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Tradu��o para pt-pt por: Metalsonic
O MARTELO DAS BRUXAS
Ol�, Rebecca.
Onde estou?
Vieste para c� h� tr�s semanas atr�s.
Estavas na minha nova casa.
Estava morta?
N�o, mas deverias estar.
- O que aconteceu com o David? - Com o David?
- O seu marido. - David e Timmy, o que lhes aconteceu?
O David e o Timmy n�o est�o interessados em n�s. N�o � importante.
Posso v�-los?
Desde o acidente, muitas coisas foram mencionadas, Rebecca. Que tu mencionaste.
J� l� vai muito tempo.
- Porqu�? - � complicado.
Lembras-te do acidente?
N�o. Estou muito cansada. N�o consigo pensar nisso.
Em breve ser�s respons�vel, Rebecca.
Mas primeiro temos que fazer um teste.
Que teste?
Precisamos de descobrir o que �s.
Que bebida tu preferires, Rebecca?
Isso � bom.
Que bebida tu preferires?
Que bebida tu preferires, Rebecca?
V� l�.
- Resiste. - Espera.
Que bebida tu preferires, Rebecca?
Que bebida tu preferires?
- Muita coisa mudou desde o acidente. - Beber sangue!
� o que mencionaste.
Que bebida tu preferires? Que bebida tu preferires?
Resiste.
- Que bebida tu preferires? - Vejamos o que �s.
Beber o sangue! Beber o sangue!
Pronta para a minha primeira li��o?
Durante estes seguintes meses certamente notar�s as mudan�as.
Vais ter reflexos mais r�pidos.
Os m�sculos ficar�o mais fortes e os sentidos ficar�o incr�veis.
Estas s�o as virtudes da tua transforma��o.
Quem sou eu?
�s um prot�tipo.
Muito original.
Geneticamente criar um vampiro.
Vampiro?
Agora est�s nos nossos laborat�rios. Ap�s a tua morte utiliz�mos o teu corpo.
Eu n�o fazia ideia que a doa��o de �rg�os inclui isto.
Podes experimentar componentes secretos. Queremos criar uma arma.
Eles podem matar-me?
Sim. Como todas as criaturas vamp�ricas t�m os seus pontos fracos.
Se cortares a cabe�a, assim morrem.
Se furares o cora��o, assim morrem.
E se sa�res para o sol, queimam.
O treino pode reduzir a oportunidade de que algo semelhante aconte�a.
E se eu recusar?
Ent�o podes ir embora.
Mas eu avisei. Com o teu dom podes us�-lo para proteger o sil�ncio,
que gostas, mas mais pr�ximo tamb�m ir�s mago�-los.
Ent�o eu digo, gostarias de experimentar.
Tens uma segunda oportunidade.
N�o podes mudar, o que �s. Mas podes mudar, o que fazes.
Assim que o teu treino terminar, tens uma tarefa.
1 ANO DEPOIS
Tem uma mensagem. Mensagem 1:
Miss�o 38.
Procura e salvamento.
Vais seguir o endere�o em anexo e salvar os ref�ns sequestrados.
O nome � Sean Matthews, foi raptado de sua casa no s�bado.
Antes de considerar, ele era mantido em cativeiro por um vampiro chamado Gregario Vladikoff.
A tua tarefa � destruir Vladikoffa, e salvar o Matthews.
Fim da mensagem.
Mensagem exclu�da.
D�i mais, quando tentas falar.
Pol�cia. Larga a arma.
Eu invoco as almas condenadas.
Eu invoco as almas condenadas.
Invoco...
Eu invoco as almas condenadas.
Sr. Hugo?
Chegou a tua hora.
Desculpa, Sr. Hugo, mas, de onde viemos, n�o conhecemos o tempo.
Desculpas aceites. Vamos directos ao assunto.
Claro que sim.
- A sua parte do acordo foi cumprida. - Isso � verdade.
Assim podemos come�ar.
Hugo perto da ressurrei��o?
Estou a fazer o que posso. Eu aviso-te quando chegar a hora.
