All language subtitles for The.Hound.Of.The.Baskervilles.1983.1080p.BluRay.x264.AAC-[YTS.MX]

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Original subtitles

Legendado por Jaf em 24/11/2021

O C�o dos Barskervilles - 1983

� apenas o vento.

Sir Charles!

Essa � uma melodia agrad�vel.

N�o creio que ouvi isso antes.

Uma pequena cria��o minha.

Bem, Watson, o que voc� acha disso?

Tem olhos na nuca?

E a bengala do nosso visitante?

Embora tenhamos sentido sua falta na noite passada, ele nos deixou uma pista.

Diga quem ele �, examinando-a.

Eu? Ah, bem...

Eu diria que ele � um m�dico do interior

que faz grande parte de suas visitas a p�.

Bom, excelente! Por qu�?

Bem, porque nenhum m�dico respeit�vel da cidade

seria visto carregando uma bengala t�o danificada.

E a visita a p�?

Bom, veja,

esta parte de ferro da bengala est� bem desgastada.

Perfeitamente correto. Algo mais?

Bem, eu sugeriria que a inscri��o

"dos amigos do CCH", significa algo como "ca�a".

O que me leva a pensar que o Dr. Mortimer � um homem atl�tico.

Sabe, tipo esportivo.

Realmente, Watson, voc� se supera.

Oh, obrigado.

Alguma coisa me escapou?

Quase tudo, receio.

O que?

Bem, o homem � certamente um

m�dico do interior e anda muito.

- Bem, ent�o, estou certo. - Nessa medida.

Mas � muito mais prov�vel que um presente para um

um m�dico venha de um hospital do que de um clube de ca�a.

e as letras "CC" sugerem muito naturalmente o Hospital Charing Cross.

Oh, sim, talvez.

Eu diria tamb�m que o bom doutor � am�vel, n�o ambicioso,

distra�do e, sim, possui um cachorro.

� maior que um terrier, mas menor que um mastim.

Um cachorro?

Marcas de dentes.

O espa�o entre as marcas � muito amplo para

um terrier e n�o o suficiente para um mastim.

Pode ser...

Ah, sim, �.

Um spaniel de pelo encaracolado.

Sim, quero dizer...

Quero dizer...

Sem ambi��o e... O que era mesmo?

Distra�do?

S� um homem am�vel recebe homenagens.

Apenas um homem pouco ambicioso prefere o interior a uma carreira em Londres

e apenas um distra�do deixaria sua bengala

e n�o seu cart�o de visita.

Dr. Mortimer, sua bengala.

Oh, gra�as a Deus!

Eu estava com medo de a ter perdido. Eu sou terrivelmente distra�do.

Foi um presente do Hospital Charing Cross

quando sa� para estabelecer cl�nica em...

em Devonshire.

Com licen�a, mas voc� � Sherlock Holmes?

A seu servi�o.

Meu amigo e colega, Dr. Watson.

- Doutor. - Como vai?

- Posso pegar seu chap�u? - Oh, obrigado. Eu cuido disso.

Doutor, diga-nos que manuscrito do in�cio do s�culo 18

tem a ver com a sua visita.

Eu coloquei a data em 1740?

1742, para ser exato.

- Posso? - Por favor.

Obrigado.

- Posso guard�-lo, doutor? - Obrigado.

"O C�o de Baskerville Hall".

Como voc� disse, trata-se do motivo da minha visita.

Posso ler para voc�?

- Oh, sem d�vida. Por favor, sente-se. - Obrigado.

Vejo pelo seu indicador direito que voc� faz seus pr�prios cigarros.

Sinta-se livre para faz�-lo.

"Durante a grande rebeli�o de 1641

"o Senhor de Baskerville Hall era um homem perverso e sem Deus chamado Hugo.

Uma noite, Hugo sequestrou a linda filha de um fazendeiro local.

"Trancando-a em um aposento superior,

"ele passou a noite farreando com seus companheiros..."

Lutadores!

Olhe para voc�! Mulheres!

Roger!

Traga-me a garota.

Quanto voc� aposta agora?

- Venha, garoto.

Quietos!

� a garota.

Vamos! Vamos!

Vamos! Vamos!

Ajude-me!

Ajude-me! Ajude-me!

- Venha aqui.

Venha aqui!

Oh, n�o!

N�o!

"Era maior do que qualquer c�o de ca�a mortal que os olhos j� viram.

Um c�o do inferno que amaldi�oou os Baskervilles desde ent�o.

Uivando sua senten�a de morte sempre que o sangue de Hugo morre.

Portanto, cuidado com a charneca nessas horas sombrias

quando os poderes do mal s�o exaltados.

Mas um c�o ainda persegue os Baskervilles

enviando muitos para fins violentos,

uivando a senten�a de morte

sempre que um do sangue de Hugo...

morre".

N�o acha isso interessante, sr. Holmes?

Para um colecionador de contos de fadas.

A morte de Sir Charles Baskerville... n�o � um conto de fadas, senhor.

Sir Charles morreu de insufici�ncia card�aca, n�o foi?

Esse foi o relat�rio que fiz ao legista no inqu�rito.

Mas...

Sim?

Havia algo que eu n�o relatei.

Embora n�o houvesse marcas no corpo de Sir Charles...

...em todo o gazebo onde ele morreu...

eu encontrei...

pegadas.

De homem ou de mulher?

Sr. Holmes...

Eram pegadas de um c�o gigante.

E havia...

no rosto de Sir Charles...

uma express�o apavorada.

Foi o medo que o matou, sr. Holmes. Medo!

Medo de que?

Disto.

Ele estava obcecado por isso.

Ele nunca sairia sozinho,

depois de escurecer.

E ainda naquela noite...

ele ficou l� fora no gazebo por pelo menos 20 minutos.

Como voc� sabe?

Obrigado. A cinza do charuto havia ca�do v�rias vezes.

Excelente!

Um colega muito pr�ximo de nosso cora��o, Watson.

Por que voc� n�o relatou tudo isso no inqu�rito?

Pouco antes da morte de Sir Charles, houve v�rios

avistamentos de um c�o brilhante e fantasmag�rico.

Como um homem da ci�ncia,

eu n�o queria encorajar essas supersti��es doentias.

Sir Charles morreu h� mais de um m�s.

Por que voc� veio falar comigo sobre tudo isso s� agora?

Henry Baskerville, sobrinho e herdeiro de

Sir Charles, chega da Am�rica esta tarde.

Eu era o melhor amigo de Sir Charles, Sr. Holmes.

Eu n�o quero expor esse menino a...

Um mal sobrenatural?

A qualquer tipo de perigo.

Voc� vai nos ajudar?

Traga-o amanh� �s 10h00 hrs.

Se ele vier.

Obrigado.

- Estaremos aqui. - Doutor!

Antes da morte de Sir Charles, voc� diz que v�rias

pessoas viram este c�o fantasmag�rico na charneca.

Sim.

Algu�m viu depois?

Ningu�m, que eu tenha ficado sabendo.

- Bom dia, senhores. - Bom dia.

Sim, Doutor, sua bengala.

Vamos, Sheba.

O jogo come�ou, Watson.

Bom dia, senhor.

Eu cuidarei das malas, senhor.

