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Socorro! Preciso de ajuda!
Ei, onde eu posso achar o xerife? Tenho problemas com Gay Stevens.
Onde diabos está o xerife? Escute, eu preciso saber!
Responda-me, certo?
Por que pergunta a mim? Vá na sala dele!
-Onde fica a sala dele? -Do outro lado da rua.
Xerife! Gay Stevens está vindo me matar!
-Você não é Bill Dakota? -Sim, isso mesmo.
Então eu acho que isso é problema seu. Não meu.
Você não pode fazer isso comigo! Tem que me ajudar! Ele vai me matar!
Deixe-me entrar, pelo amor de Deus! Minha mulher e filho estão aqui comigo!
O mapa, Bill.
Bill!
Vamos dar o fora daqui!
Você é amigo de Bill Dakota?
Ele era meu irmão.
Eu vim o mais rápido que pude.
Eu sei que sim.
Obrigado por vir, Peggy.
-Ele está bem? -Está.
-Seu nome é Pat, não é? -É.
Você não se importaria em ficar na minha casa por uns tempos, hein?
O que está fazendo, Ken?
Não vai mudar nada agora.
Não se preocupe.
Eu não vou me arriscar.
Estou com medo, Ken. Leve-me com você.
Você vai ficar por uns tempos com a tia Peggy.
Tome conta dela agora, certo?
Claro, tio Ken.
Ken...
Volte logo.
Bom dia.
Ei, Dakota!
-Por que está aqui? -Para pagar pelo funeral?
Isso mesmo.
-Dez dólares bastam? -Hum?
Como você se acostumou com coisas repentinas desse tipo?
E então me pagam sem eu nem ter cobrado.
Preciso de um drinque.
Quero agradecer por tudo que fez. Não me esquecerei, Duke.
-Gostaria de uma informação. -Hum?
-Onde está o xerife numa hora dessas? -Para quê você quer vê-lo?
Adivinhe.
Você acha que algum daqueles homens da polícia está pra fazer justiça?
Você é um maldito idiota?
Por aqui, a justiça está morta e enterrada.
É, enterrada na primeira cova de Boot Hill.
E adivinhe quem eles vão colocar na segunda?
A misericórdia, filho! Sim, meu amigo, a misericórdia.
Olhe, o que você quer?
Você espera ajudar Bill porque ele era seu irmão?
Não.
A lei é um baralho de cartas, Ken Dakota.
E se acontecer de ela ficar contra você, não lute!
Agora volte pra casa e fique lá.
Ei, Ken, faça-me um favor, sim?
Se alguém perguntar pelo xerife, não diga que ele está no saloon passando o tempo.
Pode causar uma má-impressão.
Se fizer isso, vai descobrir o quanto ele é popular
no funeral dele.
Dez dólares!
-Eu pego. -Certo.
Senhor,
eu sou o irmão de Bill Dakota.
Bill pediu ajuda a você, antes de ser morto.
Você recusou. Por quê?
A lei não protege bandidos.
Bill tinha que se virar por conta própria, Dakota.
Naquele momento, ele era apenas um homem,
pedindo a ajuda de outro homem para se manter vivo.
Era tarde demais.
Gay Stevens teria nos matado a todos, e queimado a cidade inteira.
Você deveria ter tentado impedi-lo. Era o seu dever. É pra isso que é pago.
Eu acho que você matou Bill.
Sou um xerife, não um tolo idiota!
-Eu digo que você é um frouxo. -Você fala demais, Dakota!
Eu lhe digo pra dar o fora agora!
Pelos céus, ele conseguiu!
Oh, Ken! Vê esse caixão?
Madeira boa! Fiz dois deles para clientes importantes!
E onde está o corpo?
Não leve a mal, mas eu estou esperando pelo xerife há... há um bom tempo.
Ele não vai precisar. Eu acabei apenas com dois capangas dele.
-Você não matou o xerife? -Não.
Isso me deixa chateado.
Duas vezes que você quase me causa uma parada cardíaca!
Tenho que arranjar dinheiro porque você não mata ninguém.
