All language subtitles for The Saint - Season 1 - Ep 01 - The Talented Husband

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified) Download
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew Download
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Agradeço aos céus pelos bares nos teatros ingleses.

Nós tivemos dois atos nesta peça.

Sofrimento total, tanto no palco

e fora dele.

Eu não sei quais são seus gostos no teatro.

Talvez você goste da...

Escola de atuação "suor e agonia"

Eu venho ao teatro para me divertir, rir, por excitação.

- Esta noite? Nossa! - Simon!

Aí vem a esposa do produtor.

O que eu devo dizer?

Com licença!

- Oh, querido! - Madge!

Diga-me, honestamente, o que você achou disso?

Posso dizer, honestamente, Madge,

que nunca vi qualquer coisa assim em minha vida.

Isso não é emocionante?

Fique aqui. Quero que conheça John. Ele é muito inteligente.

- Ele era um ator, sabia? - Sim.

Sim, eu sei.

Venha, querido. Quero que conheça

o homem mais fantástico.

Já lhe falei sobre ele. John, este é Simon Templar.

O SANTO

Legenda por Susanawho

S01E01 - O Marido Talentoso

- Não é celestial? - Sim.

- Querido, não fique assim. - O que mais posso fazer?

A estupidez sem gosto da imprensa e do público.

Bela peça, durou três dias. E todo o dinheiro se foi.

Haverá outras peças.

- Tomaremos bebidas aqui. - Está bem.

Está um pouco frio fora do sol.

- Vamos puxá-la para a frente. - Está bem.

- Aqui está. Melhorou? - Está ótimo.

Tenho que ir a Londres amanhã e resolver nossos problemas domésticos.

Cuidar desta casa, sem ajuda, é loucura.

Eu gosto disso, apenas nós dois.

Querido, que gentil. Mas não é muito prático.

- Ei, está gelada! - Estou bem, de verdade.

- Buscarei um casaco. - Obrigada.

Madge, pegue!

Está recuperando esplendidamente, Sra. Clarron.

Na próxima semana, poderá se levantar um pouco por dia.

Isso não é apressado, doutor?

Absolutamente. É hora de fazer algum exercício.

Já conheceu sua nova vizinha?

Não. Quem?

Adrienne Halberd.

Ela se mudou para Rose Cottage, ao lado, depois do seu acidente.

- Esqueci de lhe contar. - Oh, é mesmo? Como ela é?

Ela é uma garota atraente, não diria isso, Sr. Clarron?

Eu não saberia. Eu só a vi de longe.

- Volto em breve, Sra. Clarion. - Obrigada, doutor.

Aquela enfermeira de quem falei, está livre agora.

Quer que ligue pra você?

Tenho uma empregada que chega amanhã.

Espero que ela dê certo. Você precisa de ajuda, parece exausto.

Exausto, doutor? Ou culpado?

Não deve se culpar por isso.

Quem eu culpo? Foi minha culpa. Madge poderia ter morrido.

Mas ela não morreu. Em algumas semanas estará ótima.

Receba visitas.

Chame amigos. Fará bem a ambos.

De qualquer forma, vou aparecer amanhã de manhã.

Dr. Sprague, se aparecer com frequência,

ela achará que está mais doente do que está.

Não poderíamos deixar assim, se ela precisar, eu telefono?

Bem, se você preferir assim.

Você mesmo disse ela está se recuperando bem.

Ela está, mas...

se algo der errado, eu o chamarei imediatamente.

Muito obrigado por tudo o que fez. Nós agradecemos.

Mas me chamará, se for necessário?

É claro, doutor. Adeus.

Adeus.

Dr. Sprague disse que em seis semanas estará em forma como sempre.

Ainda é o melhor dia. Nenhuma dor absolutamente.

Eu me sinto terrivelmente responsável.

Foi um acidente. Sabemos disso.

Sinto muito. Não deveria tocar no assunto.

Tenho uma ideia.

