All language subtitles for Bones S03E08 2007 Disney+ WEB-DL 1080p H264 DDP-HDCTV_track6_[por]

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Trânsito?

A Dra. Brennan ficou um bocado magoada por me teres dito para vir em vez dela.

A Ossos não fica magoada. Ela não é como tu.

-Como eu? -Sim, uma rapariga.

A palavra é "mulher", a qual, a propósito, ganha mais do que tu.

-Suscetível. -Apenas uma rapariga com sentimentos.

A equipa de construção achou um cadáver esta tarde. A palavra-chave é "cadáver",

ou seja, "ainda com carne".

-Homem, de meia idade. -A Ossos ajoelha-se ao pé do cadáver.

São calças de designer. E os meus corpos são mais sumarentos que os dela.

Estava só a dizer-te o que ela faz.

Parece uma facada no meio do peito. Nu, embrulhado em plástico.

Marcas de dentadas na cara e nas extremidades. Parecem de ratos.

Ratos?

Parece que lhe retiraram as rótulas. Talvez seja um trabalho da máfia.

-O que é isso? -Uma pedra preciosa.

Este golpe no esterno com uma lâmina de dois gumes teria sido fatal.

-Então, sabemos que o assassino é forte. -Eu diria que está morto há três dias.

-Provavelmente largado na sexta à noite. -A pedra é jade. Estou a ver de que tipo.

-Cascalho das feridas. -Cascalho para ti, livro aberto para mim.

Os ferimentos nos joelhos não são de bastões de basebol, nem de balas.

O Zack tem razão. As patelas foram removidas cirurgicamente.

Rei do laboratório.

-Dra. Brennan? -Sim?

Amy Hollister.

-Sou a namorada do seu irmão. -Entre.

Obrigada.

-Quer beber alguma coisa? -Não. Desculpe. Não tenho muito tempo.

Sabe onde está o Russ?

Amy, não vejo o Russ há meses.

Eu tenho duas filhas pequeninas.

A mais nova, a Hayley, não está muito bem.

Fibrose quística.

O Russ disse-me que ela tinha problemas de pulmões.

A respiração dela está muito má. E agora é o fígado.

Ela não para de perguntar pelo Russ.

Vou dar-lhe o número de telefone do Dr. Leo Goetz.

Ele é a autoridade máxima do país em fibrose quística.

Não tenho dinheiro para isso.

Não, Amy. O Leo e eu somos amigos.

Ele faria isso como um favor. Sem cobrar.

Vou telefonar-lhe, a dizer que vai lá.

-Não sei o que dizer. Obrigada. -Quanto ao Russ, devia falar com o pai.

Compreendo. Obrigada pelo seu tempo.

Os joelhos.

Alguém te enviou rótulas humanas pelo correio? Isso é...

-Correspondem ao corpo. -Procuramos impressões digitais.

-Estas patelas estão gastas. -De quê?

É difícil dizer, mas eu diria que é de ajoelhar muito.

Espera. Já vi isto antes. Este símbolo é-me familiar, como parte de um selo.

Ossos, vais ficar com uma amiga? Num hotel?

-Ela pode ficar comigo. -Obrigada. Não. Porquê?

-O Sr. Rótulas tem a sua morada. -Alguém fez uma busca na internet.

-Ela não vai a lado nenhum sozinha. -Não ligue.

De quem tens mais medo, de mim ou dela?

Então, ser professora de creche é assim.

-Uma interação interpessoal fascinante. -Dr. Sweets?

Caramba... Isso é repugnante.

Isto não é sítio para terapeutas. O que quer?

O senhor e a Dra. Brennan faltaram à sessão desta manhã.

Talvez porque alguém enviou partes de corpo à Ossos pelo correio.

Meu Deus!

-Identifiquei a arma. -Foi rápido.

Afilada, 3,8 cm de largura, com punho e quartões retos. Serrilha distintiva.

-É a faca do Gormogon. -O assassino em série?

Foi por isso que reconheci o símbolo. Vi-o numa tapeçaria, na caixa-forte.

Então, esta é a caixa-forte onde o violinista foi assassinado e comido.

