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* Tradu��o: RobOpen *
Tompetista N�mero Um BUD BAYLEY ...e amigos
O que voc� est� fazendo?
O governo dos EUA � injusto com os contribuintes organizados.
Realmente? Como est� indo?
O dinheiro est� indo constantemente.
Contribuintes. Cena ador�vel.
O t�tulo desta cena � Mother contra-ataca.
Mother, acho que voc� est� lutando uma batalha perdida.
Eu s� comecei a lutar.
Veja, Mother, d�-me $2.
Oh.
Sr. Gunn?
Voc� n�o quer sentar?
Talvez uma bebida ajudasse a acalmar esses nervos.
N�o, receio precisar de mais do que uma bebida.
Sou a sra. Bud Bailey.
Talvez voc� conhe�a meu marido.
N�o, mas sou um grande f�.
Eu tamb�m j� fui.
Sra. Bailey?
Desculpe.
Eu fui casada com Bud quase 12 anos.
� dif�cil de acreditar.
O qu�?
Que ele me odeia.
Ele lhe disse isso?
N�o.
N�o � o que ele me diz.
� como ele age.
O que ele est� planejando fazer.
O qu�?
Me matar.
Isso � uma grande acusa��o.
Ele recebeu uma liga��o no come�o da semana.
Ouvi um pouco da conversa.
O homem � um agente de seguros da Hastings Company.
Eles estavam falando sobre uma ap�lice.
Uma grande.
$150 mil.
� um seguro grande.
Acho que � sobre minha vida.
Voc� sabia?
N�o.
N�o ouvi toda a conversa.
Sra. Bailey, Bud n�o poderia fazer um seguro
sem o seu consentimento e a sua assinatura.
Ele vai dar um jeito de pedir.
E ter� uma hist�ria convincente.
Ele sempre tem quando quer alguma coisa.
Bem, contanto que voc� n�o assine nada.
O que devo fazer, sr. Gunn?
S� esperar?
Sentar e imaginar no que ele est� pensando,
quando acontecer�?
O que posso fazer por voc�?
Voc� falaria com ele?
Veja se voc� consegue encontrar um motivo.
Ele sempre foi meio intenso e retra�do...
completamente envolvido na m�sica.
Mas ele nunca foi t�o ruim assim.
Vou fazer uma visita.
Qual � o endere�o?
Rua Large, 411.
Ah, eu acho que pode ser uma boa ideia
se eu falar com ele sozinho.
N�o haver� problema.
Estou a caminho da casa do meu irm�o.
Ficarei l� at� isso acabar.
Estou com medo.
Por que voc� n�o me d� o n�mero do seu irm�o?
Eu, uh,ligarei para voc�.
Obrigada, sr. Gunn.
Vamos ver o que acontece.
Voc� conseguiu o n�mero do telefone dela?
Do irm�o dela.
Claro que sim.
Sabe, voc� poderia ganhar milh�es, do nada.
Poderia?
Hum-hmm. Pequeno livro preto.
Venda suas mem�rias para o cinema.
Sim. Estrelando Edie Hart.
Minha grande chance finalmente.
Obviamente, eu comando voc�.
Oh, querida, eu tenho que ir sair para a noite
e combater o bom combate.
Oh, garoto.
Pense bem e mantenha o cora��o quente.
O cora��o quente que eu tenho.
Isso � meu.
Ningu�m toca, s� eu.
Desculpe.
O que est� em sua mente?
Pensei em conversar.
Sobre o qu�?
Entendo que voc� est� tendo alguns problemas.
Eu geralmente tenho meus problemas sozinho, ent�o, uh...
Assassinato � um de seus problemas?
E por que isso?
Piada?
Minha esposa mandou voc�?
Talvez.
Desapare�a.
Voc� pode ser a estrela, mas ela tem o jeito.
Ela tamb�m tem �timas ideias.
Hum-hmm.
Ela n�o disse a voc� que eu iria mat�-la?
Talvez.
Oh, cara, isso � uma piada.
� uma verdadeira piada, homem.
Ela n�o parecia pensar assim.
Sim, a menos que ela v� lisonjear a si mesma de novo.
Mat�-la, homem, eu nem mesmo falo com ela.
Sim, ningu�m vale isso.
Ela �...
Ningu�m.
S� Bud Bailey.
Agora, h� uma mercadoria no mercado aberto.
Sim, e todo os pequenos a�ougueiros querem uma parte.
Meu agente, meu gerente, meu orientador, minha esposa.
Parece um lindo e desanimador quadro.
Sim, � isso que eu estive a pensar.
Voc� v� tudo isso?
Eu fiz isso.
Com isso.
Mas parei de soprar, homem.
Tudo desapareceu.
