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Aproximam-se da meta. J� est�o quase a chegar!
Ajudem-no!
Sabemos que ele era bem-sucedido, mas que tamb�m podia ser insuport�vel.
O meu marido tinha uma amante.
Como � poss�vel matar um homem no meio de tantas pessoas
e depois desaparecer?
- Est� respons�vel pelo caso? - Estou.
Est�s bem?
Podes rebobinar frame a frame?
Dzikowska deixou a casa � Agnieszka Lubczynska.
ZBRODNIA: CRIME NA COSTA
O atirador estava no m�ximo a 300 metros do local.
E no m�ximo a 200 metros para oeste.
A casa de Henryka.
Quero dizer, a casa da Agnieszka servia perfeitamente.
A nossa tamb�m.
O �ngulo era mais acentuado.
Que pessoas viu quando dispararam?
N�o prestava aten��o aos convidados.
Acham que o Norbert foi assassinado por um convidado a fumar um cigarro?
Ele tinha inimigos entre os amigos.
Estava a olhar para a Agnieszka e para os meus filhos.
Eu estava com o meu pai, a R�za e Jasiek. A minha m�e estava a tirar fotos.
J� exclu�mos os primeiros suspeitos.
De quem mais te lembras?
A Lena Brzozowska estava sempre a puxar pelo marido.
O Mariusz Walicki estava com ela.
- T�m lista de convidados? - Sim, num email.
- Pode enviar-nos? - Continuo a achar absurdo.
Muito bem, vamos ver a casa.
J� n�o precisam de n�s?
� um assunto oficial.
O dono tem de l� estar.
- Eu fico. Vai. - Ent�o, e Kuznica?
Eu vou l� depois.
- N�s levamos-te. - N�o complique as coisas.
N�o arranje complica��es.
Espere, por favor.
- De quem � esta chave? - � minha.
N�o vem c� mais ningu�m.
N�o h� sinais de entrada for�ada.
N�o toque nisso.
H� algo de errado com isto?
N�o devia estar aqui?
- Est� c� desde que �ramos mi�dos. - Dei isso � Henryka.
E o resto?
Falta alguma coisa?
N�o. N�o me parece.
E o s�t�o?
Est� aberto. Est� sempre aberto.
Boa vis�o daqui.
Chama a equipa forense para tirar impress�es digitais.
Est� bem.
Esta casa tem muita hist�ria.
Sim. Conheci a Agnieszka aqui.
A minha tia visitava a Henryka e trazia-me com ela.
- O Cezary costumava saltar a cerca. - Eu era o teu vigia.
Querias deitar-te na rede da Henryka.
N�o vinha aqui desde crian�a.
Continua tudo igual.
Preciso que venham aqui hoje.
Eu entendo.
A equipa forense n�o pode vir.
A Maria enviou-a para Gdansk, houve um assalto num centro comercial.
- J� vimos tudo. - Vou verificar o correio.
Quando coloc�vamos a sela nos cavalos,
ouvi o Norbert a falar com o Witek ao telefone.
Estavam a discutir. O Norbert chamou-lhe idiota.
N�o nos tinha contado isso.
N�o achei que fosse importante.
E agora j� acha?
Eu n�o cuspo no prato onde como.
Vou falar com o Poplawski depois da Bozecka.
Ent�o e eu?
Tu vais sentar-te num sof� em pele de hipop�tamo.
Queres que v� sozinha?
Vais sair-te bem.
O Norbert era implac�vel.
Ao mesmo tempo, � dif�cil ser sincero.
A senhora n�o gostava muito dele.
Pois n�o, e era clara a esse respeito.
Havia alguma raz�o?
S� quer uma?
Mas voc�s eram s�cios.
Seguimos caminhos diferentes.
� isso que acontece com amigos que come�am um neg�cio juntos.
J� o conhecia antes?
Agora acho que n�o.
Ele impressionou-me.
Obtinha tudo sem dificuldade.
Popularidade, contactos, dinheiro.
O dinheiro era problema?
Acha que � sempre por causa do dinheiro?
Por vezes, � por causa de poder.
Declara��es de fal�ncia, liquida��es e os registos financeiros.
