All language subtitles for Private Manoeuvres (1983)

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Original subtitles

Um, dois, tr�s, quatro.

Um, dois...

Levantem as pernas, meninas. Levantem-nas!

Aten... Aten... Aten... Aten��o!

-Com... com... comandante... -J� percebi, Duck.

-O cadete de servi�o n�o deve gaguejar. -Ma... mas...

Cala-te e volta para a forma.

Vim dizer bom dia.

-T�m algum problema de audi��o? -Bom dia, comandante.

-N�o vos estou a ouvir! -Bom dia, sargento.

A partir de hoje, est�o sozinhos na base.

Quem estava apto para combate foi levado para uma base diferente.

Voc�s, os que t�m uma condi��o f�sica limitada, foram deixados para tr�s.

Mas, n�o fiquem tristes.

A condi��o f�sica limitada n�o � uma doen�a contagiosa.

Vou fazer de voc�s homens. Homens com tomates.

Vou pedir-vos que fa�am um treino rigoroso

e v�o comer muita, muita... -Sujidade.

-Sujidade, o qu�? -Sujidade, comandante.

O que � isso? Estou a falar contigo, Saco de Batatas.

-O qu�, senhor? -Perguntei o que � isso, idiota?

-N�o percebo, senhor. -Est�s a gozar com um oficial?

O que � este marqu�s?

-Oh, n�o � um marqu�s. � um guarda-sol, senhor. -Guarda-sol, o meu p�!

-D�-mo agora. -Mas senhor, n�o posso ficar ao sol.

Porqu�? �s feito de gelado, rolo de gelatina? -N�o, n�o senhor.

Tenho uma isen��o m�dica. Estou isento do sol.

-De quem? -Do sol.

Est�s a gozar comigo? Uma isen��o contra o sol?

-N�o � uma piada. � do m�dico. -Cala-te e vem c�.

Esquerda, direita, esquerda. Esquerda, direita, esquerda. Em sentido.

Agora vejam o que acontece com o espertalh�o

que goza com o sargento Shemesh,

com uma isen��o contra o sol.

Ele vai andar atr�s de mim, esquerda-direita, ao sol,

at� ver o pai, a m�e e a av� do sol.

-Mas, senhor. -Cala-te e entra no mesmo ritmo.

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda.

Ok, rapazes, � vontade. Vamos l�.

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda.

Quando o sol bate forte, isso � insola��o.

Segue-me. Isto � o que ganhas por gozar com o sargento Shemesh.

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda.

-Esquerda, direita, esquerda... -Shemesh, vem c�.

Virar � direita.

Direita, esquerda, esquerda.

Ei, est�s doido?

Porque andas com um guarda-sol?

-N�o � meu. � dele. -Ele? De quem?

-N�o v� o tipo que est� atr�s de mim? -Queres dar comigo em doido?

-N�o est� ningu�m atr�s de ti. -Que quer dizer com "ningu�m", senhor?

N�o conhece o recruta gordo a quem chamamos Saco de Batatas?

Oh meu Deus! A terra deve t�-lo engolido!

Ele estava aqui h� um segundo.

Shemesh, livra-te do raio do guarda-sol,

e volta para o pelot�o imediatamente.

N�o quero que andes por aqui como o Rato Mickey.

Sim, senhor.

Ei, malta! A banca est� aberta!

Pessoal, nada de empurr�es,

mantenham-se na fila, nada de empurr�es.

-E o troco? -Aqui tens. A andar. Vai.

Pessoal, nada de empurrar! H� que chegue para todos.

Olha para as estrelas, minha querida.

-Para de filosofar, Shemesh. -Por que dizes isso, Cle�patra?

Sabes que o meu amor por ti � t�o grande como as estrelas.

Para de brincar comigo.

Amanh� de manh�, vais pedir uma licen�a de casamento.

Primeiro, temos de terminar esta ronda do treino b�sico...

E depois casamo-nos num casamento r�pido.

Neste momento, os meus recrutas s�o o mais importante.

Vou fazer deles homens. Mantendo a disciplina.

�s nove, j� est�o a dormir,

e s�o t�o silenciosos como os peixes, como os pequenos guppies.

-C� eu, meto as raparigas a dormir �s oito. -As raparigas s�o diferentes.

As raparigas s�o mais fracas. As suas vitaminas s�o mais pequenas.

Vem c�, minha querida.

Vem ver como eles dormem e sonham como hipop�tamos beb�s.

Que Deus nos ajude!

Aten��o!

Estas putas todas t�m dois segundos

para irem para as casernas das raparigas!

Vou mostrar-vos o que acontece quando brincam comigo.

Saiam daqui, suas atrasadas.

Quantas vezes j� te disse para teres cuidado com os recrutas "mij�es"?

V�o engravidar o pelot�o inteiro!

Raios, Shemesh.

Saco de Batatas, mexe esse rabo e volta para o teu lugar. R�pido.

Eu disse-vos desde o primeiro dia que isto � o ex�rcito.

Isto n�o � um bordel.

As raparigas est�o fora dos limites.

A isso chamamos um ataque militar.

Mas o pior � se estiverem a fazer uma orgia,

e n�o convidarem o vosso sargento...

Que vos ama como se fossem seus pr�prios filhos.

Agora, t�m dois segundos. Levem as vossas camas para o campo.

Vamos fazer uma festa � luz da lua.

Passadoble.

V� l�, Saco de Batatas, mexe esse rabo e come�a a dan�ar.

N�o sabes dan�ar o Passadoble?

Vamos l�!

Porreiro. M�o direita... e m�o esquerda... porreiro.

Shemesh! O que � que se passa aqui, Shemesh?

Aten��o!

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda, direita.

Capit�o, a divis�o est� pronta e preparada para o comando, senhor.

Shemesh, estou a ver que abriste aqui uma escola de dan�a.

N�o, senhor. Estes recrutas estavam a fazer uma orgia sem autoriza��o.

Por isso, decidi dar-lhes uma li��o com o Passadoble.

Paso qu�?

Passadoble, senhor. N�o sabe o que � isso?

� uma dan�a, como a mamba.

Shemesh, eu disse-te para n�o gritares ao meu ouvido.

J� n�o consigo ouvir deste ouvido.

Sim, senhor!

Shemesh, para de me enlouquecer e para com a parte do tango.

N�o � tango, senhor. N�o est� a ouvir? � Passadoble.

� assim que se dan�a o tango.

E o Passadoble dan�a-se assim. Veja, senhor.

Shemesh!

-Shemesh, controla-te. -Sim, Senhor.

Presta aten��o, Shemesh.

Ah, merda. Que ele tenha um ataque de asma.

Dentro de duas semanas, come�aremos a grande manobra.

Na manobra, a base Sababa lutar� contra a base Ezyioni.

Nos �ltimos nove anos, Eziyoni ganhou sempre,

sob o brilhante comando do sargento-mor Gat.

Conseguiram capturar a bandeira advers�ria nove vezes!

Se o Gat conseguir vencer este ano, a bandeira ser� para sempre de Eziyoni.

Quando o dia da batalha come�ar, Eziyoni vai esconder a bandeira,

e o Sababa ter� de a encontrar.

Espero que consigam treinar os vossos soldados at� ao dia D.

Vou ganhar-te de m�o beijada, Flechter.

Gat, vou-te bater tanto, Gat.

Parem de lutar.

Ter�o tempo suficiente para se matarem uns aos outros durante a manobra.

� vontade!

Soldado!

-Ningu�m te ensinou a fazer contin�ncia? -Sim...sim... sim... sim...

Ent�o, contin�ncia!

O que � que foi isso? Vai para o castigo e espera l� por mim. R�pido.

Vinte. Eu cubro.

-Quantas? -Uma.

