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Original subtitles

Devem ir para a discoteca.

Como est�s t�o calma?

E como fizeste aquilo? Os teus olhos estavam...

Pode p�r a m�sica mais alto?

Tamb�m consegues voar?

N�o. S� consigo mover coisas, como te disse.

- Desculpa n�o ter acreditado. - Tudo bem.

- Temos de combinar... - N�o � preciso.

Como assim?

Quando chegarmos, vou trocar de roupa.

Depois, vou � esquadra entregar-me.

Direi que foste s� uma v�tima.

- N�o te vais entregar. - Matei um homem.

C�us! N�o mataste um homem. Os homens n�o voam.

Se n�o chegasses naquele instante...

Algu�m deve querer saber o que lhe aconteceu.

Ser� f�cil associ�-lo a n�s.

Viram-nos. Falaste com ele a noite toda.

N�o sabemos o que viram.

Ele ia matar-nos. Foi em leg�tima defesa.

Protegeste-me, como sempre.

N�o te podes entregar.

N�o sei o que faria sem ti.

Certo. Ouve, n�o sei nada sobre o futuro.

Disseste que querias umas bolas e combinaste no parque.

Cheguei ao parque

e um encapuzado lan�ou-me fogo, certo?

Parece-me uma cilada.

Eu sei o que parece.

Vi aquilo no futuro e agora est� aqui.

Atacou-te pelos teus poderes. N�o � o �nico, h� mais.

Mas se nos juntarmos os cinco, podemos trav�-los.

- Isso parece ser um problema teu. - N�o.

Pelo que sei, andam atr�s de ti, n�o de mim.

Agrade�o teres-me salvado, mas est�s a pedir muito.

O meu Uber chegou.

- N�o me est�s a ouvir! - Calma.

- Calma. - Por favor, ouve-me.

Se o meu poder voltar, estou-me a cagar! Podem vir todos.

- Eu corro � volta deles. - Percebo.

- Sai da frente. - Rod... Rodney...

Rodney, por favor.

CRIADA POR RAPMAN

- Precisas de ajuda? - N�o, eu fa�o.

- Muito obrigado. - Est� bem.

ESCRITA POR RAPMAN

Deixa-me ajudar-te. Est�s mesmo � toa.

- �s irritante, sabias? - N�o tens jeito para isto.

- Pai? - O que �?

Como...

Como � a pris�o?

REALIZADA POR SEBASTIAN THIEL

Est�s enjaulado como um animal.

Dizem-te o que fazer e quando faz�-lo. � um inferno.

Sabes a pior parte?

A comida.

Espera, n�o. N�o haver mulheres.

Tu.

N�o te tinha a ti.

Eras novo, a tua m�e estava com o Dwayne.

Pensei que ias consider�-lo teu pai.

Isso foi o mais dif�cil para mim.

N�o. Gosto do Dwayne, mas sempre soube que o meu pai era...

Certo?

- �s um homem. - Sempre fui, pai.

- A s�rio? - Sim.

Vai para a escola ou a tua m�e ralha-me.

Sim. Mando-te mensagem.

Est� bem. AJ.

Tenho bilhetes para o novo filme da Marvel.

- Em 4D com cadeiras m�veis. - Boa!

- Sim? Boa. - Sim.

- Vai l�. Despacha-te. - Est� bem.

Sim?

Adeus.

S� algu�m hoje. Deixa-me orgulhoso.

Muito bem. Est� com bom aspeto.

De que te esqueceste?

Lembra-me de te dar uma chave.

Sr. Simpson?

O que... Saiam da minha casa.

Somos cobradores do NEG.

Mand�mos v�rios emails devido a uma d�vida.

N�o quero saber. Saiam daqui.

S� quando recebermos algum pagamento.

Tem fundos para saldar esta d�vida?

N�o quero saber.

V�s na porta ao lado? Vejo aqui.

Disse-vos para sa�rem e n�o ouvem.

Saiba que podemos usar de for�a razo�vel

se nos sentirmos em perigo.

Sim? Podem?

- Estamos a avis�-lo! - A avisar-me?

Pai?

- Que fazes aqui? - Deixei o casaco.