Nunca esteve aqui.
Mas tenho que continuar a trabalhar o tempo todo.
C�rculo vicioso.
Sim.
�s vezes eu ou�o...
O que voc� ouve, Bud?
Perguntas demais. Voc� vai sair daqui?
Veja, Bailey...
Saia daqui!
Por que voc� n�o se recomp�e, Bud?
Hastings Mundial de Seguros
Pete, voc� nunca conduz algum neg�cio durante o dia?
Desculpe por perturb�-lo a esta hora da noite, George.
Uh-huh. Vamos ver.
A ap�lice do Bailey atendeu aos requisitos de subscri��o
no valor de $150 mil
A esposa dele assinou?
N�o precisou assinar. A ap�lice � sobre a vida dele.
Ela � a benefici�ria.
N�o, minha irm� n�o esteve aqui.
Eu n�o a vejo h�...
mais de um m�s.
Ela disse que estava vindo para c�.
Deu-me este endere�o.
Sim? O que mais ela disse?
Sobre o qu�?
Sobre aquele famoso trompista, com quem ela � casada.
Voc� n�o gosta dele.
Ah, n�o importa o que eu gosto.
Sou apenas um mec�nico.
Ele � um artista.
Se n�o acredita em mim, pergunte a ele.
Vou lhe dizer uma coisa, senhor.
Posso viver com graxa at� os cotovelos,
mas sou muito mais limpo do que ele.
Nunca tratei ningu�m do modo como ele trata as pessoas.
Clay, voc� tem alguma ideia de onde ela foi?
Provavelmente em algum lugar, ficando louca.
Se eles tiveram outra briga.
Vou lhe dizer uma coisa.
Se ele colocou a m�o nela ou a machucou de alguma forma,
- eu vou... - Clay, v� com calma.
Eu vou mat�-lo.
Pete?
Como vai, Andy?
Pulando f�cil.
O gerente disse que voc� queria me ver.
N�o fale em Bud Bailey.
N�o enquanto eu estiver fumando.
Ele parece estar um pouco em falta de amigos.
Engra�ado. N�o costumava ser assim.
Como quando come�amos.
Ele era um cara muito bom ent�o. Um dos melhores.
Ele iria longe.
Voc� podia falar com ele.
O que aconteceu?
Diga-me voc�, Pete.
O que acontece com um cara depois que o nome dele significa algo?
�s vezes eles ficam mais melhores.
N�o Bud.
Olhe para n�s.
C�sar n�o cruzou o Rubicon esta noite,
ent�o os camponeses brincam sozinhos.
Isso acontece com frequ�ncia?
De vez em quando.
Mas isso se tornou um h�bito este �ltimo m�s.
Voc� n�o sabe como agir com um cara hoje em dia.
Ele vive bebendo, escondido de n�s.
Esquece de assinar os cheques.
Andy, a mulher do Bud?
Tenho tentado localiz�-la.
Ela vem aqui com frequ�ncia?
Ouvi-lo tocar?
Costumava vir.
Ela sentava l� fora, como uma crian�a, ouvindo.
O melhor p�blico dele.
Acho que ela desistiu tamb�m.
Sabe onde posso encontr�-la?
Se eles brigaram, talvez ela tenha ido para a cabana.
Onde fica?
Um pequeno lugar de ver�o deles.
Na floresta perto de Three Corners.
Obrigado, Andy.
Por qu�?
Mantenha o r�tmo.
Posso ajudar, senhor?
O que aconteceu?
Algu�m acendeu um f�sforo.
Essa � a cabana de Bud Bailey?
Era.
O trompista n�mero um da Am�rica, Bud Bailey.
Hist�ria bem triste.
Quando voc� viu Bud pela �ltima vez?
Na casa dele, ele estava em p�ssimo estado.
Ruim o bastante para cometer suic�dio?
Pode ser.
Tamb�m pode ser assassinato.
Acho que vou continuar procurando minha cliente.
Fique � vontade.
Economize uma parada, no entanto.
Temos alguns homens cobrindo a casa, caso ela apare�a.
Fume dos seus.
Estes s�o reservados para supeitos que estamos sondando
ou prisioneiros nervosos que precisam de seguran�a
ou capit�es em visita.
Aqui.
Eu n�o entendo.
O qu�?
N�o faz sentido ela vir at� mim com aquela hist�ria
se ela planejasse matar o marido.
$150 mil fazem muito sentido.
Sim, mas por que me envolver?
Ela est� abrindo uma �rea que n�o tem nada a ver.
N�o estamos preocupados com im�veis.
Estamos preocupados com a sra. Bailey.
Acho que vou dar uma olhada por a�.
� incr�vel.