Por que não convidamos Margaret e Frank para umas bebidas?

Não apressemos as coisas. Dr. Sprague disse sem visitas por duas semanas.

Acho que tem razão.

Mas eu posso ter um telefone aqui, não?

- Já liguei à Telefônica ontem, de novo. - E?

"Sim, senhor. Temos seu pedido, senhor.

"Instalaremos uma extensão tão logo seja possível."

Mas eles disseram isso há duas semanas atrás!

Há burocracia.

De qualquer forma, talvez eles venham amanhã.

Algo em especial para o almoço?

O que é mais fácil?

Que tal algum peixe? Uma boa salada?

Tem pão novo na padaria.

Pobre querido.

Cozinhar, fazer compras e cuidar de mim.

Certamente podemos encontrar alguém para ajudar.

Já liguei para cada agência em Londres.

Empregada doméstica simplesmente não existe.

De qualquer forma, gosto de cuidar de você.

Olá!

Bom dia, Adrienne. Que belo!

Como vai a Sra. Clarron?

Receio que não muito bem.

John, por favor, me deixe ajudar. Eu tenho muito tempo livre.

É gentil, Adrienne.

Não conhece a Madge. Ela é tímida com estranhos.

De qualquer forma, uma empregada chegará amanhã.

Que maravilha!

Assim espero. Quinze anos com uma família em Dublin,

ou assim ela disse.

Está acostumada com inválidos e adora cozinhar.

Tão irlandesa quanto os fazem.

Aqui está, Sra. Jafferty. Dois quilos da melhor carne.

- Devo por na conta? - Por favor, Sr. Smith.

Clarrons. Oito xelins. Carne de guisado.

Sra. Jafferty, está em Cookham há uma semana. Está gostando?

É uma cidade muito agradável, Sr. Smith.

Os Clarrons são ótimas pessoas.

- Dê-lhes lembranças. - Certamente, Sr. Smith.

Sra. Jafferty, poderia me fazer um favor?

Tenho um pedido para a Srta. Halberd do Rose Cottage.

Ela é sua vizinha.

Meus garotos saíram e prometi a ela para o almoço.

Se puder deixar lá pra mim.

Claro, ficarei encantada, Sr. Smith.

- É muita gentileza sua. - Não há de que, Sr. Smith.

Simon Templar! Que bom vê-lo.

Mario, é bom vê-lo, também.

Que surpresa, você apareceu do nada. Não acredito!

Meu estabelecimento inteiro é seu. Qualquer coisa que quiser.

Minhas malas estão lá fora no carro.

Não se preocupe, elas serão trazidas.

E agora, o que quer beber? Um Manhattan? Eu mesmo preparo.

A esta hora, uma cerveja do barril.

Quente, plana, nutritiva e muito britânica.

E o que o traz a Cookham? Uma aventura? Um crime?

Não, depois de um mês em Paris,

Tive uma louca crise de nostalgia para ver sua cara feia.

Simon, sou eu, Mario, se lembra? Pode ser honesto comigo, não?

Por que não?

- Pode guardar um segredo? -Está falando com um morto.

Estou procurando uma mulher.

38-24-36.

- Belíssima! - Isso é só a cabeça dela.

Aqui está.

Não, este é meu guisado de carne.

Aqui está finalmente.

Obrigada, Sra. Jafferty. Espero que não tenha sido um incômodo.

Nem um pouco, alguns metros fora do meu caminho em um dia como este.

Como está a Sra. Clarron?

Bem, diante das circunstâncias.

Eu adoraria vê-la.

Não é permitido, senhorita.

O doutor foi firme sobre isso. Sem visitas.

Diga-lhe que perguntei por ela.

- Direi. Um bom dia. - Obrigada novamente.

De nada, senhorita.

Sra. Jafferty!

Sra. Jafferty!

- Olá, Adrienne. - Quase me matou de susto!

Sinto muito.