- O que se passa? - Nada. Posso pagar online. Resolvo...

N�o funciona assim. Queremos dinheiro.

- Teve muito tempo. - Quanto deves?

AJ, eu trato disto. N�o te preocupes. Sim?

Levem isto. � novo. Tem dias.

Que est�s a fazer?

H� recibos num saco.

- Comprei-o para ti. - H� sapatilhas.

- Devolva-lhe isso. - N�o me parece.

� surdo? Devolva-lho!

Pague a d�vida e vamos embora. Feito.

Deixa. N�o preciso dele.

Ou�a o rapaz.

Est� bem.

Est� bem.

Isso deve cobrir tudo.

Devolva-lhe o telem�vel, d�-lhe as coisas dele

e saiam os dois da minha casa!

Receber� o recibo por correio.

Est�s bem, pai?

Posso ajudar?

Tenho informa��es

sobre o crime ontem � noite � porta da Onyx.

Qual foi o crime?

Foi ho...

Homic�dio.

Na Onyx? Em Brixton?

Sim, senhora.

Est� ali uma mulher que diz saber de um homic�dio

que aconteceu na Onyx.

- Um homic�dio? Na Onyx? - Sim.

Vim agora de l�.

Foi s� um desacato por embriaguez.

- Quem disse isso? - Aquela mulher...

Fora da minha loja!

S�o s� mais algumas perguntas.

- S�o surdos? - Terry.

Sra. Johnson, desculpe. N�o queremos incomod�-la.

- S� queremos ajudar a Jasmine. - N�o podem.

Podemos. H� coisas que...

N�o. � s� uma assistente social. N�o tem poder.

Podemos fazer muita coisa para ajudar...

Terry, temos de ir.

Sra. Johnson, mais uma vez, lamento muito.

N�o queremos incomodar.

S� queremos ajudar.

Fechem a porta!

O SABOR DAS CARA�BAS

- � ele? - Sim.

Michael, Spud. Spud, Michael.

- Muito prazer. - Igualmente.

Podemos falar em particular?

Est� tudo bem. Ele contou-me tudo.

Obrigado por o salvares.

Agradece mesmo. S� c� estou gra�as a ele.

- Sei que come��mos mal. - A quem o dizes.

N�o estavas interessado, mas...

Aquilo n�o vai desaparecer.

O Rod disse que ele n�o tinha cara.

N�o, disse que n�o vi a cara.

Foi enviado pelo governo?

N�o sei quem o enviou,

mas vai voltar e n�o voltar� sozinho.

Por isso quero que ele te ajude.

Encontram os outros e combatem-nos como os Vingadores.

N�o ligues, ele l� muita BD.

Como era o futuro? O Rodney estava diferente?

Tinha poderes novos?

N�o, estava igual.

Corria muito r�pido e lan�ava eletricidade.

Ouviste? Lan�avas eletricidade.

Sim, porreiro, mas o meu poder ainda n�o voltou.

Pode demorar, mas vi-te com poderes.

Sim, no futuro.

- Pode ser o efeito borboleta. - L� est� ele.

O qu�?

Basicamente, ires ao futuro

pode ter mudado tudo o que iria acontecer.

Todos os que contactaste podem ter um rumo diferente,

como aqueles com quem se cruzam.

Se n�o tivesses ido ao futuro, eu n�o estaria aqui agora.

Certo. Provavelmente, serias conselheiro do primeiro-ministro.

- Nunca se sabe. - Podes crer, meu.

E se algu�m morresse no futuro? O que...

- Talvez j� n�o morra. - Todos morrem.

Mas pode morrer antes ou depois dessa data.

S� sei que, se n�o estivesse l� para ti,

n�o estarias aqui hoje.

E s� te pe�o que me ajudes a encontrar os outros

para, quando voltarem, termos hip�teses.

Ouve, pareces ser um tipo porreiro

e lamento mesmo se fui rude ontem � noite, percebes?

Tudo bem. S�o �guas passadas.

N�o te posso ajudar com isso.

Tenho as minhas cenas para resolver.

Mas espero que corra tudo bem.

Sinceramente.