Transportámos tudo do banco para aqui.

Por isso, se tocar nalguma coisa, volta a pô-la exatamente no mesmo sítio.

Espantoso. A escultura do Filho da Viúva?

É um esqueleto de prata que é substituído, peça por peça, pelos ossos das vítimas.

Todas as relíquias, incluindo esse esqueleto, remetem aos Gormogons.

Um grupo antimaçónico do séc. XVII. Supostamente extinto.

-Quantas vítimas? -Cinco não identificadas e o violinista.

Este é o mindinho verdadeiro do violinista.

Obviamente, o Gormogon enviou-lhe as rótulas para continuar a sua obra.

Não vamos pôr as rótulas no esqueleto.

Vai encontrar alguma coisa de especial nelas.

-Há algo errado nesta tapeçaria. -Errado?

Eu cá não sei. A minha ideia de arte é uma mulher seminua ao lado de uma carrinha.

-Isso é interessante. -Não, não é interessante. É uma piada.

-O que se passa? -A namorada do Russ veio ter comigo.

A filha está doente, quer o Russ. Disse que o meu pai talvez saiba onde está.

O Russ é um fugitivo e é testemunha no caso do teu pai.

-A Amy sabe. -Ele voltaria pela tosse da tua sobrinha?

Ela não é minha sobrinha. E é fibrose quística, não é uma tosse.

O Dep. de Desaparecidos enviou os registos dentários de um homem de meia-idade.

-Eu verifiquei-os. -Há correspondência?

Padre Douglas Cooper, vigário-geral do arcebispo de Washington, DC.

O Sweets tinha razão acerca das rótulas. Aposto que era um genufletor de primeira.

Dizer que ele é um prodígio da psicologia é como dizer que ele lê bem a mente.

-São conjeturas. -Vou chamar o Sweets.

-Tu fazes pouco dele. -Só quando se mete com as nossas mentes.

-Ele tinha razão acerca dos joelhos. -Descobre como é que os removeram.

Sim, Dra. Brennan.

-O que foi? -Acabaste de mandar embora o Zack.

-Não mandei nada. -Não me entendas mal. Eu gostei.

-Obrigado por ter vindo, Arcebispo. -Encontraram o meu vigário-geral?

-Sim, Sua Santidade. -Monsenhor. Ou Steve.

-Como é que morreu o Doug? -Steve...

-Ele disse para lhe chamar Steve. -Monsenhor.

O padre Cooper foi morto à punhalada, numa série de homicídios canibalescos.

Uma série de homicídios canibalescos?

Ainda estamos a tentar descobrir o que tinham em comum.

Ele era inofensivo. Estava de licença há seis meses. A escrever um livro.

-Sobre o quê? -Os primórdios do Cristianismo.

Os laços com o paganismo. Coisas esotéricas.

-Alguém comeu o Doug? -Apenas uma parte.

Um homem honesto, honrado.

Humilde, dedicado a servir os outros.

Má escolha de palavras, dado que alguém o comeu.

Só uma parte dele.

Há demasiado mal no mundo. Deus me perdoe, mas...

Por vezes, pergunto-me se serei mais do que um paliativo.

-Ámen, Monsenhor. -Obrigada, Steve.

A Angela identificou a figura na tapeçaria.

Barrabás, um assassino condenado à morte no Novo Testamento, Jerusalém.

Os Gormogons creem que os descendentes criaram as primeiras sociedades secretas.

Para os Gormogons, Barrabás é um símbolo duradouro

de tudo o que é detrás para a frente, invertido ou do avesso.

Então, se encontrarmos esta figura numa relíquia Gormogon...

Devemos interpretá-la de trás para a frente ou ao contrário.

Os números da tapeçaria são um código. Cada número corresponde a uma letra.

Quer dizer "Cidade do Capitólio".

DC foi erigida segundo símbolos maçónicos.

-O pentagrama sobre a Casa Branca. -E o esquadro e compasso.

A ponta do compasso está sobre o edifício do Capitólio.

É aqui que Barrabás entra em jogo.

A presença de Barrabás significa que isto é de trás para a frente e invertido.

