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Original subtitles

A memória é um monstro.

Nós esquecemos.

A memória não esquece.

NOS EPISÓDIOS ANTERIORES...

Seu livro não faz menção ao nosso encontro anterior.

Pois é, as coisas não terminaram bem da última vez,

então vamos recomeçar.

Verdade e reconciliação.

O ano era 1910.

Louis, deixe-me apresentá-lo ao Sr. Lestat de Lioncourt.

- Aquele homem, Lestat? É o diabo. - Paul!

- Posso trocar essa vida de vergonha. - Socorro!

Trocá-la por um presente sombrio.

Eu te amo, Louis.

Seja o meu companheiro.

Rashid, você sempre trabalhou para ele?

Você está tendo acesso a itens muito preciosos dos arquivos.

A Claudia era tudo.

Eu a amava incondicionalmente.

Quatro páginas foram arrancadas.

Ela escreveu sobre isso

- e eu gostaria de ler. - Não.

Quem eu deveria amar?

Vocês dois têm um ao outro.

Ela está envenenando o Louis contra mim.

É assim que tem que ser, para mim.

Para a minha família.

Isso não é vida!

Porque você tirou a minha vida!

As fitas são uma performance admitida.

Essa é a premissa da nossa entrevista.

A odisseia da lembrança.

Vou lá encontrar outros vampiros.

Os vampiros lá fora são cruéis.

Eu vou matá-lo.

Nós íamos matar o Lestat.

Então o que você fez com ele?

Nós o jogamos em um baú e o deixamos junto com o lixo.

Entramos em nosso carro e fomos embora.

Um navio mercante, recém-batizado e com destino à Europa,

prontos para iniciar a aventura das nossas vidas.

Você não matou o Lestat.

Você escolheu o Lestat em vez dela várias vezes.

E você ainda é Louis, o cafetão,

pagando uma puta para sentar e conversar com você.

Essa sessão acabou.

O Louis, às vezes, pode agir mal. Eu o protejo de si mesmo.

O que você disse sobre a memória?

Um monstro, não foi?

Daniel Malloy, gostaria que conhecesse o vampiro Armand,

o amor da minha vida.

Griots Team apresenta

Interview with the Vampire - S02E01

"What can the damned really say to the damned"

Tradução: TatianeVS - Alzwitch71 - NOSferatu

warzoom - Feroxxx - Lari.Witch

Revisão: TatianeVS

EPISÓDIO 8

O QUE O CONDENADO PODE DIZER PARA O CONDENADO

A PERSONAGEM CLAUDIA SERÁ INTERPRETADA POR DELAINEY HAYLES

Ela escreve aqui: "Eu não sonho."

Posso confirmar isso.

Pelo menos foi o que ela me disse uma vez

enquanto eu falava sobre um dos meus sonhos,

que eram erráticos e frequentes naquela época.

Claro, ela pode ter dito isso para me calar,

mas mesmo assim ela escreveu isso aqui, então vamos acreditar.

Vamos.

Ela continua.

"Viajamos com pouca bagagem em nossa casa ancestral.

Dormimos na terra.

Fizemos rotas tortuosas ao redor do louco exército,

avançando em direção à Mãe Rússia."

Alguns diriam que foram férias europeias mal programadas.

Discordo.

Não para a Claudia.

Tantos anos vasculhando bibliotecas em busca de evidências da nossa espécie,

ela não permitiria que a divisão ideológica da humanidade

a atrasasse.

E os horrores pelos quais passamos todas as noites.

A precisão dos trens acelerando para a atrocidade

só calcificaram sua determinação de encontrar outras pessoas

com quem se relacionaria.

E relendo essas páginas,

fica claro que ela achava que eu não estava mais qualificado.

Você pode imaginar nunca sonhar?

Você estaria ansioso para dormir?

Ou isso te aterrorizaria quando o dia amanhecesse?

Ou é o sono de uma criança?

Tábua rasa.

Mais uma vez, essa é a voz de um vampiro, o Armand,

mas continue a desconsiderá-la enquanto ele permanece em sigilo.

- É a entrevista do Louis, Sr. Molloy. - Você está na mesa.

Estou na nossa sala de jantar.

Você não está jantando.