A Sra. Jafferty deixou minha carne a caminho de casa,

e ela esqueceu isso.

Não precisava ter se incomodado.

Sinto muito em invadir assim.

Chamei a Sra. Jafferty, mas ela não respondeu.

Você nunca invadiria.

Agora que estou aqui, não poderia pelo menos dar um "alô" a Madge?

Isso é gentil. Queria que pudesse.

A Sra. Jafferty está dando banho nela agora.

Conhece as empregadas.

É como elas dizem, caso contrário elas vão. E aí, como você fica?

Está bem, então. Alguma outra hora.

Assim que ela estiver forte o bastante, será a primeira visita.

Prometo.

- Ela está louca para conhecê-la. - Obrigada, John. Adeus.

Adeus.

Quem era?

Oh, só algumas entregas. Pedi champanhe para você.

Oh, Obrigada, querido.

Aliás, Madge, tenho algumas contas para pagar.

- Eu lhe darei um cheque. - Obrigado.

De quanto precisa?

A conta do alfaiate é este mês. Melhor fazer trezentos.

- Não é preferível... - O que?

Bem, vá em frente. Vá em frente, Madge, diga.

Acha que é demais, não?

Não, querido. Absolutamente.

Você tem todo o direito, claro, desde que é o seu dinheiro.

John, isso é cruel.

A verdade tem um jeito de ser cruel, não é?

A verdade é que você paga por tudo nesta casa.

A comida, a bebida, o carro, até minhas roupas.

Fica um pouco desgastante depois de um tempo.

Um homem não gosta de viver de uma mulher.

É assim que você me classifica?

Pensei que eu fosse sua esposa.

Madge, querida. Desculpe, não quis dizer isso.

- Acho que quis, sim. - Não!

É que às vezes sinto... Eu não sei.

Eu nunca te comprei qualquer coisa, mesmo.

Só umas flores, chocolates.

Você compra suas próprias peles e joias.

Você até pagou pelo seu próprio anel de noivado.

John, por que tem tanta importância para você?

Por que não pode aceitar? Por quê pensa nisso como meu dinheiro?

É NOSSO dinheiro. Não é minha casa, é nosso lar.

É claro. Desculpe, querida. Vamos esquecer isso.

Está bem.

- John? Diga-me uma coisa. - O que?

Você é feliz? Quero dizer, comigo.

- Que pergunta é essa? - É?

É claro. Eu te amo.

- Você não costuma dizer isso. - Bem...

Isso te embaraça?

Um pouco, talvez.

Oh, querido... De vez em quando, me diga.

Eu te amo, Madge. Muito.

Oh, querido...

Às vezes, acho que se não estivesse casada com você, eu morreria.

Aqui está. Um "Manhattan" para alguém especial.

Obrigado, Mario.

Simon, somos amigos, não?

Somos amigos, sim. Saúde.

Mas às vezes sinto que não te conheço de jeito nenhum.

Não sou muito complicado, Mario.

Como todos os homens, estou procurando uma realização pessoal.

Não vou aceitar a minha por procuração. Isso é tudo.

Não entendo.

Simples. Não gosto de ser uma engrenagem na máquina.

Ser uma das milhões de formigas que devoram o dragão é nobre

mas não é tão divertido como ser São Jorge.

Com uma espada na mão, um pé no pescoço do dragão.

E um braço em volta de uma bela donzela.

- Parece inapropriado? - Não neste contexto.

Além de procurar no cenário,

o que faz em Cookham? Sem piadas, por favor.

O que está fazendo em Cookham?

O que sabe sobre um homem chamado John Clarron?

Muito recentemente, sua esposa teve um acidente grave.

Ela quase morreu.

As outras esposas dele tiveram acidentes, também. Elas morreram.

Ele já foi casado antes?

Duas vezes. Que tal outro "cliente especial"?

Claro.

Esta mulher chegando agora é a empregada deles.

- Qual é o nome dela? - Sra. Jafferty.