Galit, diz a Shimshon que me mande duas sandu�ches.

-Uma com queijo e outra com atum, e caf�. -Sim, senhor.

O que � que se passa aqui? O que � que isto? Diz-me!

Senhor, estamos a limpar o seu quarto. A pint�-lo. Vai ficar como novo.

Cala-te e desaparece daqui.

Cinquenta voltas � pra�a. Faz com que seja r�pido.

Vem c�. Vem c� imediatamente. Vem c�.

Vai ter com o Sr. Shemesh. Diz-lhe para vir aqui rapidamente.

Despacha-te! Mexe-te!

N�o pode ter mais cuidado?

Senhor?

-Quem �? -Eu.

-Eu, quem? -Eu, comandante.

Eu sei que sou o comandante. Mas quem �s tu?

Oh, sou eu. O Yudaleh, comandante.

Diz-me, Saco de Batatas, seu idiota.

N�o sabem que n�o se deve incomodar

um oficial quando ele est� a tomar banho?

Eu sei, senhor.

Ent�o porque � que me est�s a incomodar quando estou molhado?

Eu vim por ordem. O sargento-mor quere-o ver imediatamente.

O que � que aconteceu? O ex�rcito est� a desmoronar-se?

N�o sei, n�o sei. Acho que ele est� mesmo chateado consigo.

Oh, n�o.

Sargento, queria ver-me imediatamente?

Shemesh, quero que tomes esta base nas tuas m�os.

Shemesh, daqui a duas semanas, temos uma manobra.

Contra quem, senhor?

-Contra a tropa de Eziyoni, Shemesh. -Oh, n�o.

Shemesh, quero que saibas que se n�o os vencermos desta vez,

se desta vez n�o capturarmos a bandeira deles...

Certificar-me-ei pessoalmente de que ser�s despromovido a soldado raso,

e ir�s para o campo de treino com os para-quedistas.

Mas, senhor, n�o posso ir para os para-quedistas.

Eu n�o tenho botas. Al�m disso, todos os corajosos recrutas foram para o combate.

-S� restam os espertalh�es e os idiotas. -N�o me interessa, Shemesh.

A partir de agora, n�o h� dias de folga, nem subs�dios de doen�a. Nada.

De hoje em diante, ser� s� esfor�o, esfor�o e mais esfor�o. Entendido?

-Sim, senhor. -Podes ir.

-Sim, senhor. -Vai!

Sim, senhor.

Vai. Mexe-te, j�.

Aten��o! � vontade.

A tropa Sababa pensa que desta vez pode vencer-nos em batalha.

Mas pergunto-vos, o que � que lhes vamos fazer?

Bater-lhes, senhor!

-Bater a quem? -Bater a eles, senhor!

Pois sim!

Bra�os para cima!

Para cima!

A partir deste momento, as f�rias acabaram.

A partir de agora, s�o todos le�es com dentes de crocodilo.

A partir deste momento, vamos iniciar um treino intensivo.

Como disse o Rei de Inglaterra, qual � o nome? O Churchill...

Por mim, v�o comer muito sangue, sapos e piolhos.

Vamos l�! Quero ver a morte nos teus olhos...

Oh... oh... sinto-me como uma baleia.

Salta j�!

Salta!

-Salta j�! -Salta.

Saco de Batatas, n�o olhes para baixo. Vais ficar com tonturas.

Agora salta. N�o me causes problemas.

-Salta j�! -Muito bem. Podes ser um para-quedista.

Salta... salta... salta...

E puxa.

V� l�, Saco de Batatas.

Muito bem.

Bem, parece que toda a gente aqui est� saud�vel e a sentir-se bem.

Mas se algum soldado arrependido

pode, por acaso, n�o se sentir t�o bem,

e precisar de ir ao m�dico, ent�o levante a m�o.

-De quantos dias de baixa precisas? -Dois.

De quantos dias de baixa precisa? -Dois.

-Quem � o pr�ximo? -Sou eu.

-Nome? -Yudaleh.

-Posto. -Soldado.

-Nome? (hebraico soa como "Senta") -Yudaleh.

Soldado, eu disse, "Senta!"

-Yudaleh. -Eu disse senta, por favor.

-Soldado, senta, por favor, disse eu. -O meu nome � Yudaleh.

Soldado, eu sei que o teu nome � Yudaleh.

-Mas eu disse... Senta-te na cadeira. -Sim, doutor.

-Qual � o problema? -N�o me sinto bem.

-Alguma coisa te magoa? -Sim, um bocadinho.

-Soldado, basta dizer sim ou n�o. -Sim.

-O que � que d�i? -D�i-me aqui.

-Jantaste ontem � noite? -Claro que sim.

-Soldado, basta dizer sim ou n�o. -Sim.

Passaste hoje?

Passe? N�o h� passes para casa durante duas semanas.

Soldado! N�o perguntei se vais a casa.

Perguntei sobre ir � casa de banho.

Ah, sim. Fui � casa de banho.

-E passaste? -Quer saber se caguei?

-Bem, doutor, um pouco. -Soldado!

N�o me interrompas. Vai para a maca e levanta a tua camisa.

Agora.

Senta-te, n�o arranjes problemas. Em breve, veremos o problema.

-D�i aqui? -Um bocadinho.

Soldado, n�o interrompas.

-Basta dizer sim ou n�o. -Sim ou n�o.

-Soldado, eu disse, diz s� sim ou n�o. -Sim ou n�o.

Vejo que gostas de problemas. Deita-te de barriga para baixo.

Doutor, n�o estou a causar problemas.

Soldado, eu disse para tirares as cal�as

e te deitares de barriga para baixo. Agora!

E tira as cuecas tamb�m.

-Mas doutor, j� me sinto melhor. -Soldado, n�o interrompas.

Mas doutor, j� me sinto melhor. J� estou melhor.

Um minuto e ficar�s mais saud�vel.

-Mas doutor... -Caluda, soldado.

Agora... n�o respires.

Ah!

-Sim? -Ah!

-Olga? -Ah!

-Doutor? -N�o me interrompas assim.

Ah!

N�o acho que o mi�do deva meter o dedo na tomada.

Ah...

O Saco de Batatas, enganou-nos mesmo a todos.

Enganei-vos mesmo. Sou um homem de palavra.

Aqui t�m, malta. Eu trouxe a mercadoria.

Esta � a Rutti.

-E esta � a Rena. -Prazer em conhecer-vos.

Pega aqui.

Tu... tu... tu... tu... De... de... de certeza que s�o f�ceis?

Claro. S�o ninfoman�acas.

-Pega um pouco disto. -O que � isso? Gasolina?

Nem pensar. N�o � gasolina. � bastante forte.

Espera, vou dar-te mais uma pinga disto

e vais sentir o sangue a subir-te � cabe�a.

Vamos l�.

Meninas, bebam. � por conta da casa. Sa�de!

Obrigado.

Elas... elas... elas n�o est�o a beber.

Meninas, bebam! Bebam.

-Ent�o, como � que foi? -�timo.

Talvez... ta... ta... ta... ta...

talvez elas tenham mo... mo... mo... morrido?

N�o, elas n�o morreram. Est�o apenas pedradas.

Pessoal! O Shemesh vem a�.

Despachem-se. Peguem-nas. Tragam-nas para aqui.

O que � isto, Saco de Batatas?

Cometeste outra infra��o militar, n�o foi?

N�o, senhor.

O que � isso na cama?

Trouxeste uma rapariga para aqui?

N�o pode ser. Que rapariga? � o Denino, senhor.

O Denino?

N�o me enganas, Saco de Batatas. Isto � uma rapariga.

O cabelo do Denino n�o � comprido.

� por isso que ele est� aqui, senhor. Ele tem uma doen�a capilar.

