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Original subtitles

MULHERES E HOMENS (1934)

Legendas: Colecionador de Cenas

Todas as cenas externas deste filme foram realmente rodadas

nas encostas selvagens de Mauna Loa e de Mauna Kea

no Pac�fico Sul.

Num navio a vapor sem rota fixa pela costa malaia,

entre muitos chineses e passageiros de v�rias ra�as,

quatro pessoas se conhecem por mera casualidade.

Um famoso jornalista e locutor de r�dio,

a quem a civiliza��o lhe havia dado tudo.

A esposa de um oficial brit�nico da Mal�sia a quem,

com suas a��es sociais,

impunha � civiliza��o os seus objetivos, que agora seriam

menos beb�s.

Um insignificante especialista em borracha,

muito sens�vel e t�mido para tomar as r�deas de sua vida.

E uma professora de Chicago, t�o insignificante que

nem a vida a percebia.

Na mente dos quatro, s� existia a imperiosa necessidade

de chegar a Nova York em determinada data,

quando, subitamente, o destino mudou os seus planos e...

CHAMANDO SINGAPURA -

CHAMANDO SINGAPURA -

PESTE A BORDO -

PESTE BUB�NICA -

MORTOS - MORRENDO -

N�O PODEMOS OCULTAR POR MUITO TEMPO -

A TRIPULA��O E OS NATIVOS SE REBELARAM -

TEMEMOS UM MOTIM -

OS PASSAGEIROS IGNORAM AS CONDI��ES -

NOTIFICAR

Sr. Corder, o que eles jogaram ao mar?

Outro corpo.

Olhe, conseguimos escapar a tempo.

Diga pra nos deixar em terra.

Em terra? Sim, terra.

Corder! Corder!

Posso tirar a m�o?

Promete parar de gritar?

Est� bem.

Me fez perder os �culos.

Sinto muito.

Bem, voc� mordeu minha m�o.

-O barqueiro est� de acordo? -Melhor que esteja.

-Posso falar? -Se n�o gritar, pode.

-Ainda n�o estamos a salvo. -Por que me raptaram?

Esta noite vi um rato cambalear e morrer

em frente ao meu camarote.

E quando Ainger, a Sra. Mardick e eu os vimos jogando os corpos,

eu entendi: peste bub�nica.

A peste?

Os nativos come�aram a morrer feito ratos.

Era apenas quest�o de tempo

atingir os passageiros

e sermos jogados ao mar para os tubar�es.

Quando o barco parou pra carregar polpa de coco,

decidimos abordar um dos botes

e fazer o barqueiro nos levar at� a terra.

-Sim, mas eu, Sr. Corder, eu... -Tudo culpa sua.

N�o pense que quer�amos traz�-la.

Poderia estar jantando com os outros.

Estava apenas olhando as estrelas.

Estava nos vendo quando gritou, n�o estava?

Temi que perdessem o bote.

A impedimos de gritar.

Se a not�cia da peste vazasse,

poderia haver p�nico, motim ou at� um massacre.

Seria uma bela hist�ria pra ser escrita,

e depois lida no caf� da manh�.

Mas � certo deix�-los a bordo, sabendo que podem morrer?

E do que serviria pra n�s morrer ao lado deles?

Bem, n�o seria pirataria tomar um bote assim?

Voc� sabe quem eu sou, n�o sabe?

� claro, que bobagem.

Toda manh� leio seus artigos nos jornais.

Todos sabem quem � Stewart Corder.

Ent�o, n�o me preocuparia com acusa��es de pirataria.

Sim, mas...

N�o se preocupe, crian�a, n�s cuidaremos de voc�.

Como se diz "leite condensado" em malaio?

Ah, claro, n�o sabe falar ingl�s, n�o � mesmo?

Eu j� pensei em tudo.

N�o parece t�o assustador

depois que acontece, n�o � mesmo?

Diria que � pouco convencional

do ponto de vista da pobre garota, me parece.

Direi a ela que pode me ver como uma acompanhante.

Solteiras acabam sendo sua pr�pria companhia.

Isso �... Bem, isso n�o � espl�ndido?

Mas ele quer mais dinheiro.

Diga-lhe pra ir a...

D� a ele um pouco do seu dinheiro, Sr. Ainger.

Claro.

-Pra qu�? -� uma surpresa.

Ele disse que pode contratar um guia ingl�s nessa aldeia.

-Isso � bom. -Tudo n�o, Ainger.

Voc� tem viajado muito pelo oriente, n�o �?

N�o, trabalho num laborat�rio em casa.

Sou qu�mico de borracha, sabe.

Que interessante!

Na verdade n�o.

Apenas cheiro. As roupas, quero dizer.

S�o produtos qu�micos o tempo todo.

Jesus!

Olhem.

Ele foi buscar o guia ingl�s e tudo mais.

Bem, vamos l�!

Muito bonito.

Devem estar queimando as casas

numa cerim�nia religiosa.

