns homens para rend�-los depois
- que montarmos o acampamento. - Micaelo, n�o tem uma carro�a.
Volte aqui e lhe farei o jantar.
Esperarei por isso.
- Inquietos, n�o? - Muito, senhor.
� sempre assim no primeiro dia de viagem.
�, eu sei.
Algu�m vir� rend�-lo mais tarde.
Tentarei encontrar o Ben para rend�-lo.
At� mais.
- Ol�, Ben. - Ol�, Mike.
- Como est� o acampamento? - �timo.
- Pensei em vir rend�-lo. - Se eu tivesse certeza,
- que o Hastings n�o atacaria... - Eu n�o o reconheceria
- se ele aparecesse? - N�o � isso...
Ei... olhe!
- � a Srta. Hastings. - O que poderia estar fazendo aqui?
Me pergunto.
Vamos lev�-la para as carro�as.
- Como ela est�? - Nenhum osso quebrado,
mas ela ainda est� inconsciente.
Ela levou uma queda feia, essa compressa diminuir� o incha�o.
- Isso � muito bom para quedas. - Vou usar a compressa primeiro.
Podemos tentar isso mais tarde.
Ela est� descansando, acho que estar� bem amanh�.
Amanh�? Encontrarei o Mike.
Ela devia estar tentando, nos avisar algo.
Nos avise se houver alguma mudan�a.
Est� tudo limpo neste lado e no seu?
Tudo quieto, senhor.
- At� demais. - Alguma not�cia do acampamento?
- Ainda n�o. - Eu lhe vejo na pr�xima volta.
Ele est� acabado.
Isso libera este lado da manada. Espere o sinal do chefe,
e n�o deixe ningu�m, chegar ao acampamento.
Onde est� o pessoal do outro lado da manada?
- Pepe e os outros deviam estar l�. - N�o havia sinal deles.
Isso n�o parece bom. Termine minha ronda.
Darei uma olhada.
Est�o todos pronto.
Algum sinal do McGann?
N�o, ele est� do outro lado da manada.
Cuidaremos dele mais tarde.
O que far�o?
Faremos o gado atropelar as carro�as.
N�o se preocupe com nada. N�o restar� uma testemunha.
Debandada, se protejam. Debandada!
Se protejam. Cuidem das mulheres e crian�as.
Se protejam. Debandada.
Se protejam.
Tentem virar o gado.
Mais homens aqui.
N�o!
N�o!
Socorro! Socorro!
- Marian! - Voc� n�o pode ir l�.
- Me largue! - Enlouqueceu?
- Eu disse para me largar. - Socorro!
Socorro!
Socorro!
Marian! � minha filha.
N�o fa�a...
Marian!
Montem seus cavalos e tentem control�-los.
Shiloh.
Cuide dela.
V�o para a frente.
Vire-os.
Continuem virando-os.
Coloque-os em c�rculo.
Est� quase acabado, acho que os rapazes podem cuidar disso agora.
Sim, eles cansaram.
- Marian. - Sim?
- Est� pronta? - Sim, Mike.
Tem certeza, de que quer ir para Questa?
Eu lhe disse ontem a noite, Questa � minha cidade.
H� o rancho. Quero que o Texas,
tenha orgulho dela, como pretend�amos no in�cio.
Tem certeza, que quer voltar comigo?
Tenho certeza absoluta. Depois viajaremos para Austin.
- Por que Austin? - Tenho uma aposta,
que quero acertar com o governador.
Que tipo de aposta?
Eu lhe contarei depois que cuidarmos do seu rancho.
Ben trar� seu cavalo.
Quero me despedir do Felipe e da Queli.
Queli.
Ent�o voc� voltar� para Questa, heim, Micaelo?
- Com a Srta. Hastings? - Voc� entende, Queli?
Eu entendo.
Voc� tem sido um bom amigo.
- V� com Deus. - Obrigado, Mike.
- Boa sorte, Srta. Hastings. - Obrigado, Ben.
Boa sorte para todos voc�s.
Somos muito agradecidos a voc� e ao Shiloh, Mike.
Fico feliz em ajudar, vizinho.
- Mande lembran�as ao Kansas. - Adeus, pessoal.
Carro�as, avante!
Legendas - Danilo Carvalho www.clubedofaroeste.blogspot.com
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