Deixe as malas comigo, senhor.

Ah, sim. Obrigado.

Este � o Hotel Northumberland, Sir Henry.

Espero que seja bastante confort�vel.

Sir Henry! Acho que nunca vou me acostumar a ser chamado assim.

Bom dia. Este � Sir Henry Baskerville.

Eu acredito que voc� tem uma reserva.

Sir Henry, tenho uma carta para voc�, senhor.

Chegou esta manh�, em m�os.

Quem sabe que estou aqui?

O que?

- Que estranho. - Por aqui, senhor.

As palavras foram cortadas do do jornal "TheTimes" com uma tesoura de unha.

Por que "mato" foi escrito a m�o?

Obviamente ele n�o conseguiu encontrar essa palavra impressa.

A caligrafia est� disfar�ada.

Uma pessoa educada se passando por ignorante.

Como voc� sabe disso?

Bem, o "The Times" raramente � encontrado nas m�os de analfabetos, Watson.

"Se voc� valoriza sua vida ou raz�o, fique longe da charneca."

� um sentimento enigm�tico.

Voc� acha que isso tem algo a ver com o fantasma da fam�lia, hein?

Fantasmas n�o enviam cartas, Sir Henry.

Algu�m est� tentando avis�-lo ou assust�-lo.

� como um romance barato.

Mal sa� do barco e j� herdei uma maldi��o de fam�lia,

recebi uma carta misteriosa e tive uma bota roubada.

Uma bota roubada?

Sim, senhor. Novinha em folha.

Eu as deixei do lado de fora da minha porta

ontem � noite e esta manh� uma delas havia sumido.

Por que voc� deixou botas novas para serem limpas?

Bem, senhor, ela tinha uma mancha e precisava ser engraxada.

Roubar uma bota parece singularmente in�til.

S� foi extraviada. Tenho certeza que vai aparecer.

N�o precisa preocupar o sr. Holmes com essas ninharias, meu rapaz.

N�o h� necessidade de incomodar o sr. Holmes.

E nosso escritor de cartas desconhecido poderia ter se poupado do inc�modo.

Veja, eu n�o tenho absolutamente nenhuma inten��o de ir para a charneca.

N�o?

N�o, senhor. Estou aqui apenas para esclarecer os detalhes da propriedade.

Meus advogados em Londres podem fazer isso.

Mas, quero dizer, e quanto ao seu t�tulo?

Oh! N�o gostamos muito de t�tulos nos Estados Unidos, Dr. Watson.

Na verdade, travamos uma guerra com voc�s para nos livrarmos deles, lembra?

- Mesmo. - E a mans�o?

O fantasma da fam�lia pode assombrar a mans�o o quanto quiser.

Assim que meus neg�cios estiverem conclu�dos, voltarei direto para casa.

Bem, lamento que sua visita tenha sido uma perda de tempo, Sir Henry.

N�o, n�o, n�o. N�o, n�o, de jeito nenhum, sr. Holmes.

Na verdade, se sua agenda permitir, eu ficaria

honrado se voc� e o Dr. Watson almo�assem conosco.

- Ficar�amos encantados. - Obrigado, 2:00 hrs.

- Obrigado. - Obrigado, Sr. Holmes.

Obrigado de qualquer maneira, Sr. Holmes.

- A� est� voc�, Sir Henry. - Bom dia, Dr. Watson.

- Obrigado. - Watson...

Sim.

Sim! Dr. Mortimer!

Oh, c�us! Obrigado.

- Sim, senhor. - L� est�o eles.

Certo, senhor.

Vamos!

Watson.

Pegue seu chap�u, r�pido!

O que...?

Vamos! N�o temos um momento a perder.

Oh! Onde estamos indo? Oh, Holmes!

OK, viramos aqui.

Muito obrigado, senhor. Muito obrigado.

Flores ador�veis!

Bem, devo correr e det�-los?

N�o, n�o, de modo algum, Watson.

Se voc� tolerar minha companhia, estou perfeitamente satisfeito com a sua.

Flores ador�veis!

Flores ador�veis!

Compre algumas flores para sua senhora, senhor. Elas est�o frescas como esta manh�.

Flores bonitas!

Compre algumas rosas para sua senhora.

Flores! Flores ador�veis!

Compre algumas flores para sua senhora, senhor.

Vamos ficar de olho naquele t�xi, Watson.

Vamos? Certo.

Sim, voc� raramente v� tantos por a�.

Flores! Frescas hoje.

Eu tenho um cachorrinho em casa.

Estou tentando trein�-lo para n�o andar sob meus p�s.

Vamos voltar...?

Ol�, querido!

Jornal! Jornal!

Tudo bem. Deixe-me pegar um jornal.

- Jornal, senhor? - Certo.

Abaixe-se!

V� em frente, taxista, v� em frente.

- Holmes, voc� est� bem? - Sim, Watson, perfeitamente bem.

Cuidado, chefe!

O que aconteceu? Eu n�o vi o que aconteceu.

Voc� est� bem, Watson?

Voc� o viu, Watson?

- Ele tinha uma barba preta. - O que aconteceu?

� isso que gostaria de saber.

Houve um s�bito clar�o de rel�mpago.

- O que? - Cavalheiros.

Flash de qu�, Holmes?

Algu�m tentou atirar em Sir Henry.

- O que? - N�o ouvi nenhum tiro.

N�o � prov�vel que voc� tenha ouvido.

- Veio disso. - Uma bengala?

Esta n�o � uma bengala comum.

� um pequeno brinquedo inteligente.

� uma pena n�o termos conseguido o n�mero do t�xi.

2704. Veja se consegue rastre�-lo, Watson.

Estarei com Sir Henry e o Dr. Mortimer.

Sim, certo, Holmes.

- Pelo menos minha visita n�o foi ma�ante. - Sim.

Algu�m est� perseguindo voc�, Sir Henry.

Mas, senhor, voc� disse que tinha uma mancha.

Sim, mas agora a manchada est� de volta e...

algu�m pegou uma das minhas pretas velhas. Cad�?

E quem trouxe a manchada de volta?

N�o sei nada sobre isso, senhor. Eu sou uma mo�a honesta.

Eu preciso desse trabalho.

Por favor, n�o me fa�a ser despedida.

O qu�? Ou�a, ningu�m est� te acusando de nada.

S� quero minha bota de volta.

Bem, eu n�o sei de nada. O que eu faria com apenas uma bota?

De fato. O que algu�m iria querer com apenas uma?

Est� tudo ok. S�rio, ou�a, eu sinto muito.

Sinto muito que voc� esteja chateada.

- Pegue isso. - Oh!

Ningu�m vai fazer voc� perder seu emprego, ok?

Lamento muito, senhor, que isso tenha acontecido. Eu sou uma mo�a honesta.

N�o, n�o. Tudo bem.

Senhor, eu n�o sei o que aconteceu com a sua

bota, mas com certeza farei de tudo para tentar descobrir.

Obrigado. Obrigado.

Agora � a preta, n�o �, senhor?

Como esta, mas o outro p�.

Sim, senhor.

Adeus.

Sir Henry � o �nico herdeiro?

Ele � o �ltimo dos Baskervilles.

Sim. Sir Charles e meu pai eram irm�os.