-Vamos l� dar uma olhada. -Sim.

Em terras como esta, lembro quando

fui torpedeado a caminho da guerra.

Tinha toda exclusividade naquele destacamento.

O que houve, querida?

Deve ter pisado em alguma coisa.

Vi algo se mexendo bem ali.

-Ali, est� vendo? -Fique quieta.

� um feiticeiro.

V�o pra tr�s. A arma est� pronta.

N�o, Corder. Acha que deve?

Talvez sejam apenas pescadores.

Diga que n�o vamos machuc�-los, e que se comportem.

O que voc� disse?

-� a c�lera. -O qu�?

Est�o queimando os corpos nas casas.

Por que o barqueiro n�o nos disse isso?

Venham, vamos embora.

Eu sou Sr. Montague, Tuan.

O homem mais branco deste lugar.

A melhor marca inglesa.

-Ingl�s faz melhor. V�? -Ol�, como vai?

Apenas eu.

O que posso fazer pra ajudar irm�s e irm�os brancos?

Ir pela costa at� Kintaling e pegar um barco l�.

Lamento assustar Tuan, mas � imposs�vel ir pela costa.

N�o podemos navegar no mangue todo caminho.

Devemos atravessar a selva.

-O qu�? -O qu�?

Quanto tempo levar�?

Tr�s ou quatro dias.

Depende do quanto nossas

irm�s damas poder�o andar.

-Andar? -Andar?

Sim, mas com nossas m�quinas, Corder,

os nativos far�o tudo mais barato, n�o poderemos competir.

Voc�s, c�nicos, nunca veem o outro lado da moeda.

Bem, isso evitaria muitos males.

Depois tive o 3� casamento.

Meu marido era um oficial do governo aqui.

Seu nome tamb�m era Alfred.

Era realmente embara�oso �s vezes,

se � que voc� me entende!

Chamando um Alfred em alguns momentos,

e percebendo que n�o era aquele Alfred, mas o outro.

Eu era noiva no secund�rio, mas n�o aconteceu nada.

Bem, eu era muito jovem na �poca.

Querem descansar?

N�o � o calor, mas sim a umidade.

Sr. Corder?

Qual � o problema?

Sr. Corder, pode, por favor, pegar aquela orqu�dea pra mim?

Suponho que podemos lev�-la.

Obrigada.

Nunca tive uma orqu�dea antes. S�o muito caras.

Espero n�o estar causando problemas.

Oh, que bom!

� como estar num jardim bot�nico e zool�gico ao mesmo tempo.

Algo errado?

N�o, n�o.

S� uma cobra.

� melhor colocar isso. O sol queima e nem notamos.

D� pra Judy, Sr. Corder.

Sr. Corder, com toda a sua experi�ncia,

deveria notar que a pobre garota est� louca por um romance.

E loucamente atra�da por voc�.

Seja gentil com a pobre garota.

N�o gosto de pobres garotas.

Oh, Judy!

Vamos! Temos que chegar a Kintaling e pegar o barco.

Sr. Corder, obrigada por me emprestar seu chap�u.

-Muita gentileza sua... -De nada.

Essa foi sua boa a��o do dia.

Curioso. Nenhum crocodilo.

Aten��o! Fiquem parados, por favor.

Vamos l�, Montague, sem melodrama.

� tudo t�o pac�fico aqui, muito chato, pra ser sincero.

Vamos sair logo daqui!

Foi s� um coco que caiu.

Voc� acha chato? Eu acho interessante.

� praticamente um pa�s virgem.

Talvez por isso o Sr. Corder n�o goste.

Seladang.

O qu�?

Seladang no caminho, Tuan. � melhor evit�-lo.

Olhe.

Por qu�? � s� uma vaca.

Oh, n�o, n�o. S�o b�falos d'�gua.

Muito usados neste pa�s, China, Jap�o e Filipinas

como animais de carga.

N�o, n�o, Senhorita. Pe�o perd�o, mas este � diferente.

Ora...

Bem...

quando se estuda um pa�s se estuda os animais.

Ensinei geografia tempo suficiente pra saber.

Professora de geografia?

Meu Deus!

Tuan, por favor.

Este animal � perigoso. Mata at� um tigre numa briga.

Como se soletra isto? Seladang.

Vamos ver: No 11� dia, conhecemos o seladang.

B�falo d'�gua, pra voc�s, pessoal.

T�m muitos na manada. Melhor dar a volta.

Bobagem! N�o est� com medo, est�?

� claro. O seladang pode me matar.

�s vezes � mais inteligente ter medo.

Vamos l�!

R�pido!

Montague, tem certeza que estamos na trilha certa?

Sou ingl�s da melhor estirpe, Tuan.

-Logo chegaremos ao destino. -J� n�o vejo a hora.

Ele certamente chegar�.

� importante para o nosso Congresso Internacional

que eu chegue em Nova York a tempo.