A senha � a data de hoje.
- Quer um caf�? - N�o, obrigado.
O Sr. e Sra. Rakowski j� chegaram.
Diz-lhes para aguardarem.
Que tipo de homem era ele?
Era um sacana sexista, egoc�ntrico, imoral e ganancioso.
E que qualidades tinha?
Tinha uma mem�ria perfeita, quase fotogr�fica.
Sabia as datas de todas as audi�ncias dos seis meses seguintes.
Era impressionante.
Passou o fim de semana na Pen�nsula de Hel?
Exatamente.
Numa cabana em Jurata. Sozinha.
- N�o � um bom �libi. - E ontem?
Ontem, estive a nadar na ba�a.
Mas n�o conte a ningu�m.
Onde guarda a sua arma?
Juntamente com outras coisas in�teis. Numa cabana em Jurata.
Posso mandar algu�m ir l� busc�-la?
Vou anotar a morada.
Bela caneta. Edi��o limitada?
Boa pergunta. N�o � minha.
O Norbert deve t�-la deixado aqui.
Aqui tem.
Obrigado.
N�MERO DESCONHECIDO
Tomasz Nowinski, pol�cia. Ligue-me, por favor.
Witold Poplawski?
- Sim. - N�o � f�cil encontr�-lo.
- Est� a seguir-me? - N�o atendeu o telefone.
Estava no duche. N�o � crime.
Entre, por favor.
- N�o precisa fazer isso. - Quer beber alguma coisa?
N�o, obrigado.
Sente-se, por favor.
Verific�mos os registos telef�nicos do Brzozowski.
Falou com ele algumas vezes antes de ele morrer.
Claro. Ele era o presidente da funda��o. Mant�nhamos contacto.
Como descreveria a vossa rela��o?
Diria que que era... Com licen�a.
Respeitosa.
Disseram-nos que o Brzozowski estava zangado consigo. Porqu�?
� um assunto delicado.
Mas ir� descobri-lo na mesma.
Desapareceu algum dinheiro da conta da funda��o.
Duzentos e cinquenta mil.
- Parece que o Norbert o transferiu. - Apanhou-o em flagrante?
Pode dizer-se que sim.
Comunicou isso � dire��o?
N�o. Queria tratar disso entre n�s.
- Quem mais sabe? - O Julian Lubczynski.
Porque � que o Brzozowski precisava desse dinheiro?
N�o fa�o ideia.
Onde estava quando ele morreu?
- Estava na corrida. - Mais especificamente?
Mais especificamente, entre a casa de banho e o p�tio.
Algu�m o pode confirmar?
O Olszecki estava l� a beber, mas estava virado para o outro lado.
� tudo?
Tenho outra coisa para fazer e outro interrogat�rio daqui a tr�s horas.
N�o estava interessado na corrida?
J� lhe disse.
Fui � casa de banho. Estava mais interessado nisso.
Ligue-me se precisar de alguma coisa.
- Adeus. - Adeus.
SAUDADES TUAS. AT� J�. MABO.
O Poplawski est� a mentir. Ele deve ter autorizado a transfer�ncia.
E provavelmente ganhou algo com isso. Maciek, envia isto para Vars�via.
Aqui est�o os resultados da aut�psia.
Algo que n�o esper�ssemos?
Vest�gios de coca�na. Mas n�o � algo inesperado.
Ele gostava de luxo.
Tenho de ir.
- Tenho uma reuni�o com a elite. - N�o tenho inveja nenhuma.
Gosta?
� do Malewicz. Imposs�vel n�o gostar.
O meu marido tinha um gosto parecido.
Foi ele que o pendurou.
O seu filho est� c�?
Ele n�o p�de vir.
Que estranho.
Est� a trabalhar. � uma boa desculpa.
- Posso tirar uma foto? - Gosta assim tanto dele?
De facto, � bem-parecido. Obrigada.
BRZOZOWSKI TINHA COCA�NA NO ORGANISMO
O seu marido tinha outro tipo de despesas?
Eu saberia.
Ele ganhava dinheiro, eu gastava.
Sabia que ele consumia coca�na?
Ele costumava sair � noite, mas nunca o vi a consumir.