Vamos, Spud.

Aperta a�.

Foi um prazer conhecer-te.

Sim.

Devias ajud�-lo.

Shar, acorda.

Acorda. O corpo desapareceu.

- De que est�s a falar? - O Kadeem j� n�o est� l�.

Claro que n�o. A pol�cia levou-o.

N�o. N�o h� sinais de crime.

Como sabes?

Voltei l�.

Porque voltarias ao local do crime?

Est�s a ouvir? N�o h� corpo, n�o h� crime.

- Pode n�o estar morto. - Disseste que estava.

N�o tinha pulso.

Ent�o, algu�m levou o corpo

ou pessoas como eu t�m um ADN diferente. N�o sei.

Se est� vivo, o que o impede de terminar o que come�ou?

Shar, olha para mim.

Se ele estiver vivo e for est�pido para vir atr�s de n�s,

prometo que, para a pr�xima, morre mesmo.

Ningu�m pode saber o que aconteceu ontem � noite.

- Est� bem? - Sim.

- Dre. - Passei o dia a ligar-te.

Porque n�o atendias?

Desculpa, estive ocupado a resolver umas coisas.

S� liguei para saber se estavas bem.

- Sei que levaram tudo... - N�o levaram tudo.

Tenho mais no banco. N�o te preocupes.

N�o, mas �amos ao cinema hoje.

Podemos ir s� depois de conseguires o emprego.

Vamos manter o plano, est� bem?

Est� bem. Espero perto das lojas, sim?

Est� bem. Ouve, tenho de desligar.

- Pai? - Sim?

Boa sorte para a entrevista.

Obrigado, meu.

Tenho de ir. Adoro-te, sim? Adeus.

Andre, diga-me.

Porque devia ser o supervisor?

Fui escolhido como chefe de equipa no meu �ltimo trabalho v�rias vezes.

Sou empenhado.

Posso chegar cedo e sair tarde.

Fa�o o que for preciso.

Tem muita experi�ncia em atendimento ao cliente.

Trabalhou em v�rios s�tios, mas por pouco tempo.

H� algum motivo para nunca ficar muito tempo?

Sim.

Tenho cadastro.

N�o o declaro e, normalmente, quando descobrem, despedem-me.

Posso perguntar o crime?

Inten��o de fornecer drogas pesadas.

Sei o que est� a pensar.

Mas juro-lhe mesmo

que n�o sou nem nunca fui traficante.

Tinha 18 anos, ia a caminho do trabalho

e vi um tipo com quem andei na escola e que n�o via h� anos.

Abri a janela, cumprimentei-o e ele respondeu.

Perguntou-me se lhe dava boleia.

�amos de carro e a pol�cia mandou-nos parar.

Decidiram verificar tudo, a mim, a ele e ao carro.

Depois, quiseram revistar o carro.

Eu pensei: "N�o h� problema."

Revistaram-no...

... e encontraram um monte de drogas debaixo do banco de tr�s.

Resumindo, eram dele.

Do tipo a quem dei boleia.

E ele negou.

Eu tamb�m neguei, mas o carro era meu. Fui acusado e preso.

Est� a pensar que eu devia ter dito que as drogas eram dele.

Acredite, parte de mim queria fazer isso.

Mas havia toda aquela...

... regra t�cita de n�o ser bufo a passar-me pela cabe�a.

Como estava inocente,

achei que tudo acabaria por se resolver.

Mas n�o resolveu?

Eu nunca conto isto a ningu�m.

Sobretudo numa entrevista.

Mas sabe uma coisa? Estou farto de esperar para ser despedido.

Parece ser boa pessoa.

Desta vez quis dizer a verdade.

O que foi?

N�o consegui o emprego.

Mano, �s como o Hulk Negro.

Querias abastecer prateleiras?

Teria um sal�rio. Seria alguma coisa.

Sabes qual � a sensa��o de ser pai

e n�o poder sustentar o meu filho?

H� dias, o AJ disse que queria trabalhar.

O meu filho de 15 anos quer arranjar trabalho

para ter dinheiro, pois sabe que eu n�o tenho.

