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16 DE OUTUBRO, 1997
Aqui � o Controle Alfa. Zero menos sete minutos e aguardando.
Atraso causado por falha na v�lvula do oxig�nio l�quido.
Zero menos sete minutos e aguardando.
Controle do sat�lite, assuma.
Senhoras e senhores, hoje, a primeira de prov�veis...
...10 milh�es de fam�lias por ano...
...iniciar� uma viagem �pica em dire��o a uma nova fronteira...
...para colonizar: o espa�o profundo.
Procurando outros mundos a partir do nosso planeta superpovoado...
...sondas telesc�picas encontraram um planeta...
...na �rbita de Alfa Centauro...
...o �nico ao alcance de nossa tecnologia...
...que oferece condi��es adequadas � vida humana.
A fam�lia, escolhida entre mais de dois milh�es de volunt�rios...
gra�as a suas conquistas cient�ficas, equil�brio emocional...
e habilidades como pioneiros, gastar�o 98 anos de sua viagem...
...congelados no estado de anima��o suspensa.
Aqui � o Controle Alfa. Seis minutos e 40 segundos...
e aguardando.
Tamb�m encontramos uma falha el�trica em seu computador...
...na Esta��o de Rastreamento de Bermudas.
Seis minutos e 40 segundos e aguardando.
Aqui � o Controle Alfa retomar a contagem regressiva.
Estamos em seis minutos 40 segundo e contando.
A energia foi restaurada na esta��o de rastreamento das Bermudas...
...seis minutos 30 segundo e contando.
C�rebro eletr�nico da nave espacial vai assumir o controle...
...duranta a longa hiberna��o...
...em que ela vai viajar a inimagin�vel quase velocidade da luz.
Eis a Gemini 12, o resultado de quase 40 anos de intensas pesquisas...
...e a m�quina mais sofisticada desenvolvida pela mente humana.
Conceito ousado, execu��o brilhante...
...esta m�quina delicada e colossal...
possibilita a jornada da humanidade ao espa�o sideral e...
...em cerca de cinco minutos...
...logo iniciar� sua busca por um novo mundo.
Encabe�ando a expedi��o o Doutor John Robinson...
Professor de Astrof�sica da Universidade Stellar Dynamics...
...agora visto na sua tela.
Consigo, marcando a primeira vez na hist�ria do que ningu�m j� mais passou...
na Administra��o Internacional Espacial por uma extenuante...
triagem f�sico e emocional para o v�o intergal�ctico.
Est� � sua esposa, Doutora Maureen Robinson...
bioqu�mico da distinta Faculdade de Medicina Espacial do Novo M�xico.
Sua filha, Judith, de 19 anos, que heroicamente adiou...
todas as esperan�as de uma carreira no campo musical...
pelo os pr�ximos dois s�culos, pelo menos.
Seu filho, Will, que recentemente se formou na Faculdade de Ci�ncias de Camdo Canyon...
com a idade de nove anos e a maior m�dia na hist�ria da escola.
E sua filha, Penny, 11 anos, Q.I., 147...
...hobby, zoologia.
Seu assistente, Doutor Donald West...
estudante de gradua��o do Centro de R�dio Astronomia...
...� o mesmo jovem que no ano passado abalou o mundo cient�fico...
...com a sua teoria a respeito da adequa��o de outros planetas para a habita��o humana.
Milagres eletromagn�ticos come�am a acontecer.
Este brilho c�smico, concebido atrav�s de avan�ada tecnologia...
...colocar� a fam�lia Robinson no limbo...
permitindo que fa�am um v�o sem fim sem que envelhe�am um s� dia...
...no tempo do homem.
A partir deste momento, a fam�lia Robinson e seu assistente...
...estaram em anima��o suspensa, que vai durar pelo os pr�ximos 98 anos.
- E agora...
- Um momento, por favor. - Senhoras e senhores,
o Presidente dos Estados Unidos.
Caros americanos, amigos de todo o mundo...
O sucesso desta miss�o...
...definir� se a explos�o populacional de nosso planeta...
...levar� a um desastre do qual nenhum de n�s escapar�...
...ou a um novo alvorecer de fartura para toda a humanidade.
Ningu�m pode prever o resultado desta viagem audaciosa rumo �s estrelas.