Onde passava as noites?
Quase sempre fora.
Um ponto para ti, m�e.
Mentir � Pol�cia n�o � boa ideia, mas impressionaste-me.
N�o conhecia esse teu lado.
Porque em rela��o ao pai j� nada me surpreende.
- Ol�. - Ol�.
O que te traz aqui?
Tenho um pedido.
- M�e! - Vou j�.
O que se passa?
S�o os registos financeiros do Brzozowski.
- Podes dar uma olhadela? - Porqu� eu?
�s advogada.
M�e! A R�za n�o quer fazer de monstro.
Eu j� vou.
Est� bem.
- O que devo procurar? - Qualquer coisa suspeita.
- Vou tentar. - A senha � a data de hoje.
Obrigado.
Fica bem.
Boa tarde.
Podemos come�ar?
- Estamos prontos h� 15 minutos. - O Poplawski n�o chegou.
A Monika Krajewska vai conduzir o interrogat�rio.
Em prol da investiga��o do homic�dio de Norbert Brzozowski,
queremos estabelecer onde estavam quando se deu o disparo,
portanto prepar�mos este frente a frente.
Qual frente a frente?
Podemos fazer isto juntos.
O que h� para estabelecer?
Est�vamos todos juntos. Na corrida.
Mas, por exemplo,
a senhora n�o estava na meta.
Est� a dizer que um de n�s matou o Norbert?
Isso � uma insinua��o insultuosa.
Pe�o desculpa. Obrigado.
Fiquei retido.
Esperava mais profissionalismo da Pol�cia.
Est�o a insinuar que um de n�s matou o Norbert.
N�o � a primeira vez.
Digam-lhes logo onde estavam e vamos acabar com isto.
Isto � um absurdo. O Norbert era nosso amigo.
Krysia...
N�o querem descobrir quem o matou?
Vamos come�ar por si.
Est� bem.
� melhor do que a r�dio.
Quanto tempo vais ficar zangada comigo?
Tramaste-me.
Foi divertido?
Qual foi o objetivo desta fantochada? N�o descobrimos nada de novo.
Gra�as a esta fantochada, vi-os a interagir.
Sim, sabemos que o Olszecki estava a suar.
Porque ele estava de ressaca.
Viste o Walicki quando o Poplawski chegou?
Ele estava a olhar para o telem�vel e parou quando o Poplawski entrou.
Ent�o, andavas � ca�a de algo.
Para a pr�xima, avisa-me.
Apertem os cintos.
E tentem ficar quietinhos.
Obrigada.
Obrigada. Salvaste-me a vida. Tenho muito trabalho.
O trabalho n�o � tudo. Tu sabes o que � importante.
Respira fundo e fala. Vamos estar a torcer por ti.
Nem consigo falar com ele.
Chega de conversa. Vamos.
Mant�m a calma.
Obrigada, m�e.
Um beijo! Obede�am aos vossos av�s.
Adeus!
Adeus!
Estou?
Sim, � o meu marido.
Lamento que tenha escolhido a sua casa para afogar as m�goas dele,
mas agora estou ocupada. Chame-lhe um t�xi.
Sim, eu sei. Ele diz muitas coisas quando est� b�bedo.
Est� bem. L� estarei.
Onde est� o foli�o?
Na casa de banho. Ele deixou isto.
DESCULPA
Ou n�o...
Desculpa.
O que � isso?
Perdeste o ju�zo?
Pensei que te tinha acontecido algo, que estavas b�bedo.
N�o. Desculpa.
Belo sentido de humor.
Virias, se eu te pedisse?
- Pagaste pelo restaurante todo? - Eu faria tudo por ti.
S�o lindas. Obrigada.
Mas flores e velas n�o s�o suficientes.
Acho que podemos resolver isto juntos ao jantar.
Tens algo melhor a fazer?
Lembrei-me que gostaste disto em Oslo.
- Vou p�-las em �gua. - Obrigado.
Pensaste em tudo.
S� pensei em ti.
E os teus pais convenientemente ficaram com as crian�as.
Bom apetite.
Est� delicioso.
Tens sorte por eu ter fome.
Amo-te.