E o dinheiro da m�quina autom�tica?

Foi-se todo.

- Rebenta outra. - N�o vou fazer isso.

N�o vou voltar para a pris�o.

Deix�-lo outra vez. Desta vez, n�o.

Trouxeste-me at� aqui. O que se passa? O que tens para mim?

Sim. Tenho algo.

Sabes que gosto de algum relaxamento narc�tico

de vez em quando.

De vez em quando?

O meu fornecedor habitual est� fora.

Um amigo deu-me outro n�mero.

Liguei-lhe e ele deu-me uma palavra-passe.

Tamb�m fiquei perplexo. Depois mandou-me uma morada.

Eu fui l�.

Dre, l� dentro, at� parecia que a droga era legal.

Numa divis�o, quetamina. Na outra, erva.

Est� bem. Aonde queres chegar?

Eles n�o tinham o que eu queria, certo?

Esperei que trouxessem.

Fiquei a observar aonde foram.

Foram l� atr�s e abriram o cofre.

Estava cheio de droga e dinheiro.

Umas 30 mil libras em dinheiro mesmo ali.

Pensei que, com o teu poder,

podias ir l� e sac�-las, na boa.

Queres que roube traficantes?

Sim.

Est�s sempre a dizer que odeias traficantes.

Podes lix�-los e ganhar bom dinheiro.

COMO CORREU A ENTREVISTA?

E se tiverem armas?

N�o vi nenhuma.

Mas agora n�o �s � prova de bala?

N�o quero tentar descobrir.

Pois. � justo.

Estou s� a pensar, meu. � a forma como eles agem.

Pensam que s�o intoc�veis.

Como se ningu�m ousasse enfrent�-los.

Claro que nenhuma pessoa normal o faria, mas tu n�o �s normal.

Vou mijar. Volto j�.

Viva.

- O que disse ele? - N�o est� interessado.

O qu�? Mesmo depois de o salvares?

N�o lhe falaste da Dionne, pois n�o?

Achas que sou est�pido?

Nunca disse isso.

Desculpa.

Tudo bem, meu.

Eu sei que � complicado.

Podem estar em qualquer lado. Encontrar dois...

N�o. Acho que s�o de Londres.

Do Sul de Londres.

Porque achas isso?

O Taze e o Rodney s�o do Sul.

S� me deu os primeiros nomes. Ele n�o...

Eu n�o faria isso, se eles estivessem noutro lado.

T�m de estar nas proximidades.

Ouve...

�s um estafeta que faz entregas nessa zona da cidade.

Procura na base de dados do trabalho

e bate a algumas portas para veres quem abre.

- � um tiro no escuro, mas... - N�o h� base de dados.

Levanto e entrego encomendas.

Os pacotes t�m etiquetas

e, na maioria das vezes, nem t�m nomes, s� as iniciais.

E agora?

Michael, fui mais do que justo e compreensivo, mas j� chega.

Se n�o estiveres aqui dentro de uma hora,

arranja outro emprego.

- Tenho de ir trabalhar. - Sim.

Est�s atrasado.

O que dizia a tua m�e?

Se n�o respeitas o tempo dos outros,

n�o os respeitas.

Ela era uma mulher aben�oada, meu...

... antes de enlouquecer.

Mas n�o gostava de mim.

Pois n�o.

Tive pena de ti quando ela desapareceu.

Por isso agi como irm�o mais velho.

Ainda est�s chateado pelo teu amigo?

- Talvez ele n�o volte a andar. - Ainda respira.

Sabes como � o jogo. Algu�m tinha de pagar.

Ele n�o fez nada.

Mas tu fizeste.

Tudo bem. O Masher cobre aquilo.

Vamos p�r isso para tr�s das costas.

Vou ser sincero.

Preciso do meu pupilo comigo.

Estou prestes a ganhar muito guito.

O que me dizes, irm�o? Pronto para dominar o mundo?

N�o �s meu irm�o.

Mandavas-me fazer o que n�o querias fazer. Eu percebo.

Faz parte do jogo.

Alvejaste o meu irm�o.

- N�o posso perdoar isso. - Que importa, porra?