Então, quando o compasso está invertido, aponta para marcos muito interessantes.

-O banco, onde estava a caixa-forte. -O sítio onde largaram o corpo do Cooper.

A passagem superior, de onde atiraram a cabeça do Gavin Nichols.

-O que há aqui? -Uma velha mansão. Agora é um lar.

-E isto aponta de forma muito precisa. -O que é isso?

-Um mausoléu no Cemitério de Silver Hill. -Queres ir lá espreitar?

Com os diabos, quero.

Este mausoléu está aqui desde o séc. XIX. É suportado por um consórcio.

O diretor do cemitério diz que ninguém esteve aqui no último século.

-É bom que isto valha a pena. -Olha. "Pater mortuus."

-Significa "pai morto". -Sabes latim? Ena.

Acólito.

-Tens uma chave? -Sim. Trouxe a minha.

-Espera. -O que foi?

-Posso ser eu a abrir? -Não. Não me deixas brincar com bichos.

Era só o que faltava. Outro.

Booth, este é completamente feito de ossos.

-Como está a Hayley? -O Dr. Goetz é um enviado de Deus.

Não sei como lhe agradecer. Hayley, querida, esta é a Dra. Brennan.

-Temperance. -Outra doutora?

-Não dessas. -A Temperance é a irmã do Russ.

Não lhe podes telefonar e dizer para ele voltar para casa?

-É complicado. -Come a gelatina, querida.

Tentei ir ver o seu pai à prisão. Não me deixam. Não sou familiar.

O Russ é um fugitivo. Se voltar, põem-no na cadeia.

-Como ficariam a saber? -Eu trabalho para o FBI.

Não tem de se envolver nisto. Só teria de pedir ao seu pai para dizer ao Russ.

Olhe-a nos olhos e diga que não pode ver o pai porque você está zangada com o seu.

-O que descobrimos? -Identifiquei 18 vítimas diferentes.

E ainda não acabei. Todos os ossos têm indícios de canibalismo.

-A tíbia parece ter mais de 50 anos. -A vítima tinha mais de 50 anos?

Quero dizer que a vítima foi morta há mais de 50 anos.

Isso sugere que o Gormogon tem, o quê? Pelo menos 70 anos?

As marcas de dentes neste osso não correspondem aos dentes do Gormogon.

Meu Deus. Temos mais um canibal à solta? Um velho?

A pedra que encontraste no peito do padre Cooper é jade violeta.

-A poeira contém sepiolite. -Estamos contentes com isso?

O jade violeta e a sepiolite só se encontram numa região da Turquia.

A região da Anatólia, para ser exato. O lugar lendário do Jardim do Éden.

E isto veio da caixa-forte. Sabes uma coisa? É o mesmo material.

-Põe o registo dentário na base de dados. -E eu, o que faço?

Fica atento a um canibal que come caras e usa um andarilho.

Aqui está a minha menina.

Trouxe-te um bolo de café, mas ficaram com ele.

Não faz mal. Agora, as minhas refeições são feitas por homens com redes no cabelo.

Ainda bem que vieste. Estive a pensar nos sítios onde estive piores do isto.

El Salvador e as duas semanas que passei num contentor de carga.

-A Disney World. Tu detestaste. -Pensei que não se tinham apercebido.

Não. Eu tinha seis anos. O Russ tinha dez. Estava a chover a potes.

O Mickey espirrou com tanta força, que a cabeça lhe saltou.

Acho que gosto mais da prisão.

-Vim por causa do Russ. -Ele está bem. Não te preocupes.

A mulher com quem ele vivia e as crianças que estava a criar precisam dele em casa.

O Russ envia dinheiro à Amy e às miúdas todos os meses.

A mais nova, a Hayley, está muito doente.

-Ela quer vê-lo. -Quão doente?

Eu estou aqui, pai, a pedir-te que digas ao Russ. Ele que decida o que quer fazer.

Se ele voltar para DC, vai acabar aqui comigo.

Ele não vai fazer isso. Tem medo da prisão.

Ele virá, se lhe pedires.

Estás cada vez mais parecida com a tua mãe.

Tenho de ir.

Volta depressa.