- Sra. Jafferty? - Sim?

- Como vai a Sra. Clarron? - Você a conhece?

Pode dizer que sou um amigo da família.

Eu até conhecia a ex-Sra. Clarron.

Essa seria a dama americana?

Sim, Grace Seldon. Fui noivo da irmã dela.

Era? Que extraordinário!

Você pode dizer a eles que perguntei.

- Se me disser seu nome. - Este é o Sr. Simon Templar.

Prazer em conhecê-lo. Direi ao Sr. Clarron que perguntou.

- Adeus, Sra. Jafferty. - Adeus.

Simon, você está, talvez, incógnito.

Errei ao mencionar seu nome?

Não, claro que não, Mario.

Outro "Manhattan", ou prefere o jantar?

O Sr. Templar vai jantar comigo.

- Vou? - Não vai?

Sim.

Sim, se Mário me desculpar.

Desculpá-lo? Eu o parabenizo. Vou trazer o menu.

Não será necessário, Mario. Vamos jantar em minha casa.

Traga-nos dois "Manhattans". Eu pago.

A dama falou, Mario.

Você faz pedidos como um general.

Quer discutir?

Não com um general tão bonita quanto você.

Contudo, às vezes, faço perguntas.

- Às vezes, eu respondo. - Qual é seu nome?

- Adrienne Halberd. - Já nos conhecemos?

Não se lembra?

Claro. Foi em Paris na primavera.

Central Park na chuva?

- Calgary em Nuchaluk? - Agora você está adivinhando.

Que tal você é uma investigadora especial

da Companhia de Seguros Majestic,

e está em Cookham pelos mesmos motivos que eu.

Para evitar John Clarron de assassinar sua terceira esposa.

Adrienne, foi um jantar soberbo, exceto por uma coisa.

O que?

Você. Você quebrou minha fé.

No que?

Bem, na evolução.

Você é linda, alegre, divertida, uma ótima cozinheira.

Mas é uma investigadora de seguros.

Companhias de Seguros descobriram anos atrás

que os investigadores poderiam fazer muito mais

se não parecessem investigadores.

É verdade.

Agora, supondo que comparemos notas sobre John Clarron?

Está bem. O que você sabe?

Ele foi para uma boa escola onde não se meteu em confusão.

Então ele se tornou um ator.

Então ele se casou e foi morar na Austrália.

Onde a primeira Sra. Clarron caiu do décimo andar

de um hotel em Brisbane.

John recebeu £ 50.000 de seguro, e depois voltou.

Então ele se envolveu no teatro novamente.

Produziu algumas peças em Londres. Todas elas fracassaram.

Ele estava praticamente falido

quando ele se casou com a herdeira americana, Grace Seldon.

Sim, eu a conheci.

- Como ela era? - Como a maioria das garotas bonitas:

Egoísta, petulante, mimada...

mas encantadora.

De qualquer forma, eles se mudaram para Nova York,

e seis meses depois, Grace foi eletrocutada.

Desta vez não havia seguro.

John herdou um quarto de um milhão de dólares.

- Muito empreendedor. - Muito.

Então ele voltou para a Inglaterra?

Sim, a mesma coisa começou de novo.

- Mais peças que fracassaram. - Eu vi a última dele.

O dia depois que ele se casou com Madge,

John assegurou sua vida por £ 70.000.

E algumas semanas atrás, ela quase foi morta.

É por isso que estou em Cookham.

Adrienne...

Há uma coisa errada. Achei que tivesse visto.

O que?

Até agora, Clarron trabalhou sozinho.

Você não acha que é muito estúpido dele

atravancar esta operação com a Sra. Jafferty?

Não vem dormir?

Ainda não. Tenho algum trabalho na nova peça.

Gilbert tem grande talento. Escreveu um 3º ato muito ruim.

- Você vai corrigir, querido. - Espero que sim.

Será um tremendo sucesso.

Você vai ser o produtor mais famoso de Londres.