Vim s� dizer-te

que, quando te voltar a ver, mato-te.

N�o, se te matar primeiro.

Pai, onde est�s? Estou � tua espera.

Ent�o, mi�do?

- Que fazes? - Nada. Vim das aulas.

- Sim? - Sim.

Vou para a tua zona. Queres boleia?

N�o. Mas agrade�o.

- Tens a certeza? - Sim.

Est� bem. Fica bem.

- Dre. - Pai?

Despacha-te, vai come�ar.

Merda... Dre, pode ficar para outra altura?

Estou ligeiramente ocupado.

Disseste que �amos na mesma.

Sim, eu sei. Surgiu um imprevisto e...

- Eu compenso-te, prometo. - Tanto faz.

- Est� a rebentar. - Sim?

- Acredita em mim. - Ent�o?

- Ainda me d�s boleia? - Sim, claro. Entra, meu.

Manda-lhe mensagem e diz que vou l� agora.

PAI - TELEM�VEL

Queres uns cobres?

- Sim. - Sim?

S� tenho de fazer uma paragem aqui perto.

Est�s bem?

Sim. Vamos l�.

Cruzamento.

At� logo.

Toma.

- Ent�o? - Que tal?

- O habitual? - Sim.

- D�s-me mais um? - S� um saco.

- Sim. - � o que queres?

Muito bem.

Segura a�.

Nem olhes l� para dentro.

O que achaste?

- Uma loucura. - Eu disse-te.

- N�o vi nenhuma arma. - Eu tamb�m n�o.

Eu tamb�m n�o.

Viste o cofre?

Sim.

Notei que n�o sa�am pelo mesmo s�tio, portanto, deve haver outra entrada.

Deve haver, mano. Tem de haver.

Em que est�s a pensar?

Esta noite.

Sim.

Sim. Bem pensado.

Bem pensado.

SR. A. WOODS

Viva.

Ol�.

Assine aqui.

N�o.

SRA. S. COLE

Foi mais r�pido do que eu pensava.

- Quer que assine? - Sim.

Sim.

Desculpe.

Est� bem.

- Assine aqui. - Est� bem.

Obrigada.

- Adeus. - Sim.

Foda-se.

Estou.

Ol�.

Sa�ste antes de me levantar.

Sim, tinha muito para fazer.

Tens algo mais a dizer?

Como assim?

Foste desrespeitoso,

n�o pediste desculpa e depois foste-te embora.

� isto... N�o vais...

Aonde foste, Michael?

Fui ter com o Gabriel.

A s�rio?

Sim, mas n�o para o que pensas.

Foste divertir-te quando sabias como me sentia?

Eu...

Michael!

Sabes que mais? Eu n�o...

N�o vou fazer isto. Estou no trabalho.

Falo contigo quando chegares a casa.

A menos que v�s ter com o Gabriel. At� logo.

D. Dio...

Ol�, sou a Dionne Ofori.

Deixe mensagem e ligo-lhe assim que puder. Obrigada.

Deve ser o Braggs.

S� pode ser ele.

N�o quero desculpas.

Quero responsabilidade e uma solu��o.

Queriam falar comigo?

Andas a enfiar a m�o no guito, meu?

Nada disso.

- V� l�, meu. Nunca o faria. - Porque andas a vender t�o pouco?

H� um vendedor novo a sacar os janados.

Entrega em cinco minutos ou � gr�tis.

Muitos decidiram experimentar.

Vais deixar um novato roubar-te os janados?

� isso?

Isso. V�. Sacana.

- Mediano. - V� l�.

V� l�. Aguenta. Tens uma vit�ria.

Estamos a perder milhares.

- Entra. - V� l�, meu!

- Sim! - Foi sorte.

- N�o. Foi justo. - Que se foda! Estamos a falir.

Precisamos de algo ou perdemos todos os clientes.

Se a velocidade n�o voltar,

mais vale fumarmos tudo.

Devias ter ajudado o Michael. Pareceu-me fixe.

Esquece isso.

Maldito Mike do futuro. A hist�ria era uma grande treta.

Acho que era verdade e teriam ajudado muita gente.