O cabelo dele est� sempre a crescer.

Doen�a do cabelo? Santo Deus! � contagiosa?

Acho que sim. � melhor n�o se aproximar muito.

Oh, meu Deus.

-E ali? -� o Suissa.

Ele veio visitar Danino e ficou doente.

O qu�? Apanhou-o assim t�o depressa?

Sim. Devia ver o est�mago dele. N�o ia acreditar.

-O que lhe aconteceu � barriga? -Fez crescer barba na barriga.

Que Deus nos ajude! Uma barba na barriga?

Vou ter com o sargento-mor Flechter para o avisar imediatamente.

N�o se mexam. Deus nos livre, n�o lhes toquem.

Acho que h� uma praga de cabelo por aqui. Deus nos ajude a todos.

Levantem-se, levantem-se, malta! Fora da cama!

Vamos tir�-las daqui rapidamente, antes que o sargento-mor chegue.

Vamos l�. R�pido.

Comandante, despache-se. � uma situa��o cr�tica. Despache-se.

Acordaste-me para este disparate?

N�o � um disparate, senhor.

O Danino... A cabe�a, o est�mago, as costas, est� tudo coberto de p�los.

E o Suissa j� parece a Rainha Ester. Venha depressa.

Venha, senhor. Venha ver!

-Onde � que eles est�o? -Onde � que est�o quem, senhor?

N�o brinques comigo, Saco de Batatas.

Onde est�o o Suissa e o Danino?

-Diz-me, viste o Suissa e o Danino? -Sim... sim... sim... sim.

H� uma semana, na cantina.

Que tipo de piadas s�o estas, Shemesh? Que tipo de piadas?

Senhor, eles estavam aqui. Com muito cabelo.

Para de brincar comigo.

Eu juro.

Estavam aqui deitados como dois monstros do Planeta dos Macacos.

Veja, senhor. Veja como a praga se est� a espalhar?

O m�dico chegou com outro com a doen�a.

N�o gozes comigo, Shemesh. Isso n�o � um soldado. � uma mulher.

Est� enganado, senhor. N�o o reconhece? � o Haimko.

Ele � um fot�grafo, certo, doutor? � o Haimko, o fot�grafo.

Deus nos ajude. Olhem como o cabelo dele cresceu.

Tira as m�os, raios partam!

Tamb�m tem as gl�ndulas inchadas.

-Estou a ver. -Oh, meu Deus!

Olga. N�o interrompas.

Shemesh, j� te disse para tirares as m�os da minha mulher.

Shemesh! Vem c�!

Sim, senhor.

Como est� a correr a forma��o?

Est� tudo bem, Senhor. Estou a fazer o meu melhor.

N�o te esque�as que a tropa de Eziyoni

n�o s�o um bando de cobardes.

N�o me vou esquecer, senhor.

Estou a trabalhar na tropa dia e noite.

Estou doente de tanto trabalhar.

A minha cabe�a est� a girar como um ioi�.

N�o me interessa. N�o te esque�as. Temos de ganhar esta manobra.

Sim, senhor.

Um, dois, tr�s, quatro.

Deitem-se todos. Granada.

Saco de Batatas, pega na granada. Faz o que eu fiz.

Faz o que eu fiz.

Eu disse primeiro, � uma granada... n�o um ramo de palmeira.

D�-ma c�. Eu mostro-te como se atira uma granada.

-Senhor, est�... -Cala-te.

N�o se deve falar com um sargento

quando ele est� a segurar uma granada.

-Sim, senhor, mas... -Queres irritar-me?

Quando seguro uma granada na m�o?

Por isso, ouve bem, idiota.

J� o disse antes. Isto � uma granada, n�o uma banana.

Vou explicar mais uma vez.

Quando se segura uma granada, conta-se.

Agora todos juntos comigo.

-Um. -Um.

-Dois. -Dois.

-Tr�s. -Quatro.

Agora � o momento mais cr�tico para uma granada.

� a isto que chamamos puxar o pino.

Oh, meu Deus. Eu vou morrer!

N�o posso atirar a granada.

Acho que estou paralisado. Ajudem-me!

Ent�o, Saco de Batatas, diz-me, seu idiota.

O que � que fazes no ex�rcito?

Oh, senhor, n�o me estou a sentir bem.

Vamos j� verificar. Pulso 60 em 40.

A temperatura est� boa. O batimento card�aco est� est�vel.

N�o te preocupes. N�o vais morrer.

Mas um bom ex�rcito n�o deixa soldados em campo.

Tragam uma maca.

Como te sentes, Saco de Batatas? -�timo, senhor.

Boa.

� a isto que chamamos cuidados intensivos.

-Senhor, tem lume? -Por favor!

Diz-me, Saco de Batatas, seu idiota, achas que sou parvo?

Vira a maca ao contr�rio.

Agora, todos t�m ordem para parar de respirar.

Durante tr�s minutos.

Preparados? Comecem.

�timo.

Bravo, Duck.

Ouvi-te a respirar.

O p� disse-me. N�o percebeste o exerc�cio de "parar de respirar"?

-N�o, senhor. Talvez me possa mostrar? -Com certeza.

Um bom oficial d� sempre um bom exemplo.

Eu mostro-vos como um sargento

deixa de respirar durante 3 minutos. � f�cil.

Preparado? Um, dois, tr�s.

S� passaram 10 segundos, senhor.

S� mais dois minutos e 17 segundos.

Talvez o rel�gio esteja avariado.

N�o, senhor. Falta 1 minuto e 55.

Companhia, livre para ir.

Senhor, o que � que aconteceu?

N�o perguntes, Saco de Batatas. Estou quase a morrer.

-O que � que se passa? -Desculpe, doutor.

Mas a minha cabe�a est� a girar como um pi�o.

-Tomaste "Selganin", como eu disse? -O frasco todo.

-Ent�o? Sentes-te melhor? -Sinto-me muito pior.

Est�s t�o saud�vel como um boi, Shemeshny.

Senhor, sabe, uma vez, tamb�m n�o me senti muito bem.

Por isso, fui aqui ao doutor. Agora, sinto-me muito bem.

Doutor, porque � que n�o lhe d� o mesmo tratamento que deu a mim?

Acho que o Yudaleh tem raz�o. Entra e tira as cuecas.

Muito obrigado, doutor.

-Soldado. -Senhor?

O que � que est�s a fazer aqui? Quem est�s a espreitar?

Quem estou a espreitar?

Queria ver se o doutor est� c�.

Oh... oh...

Onde � que vais, Shemesh? N�o v�s que tenho uma dor de cabe�a?

N�o se preocupe, senhor, o doutor vai tratar de si,

vai livrar-se dessa dor de cabe�a.

Sim, � verdade. Acho que o Shemeshny tem raz�o.

V� para dentro, sargento.

Saco de Batatas, n�o sabes que n�o podes espreitar?

Estou prestes a ver como � que o sacana do Flechter recebe a sua parte.

Eu mostro-te como se faz.

Senhor! O esquadr�o de espionagem est� pronto e � espera das suas ordens, Senhor!

Shemesh, espero que tenhas escolhido os soldados certos.

Porque at� esta noite, quero um relat�rio sobre os m�todos de opera��o de Eziyoni.

-Est� claro? -Sim, senhor.

Direita. marchar.

Shemesh, porque � que escolheste estes degenerados?

Seus idiotas! N�o sabem como virar � direita?

Vamos l�. Corram atr�s de mim.

-Hup... hup... hup. -Degenerados.

Esta noite, antes do in�cio das manobras,

as nossas for�as espalhar-se-�o numa emboscada aos soldados de Sababa.

Esconderemos a nossa bandeira no parque de estacionamento.