Aqui, tenho uma fotografia de 30 anos.

Este aqui � Sir Charles, este � meu pai

e este aqui � Rodger, o irm�o mais novo.

O que aconteceu com este irm�o, Rodger?

Oh, ele se envolveu em algum tipo de encrenca

por aqui e foi para a Am�rica do Sul, certo?

Ele morreu l�.

Solteiro e sem filhos.

Eu o encontrei, Holmes.

2704. John Clayton.

H� algo que os senhores precisam?

Informa��o. Quem foi o passageiro que mandou

voc� seguir esses dois cavalheiros na Baker Street?

Descreva-o.

Barba negra...

Bem vestido...

Cerca de altura m�dia.

- Uma esp�cie de rosto p�lido.

- Mais alguma coisa?

Ele me disse seu nome, senhor.

Ele disse, de fato?

Sim, senhor.

Ele me disse que era aquele sujeito detetive.

Sherlock Holmes.

Sherlock Holmes, hein? Foi bastante ousado da parte dele.

Sim. Quem quer que seja, deve-se admirar sua ousadia.

Bem, ele n�o me achar� menos ousado.

Parece um desafio, Sir Henry.

�. E a aceita��o de um.

A luva foi lan�ada e, por Deus, eu vou peg�-la.

E quanto ao seu retorno a Am�rica?

Isso pode esperar.

Dem�nios sobrenaturais, ou dem�nios humanos,

nada vai me afastar daquela charneca agora.

N�o, n�o, Sir Henry, voc� n�o deve fazer isso.

Sua vida poderia estar em grande perigo.

Ela j� est� em perigo, e uma vez que n�o estou mais seguro aqui do que em Devonshire,

eu posso ir e... O que voc� acha?

"enfrentar o le�o em seu covil".

De fato. A� est� o cerne da quest�o.

Voc� vir� conosco, � claro, sr. Holmes?

Infelizmente, estou envolvido em um caso muito

importante e n�o estarei livre por uma semana.

Mas a� pode ser tarde demais.

Sim, eu sei disso.

Portanto, enviarei algu�m em meu lugar.

Ele � um amigo em quem tenho absoluta confian�a.

Mesmo? Quem � ent�o?

Voc�, meu velho!

Oh!

Oh!

De confian�a!

Escreva para mim todos os dias, Watson.

Relate tudo.

Sobre Sir Henry, seus criados, seus vizinhos.

Tudo, por mais insignificante que seja.

Sim. Sim, claro.

Mas acima de tudo, Watson...

Torne-se a sombra de Sir Henry.

Acredite na lenda e nunca o

deixe sair sozinho na charneca � noite,

quando os poderes do mal s�o exaltados.

Hum?

Adeus, Holmes.

Bon voyage, mon ami!

Oh!

Essas eram cabanas de pedra de nossos ancestrais pr�-hist�ricos.

O homem neol�tico vivia densamente na charneca.

� lindo.

Essa beleza �s vezes � mortal, Sir Henry.

Por exemplo, logo al�m desses penhascos fica o p�ntano de Grimpen.

- P�ntano de Grimpen? - � um p�ntano trai�oeiro.

Deus sabe quantos ossos existem em seu fundo.

Na semana passada, vi um pequeno p�nei entrar nele e ser sugado para baixo.

Seus gritos eram horr�veis.

Lamento ter que par�-los, senhores, mas todos os ve�culos devem ser revistados.

O que est� acontecendo, Barrymore?

Selden, o assassino de Notting Hill, escapou da pris�o de Dartmoor, senhor.

Isso vai demorar alguns minutos.

Vou verificar minhas linhas de comunica��o com Holmes.

Certo.

Est� tudo bem, Sheba. Est� tudo bem. S�o apenas ciganos.

Ah! Muito aconchegante!

Um copo de sua melhor cerveja, por favor, senhora.

Senhor, pode-se postar uma carta daqui?

Sim, pode-se.

Muito bem.

Watson?!

Inspetor Lestrade!

Watson...

O que diabos voc� est� fazendo aqui?

Eu posso te fazer a mesma pergunta.

A Scotland Yard rebaixou voc� para as prov�ncias?

Pelo contr�rio.

Estou aqui em uma miss�o especial para

recapturar esse assassino, Selden.

E eles mandaram voc�?!

� porque fui eu quem o prendeu originalmente.

Deve ter sido uma experi�ncia nova para voc�.

O de costume, senhor?

N�o, obrigado. Eu estou de servi�o.

A Scotland Yard tamb�m consegue cumprir seus deveres sem a ajuda de Holmes.

Falando nisso, como ele descobriu?

Descobriu?

Sobre o Selden.

Por que mais ele estaria aqui?

Ele n�o est� aqui.

Eu estou aqui sozinho.

Sem Holmes?

Mas voc�s est�o sempre juntos.

Ele n�o est� em um de seus disfarces idiotas, est�?

Lestrade, Holmes est� em Londres.

Ele tem coisas mais importantes a fazer do que

perder seu tempo perseguindo condenados fugitivos.

Ent�o por que voc� est� aqui?

Estou aqui por causa...

dos veleiros.

Veleiros?

N�o h� veleiros por aqui.

Oh, que pena.

Devo ter sido mal informado.

Oh.

Boa ca�ada, Lestrade.

- Fora! Fora do caminho!

Cuidado!

Voc� est� bem, senhor?

Sim, estou bem. Estou perfeitamente bem.

Ok.

Estou perfeitamente bem.

Tudo bem.

Oi! Oi! Cuidado a�!

Lyons, seu idiota b�bado, voc� poderia ter se matado.

Me matar...

A� voc� teria o prazer de assinar minha certid�o de �bito, Mortimer.

Dois conhaques.

Tem certeza que est� bem?

Eu n�o preciso da sua ajuda!

Este cavalheiro � Sir Henry Baskerville, seu novo senhorio, Lyons.

Baskerville.

- Obrigado. - Bem, bem, bem.

O "mo�o do solar", hein?

Sim, voc� n�o pode ser pior do que o �ltimo.

Claro... Voc� pode n�o ficar por aqui tempo suficiente para que algu�m descubra.

Com o c�o.

Cale a boca, Lyons.

Eles falaram sobre o c�o, "mo�o do solar"?

Eu ouvi sobre isso, sim.

Voc� ouviu sobre isso? Ele ouviu sobre isso.

Eu fiz mais do que ouvir sobre ele.

Eu vi ele.

Eu vi ele.

Com meus pr�prios olhos.

Eu pintei ele.

Brilhando durante a noite.

Uivando...

pelo sangue de um Baskerville.

Voc� viu coisas que nenhum homem s�brio viu, Lyons. Vamos.

Bom dia para voc�, "mo�o do solar".

Bom dia para o senhor.

Bom conhecer os vizinhos.

Ele � o mais desagrad�vel deles.

Ele vai atrasar o aluguel e causar muitos problemas.

Tenho muita pena da pobre esposa desse sujeito.

Quem diabos � ele?

Geoffrey Lyons, pintor de profiss�o, b�bado por natureza.

Ele e seu tio se desprezavam.

A barba dele. Voc� notou?

Ele tinha uma barba preta.

Vamos!

Bem-vindo, Sir Henry.