E obrigado pelo bolo de café.

Encontrei o mesmo símbolo que foi enviado por correio à Dra. Brennan na tapeçaria.

Parece um baralho de cartas de tarot.

O Arquiteto, o Mártir, o Orador,

o Músico, o Bispo, o Corruptor...

-É isso. -O quê?

-O Gavin Nichols era o Músico. -O padre Cooper era o Bispo.

-Está a fazê-lo por ordem. -Qual é o seguinte?

-O Corruptor. -Então, a próxima vítima é um corruptor.

Convoquemos todos os reis da pornografia e traficantes de drogas do país.

Dizer-lhes para terem cuidado com um lunático armado de faca e garfo.

Está a ser muito literal. Estes ícones vêm do séc. XVII.

Um corruptor significaria um herege, como, por exemplo, um pretendente ao trono.

-O que veio cá fazer? -O senhor queria ver-me.

-Não era ver. Era falar. Ao telefone. -É interessante o que se diz sem reparar.

Estudei a pasta inteira do caso Gormogon. Acho que procuram uma dupla.

-Como conseguiu acesso à pasta? -Foi o Booth.

-Deste-lhe a pasta do caso? -Calma. Ele descobriu da dupla.

Encontrámos outro esqueleto do Filho da Viúva. Está completo.

As marcas de dentes sugerem dois canibais.

A sério? Espantoso. É como os Sith Lords.

-Há sempre dois. -Isso foi a "Guerra das Estrelas"?

Na linguagem do séc. XVII, é uma situação de mestre/aprendiz.

Cada mestre cria uma escultura, enquanto treina um aprendiz.

Quando está pronta, o mestre retira-se, o aprendiz torna-se mestre e começa a sua.

-Então, o Gormogon era aprendiz. -Agora é o mestre.

Como é que o facto de eu dizer "não" se transforma na presença do Sweets?

Ambas as vítimas perderam o pai numa tenra idade.

Filhos da Viúva. Coincidência? Não me parece.

Nós prendemos o aprendiz do Gormogon.

Sim. Ele matou-se.

Ponto da investigação. Como encontram os mestres os aprendizes?

Não vem na Craigslist. Eu verifiquei.

Aposto duas sessões de graça em como o mestre tem acesso a crianças em risco.

-O miúdo bate-se bem. -Mais alguma coisa?

Sim. Vocês terem isto deve consumi-lo. É a sua razão de viver.

Vocês talvez arranjem maneira de usar isso.

Ouçam só. O padre Cooper foi à Turquia, no ano passado.

-À região da Anatólia? -O Gavin Nichols ia na mesma viagem.

O Bispo e o Músico.

-E o Corruptor? -A viagem foi preparada por um lobista.

Um lobista? É mesmo um pretendente ao trono.

É assim que trabalhamos, não é?

Tens tempo para falar com um lobista?

Corro perigo porque fui à Turquia?

-Dois dos que foram consigo morreram. -As caras deles foram comidas.

Estamos em Washington, DC. Essas coisas são frequentes.

Sr. Porter, é membro de alguma ordem fraterna?

-Pertence aos Cavaleiros de Colombo. -Diz aqui.

O senhor foi com eles à Turquia, ao lugar mítico do Jardim do Éden.

Há um canibal que está contra homens que fazem boas obras na sua comunidade?

Ele acha que os Cavaleiros de Colombo são uma sociedade secreta maligna.

-Isso é uma loucura. -Finalmente, percebeu.

-A sua vida está em perigo. -Porquê eu? Havia 40 tipos nessa viagem.

Que idade tinha quando o seu pai morreu?

-Seis. O que tem isso a ver? -Perdeu o seu pai e é um corruptor.

Muito bem. Se querem falar comigo, façam-no através do meu advogado.

Ouça, Sr. Porter, só estamos a tentar ajudar.

O FBI está a investigar o tráfico de influências. Eu sou um dos alvos.

Alguém anda a comer Cavaleiros? Acham que eu sou estúpido?

Neste momento? Está a ser muito, muito estúpido.

-Não devias ter-lhe chamado corrupto. -Porquê?