Aos que arriscar�o suas vidas para...
expandirmos os horizontes do Homem...
Eu digo humildemente: v�o em paz.
As ora��es da humanidade est�o com voc�s.
Aqui � o Controle Alfa.
Contagem regressiva menos 79 segundos e contando.
Todos os sistemas verdes e para a partida.
Contagem regressiva menos 70 segundos.
Oito, sete, seis...
...cinco, quatro, tr�s...
...dois, um, zero.
Decolagem?
Todos os sistemas funcionando Controle Alfa
A trajet�ria est� correta.
A nave espacial est� subindo como planejado.
A nave est� passando pelo ponto de press�o din�mica m�xima.
Caso se mantenha assim, ir� atingir a �rbita perfeita.
Precisa de uma acelera��o fant�stica para romper a gravidade da Terra...
...que aparentemente n�o afetou ao bem-estar dos nossos viajantes espaciais.
Leitura remota no Controle Alfa est� normal, sem indica��o de mudan�a.
Sensores indicam que todos os membros da fam�lia Robinson...
est�o a salvo e bem....
e todos continuam em anima��o suspensa. durante a fant�stica acelera��o...
...cujas press�es seriam insuport�veis.
Uma chuva imprevista de meteoros viajando a velocidades de at� 25.000 quil�metros por hora...
...convergiu em uma forma el�ptica com milhares de quil�metros de di�metro...
...imediatamente � frente da nave espacial.
Gemini 12, viajando a 18.400 milhas por hora...
...n�o poder� desviar com rapidez suficiente para uma poss�vel fuga.
Capacidade fant�stica da Gemini 12 para regenerar os seus controles de danos...
...� agora a �ltima esperan�a para a seguran�a da fam�lia Robinson...
...e o sucesso do voo.
Aqui � Controle Alpha, os tel�metros t�rmicos...
...mostra um inc�ndio nos controles na nave espacial.
A menos que o extintor de inc�ndio funcione corretamente...
...e recupera��o do controle ocorra imediatamente...
...ou n�o a haver� esperan�a para Gemini.
- Controle Alfa an�lisando o v�o de Gemini 12...
...infelizmente indica que a nave espacial foi destru�da...
ou deve-se presumir perdida no espa�o.
03 de dezembro do ano de 2001.
Nenhum de n�s sabe ao certo quanto tempo viajamos em anima��o suspensa.
Nosso rel�gio at�mico indica tr�s anos e meio, mas n�o estamos certos.
Sabemos de um fato que agora s�o seis meses depois do nosso pouso...
...neste planeta desconhecido.
Gra�as a Deus n�s sobrevivemos ao terr�vel acidente...
...na qual deixou completamente inoperante a nave espacial.
Estamos esperan�osos de concluir o reparo e para que possamos us�-la novamente.
Enquanto isso, tudo corre razoavelmente bem.
- Ei! Ei, volte aqui! - Estabelecemos um acampamento...
...domesticando alguns animais locais e cultivando uma pequena fazenda.
- Debbie. - Ei volte!
- Volte aqui quando eu digo, Volte aqui! - Crian�as.
- Espere at� o papai chegar. - Volte aqui!
Ei, vamos l�. Volte! Por favor? Volte!
- M�e, quando voltar�o pra casa? - Bem, vamos ver.
Deveriam ter voltado h� meia hora atr�s.
- N�o acha que aconteceu alguma coisa? - Oh, n�o. Claro que n�o.
Espero que o equipamento esteja funcionando.
O vento pode t�-lo danificado.
- O vento aumentou. - Est� esfriando.
Veja isto. Depois de amanh�,
a temperatura ser� 150 graus abaixo de zero.
- O que faremos? - Teremos de ir para o sul.
E abandonar a nave? E se for vista por alguma outra nave?
- Eles enviar�o imagens � Terra.
Sim, seria �timo. Imagens sem sobreviventes.
Don, prefiro n�o ser achado do que ir embora em um freezer.
Vamos. Vamos sair daqui.
E se lacr�ssemos as comportas...
...e fic�ssemos na nave?
N�s congelar�amos at� a morte. Mesmo isolando-a bem...
...os pain�is solares n�o dariam conta.