Dissemos isso sobre a última.

Esta é diferente.

- Acha mesmo? - Eu sei!

- Algo que você queira? - Não, obrigada.

Boa noite, querida.

Tenho um palpite de que Clarron está pensando muito hoje à noite.

Por que?

Ele poderá cancelar, ou por pânico apressar as coisas.

Não entendo.

É uma reação previsível dos ímpios.

Vi isso acontecer mil vezes.

Clarron está no final de um trampolim.

- Qualquer dia ele vai dar um mergulho. - Do que você está falando?

Eu disse à Sra. Jafferty que fui noivo da irmã de Grace.

Ainda não entendo.

Grace Clarron nunca teve uma irmã.

Partida de Cookham - 10:30hs.

Chegada a Maidenhead - 10:43hs.

Sim. Sim, sim, eu sei!

Mas olha, Gilbert, meu amigo, a sua não é uma peça de ação.

É um estudo detalhado de um ambiente.

Eu acho que já resolvi nosso problema no terceiro ato.

Gostaria de conversar com você.

Está bem, pode jantar esta noite no meu clube?

Certo. Que tal às 19:00hs?

Ótimo, ótimo. Estou ansioso para vê-lo.

Certo. Adeus.

Acabei de ligar para o Gilbert. Eu vou encontrá-lo.

Ele vai ver as coisas do meu jeito agora.

Tenho certeza. Que trem vai pegar?

Das 15:00hs, se estiver bem pra você?

- É claro. - Vamos nos encontrar às 19:00hs,

mas eu vou pegar o das 20:55hs de volta.

Deixarei sua janta pronta. O que gostaria?

O que for mais fácil.

Que tal um bom guisado de cordeiro?

Você não terá tempo para cozinhar.

São apenas dez horas. Vou à vila buscar a carne agora mesmo.

John, não se preocupe tanto.

Não é problema.

Voltarei em cerca de 45 minutos, querida!

Está bem, querido!

Você foi rápido. Não quer entrar?

Obrigado, Adrienne.

Gostaria de uma xícara de café?

Não, obrigado. Não tenho tempo.

Vou pegar o trem das 10:30hs para Londres.

Como está Madge?

Está melhor hoje. É por isso que eu vim.

É a 1ª vez que deixei a Sra. Jafferty sozinha com ela.

Disse a ela para ligar para você se for necessário.

Vou aparecer depois do café da manhã.

Eu não faria isso. Ela é muito independente.

Deixe-as em paz, a menos que a Sra. Jafferty telefone.

- Está bem. - Obrigado. Fico agradecido.

Não fiz nada ainda.

Já se conhecem, não?

Sim. Olá, Clarron. Como vai?

Ótimo. Preciso voar.

Estou interrompendo algo?

Não, tenho que pegar o trem das 10:30hs para Londres.

- Deixe-me levá-lo à estação. - Não é muito trabalho?

De modo nenhum. Mantenha o café quente.

- Tchau, Adrienne. Obrigado. - Até logo.

Como vai Madge?

- Dentro do esperado. - Quando posso vê-la?

O que faz em Cookham?

Jogando golfe.

Vendo Adrienne. Quando posso vir e ver Madge?

Infelizmente, ela não tem permissão para visitas.

Sim, eu meio que presumi isso da sua empregada.

Você a conhece?

Sim, eu a conheci no pub. Ela não lhe disse?

Ela é uma ótima tagarela. Eu não escuto a metade.

Obrigado pela carona, Sr. Templar.

De nada. Fica na cidade o dia todo?

Não, vou pegar o das 20:55hs de volta.

- Divirta-se. - Obrigado.

- Bom dia. - Bom dia, senhor.

Obrigado.

Por acaso, você não saberia que plataforma em Paddington

sai o 20:55hs esta noite?

Caramba, senhor. Eu não sei nada de nada!

Suponho que não. Pergunta boba.

Tudo bem, senhor. Nós todos perguntamos alguma vez.