Oh, obrigado, mas ele � Sir Henry.

Perd�o, senhor. Bem-vindo ao Baskerville Hall.

Minha esposa, senhor.

Tem toda a raz�o, Sra. Barrymore.

O Dr. Watson parece muito mais um baronete do que eu.

Dr. Mortimer, voc� vai ficar para jantar?

Oh, obrigado, eu adoraria.

- Est� tudo bem, Sheba.

O que � que foi isso?

H� muitos ru�dos estranhos nas charnecas � noite, senhor.

- Sheba, volte!

Volte!

Sheba!

O que aconteceu?

Ela... Ela sabe que estamos perto de casa.

Ela provavelmente estar� esperando na porta quando eu chegar l�. Sheba!

Siga-me.

Bom Deus!

O que foi isso?

Talvez algum animal tenha ca�do no p�ntano, senhor.

Sim, claro.

Deve ter sido isso.

Claro.

Est� frio aqui.

- Quer acender o fogo, Barrymore? - Sim, senhor.

N�o acendemos o fogo aqui desde que Sir Charles faleceu.

Oh, muito bom.

Sim, � a minha vez?

- Com licen�a, senhor. - O que �?

Eu encontrei isso nas cinzas.

O que voc� acha disso?

L-L.

Conhece algu�m com essas iniciais?

N�o, eu n�o.

Sra. Lyons, senhor.

Voc� quer dizer a esposa do pintor?

Acho que o primeiro nome dela � Laura.

Sim, claro. Eu tinha esquecido completamente.

Com licen�a, senhor, mas a data na carta.

Esse � o dia da morte de Sir Charles.

Um pouco disso.

Isso � muito bom.

- Barrymore? - Senhor?

Deixei algumas roupas velhas l� em cima que n�o quero mais.

Voc� poderia, por favor, descart�-las para mim?

Claro, senhor.

Tenho feito compras em Londres.

Algumas das minhas roupas americanas s�o um pouco leves para esse clima.

E n�o s�o exatamente na moda daqui.

N�o, n�o. N�o s�o.

Depois do caf� da manh�, irei � estalagem e enviarei meu relat�rio para Holmes.

Na volta, visitarei a Sra. Lyons.

Espero, para o seu bem, que o marido dela n�o esteja em casa.

Caf�?

Sim, por favor, sim.

Ah, sim.

Ent�o foi voc� quem chorou ontem � noite, Sra. Barrymore.

- Voc� ouviu? - E o senhor?

Sim, ouvi.

Receio que voc�s, cavalheiros, estejam enganados.

Eu n�o estava chorando noite passada.

Mas seus olhos.

Oh! � da fuma�a na cozinha, senhor.

Barrymore.

Sim, senhor.

- Ouviu algu�m chorar ontem � noite? - N�o, senhor. N�o ouvi.

Meu Deus!

Se Holmes soubesse o que ele esta perdendo...

A� est� voc�, garoto.

Obrigado, senhor. Boa sorte, v� com Deus.

Muito obrigado.

Gostaria de postar esta carta, por favor, senhora.

Certamente, senhor.

Exmo. Sherlock Holmes.

221 B Baker Street.

Ent�o Holmes realmente est� em Londres.

Sim, Lestrade, Holmes est� mesmo em Londres.

Eu queria estar tamb�m.

O que? A ca�a ao fugitivo n�o est� indo bem?

Oh, n�o. N�o tem nada a ver com isso.

Eu peguei o Selden uma vez. Eu vou peg�-lo novamente.

� esta maldita charneca.

� o tipo de lugar assustador, voc� n�o acha?

Sim... Sim, suponho que sim.

Todos os tipos de ru�dos esquisitos � noite.

Dizem...

que um fantasma assombra a �rea.

Mesmo? Mesmo!

Algum tipo de... cachorro selvagem.

Temos um mist�rio para nosso amigo Holmes.

� o tipo de coisa bizarra que ele gosta.

Voc� deve dizer a ele para investigar.

Sim, � verdade, sim.

Bom dia para voc�, Lestrade.

Sua sorte, senhor, nas cartas.

Cai fora!

Sim?

Oh! Ah, senhora. - Sim.

Meu nome � Watson, Dr. Watson e estou

hospedado com as pessoas no Hall

e eu...

Bem?

Er... Ol�.

Watson.

Nos conhecemos ontem, se voc� se lembra.

Sou amigo de Sir Henry.

Ah, sim.

Amigo do "mo�o".

Sim, sim e...

Eu... Eu estava voltando da vila

e, realmente, de forma est�pida, me perdi.

Realmente.

Basta seguir a trilha!

Entendo. Eu sigo esta trilha at�... Eu...

� muito gentil de sua parte, senhor.

Imbecil!

Parece...

que eles j� ouviram falar do seus gostos aristocr�ticos no Hall.

Amo voc�, Laura.

Voc� costumava me amar.

Voc� costumava ser outra pessoa.

Sua sorte, senhor?

- O que? - Sua sorte.

N�o, acho que n�o.

Mas voc� n�o deseja saber o que est� por vir?

N�o, pelo contr�rio, gosto de surpresas.

Posso ver sua sorte nas cartas.

Na palma da sua m�o.

Dos incha�os em sua cabe�a.

O que? Sem bola de cristal?

Ha-ha! Se voc� quiser.

N�o, eu n�o quero. Agora, por favor, v� embora.

Voc� gostaria de comprar um anel?

N�o.

- Um rel�gio? - N�o. Olhe, voc� vai embora?

Que tal uma can��o, senhor? Eu tenho uma bela can��o aqui para voc�.

Voc� a�, cigano!

Pare de incomodar este homem. V� embora!

� um pa�s livre.

Siga em frente ou mandarei prend�-lo por vadiagem.

Meu Deus!

Seu canalha desgra�ado!

Voc� tem sorte de eu ter aparecido.

Antes dele esvaziar todos os seus bolsos, Dr. Watson.

Oh, sinto muito, senhor. Voc� tem vantagem sobre mim.

Oh, eu sinto muito.

Stapleton � meu nome.

- Sim, sim. Como voc� sabia disso... - O Dr. Mortimer me contou sobre voc�.

Como est� Sir Henry?

Bem, ele est�...

Depois da morte de Sir Charles, tem�amos que ele n�o viesse.

Estamos muito felizes por ele ter vindo.

Vejo que � naturalista, senhor.

Suponho que voc� aprendeu isso com seu amigo, Sr. Holmes.

Racioc�nio dedutivo e tudo mais.

- Sim, como sabia que... - Dr. Mortimer.

Ah!

O Sr. Holmes vai nos prestigiar com uma visita?

Certamente ele n�o acredita em toda essa conversa de c�o?

Bem, francamente, senhor, voc� � um pouco r�pido demais para mim.

Sinto muito. Sei que isso n�o � da minha conta,

mas aquela velha lenda tomou conta de Sir Charles.

Acho que foi isso que o matou.

- Mesmo? - Sim.

Seus nervos estavam em tal estado...

que a vis�o de qualquer cachorro teria sido fatal para ele.

O que? Voc� est� dizendo que ao ver qualquer

cachorro, o homem teria tido um ataque card�aco?

Voc� tem uma explica��o melhor?