Um ancião não precisa de tanto sangue quanto os jovens.

Intrigante e desconsiderado.

Autorização.

Nós trabalhamos em Kiev, somos serventes,

limpamos casas,

mas com a guerra, voltamos para casa.

Por favor, deixe-nos passar.

Só uma garotinha e seu irmão.

Ucranianos negros?

Ele não fala. Ele é retardado.

Só trabalha.

Waffen-SS, ponto de checagem 30317...

Ela nos guardou em navios, trens e carroças.

Ela pediu aos agricultores desesperados e aos soldados racionados

que lhe ensinassem suas línguas antes de matá-los.

E quando ela reuniu palavras e gramática suficientes,

ela parou de perguntar.

A Claudia era uma pessoa um pouco indecisa,

uma guia turística maníaca.

E qualquer castelo ligado ao Vlad Tepes ou ao Vlad Dracul,

por menor que fosse, tinha que ser explorado.

E suportei tudo pela Claudia,

e a raiva dela contra mim e a minha recusa em queimar o Lestat

haviam a entorpecido em um silêncio amargo.

Essa guerra.

Está afetando o sangue.

Tenho bebido miséria,

desesperança.

Está no sangue, estamos absorvendo.

Assumindo.

Acho que é por isso que não conseguimos nos aquecer.

Você acha que é isso?

"Louis, você disse alguma coisa?"

Obrigado por perguntar.

Eu disse uma coisa, Claudia.

Falei que estou com frio.

Durmo em um buraco todas as noites.

Estou esgotado.

E você?

"Então, irmão Lou,

também estou um pouco deprimida.

- Mas..." - Ataque aéreo.

Não foram os hunos assassinos ou as feras de Ivan,

ou o fogo que caiu da RAF que afugentou o vampiro.

O vampiro não estava aqui há séculos.

Os poucos fragmentos de provas forenses que achamos

tornaram o caso claro,

mas a Claudia era inderrotável.

Como um geólogo maluco agitando uma presa de mamute e dizendo:

“Vamos bater na porta do vizinho, deve ter alguém lá dentro.”

Está morto.

Talvez seja hora de irmos para casa.

“Ele me perguntou se poderíamos ir para casa.

Casa?

Haveria uma pergunta mais ofensiva?

Voltar para Nova Orleans.

Escavar os ossos dele, por que não?

Louis de Pointe du Lac.

Peso morto".

Quero te agradecer

pelas memórias que me ajudou a restaurar no outro dia.

Entendo esses diários muito melhor agora.

Quero te agradecer, Louis, pelas oito horas de ontem

sobre como evitar o sol e torpedos

enquanto cruza o palco de guerra do mediterrâneo.

E pelas duas horas de hoje, e subindo,

sobre caça a vampiros que nunca se materializam.

Já leu "Moby Dick", Rashid Verdadeiro?

Estou aqui para servir.

É, claro.

Me desculpa, isso é tão estranho.

Para onde te mandaram

quando o Shah Rukh Khan aqui estava fingindo ser você?

Tem uma sala do pânico atrás da obra de Rembrandt?

Meu amado teve uma companhia de teatro por 150 anos, Daniel.

Seu amado estava em uma caixa pensando em um ferimento no pescoço,

de acordo com a Claudia.

Ela escreveu, vamos escolher acreditar.

Imprestável em São Francisco, imprestável em Dubai.

Desprezível.

Olá, meu amor.

- Não. - Sim.

Não.

É a mesma questão?

Vá embora.

Ou sente a minha falta?

Eu sinto a sua falta.

Apesar dos nossos recentes desprazeres,

- ainda sentimos saudades um do outro. - Claudia!

Quatro anos de perambulações e ainda sem sinais do vampiro benevolente.

Então, como a negação se manifesta hoje?

Cheirando a conhaque alemão?

Você não está aqui, só estou fodido da cabeça.

Bem fodido.

- Ela valeu a pena? - Valeu.

Fala como se acreditasse nisso.

- Eu acredito. - Eu Acredito.

Eu acredito, eu acredito.

- Eu acredito. - Pare!

Eu acredito, eu acredito.

Eu acredito, eu acredito.

Eu acredito, eu...

O purgatório é um lugar adorável para música.