- Temos que nos mudar, Doutor West. - Espere um minuto. H� um indicador que deviamos verificar...
...s� para ver quanto tempo temos.
Veja!
N�o pode ser uma...
�, sim.
Uma pegada, mas n�o � humana.
� algo b�pede.
Mas cinco vezes maior que um humano.
Gigantes? Vamos, Doutor.
N�o quero deix�-los sozinhos.
N�o acredito.
- Nem eu. Mas vamos sair daqui.
Don!
- Como est� ficando? - Bom.
- N�o pegue muitas, filha. - Pode deixar, m�e.
M�e, est� funcionando!
- O qu�? - O radiotelesc�pio.
- Localizou-os? - N�o sei.
- Consegue falar com eles? - S� tem imagem.
O que v�?
- V� algo?
Caramba, � um gigante!
- Deixe-me ver de novo.
- Eles levaram alguma arma? - O que houve?
- O que �? - N�o sei ainda.
Ent�o, por que est� falando em armas?
M�e, precisamos salv�-los ou eles morrer�o se n�o ajudarmos.
Judy, acalme-se, n�o h� nada que possamos fazer a n�o ser esperar.
- Oh, sim, h�. - Will.
Will, volte aqui. Voc� me ouviu? Will!
- Will! - Will!
N�o tem sa�da.
� melhor eu olhar de novo.
- N�o! Espere! - Esperar o qu�? At� que morrer de fome?
Se o ati�armos, destruir� esta montanha.
Sinto muito, Doutor.
- N�o ajudou muito. - Agora sabemos que ele sente dor.
Sim. Ele sabe que estamos aqui.
Cuidado!
Pai! Pai!
Will! Will!
- Pai! - will!
Pai, eu matei o gigante! Eu o matei!
Com certeza.
Will, o que faz aqui?
Vi que estava encrencado e...
E veio nos salvar. E salvou mesmo.
Quero que me prometa algo e d� sua palavra.
- Sim, Senhor. - Quando eu mandar proteger a fam�lia...
...jamais deixe o seu posto. Entendido?
� preciso cumprir as regras. Vale para todos n�s.
Pode haver outros gigantes.
Aqui. Vista isso.
Assim est� melhor.
N�o � t�o grande quanto pensa.
- Certo, vamos embora.
Vamos.
Vamos, crian�as. Continue se mexendo. Precisamos sair daqui nos em cinco minutos.
- Vamos. Quero sair o mais r�pido que pudermos. - Certo.
Crian�as. Vamos embora.
Will, onde est� Penny? Onde est� sua irm�?
Estava andando de tartaruga. Sumiu de repente.
- Onde est�? - N�o sei. Me virei, e ela n�o estava mais l�.
- N�o se preocupe, vou encontr�-la.
Penny!
Penny! Penny!
Escute, Don. Quando a tempestade chegar, a qualquer hora...
a temperatura vai cair 60 graus em menos de meia hora.
Quando chegar a 10 graus abaixo de zero, quero que partam pelo mar.
- N�o � melhor por terra?
Ter�amos que passar pelo vale dos gigantes, � muito arriscado...
...principalmente depois daquele encontro.
- Doutor, n�o partirei sem voc�.. - Se eu voltar ou n�o.
N�o se preocupe.
Estou com frio. Se eu pegar uma pneumonia...
...nunca mais poderei brincar com voc�s.
Sabia que tartarugas eram teimosas, mas n�o assim.
Agora, estamos todos perdidos.
Ei, volte aqui! � melhor ficarmos juntos, ou nenhum de n�s vai chegar em casa.
Vamos, Debbie. Venha. Boa menina.
Papai!
Papai.
Papai! Papai!
- Papai, tive tanto medo. - Tudo bem
- N�o h� o que temer. Est� tudo bem. - Estou com frio.
- Aposto que est�.
9 graus abaixo de zero. Mais um grau e ele partir�o sem n�s. Vamos.
- Venha. - Vamos, Debbie, vamos.
- Vamos. - Vamos.
- Vamos l�. - Pronta?
- Sim. - Certo. Segurem-se, agora.
Certo.
- Como � que voc� gosta? - Isso � �timo.
- Como est� o Bloop? - Tudo bem.