O artigo que vou ler indica 18% de progresso ao nosso objetivo.

Qual objetivo?

Menos beb�s.

O Sr. Ainger disse que precisava voltar para...

Homem quieto, n�o �?

Simplesmente preciso voltar no 1� dia do m�s.

O conselho vai me despedir. N�o posso perder o emprego.

Pedi emprestado ao meu tio pra fazer a viagem.

Moro com eles.

Oh, que bom.

-Judy? -Sim?

Somos duas mulheres completamente sozinhas aqui.

E mesmo o Sr. Corder e o Sr. Ainger serem cavalheiros,

devemos nos unir e mostrar nossa posi��o.

N�o entendi.

Teremos que acampar, com esses dois homens.

J� pensou na noite?

N�o, n�o, n�o posso.

Nem pensaria nisso.

Voc� � ousado demais.

� insultante pra mim pensar em aceitar isso.

Me oponho a isso.

O Sr. Corder disse pra dormir junto a todos pra sua prote��o.

Garanto que nenhum de n�s pensou em voc� como mulher.

Ent�o, por Deus, pare de fazer disso um problema sexual

e v� dormir.

Sr. Ainger, voc� � um velho muito desagrad�vel.

Mas querida, ele n�o � velho.

Agora vamos todos cair nos bra�os de Morfeu.

Como professora de geografia, Srta. Jones,

deveria saber que aqui n�o � o Central Park.

Se isso a fizer se sentir melhor, digo que voc� n�o me atrai.

Voc� n�o mexe com a nossa virilidade.

Ent�o, acalme-se e fique junto a n�s, OK?

N�o pensei que fosse t�o grosseiro tamb�m.

Cama boa. Folha nativa.

� bastante p�blico, n�o �?

N�o. �rvore de Banyan. Telhado elegante.

Sr. Ainger?

Quando explicou como devemos dormir,

por acaso as garantias que deu � Srta. Jones

aplicam-se a mim tamb�m?

Obrigada.

Estou indo.

N�o foi nada.

Tem como sair desta gaiola?

H� tr�s dias voc� procura um caminho.

Montague, estamos perdidos?

Mas a Mal�sia � um lugar t�o pequeno!

N�o t�o grande quanto...

Bem, deixe-me ver. Iowa.

Mas lowa tem estradas melhores.

Se pud�ssemos visualizar, encontrar�amos o norte.

A Pen�nsula Malaia tem ao norte o Si�o,

no sul o Estreito de Singapura, no leste o Mar da China,

a oeste o Estreito de Malaca.

"�gua, �gua por todo lugar, e nenhuma gota pra beber".

Tem que ser sempre t�o desagrad�vel, Sr. Ainger?

Desculpe. � o meu est�mago.

Est� perdido, Montague? Voc� est�?

N�o estou familiarizado com essa parte da selva, Tuan.

Ent�o, por Allah, talvez estejamos perdidos.

Olhe! N�o pode fazer isso comigo!

N�o. N�o com o New York Globe.

Ora, cale-se!

Rapazes, por favor.

J� estive em situa��o pior que esta.

Nos tire dessa, ent�o!

Tenho que voltar em tr�s dias.

N�o estou feliz com isso.

Tenho informa��es importantes pra entregar em Washington.

N�o se desanime.

Vamos sair dessa.

Pode apostar! Vamos, Ainger.

Mulheres e crian�as primeiro.

Vamos, Montague.

Sra. Mardick.

Esta noite, poder�amos jogar solit�rio...

De ouro.

De espada.

Isto nos faz esquecer o perigo e tudo mais, n�o �?

Estou feliz por ter pensado nisso.

Apenas macacos.

-Sua vez. -Sinto muito.

Um lance de ouro e copas. Certo. Dois lances.

Eu passo.

Vou salv�-lo, Ainger.

Dois de espadas.

-Eu passo. -Fechei.

Muito bom. Jogue.

Sim, � um espl�ndido parceiro.

Sr. Corder,

tem algo em sua camisa,

com muitas pernas.

Pode pegar.

Me acha uma boa parceria, Sr. Corder?

Muito.

-Poderia cantar mais alto? -Mais?

Montague, que tipo de p�ssaro � esse?

P�ssaro da febre cerebral, Tuan.

Se ouvi-lo por muito tempo, ficar� muito infeliz.

Ah, bobagem!

Tudo est� na mente, n�o acham?

O medo, quero dizer.

S� queria me alongar.

Vai deixar um outro �s?

Eu sinto muito.

Minha imagina��o n�o me deixa esquecer a selva.

Parece t�o cheia de coisas.

Tudo bem, Cinderela, apareceu um cora��o.

Querido, sinto muito.

Isto � como um pic nic, n�o acham?

Depende da forma que se olha.

Com algumas diferen�as.

Boa jogada, parceiro.

Isso lembra a �ltima vez que joguei bridge.

Enquanto os chineses defendiam Shihkiachwang.