Aqui está, Sra. Jafferty. 1kg de guizado de cordeiro.

É suficiente para três pessoas?

É só pra mim e a Sra. Clarron. Ele foi para Londres.

- Bom dia, Sr. Smith. - Bom dia, Sra. Jafferty.

- Bom dia, senhorita. - Bom dia.

Teria uma lata desse veneno de rato?

O material marrom como sapato polonês, sabe?

Nós temos alguns. Uma lata de 4 onças ou 10 onças?

- A de 4 está bem. Quanto é? - Três e seis pence.

Eu vou pegar o livro de veneno, para assinar.

- Isso é estranho. - O que é?

A Sra. Jafferty acabou de entrar. Eu não a vi sair.

Ela provavelmente saiu quando você estava dirigindo para a estação.

Provavelmente. Você sabe o que é ainda mais peculiar?

Conhecendo a Sra. Jafferty, não posso acreditar que ela não contou a John

que eu disse que fui noivo da irmã de Grace.

Os irlandeses são tão imprevisíveis.

Mas não as mulheres.

Voltei, Madge.

Oh, que bom, querido!

Aqui estamos.

Você realmente me fez um cozido?

Claro que fiz.

Basta acender isso às 18:45hs e vai ficar bem quente às 19:00hs.

Vejamos. Revistas, TV...

- E cigarros? - Tenho bastante.

- Algo mais? - Só que volte depressa.

Tchau, Madge.

- Tenha um bom dia, querido. - Terei.

- Até logo, querida. - Até logo.

- Voltarei às 22:00hs, querida. - Está bem, querido.

- Tchau. - Tchau, querida.

- O das 15:00hs está saindo? - Em dois minutos.

Oh céus! Estou tão chateada. Eu mal sei o que estou fazendo.

É minha irmã. Ela está doente e nem uma alma para cuidar dela.

- Oh céus. - Este lado? - Este lado, sim.

Mas Sr. Clarron, não estou interessado nestas sem ação,

peças sem pressão, o teatro moderno chama de honesto.

Qual é a sua objeção para o enredo?

Nada, Gilbert. Mas você não escreveu uma peça de ação.

Pode me dizer a hora?

18:45hs.

Continue, Gilbert. Estava dizendo...

- Adrienne, que horas são? - Dez para às sete.

Há algo errado. Há algo muito errado.

Nada pode acontecer à Madge com John em Londres.

Mas a Sra. Jafferty saiu às 14:30hs e ainda não voltou.

Madge está sozinha naquela casa há quatro horas.

O que deveríamos fazer?

- Vou visitar o Clarron "ménage". - Eu devo ir com você?

Não, voltarei em dez minutos. Não se preocupe.

Sua mãe não tem emprestado chá há semanas.

Ela tem recebido da Sra. Smith.

- Aqui está você. - Bom dia.

Bom dia. O que está fazendo?

- Cortando madeira. - Não aqui!

- Sempre fiz. - Não mais!

Você vai quebrar o concreto.

Você já terminou de cortar madeira?

Eu poderia pegá-lo por dano intencional.

Eu posso tê-lo por transgressão!

- É meu jardim. - Estou alugando!

Você quebra o concreto e eu lhe quebro.

Você está invadindo minha cerca.

- A metade é minha. - Você está na minha metade.

Mas Gilbert, meu amigo, este é o ponto.

Uma mensagem, significado social.

Não tenho mensagem. Sou incapaz de melhorar o mundo.

Eu só quero entreter clientes pagantes no teatro.

Se tomasse essa atitude, poderia produzir um sucesso

em vez de uma série de fracassos sombrios.

Se é assim que você se sente...

Eu sinto que você é um sem talento exagerado, profissional chato.

Tenho um trem para pegar às 20:55hs. Não temos mais nada a dizer.

Minha conta, por favor.

Dr. Sprague! Que surpresa agradável.

Olá, Sr. Clarron.