Tenho uma nova peça, Concerto à Garganta Cortada e Orquestra.

- Me desculpa. - Não diga isso de novo.

Vai arruinar a peça com o seu remorso.

Foi uma traição perfeita.

Você me deu uma morte distinta.

Caminhões!

Mas em resposta à sua pergunta:

Sim.

Eu vou te matar violentamente.

Se você estivesse vivo, já o teria feito.

Amor.

Estou apenas esperando até que fique feliz.

Então acelere, mon Cher.

Eu já tinha tomado sete mil almas até então.

Mas o Lestat foi o único que pareceu um assassinato.

Semântica, é claro, mas foi como eu senti.

Ele veio por convite.

Minha distração da paisagem monocromática.

O cinza de uma rua obliterada,

o marrom-cinzento de uma cidade carbonizada.

Na Alemanha, Hitler tomou uma pílula em seu bunker e toda a Europa comemorou.

Mas na Romênia, o champagne azedou e não estourou.

Os soviéticos substituíram os nazistas.

A guerra se tornou ocupação.

Rápido, vamos logo!

É o último?

Vamos!

Vamos, vamos, vamos!

Abram eles.

Atirem!

Mandem eles para o inferno.

Vamos sair daqui.

Por que estão atirando em caixões?

Janelas fechadas, portas trancadas.

Como toda outra vila que vemos, as pessoas saem quando os Russos chegam.

As pessoas saem? Então quem colocou alho nas portas?

- Quem pregou a cruz na parede? - Por que não bate e pergunta?

Como nos livros, acham que alho os protege.

- Livros? - Acham que odiamos Jesus.

Não me venha com esses livros cheios de mentiras!

Um vampiro esteve aqui.

Outro crucifixo.

Tudo bem, tudo bem.

- Que merda. - Aja normalmente.

Não diga nada sobre nada.

Documentos.

Minha mãe. Vocês a viram? Por favor, ajudem!

Húngaros.

Aqui é a Romênia.

Procuramos minha esposa, esperamos encontrá-la.

Seus documentos não são bons.

Por que eles estão aqui fora no escuro? Vocês são idiotas?

- Fale russo. - Vão fazer suas patrulhas importantes.

- Fale russo. - Mortos não precisam de documentos.

Não se deve viajar à noite. E com uma criança.

A mãe dela é enfermeira.

Ela veio à Romênia atrás dela.

Americano?

Entendi.

Guerra, todos têm história triste.

Você entende meu inglês?

- Entendo. - Emilia.

Mary. Esse é o meu pai, Robert.

Estamos cansados, precisamos de um lugar para dormir.

Podemos retribuir.

Vodca?

Claro.

Você vai fazer amigos.

Não tem mais camas. Sala da caldeira, podem passar a noite.

Quente, caldeira barulhenta.

Obrigado. Ficaremos bem.

Americanos! E eles trouxeram vodca e cigarros.

Eles não estão acostumados a ver homens com boa aparência.

E toda essa gente?

A maioria é da cidade, alguns não podem ir para casa.

Casa destruída.

Por que vocês estão morando aqui?

Paredes de pedra e portas de metal.

Algum problema na floresta?

Bombas no solo, lobos,

talvez soldados alemães que não sabem que a guerra acabou.

Talvez algo pior.

- Ou talvez vampiros. - Por favor!

- Olhe, soldados com alho no pescoço. - Não, não, não, não, não!

Sopa em troca de cigarros.

Mau negócio para vocês.

Mas Deus esquecerá quando vocês morrerem.

Deus não vai esquecer.

Americanos?

Não ouço nada em inglês há seis meses. Digam alguma coisa. Qualquer coisa.

Alguma coisa, qualquer coisa.

- Olá. - Olá.

- O que eu "falar"? - Não dá para chamar isso de inglês.

Seu professor ama você demais para ensiná-la direito.

Esse é o Robert.

Louis.

Na verdade, ela aprende rápido, e eu estou tremendamente apaixonado por ela.

Ouvi que vocês têm vodca.

Este é o Morgan.

Morgan Ward, correspondente do Daily Herald.

Eles esqueceram que estou aqui. E já esqueci o seu nome.

- É Louis. - Louis! Louis, maravilhosamente estranho.