N�s jogamos com alguns generais.

Estava 40 graus abaixo de zero l� fora.

Os japoneses se aproximavam e os chineses foram com baionetas.

Um final sangrento. Me lembrou de Bunker Hill.

Estava l� tamb�m?

Acho que o barulho n�o pode nos machucar.

Digo por que sei o quanto Alfredo o fazia l� em casa.

� sua vez, querida.

Devo ter deixado cair uma carta.

Aqui est�.

Acho que n�o tenho sorte.

Esses mosquitos...

Eles n�o me picam. Engra�ado.

N�o, n�o �.

Talvez tamb�m n�o gostem das suas atitudes.

Gosta de piadas? Essa � a...

Judy, n�o se mexa.

� uma cobra.

Naja.

Cobra, morte em quatro minutos.

Bom trabalho, Corder.

Bem, nosso 1� ponto contra a selva.

Com licen�a.

Tive sorte no tiro.

Sorte minha.

Voc� salvou a minha vida.

� a Judith, Stewart.

Judy, quero dizer.

Me chamou de Judy hoje � noite, lembra?

Quando a sua coragem me salvou daquela cobra.

Montague, viu meus sapatos?

N�o, Tuan.

Sra. Mardick.

-Caf� da manh�. -Estou indo.

Homens s� pensam em comida.

Robinson Cruso� comia folhas.

Livro est�pido.

Vamos, querida. Estou com fome.

Onde est�o meus...

O que...?

Quem fez isso?

Falta de senso p�r sapatos pra secar no fogo.

Montague!

Sim, Tuan.

Quem foi o idiota que p�s meus sapatos na fogueira?

N�o sei. Talvez os macacos.

Melhor marca inglesa, como eu.

N�o me enrole, seu palha�o!

Al�m de tudo, vou ter que andar descal�o?

Quem fez isso?

Sapatos n�o andam sozinhos.

Quem queimou meus sapatos?

Fui eu.

Estavam molhados. S� quis ajudar.

Por que escolheu a mim?

Se queria queimar sapatos,

por que n�o escolheu os sapatos do Ainger?

Meus sapatos n�o s�o t�o rom�nticos, obrigado.

Por favor, me perdoe, temi que pegasse pneumonia.

E agora, descal�o, posso pegar t�tano.

N�o, por favor, foi sem querer.

Agora ou�a:

Est� me causando inc�modos desde o in�cio.

Se quer mesmo ajudar, cale a boca e fique quieta.

Aqui n�o � a sua classe de geografia.

Por favor, Sr. Corder.

Voc� tamb�m!

Vou mostrar como fazer cal�ados com a minha camisa.

Stewart Corder.

Ent�o, tudo que fa�o � errado, n�o �?

Nenhuma novidade.

Toda minha vida ouvi isso dos parentes que me criaram.

Pensei que voc� seria diferente.

Mas todos voc�s me menosprezam tanto,

que s� desejaria nunca ter nascido!

-Vamos, Srta. Jones, desculpe... -Fique quieto!

Por acaso pedi pra vir nesta viagem?

Me raptaram.

Agora que sei no que me meti, vou sair disso sozinha.

-N�o pode atravessar a selva. -N�o posso?

Deixe-me dizer uma coisa:

Todos riram do meu sobrenome ser Jones.

Meu tatarav� foi John Paul Jones.

N�o escreveu sobre guerras, mas lutou nelas.

O produto qu�mico com que ele brincava era p�lvora.

O que acham disso seus aventureiros fajutos?

Me empreste a sua faca.

Daqui a pouco voltar� chorando.

Todos os s�bios sabem que isso � verdade.

Conhe�o as mulheres.

Voc� foi muito duro com ela.

Bem, ela queimou os meus sapatos, n�o queimou?

- Srta. Jones! - Judy!

Vamos chamar novamente. Devemos encontr�-la.

-Vamos todos chamar juntos. -Tudo bem. Prontos?

-Srta. Jones! -Judy!

L� est� ela.

Fique parada ou vai se perder novamente.

V�o embora! Voltem, r�pido!

Que bela recep��o!

Talvez ela ainda esteja zangada.

Seja am�vel, Sr. Corder, e pe�a desculpas.

Desculpas?

Corram! V�o embora! V�o embora!

-Disse que n�o poderia... -Tem selvagens aqui.

Semang.

Santo Deus!

Cuidado! L� vem eles!

N�o se movam!

Desculpe.

Esta parte da selva pertence a este povo.

Explique a eles quem eu sou.

Bem, a permiss�o pra passar ser� concedida, Tuan.

Em troca de uma grande quantidade de arroz.

Diga que enviremos quando chegarmos a Kintaling.

-Vamos embora. -Mas...

esta � uma situa��o muito embara�osa.

Devem deixar uma das senhoras como garantia de pagamento.

Pobrezinha!

Mas eles s�o canibais, n�o s�o?