Espero que todos os Sabab�s sejam feitos prisioneiros antes de terem a bandeira.

-As zonas sens�veis ser�o... -Aponta isso, Saco de Batatas.

"Poppy Hill" e "Wadi Musa".

Senhor, o que � que ele disse depois de "Mustard Hill"?

-"Poppy Hill." -Oh... oh...

Cala a boca, Duck.

-Escreve "Poppy Hill". -Ele disse, "Trash Hill".

-Nem pensar. Ele disse "Mustard Hill". -Cala-te! Cala-te!

Estamos aqui em territ�rio inimigo. Escreve "Poppy Hill".

-M�os ao alto! -Deus nos ajude!

Acho que fomos apanhados.

De uma vez por todas, vamos mostrar ao sargento-mor Flechter

que n�o somos parvos.

Que Deus nos ajude. Acho que nos v�o executar.

Saco de Batatas, Duck, parem de chorar.

N�o se esque�am, somos soldados corajosos.

Morreremos de cabe�a erguida, como her�is.

Preparar para disparar.

O que � que se passa? N�o h� miseric�rdia?

Queres matar-nos quando somos t�o jovens?

Meu Deus. Pe�o perd�o. Pe�o para ser perdoado.

Ao meu comando! Fogo!

Estou morto. Eles mataram-me. Eles bombardearam-me.

Morri. Morri.

Senhor, est� tudo bem. Pode levantar-se.

Deus nos salve.

� uma miragem.

Ei, Saco de Batatas, estamos no c�u?

Duck, tamb�m est�s aqui?

Pensava que ias para o inferno.

Senhor, eles enganaram-nos. Fomos enganados.

Eles enganaram-nos?

Vamos mostrar-lhes quem engana quem.

Saco de Batatas, n�o te esque�as.

Ouvimos os seus planos secretos, certo?

Vamos. Sigam-me. De volta � base.

Shemesh, vem c�.

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda. Aten��o!

O que significa isso, Shemesh? Que se passa com o levantar?

Senhor, aqueles sacanas Eziyoni apanharam-nos.

Mas conseguimos fugir-lhes,

e trouxemos-lhe os seus planos secretos.

-Os planos secretos? -Sim, senhor.

Est�o a planear uma emboscada.

Uma emboscada? Shemesh, o que vamos fazer?

N�o se preocupe, senhor. Eu e o Saco de Batatas temos uma ideia.

Vamos come�ar com uma pequena for�a.

Vamos chamar-lhe Rose Force.

Informarei se as passagens est�o livres de emboscadas.

Boa ideia, Shemesh. Entretanto, vai verificar o turno da noite.

Que Deus vos ajude se um dos nossos guardas adormecer

e os espi�es Eziyoni conseguirem infiltrar-se na base. Percebeste?

Sim, senhor.

Guarda.

Guarda.

Est�s a dormir?

Desculpa o inc�modo.

Talvez queiras uma almofada?

Talvez queiras um cobertor?

�s surdo, idiota?

Responde quando te falam!

Soldado, em sentido!

O que � que se passa aqui?

O que � que poder� ser?

Apanhei-te a dormir, guarda. N�o sabes que isso � proibido?

N�o, senhor. Est� enganado. Eu n�o estava a dormir.

-Estava s� a descansar. -Tu o qu�?

Eu estava a descansar, a descansar.

Estava s� a descansar um pouco. N�o v� que estava a descansar?

Est�s a tentar gozar com o teu comandante?

N�o estou a gozar, senhor.

Olha l�, seu idiota. Est�s a tentar falar como eu?

-Estou a falar como o senhor? -Sim, est�s a falar como eu.

N�o estou a falar como voc�. Acho que voc� est� a falar como eu.

Est�s a fazer tro�a do meu discurso?

N�o estou a fazer tro�a de nada, senhor.

Est�s a gozar com um persa?

Senhor, acho que est� a gozar de um persa.

-Talvez sejas persa? -Eu sou. Cresci em "Absa'ad".

"Absa'ad?" Porque n�o disseste logo?

-Conheces o Yakov Yakabian? -Claro que conhe�o, senhor.

Casou com a Rosa Bahshian.

-�s o cunhado da Rosa Bahshian? -Sim, senhor.

Sabes, a Rosa Bahshian � filha da minha tia.

-A s�rio? -A s�rio.

Se calhar somos familiares.

A Rosa Bahshian � minha prima.

Ent�o somos familiares.

Meu querido filho, como cresceste.

�s o meu primo mais novo, vem c�.

Eu seguro-te nos meus bra�os.

O que aconteceu?

-Olha por onde andas, Boris! -Pe�o desculpa, senhor.

-O que aconteceu, Boris? -N�o sei, senhor.

Levava-lhe comida e ouvi tiros.

-Quem disparou, Boris? -N�o sei, senhor. Talvez a tropa do Gat.

-Vai. R�pido. -Sim, senhor.

-Boris! -Sim, senhor.

N�o te esque�as de me trazer tr�s pratos cheios de arroz.

Sim, senhor!

Venham c�. Tomem as vossas posi��es.

-Shemesh. -Aten��o!

-Senhor. -Shemesh, o que � que se passa?

A base inteira est� em alerta vermelho e tu est�s a dan�ar?

Em alerta vermelho? Senhor, o que aconteceu?

-Fomos atacados. N�o ouviste tiros? -N�o, senhor.

Aqui est� um guarda corajoso.

Mas a arma dele disparou. Por acidente...

Diz-lhe. Diz ao sargento o que aconteceu.

Sargento, eu estava a descansar um pouco

quando ele pensou que eu estava a dormir.

-E depois ouvi uma salva de tiros. -Foi uma emerg�ncia, senhor.

A bala passou-lhe pela cara. Felizmente, n�o se magoou.

Podia ter ficado cego.

Gra�as a Deus, n�o fiquei cego, mas o meu ouvido ficou afetado.

N�o para de apitar.

Shemesh, para de me enlouquecer.

O qu�? Abriste um sindicato para imigrantes persas?

N�o, senhor.

Porque est� a falar assim? Este � o guarda que est� a dormir.

A irm� dele... O nome dela � Malka.

Ela e Yakov Yakabian s�o como irm� e irm�o.

Mas, saiba, ele andou na escola com a Rosa Bahshian,

a que apanhou sarampo quando era pequena.

Mas ela sobreviveu. Foi um milagre.

N�o v� o que se est� a passar aqui, sargento?

Shemesh, deixa de falar sem parar. Interrompe essa manifesta��o.

A grande manobra est� prestes a come�ar,

percebeste, seu degenerado? -Sim, senhor.

-Controla-te! -Sim, senhor.

Vai-te lixar. Bem podes morrer.

Aten��o! Aten��o!

Esquerda, direita, esquerda, direita. Esquerda, direita, esquerda. No s�tio.

Em sentido. Senhor! Alinhamento pronto e � espera da sua ordem, senhor.

Alinhamento em sentido. Aten��o!

Senhor, eles j� est�o em posi��o de sentido.

Eu consigo ver, Shemesh. N�o sou cego!

Sim, senhor.

Prestem aten��o. Em breve receberemos convidados importantes.

O adido militar su��o e o seu adjunto,

v�o acompanhar-nos durante os treinos e as manobras.

Pe�o a todos que se comportem de forma adequada.

Meia-volta, volver!

Meia-volta, volver!

-Os seus quartos est�o prontos? -Claro, senhor.

-E o quarto dela? -Especialmente o dela.

Shemesh, quero que prestes aten��o aos novos recrutas.

N�o quero que eles fiquem com ideias dos seios da mulher.

-Est� claro? -Sim, senhor.

Vai � cozinha e diz ao Boris para duplicar o s�dio ao jantar.

-Na compota, tamb�m? -Na compota, tamb�m. Toda a comida.

