All language subtitles for Peter Gunn 02x35 Letter of the Law

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Original subtitles

* Tradu��o: RobOpen *

� isso, vou ter que me mudar.

Este buraco me d� nos nervos.

E deixa-me de mau humor.

Voc� n�o pode esperar que eu viva assim para sempre.

Jovem e atraente.

Por que voc� n�o pensa mais assim?

Querido, voc� sabe o que h� de errado?

Estou solit�ria.

Preciso de um pouco de seguran�a.

D�-me um pouco de seguran�a, querido.

Promotor P�blico

- Sr. Gunn. - Sr. Lockwood.

Por favor, sente-se.

Obrigado.

Com licen�a.

N�o passe chamadas, Mary.

Prazer em v�-lo, sr. Gunn,

dadas as circunst�ncias.

N�o vi a dimens�o das circunst�ncias

no telefonema, sr. Lockwood.

As circunst�ncias relevantes s�o

assassinato.

Na noite passada uma garota chamada Julie Kent

foi achada no apto dela morta, sufocada.

Sim, li sobre isso nos jornais da manh�.

A pol�cia est� prestes a fazer uma pris�o.

Quem ser� preso?

Meu filho.

Ele admite que a conhecia.

Ele a conheceu um ano atr�s, em uma festa.

Ele a tem evitado, desde ent�o.

Por algum motivo particular?

A garota � uma oportunista.

Meu filho � um brilhante aluno de direito.

Com grande futuro.

A garota provavelmente quer compartilhar esse futuro.

Com certeza a pol�cia sabe mais do que isso.

Acharam impress�es digitais do meu filho no apto.

Evid�ncia definitiva de que ele esteve l�.

Isso pode incrimin�-lo.

N�o estou minimizando, sr. Gunn.

Eles t�m um caso muito bom.

Mas eu conhe�o o meu garoto.

Ele nunca mente para mim.

Ele disse que n�o foi ele e eu acredito.

O que posso fazer para ajudar, sr. Lockwood?

Resolva esse caso.

Descubra quem realmente fez isso.

Receio ter que lhe fazer uma pergunta muito delicada.

Certamente.

Voc� realmente acredita que seu filho n�o fez isso,

ou voc� s� quer acreditar nele?

Vou lhe dizer o quanto acredito nele.

Se a sua investiga��o confirmar as conclus�es da pol�cia,

meu escrit�rio processar� o meu filho.

Permita-me agradecer, mas n�o preciso disso.

N�o precisa do qu�?

Sua companhia.

Isso n�o � muito cordial.

Anos de intensa pesquisa e estudo me tornaram assim.

O que aconteceu com o tenente alegre e rechonchudo que conhec�amos?

Certo, Certo, vou ignorar meu trabalho,

vamos sentar aqui e ficar trocando belas tiradas.

Sim, eu gostaria, mas estou ocupado.

O que voc� sabe sobre Julie Kent?

Ela era bonita e est� morta.

Bem, vamos dar um passo adiante.

Entendo que voc� vai fazer uma pris�o.

Onde conseguiu esse entendimento?

Meu cliente.

Se eu perguntasse quem � seu cliente,

voc� provavelmente me diria que n�o era da minha conta.

Ent�o n�o pergunte.

�timo.

Por que n�o estabelecemos um pacto de n�o agress�o?

Eu n�o lhe pergunto, voc� n�o me pergunta.

Veja, tenente, isto � importante.

Corre a palavra de que voc� vai prender o filho do promotor.

A palavra est� certa.

O qu�? S� baseado nas impress�es digitais dele no apartamento?

N�o, com base numa mentira.

Ele originalmente negou conhecer a garota.

Certo, digamos que ele a conhecesse.

Digamos que ele fez uma visita a ela.

Foi quando ele a visitou.

O legista estabeleceu a morte entre 8 e 9 da noite passada.

Isso amarrou tudo.

O qu�, uma multa de tr�nsito?

Uma multa de estacionamento.

O carro do jovem Lockwood foi marcado na zona vermelha 817.

O carro estava na mesma rua do apartamento.

Parece muito pouco promissor.

Para o jovem Lockwood.

Diante disso, ele admitiu estar l�,

mas ele ainda nega ter matado a garota.

Por que voc� n�o o prendeu?

Estamos esperando ordem do capit�o.

Por que o capit�o n�o o prendeu?

O capit�o � um conservador.

Ele acredita que antes de prender o filho do promotor,

� melhor voc� verificar o �libi e as pilhas de evid�ncias.

Parecem estar acumulando-se muito bem.