Adoro a nossa fam�lia
e acredito que tudo pode voltar a ser como antes.
Cuidado ou ainda acredito nisso.
N�o acreditas?
D�-me uma oportunidade.
D� uma oportunidade a n�s.
N�o, obrigada. Vou conduzir.
Mesmo assim temos de fazer um brinde.
� minha incr�vel...
... e bela mulher.
Vamos dan�ar?
N�o tenho escolha.
- O que procuras? - Uma gorjeta para o empregado.
Foste t�o negativa em rela��o �s velas e ao jantar.
Isso foi antes do camar�o e de dan�ar.
Se soubesse que os aperitivos bastariam, n�o teria enfeitado o quarto.
N�o enfeitaste nada!
- � surpresa. - Olha l�!
VULCANIZADORA
N�O VENS? ESTOU � TUA ESPERA.
ANDA TER COM A TUA VULCANIZADORA
MUITOS BEIJINHOS. EM TODO O LADO.
Est�s pronta?
- O que t�m os nossos pneus? - O qu�?
A tua vulcanizadora est� � tua espera.
E ela tem o teu casaco.
N�o � nada disso.
N�o? N�o � o teu telem�vel? N�o � o teu casaco?
Espera, Agnieszka.
Liga-lhe. Ainda tens vinho e camar�o.
- Est�s a exagerar. - N�o quero que se desperdice.
Ou melhor, liga para um advogado. Vais precisar.
N�o me toques! �s um caso perdido.
Como pude ser t�o est�pida?
Escuta!
Espera, eu posso explicar.
Escuta. Espera.
- D�-lhe flores. - Espera.
Agnieszka!
Ol�.
Ol�.
- Estou a incomodar-te? - N�o, entra.
Boa noite.
Boa noite. Sirva-se.
Mas � apenas massa.
� muito boa. A Monika � uma �tima cozinheira.
J� jantei.
Senta-te.
- Quer vinho? - Vou conduzir.
- Verifiquei os registos. - Encontraste alguma coisa?
Em fevereiro, o Brzozowski declarou a insolv�ncia da Triada Pol.
- A empresa do Olszecki? - Sim.
Depois, vendeu ativos � Solnet que, na semana passada...
... foram revendidos por tr�s vezes mais.
Ele vendeu abaixo do pre�o.
- Porqu�? - Adivinhem a quem pertence a Solnet.
� Lena Brzozowska.
Deixa-me adivinhar. H� mais transa��es como esta.
Ganhou dinheiro com a insolv�ncia. Ele sabia o que estava a fazer.
Tenho de ir. O Cezary est� � espera com os mi�dos.
Boa noite.
Obrigado. Foi um boa ajuda.
De nada.
Adeus.
ELA N�O � NINGU�M. S� TE AMO A TI. DESCULPA.
Cezary?
Agnieszka?
O que aconteceu?
Agnieszka!
Est�s bem?
Desculpa. N�o sabia a quem ligar.
Fizeste bem em me ligar.
Viste-o?
N�o.
Lembras-te de alguma coisa?
Anda. Vem comigo.
- Eu levo-te ao hospital. - Estou bem.
Algu�m assaltou a casa?
A casa � minha.
� um assunto oficial?
Ou � um assunto pessoal?
- Acalma-te. - O que se passa?
Tem calma!
A Agnieszka...
... assustou o ladr�o.
Est�s bem?
- Sim. - Tens a certeza?
Tenho. Ele fugiu.
Vou regressar ao trabalho.
Devias ter vindo para casa.
Esta � a minha casa!
Se ele causar problemas, tira-o daqui.
Quero o div�rcio.
Como est� ela?
Foi s� um susto.
Porque est�s aqui?
O chefe quer ver-nos.
Uma reprimenda?
Krzysztof Brzozowski?
Sempre conseguiu vir.
Sim. E depois?
Queremos fazer-lhe umas perguntas.
Estavam de rela��es cortadas. Porqu�?
Tive uma inf�ncia dif�cil, senhor agente.
Quando fiz oito anos, ele deu-me um �lbum de fotografias.
Tinha uma dedicat�ria.
Era do cliente, para ele.
- J� posso ir? - Onde estava no domingo?