Muito s�dio.

Quando a pila est� em aten��o, o c�rebro est� de licen�a.

-Est� claro? -Sim, senhor.

Gitta...

-Shemesh. -Sim, senhor?

Que raio. Quem me dera que um tanque Sherman te atropelasse.

-Por favor. Esta noite vemo-nos. -Sim, por favor.

Acho que ela est� excitada.

-Shemesh! -Que Deus me ajude.

-Shemesh, o que se passa aqui? -Nada, minha querida.

Eu vi-te a perseguir aquela vaca.

A persegui-la? Est�s enganada, minha querida.

Ela estava a perseguir-me? N�o sei como livrar-me dela.

Se te apanho com ela mais uma vez, eu castro-te.

Est�s a dizer disparates, minha querida.

Sabes que te amo como um par de pombas.

Olha aqui. Eu mostro-te.

Sentes o meu amor, agora?

Vem c�. D�-me outro beijo.

N�o � preciso, querida, os beijos s�o todos iguais. Anda.

Boris, vem c�. Quero dizer-te uma coisa importante.

Quero que hoje metas muito s�dio na comida de todos.

-Como de costume, senhor? -N�o, 5 vezes a quantidade habitual.

Sim, senhor.

Boris, mas certifica-te, nada de s�dio na minha comida.

BICARBONATO DE S�DIO

� vontade.

Vai comer sopa, senhor?

Boris, a minha comida n�o tem s�dio, certo?

N�o, senhor.

Boris, dentro de uma ou duas horas,

quero que mandes o servi�o de quartos

para o quarto da h�spede sui�a.

Servi�o de quartos com uma garrafa de champanhe.

-Tal como te ensinei. -Sim, senhor.

-Est� bom, senhor? -Bravo, Boris.

Sargento Ronda.

Ainda n�o estou pronta, vou j�.

Vou meter uma valsa para ti, minha cherry.

Quando um homem est� apaixonado,

precisa de um pouco de m�sica.

E um pouco de perfume.

Ai que eu morro.

�s muito bonita.

O meu cora��o bate como uma montanha. Como o monte Carmelo.

Em breve, trar�o algumas bebidas.

Servi�o de quartos. Teremos vinho.

Vinho chamado champanhe.

Estou para morrer. Acho que ela est� excitada.

Acho que ela � ninfoman�aca.

Vem c�. Vem c�.

S� um minuto, querida. Deixa-me mandar umas bombadas.

Vem c�, j�. Vem c�.

Vem c�. Vem c�.

Agora vou comer-te, meu pequeno p�ssego.

Vou devorar-te como um le�o come uma zebra.

� a isso que chamamos Sans�o e Dalila.

Eu amo-te.

�s t�o linda...

Gosto de ti, como um tomate.

Eu amo-te, como uma batata.

Ou como um inhame.

Quem �? Quem � que est� a�?

Sou eu, o Yudaleh, senhor.

Com licen�a... � o servi�o de quartos.

Com as m�os na carne! N�o tens maneiras?

Lamento, senhor, mas o Boris deu-me tantas coisas

e os schnitzels j� ca�ram no ch�o.

Limpa-os!

Vai l�, ent�o.

Despacha-te e vai-te embora.

Desaparece, seu c�o pregui�oso! Sai daqui para fora!

-Vem c�, agora. -Estou a ir, estou a ir.

Agora come o meu chateaubriand todo, o que chamamos de "bem passado".

Ai que eu morro.

Sou um le�o.

Que se passa?

Que se passa? Quero agora!

Tenho de... ir ali...

Acho que algo est� errado.

Com licen�a. Eu j� volto.

Oh, n�o, acho que algo est� errado.

Oh, n�o.

-Que Deus me ajude. -Despacha-te. Despacha-te.

Est� a levantar, querida. � s� um problema t�cnico.

N�o sei o que fazer. Acho que ele est� paralisado.

Levanta-te. Faz-me um favor. Por favor. N�o me envergonhes.

Agora estou a ir.

Agora, estou caval�o. Vou comer-te toda!

N�o. Oh, n�o. N�o aguento mais.

Acho que o Boris, aquele sacana, meteu o s�dio todo na minha sopa.

� a isto que chamamos uma confus�o real.

Por mim, o Boris vai cumprir pena de pris�o.

Ele vai comer muita... terra.

Por favor, d�-me licen�a. Eu j� volto.

Vou falar com o sargento-mor.

Que aquele Boris caia morto. Meteu o s�dio todo na minha sopa.

Shemesh!

Aquela hipop�tamo � tudo o que preciso neste momento.

Shemesh, porque � que andas com esse roup�o?

H� 3 horas que ando � tua procura, querida.

Est�s outra vez a brincar comigo?

Meteste essa coisa toda fedorenta para aquela vaca?

Porque falas assim, Cle�patra? N�o cheira mal.

Meti este perfume todo para ti, minha rosinha.

Vou ser sincero contiga, Shemesh.

Tamb�m me sinto excitada.

Vamos para o quarto at� sair fumo.

N�o preciso de fumo, querida. Preciso de alguma miseric�rdia.

Sou uma pessoa t�o fraca.

Ent�o? Onde est�s?

Qual � o teu nome?

Nome?

Como te chamas?

O meu nome?

H�?

Yudaleh.

Yudaleh. Yudaleh.

O que se passa contigo, Shemesh? N�o me queres?

-Ent�o, como foi, Danino? -�timo.

V� l�, �s o pr�ximo, Duck.

-Ei! Onde est� o teu bilhete? -Eu... eu... n�o tenho nenhum.

-Que queres dizer com isso? -Fu... fu... fui roubado.

Desaparece daqui! Vieste mandar uma rapidinha?

Foi �timo.

Danino, p�e muito s�dio na comida deles.

-N�o quero aqui problemas. -Sim, senhor.

Shemesh...

Pe�o desculpa. N�o consigo perceber. Vou perguntar.

Saco de Batatas, percebes a fala do Haruman?

N�o, senhor. Mas o Israel fala muitas l�nguas.

Duck, vem c�. Corre!

Fica aqui educadamente. O Haruman � nosso aliado.

Pergunta-lhe o que ele disse.

O que � que ele disse?

Ele disse que... que...

Que ele se... se... se sente cheio.

Oh. Pergunta-lhe se talvez ele queira um ch� de menta?

-N�o... Ess oh Ess. -O qu�? Alguma coisa terr�vel?

S.0.S? Todos de p�. Emerg�ncia. Toda a gente de p�.

-Que est� ele a dizer, Duck? -Ele est� prestes a explodir.

Deus nos ajude! Vamos ser bombardeados pelo ar.

Bombardeados pelo ar. Deitem-se todos.

Duck, pergunta-lhe como � que ele sabe.

N�o... eu preciso... de ir...

Oh... ele precisa de cagar? N�o h� problema.

Todos de p�. A emerg�ncia foi cancelada.

-Danino? -Sim, senhor.

D�-lhe dois rolos de papel higi�nico.

Sabes, do tipo macio. Do meu stock.

-Saco de Batatas! -Sim, senhor.

Levem-no l� para fora.

Deem-lhe algum respeito e uma lata de lisol.

Mostra-lhe onde � a casa de banho.

Por aqui. Por favor.

Por favor.

Oh, n�o. Acho que para ele � tarde.

Ol�. Estou � procura do Coronel Haruman.

Oh, n�o, malta. Agora n�o. Mais tarde.

-Procuras o Sr. Haruman? -Sim.

Ele j� volta. Vem. Anda.

N�o te lembras de mim?

-Nome? -Oh, o meu nome? Yudaleh.

Oh... Yudaleh.

Yudaleh... Yudaleh...

Yudaleh... Yudaleh... Yudaleh...