Porque, obviamente, ele o é.

Agente Booth?

Está aqui alguém para falar consigo.

-Onde está a Hayley? -Russ. Vieste ao FBI?

-Foi esse o acordo. -Isto está a melhorar. Muito bem.

-Está preso. Já conhece o procedimento. -Mentiste? Disseste que não me prendia.

-Eu nunca disse isso. -Devia saber que não posso confiar em ti.

-Russ, juro-te. -Quero ver a minha enteada.

ENTRADA DO HOSPITAL

-Olá, querida. -Russ, eu sabia que virias.

-Vem cá. Olha quem está aqui. -Estás a fazer caretas?

Obrigada por vires, Russ.

-Obrigado. -Isto nunca aconteceu. Não me agradeças.

No que diz respeito à Agência, apanhei-o aqui, daqui a quinze minutos.

Obrigada, Booth.

Mas não digas a ninguém.

Tu disseste ao Russ que eu disse que o Booth não o ia prender.

Se eu to entregasse, colocava-te numa situação difícil com o Booth.

Eu fi-lo desta maneira por ti.

O quê? O Booth prendeu-o? Que sacana!

-Brennan. -Sou eu, o Zack.

Descobri uma coisa que devia ver.

Porque é que está a ser tão sacana com o meu filho, Booth?

-Quem é esse? -Ninguém. Não é o Booth.

Ninguém pode confiar em ti. E, agora, eu e o Russ não podemos confiar um no outro.

Ele voltou. Abraçou a filhinha, não foi? Até agora, está tudo a correr bem.

Eu estou aqui para ti. E muitos pais não estão.

É verdade, pai.

-O que se passa? -Acende a luz.

Ajudava a Angela na descodificação quando reparei nos espelhos.

-Que espelhos? -Ponham isto para conseguirem ver.

-Espero que valha a pena. -Surpreende-me como ninguém reparou.

Estão em todo o lado. Diferentes tipos, colocados aleatoriamente em toda a parte.

Mas eu tenho um raciocínio espacial hiperdesenvolvido.

O que parece aleatório, para muitos, parece-me deliberado a mim.

-Zack, vai direto ao assunto. -Vejam isto.

-Querem ver onde acaba? -Sim.

A partir daqui, podemos ver todos os cantos da caixa-forte.

Não percebo. O que quer dizer?

O Gormogon tem estado a observar-nos o tempo todo.

O Dep. de Tecnologia procurou sensores.

Aquele olho transmite um sinal, áudio e vídeo.

É ativado pela luz branca, por isso, o laser é capaz de não o ter ativado.

-O que fazemos? -Usamo-lo contra o Gormogon.

-Como? -Não faço ideia.

Se o fizermos pensar que vamos transferir a escultura, talvez ele tente apanhá-la.

Se ele a quer, vai tentar roubá-la.

-Não. -Porque não?

Porque eu não pensei nisso. É uma ótima ideia, mas para ele acreditar,

tens de pôr as rótulas do padre Cooper no esqueleto de prata.

-Faço isto sob extremo protesto. -O camião vai chegar a qualquer minuto.

Quem é que sabe disto?

Só eu e tu, Ossos. Nem mesmo o condutor sabe o que vamos transportar.

A RM em Bethesda vai dizer-nos se ele escondeu alguma coisa nos ossos.

-Como por exemplo? -Não sei. Daí precisarmos da RM.

-O que foi? -Não grites. Eu estou aqui.

Certo. Está bem.

-Acabaste? Temos pressa. -Sim. Acabei.

Agora podemos pô-lo no camião e levá-lo até Bethesda.

Mantenham a distância. Não quero assustar este tipo.

-Tenho uma pergunta. -Não podes conduzir. Eu sou o taxista.

-Os passageiros não se sentam à frente. -És estagiária, não és passageira.

Estou a ensinar-te como conduzir um táxi.

Alerta a todas as unidades. Tenho uma mota sem matrícula.

Calma.

-Baixa-te. -O quê? Porquê?

Não te mexas.

Põe o braço debaixo do meu ombro.

Anda, estás pronta? Ao três. Um, dois, três.