Deixem-me!
Ol�!
Tens de fazer a minha vida um inferno, s� porque...
� aqui!
Incr�vel!
� o trabalho perfeito.
Devo dizer que esses fantasmas podem executar tarefas.
Bom dia.
Tiraste isso!
Como est� o nosso plano?
Eu s� passei seis horas no congelador
e ouviu um relat�rio sobre os homens sobre o desejo da aut�psia.
Estou cansada. Eu estou de ressaca e tenho peda�os do seu pr�prio c�rebro no meu cabelo.
Se voltares a dizer mais uma vez a palavra "plano", eu arrancar-te-ei o pesco�o do corpo.
Ent�o estamos as duas condenadas.
Quem chamou a pol�cia?
Um tipo de senhora de sal�o. Ela ouviu o barulho.
Preciso de um banho como nunca.
Paga.
PORT�O DO PARQUE DO CEMIT�RIO QUARTA-FEIRA 15:30
Hey!
Bruxos.
N�s n�o queremos magoar-te!
Ent�o porque estou presa?
Para nossa protec��o.
O que queres?
Precisamos da tua ajuda para matar um vampiro.
Queres matar um vampiro? Eu odiaria comer um tipo de paz falsa,
mas acho que os teus amigos, que atacaram-me, foram vampiros.
Com o ataque no armaz�m, n�o temos nada a haver.
Ele � o projecto 571.
Geneticamente criar um vampiro, que consiga destruir o mal.
Hoje, o projecto 571 foi destru�do.
O Edward e eu temos um projecto 572.
Pertence aos mesmos agentes.
Temos uma dica sobre o ataque de hoje,
mas infelizmente temos chegado tarde demais para conseguir salvar.
Se estamos do mesmo lado, porque me sequestraram e bateram-me?
Ela tinha de treinar-te, e melhorar os teus instintos em combate.
N�s n�o pod�amos corre o risco, de questionares os nossos motivos.
Falando do assunto, os adere�os, o que guardas nas tuas costas, pretendes usar,
- ou apenas brincar com ele? - Ainda n�o decidi.
Eu ainda n�o decidi.
N�o gostas de escravid�o?
Ent�o queres bruxos...
Parece que odeias bruxos, tanto quanto eu odeio vampiros.
Bem, eu estou calma.
Dado que o projecto 571 foi destru�do,
ter�s um grande problema para conseguir visitar a sua fam�lia.
Boa decis�o.
Continua a ser visto.
A s�rio? Estiveste em casa por doze horas.
Agora � meio-dia e as portas d�o directamente para a rua.
A tua nova miss�o ser� matar o vampiro Hugo Renoir.
Vais precisar de um livro de magia.
Maleus MaleFicarium. Talvez tenhas ouvido falar dele.
Enquanto a p�tria dedicava-se � sua igreja, ela escrevia a sua bruxaria.
A primeira bruxa.
Katanya.
Katanya era uma camponesa que vivia numa aldeia da R�ssia,
onde a cidade mais tarde criou Mikhailov.
No final dum longo inverno chegou � religiosa aldeia,
na forma dum padre estrangeiro.
As pessoas da aldeia s�o facilmente atra�das pelas suas promessa.
Eles levaram o seu filho e tornaram-se v�timas da sua divindade.
O assassinato do seu filho n�o poderia ser superado por Katanya.
Queria parar o seu sofrimento.
Nos �ltimos momentos, quando o sangue corria o seu corpo moribundo,
a sua raiva e dor tocou o outro lado onde foram ouvidos.
Ofereceu-se para o com�rcio e ela rapidamente decidiu.
Quando ele veio � vida, deixou apenas a raiva.
Procurou o padre e livrou-se dele.
Matar � f�cil, muito f�cil.
Outros para satisfazer o seu sofrimento, � semelhan�a do mal das crian�as da aldeia.
Ent�o ela foi ter com a Katanya �s montanhas de Ryaza
e escondeu-se na quinta por um longo tempo.