-Shemesh, os recrutas j� dormem? -Claro, senhor.

H� tr�s horas.

Muito bem. Amanh� quero-os cortados em peda�os para a manobra.

N�o s�o as palavras certas, senhor. V�o ser uns le�es.

Oh... Sim... Yudaleh... Yudaleh... oh.

Anda. O meu sargento vem a�.

O sargento Gat, de Eziyoni, acha que sou um palerma.

Ele pensa que eu n�o sei

que ele est� a preparar uma emboscada

desde Mustard Hill at� Rose Hill.

Desculpe, senhor. H� um erro.

Mustard Hill fica � direita. Rose Hill fica � esquerda.

-Shemesh, para de me chatear. -Sim, senhor.

O Shemesh vai assumir a lideran�a

e vai progredir com a tropa de espionagem.

Vai apresentar-se ao ve�culo de comando que est� � espera em Mustard Hill.

Senhor, est� enganado.

-Mustard Hill fica do outro lado. -Shemesh, n�o interrompas.

Sim, senhor.

A divis�o do Shemesh ter� o nome secreto de For�a Rosa.

Desculpe-me, senhor. � Rose Force.

Shemesh, cala-te.

Vou enviar os soldados para o ponto em Wadi Mussa.

-Onde � Wadi Kussa? -N�o � Wadi Kussa. Wadi Mussa.

Em caso de situa��o cr�tica,

A For�a Rosa ir� para Rass Bari.

Vamos, por favor.

Agora vou mostrar o plano de log�stica.

Deus o ajude. Ele pode apanhar uma pneumonia.

Soldado, que fazes a�?

Caros soldados, chegou o momento mais importante das vossas vidas.

� o momento pelo qual esperavam h� muito, muito tempo.

Dentro de tr�s horas, toda a base ir� para a batalha.

Mas n�s, Rose Force, iremos primeiro

para nos certificarmos de que

os Eziyonis n�o est�o a planear nenhum truque sujo.

-Saco de Batatas? -Sim, senhor.

-Tens os mapas? -Sim, senhor.

Boa.

Guarda-os bem. Sem os mapas,

n�o conseguimos encontrar o nosso caminho.

-Duck? -Sim... sim, senhor.

-Tens o walkie-talkie? -Sim...sim... sim, senhor.

Chega, Duck! Diz que sim com a cabe�a.

�timo.

Um bom homem de r�dio � importante durante a batalha.

Falar assim � o que chamamos de comunica��o.

-Repitam comigo! -Comunica��o.

Daqui a dois segundos, quando o meu apito soar...

V�o todos para a batalha e fazem carne picada do Eziyoni.

Amassem-nos como um monte de amendoins, sem a casca.

Quero que saiam a cantar, como her�is.

Mexam-se. Mexam-se. Rose Force.

Caros oficiais e soldados. Aqui � o vosso chefe de comando a falar.

Este � o dia pelo qual esperaram e treinaram.

Quando eu der o comando "Mexam-se",

a opera��o entre Sababa e Eziyoni vai come�ar.

Espero que todos os oficiais

sejam corajosos e mantenham a pureza da guerra.

Boa sorte!

Mexam-se!

O que � que lhes vamos fazer?

Rasg�-los, senhor.

O que � que vamos rasgar?

-Rasgar-lhes o cu, senhor. -Boa!

"Sababa"

-Quem � o primeiro na batalha? -Sababa.

-Sababa. Sababa. Ei, ei, ei, Sababa.

-Onde � que os Eziyonis se esconderam? -Eles fugiram para as �rvores.

-O que vamos fazer a esses idiotas? -Bater-lhes nos tomates.

-Quem � o primeiro no fogo? -Sababa.

-Quem � o primeiro na batalha? -Sababa.

-O que � que lhes vamos fazer? -Rasg�-los, senhor.

-O que � que v�o rasgar? -Rasgar-lhes o cu, senhor.

Boa.

Galit, liga � For�a Rosa, por favor.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

-E... e... e... -Acho que h� interfer�ncia na linha.

E... e... e...

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

E... e... e...

Para de gaguejar, idiota, e d� -me o microfone.

Daqui � Rose Force. Daqui � Rose Force.

N�s estamos bem.

A nossa posi��o � forte. N�o precisamos de nada.

Estamos agora localizados na milha 94,

ponto 6, como lhe chamamos, a Casa Neballah.

Cala-te, Shemesh. Algu�m pode estar a ouvir.

Queres que o inimigo saiba exatamente onde estamos?

Exatamente o oposto, senhor. Estou a engan�-los.

Estou a dizer que estamos na Casa Neballah,

mas estamos mesmo � na Casa Jullah.

Ainda bem para ti, Shemesh.

Verifiquem agora se a estrada 7 est� aberta � circula��o.

� para j�, senhor. Saco de Batatas!

-Sim, senhor. -Est�s a ver aquela torre?

Pega no Israel e sobe at� ao topo.

Verifica se a estrada 7 est� livre de tropas inimigas. Continua.

Ent�o, Saco de Batatas? Como est� a estrada 7?

N�o consigo ver nada, senhor.

Porqu�? H� nevoeiro?

N�o. N�o tenho bin�culos.

Porqu�? Os teus bin�culos?

Tem-nos, o senhor.

Eu tenho-os?

Tens raz�o.

Mas como � que os bin�culos chegam a� acima?

Suba, senhor. Traga-os para cima.

-Nem pensar. -Porqu�, senhor?

Sou uma pessoa fraca.

Se eu subir uma escada, a minha tens�o arterial desce.

Ent�o o que vamos fazer, senhor?

Talvez seja melhor o Duck vir c� abaixo.

-Po... porqu�? -Duck. Para de gaguejar e desce j�.

Porqu�, tens medo?

Po... po... po... porqu� eu?

Talvez queiras um para-quedas?

�guia 2 para �guia 1. Estamos na emboscada na estrada 7. C�mbio.

�guia 1 para �guia 2. �guia 1 para �guia 2.

Esperem onde est�o at� que todas as tropas inimigas cheguem.

Quero todos esses sacanas Sababa feitos prisioneiros. Terminado.

-Galit, liga ao Shemesh. -Sim, senhor.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

Responde j�, seu idiota.

N�o ouves que o sargento est� a chamar-nos em linha?

E... e... e... e... e... e... e...

Galit, o que � que se passa a�?

Senhor, acho que h� novamente interfer�ncia na linha.

Tenta de novo. Tenho de enviar as for�as para os campos.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

D�-me o microfone. D�-me o microfone!

Al�. Aqui � Rose Force. Aqui � Rose Force. Escuto.

-Que se passsa na Estrada 7? -S� um minuto, senhor.

Duck, pega.

Sobe. Vai para o topo rapidamente. Vai para o topo.

-Para onde hei-de ir? -N�o, n�o � o senhor.

Disse ao Duck para pegar nos bin�culos e ir l� acima.

Para de tagarelar e diz-me se a estrada 7 est� aberta.

Sim, senhor.

Saco de Batatas? E ent�o? A estrada 7 est� aberta?

Ei, Saco de Batatas?

Est� tudo bem, senhor. A estrada 7 est� aberta.

�timo.

Al�? Daqui � Rose Force. Est�o � escuta?

� escuta, � escuta. O que se passa, Shemesh?

Sem problemas, senhor.

A estrada 7 est� aberta. Eu e o Saco de Batatas limp�mos a �rea.

Pode enviar as for�as, senhor.

Que bom para ti, Shemesh.

Fica atento �s estradas.

Sim, senhor.

Poppy Force. Poppy Force. Este � o sargento.

Desbloquem as for�as para a estrada 7. Repito...

A estrada 7 est� aberta � circula��o.