Eu preciso de um gole.
Você conhece Gay Stevens?
Hã? Gay Stevens?
É.
Você passou pelo cemitério?
Viu todas aquelas lápides? Ele é responsável por metade delas.
Olhe, meu conselho é que você se mantenha longe daquele camarada.
-Onde posso encontrá-lo? -Procure por aí, caso não esteja no México.
Só alguns quilômetros depois da fronteira, sabe?
Ele vai pra lá, mata alguém e então retorna.
-Você já o viu cara a cara? -É, uma vez.
Aquele assassino com certeza é perigoso.
-Não para mim. -Como?
Você quer cruzar a fronteira, não é?
Bem, se você está tão determinado a se matar, não importa o que eu diga, então...
deixe-me ver... Seu tempo está correndo e você tem que ser medido!
Algum tipo de madeira que prefere?
Vai pagar adiantado?
Quero que você venha comigo e encontre Stevens.
Ouça Ken... Por que você quer desistir de uma vida tão calma e boa?
Você tem terras! É mais do que eu tenho. Nunca tive terras!
Você tem tudo o que precisa! Talvez você seja apenas ''loco''!
Eu não vou com você. E não quero o seu dinheiro.
E mais uma coisa.
Se eu for com você como diz, quem vai fazer nossos caixões?
Quero dizer, o seu?
-Obrigado de qualquer jeito. -Pra quê a pressa?
Espere! Você não acha que eu vou sem o meu casaco, acha?
Ah, garoto cabeça-dura e teimoso!
Eu admito! Gosto de teimosia.
Bem, vamos.
Não, não estou fazendo isso por dinheiro!
Ah, só para as despesas, certo? E o resto por causa da idade.
Pronto! Saiam! Em frente!
Vão em frente.
Agora parem aí!
São os melhores escravos de toda a região!
Nunca vi lutadores tão bons!
Que lutam magnífica que eles travam!
Você conhece as regras.
Só tem uma bala.
Você tem três chances de atirar.
Mais uma vez.
Ou então mando ele atirar em você.
Você é um homem livre.
Tragam mais dois.
Não vou demorar.
Gosta dos meus charutos, Gay?
Não são nada maus, Chris!
Então?
São e salvo.
Como vê, eu mantenho minhas promessas, como você.
E o dono original?
Bem, se você quer a verdade, ele não precisa mais disto.
Ter esse mapa ainda não é ter o ouro.
É preciso ter dinheiro para operar uma mina.
Por isso que Lhe ofereço 300%. Pelo seu dinheiro.
E a minha influência.
Sabe, as autoridades por aqui não incomodam alguém protegido por Chris Malone.
Me enganei ou o ouvi dizer 500/o?
Ta certo.
Os seus 500/o.
O dinheiro está na cidade, no banco. E você vai ter ir pegá-lo.
Vai ser um trabalho fácil pra você, Gay. O banco é meu.
Quero ter certeza desse financiamento para todo o trabalho da mina.
Algo errado com isso?
Muito esperto. Você usa os miolos, hein?
E você deveria aprender a usar os seus, se tiver um.
Até amanhã então.
-Você tem tempo pra cuidar dos cavalos? -Não, amanhã, senhor.
-Entendo. -Duke, espere por mim aqui.
-Vou procurar uma pousada. -Tudo bem.
-Bienvenido, senõr! -Tequila.
Viu um homem chegar por aqui chamado Gay Stevens?
Gay Stevens...
Não, não. Não o conheço, senhor.
Mãos pra cima!
Não! Você não. Apenas se sente e ponha as mãos na mesa, onde eu possa vê-las.
Sabe, vim a este banco...
para fazer um saque. Mexa-se!
Encha a sacola!
Apenas fique quieto, não tente bancar o herói.
-Tem certeza que é ele? -Sim, é um rosto que ninguém confunde.
Corram!
Olé, gringo!
-Sinto muito se o surpreendemos! -Chris Malone é meu amigo!
Ah, é?...
Pra onde eles estão indo? A cadeia é na outra direção, não é?
Sinto muito por tratá-lo desse jeito, Gay.