N�o, madame.

N�o ter� que se preocupar com isso, pelo menos.

Eles n�o v�o se safar dessa!

O que pretende fazer?

Pedir pra Washington enviar um encoura�ado?

Montague! Diga que o meu jornal

deve estar fazendo buscas agora.

-N�o sabem com quem... -N�o fale tanto.

Vamos l�!

Deixe-os ir, por favor.

Diga que irei com eles. Apenas deixe-os ir.

Eu? Eu?

O pagamento do arroz, madame, ser� feito conforme o seu peso.

N�o, n�o, eu irei.

Diga que daremos o dobro do meu peso.

Bobagem, minha querida.

Esperem at� eu transmitir essa hist�ria.

Guerras come�aram por menos que isso.

Vamos, querida. N�o se sinta mal.

Afinal, sou um pouco gorda em algumas partes.

-Oh, Sra. Mardick... -Sim.

Sim, sou mesmo.

Pode enviar isso ao meu Alfred,

se tiver oportunidade.

Adeus. Adeus, minha querida.

Eu sinto muito.

Ser� muito dif�cil pra pobre Judy

agora que n�o estarei com voc�s.

Ent�o, lembrem-se que s�o dois cavalheiros.

At� onde puderem, quero dizer.

Au revoir.

N�o se preocupe, vamos tir�-la disso.

Tudo bem, Montague, solte-nos.

Humildes desculpas, Tuan,

mas tive que prometer liber�-los s� quando o sol chegar ali.

-O qu�? -Algo mais?

Sim, Tuan.

Se o arroz n�o for pago em at� uma lua, eles matam a madame.

-Est� blefando. -N�o, Tuan.

-Quanto tempo � uma lua? -Um m�s.

Tudo bem, ent�o. Agora que sabemos

o caminho pra Kintaling, vai ficar f�cil.

Perd�o, Tuan, n�o sabemos o caminho.

N�o perguntou a eles?

Brancos, como eu,

n�o podem parecer ignorantes diante de nativos.

-Ent�o a Sra. Mardick...? -Ainda estamos perdidos?

N�o podem parar de pensar s� em voc�s?

Nunca vou parar de pensar que voc�, nos meteu nisso.

-Se n�o tivesse sa�do chorando... -Ora, cale a boca, Corder!

Como disse?

-Repita o que disse! -Estou dizendo, seu pav�o!

Se n�o a tivesse feito chorar, n�o ter�amos que procur�-la.

Meu bra�o est� deslocando.

Acha que, por acaso, estou me divertindo?

-Tenho informa��es pra Washington... -J� sei, que s�o importantes.

Sim, j� sei.

Ainger, vou faz�-lo engolir esse seu sarcasmo.

Ah, parem com isso!

Parecem dois garotinhos que ficaram sem recreio.

Estou farta de voc�s dois.

-Est� farta? -Sim, estou farta.

N�o posso ter sentimentos como voc�s?

Bem, eu tenho.

E de agora em diante, n�o vou escond�-los.

Se tenho que estar perdida, vou me perder do meu jeito.

E farei tudo que sempre quis fazer antes de morrer.

Ela est� hist�rica. Olhe como se comporta.

Voc� age como se estivesse numa esta��o de r�dio.

E voc� como se estivesse num hospital.

Voc�s s�o dois mal humorados, irasc�veis e ego�stas.

2 homens ego�stas.

Montague, solte-os e depois me siga.

-Mas o chefe diz que o sol... -Voc� me ouviu?

Sim, Srta, suas palavras foram muito elegantes.

O que houve com ela?

Se est� se transformando numa mulher,

ser� pior agora.

Tuan, todos os s�bios sabem que isto � verdade.

Ou mais de uma esposa...

se � que me entendeu.

Voc� sabe, as crian�as...

Agora, o que voc� diria...

a taxa de natalidade na aldeia...

Entendeu?

Trabalho nisso a minha vida toda.

Depressa com essa comida, Montague. Temos que ir.

Onde est� Judy?

Tomando banho, Tuan.

V� cham�-la, Ainger! Estou com fome.

V� voc�. Estou ocupado.

Esque�a ela, ent�o.

Algu�m deveria cham�-la.

Sabe bem como foi a �ltima vez que comemos sem ela!

-Vou se voc� for comigo. -Tudo bem.

Tenho garotas espalhadas pelo mundo e sinto falta delas.

Mas juro que essa solteirona me causa um...

N�o dev�amos fazer isso.

Acha que devemos tossir ou algo assim?

Bem...

V� embora! Saia!

Vou peg�-lo!

V� embora!

N�o fique a� parado! Pegue minhas roupas!

N�o pode ficar a�! Vai pegar pneumonia!

-Saia! -N�o saio!

Me deixe ir!

Me deixe ir!

Me deixe ir! Pare!

Me deixe ir! Pare com isso, me deixe ir!

Cale a boca! Voc� � linda.