Bem-vindo ao inquestionável inferno na Terra!

- E você? Qual é o seu nome, filha? - Por que estão atirando em covas lá fora?

Essa é a minha filha, Mary.

Sua carne alimentará o nosso solo!

Seus ossos embranquecerão as nossas terras!

Andrei.

Seria bom levar a Mary para conhecer as outras crianças.

Não precisa, senhor, obrigada.

Pode ir, Mary. Vá conhecer as outras crianças.

Aposto que elas sabem tudo sobre esse lugar.

Espera, isso está errado.

Ela não disse aquilo na frente da Claudia.

Disse o quê? Quem?

Os lobos, os alemães, algo pior.

Emilia, ela não diria isso na frente da Claudia.

Lobos, talvez soldados alemães que não sabem que a guerra acabou.

Talvez algo pior.

Ela achava que a Claudia era uma criança.

A Claudia saiu.

E só então ela disse.

Tem alguma coisa acontecendo lá na floresta?

Bombas no solo, lobos,

talvez alemães que não sabem que a guerra acabou.

Talvez algo pior.

Isso.

Isso!

Foi assim.

Devemos observar cada detalhe.

Concordo totalmente.

Acho que é a hora de fazer um intervalo, Louis.

Sabe, Rashid Verídico, sou muito bom no meu trabalho,

um repórter brilhante e jovem com um ponto de vista.

Entrevistei um arcebispo católico destituído,

quatro vice-presidentes da Enron,

e se eles tivessem algo a esconder, sempre começavam com algum disfarce.

Não literalmente, não uma fantasia de Halloween, luvas, lentes de contato.

Contam piadas, são carismáticos.

E então, em um ponto crítico, quando chego perto,

o disfarce se desfaz e eu vejo um vislumbre da verdade.

O Armand não queria que eu desse a entrevista, Daniel.

Ainda não quero.

Mas ele queria ficar por perto, não é, Rashid Verídico?

Quer dizer, provavelmente não descobrirei o que ele está tentando esconder,

mas quem se importa?

Acontece sempre.

Mas quero te perguntar, como um membro das espécies inferiores,

para que dizer: "Vampiros existem. Aqui está quase toda a história"?

Obrigado, Rashid.

É por isso que vou atrás de você, Rashid Verídico.

De você, eu consigo arrancar a verdade!

Me deem licença.

Anda nas pontas dos pés pelas criptas

Anna, Anna, que ela apodreça

Anna, Anna, não seja pega

Quem é Anna?

Quer ir atrás dela? Entre no buraco, e vá andando.

Quem for mais longe ganha.

Ganha o quê?

Corvo.

Ela ficou devastada quando nossos filhos foram para a guerra.

Virou voluntária da Cruz Vermelha.

Uma santa esposa.

É, ela é de família militar.

O tipo de mulher que não dá para contrariar.

Conheço o tipo.

Um brinde.

Por que eles estão atirando em caixões aqui?

Camponeses comandados por camponeses.

Anfetamina alemã, as superstições de um país atrasado.

Névoa da loucura na lama, nas árvores e nos rios.

Durmo de calças até os tornozelos com medo disso me pegar.

Este é um país velho com coisas antigas nele.

Mais neblina intensa, e ela é a prefeita da vila.

- Eu acredito. - Eu também.

Acredito em tudo que você diz, Emilia.

Case comigo.

Quando o padre voltar.

É a nossa piadinha.

O padre foi arrastado pelos nossos amigos soviéticos.

E quando digo "arrastado",

quero dizer amarrado a um caminhão e arrastado.

Algo lá fora com a alma perturbada.

Perturbada?

Pare com essa porcaria de sino.

É besteira.

Os sinos funcionam.

O alho funciona.

Metralhadoras funcionam.

Como vamos escutar algo com você tocando esse...

Eu também bebo o sangue.

Eu posso te mostrar.

Deixe eu te mostrar.

Consegue me ouvir?

Acho que ele está morto.

Você não deveria beber.

O triunfo sobre o mal de Hitler pode ser sentido em toda a França,

e em um exemplo fantástico disso, as inestimáveis obras de arte

que estavam amontoadas no campo, foram colocadas em caminhões

e retornaram ao seu lugar legítimo em Paris.