Tenente, o que aconteceu?
Disseram que meu marido...
Sente-se, sra. Bailey.
N�o h� maneira gentil de perguntar isso,
mas voc� reconhece esses objetos?
Sim, s�o do Bud.
O que aconteceu?
Por favor, o que aconteceu?
Houve um inc�ndio na sua cabana.
Bud.
Bud!
Sra. Bailey, tentei localiz�-la a noite toda.
Voc� se importaria de dizer ao tenente onde esteve?
Voc� n�o foi para a casa do seu irm�o.
N�o, mudei de ideia. Sa� dirigindo.
Para onde?
N�o sei.
Fiquei chateada e sai dirigindo por a�.
O que isso tem a ver com Bud?
Isso n�o vai ser muito agrad�vel, sra. Bailey,
mas temos que deter voc�.
Por qu�?
Assassinato do seu marido.
Alguma coisa?
Sim. A sra. Bailey usa tinta verde.
Tenente, voc� � muito bom.
Fa�a-me um favor, sim?
Claro.
Tome cuidado.
Ser� constrangedor se buscarmos impress�es digitais na casa
e aparecerem s� as suas.
O que voc� est� fazendo, tenente?
Lendo cartas de amor antigas?
Depende da sua vers�o de amor. Escute isso.
H� uma coisa que n�o posso entender, querida,
por que voc� quer que eu fa�a tanto seguro?
$150 mil � muito dinheiro.
Bud Bailey para a sra. Bailey?
Sim.
Provavelmente escreveu para ela enquanto ele estava em turn�.
Carimbado no m�s passado.
Varia��o sobre o mesmo tema.
Querida, n�o sei por que voc� � t�o insistente
sobre aquela grande ap�lice de seguro.
Carimbado h� duas semanas.
Bem, � isso.
Vamos ser arrumados, sim?
Espere um minuto.
Ent�o?
Acha que essa lama combina o ch�o ao redor da cabana?
Se combinar, a sra. Bailey ter� um julgamento muito curto.
Fa�a-me um favor, tire umas impress�es digitais.
Disto?
De Bud Bailey.
Do que sobrou dele.
Bonito.
Muito triste.
Do que voc� est� reclamando?
Nas condi��es do corpo,
conseguir isso daria a voc� o pr�mio Batillion.
Voc� nunca falha.
O qu�?
Fica tarde, eu fico cansado,
e voc� ainda tem uma cesta cheia de coisas engra�adas.
S� elogiei.
Por qu�?
Levo uma �nica impress�o como essa no tribunal,
e provarei s� uma coisa.
O qu�?
Que n�o tenho os outros quatro dedos.
Isso n�o � evid�ncia, � adivinha��o.
Alguma coisa?
O laborat�rio est� analisando.
Podemos ter uma coincid�ncia aqui.
Dedo indicador, m�o direita.
Coisa engra�ada, no entanto.
N�o � Bud Bailey?
N�o.
Um vagabundo chamado Chambers,
n�s o pegamos algumas vezes por embriaguez.
Tem endere�o?
Um alojamento suspeito na rua Dois.
At� mais.
Iremos juntos.
Aonde voc� vai, Bud?
Para onde voc� est� tentando correr agora?
T�o perto.
T�o perto.
Do qu�?
De ser livre.
De fugir deles, de todos eles.
Talvez esses sons parassem.
Que sons, Bud?
Tenho um pequeno martelo dentro da minha cabe�a.
N�o consigo me livrar, n�o consigo fazer parar.
Voc� entende que n�o posso tocar?
N�o com esses ru�dos.
J� pensou em consultar um m�dico, Bud?
N�o.
Um m�dico de ponta, um especialista.
Estou exausto, estou cansado.
Eles custam.
Eles?
Sim.
Todos eles.
Minha esposa.
As sanguessugas, os ladr�es de dinheiro.
E minha esposa era a pior.
Ela me odiava porque eu era alguma coisa.
Ela n�o era nada.
Acho que ela amava voc�, Bud.
A �nica coisa que ela amava era o que poderia tirar de mim.
Voc� deve odi�-la mesmo.
A ponto de faz�-la ser presa por seu assassinato.
E foi f�cil.
Encontrei um vagabundo no Skid Row que era do meu tamanho.
Dei a ele uma garrafa de vinho e o levei para a cabana.
Voc� plantou aquele sapato no arm�rio da sua esposa.
- E as cartas. - Sim.
Fiz novas cartas e coloquei em alguns envelopes antigos.
Foi t�o simples.
O que deu errado? Como eu perdi?
A maioria dos assassinos erra.
� um acidente de trabalho.
Como esse.
Ele queria ficar sozinho.
* Tradu��o: RobOpen *
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