-Sinto muito. -Coloque-me no ch�o!

V� embora.

Desculpe.

N�o quero que voc� pegue pneumonia.

Bem...

Isso � tudo. N�o falta mais nada.

Me permite...?

Poderia... me emprestar sua faixa?

Eu gostaria que fossem embora.

Bem, at� mais tarde.

O seu h�bito de fazer a barba todos os dias,

acabou com a l�mina.

N�o, essa l�mina era do 1� Alfred da Sra. Mardick.

Bela piada.

Pensei que tinha parado de se barbear!

Um homem n�o deve entregar-se � natureza.

Lembremos disso.

Essa garota nos trar� problemas, desabrochando assim.

Tenho a solu��o pra este problema, amigo.

Sente-se aqui, princesa.

-Guardanapo? -Obrigada.

Por que escondia seus lindos olhos embaixo daqueles �culos?

N�o sabia que podia enxergar sem �culos.

Me disseram que devia us�-los quando era pequena,

e foi o que fiz.

-Vestido bonito. -Obrigada.

-Tome, Montague! -Minhas desculpas, Srta.

Homens n�o devem beber leite do coco.

Apaga o instinto rom�ntico.

Tome.

Pra mim n�o.

Eu gosto desse instinto.

Tome, amigo, n�o lhe far� mal.

Desculpe.

Tamb�m n�o estou de dieta.

-Por que voc�... -Stewart, pare de se queixar.

Se defende tanto das pancadas da vida,

que murcha por dentro pra se proteger,

e esquece que existe algo l� fora.

Ent�o, de repente, voc� vira uma esquina...

-Judy, est� me ouvindo? -Sim.

Voc� vira uma esquina

e quebra os �culos.

E percebe que a cegavam em vez de ajud�-la a ver.

E escuta, l� no fundo, uma bela m�sica,

que pensou que nunca iria ouvir.

-Ela cresce forte. -Sim.

-E voc� cresce forte com ela, -Sim.

at� que voc� tamb�m canta, e o canto...

Isso � sentido figurado, entende?

N�o sei cantar nada, realmente.

Eu sou casado.

Me obrigava a estar em casa nos anivers�rios de casamento.

Tinha medo de n�o estar presente.

Medo.

Sua vez como sentinela.

Quanto mais poesia, menos peixe, hein?

Sim.

Foi lindo.

Eu s� estava pensando, Stewart.

Pensar me faz resplandecer, estar cheio de vida e �nsia.

"Qu�mico perdido descobre Deus na selva."

-Est� certo. -J� chega, Stewart.

O que est� esperando pra ir montar guarda?

Stewart, me diga por que as experi�ncias que me expandem,

encolhem voc�?

A mesma roupa, mas com materiais diferentes.

Oh, desculpe-me.

A diferen�a � que, antes,

todos sempre me lembravam o quando eu era insignificante.

Aquilo me encolhia e me fazia sumir da vista.

Eu tamb�m.

Por outro lado Stewart Corder dizia o quanto ele era grande.

Manchetes, r�dios, seu nome nos jornais.

Sem isso, ele encolhe.

Sabe, n�o sei se quero voltar por esse caminho.

Eu tamb�m.

Conversa de louco.

Bem, melhor louco do que tolo.

Quis dizer que n�o quer encontrar o caminho de volta?

H� alguns minutos, n�o.

N�o queria voltar a ver Chicago novamente.

Ali! Peguei!

Voc� � de Chicago? N�o sabia.

H� muitas coisas sobre mim que voc� n�o sabe.

S� sei que n�o paro de pensar em voc�.

-Est� apaixonado por mim? -Sou louco por voc�.

-N�o, isso � s�... -Instinto animal, n�o �?

No barco pensei que esperaria

toda minha vida por um beijo seu.

E eu teria gostado.

Mas, agora n�o.

Uma noite como esta, n�o te faz pensar no amor?

N�o.

Estamos h� dias andando por estes bambus.

At� quando?

Olhem! Um acampamento!

-Talvez haja pessoas. -Tem algu�m a�?

Ei! Ei!

� o nosso acampamento!

-V� encontrar algo pra comer. -Sim.

Vou ficar. N�o vou continuar.

Vou morrer. Ser� uma grande hist�ria!

Pare com isso!

Desculpe.

� t�o bom quando voc� me toca.

Judy, em cada coisa que toco,

por estas semanas, penso em voc�.

N�o posso dizer mais nada.

Sua esposa? Eu sei.

O que � isso?

Parece que perdi o trem.

Que diabos...?

O rifle sumiu!

Um macaco roubou o rifle, mas eu o peguei.

Um macaco?

Sakai, Tuan.

-N�o sabia que era um homem. -Os sakai s�o pequenos.

-N�o posso v�-los. -Nem ouvi-los, Tuan.

Sakai se escondem como esquilos.

Cortam a garganta dos cervos enquanto dormem.

Vamos, ent�o.