Er, bem, n�o.

O Sr. Holmes?

Sinto muito. L� vou eu, intrometendo-me novamente. Mas...

Voc� acha que Sir Henry aceitaria um convite para almo�ar amanh�?

Claro, voc� tamb�m est� convidado, Dr. Watson.

Eu gostaria que voc�s dois conhecessem minha irm�.

Sim. Sim!

Bem, terei que verificar com Sir Henry, � claro.

- Mas n�o vejo raz�o para n�o. - Maravilhoso! Maravilhoso!

Claro, posso mostrar meus esp�cimes de Entomologia.

Sabe, eu tenho alguns absolutamente...

Olhe...

Uma "Aglais urticae"!

T�o tarde no ano.

Com licen�a, Dr. Watson.

Pare!

Gra�as a Deus consegui parar voc�.

Mais alguns passos e voc� estaria no p�ntano de Grimpen.

Gra�as a Deus, de fato.

Voc� � Sir Henry?

Eu sou.

E quem � minha ador�vel salvadora?

Eu sou Beryl Stapleton.

Bem, senhora, quero agradecer por salvar minha vida.

Ent�o este � o p�ntano de Grimpen?

� lindo.

N�o parece trai�oeiro de forma alguma.

H� muitas coisas na charneca que n�o s�o o que parecem.

Tudo enganoso.

E perigoso.

E se voc� tivesse bom senso, n�o ficaria aqui outra noite.

Faria as malas e partiria.

Voc� sempre cumprimenta os rec�m-chegados assim?

Pelo amor de Deus, Sir Henry, saia deste lugar terr�vel.

Ei, espere!

Tenho certeza de que a mulher de Lyons est� escondendo alguma coisa, Holmes.

Mas como fa�o para evitar seu marido b�bado e brutamontes?

Se eu fosse o assassino de Notting Hill, me sentiria extremamente confiante

com o Inspetor Lestrade todo atrapalhado.

Eu tamb�m encontrei um cigano suspeito

e um sujeito muito peculiar, Jack Stapleton,

que por acaso convidou Sir Henry e eu para almo�ar amanh�.

O senhor me assustou, Sir Henry.

Sra. Barrymore, o que est� fazendo?

Nada, senhor.

Veja!

Eu tamb�m vi, senhor. Por um minuto eu pensei...

Voc� pensou o qu�?

Achei que fosse a mesma luz que vi na noite da morte de Sir Charles.

Que tipo de luz?

Era como um brilho, senhor.

Uma coisa estranha e brilhante que...

moveu-se pela charneca como algum...

algum...

Algum o que?

Um cachorro, senhor.

Um grande cachorro brilhante.

Boa noite, Barrymore.

D�-me a vela.

Quando os poderes do mal s�o exaltados.

Certo. Venha, Sir Henry.

Cuidado onde pisa.

P�ntano trai�oeiro!

Olhe! A� est�.

L�.

- O que fazemos agora? - Esperamos.

Quem quer que seja, deve estar por perto.

Saia da�!

Pare!

Pare, senhor! Ou eu atiro.

Eu o acertei!

Vamos.

N�o! N�o, Sir Henry!

Seria uma loucura tentar persegui-lo no escuro.

Muito perigoso. N�o. Vamos embora.

Ele era manco. Escapou por pouco.

- Obrigado. - Oh!

Vamos voltar para o Hall antes que a n�voa se feche.

Watson!

Veja!

O cigano!

As coisas est�o avan�ando, Sir Henry.

Sim. est�o avan�ando, realmente.

Encantadora!

Elas s�o muito lindas.

Estou feliz que voc� gostou.

Obrigado por n�o dizer nada ao meu irm�o sobre ontem.

Por que voc� n�o quer que seu irm�o saiba?

Ele acha que ter o Hall habitado � bom para o distrito.

Alguns deles s�o tropicais, � claro, n�o s�o?

Ele ficaria muito zangado se soubesse que tentei convenc�-lo a ir embora.

Ent�o por que voc� fez isso?

A morte de Sir Charles foi bastante chocante.

Ele teve um terr�vel ressentimento sobre isso.

Deve haver algum motivo para isso.

Certamente voc� n�o acredita nessa tolice de c�o, n�o �?

Eu acredito que exista perigo por aqui. Perigo para voc�.

Agora que te conhe�o, qualquer trag�dia que

ocorra com voc� seria ainda mais horr�vel.

Nada vai acontecer.

Por que arriscar?

Existem tantos lugares maravilhosos para se viver.

Por que ficar neste lugar horr�vel?

Gosto dos vizinhos.

E...

Eu gostaria de conhecer mais sobre eles.

Ei, amigo!

Andou vagando pelas charnecas � noite?

� o destino de um cigano vagar, senhor.

Mas e o seu destino, senhor?

Sua sorte, senhor?

Contanto que n�o haja nenhum c�o nele.

Ah! Ent�o � melhor eu ler a sorte da senhora, senhor.

Certo! Vamos ler a sorte da senhora.

Se a senhora tirar a luva.

Jasmim, um perfume doce.

O cora��o da senhora est� sobrecarregado.

Diante dela est� uma escolha dif�cil,

que na escolha tem apenas uma resposta,

vida e morte.

Embora ao escolher a morte, ela tamb�m escolha a vida.

Embora ela n�o possa escolher a vida sem a morte.

� uma escolha sem escolha.

No entanto, ela deve escolher.

Beryl!

Beryl! Espere!

Espere!

Beryl, o que o cigano disse, pelo amor de Deus?

- Volte! Volte! - Beryl.

Deixe este lugar e nunca mais ponha os p�s na charneca.

Vamos, Beryl, o que �?

- Por favor, v� embora! Por favor!

- N�o! - N�o?

- N�o devemos. - Por que n�o?

Beryl!

E voc� senhor!

S� porque mostramos a voc� a hospitalidade de nossa casa, isso

n�o significa que voc� possa se comportar como um libertino.

- N�o, Jack... - Sil�ncio, Beryl.

Voc� tem todos os tra�os de car�ter de seu ancestral Hugo.

- Olhe aqui, Stapleton... - Se n�o fosse pela presen�a de Beryl...

Eu bateria em voc�.

Voc� certamente pode tentar, senhor.

Vamos, Stapleton.

Que atrevimento!

E fique longe de mim, e fique longe de minha irm�.

Stapleton!

Droga!

Esse cara � louco ou o qu�?

Exc�ntrico, talvez.

Exc�ntrico? Ah!

- Sim, Barrymore. - O Sr. Stapleton est� aqui, senhor.

Traga-o aqui.

Bem?

Qualquer coisa que voc� quiser me dizer, senhor, pode dizer na frente do Dr. Watson.

Vim me desculpar por minha conduta esta manh�.

Fiquei totalmente desordenado e acho que voc� merece uma explica��o.

Certo. Entre

Veja, minha irm� e eu �ramos muito pr�ximas de Sir Charles.

Beryl sofreu muito com a morte dele, e receio que

sua sa�de ficou prejudicada por causa disso.

Ela ficou obcecada pelas lendas deste lugar.

E ela tem esse pressentimento irracional de desgra�a.

Para voc�, Sir Henry.

Quando eu vi voc�s juntos, entrei em p�nico.