N�o vai demorar.
- Will? - Estou indo.
Fui pegar o testador.
Certo, querido. Para dentro.
N�o podemos partir sem Papai e Penny.
- Morreremos todos se n�o partirmos. - Don, por favor.
- S� mais alguns minutos. - Eu tamb�m n�o gosto de partir sem eles?
Doutor Robinson disse para irmos quando estivesse 10 graus abaixo de zero.
Ele n�o falou por falar, precisamos partir ou morreremos.
N�o! N�o! Eu n�o vou embora sem eles. N�o d� a partida! Eu estou avisando!
Judy, por favor, pare com isso!
N�s n�o vamos sem eles!
M�e, veja!
Don, fique com a arma pronta, em caso de emerg�ncia.
Don, atire!
Eu me pergunto como faz frio De volta � nave espacial agora.
- Muito frio. - Oh, n�o.
- Qual � o problema? - A bateria foi danificada por aquelas pedras enormes.
- Quanto tempo para consertar? - Umas duas horas.
N�o sei se � seguro, mas vamos ficar aqui.
Precisa ficar quieta para ficar bem arrumada.
- Ainda bem que ficamos aqui. - Sim.
Confort�vel como nosso lar.
N�o lembra em nada.
- M�e, pai, adivinhem o que eu vi? - O qu�
Don beijou a m�o de Judy bem assim.
Ele se infestou de micr�bios.
Ele se infestou de micr�bios.
Bem, Penny, querida, os jovens �s vezes fazem umas coisas que...
...para mo�as espertas como n�s...
...podem parecer estranhas.
J� sei: Isso n�o � da minha conta.
- Isso mesmo. - Foi o que pensei.
Ainda vejo Judy como uma crian�a.
Bem, gra�as � demografia local,
n�o h� muitas op��es para ela.
N�o. Est� certo.
Sabe que profissional faltou trazermos?
- Qual? - Um terapeuta de casal.
- Para eles? - Para quem mais?
- Ligando D-F. - Ligando 1-W agora.
- Tente W-2. - W-2.
Precisamos achar uma caverna ou morreremos. Todos usando cinto de seguran�a?
- Todos. - Vou mudar, Doutor.
Tudo bem. Segure-se firme, ent�o.
Que tipo de lugar � esse?
Bem, parece uma grande caverna.
Vamos dar uma olhada.
- � uma cidade! - N�o h� cidades aqui.
- O que �? - Um acidente geol�gico.
Como posso saber? Pergunte ao Don. Minha especialidade � eletr�nica.
Desculpe.
- Parece at� mesmo... - Um tipo de castelo.
Ser� que algu�m ainda mora aqui?
- Logo saberemos. Don, poupe os far�is.
- Precisaremos deles. - Pegarei as lanternas.
Debbie. Vamos, Debbie.
Vejamos se � seguro aqui.
- Fique conosco. - Cuidado.
- Luz? - Sim. Aqui.
- Will. - Aqui.
Obrigado.
Est�o todos bem ai atr�s?
Debbie, onde est� voc�? Debbie?
Debbie? Voc� est� a�?
Debbie? Debbie!
Debbie, onde est� voc�?
Ei, Penny!
Penny, apare�a!
Penny?
- Debbie? - Ei, Penny!
- Will, a Debbie sumiu. - Voc�s mulheres sempre se perdem.
Debbie! Debbie, onde est� voc�?
Est� a�?
- Ei, veja, pinturas. - N�o temos tempo para isso.
- Vamos achar Debbie.
- Debbie! - Penny, socorro!
Will, est� machucada?
- Pare com isso. Estou bem.. - Ent�o levante-se.
- Onde estamos? - N�o sei.
- Estamos presos! - Socorro!
Will? Penny?
Veja isto.
Will? Penny?
Devem ter entrado em um outro c�modo. Venha.
Ou�a.
- Will? - Estamos aqui
- Est� bem? - Sim, estou.
Mas olha, Don!
- A porta est� se fechando! - Estamos presos!
� um terremoto.
- Don! - Judy?
- Will? - Don?
- John! - Penny! - Onde est� voc�?
- John! - Don!
- Estamos aqui!
- Aguente. Aguente.
- Penny. - Don!