Acho que sim, mas estou numa posi��o bastante estranha.

Nunca me encarrego de intimidar o capit�o.

Voc� � o conservador, tenente.

Obrigado de qualquer maneira.

Ah, apare�a sempre.

Sempre que eu tiver tempo.

Neste momento, acho que vou falar com o jovem Lockwood.

� melhor voc� fazer isso r�pido.

Certo.

Entre.

Com licen�a.

Neil Lockwood?

Sim.

Meu nome � Gunn.

Voc� � outro policial.

Posso sentar?

Claro v� em frente.

Neil, seu pai me contratou para tentar mant�-lo longe da pol�cia.

Se eu puder.

Contei a eles tudo o que sei.

Receio que eles n�o tenham acreditado.

N�o sei se voc� percebe isso, Neil,

mas voc� est� muito perto de ser preso por assassinato.

Eu n�o fiz isso.

Ent�o por que voc� mentiu?

Porque eu sabia como seria.

Eu estive l�.

Ela foi morta, aparentemente, poucos minutos depois que eu sa�.

Isso � tudo que h� para dizer.

H� quanto tempo voc� a conhecia?

Eu a conheci h� cerca de um ano.

Ela me ligou.

Queria me ver.

Ela estava solit�ria.

Tentei dizer a ela que eu tinha exames e n�o tinha tempo.

Ent�o voc� n�o a viu.

Sim.

Voc� n�o entende?

Eu senti pena dela.

Neil, seu pai � o promotor p�blico.

Voc� j� esteve em um tribunal?

Voc� gostaria de contar essa hist�ria a um j�ri?

Voc� gostaria que sua vida dependesse disso?

N�o.

Mas n�o sei o que fazer.

� a verdade.

Receio que teremos que provar isso.

Qual � o endere�o?

- Qual endere�o? - Do apartamento dela.

Rua Sul, 533, apto 8.

O que voc� vai fazer?

N�o sei, a pol�cia pode ter deixado passar alguma coisa.

N�o h� esperan�a.

Talvez n�o, Neil.

Muito atraente, Sidney.

Excepcional.

Posso entender seu ponto.

Sidney criou outra obra-prima.

Desculpe, estou... estou dominado.

Acha que poderia recompor-se por um momento, Sidney?

V� embora, crian�a.

Agora, Peter, o que voc� quer?

Bem, ah...

Veja, Sidney...

Voc� deve me perdoar.

A dicotomia das cores enleva-me a tal ponto

que eu fico exausto.

Clarence, troque o cinto.

Isso diz algo para voc�?

Isso me d� n�useas.

Voc� pode me dizer o que �?

Seda brocada, o fim do homem.

Veja, Sidney, n�o estou pedindo opini�o.

S� gostaria de saber o que � e onde posso encontrar algo assim.

Clarence, n�o essas contas.

Faz parte de um len�o de seda.

Estas iniciais, D.E.

Agora, o que � isso, um monograma ou uma etiqueta?

PG, voc� est� se tornando um chato insuport�vel.

Faz parte da etiqueta do armarinho.

Voc� acha que conseguiria recompor-se por tempo suficiente

para me dizer qual armarinho?

Clarence, tudo menos vison.

Algo arejado, use marta.

Eu poderia morder a l�ngua por dizer isso,

mas � sem d�vida DeSantis.

DeSantis? DeSantis tem um armarinho?

Um emp�rio de coisas esquisitas.

Tamb�m � uma fachada. Ele � um dos maiores bandidos da cidade.

Eddie DeSantis � um grande operador, dificilmente um armarinho.

Meu querido menino, ele � incorrig�vel, n�o cabe a mim julgar.

Acho que � melhor conversar um pouco com ele.

Se o fizer, por favor diga-lhe

para parar de vender aqueles len�os de seda brocados.

Mantenha o queixo erguido, Sidney.

Clarence?

Sim, n�s os vendemos. Quantos quer?

Onde est� Eddie DeSantis? Vou fazer meu pedido com ele.

Ele � um homem muito ocupado. Eu conduzo os neg�cios para ele.

Essa � uma maneira perigosa de viver.

Mais uma vez, onde est� DeSantis?

Veja, senhor, eu n�o sei.

Voc� quer que eu fique um pouco preocupado e impetuoso?

N�o gosto que minha mercadoria seja maltratada.

Ou meu ajudante.

- Al�, DeSantis. - Al�, Peter.

Est� interessado em nossa nova linha de primavera?

Eu estava mais interessado em saber onde voc� estava na quinta � noite.

E o que isso faria por voc�?