Atehdy come�ou a escrever � Katanya. Ela tinha vis�es e n�o podia parar de escrever.
Esta mulher escreveu obcecadamente p�gina ap�s p�gina, at� que n�o consiga parar.
E no momento de claridade ela escreveu "O Martelo das Bruxas".
Quando eles se encontraram, ela estava cansada de escrever livros e fraca demais,
para ser capaz de defender-se.
O livro foi enviado para o mosteiro da igreja,
depois escondido at� ao in�cio do s�culo 13.
Recentemente descobri um livro na cidade.
Porque precisas do livro para matar o Renoir?
Porqu� que apenas n�o ficas aqui?
Quando o livro foi para o mosteiro, algu�m copiou-o e deu as suas p�gina.
Com este feiti�o o Hugo Renoir n�o pode ser morto.
Temos que matar este bruxo, que anda a espalhar este feiti�o,
- e obrig�-lo a falar do livro. - Em qualquer forma...
sem o livro o Hugo n�o pode matar.
Sem a tua ajuda n�s n�o temos nenhuma oportunidade.
Quem s�o estes?
Vais parar de tentar.
N�o, por favor, n�o!
Por favor, n�o!
O que �?
Vejo. Sim.
Foi a serpente. Parece que encontrou o manuscrito.
Por isso eu estou muito feliz.
Ent�o, vamos, meu sorriso brilhante?
Absolutamente.
Mas onde est�o os palha�os?
Todos, excepto o de cabelo azul, est�o mortos.
Ent�o, n�s vamos almo�ar, antes de irmos.
Pelo menos diz-me, qual � o trabalho?
Cardeal.
Diz-se "Le Cardinal".
� o maior processo de cati�es.
J� h� tr�s mil anos e actualmente possui o livro.
Pode hipnotizar tanto at� chegar ao estado de paralisia
em seguida preparar-se com vontade de viver.
O Cardeal vem de Fran�a,
foi originalmente exilado do abuso de camponeses quando praticava a sua religi�o,
que ele queria inclinar-se ao senhor das trevas.
A imortalidade ganhou o massacre de 30000 crist�os em Roma.
Ningu�m jamais foi derrotado em combate.
E n�s temos de conseguir o livro que ele tem?
A morte dolorosa espera por aqueles, que n�o se incomodam em casa do meu senhor.
Le Cardinal.
A s�rio?
A morte dolorosa espera por aqueles, que n�o se incomodam em casa do meu senhor.
E ent�o?
N�s viemos aqui pelo livro.
- Ent�o tu queres, o que eu tenho. - Sim.
Ent�o, d�-lhe o que ele quer.
Tu quere-lo.
Vejo.
Desculpa?
O meu corpo est� a enfraquecer-se,
e eu preciso da for�a que rege as criaturas da noite.
Tu? Porque estou aqui? Talvez porque ele n�o era suposto ser um monstro?
A �nica maneira de dar-nos o livro.
Talvez teria um monte de coisas para esclarecer-te quanto ao livro que desejas.
� um poderoso bruxo.
Penso que n�o.
Sim. Sim. F�-lo agora.
N�o lidamos com isso.
Eu quero tornar-me imortal. N�o quero morrer.
- Quem disse que era Le Cardinal? - Bem, ele disse.
Por favor. Eu sou. Fa�o sacrif�cios.
Eu mato animais, c�es. Muitos c�es.
Diz-me, onde est� esse livro.
Leva essa porcaria. Mas n�o me magoes!
Ent�o onde est�?
No peito.
Est� ali.
J� tenho.
Bem. Temos o trabalho completado.
E n�o mates mais os c�es!
Quero tornar-me um vampiro!
Ele n�o tinha nada de suspeito...
Ou�a, eu tenho essa informa��o de fontes muito confi�veis.
O que �?
- O que se passa? - Na �rvore. �s onze horas.
Victor!
Tenho a certeza que veio pelo livro!
O que est�s a fazer?
Dou-lhe a saber que sabemos que ele est� ali.