E nós do Serviço Mundial da BBC, falando para o resto do mundo ocidental,

enviamos um agradecimento aos nossos aliados na França

com quem estaremos em breve.

Você é um vermelho, Louis?

Você disse algo?

Disse.

Não entendi.

Então vou repetir.

Você é um vermelho?

Sem julgamento. Pergunta simples.

Eu sou

uma vodca mágica negra.

Estou tendo a primeira noite boa em muito tempo. Qual é?

Você é um desertor ou um Bolchevique?

É por isso que você não tem amigos, velho.

Eu já te falei.

Estou procurando a minha esposa.

Está impresso em papel albuminado.

Gostaria de ouvir a senhora cantar.

Eu tiro minhas próprias fotografias, ganho mais dinheiro assim.

E a foto da sua esposa foi tirada por uma câmera de placa de vidro,

impressa em papel albuminado.

Isso tem mais de 30 anos,

o que faria com que ela

tivesse uns 60,

ou 65 anos, e o nascimento da sua filha seria um milagre médico.

Esse é um caminho que você não quer seguir.

Eu gosto de você.

Parece ser um homem bom.

Seja rápido com isso. A música já está na metade.

Como saiu sem permissão, volte e aceite a sua punição.

Será o paraíso em comparação com a utopia do tio José.

É isso?

É isso.

Isso foi indelicado.

Estou te cortando e levando a sua mulher.

Nunca mexa com uma vodca mágica negra.

Posso ter essa dança?

Se você é bolchevique, está fazendo uma aposta tola.

Você quer mesmo se casar com ele?

Ele tem o negócio grande dentro da calça.

Papai!

Eu caí de uma árvore.

Era uma coisa grande e as roupas eram apodrecidas.

Faça isso!

Era forte. Matou e levou o corpo.

- Era um vampiro? - Tinha presas, o que mais seria?

- Uma cobra, um babuíno. - Um babuíno?

- Os babuínos têm presas. - Estamos na Romênia! Babuínos?

- A coisa falou? Tentou telepatia? - Sim.

- Sim, falou? - Tentei telepatia.

- Então não falou? - Acho que estava doente.

Por que ri com eles, dando seu nome verdadeiro?

Você não nota, enquanto faz amigos, que todos têm um crucifixo, e usam alho.

Os mortais terem medo de vampiros

em uma parte do mundo conhecida por ter vampiros

não é uma surpresa ou evidência de um vampiro real!

Há um de nós por aí!

Mas se ele não dança com você e diz que você é lindo,

ele que se dane, é isso?

- Olá, rancor! - Não!

Perdoei você por atrapalhar o meu plano,

mas não te perdoei por trazer ele com você.

Para um aterro com cinco anos de lixo em cima.

Para cá! Você o trouxe para cá.

Você nos desacelerou!

O que perguntaria se pudesse?

- A verdade dói. - Quem te fez?

E depois? Quem fez quem te fez?

O que estamos procurando aqui? Adão e Eva dos condenados?

Deus? Estamos procurando Deus, Claudia?

Isso, entre no buraco.

Eu conheci quatro vampiros até hoje e foram os piores.

Lestat, Antoinette, o filho da puta e você.

Procuro um, apenas um, que não seja um maldito bastardo!

As lembranças continuam borbulhando.

Acordei naquela noite com o som do caos que irrompia nas proximidades.

A Claudia estava...

Ela estava sonhando.

A cabeça dela se contorcendo como se estivesse sonhando.

Talvez você esteja apenas

"cobrindo a torta".

Não.

Posso senti-la.

Posso senti-la ao meu lado.

Ela está tendo um pesadelo.

O que é pior do que um pesadelo?

Se a alma está projetando seus medos, então está funcionando.

Mas a ausência de algo?

O vazio.

O nada.

Peças

voltando.

Horas, noites.

Objetos emergindo na água.

Foi apenas algo que ela escreveu.

Mas não era verdade.

Ela podia sonhar.

Obrigado.

Se você quiser fazer aquela pausa.

Não.

Não.

Eu quero isso.

Para lembrar.

Ela acordou com o barulho.