� o que isso pode fazer por voc�, como lev�-lo para a c�mara de g�s.

O que voc� est� tentando montar, Gunn?

Voc� e Julie Kent?

Oh, n�o. Os policiais tentaram isso, n�o acharam nada.

Eles n�o acharam isso.

Um pequeno item com sua etiqueta.

O que isso deveria provar?

Provavelmente � o len�o do crime.

Deixe-me ver isso.

Voc� pode ver isso na sede da pol�cia.

Voc� est� bem?

Hum.

Quando voc� come�ou a conduzir seus neg�cios em becos?

Fui pego por alguns bandidos.

Ligados �?

Eddie DeSantis.

Qual foi a ocasi�o?

Bem, parece que rastreei um len�o at� ele.

Provavelmente � o len�o que foi usado para matar Julie Kent.

No meu papel habitual de dr. Watson,

sinto-me impelido a dizer: incr�vel, Holmes, incr�vel.

Obrigado.

Onde voc� conseguiu o len�o?

No apartamento de Julie Kent.

Eu poderia lhe condenar a 20 anos.

Agora relaxe, doutor.

N�o estraguei nenhuma das suas impress�es digitais.

Veja, vou lhe fazer mais uma pergunta.

Provavelmente sei a resposta, mas pergunto mesmo assim.

Onde est� esse len�o m�stico?

Foi-se.

Os bandidos pegaram.

Bom menino, tigr�o.

Deixe-me fazer uma pergunta.

Voc� consegue pensar em alguma conex�o

entre DeSantis e Julie Kent?

Eles andavam juntos.

Ela era cantora no Edwardian Club.

Ele � o dono.

Eles se separaram h� cerca de um ano.

Talvez tenham restabelecido o relacionamento.

Pelo menos o tempo suficiente para ele mat�-la.

Sobre o len�o,

cobrimos o apartamento completamente.

Exatamente onde voc� o encontrou?

Dentro do cano da pia.

N�o sei como eles deixariam de ver.

Ah, calma, tenente.

N�o expulse nenhum dos garotos do laborat�rio.

Eles n�o receberam a dica da torneira pingando.

Se voc� ainda tivesse aquele len�o,

Eddie DeSantis e eu ter�amos muito o que conversar.

Voc�s ainda ter�o algo para conversar.

Parece que ele estava disposto a tentar me matar

para recuper�-lo.

Sim.

Bem, isso � razo�vel.

Por qu�?

Voc� irrita muitas pessoas.

Obrigado.

Uh, meu barman me disse que voc� tem feito perguntas.

Sim, parece que n�o estou obtendo nenhuma resposta.

Por que voc� n�o vai at� a esta��o?

Experimente as informa��es para viajantes.

N�o encontrarei Eddie DeSantis l�.

Voc� n�o o encontrar� aqui.

Ele � muito esquivo.

Hum.

Por que voc� quer v�-lo?

Eu estava na loja de armarinhos dele esta noite,

e ele esqueceu de validar meu bilhete de estacionamento.

� engra�ado.

Por que voc� n�o o leva ao tribunal?

Eu tenho que encontr�-lo primeiro.

Edwardian Club.

Quantos?

Eddie saiu.

Quatro, hein?

Nome, por favor.

Obrigada.

Voc� ainda est� aqui?

Sim, bem, eu vou, uh...

Vou ficar por aqui e tomar uma bebida.

Fa�a um longo drink.

Diga.

Sim, senhor.

Voc� � um verdadeiro g�nio com essas perguntas.

Esta cidade nunca dorme.

Voc� devia dormir.

Podemos lidar com isso muito bem.

Como voc� chegou aqui?

� muito profundo.

Procurei na lista telef�nica.

Sim, senhor tenente, voc� � um Jim Dandy.

Obrigado.

Agora v� para casa.

E fa�a-nos um favor.

Como o qu�?

N�o nos ajude mais.

Voc� vai ficar por a� esperando por DeSantis?

Essa � a ideia geral.

At� logo.

Eu, ah...

Eu n�o achava que os policiais deveriam beber em servi�o.

Estou interpretando um papel.

Estou inc�gnito.

Voc� nunca conseguir�.

Esses olhos redondos, essa papada cheia.

Voc� parece um tenente.

Al�?

Diga adeus.

Voc� � um homem dif�cil de localizar, DeSantis.

Eu gosto assim.

Mas agora que nos encontramos, vamos conversar um pouco.

Sobre?

Sobre quem est� tentando me incriminar pela morte de Julie Kent.

O que voc� est� tentando vender?