Todos com as m�os no ar!

S�o prisioneiros.

Trinta prisioneiros?

Muito bem. Continuem a dar-lhes cabo do coiro.

Prisioneiros?

Mas o Shemesh disse-me que a estrada 7 estava aberta � circula��o.

Eu mostro-lhe.

-Galit, liga-me ao Shemesh. Agora! -Sim, Senhor.

For�a Rosa. For�a Rosa. Est�o a ouvir-me? C�mbio.

Aqui Rose Force. Aqui Rose Force.

O que � que fizeste, seu idiota? A For�a Poppy foi capturada.

Deve estar enganado, senhor. N�o h� soldados inimigos na estrada 7.

O saco de Batatas verificou muito bem o mapa,

Saco de Batatas, vem c�, mostra-me o mapa.

Que mapa � este, seu idiota?

� tudo o que me resta. Os outros mapas foram-se embora com o vento.

Isto � um mapa da Europa, idiota. N�o sabes que estamos na �sia?

Shemesh, leva as raparigas para a estrada dos despejos.

Como � que est� a situa��o por l�? C�mbio.

Senhor, aqui � a Rose. Vamos verificar agora mesmo.

Saco de Batatas. Segue-me como se fossemos uma cobra.

Vamos ver o que se passa na estrada dos despejos.

Como uma cobra.

Sou uma cobra a que chamam toupeira.

Saco de Batatas. Tens a certeza que isto � a estrada dos despejos?

Que pergunta, senhor! Nasci perto dos despejos!

Conhe�o o s�tio como a palma da minha m�o!

�timo.

Rose Force ao Comando. Rose Force ao Comando.

A estrada est� aberta para manobras.

Cegonha 1. Cegonha 1. Est� a ouvir? Terminado.

A Cegonha ouve. A Cegonha ouve. Terminado.

-Avan�ar para a estrada dos despejos. -Sim, senhor.

Meninas, sigam-me. De c�coras. Em frente!

Meninas, deem-lhes. V�o!

Meninas, n�o se rendam. Agarrem-nas pelos tomates.

Meninas, meninas. N�o desistam.

Meninas, meninas! Ponham-me no ch�o.

Meninas, deitem-me abaixo.

Vou matar-vos! Des�am-me!

Shemesh, � uma cat�strofe.

Al�m da tua for�a e dos meus homens no jipe,

foram todos capturados.

Shemesh, vou retirar-me. Shemesh.

Que estrada � mais segura? A 3 ou a 5?

N�o h� problema, senhor. Estamos a verificar agora mesmo.

Saco de Batatas. Saco de Batatas. Estou a falar contigo.

O sargento-mor pergunta qual � a estrada mais segura.

A n�mero 3 ou a 5?

-5. -Qual?

5!

-Eu ouvi, seu idiota. -Eu sou um idiota?

N�o, n�o. N�o � o senhor. Foi engano. A n�mero 5.

Condutor, segue em frente para a estrada 5.

Shemesh. Shemesh!

Eu mato-te. Vais cumprir pena na cadeia por mim, Shemesh.

Duck, o que est�s a fazer?

Se... se... senhor. Estou a fazer chichi.

N�o tens maneiras, Duck?

Vou mostrar-vos como um soldado faz chichi no campo. Sigam-me.

Soldado, se for preciso mijar durante o combate,

� preciso aproximar-se muito da �rvore.

Quanto mais perto da �rvore, melhor.

Aproximem-se todos. Tomem como exemplo o vosso comandante.

Voc�s tamb�m, por favor. Venham.

M�os ao alto. Foram capturados.

N�o. Oh, n�o. Deus me ajude.

N�o. Oh, n�o.

Parece que fui capturado.

Ajuda-me! Vou fugir.

Ajuda-me! Oh n�o. Oh, meu Deus.

Ajuda-me! Estou a fugir.

Oh, Deus, oh, Deus.

Miseric�rdia. Estou a implorar por miseric�rdia.

Estou a pedir-vos perd�o.

N�o voltarei a faz�-lo.

Desculpem. Ol�? N�o est�o a perceber. Sou um homem doente.

N�o me estou a sentir bem. Eu... desculpem, a s�rio...

Ou�am-me. N�o voltarei a faz�-lo.

-M�os ao alto. -N�o h� miseric�rdia?

Voc�s n�o s�o judeus?

Sou um homem fraco. Salva-me.

Tenho mulher, fam�lia, filhos. Pe�o miseric�rdia.

A minha tens�o arterial est� m�.

Por favor, se me capturarem, serei despromovido. Por favor.

Eu quero um perd�o. Sou um gajo doente. Tenho os rins estragados.

Preciso de uma liberta��o. Preciso de ir a um bar mitzvah esta noite.

N�o se mexam. M�os para cima. N�o se mexam. M�os para cima.

Larguem as armas ou disparamos.

-Quantos s�o? -Uma divis�o inteira.

Com espingardas, Uzis e um canh�o.

Muito bem, malta, perdemos. Larguem as vossas armas.

Deitem-se todos no ch�o.

Se n�o, eu digo � divis�o para abrir fogo.

Acham que sou um idiota?

Cara virada para o ch�o. N�o respirem e contem at� 100.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis...

sete, oito, nove, dez, onze, doze...

Shemesh, vou matar-te. Shemesh!

Senhor, trouxemos mais prisioneiros.

-Ponham-nos na cadeia. -Este maricas, tamb�m?

Claro.

Giora, tira esse Rato Mickey daqui para fora.

-Onde estamos, Saco de Batatas? -N�o sei, senhor.

Oh, n�o. Espero que os lobos n�o saiam � noite.

Talvez dev�ssemos descansar um pouco, senhor?

N�o podemos. Temos de continuar.

Saco de Batatas, talvez me possas levar �s costas?

N�o posso.

-Est�s a recusar uma ordem? -N�o, senhor.

Tenho uma ordem do m�dico.

Ent�o, talvez me possa voc� levar �s costas?

Nem pensar. Isto aqui � a subir.

Al�m disso, sou um gajo fraco. Tenho um rim mau.

Saco de Batatas, vou-me embora.

Dentro de quatro horas,

a manobra ter� terminado e n�s teremos perdido.

Amanh� de manh�, no alinhamento,

o raio do Flechter vai despromover-me a soldado raso.

�timo! Ent�o podemos fazer o campo de treino juntos.

N�o digas disparates, Saco de Batatas.

Quando acabar o campo de treino, e me tornar num cabo,

vou ter de me reformar.

Est�s a ouvir isto?

Senhor, acho que arranj�mos boleia.

Para, ladr�o. Para!

O que est� a� dentro, senhor?

Acho que � a carrinha da banda Eziyoni, raios os partam.

Eles j� est�o a planear a celebra��o da vit�ria, os sacanas.

Deus nos ajude. Que foi isso, Saco de Batatas?

N�o sei, senhor.

Oh, n�o. Saco de Batatas, faz alguma coisa.

N�o podemos parar agora, Saco de Batatas.

Senhor, acho que o motor morreu.

Oh, n�o.

Sou um homem morto. Vou mas � matar-me!

-Saco de Batatas. D�-me o teu cinto. -Porqu�, senhor?

Vou enforcar-me.

Saco de Batatas. D�-me um empurr�o.

Senhor, n�o vale a pena suicidar-se por causa disto.

Se eu n�o me suicidar, amanh� aquele Flechter maldito mata-me.

Saco de Batatas, d�-me o teu cinto. R�pido.

N�o o vou dar. Use o seu pr�prio cinto.

Achas que sou idiota?

Homens, prestem aten��o aos prisioneiros.

N�o os deixem comer at� de manh�.

Saco de Batatas. Anda depressa. Vem c� acima, Saco de Batatas.

Olha para isto!