Tenho medo que se seus medos estiverem associados a um forte apego emocional...

sua fraca constitui��o pode entrar em colapso.

Pobre garota.

S� posso desculpar meu comportamento como preocupa��o de um irm�o por sua irm�.

Por favor me perdoe.

Certo.

Obrigado.

Como est� Beryl?

Eu a mandei embora para visitar uma tia no litoral.

Oh.

Passar um tempo longe desses eventos

sombrios talvez possa restaurar sua sa�de.

Ap�s seu retorno...

Bem, voc� seria um convidado muito bem-vindo.

Bem, eu agrade�o, senhor.

Obrigado.

E mais uma vez, minhas desculpas.

Certo.

- Dr. Watson. - Sr. Stapleton.

- Bom dia, senhor. - Adeus.

Ent�o...

Finalmente, voc� veio saber sua sorte.

Prefiro ouvir a sua.

- A minha? - Sim.

E se voc� roubar meu rel�gio de novo,

sendo muito franco senhor, vou atirar em voc�.

Voc� me parece um sujeito muito suspeito.

Vagando pela charneca � noite.

Bem, isso tamb�m o torna um sujeito muito suspeito,

porque voc� tamb�m andou vagando pela charneca.

Por que voc� n�o acampa com os outros ciganos na charneca? Ah?

O que voc� pretende assustando a Srta.

Stapleton com esse est�pido papo furado?

- Era verdade. - Era bobabem! Bobagem!

E pare com esse barulho infernal.

- Voc� gostaria de outra m�sica? - N�o gosto de nada seu, senhor.

Apenas responda a essas perguntas para mim. Agora, ent�o...

Eu conhe�o essa m�sica.

Sim, soa melhor no violino, Watson.

Eu quero que voc� me deixe por dentro das coisas, Holmes.

N�o gosto que me fa�a de idiota!

Uma mensagem do Dr. Mortimer, senhor.

Obrigado, Barrymore.

Voc� ainda est� de mau humor, Watson?

Gra�as a voc�, quase conclu� o caso.

- Mesmo? - Ah, sim.

Precisamos de um ou dois pequenos fatos, Watson.

E vamos colocar o c�o dos Baskervilles no ch�o.

Sim, sim.

Minha rede est� fechando, Watson.

Em um dem�nio muito astuto.

Assim como a rede dele est� sobre Sir Henry.

Mas o que tudo isso significa, Holmes?

Significa assassinato, Watson.

Um deliberado, a sangue frio,

refinado,

assassinato.

R�pido, Watson!

Voc� viu isso?

Voc� viu o c�o?

Sir Henry!

Meu Deus! O que aconteceu?

� aquele sujeito que nos atacou na outra noite.

Por que ele est� usando minhas roupas velhas?

Suspeito que seu mordomo as deu a ele.

Barrymore?

Este � o homem para quem ele e sua esposa sinalizaram da janela.

Quem era ele?

O condenado fugitivo, Selden - O assassino de Notting Hill.

Barrymore tem sinalizado para ele?

Voc� deveria ser grato, Sir Henry.

Suas roupas velhas tinham seu cheiro.

O cheiro que o c�o perseguia.

O c�o conhecia seu cheiro para rastre�-lo.

A bota sumida?

� por isso que a nova foi devolvida.

Como nunca foi usada, n�o tinha nenhum cheiro.

Claro.

Ent�o, nosso c�o sobrenatural

de repente se torna de carne e osso.

E o brilho?

Isso deve responder a isso.

O que?

� um fosforescente.

Sulfeto de b�rio, imagino.

O que est� fazendo na charneca, Sir Henry?

O Dr. Mortimer me enviou esta nota.

Obrigado.

- Mortimer? - Sim.

"� urgente que eu veja voc�. Venha imediatamente. Mortimer."

Ol�?

Ol�! Quem est� a�?

Watson!

Meu Deus! Sir Henry, voc� est� bem?

Estou bem, senhor, obrigado.

Quem � esse?

- Selden, o condenado fugitivo. - O que aconteceu?

- Foi terr�vel. Ele foi atacado por... - Caiu daquele penhasco l� em cima.

- Ah? - Sim.

Bem, parece que voc� chegou a tempo para uma trag�dia, Sr. Holmes.

Voc� tem uma vantagem sobre mim, senhor.

Stapleton. N�s esper�vamos por voc�.

Felizmente, voc� pode lan�ar alguma luz sobre tudo isso.

Receio que o sobrenatural esteja muito al�m da minha esfera, senhor.

Sir Henry, se este cavalheiro fizer a gentileza de tomar conta do corpo,

poderemos informar o inspetor Lestrade

que a sua ca�ada acabou.

Concordo.

- Boa noite para voc�, senhor. - Boa noite.

Obrigado, Sr. Stapleton.

Ent�o esse � o velho dem�nio, hein?

Acha que existe alguma semelhan�a?

Acho que essa � uma maldi��o heredit�ria da qual voc� escapou.

Bem, provavelmente ele n�o se parecia em nada com aquilo, de qualquer maneira.

Eu suspeito que ele se parecia muito mais com aquilo.

Holmes, por que voc� mentiu para Stapleton sobre o Selden?

Apenas uma precau��o, Watson.

Nossos amigos e aliados ainda n�o est�o claramente definidos.

- Queria me ver, senhor? - Eu queria.

Acho melhor voc� se sentar.

Tenho not�cias tristes do seu irm�o.

Meu irm�o, senhor?

Selden � seu irm�o, n�o �?

Eles o pegaram.

Ele est� muito al�m disso, receio.

Voc� n�o precisa mais chorar e nem dormir preocupada.

Nem sinalizar da janela e levar comida e roupas para ele.

Como isso aconteceu, senhor?

Ele...

caiu de um penhasco.

N�o vai usar isso contra Barrymore, senhor? Foi culpa minha.

Ele n�o fez nada, exceto me encobrir.

Ele � leal a voc�, senhor.

Claro. Tenho certeza de que voc�s dois s�o.

Obrigado, senhor.

Venha, minha querida.

- Oh, Barrymore. - Sim, senhor.

O mensageiro que trouxe o bilhete do Dr. Mortimer na noite passada.

Voc� pode descrev�-lo?

Ele tinha uma barba preta, senhor.

Obrigado, Barrymore.

Holmes...

Certamente voc� n�o suspeita seriamente do Dr. Mortimer?

Essa nota deve ter sido uma falsifica��o.

� verdade, mas ainda h� muitas coisas a serem esclarecidas, Sir Henry.

Watson, esta noite voc� e eu visitaremos a Sra. Lyons.

Voc� n�o � um cavalheiro, senhor.

Receio que seja um de meus muitos defeitos.

Voc� nega que houve uma liga��o entre voc� e Sir Charles?

Sim.

Ent�o, por que reuni�es clandestinas?

Notas que foram queimadas?

Senhora, prometo-lhe tanta discri��o quanto o assunto

permitir, mas sua resposta � de vital import�ncia

e pode fazer a diferen�a entre a vida e a morte.

Voc�s n�o devem pensar mal de mim, senhores.

Meu casamento se tornou insuport�vel.

Sir Charles foi muito gentil.