Ent�o, ajuda-o tu.

Hoje n�o fazemos a cena dos cinco minutos.

Queres quantas?

Dez bolas?

Est� bem. Onde est�s?

Sim. Sei onde �.

Demoro 20 minutos a chegar.

Envia a morada e arranco j�.

Est� bem.

At� j�.

Ele vem para c�.

�timo.

�timo.

A TERMINAR TRABALHO

- Dionne. - Sim?

Adivinha com quem falei.

- Com quem? - Jasmine Johnson.

O qu�? Como?

Tinhas raz�o, a m�e n�o teve culpa.

Ela fugiu. N�o quer ser encontrada.

Fui l� tentar acalm�-la depois desta manh�.

A Jasmine liga para casa todos os dias, � mesma hora,

para garantir que est� bem.

- Eu estava l� quando ligou. - Disse onde est�?

Tentei sacar-lhe isso.

Disse que n�o teria problemas e que todos sentem a falta dela,

mas ela s� dizia que estava bem.

A Jasmine disse uma coisa que me pareceu estranha.

O qu�?

Eu disse que, se ela voltar para casa,

podemos ajud�-la a superar seja o que for.

Ela disse que voltaria quando fosse normal.

PRIMEIRO NOME: JASMINE APELIDO: JOHNSON

V� PODERES REAIS!

Algo me persegue.

Acho que � por conseguir fazer isto.

Est� encapuzado e lan�a vento com a m�o...

- Para tr�s! - N�o!

Largue-me! Deixe-me sair!

- Vem c�! - N�o!

- Desce da�! - Afaste-se!

N�o! Largue-me!

PESSOAS COM SUPERPODERES

OBSESS�O POR SUPERPODERES?

QUAL SERIA O SEU SUPERPODER?

Como estou?

- Aonde vais? - Buscar erva.

Porque n�o te afastas dele?

- Arranjas muito melhor. - Eu s�...

Vou subir e ver quem �. N�o abras a porta.

Desculpe.

Sabrina?

Sim. Deixou a minha encomenda no ch�o.

Tem poderes.

O qu�?

Sim. Consegue voar.

N�o, n�o consigo.

Vi-a. Consegue mover coisas sem lhes tocar.

Como sabe isso?

Vi-a no futuro.

- Ias deixar-me? - N�o, Shar...

N�o � boa altura, mas preciso de falar consigo.

Por favor. S� um segundo.

Shar, espera!

Desculpa.

S� queria fazer o correto.

O correto era abandonar-me?

N�o podias dizer-me na cara? Uma cartinha?

N�o. Por isso n�o consegui faz�-lo.

- Desculpe. - N�o me toque!

N�o toques na minha irm�!

N�o foi por mal. S� preciso de falar consigo.

� urgente. Vital. Por favor.

Por favor.

Nem quero isto e diz-me que me matar�o por isso.

Est�s a dar-lhe ouvidos? Est� a mentir.

Juro que n�o estou.

Como acha que sei que tem poderes? Como sei o seu nome?

�s estafeta. Est� na encomenda.

E eu ia dar-lhe o meu n�mero.

Vou-me embora. Levas-me?

N�o te vou levar �quele s�tio.

Se queres fumar, liga para te trazerem algo c�.

Certo. Vou sozinha, j� que me ias abandonar.

Est� bem. Eu levo-te.

N�o, Sabrina. Espere.

- Tenho perguntas. - Est� bem.

- Eu ligo-lhe. - N�o. Ou�a.

Sei que parece uma loucura, mas tem de acreditar em mim.

E se eu tamb�m for? Posso responder a tudo,

mas tem de me ouvir.

Por favor.

Por favor.

Ele est� bem.

S� um pouco assustado, mas est� calmo.

Vai ficar bem.

O que disse mais?

Quer que o visitem.

Quero visit�-lo.

Amanh�, quando a m�e dele sair. N�o volto a passar por aquilo.

Sim, a m�e do Tiny � brava.

Taze, ainda doas sangue e isso?

�s vezes. Porqu�?

Boa. Ouve isto. Um centro contra a anemia falciforme

paga 200 libras por sangue.