Chegamos de volta ao chão da fábrica em um turbilhão enlouquecedor de gritos

e soldados do Exército Vermelho.

Pelo amor de Deus!

Louis, ajude a trazer alguma sanidade para o quarto!

Olhe a mordida nela. Olhe a mordida!

Pelo amor de Deus, ela está machucada!

Tire os curativos!

Ela estava fora, com suas malditas armadilhas.

tentando alimentar todos vocês!

Acham que ela é um monstro.

Louis, Robert, ou quem diabos seja, me ajude!

Olhe, olhe!

Olhe, olhe!

Olhe! Olhe!

Olhe, olhe.

Certo!

Ela foi mordida!

Por lobos! Lobos a atacaram!

Lobos!

Não!

Você vem ou não?

Ela precisa de um médico, pelo amor de Deus!

Não atire.

Tem que cortar a cabeça dela

Corte todo o pescoço!

A cabeça!

Vão massacrá-la! Louis, por Deus, faça algo!

Assuntos humanos.

Ajude-a, pelo amor de Deus!

- Morte e como evitá-la. - Ela estava pegando coelhos.

- Problema deles. -Não!

Não! Não! Não!

A nossa preocupação estava na mata.

Aquilo parece um babuíno?

Eu de novo.

Não se assuste.

Tudo bem. Tudo bem, ele é seu. Não o queremos.

Que diabos é isso?

É...

um vampiro.

Não, eu sou um vampiro. Isso é a porra de um bagre com dentes.

Está sujo.

Não gosta de nós.

Nós, você, o mesmo.

Não é a mesma coisa, nem de perto.

Louis!

Louis!

Louis!

Claudia!

É a mamãe.

É a mamãe. Mamãe está aqui.

Uma criança.

Você arrancou os olhos de uma criança.

Como ele poderia caçar?

Como?

Uma mulher vampira.

Uma mulher vampira furiosa.

Uma mãe.

Palavras, linguagem e movimentos lentos o suficiente

para sentirmos que queria ser seguida por nós.

Eu não vou parar.

Nem eu.

E assim fizemos.

Pela floresta, como se fosse um conto de fadas.

Mas mesmo que conseguíssemos que ela falasse conosco, o que ela diria?

O que, afinal,

os condenados podem realmente dizer aos condenados?

Beba, beba...

Viemos do outro lado do oceano.

Nós te procuramos há cinco anos.

Viemos ao lugar onde se fala de vampiros,

para encontramos outros como nós.

Nós possuímos a noite.

Certo?

Certo.

- Certo. - Longos séculos, nas vilas,

dentro de suas casas, bebendo, bebendo, bebendo.

Eles não querem mais viver.

Talvez seja o sangue.

Conte a ela sobre o sangue.

Esse sangue daqui...

você não pode...

Diga em inglês.

O sangue daqui é ruim.

Os humanos...

há muita tristeza, muita dor.

Nós também sentimos isso quando bebemos.

Não podemos nos aquecer.

Nossos corpos doem.

Talvez você precise de sangue melhor.

Do outro lado do oceano?

América.

Outro como uma trilha de pão queimado.

Quantos de nós ainda restam?

E que tal isto aqui?

Cezare Romulo.

Ele era engraçado.

Matou um circo viajante em Sibiu.

Matou todos, menos o urso,

mas tudo que está nas trevas,

permanece nas trevas.

O que ela está falando?

Quem sobrou?

Você matou o meu último na floresta.

Ele estava nos caçando.

O que ela está falando?

Todos eles estão mortos agora.

Todos se foram.

Como o creme do topo de um balde de leite.

Tantas noites para vir

até a estrada do diabo,

brincando em seu sangue,

você vai rir e rir...

E você virá com a gente?

Vou.

Vocês me levam ao outro lado do oceano com vocês.

E vou crescer forte novamente.

E vou contar a minha história.

E você vai me contar a sua.

E vamos matar por pequenos prazeres

e esperar que crianças se juntem a nós.

O vento em nossos cabelos

enquanto pisamos descalços na grama.

Daciana.

Louis.

Claudia.

Não temos nada.

Isso!

E foi assim que conhecemos o vampiro do velho mundo.

Recebemos uma oferta agressiva do tríptico Bacon.