- Penny. - Don!
- N�s estamos aqui!
N�s estamos aqui! N�s estamos aqui!
- Judy! - Don!
- Aqui! Aqui! - Judy!
- Don! - Para tr�s!
Judy!
Judy!
- Tudo bem! Empurre! - Certo!
- Vamos com as m�os! - Dif�cil!
Empurre-o! Empurre-o para fora!
Anda logo!
05 de dezembro do ano de 2001.
O medo do ataque de rel�mpagos...
...seguido pelo igualmente terr�vel terremoto, assustou a todos n�s.
Ainda estamos intrigados com os estranhos sinais da civiliza��o...
...que encontramos na caverna.
Neste planeta desconhecido alguma uma vez abrigou a vida humana,
ou seres misteriosos ainda espreitam nas sombras...
...nos observando neste exato momento.
Talvez, um dia, voltaremos a caverna para aprender mais.
Agora, sentimos h� sorte de estarmos vivos e estamos dobrando os esfor�os ...
...para chegar ao mar, nossa �ltima barreira para os tr�picos...
...que promete calor e paz.
- Est� funcionando! - Vejamos.
- Don, olha! Est� funcionando! - Eu disse que poderia fazer.
Will, seria melhor voltar e apertar o cinto.
Bem, a� est� o mar.
Espere. � um longo caminho.
Vamos, agora, crian�as. Sente-se.
Penny, poderia pegar uma dessas p�lulas de prote�na, por favor?
- Mam�e nos deu a �ltima antes partimos. - Sinto muito, querido
- Temos algumas p�lulas de caf�. Aque�o uma? - Eu n�o estou com sono.
Will, se n�o estamos em Marte, pode nos dizer onde estamos.
Eu n�o sei ao certo ainda. Podemos at� estar em Cerberus.
- O que est� errado? - Ele n�o responde!
Estamos ficando sem energia!
Deve ser uma conex�o frouxa para as baterias solares!
- Vou subir e ver se posso corrigir. - Agora?
- N�o podemos arriscar. - Sem energia, vamos virar.
- � tarde demais! Estamos bem no meio dele! - Doutor, n�o podemos esperar!
John, voc� sabe que ele est� certo.
Tudo certo. Continue. Eu tentarei mant�-la est�vel.
Will, vai para escotilha e me entrega o que preciso.
Certo.
Judy, na frente. Assuma.
Me d� a chave inglesa!
Me d� a chave inglesa!
Me d� a chave inglesa!
Aqui est�!
Don!
N�s estamos indo direto para uma redemoinho!
Don diz que h� um redemoinho h� frente.
Judy, verifique. E veja o que ele diz.
N�s n�o temos escolha! Devemos virar esquerda!
Eu n�o posso mov�-lo!
- Perdemos o controle! - Eu quase consegui! Espere um minuto!
Um minuto, j� peguei.
John, veja! L�!
N�o consigo reverter.
- Don volte e feche a escotilha!
Don?
Don! Don!
- Ele se foi. - Ele se foi!
- Don! - Judy, fique aqui!
- Don! - Pode segurar isso?
Don?
Don! Don!
Don!
Don!
- Don! - Pare com isso!
- Ele se foi!
- Don! - Ele se foi!
- Don! - Ele se foi!
Temos que deixa-lo.
Socorro!
- Socorro!
Don!
Pensamos que estivesse morto. Oh, Don!
N�o estou morto. Apenas meia-afogado.
Tente a unidade de energia novamente. Consegui fazer a conex�o.
Maureen, verifique a terra firme mais pr�xima.
Certo, todo mundo bem. Espere!
Aqui vamos n�s!
08 de dezembro do ano de 2001.
A nossa grande aventura no mar selvagem agora alegremente ficou para atr�s.
Afinal, chegamos tr�picos.
O clima � quente, a vegeta��o exuberante...
...e o sil�ncio no ar promete dias de paz.
No entanto tanta coisa aconteceu na nossa curta estadia neste planeta estranho...
..que nada tivemos de garantia.
Experimentamos perigos desconhecido.
Respiramos com facilidade agora, mas apenas por um breve momento.
Nosso instinto nos diz que h� selvagens e...
...maravilhosas aventuras logo � frente.
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