-O que � que aconteceu? -Est�s a ver ali o acampamento do Eziyoni?

Claro.

-De certeza que � o acampamento do Eziyoni? -Claro, tenho a certeza.

N�o v�s ali os nossos prisioneiros?

Vamos libert�-los. Agora mesmo, Saco de Batatas.

Mas como, senhor? N�o temos armas.

N�o precisamos de armas. Anda depressa para a carrinha.

Saco de Batatas, vem c�.

Mala de viagem. Veste isso. R�pido.

Ol�. O meu nome � Dalia. A minha m�e e eu est�vamos a conduzir o carro.

Tivemos um pequeno acidente. A minha m�e est� ferida.

-Podes ajudar-nos? -Onde � que ela est�?

Ali. Vem c�.

-Onde � que d�i? -Aqui, no est�mago.

Oh... Vamos, Saco de Batatas. Despacha-te!

Saco de Batatas. Temos de encontrar o Duck.

-Vou chamar o guarda, senhor. -Vai.

-Psst... -Quem est� a�?

O meu nome � Dalia.

-Com quem est�s a falar? -Ol�.

-Que gaja boa. -Sim, querida.

-Rapazes, querem divertir-se? -Claro!

Est� bem. Um de cada vez.

Tu primeiro.

Vem c�. Queres um beijo? Ent�o fecha os olhos.

Agora.

-Um abatido. -H� outro soldado.

Atrai-o para aqui rapidamento.

-Agora? -R�pido.

Atrai-o depressa.

-Onde est� o meu amigo? -Ele foi vestir-se.

Vem c�, meu soldadinho. Queres um beijo?

Sim.

Fecha os olhos.

-Agora. -O qu�?

J� te mostro o qu�, seu filho da m�e.

Anda l�, Saco de Batatas. Rasteja atr�s de mim.

Senhor, aqui est� o Duck. Vamos libert�-lo.

Baixe-se. Baixe-se! Acorda!

-Estou can... can... Cansado. -Para de gaguejar, idiota. Levanta-te!

�... �... �... � voc�, senhor? E... e... e tu, Saco de Batatas?

-Porque est�o vestidos a rigor? -Viemos libertar-te, idiota.

Agora, tens 2 segundos para libertar todos os prisioneiros.

-Percebeste? -Sim... sim, senhor.

O Saco de Batatas e eu vamos procurar a bandeira.

Anda, Saco de Batatas.

Ai! Quem � que me pisou a barriga?

Desculpe, doutor. Foi um acidente.

-O que est�s a fazer aqui? -Doutor, j� disse mil vezes.

-O meu nome � Shemesh. -Eu sei que o teu nome � Shemeshny.

Doutor, viemos salv�-lo.

Depressa, Duck. Liberta os prisioneiros todos.

Vamos encontrar a bandeira.

Doutor, pegue nisto. Despache-se. Tu, anda depressa!

Que est�o a fazer aqui, meninas?

Vivemos por aqui e adoramos soldados.

Por isso, pens�mos em vir aqui dar uma vista de olhos.

-Tamb�m gostas de soldados? - Eu gosto de her�is.

Ent�o vieram ao s�tio certo. Entrem na tenda.

-Vamos fazer festinha. -N�o, n�o. N�s vamos para casa.

N�o se preocupem. Depois levamo-las a casa no nosso jipe.

-N�o. A minha m�e est� � minha espera. -Vamos, querida. Entra.

Zorro, mete uma m�sica. Vamos dan�ar.

-Como � que te chamas? -Eu? Dalia.

-E tu? -Sushi.

Chegaram na altura certa.

Dentro de algumas horas,

a manobra terminar� e n�s seremos os vencedores.

Podemos come�ar a festejar agora mesmo.

Vamos, anda..

Eziyoni, que porcaria.

Raios partam.

Raios, raios, raios!

Para!

Eziyoni desgra�ados.

Toma l�!

Isso mesmo!

A minha m�e n�o permite nada disto.

� para aprenderem!

Eziyoni, s�o uma porcaria.

N�o parece correto � frente de toda a gente.

Oh, n�o h� problema.

Zorro.

Leva a cabra velha l� para fora e deixa-me a s�s com a loira.

Sim, senhor.

Vem c� fora, querida.

Porqu� l� fora?

Porque o meu oficial quer estar a s�s com a tua amiga.

-Sou bom para ti? -Para. J� chega.

-E agora? -Sou t�mida com a luz acesa.

Vamos apagar a luz antes de irmos para a cama.

Bravo. Gosto de uma rapariga com a cabe�a sobre os ombros.

Beijas muito bem.

Podes beijar a minha barriga?

Merda, ele queria dar-me um beijo franc�s.

Shemesh, todos os prisioneiros est�o livres.

E os soldados de Eziyoni?

Eles... eles... eles... est�o todos amarrados, senhor.

-Ent�o, j� est�s nua? -Est� bem. Podes acender a luz.

Apanhei-te, meu lind�o.

-Foste feito prisioneiro. -Que se passa aqui?

Ca�ste nas nossas m�os. �s nosso prisioneiro.

N�o brinques. Os meus soldados estar�o aqui a qualquer momento.

Os teus soldados est�o todos amarrados. Um a um.

S�o prisioneiros.

Duck, amarra-o.

Agora diz-nos onde est� a bandeira.

N�o vou dizer nada.

Dentro de duas horas, a manobra estar� terminada e a bandeira fica comigo.

Se n�o falares em 2 segundos, atiro em ti.

Podem matar-me. N�o vou falar.

Digo-lhe apenas o meu n�mero de servi�o.

Senhor, talvez dev�ssemos dar-lhe umas porradas.

N�o, isso n�o � bom. Ele desmaiava

e nunca mais encontravamos a bandeira.

Nunca descobrir�o onde est� a bandeira.

E a bandeira permanecer� para sempre no campo de Eziyoni.

Doutor, tem uma inje��o que revela segredos?

Tenho algo muito melhor do que uma inje��o.

Em apenas 1 minuto, ele vai contar todos os seus segredos.

Duck, vira-o.

-Vira-te, c�o. -Yudaleh, tira-lhe as cal�as.

Pela �ltima vez, vais dizer-nos onde est� a bandeira?

S� vos digo o meu n�mero de servi�o.

-237181. -N�o interrompas.

Agora, n�o respires.

Ent�o, onde est� a bandeira?

Eu digo-vos onde est� a bandeira! Eu digo-vos! Eu digo-vos!

-"Sababa, Sababa... Ei, ei, ei, Sababa.

-"Sababa, Sababa... Ei, ei, ei, Sababa.

-"Sababa."

Ganh�mos! Ganh�mos! A bandeira est� nas nossas m�os!

Ganh�mos.

Em frente, marchar! Aten��o.

Flechter, voltaste a fazer asneira?

Shemesh, perdemos outra vez. Tudo por causa de ti.

A partir de amanh�, �s um soldado raso!

Est� enganado, meu cherry.

N�o foi por causa de mim que perdemos.

Eu sou a raz�o pela qual ganh�mos!

Fa�am favor.

Que se passa aqui?

Que for�a fez o trabalho?

A minha for�a, senhor.

-Que for�a � essa? -A For�a Rosa.

Cuidado, senhor. Quase me espetou no cora��o.

Shemesh, amanh� vamos obter a nossa licen�a de casamento.

N�o � preciso, cherry.

Mas prometeste que era quando o campo de treino acabasse.

No jornal, li que um em cada dois casais se divorcia.

N�o vamos gastar dinheiro num casamento

e depois divorciarmo-nos. Para qu�?

Vou dar-te o que mereces, Shemesh!

Saco de Batatas, faz o exerc�cio n�mero 4!

Tradu��o PT-PT Lander

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