- Sob o arco-�ris. - Para de brincar.
Na Pra�a Zbawiciela, sob o arco-�ris, com uns amigos.
D�-nos os nomes deles.
Vamos verificar.
� vontade. Podem fazer isso.
Posso ir?
Sim.
Um jovem revoltado.
Recebemos queixas formais.
"Fui falsamente acusada do homic�dio de Norbert Brzozowski.
Esta acusa��o teve um efeito consider�vel nas minhas rela��es pessoais."
A Sra. Walicki quer um pedido de desculpas.
Est� a brincar.
Infelizmente, n�o.
O Sr. Presidente � convidado habitual dela.
Ela conhece a mulher do Presidente dos tempos da faculdade.
E eles t�m amigos poderosos na Tricidade.
Qu�o poderosos?
Poderosos o suficiente para tornar a minha vida num inferno.
E eu n�o quero isso.
Estamos entendidos?
Sim.
Obrigado, podem ir.
- Boa tarde. - Boa tarde.
- Em que posso ajudar? - Gostar�amos de falar com a sua esposa.
Est� no jardim. Entrem.
Por favor.
Lamento por tudo.
Disse-lhe que est�o a fazer o vosso trabalho,
mas ela � muito teimosa.
Entrem.
Querida, tens visitas.
Vou ao centro comercial. Liga-me se precisares de alguma coisa.
- Est� bem. - Adeus.
- Adeus. - Adeus.
- Matei mais algu�m? - Nunca foi considerada suspeita.
Foi interrogada como testemunha.
Certo. Isso soa muito melhor.
Desculpas aceites.
N�o foi um pedido de desculpas. Foi uma explica��o.
Chame-lhe o que quiser.
� que...
Se algu�m no Pal�cio Belweder soubesse, o meu bom amigo...
... n�o me voltaria a visitar.
� assim.
Mais alguma coisa?
Deve custar ver a pr�pria empresa a desmoronar-se.
Como um castelo de cartas.
E depois o Norbert apareceu.
Ofereceu-nos ajuda. Tratou de tudo.
Falou com toda a gente e, gra�as a ele, poupei muito dinheiro.
Consegui voltar a respirar.
Ele ganhou o triplo ao vender os seus ativos.
Amigos e profissionais n�o agem assim.
Sabia disso?
O que � que isso importa?
Eu pr�prio n�o o faria melhor.
Pode deixar-nos doidos.
E se deixar?
Estava no bar na altura do disparo?
Estive sempre l�.
A Krystyna Walicki n�o se lembra de si.
Se a Krysia o diz, ent�o devia estar noutro s�tio.
Onde exatamente?
Se me perguntar onde estava h� uma hora, tamb�m n�o o sei dizer.
O Brzozowski enganou-o.
Ele pegou no seu dinheiro e voc� agradeceu-lhe por isso.
O que pretende ouvir?
Que ele � respons�vel pela minha desgra�a?
Ele passou l� a noite toda.
Ele acreditava nas probabilidades,
n�o na sorte.
Ele nunca ganhou nada.
Vamos.
Ele � um tipo estranho.
Por que raz�o defende o Brzozowski?
Talvez o tenha assassinado e agora esteja desesperado.
ESPERO QUE ESTEJAS BEM
N�o creio que o tenha matado.
Pessoalmente, n�o.
Viste as m�os dele? N�o acertaria num javali a 30 metros.
Muito menos um ser humano.
DESCOBRIMOS O DONO DO COMPUTADOR
Os t�cnicos de inform�tica descobriram quem amea�ou o Brzozowski.
N�o acredito.
O j�nior.
Tal pai, tal filho.
A Walicki e o marido s�o atletas?
- Eles t�m trof�us. - N�o sei.
O Walicki n�o est� interessado em desporto e a mulher prefere manicures.
Mas posso verificar.
N�o me apontes essa luz � cara.
Calibre .308. � a mesma arma.
- Reconhece este s�mbolo? - Sim.
Falei com o Nowakowski. N�o vou criar problemas.
Krzysztof!
- Porque o escondeu? - O que est� a sugerir?
Sei quem matou o Norbert.
Legendas: Ruben Oliveira
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