Que algu�m plantou seu len�o naquele apartamento?

N�o a via h� mais de um ano.

N�o at� eu aparecer com aquele len�o.

Ent�o voc� tenta arrancar minha cabe�a para recuper�-lo.

Voc� devia fazer seus associados matarem por voc�, DeSantis.

Voc� � muito desleixado.

Se eu a tivesse matado, voc� acha

que eu seria bobo o bastante para deixar o len�o no apartamento?

Voc� tentou se livrar dele.

S� que voc� deixou um peda�o no cano da pia.

Tive uma longa conversa com a pol�cia.

Eles nunca mencionaram um len�o.

Tenho certeza que quando falarem de novo com voc�, mencionar�o.

Veja.

Voc� l� os jornais.

Estou sob acusa��o federal.

Dois comit�s est�o me investigando.

Com tudo isso pairando sobre mim, voc� acha que eu seria bobo

o bastante para sair e matar uma garota

que expulsei h� um ano atr�s?

Por que voc� n�o apresenta essa tese � pol�cia?

Porque quero descobrir quem est� tentando pendurar esse pano em mim.

Voc� pendurou em si mesmo.

Veja.

Antes de resolver voc�, vamos tentar isso:

Se eu tivesse matado Julie, teria que entrar no apartamento.

Minhas impress�es digitais estariam na ma�aneta.

N�o se ela deixasse voc� entrar.

Espere um minuto.

Talvez voc� tenha me dado algo, DeSantis.

Como voc� saiu do apartamento?

Ent�o?

Algo est� estranho desde a �ltima vez que estivemos aqui.

Tiramos tr�s ou quatro boas impress�es.

Est�o todas manchadas agora.

Tive cuidado com tudo.

Voc� verificou a ma�aneta interna?

Mesma coisa, impress�es manchadas.

Voc� procurou impress�es na torneira da pia?

Manchada.

Parece que voc� ganhou uma.

Algu�m esteve aqui desde que tiramos as impress�es.

O que voc� est� tentando me dizer?

Estou dizendo que algu�m voltou ao apartamento depois do assassinato.

Mas por qu�?

Para plantar evid�ncias.

Provas que levariam a pol�cia a um candidato muito prov�vel.

Talvez DeSantis.

Eu simplesmente n�o entendo.

Funciona assim.

Algu�m comprou um len�o na loja do DeSantis.

Depois foi ao apto de Julie Kent.

Colocou um peda�o do len�o no cano da pia.

Deixou a torneira pingando, sabendo que atrairia minha aten��o.

Sua?

Eles sabiam que eu estaria l�, que iria dar uma olhada.

O que voc� est� dizendo?

Estou dizendo que ele tinha uma mente jur�dica muito boa.

Algo parecido com a sua.

S� que ele foi cauteloso demais no apartamento.

Cauteloso?

Chame isso de a��o reflexa.

Nunca deixe uma impress�o digital.

Por isso usou um len�o para abrir a torneira da pia e sair pela porta.

Sr. Gunn, n�o pode basear um caso em impress�es digitais borradas.

Receio que neste caso voc� possa.

O seu filho ainda ser� julgado pelo assassinato de Julie Kent.

Voc� disse que Neil voltou para o apartamento dela. Por qu�?

Incriminar outro homem.

Por que ele a matou? Por qu�?

Acho que ele lhe contou a maior parte.

Tudo, exceto o fato de que foi ele.

Sr. Lockwood, antes de tudo isto acontecer,

Neil veio at� voc� por dinheiro?

Sim ele veio.

Ele disse que suas despesas com a faculdade estavam aumentando.

Dei-lhe dinheiro adicional.

N�o passou uma semana antes que ele pedisse mais.

Ent�o deve ficar bem claro.

Ele precisava do dinheiro para a garota.

Ela provavelmente o estava sangrando.

Neil sabia o que um esc�ndalo faria � sua reputa��o como promotor,

� sua futura vida pol�tica.

Eles n�o devem prend�-lo.

Ele tem um futuro. Ele n�o � um homem comum...

O que estou dizendo?

Estou racionalizando porque ele � meu filho.

Estou tentando fazer um acordo.

Nunca fiz isso antes na minha vida.

Sinto muito, sr. Lockwood.

Eu realmente sinto muito.

Memorando desta data.

De acordo com as conclus�es da pol�cia,

este escrit�rio est� prestando queixa.

O povo contra Neil Lockwood.

Nomeaio o promotor adjunto Willard.

Ele exigir� e obter�

um veredicto de assassinato em primeiro grau.

* Tradu��o: RobOpen *

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