Fique atr�s de mim, Judy.

Ainger, pegue o rifle!

Sob a �rvore, Srta. Imposs�vel ir adiante.

Fale com eles!

Sakai n�o entende linguagem. Nativos muito inferiores.

V�o nos matar, Montague?

Oh, n�o, Srta. Sakai nunca matam homem branco.

Mas matamos um deles.

Podem nos reter aqui at� morrermos de fome.

Stewart, seria o momento perfeito pra sua expedi��o de resgate.

Talvez uma carga de arroz acalme o esp�rito do irm�o morto.

Vou negociar com eles.

-N�o, n�o, espere! -N�o, Montague!

-N�o, v�o mat�-lo. -N�o, sakai n�o matam brancos.

Sakai temem o esp�rito do homem branco.

-Sakai s�o muito ignorantes. -Eu sei, Montague, mas...

est� muito bronzeado, eles podem se enganar e...

Voc� mesmo disse que s�o ignorantes, ent�o...

Oh, n�o, sakai conhece o homem branco.

Como prova, irei falar com eles desarmado.

Para os sakai,

a desgra�a eterna os espera.

Eles mataram...

um homem branco.

Da melhor estirpe inglesa.

Vou pegar o rifle.

N�o, n�o...

Stewart!

Judy, abaixe-se!

Arnold! Arnold!

Stewart! Stewart!

Puxe essa coisa.

-Bem r�pido. -Stewart!

Deixe-me deitar.

Est� desmaiado. Stewart! Stewart, �gua!

Encontre um pouco d'�gua!

Arnold! Arnold, diga alguma coisa!

Fale comigo! Arnold! Oh, meu querido!

Gra�as a Deus a flecha n�o estava envenenada.

Vai ficar bem.

N�o,

nenhum veneno pode viver em mim, Srta. Jones.

Era minha alma que estava me matando.

Mas est� cantando agora.

Eles ainda est�o aqui, Arnold.

Est�o � nossa volta, aqueles homenzinhos.

N�o.

Ou�a.

-Os tambores. Est�o indo embora. -N�o, n�o, n�o.

-Trov�o. Ficando mais alto. -Trov�o?

Significa que vai chover. A �gua faz bem.

-Tenho sede. -N�o est� chovendo, querido.

"As gotas da chuva s�o uma melodia"

"para quem j� n�o podia respirar."

"A qualidade da miseric�rdia n�o � for�ada."

"Goteja como a chuva suave."

"Chuva, chuva v� embora..."

-Arnold! -"e traga o sol."

Arnold, n�o desista! N�o, por favor, n�o!

-N�o! N�o, Arnold! Voc� me ouve? -Sim.

Diga que me ama. Voc� nunca me disse.

Eu te amo!

"Amar e honrar, na sa�de e na doen�a,"

"deixando de lado tudo, at� que a morte nos separe."

"Amar e honrar..."

"na sa�de e na doen�a, renunciando a todos..."

"Senhorita."

"Todos os s�bios sabem que essas coisas s�o verdade."

Arnold! Arnold!

Stewart! Stewart, ele est�...

Stewart!

Stewart, encontrou �gua?

-Sim. -Depressa, solte-nos!

N�o vou deix�-lo morrer! N�o vou deixar.

Tente novamente, Henry.

N�o, isso foi regular, Henry. Voc� deve praticar mais.

Uma crian�a atrasada � uma crian�a problem�tica.

Acontece porque fazem beb�s sempre que sentem vontade.

Um torneio. Um torneio.

Como se diz "torneio" em malaio?

O chefe quer me ver?

� claro.

Tabik, crian�as, tabik.

Comporte-se, Franklin.

Muito obrigada.

Ol�, Oscar!

Muito obrigada. S�o ador�veis!

Voc� queria me ver?

Isso n�o resolve! Agora escute.

Estas mulheres...

E se elas amam seus maridos?

N�o podem permitir que se comportem como selvagens.

C�us...

C�us, que velho desagrad�vel!

A taxa de natalidade aqui � incontrol�vel!

Se acha que vou embora sem resolver esse problema...

Me matar? N�o se atreva.

T�m medo de suas esposas, seus velhos covardes.

Viu?

Assim � bem melhor.

Ent�o irei, porque, no futuro,

eles prometeram que o tamanho das fam�lias depender� de voc�s.

Vou querer uma escolta at� Kintaling.

Lembrem-se, foi plantada aqui a semente da educa��o pessoal.

Voc�s homens, n�o poderiam seguir subjugando suas esposas.

Venha c�, madame.

Como quer o corte?

Quer um casaco pra ir � �pera ou uma saia pra passear?

Arnold?

Tem certeza que posso ser tudo pra voc�?

E substituir tudo que voc� abandonou?

N�o h� nada al�m de voc�.

E eu n�o vejo, n�o ou�o,

nem respiro nada que n�o seja voc�.

Vamos continuar, ent�o.