-Eu estou bem. -Anda para aqui.

-Os paramédicos vêm a caminho. -Ele soube porque eu ia sentada à frente.

-Não, foi por seres má atriz. -Na caixa-forte? Eu fui boa.

-Não, falaste alto, exageraste. -Não me devias ter mandado calar.

-Quem tem a mota? -Perdemo-la.

-Bolas. Espera. E o camião? -Está tudo bem.

Ele sabia que o camião era uma armadilha. Não queria o esqueleto, queria matar-nos.

O que foi?

Pronto, tem calma. Eu trato disso.

O que é isso?

É um dente humano. Ele pôs dentes humanos na bomba, como estilhaços.

Tentou matar-nos, porque conhecemos o próximo alvo. O Corruptor.

-O lobista. -Eu quero ir.

Fica aí.

-A senhora vai ficar bem. -Eu estou bem. É superficial.

-Já acredita em mim? -Ele fugiu lá para baixo. Tinha uma faca.

Acabou. Largue-o.

-Largue o miúdo. -Largue-me.

Largue-o.

Pronto. Está tudo bem. Já passou, está bem?

Pronto. Já passou, companheiro.

Os Gormogons começaram por ser bons.

No séc. XVII, as manipulações malignas de sociedades como os Illuminati,

os Carbonários, os Maçons, os tong, começavam a fazer-se sentir.

Os Gormogons achavam que a humanidade devia ver-se livre dessas más influências.

-Os bons. -Então, sente simpatia pelos Gormogons?

Há sociedades secretas hoje em dia. É ingénuo pensar que não.

-Acha que eu sou paranoico. -Acho.

A questão é saber quão paranoico.

O Zack diz que há mais de 30 vítimas

no esqueleto criado pelo Gormogon e o mestre, que deve estar na casa dos 80.

Sabemos que há sete naquele criado pelo Gormogon e o seu aprendiz morto,

incluindo o violinista e o padre.

Eu acho que ele vai atrás dos Cavaleiros de Colombo.

O Gormogon é maluco.

Dr. Sweets?

Aprendiz morto. O Gormogon precisa de um novo aprendiz.

Talvez já tenhamos encontrado um. Procuramos um adolescente.

-Tempe, o que te aconteceu? -Foi uma bomba.

Eu nunca disse ao pai que tu te devias entregar ao Booth.

Tu terias sempre contado ao Booth. Uma bomba, como?

É uma investigação. É o meu trabalho. Estamos a tentar prender um malfeitor.

Vão mandá-lo para cá? Juntamente com outros malfeitores, como eu e o pai?

Há diferentes níveis de malfeitores. Tu não estás no primeiro nível.

Tenho a sensação de que acabaste de me chamar maricas.

Queria ser eu a dizer-te. O pai mentiu. Eu nunca lhe disse ser seguro voltares.

-Eu tinha de regressar, Tempe. -Pela Hayley.

Mas vão prender-me a seguir à audiência da liberdade condicional.

Não é só devido à liberdade condicional. Eles acham que tu sabes coisas do pai.

Mas não sei.

Ninguém acredita em ninguém nesta família. Sou como ele? Mentiroso? Não sou de fiar?

Não digas isso.

Eu sou igual a ele. Pois sou.

-Abandonei a minha família. -Não mataste ninguém.

Não consegues ser mais tranquilizadora? "Parabéns por nunca teres matado ninguém."

Tranquilizar os outros nunca foi o meu forte.

Diferentes níveis de malfeitores?

-E sou um maricas. -Isso é bom, Russ.

Obrigado por ajudares a Hayley. Amo aquela miúda como se fosse minha.

-Acreditas, não acreditas? -Sim, Russ.

Acredito.

Uma pessoa normal que leva com uma bomba vai para casa e bebe vinho.

Devia pesar o facto de o Russ se ter entregado.

Ele não se entregou. Deu de caras com o Booth no hospital.

-Não foi isso que aconteceu. -É o que diz o Booth.

Eu convenci o Booth a deixá-lo ir ver a Hayley ao hospital.

Eu não ouvi isso.