Mas no meu lugar, acho que você teria feito o mesmo.
Tive que tirar seus homens do caminho,
antes que pudesse enfim fazer negócio com você.
Muito bem, Aumentaras.
Você fez um bom trabalho.
Obrigado, senhor.
Bem...
Vamos logo, Gay, estou cansado daqui.
Onde está a sua metade daquele mapa?
Não seja tolo, Gay.
Você me conhece, eu nunca desisto.
Vê o sol?
Está forte.
Você vai começar a suar logo, logo.
O sol vai ficar cada vez mais quente.
Até começar a fritar seus miolos, deixá-lo louco!
E eu não estarei aqui, sofrendo com você.
Vejamos, José, o sol nunca as deixa quietas.
Muito bem! Agora me diga onde pôs a outra metade daquele mapa,
porque, se não, você não me serve mais.
Se me matar, nunca vai tê-lo!
Não quero matá-lo, Gay.
Afinal, não somos sócios?
Amigos?
Não sei onde está!
Nós fizemos um trato! Eu fiz a minha parte!
Até matei pra você!
Solte-me, Chris!
Ouça!
Eu lhe dou 600/o!
Chris! Chris, me deixe ir! Chris!
Eu lhe mato, Chris!
Eu lhe mato com minhas próprias mãos se sair dessa!
Nunca vou lhe dizer onde está o mapa! Você nunca irá consegui-lo!
Vê aqueles roedores, Gay?
Eles estão com muita fome.
E eles gostam de mel.
Logo eles vão começar a roer a corda, fio por fio.
E você vai ficar cada vez mais próximo das cobras, enquanto o sol frita seus miolos.
Até que a corda não o segure mais...
ou você mude de idéia.
Por que você simplesmente não diz pra ele, Gay?
-Eu gosto mais de você vivo. -Socorro!
-Tire-me daqui! Não aguento mais! -Comece a falar!
Eu lhe dou 800 %! Mas me tire logo daqui, Chris!
A mordida não dói, Gay.
Uma vez que o veneno entra na sua corrente sangüínea,
-... você apenas quer dormir. -Tire-me daqui, Chris!
Deixe-me ir!
Você é quem decide.
Onde você escondeu aquele mapa?
Mas ele é meu! Meu!
Não aguento mais escutá-lo.
E cansei desse jogo. Vamos, Chris, por favor.
Pense.
Vou-lhe dar um pouco mais de tempo.
Preciso de um banho.
Volto amanhã.
Se não for tarde demais.
Ele quer passar o tempo aqui!
Você deve estar brincando, gringo. O que quer?
Aquele homem.
Bem, gringo.
Por que não vem pegá-lo?
Solte-me, senhor! Não aguento mais!
Quem é você?
Um homem que está atrás de você.
Desde que partiu de San Antonio.
-Eu não o conheço! -Não, mas conhecia meu irmão.
Bill Dakota.
Não! Eu não fiz nada! Ele fez!
Por que você o matou?
Não! Não!
Não! Espere! Espere!
Eu tive que matá-lo.
Éramos parceiros.
O seu irmão, ele tentou levar o mapa sozinho!
O ouro, vocês iam pegá-lo juntos. Você tentou tirá-lo do trato.
O mapa roubado...
Era isso o que eles procuravam?
Sim! Chris Malone! Ele queria tudo!
Nós éramos sócios, metade por metade.
Eu cortei o mapa em dois, e dei a metade pra ele.
E a sua metade?
Não tenho! Eu perdi!
Não! Espere um minuto!
Nós podemos fazer um acordo!
Vou dizer qual é o acordo.
Posso dizer que você vai ser protegido,
e a sua parte da mina, quando ela estiver instalada.
Mas vou continuar com o meu plano.
-Você terá que ser julgado.. -Claro!
Apenas me tire daqui! Faço o que você quiser!
Desamarre.
Nem tente nada.
Não iria longe.
É aqui.
-Não atire! -Não creio que vá ficar amarrado!
Eu lhe prometi. Um julgamento.
Não demoro, Clermond. Volto logo.