Quando estava ferido, achei um lugar no meio da selva.

Est� bem.

-Quando terminar isso. -N�o, agora.

Pegue meu caf� da manh�, mulher!

Aqui, achei perto da encosta.

Homens n�o entendem nada de moda feminina.

-Pra sempre? -Pra sempre.

"Amar e honrar, na sa�de e na doen�a."

Ent�o, voc� me ouviu?

N�o perca seu tempo. Nunca vai usar essa saia.

-Por que n�o? -Achei uma sa�da.

Um vale, oceano, pessoas!

Sabe o que isso significa? N�o sabe?

-Sim, Arnold. -Sim.

Vai perd�-lo, voltar� pra sua esposa!

Sua esposa! Ouviu?

-V�o encolh�-lo novamente! -N�o vencer�o.

Ele � meu! N�o deixarei que o levem! N�o dir� a ele, ouviu?

Claro que vou dizer!

Acha que vou deix�-la arruinar a vida dele assim?

-Arnold! -Vai ficar quieto!

Acha que vou desistir da �nica coisa que j� tive?

Judy, Judy, h� pessoas aqui! Espere at� eu te mostrar!

Olha o que eu achei. Estamos salvos!

Marmelada!

-"Para Sua Majestade o Rei." -Deus salve o Rei!

Achei uma sa�da pro oceano. Vi um aeroporto!

-Vamos l�. -N�o! N�o, Arnold.

Arnold, me leve embora. Fuja comigo.

Onde n�o nos encontrem, por favor!

Serei tudo pra voc�. Me disse que eu era tudo.

Mas, Judy, estamos salvos. N�o percebeu isso ainda?

Ria, garota, ria!

Arnold, vamos l�.

R�pido, Judy.

N�o fosse o que li nos jornais,

jamais ficaria sabendo dessa garota.

Essa tal Jones que estava com voc�s.

Suponho que esqueceu de escrever.

� o que digo, Grace, esqueceria a cabe�a

se n�o estivesse presa ao corpo.

Mam�e, estou tentando salvar esta casa.

Por 8 anos me fez crer que era minha casa tamb�m.

Sei exatamente como voc� se sente.

Passei anos tentando me convencer que esta tamb�m � minha casa.

Por que n�o enviou um cart�o no nosso anivers�rio?

Ou um relic�rio tal como Stewart Corder descreveu

os "Belos Cabelos de Judy" ou algo assim.

Na selva? N�o encontrei nenhuma caixa de correio.

J� tentei lhe explicar, Grace.

Pens�vamos que n�o sair�amos vivos.

-Pense em nossa... -� o que sempre digo.

Pensar em voc�? Sou motivo de risos para as minhas amigas.

Para as minhas tamb�m, Arnold!

Tudo porque resolveu entrar naquela selva

com essa tal garota � procura de fama.

N�o quis dizer que voc� fez alguma coisa.

Eu conhe�o voc�, n�o precisa me convencer.

N�o. Se algo aconteceu, foi culpa dela, n�o sua.

Mas ningu�m mais acreditar�, e eu serei apontada como...

N�o, Arnold. N�o quero te dar motivos pra um div�rcio.

Mas eu tenho.

Arnold!

Foi assustador.

Os rugidos dos tigres ressoavam em nossas entranhas.

Enquanto lut�vamos contra a fome e a sede sufocante.

No 6� dia, achei um riacho para o nosso grupo.

No dia 11�, atirei num seladang assassino.

B�falo d'�gua, pra voc�s, pessoal.

-Mas da�, minha muni��o acabou. -Com licen�a.

Poderia mudar de esta��o?

-Claro. -Obrigado.

-Ouvi o Sr. Corder falar antes. -�timo, n�o �?

...tenho certeza.

Tive que me manter firme,

fazendo o chefe daquela aldeia ver que seus homens e mulheres

deviam se preocupar com as conseq��ncias da superpopula��o,

bem como a considera��o de um pelo outro.

E como viviam h� tanto tempo em tais

costumes imorais, se � que voc�s me entendem.

Eles eram extremamente sombrios...

Pode me dar licen�a?

...ao leste pelo Mar da China e a oeste pelo Estreito de Malaca.

Geografia n�o � apenas fronteiras e estat�sticas.

Gostaria que pensassem no pa�s que estamos estudando,

de uma forma rom�ntica.

Imaginem Marco Polo, navios espanh�is,

o vento que sopra na selva,

o canto dos p�ssaros,

os...

Recite, Nathan.

Os Estados Federados Malaios t�m uma �rea total de...

de...

27.700 milhas quadradas,

uma popula��o de...

de...

476 mil habitantes.

Suas principais exporta��es s�o

estanho e borracha.

Mas outras exporta��es s�o...

polpa de coco,

madeira,

arroz,

abacaxis enlatados,

tapioca,

�leo de palma e nozes.

Legendas: Colecionador de Cenas

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