- Duzentas? - Cara�as!

Podem ficar com todo o meu sangue.

Certo? Quanto te pagam?

Nada.

Andam a explorar-te. Ele tem sido explorado.

Ele tem sido explorado.

Quem �?

Ol�, Squeaks. J� precisas de mais?

Sim.

Tens a certeza?

Quantos homens?

Est� bem, fixe. Combinado. Adeus.

- O Krazy est� no casar�o. - Quantos?

O Masher e mais tr�s atr�s.

- Quatro a controlar as outras divis�es. - Boa!

Finalmente. J� achava que n�o valia a pena ter isto.

Guarda isso, meu!

O que se passa?

- Certo. - Merda.

Vamos.

Espera, Taze. � uma loucura.

Tens os teus poderes? N�o podemos ir l� e...

John, se me acontecer alguma coisa, preciso que cuides do AJ.

O que queres dizer com isso?

Vai correr bem. Tu consegues.

Liga-me quando acabares, sim? Est� bem.

Eu vi no futuro que conseguias voar.

- N�o consigo. - �s amigo do Kadeem?

- Quem? - Para.

Ele apareceu por acaso depois de ontem

e a falar em voar?

N�o sei o que achas que se passa, mas se fizeres algo,

ter�s o mesmo fim que aquele violador nojento.

Sharleen.

Aqui � esquerda e na primeira � direita.

Direita, Sabrina.

N�o conhe�o nenhum Andre.

Devias vir comigo...

N�o vamos a lado nenhum. N�o te conhecemos.

Desculpa, ela tem raz�o. N�o te posso ajudar.

Estou.

M�e?

- Michael! - M�e?

M�e, � uma crise?

M�e, � uma crise?

Aguenta. Vou a caminho.

- Merda. - A tua m�e tem anemia falciforme?

O nosso pai tem. Percebemos...

Que...

Rod, pediram dez bolas.

Eu disse-lhe que n�o seria r�pido, mas ele espera.

Vou ter com ele ao armaz�m de Linford.

Descansa para recuperares.

Eu trato disto para poderes salvar o mundo.

Palerma.

Cabr�o! Achas que podes vender erva sem permiss�o?

N�o vendo mais. Desculpa.

Achas que podes vender erva sem permiss�o?

N�o me sujes.

� demasiado leve.

Sei que consegues fazer melhor.

Despachas-te? Quero sair daqui.

Sim, muito melhor.

Onde est� ele? Est� aqui?

Vou chamar a enfermeira, est� bem?

Lamento. Respira.

Respira. Acudam!

Obrigado.

Que porra � esta?

Senta-te, cabr�o!

O que se passa?

O que foi aquilo?

As cenas do costume. Trata disso, meu.

Vejam.

Fodo-te todo, maldito filho da puta!

Vai-te foder!

Vou procurar o Krazy.

- Enlouqueceram, porra? - Merda!

Enlouqueceram?

Foda-se!

Foda-se!

Que porra, meu?

- Tenho uma c�ibra. - O qu�?

Vai primeiro.

Que se foda!

Cobardolas.

Braggs, vamos.

- Ot�rio! - V�, despacha-te.

Quem est� a disparar?

Sei l�, mas n�o estou armado.

Deve ser a b�fia.

Masher!

"... levar o lixo, leva tu."

"Eu? Levar o lixo?

N�o! Posso ser assassinada."

"Assassinada?

Por quem? O Assassino do Lixo?"

Al�m disso...

A LIGAR...

O n�mero n�o est� dispon�vel. Deixe mensagem ap�s o sinal.

Spud, onde est�s? Devias ter voltado h� muito.

Se ainda estiveres no armaz�m, espera. Vou j� para a�.

Foda-se!

- Para que lado? - N�o sei.

Temos de ir!

Merda!

Foda-se!

O Craig! Tenho de ver se est� bem.

- Tenho de ir v�-lo! - Sharleen, vamos!

- Merda! Spud! - Sharleen.

- Onde est� o Craig? - Sharleen, volta!

Ele n�o est� aqui.

- N�o saio sem o ver. - Vamos.

Legendas: L�gia Teixeira

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