O Russ entregou-se. Eu convenci o Booth a deixá-lo ir ver a Hayley ao hospital.

Eu percebi bem? A senhora é um génio?

Um génio bom e honesto, perto da perfeição?

-Sim. -Dra. Brennan, gosto de si. Quase sempre.

Mas o seu irmão é testemunha no meu caso de homicídio.

Não posso recomendar que o libertem.

-Por favor? -Uma vez que pediu por favor...

-Está a ser sarcástica? -Sim.

O máximo que posso é deixá-la participar na audiência para a liberdade condicional.

Com esse aspeto, talvez o juiz tenha pena e o deixe sair.

Estas são marcas de dentes do Gormogon. Eu reconstruí os dentes a partir daqui.

Os dentes da frente do Gormogon são assim.

Os de cima e os de baixo, de incisivo a incisivo.

Estes são os dentes da bomba.

Coincidem. Foi o dente do Gormogon que ficou alojado no meu ombro.

O dente no seu ombro estava lascado.

-Os que encontrámos estavam lascados. -Devido à explosão?

Não. Estas marcas aqui foram feitas por alicates comuns, da loja de ferragens.

-Ele arrancou os próprios dentes? -Não sei. Foram removidos com um alicate.

Foi isso que aconteceu. Ele arrancou os dentes, um a um, com um alicate,

e pô-los na bomba.

O Booth tinha razão.

Ele queria matar-nos.

Eu estava a fotografar o esqueleto, preparando-me para o desmontar,

quando vi isto numa costela.

-1026? O que é? -É um número.

Não, Zack. A Cam pergunta o que significa.

É um código?

Pode ser de uma lista automática. A descodificação seria demasiado morosa.

-Quanto tempo demoraria isso? -Uma eternidade. Obviamente.

-E aquela história alfanumérica? -JBF.

-Não quer dizer nada. -Espera. Já percebi.

-O quê? -Ele é um artista. Acabou uma coisa.

E é terrível, mas, para ele, isto é uma peça de arte.

-É uma assinatura. -Mas 1026 é um número, não um nome.

-Estou a dizer-te que é uma assinatura. -A caixa-forte é um museu dos Gormogons.

-Um arquivo. -Porque não vemos o cofre 1026?

-Porque explode quando for aberto. -Resolvi essa. Na minha cabeça.

Enquanto comia a sopa.

Vou envolver o fosforoso com árgon, dando ao Booth tempo para usar umas tenazes

e remover o que está lá dentro antes de explodir.

-Porquê eu? -Tens os reflexos mais rápidos.

-Está bem. Tu puxas o tabuleiro. -Está bem.

-A que distância devo ficar? -Pronto?

Porta. Tabuleiro. Tampa. Tenazes.

-Ele conseguiu? -Não estás a ver?

-Não durante os próximos 3 a 5 minutos. -É uma chave com um código de barras.

Chamou-me ao FBI porque encontrou a chave do meu escritório?

Usámos a informação do código de barras.

É do seu escritório e do edifício dos serviços sociais.

-Não é a chave do meu escritório. -Sala 1026, Serviços Sociais.

Ninguém usa uma chave dessas desde os anos 70. Foi antes do meu tempo.

Sempre foi um escritório de serviços sociais?

Sim. Nessa altura, tratavam de acolhimentos e lares.

O Sweets tem razão. Seria o ideal para recrutar rapazes perturbados.

Recrutar para o quê?

O homem que trabalhava nesse escritório tornou-se quase numa lenda.

-Ele ajudou muitos miúdos. -Como é que ele se chama?

Arthur Graves. Já está reformado.

Por acaso, não vive num lar de terceira idade que era uma mansão?

O Sr. Graves está cá há cinco anos. Passou os últimos quatro numa cadeira de rodas.

Um homem muito doce. Muito esquisito com o que come.

-Nem sabe o quanto. -Como disse?

-Qual é o problema do Sr. Graves? -Alzheimer. Piorou bastante.

-Ele está lúcido? -Ora sim, ora não.

Arthur?

-Uns senhores simpáticos vieram vê-lo. -Olá, Sr. Graves. Agente Booth, do FBI.