Ri-te, ri-te. Ir�s morrer em breve.
Para onde foi ele?
Onde � que ele est�?
Entra no carro.
Vai!
A chave n�o entra!
Vai!
- Vamos l�! - Vai. Tira-nos daqui!
Vamos l�!
- Est�s bem? - Estou bem. Estou bem.
Tivemos sorte. � um terr�vel inimigo.
E quem � ele?
� um dos vampiros mais perigosos de todos os tempos.
O primeiro vampiro, sobre o qual a Madeline fala.
Victor Ferdinand...
...Mestre em assassinatos.
Era o mais perigoso de qualquer humano como de qualquer vampiro.
Ele recebia dinheiro para assassinar.
Mas, infelizmente, para Victor n�o era o suficiente.
Ele ansiava por uma mulher.
Mas ele escolheu o senhora errada.
Era a "La Madre".
Antiga vampira, de uma fam�lia muito poderosa.
Victor, assim invulner�vel herdou o poder de um supremo.
Se ele sabe sobre este livro, ent�o temos menos tempo do que pens�vamos.
Agora temos de sair de manh�.
� um longo caminho. Como fazes para viajar comigo?
Alma amaldi�oada...
Destr�i o papel...
Inspirar o medo...
Blasf�mia �mpia...
Ru�na e morte...
Destr�i-los...
Ressurrei��o...
- Tens que, procurar. - Tens o que, precisas.
N�o me fures o cora��o, precisas de algo melhor que um palito de dentes.
Tu deverias saber, Madeline.
Querida Charlotte. Prazer em v�-la!
Tiveste um bom trabalho com o olho esquerdo. J� podes ver agora.
Gostaria de saber, onde est� esse livro.
No cofre feito de gordura dos dedos, sua gordurosa!
Ela chamou-me nomes! Isso � nojento!
Senhora feia.
Talvez...
Talvez dev�ssemos ir embora.
Estou um pouco confundido.
J� n�o estou confuso, eu concordo consigo, minha flor.
A minha mente est� completamente opaca.
A minha tamb�m.
Talvez nos enfeiti�ou...
� certo, meu anjo. At� quando vamos dormir?
Essa � a �ltima coisa, com que te deves preocupar, um bot�o cor-de-rosa.
Ainda est�s comigo, pequenino?
Estou aqui.
Porqu� que queres matar o Renoir?
Ele quer eliminar as almas condenadas de todo o mundo.
Nunca tinha ouvido falar.
H� tr�s almas, que n�o foram criadas pela m�o de Deus.
Cresceu a partir do pecado e do �dio das almas que sofreram outrem.
Quando se lan�am no nosso mundo, estabelece-se a escurid�o.
How.
Muitas pessoas podem morrer e s� dizes "how"?
Porque me odeias tanto?
Porque odeias o projecto 571?
Por causa do que me fizeste. Porque nunca mais abra�arei o meu filho outra vez.
Por isso, para mim � justo ver agora.
Ouve, eu tamb�m n�o quero...
Est� quase a amanhecer. Ambos precisamos de dormir um pouco.
N�o estou cansada. Conta-me uma hist�ria.
N�o conhe�o nenhuma hist�ria.
Ent�o diga-me, como conheceste a Madeline, e como conseguiu ser agente.
Est� bem.
Eu trabalhei em pesquisas como regente na biblioteca da Universidade.
Eu tinha uma esposa...
...uma casa...
...e um significado de vida.
Um dia eu estava com a Susan...
...� a minha esposa...
... e brig�vamos por causa de alguma coisa est�pida.
Excitei-me e deixei-a, e ela foi para casa sozinha.
Quando me percebi o t�o est�pido eu fui,
o telefone tocou e disse-me que ela estava morta.
Pensei, que tinha sido o pior dia da minha vida,
at� que duas semanas depois, ela voltou.
Queria levar-me com ela.
N�o percebi. Corri como um cobarde.
E ela n�o gostou.
Devido � sua for�a eu passei mais de um m�s no hospital.