Ordem! Ordem no tribunal!
Muito bem, vamos fazer isso logo.
Eu pretendo voltar pra estação em dez minutos.
Muito bem.
Acusamos Gay Stevens...
bem conhecido como um pistoleiro.
Além de outras acusações, matou Bill Dakota e sua esposa.
Sem ser provocado ou sem a formalidade de um duelo.
-Você admite a culpa? -Sim, mas essa não é a questão!
O negócio é que...
vocês pegaram o homem errado, disso eu tenho certeza.
Gay Stevens, explique-se.
Eu lhe disse, não sou esse homem.
Eu não fiz isso, juiz.
Certo, ordem no tribunal! Ordem no tribunal! Algum comentário contra?
Ninguém protestou.
Muito bem.
Como estou com pressa,
e ninguém tem comentário algum,
eu declaro...
-... o réu... -Espere!
Perdão, meritíssimo, mas...
eu tenho uma testemunha aqui.
Por que você não disse antes?
-Aqui está a testemunha, meritíssimo! -A testemunha vai falar.
Qual o seu nome?
Peggy Savalas.
E o que você tem a dizer?
Esse garoto esteve na carroça.
Ele é filho da vítima.
O nome dele é Pat, e ele viu o assassinato.
Você acha que esse pirralho lembra mesmo das coisas?
Alto lá! Eu é que decido isso.
Certo, filho, agora diga quem matou seus pais?
Agora diga quem começou a atirar?
Vamos, filho, não quer dizer pra nós?
Diga, Pat.
Continue.
Foi ele!
Ordem no tribunal! Ordem no tribunal!
Eu declaro Gay Stevens culpado por assassinato.
A pena para esses casos é enforcamento.
Isso será feito amanhã ao amanhecer.
Xerife, ele é todo seu.
E, Xerife, não faca como normalmente faz.
Colocando uma corda no pescoço dele no instante em que viro as costas.
Eu disse amanhã.
Ao amanhecer, e falo sério.
Nem um minuto antes.
Você vem conosco?
Não, tenho que fazer uma coisa.
Duke, vejo você mais tarde.
-Sim, claro. -Eu fiz tudo certo?
Com certeza. Muito bem.
Ei, Clerm!
Segure seus cavalos!
Você fez dois grandes erros, senhor.
Primeiro...
Matou cinco dos meus melhores homens.
Segundo...
Você fez meu melhor amigo ser condenado à morte.
A sua interferência nos causou muitos problemas.
Diga ao xerife que você estava enganado e o garoto mentia.
Diga o que quiser, mas tire Gay Stevens da cadeia essa noite,
se não quiser mais uma visita como essa.
Vamos!
Ken! Ken!
Seja rápido.
Filho, ouça as palavras do Senhor.
''Eu sou a ressurreição e a vida, e quem acreditar em mim não...''
Viu, Gay? É sempre bom ter amigos.
Tire ele daí.
Aqui vamos nós! É melhor você se cuidar, amigo!
Pronto! Fique longe das tavernas. Brigas estão proibidas!
Apenas vá para casa e fique na cama.
Ken! Mataram o xerife!
-E Stevens? -Desapareceu.
Ei, Duke!
-O dinheiro do paciente... -Não se preocupe, doutor!
Farei seu caixão de graça.
Sempre assim toda vez que ele precisa de mim...
Diz que vai me fazer um caixão, meu funeral vai parecer um desfile!
Não quero! Eu recuso! Recuso! Por tudo que é mais sagrado...
Você não tem sido razoável, Gay.
Na verdade, tem sido um idiota.
Eu, pelo menos, teria deixado você viver.
Por uns tempos, sim.
Gay!
Eu preciso soletrar por que o salvei da forca?
Não.
Bem...
O mapa.
Roubaram de mim.
Mas sei onde achá-lo.
Onde?
Direi pra você amanhã.
Tudo bem.
Mas, cuidado, Gay! Não gosto de piadas.
... se a piada é comigo.
José!
Siga-o.
Marco! Hermenez! Manuel! Aos cavalos, vamos!