Nossa amizade se desenvolveu em algo mais do que...

Na noite da morte de Sir Charles...

Eu n�o estava l�.

Ent�o o que dizer desta nota?

Pouco antes de eu partir, Geoffrey voltou para casa furioso e b�bado.

De alguma forma, ele havia descoberto sobre Sir Charles e eu.

Houve uma cena, ele

me bateu e saiu furioso.

Eu estava muito chateada para manter o compromisso.

Al�m disso, temia que Geoffrey pudesse me seguir.

Por que voc� n�o relatou tudo isso no inqu�rito?

N�o vi necessidade de esc�ndalo.

Meu marido, sr. Holmes, � um bom homem no cora��o.

Infelizmente, foi amaldi�oado com uma vis�o de

g�nio e um talento med�ocre para express�-la.

� seu fracasso como artista que o trouxe at� onde est�.

Mas eu o amei uma vez e o conhe�o.

Ele n�o � um assassino.

E, de qualquer modo, Sir Charles morreu de causas naturais.

Como seu marido descobriu sobre voc� e Sir Charles?

N�o sei.

Ningu�m sabia. Fomos muito discretos.

Ningu�m?

Pense! Deve ter havido algu�m de sua confian�a.

Quem foi o mensageiro que entregou esta nota?

Havia um.

Um amigo de confian�a para n�s dois que atuou como nosso intermedi�rio.

Seu nome, por favor.

Saia!

Saia da minha casa!

- Geoffrey. - Mais amigos chiques, minha querida?

Como se atreve a tratar uma senhora assim!

Senhora! Ela � minha esposa e vou trat�-la como quiser.

Deixe-me ajud�-la.

Voc� n�o vai toc�-la.

Saia!

- Por favor, saia. - Watson.

Vamos, meu velho.

E n�o volte mais!

Ou voc� pode esperar por isso.

Boa noite.

Tire sua m�o da minha garganta.

Seria t�o simples.

Uma boa torcida e o tormento acabaria.

Lyons teve um excelente motivo para matar Sir Charles.

Mas absolutamente nada para desejar a morte de Sir Henry.

N�o, Watson. Embora eu n�o goste de brincar com as emo��es,

j� que tudo o que � emocional se op�e ao racioc�nio claro,

no entanto, este ninho de paix�es revelou

o culpado, e n�o � o marido ciumento.

Certamente... N�o � a Sra. Lyons?

- � o intermedi�rio. - Quem?

O mensageiro que carregava as cartas dos amantes.

Quem mais poderia saber que Sir

Charles estaria l� naquela noite fatal?

Quem mais poderia ter alertado Lyons sobre o encontro pretendido,

evitando assim que sua esposa comparecesse ao encontro?

Voc� n�o percebe, Watson?

Era vital que Sir Charles esperasse sozinho.

Esperando pelo c�o.

Bem, ent�o...

Marido ou n�o, devemos voltar

imediatamente, e descobrir o nome do sujeito.

Isso n�o � necess�rio.

Quer dizer que sabe quem �?

- Bem, quem �? - Tudo a seu tempo, meu velho.

N�o tenho provas ainda.

- Sim, mas com certeza... - Olhe.

O que �?

� o c�o do Dr. Mortimer.

O c�o?

N�o, Geoffrey...

Voc�...

Eu amava minha esposa, sr. Holmes.

Eu a amava.

Eu sei que n�o parecia para os outros.

Mas ela...

Mas ela...

Ela era a �nica beleza em minha vida.

E...

Eu estava...

Eu estava com medo de perd�-la.

Eu nunca a mataria. Eu n�o poderia.

Eu n�o poderia.

Seria poss�vel em sua embriaguez,

voc� ter cometido o ato e n�o se lembrar?

N�o! N�o!

Como voc� ficou sabendo de sua esposa e de Sir Charles?

Um bilhete.

Um bilhete an�nimo foi enviado para mim.

Voc� poderia ter me chamado antes de remover o corpo, Lestrade.

Vamos, Holmes. Seja um bom perdedor.

Voc� n�o pode resolver todos os crimes da Inglaterra.

Temos nosso homem.

E eu que tinha achado que era f�cil... Elementar.

Encontrei esses pelos negros nas unhas da Sra. Lyons.

Obrigado.

Ela provavelmente os arrancou da barba do marido durante a luta.

Temo que Lyons seja respons�vel por muito mais

do que simplesmente o assassinato de sua esposa.

Sim, um caso aberto e fechado.

Sim, Lestrade, acredito que voc� est� certo.

Voc� acredita?

O que?

As evid�ncias s�o esmagadoras, Watson.

Como eu disse, aberto e fechado.

Sim, mas por que ele tentaria matar Sir Henry?

Bem, talvez ele estivesse com medo de ser despejado.

Mas voc� n�o mata pessoas por causa disso.

Bem, n�o �, Holmes?

A perda do amor de sua esposa mexeu com a cabe�a do pobre Lyons.

Mas ontem � noite voc� disse que n�o era ele.

Sim. Bem, eu estava errado.

O amor � t�o forte quanto a morte,

o ci�me � t�o cruel quanto o t�mulo.

- Isa�as. - Cap�tulo seis, vers�culo oito.

Voc� nunca para de me surpreender, Lestrade.

Bom dia.

Errado?

Bom dia para voc�, Lestrade.

Sr. Holmes, eu esperava ver alguns de seus incr�veis trabalhos dedutivos.

Estou um pouco desapontado.

N�o t�o desapontado quanto meu amigo Dr. Watson, eu acho.

Oh, eu fui apenas um espectador nesta ocasi�o.

Bem, o importante � que o assunto esteja resolvido.

Oh, sim, de fato.

E com seguran�a para Sir Henry.

Bem, espero que voc� escreva as boas novas a Beryl.

Oh, farei isso, Sir Henry.

Mas esta noite gostaria de oferecer um jantar em sua homenagem.

Bem, isso � muito generoso da sua parte, Stapleton. Eu gostaria muito.

- Todos est�o convidados. - Oh, isso seria muito agrad�vel.

Receio que o Dr. Watson e eu devamos voltar para Londres.

Existem muitos casos urgentes...

que espero que seja melhor para mim do que este.

Vamos, Watson. Temos que fazer as malas.

Oh, adeus.

Voc� � um companheiro de viagem muito calado, Watson.

Bem... N�o est� certo.

Deve haver algo a mais. Tem que ter.

Por qu�?

Bem, Sherlock Holmes sendo derrotado por Lestrade? Ah!

Voc� se lembra de ontem quando examinei com minhas

lentes os cabelos encontrados nas m�os de Laura Lyons?

Os da barba de Lyons?

Os cabelos s�o de origem oriental.

O assassino � um chin�s?

N�o, Watson.

O cabelo oriental � comumente usado neste

pa�s na fabrica��o de perucas baratas.

A barba era falsa?

Precisamente.

Portanto, Lyons n�o assassinou sua esposa.

- N�o. - Ent�o porque n�o contar aos outros?

Porque � importante que o assassino pense que fui derrotado...

... e voltei para Londres.

Mas � para l� que estamos indo.

Oh, n�o, Watson.

Tenho outro destino em mente.

- Agora, olhe aqui, Holmes. - Sh-sh!