Quando acordei, a Madeline estava no meu quarto.
Ela sabia o que tinha acontecido comigo e ofereceu-me a oportunidade de garantir,
que isso nunca mais me voltaria a acontecer.
Est�s a ouvir?
Ol�?
Edward. Ontem � noite vieram visitar-me o Pequeno e a Grande.
Charlotte e Oscar? Est�s bem?
Estou bem, mas ainda n�o terminou.
Precisas de ser cuidadoso.
Claro que sim.
Era uma forma muito desagrad�vel, flor.
Eu gostei bastante da viagem, meu querido.
Espero que me deixes alguma coisa, meu anjo.
Sem d�vida, meu tesouro.
Sem d�vida.
Estragas-me.
Mais algu�m quer esse livro.
Charlotte Apone.
Dependendo de como dizes, ela n�o parece a ser uma senhora simp�tica.
N�o � uma senhora. Em nenhum sentido.
LONDRES 1885
A Charlotte nasceu na vitoriosa Inglaterra no final do s�culo 19,
numa rica fam�lia austr�aca,
filha biol�gica do empres�rio Reginald Apone,
e da falecida montanhosa, Frida Apone.
Fridia tinha um cora��o fraco e n�o aguentou o stress do parto.
18 ANOS DEPOIS...
Dezoito anos de hist�ria, ela j� pesava 200 kg
e foi incapaz de levantar o seu pr�prio corpo.
Charlotte passou a maior parte da sua vida
no especialmente projectada igreja.
A sua fome era insaci�vel.
Charlotte tornou-se um vampiro, quando o seu pai comprou carne no mercado negro.
O que ele considerou uma rara delicadeza Europeia,
a carne era realmente dum vampiro.
Morreu de repente.
NAQUELA NOITE
Mas a Charlotte voltou naquela noite.
Acreditava que o seu pai a tinha envenenado, e por isso queria vingan�a.
DEPOIS...
Ela comia-lo vivo.
Aparentemente tem um cora��o t�o pequeno
e t�o profundo no corpo que nunca pode ser morta.
- E depois vamos at� ela? - N�o, ela depois vem at� n�s.
Ela n�o consegue chegar perto de n�s mais de 30 p�s.
20 METROS
O que gostarias de beber?
� pior.
Charlotte viaja sempre com o seu companheiro Oscar.
Oscar n�o parece muito impressionante.
Oscar � um acrobata treinado e lutador.
� um inimigo poderoso, que n�o deves subestimar.
O que aconteceu na sua vida, antes de se unirem, � pouco conhecido.
Charlotte, depois de ter morto a sua fam�lia,
procurou a origem da carne de vampiro que mencionei e descobriu
que o seu corpo vinha da m�e do Oscar.
Bom. Talvez dev�ssemos esperar at� dar o primeiro passo.
Se algu�m quer lutar, ent�o este � o lugar ideal.
Mas ningu�m...
...n�o aqui.
� melhor esperares aqui.
Ela come�a a ser interessante.
Isto � uma cozinha! Onde est�o as facas!
Aten��o!
Foi um bom truque!
Ningu�m magoa o pequenino da Charlotte!
Eu disse-te que estavas em apuros.
O que est�s a fazer?
� como comer uvas peludas.
Ol�.
Sentes-te melhor?
A minha cabe�a!
- Como cheg�mos at� aqui? - Cansada de esperar que me falem,
- ent�o eu arranjei este carro. - Oh.
Victor, tens?
Hey, Hugo, relaxa. Depois de algum tempo eles est�o aqui.
Tudo tem de ir de acordo com o plano.
A trabalhar nisso, n�o te preocupes!
O stress est� a mat�-lo.
Ele n�o pensa em mim.
O castelo pode ter uma entrar pelo lado norte com grandes port�es,
que s� podem ser abertos se pressionar as dobradi�as em ambos os lados ao mesmo tempo.
- Vive aqui algu�m? - Porqu�?
- Precisas de falar-me sobre eles? - Que �s bem-vindo?