Por que você está aqui?
-Pra achar uma criança de boca grande. -Um criança? Que criança?
Vão embora!
Não tem criança nenhuma aqui! Você está enganado!
Fique longe de mim!
-Você caiu, tia Peggy? -Corra, Pat, corra!
-Não! -José! Pegue o garoto!
Solte-me!
-Não toque nele! Não ouse! -Não, não!
-Me ponha no chão! -Me solte!
Tia Peggy! Tia Peggy!
Me solte!
Não!
Gay! Ei!
Saia!
Vamos!
O doutor disse pra ele seguir as ordens e olhe só pra ele!
Para quê ele paga ao médico?
Peggy?!
Peggy, o que houve?
Gay Stevens esteve aqui.
Ele levou Pat!
Ei, Ken...
Não pude impedi-los, Ken!
Eram quatro!
Tentei lutar contra eles, mas...
Oh, Ken! Faca alguma coisa! Vão matá-lo!
Mas... Por quê?
O que querem dele?
Quem fez isso?
Não é nada.
Já basta!
Por que você tinha que se meter com aquelas pessoas?
Estou cansada de viver com medo!
Não sabe como perdoar?
Não pode trazer seu irmão de volta à vida, Ken.
Você vai voltar, dessa vez?
Ele está bem.
Eles querem um mapa.
E eu estou com ele.
Pat está seguro, até que eles consigam o mapa.
Preciso da sua ajuda.
E então, José?...
Ainda dá tempo. Quer mudar de idéia?
Repartir a fortuna.
Ouro o bastante para torná-lo rico pro resto da vida.
-Estou satisfeito. -Chris é muito rico.
Ele não já tem ouro o suficiente?
Com Chris, você não tem futuro nenhum.
Mas comigo, você ficará rico!
Um ''hombre muy rico'', José!
E quanto a eles?
Eles sabem o que tem no outro pedaço do meu mapa?
Só eu sei todos os segredos naquela casa.
Não, Gay, não posso. Chris me paga bem demais.
Eu pago mais.
E os outros?
Eu tomo conta deles.
Agora que estamos nesse negócio juntos...
Eu levo o garoto.
Pra ter certeza.
Me solte! Me solte!
Não! Não quero ir! Me ponha no chão!
Quero ir pra casa!
-Ah, é você, José? -Sim, Pedro, deixe-me entrar.
Vamos!
Por que andar no escuro?
Agora podem ver bem melhor, senhores.
Ouça, Chris... Eu nunca quis...
Naturalmente, José, é claro.
Sei que não quis.
Mas uma mina de ouro é uma tentação muito grande, não é?
Esqueça, José. Eu sei como são essas coisas.
Eu disse que não gostava de piadas de outros!
Cadê o garoto?
O garoto está bem, Chris.
Está numa pousada.
Você não me mataria, não é, Chris?
É verdade quanto ao garoto!
Acredita em mim, não é, Chris?
Certamente, José. Certamente.
Não se sente bem, querida?
Não.
Diga pro seus homens ficarem longe das armas.
Ninguém se mexe.
É isso o que quer?
O que tenho que pagar?
Cadê o garoto?
Tragam o menino.
-Tio Ken! -Fique aí, Pat!
Duke!
Coloque-o na carroça!
Tire-o do caminho.
Vamos, garoto! Vamos!
Tia Peggy!
Pat!
-Tudo bem com você? -Estou bem, agora.
Melhor ir andando, Peggy. O garoto não está a salvo aqui.
Quero mais uma coisa.
Aquele homem.
Ele é todo seu.
Tem uma coisa de que você não sabe!
É claro que matei Bill Dakota!
Mas fiz sob as ordens dele!
Ei, senhor!
Você se esqueceu de algo!
O mapa!
Duke!
Peguem-no!
Entre aqui!
Me dê esse chicote!
Ken!
Não o mate!
Qualquer coisa, é só falar, Ken.
Coloque-o na carroça.
Você tem muita sorte, senhor.
Finalmente encontrou um homem que não sabe odiar.
Elton Dezembro 2009
FIM
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