Eu não sabia que tínhamos disponibilizado isso.

É um nome novo, então devo fazer a diligência,

mas é um número que você não imaginaria.

Posso ver as páginas que arrancamos?

Dos diários da Claudia.

Fizemos um acordo.

Não sei o que mais está confuso ou mal lembrado.

Meu nome está em algumas dessas páginas.

Sento-me em frente a ele e pondero sobre o fato de que não sei

quais outras lembranças equivocadas foram incluídas no meu relato.

Não vou compartilhá-las com ele, mas preciso lê-las novamente.

- Posso comentar? - Perdi o controle da entrevista.

Exatamente.

Ele é habilidoso.

Ele quer você em pedaços

para ter o privilégio de remontá-lo como quiser.

- É o trabalho dele. - É a droga dele.

Ele está se divertindo. Acabe com isso.

- Não. - Eu quis dizer: colocá-lo em um avião.

Não.

Pedirei ao Rashid para montar as páginas removidas.

Qual é o seu comentário?

O garoto que conhecemos em São Francisco.

Aquele que se atrapalhou com seu gravador,

que mal entendia o significado da história que estavam lhe contando.

Ele ainda está lá, em algum lugar.

Podemos encontrá-lo.

Podemos fazer com que ele diga o que houve depois.

Como?

Nós fazemos isso juntos.

Como tudo o que fizemos nos últimos 70 anos.

Bom dia.

Então, pessoal, o que houve?

Você tem a nossa atenção.

Tenho?

Tem.

Na gravação?

Entendi.

Sessão dez: o vampiro Louis e o vampiro Armand.

Você foi para o Oeste.

A Claudia estava totalmente quebrada.

Ela havia deixado uma parte de si mesma na Romênia.

Eu sabia que tinha que levá-la para longe de lá.

Escolhi a cidade que nos chamou pela rádio.

Para a mãe de Nova Orleans.

- Os membros do meu clã sentiram... - Nós vamos chegar até você.

A guerra apagou as luzes,

despojou suas ruas de sua beleza,

enviou sua vanguarda para o exílio.

Mas agora, o mundo inteiro estava pronto para regressar,

para refazer as suas vidas.

Peregrinos em seu caminho esperançoso.

Eu quero te falar uma coisa.

Não preciso ouvir nada de volta, só preciso que me ouça.

Palavras difíceis e palavras suaves.

As difíceis.

Nossa vida é uma merda.

Tem sido uma merda.

É uma merda. Será uma merda de novo.

Pare de sentir pena de si mesma.

Ninguém está olhando, ninguém se importa.

Uma vida de merda supera nenhuma vida.

Mas do lugar aonde vamos agora não podemos fugir novamente.

Não significa que esquecemos o que vimos.

O que ela fez na nossa frente.

Se for por esse caminho, te puxo de volta.

Não preciso disso de você.

Enquanto você andar pela Terra, nunca sentirei o gosto do fogo, entendeu?

Vamos encontrar outros como nós.

E se não estiverem aqui, porque a vida é uma merda,

ou eu estragar tudo de novo, ou você estragar tudo,

iremos para o próximo lugar.

Não podemos ser os únicos bons por aí.

Palavras suaves.

Se você fosse a última vampira da Terra,

seria o suficiente.

Você e eu.

Eu e você.

Você e eu.

Eu e você.

Você e eu!

Combinado.

Combinado.

Não tenha medo.

Basta iniciar a fita.

NESSA TEMPORADA...

Bem-vindos ao Teatro dos Vampiros.

Os americanos estão aqui!

Aqui é diferente. Eu amo isso.

Nunca quero ir embora.

Quem é aquele homem bonito ali na parede?

Eles têm um santuário para ele. E se descobrirem que o matamos?

Nós dois agora existimos em dois mundos diferentes.

Qual é o seu problema?

Você é esquizofrênico, Louis?

Condenado. Sempre condenado.

Escolheu outro em vez de mim!

E aquela história de eu e você, você e eu, eu e você?

Deixe-me contar um pouco sobre o Armand do século XVIII.

Você teme o Armand.

Você deveria temer o outro.

Lestat, Lestat, Lestat, Lestat, Lestat, Lestat, Lestat, Lestat!

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