S�o variantes de vampiro.
Os mais antigos vampiros existentes.
Estes vampiros s�o t�o sens�veis � luz que n�o conseguem aguentar o brilho.
Naturalmente, sobrenaturalmente at� mesmo a luz do luar,
representa para a sua pele muito perigoso.
Bom.
Anseiam por sangue e n�o pelo Senhor Lanterna, rasga por n�s.
Senhor Lanterna? Poderia ser a Senhora Lanterna, ou at� mesmo a Senhorita Lanterna.
Estavas correcto. � o Senhor Lanterna.
- Faz isso r�pido. - Estou a tentar!
Vamos, abre-te rapidamente para n�s porta.
Os teus convidados finalmente chegaram.
Sai!
Para onde me est�s a levar, seu est�pido? Eu sou importante.
Este � o meu encontro, aquele casal, seu merda...
Est� a funcionar?
N�o.
Tinha de mudar! Eu deveria t�-lo visto a mudar.
Tinha de mudar. Ela disse que ele mudava.
Eu disse muitas coisas.
O qu�?
Hugo...
M�e?
Obrigado, por nos ter trazido o livro.
Mas a magia, com o feiti�o era suposto ele...
N�o foi magia.
As tuas m�os sujas, enquanto trabalh�mos eu fiz de ti um ursinho...
Mas n�s trabalh�mos juntos. Eu confiei em ti!
�s t�o ing�nuo. Eu mesma nunca encontraria o livro.
Voc�s nunca pensaram, onde � que aprendi tantas magias? Vemos.
Rebecca!
N�o te preocupes, ursinho de peluche. Eu n�o a matei. Eu preciso dela.
Eu preciso dum corpo, para poder ressuscitar o Katanyu.
Ser� uma caixa perfeita.
E eu precisei de ti, para trabalhares na procura do livro.
Realmente achas que tua morte foi um acidente de donas de casa?
Pedi ao Victor para organizar.
Agora, se me desculpares, eu tenho de ir fazer umas coisas importantes.
Hugo?
Isto a ir, m�e.
Tu!
Eu.
Podes imaginar,
qu�o maravilhoso seria a tua vida se n�o pudesses ver-te a ti mesmo?
Definitivamente n�o.
Tudo est� pronto para a ressurrei��o?
Sim. Mas tens a certeza que a bruxa quer conectar?
Quem n�o gostaria?
Quando a Katanyu ressuscitar,
podemos controlar as almas condenadas. N�s seremos invenc�veis.
Cuidado, n�o te canses.
Eu pensei, que irias gostar da escravid�o.
O que fizeste com o Edward?
Tal como acontece com o nosso parente. Eu penso, que o deves conhecer.
Vai ser muito divertido.
Katanya est� preparada para entrar num novo corpo.
J� est� quase aqui.
Como te atreves?
Foi demasiado tarde!
Eu teria dito que veio na hora certa.
N�o!
Destr�i-a!
Ent�o vai.
Reconheces o que fizeste?
Honestamente...
n�o quero saber.
Pois n�o.
� o fim, Madeline. Perdeste.
Na verdade, Edward?
Quando eu destrui o projecto 571, eu tinha todos os registos.
H� mais, maior que o inferno.
Sim, mas tens de escolher a tua pr�pria telha decadente.
Edward!
Eu invoco a almas condenadas. Eu invoco a almas condenadas.
Eles assassinaram a minha m�e. Preciso da vossa ajuda!
A miss�o n�o foi conclu�da.
A ressurrei��o foi falhada.
Ent�o, todos n�s estamos decepcionados!
N�o, n�o... N�o vou falhar outra vez.
Podemos come�ar outra vez. Est� tudo bem.
Vais sentir a nossa ira!
- N�o fui eu. A minha m�e! - Matem-no!
Pessoal...
N�o! Por favor!
- Est�s bem? - Estou bem.
Por favor, deixe-me passar. Eu sou apenas uma velha senhora.
Charlotte!
Tradu��o para pt-pt por: Metalsonic
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