Ouça, temos uma ordem do tribunal para lhe tirarmos as impressões dentais.

Sr. Graves, não o vou magoar.

Só preciso que morda isto.

-Desculpe. Acho que o assustaram. -Como é que ele perdeu os dentes?

-Já não os tinha quando aqui chegou. -Tem visitas?

Havia um homem, que vinha de mota. Devia ser um sobrinho.

Nós sabemos quem é.

-Sabemos o que fez. -Pronto. Vamos embora.

Vamos analisar os ficheiros dele, para ver que miúdos pode ter recrutado.

Vamos.

Vou pedir uma ordem do tribunal para supervisionar as visitas do Arthur Graves,

só para o caso de o Gorgonzola decidir visitar o seu antigo mestre.

Estás a dizer "Gorgonzola" de propósito.

Olá, Temperance.

-Se é quem penso, não vou ser amigável. -Eu compreendo. Espero ali.

Tome. É para si.

OBRIGADA, TIA TEMPERANCE

A Hayley sente-se melhor. Ela até queria vir.

Agradeça-lhe por mim.

-Agente Booth? O juiz recebe-o agora. -Ótimo.

-No gabinete. -Porquê no gabinete?

Juiz Watkins, o Russ Brennan já demonstrou que há o perigo de fuga.

-Ele está apegado à família. -A quem abandonou.

-Temporariamente. -Quando a filha precisou dele, voltou.

A senhora é a agente da liberdade condicional. Estamos aqui por sua causa.

Só porque é a lei, Sra. Julian. Eu tenho muita fé no Russ Brennan.

Juiz Watkins, o Russ Brennan não só infringiu a condicional fugindo da região,

como é testemunha no julgamento de um homicídio.

Isso não tem nada a ver com esta audiência.

Isto é apenas uma reunião informal para decidir se vai haver audiência.

-Posso dizer uma coisa? -É uma encosta escorregadia, Meritíssimo.

-Posso? -Não.

-O senhor disse que era informal. -Continuo a ser o juiz. Eu decido.

Agente Booth. O que pensa sobre isto?

-Não tenho nada a dizer, Meritíssimo. -Booth, por favor.

Recebi uma chamada do Arcebispo de Washington há 15 minutos.

Ele promete tratar pessoalmente da reabilitação do Sr. Brennan.

-Pelo amor de Deus, porquê? -E um psiquiatra, o Dr. Lance Sweets,

que afirma acreditar que o Sr. Brennan não vai fugir novamente à jurisdição.

E ainda tenho uma agente da condicional a desaconselhar a suspensão.

-Porque havia eu de ignorar tudo isso? -A Sra. Davis enviará o Russ para casa.

-Não é essa a minha intenção. -Não é?

-O Sr. Brennan deve ser castigado. -Castigado como?

-30 dias na prisão do condado. -O quê?

-Isso não é nada. -A mim, parece-me bastante severo.

E devia acrescentar-se 18 meses à liberdade condicional.

E ele devia usar controlo eletrónico.

Isso é só ligeiramente mais do que nada.

Vou registar a sua opinião, Sra. Julian. Mas a decisão é minha. A reunião terminou.

E se o último a sair fechar a porta?

De que lado está? Bispos, psiquiatras, agentes piegas da condicional.

É o problema do sistema de justiça neste país.

Russ, tem de ir com os polícias.

-Obrigada, mais uma vez. -Eu não fiz nada.

-Agradeça-lhe. -Porquê?

-Ele salvou o Russ. -Não o salvei.

Pronto. Russ, é altura de irmos.

Russ. Se fugires outra vez, desapontares esta mulher

e magoares a tua irmã, eu vou...

Fazer algo terrível.

-Eu percebo. -Espero que sim.

É todo vosso, rapazes.

-Obrigado. -Não te metas em confusões.

Não te metas em confusões e não tens chatices.

"'Porque me esqueceram?' Disse a Mary, e bateu com o pé. Porque ninguém veio?'

"Um jovem, cujo nome era Barney, olhou para ela, muito triste.

"A Mary até julgou tê-lo visto a piscar os olhos,

como se quisesse afastar as lágrimas."

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.