Seu prognóstico estava 100% certo. Madge vai esplendidamente bem.

Bem o suficiente para ficar sozinha?

Ela não está sozinha. Tenho uma empregada, a Sra. Jafferty.

- Ela é um tesouro. - Estou feliz.

Ela não tinha referências. Se ouve coisas aterrorizantes nos dias de hoje.

Mas eu tinha que ter alguém, não?

- Posso te pedir um favor? - Tenho certeza que poderia.

Peguei carona até a estação. Estou sem meu carro.

- Pode me dar uma carona? - É fora do meu caminho.

Apenas 1,7 Km. Eu aprecio muito isso.

Bem...está bem.

...Então ele se tornou insultante.

Nunca entenderei os escritores.

Egocêntricos completos, cada um deles.

Nunca pensam em ninguém além deles.

Já chegamos? Obrigado, doutor.

Querida?

Madge, querida?

Madge?

Onde vai, Clarron?

Voltar a Brisbane?

Ou Nova York, ao apartamento de Grace na Park Avenue?

É minha esposa. Ela está morta.

Suas esposas têm o hábito de morrer.

O que está falando?

Disto!

Você envenenou sua esposa.

Você está louco!

- Estou? - Eu estava em Londres.

- Estava? - Você sabe que eu estava.

Você me levou até o trem das 10:30hs. Você me viu tomá-lo.

Mas você desceu, não foi? Na próxima estação!

Não. Eu jantei com um escritor. Ele vai garantir isso.

- Vai? - Assim como os garçons.

No trem, chegando em casa, encontrei o Dr. Sprague.

- Ele me trouxe até a porta. - Então quem envenenou sua esposa?

Foi a Sra. Jafferty.

Eu a peguei sem referências, estava desesperado.

Com Madge tão doente, eu não podia cuidar dela e da casa.

Não vejo porque não.

Você é um marido muito talentoso.

Foi a Sra. Jafferty.

Que motivo ela teria para matar sua esposa?

Roubo. Ela levou as joias de Madge.

Olhe por si mesmo.

Sua caixa de joias está aberta. Está vazia.

- Quem está chamando? - A polícia.

Eu não me incomodaria. Liguei eu mesmo, Sra. Jafferty.

- Do que me chamou? - Sra. Jafferty.

Grande! Foi um belo desempenho.

Você criou uma identidade para todos os comerciantes da vila.

Para evitar visitas, disse que o Dr. Sprague não as permitia,

então ninguém poderia fazer perguntas sobre a mítica Sra. Jafferty.

Templar, nós podemos resolver isso.

- Podemos? - Sim.

Há um seguro de £ 70.000 da vida de Madge.

Eu vou recolher em um mês ou seis semanas. Eu vou te dar a metade.

- £ 35.000. - Está bem, darei 40.

E todas as joias. Aqui, pegue.

Não estou interessado nas joias. Ou dinheiro.

Quero que tenha o que merece, Clarron.

A 1ª Sra. Clarron, que caiu da janela do hotel,

- você a empurrou? - Sim.

- Grace Seldon, em Nova York? - Sim.

- E agora Madge? - Sim, sim!

Adrienne?

- Pegou isso? - Cada palavra.

- Foi diferente com Madge. - Como?

Eu amava Madge. Não amei as outras, mas amava Madge.

Sabe, John...

Acredito que me amava.

Só um minuto, senhor.

Obrigado por vir tão rápido, Inspetor.

Provavelmente não ouviu,

mas a Srta. Halberd tem uma transcrição literal.

John, por que?

O que fiz errado?

Madge.

Madge.

Eu o amava.

Eu o amava.

Mesmo quando você estava me contou toda a história horrível,

então eu não comi o veneno,

tudo o que eu pensava

era quanto eu o amava.

Oh, Simon! Por que não me deixou morrer?

Porque eu sei que, com o tempo, você vai se sentir diferente

e vai querer viver muito.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.