Chega de segredos, Holmes. Estou com frio, estou desconfort�vel

e tenho o direito de saber quais s�o os nossos planos.

Muito bem, Watson.

Esta noite ocorrer� um atentado � vida de Sir Henry.

N�s vamos impedir isso.

E quem vai tentar mat�-lo?

Ele est� jantando com Sir Henry neste exato momento.

Mortimer?

Stapleton.

Stapleton? Aquele ca�ador de borboletas?

Ele � mortal, Watson.

Ele era o intermedi�rio entre Laura Lyons e Sir Charles.

Ele assassinou a Sra. Lyons para impedi-la de falar.

Mas ainda n�o tenho nenhuma prova para lev�-lo a julgamento e preciso conseguir alguma.

Prova, Holmes? Que tipo de prova?

A do melhor tipo.

Vou peg�-lo em flagrante.

Ent�o n�s o teremos, Watson.

N�s o teremos.

Ouso dizer que em breve ele estar� em nossa

rede como uma de suas borboletas indefesas.

Um alfinete, uma rolha, um cart�o.

E n�s o adicionamos � cole��o de Baker Street.

Porcaria de n�voa!

Ah! Eles est�o saindo agora.

Esteja pronto, Watson.

Boa noite!

Oh, sem problema. Eu conhe�o a �rea...

A n�voa est� ficando mais densa.

� a �nica coisa que pode interferir em nossos planos.

Agora, Watson.

- Estou muito feliz por voc� ter vindo. - Eu tamb�m.

Espero v�-lo novamente em breve.

- Adeus para voc�. - Adeus.

Droga!

N�s o perdemos no nevoeiro.

R�pido, Watson.

Vamos, garoto.

Vamos.

Tranquilo! Calma, garoto!

Vamos!

Watson!

Watson, atire! Agora!

Eu n�o posso! Vou acertar Holmes!

N�o consigo ter um tiro certeiro.

Voc� est� bem, Holmes?

Sim. Obrigado, meu velho.

Est� morto.

N�s destru�mos o fantasma da fam�lia de uma vez por todas.

Bom Deus! O c�o de Lyons deve ter escapado.

O c�o de Stapleton, e ele foi solto.

- Stapleton? - Dr. Mortimer...

Voc� poderia fazer a gentileza de levar Sir Henry de volta ao Hall?

- Claro. - N�o, estou bem. Eu vou com voc�

N�o, voc� n�o vai. Voc� j� teve aventuras suficientes por uma noite.

Vamos, Watson. H� outro c�o que precisa ser preso.

- Sir Henry, posso ajudar? - Doutor, n�o se preocupe. Estou bem.

Que coisa terr�vel.

Deixe-me ajud�-lo. A�.

Watson.

- Chave, por favor. - L�.

Srta. Stapleton, o que aconteceu?

Ele est� seguro? Ele escapou?

Receio que seu irm�o n�o possa escapar.

N�o, quero dizer Sir Henry.

- Ele est� seguro? - Sim.

- O c�o? - Morto.

Oh! Gra�as a deus!

Srta. Stapleton, onde ele est�?

Perto do p�ntano Grimpen.

Eu vou te mostrar.

Quero que fique aqui, Srta. Stapleton.

Watson.

Pssst!

A carca�a de uma ovelha, Watson.

Olhe, Watson.

A bota perdida de Sir Henry.

Parece que estou em vantagem, sr. Holmes.

Eu posso ver voc�, mas voc� n�o pode me ver.

Eu tenho uma bala para cada um de voc�s.

Sr. Holmes.

Dr. Watson.

E at� amando...Beryl.

Oh, Jack, pelo amor de Deus, pare!

Watson, a lanterna.

Ainda posso v�-lo, Sr. Holmes.

Agora, Watson, conte bem devagar

at� dez e, por favor, abra a porta?

Devagar, Watson.

Oito, nove...

Dez.

N�o acertei, Sr. Holmes?

Oh, eu devo ter passado perto.

Ou talvez voc� j� esteja morto.

Longe disso.

Pare! Ele conhece o p�ntano.

Voc� n�o pode segui-lo l�.

Eu n�o tenho escolha.

Stapleton!

Voc� nunca vai conseguir, Sr. Holmes.

Stapleton, estou avisando...

Ajudem-me! Socorro, Deus, por favor!

Aqui, me d� sua m�o.

Sr. Holmes! Ajude-me!

Por favor!

Aguente.

Socorro, Sr. Holmes! Por favor, ajude-me!

Ajude-me! Ajude-me!

Ajude-me!

Ajude-me! Oh, n�o! Oh, Deus!

Oh, por favor, me ajude! Oh, Deus!

Oh, Deus!

Oh, Deus! Oh, Deus!

Sr. Holmes, por favor!

Santo Deus! Stapleton!

Sim.

� o caso mais surpreendente que j� vi.

Obviamente o irm�o ovelha negra de Sir Charles,

Rodger, n�o morreu sem filhos, ele tinha um filho.

Stapleton!

� como ele se chamava.

Na verdade, um Baskerville.

Sim, era inten��o de Jack reivindicar a heran�a.

Uma vez eliminada a competi��o?

Foi o retrato que o levou a ele?

N�o.

Oh, n�o.

Foi esta jovem.

Mas eu n�o conhecia voc� antes da noite passada.

Eu era o cigano que leu a palma da sua m�o.

A palma cheirava a jasmim.

O mesmo perfume estava no bilhete de advert�ncia

que voc� enviou a Sir Henry em Londres.

Voc� que enviou o bilhete?

Eu tinha que te avisar.

Tentei de todas as maneiras que pude sem trair Jack.

- Voc� tem que entender que eu n�o podia... - Claro. Eu...

vi com meus pr�prios criados o qu�o profunda � a lealdade de uma irm� ao seu irm�o.

Ainda mais profunda, a lealdade de uma esposa para com seu marido.

Voc� sabia?

Quando eu li sua sorte.

Eu vi a pequena marca branca circundando seu dedo.

� evidente que uma alian�a de casamento foi usada l� em algum momento.

Al�m disso, testemunhei a explos�o de Stapleton quando

ele se deparou com voc� e Sir Henry na charneca.

Seu comportamento era mais o de um marido

ciumento do que de um irm�o protetor.

E finalmente...

casamentos, como mortes, s�o registrados.

N�o � muito dif�cil encontrar evid�ncias documentais que provem isso.

Ele queria que eu atra�sse Sir Charles para a morte.

Eu recusei. Fui contra tudo desde o in�cio.

Mas sempre que objetei, fui espancada.

Eu implorei mil vezes a ele.

Mil vezes quase fui � pol�cia.

Mas n�o conseguia.

Mesmo tendo provocado o ataque card�aco de

Sir Charles, ele n�o o matou diretamente.

Eu pensei que se eu pudesse mant�-lo longe...

Se eu...

Eu fui uma tola.

Esse pesadelo acabou para n�s dois.

A maldi��o dos Baskervilles n�o nos assombra mais.

Eu gostaria de caminhar na charneca.

A maldi��o dos Baskervilles,

� uma inven��o da imagina��o.

Mas sem imagina��o, Watson...

n�o haveria horror.

Legendado por Jaf em 24/11/2021

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