All language subtitles for a.k.a.Angel.of.Death.S03E05.POLISH.720p.WEB-DL.AC3.x264-iYi

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

ANGEL OF DEATH

Não se mexa!

Mãos na cabeça.

Devagar!

Ela está morta.

Tem a certeza que quer chamar alguém?

Cale-se!

A câmara está ali.

Apanhou tudo.

como o vinho que se tornou o sangue de Cristo

de muitas videiras foi feito

como o pão

de grãos de ouro

que o amor que oferecemos como sacrifício

Sr. Józef.

Lamento, mas não vai dar.

Eu disse ao senhor padre que não conseguia substituir o organista.

Sim, obrigado. Vou ter de me desenrascar.

Deus o acompanhe.

- Deus o abençoe. - E a si.

Louvado seja Cristo.

Sempre. Ámen.

Fiquei sem organista. Em que posso ajudar?

Agnieszka Polkowska, detetive privada.

Fui contratada pela família da Natalia Barańska assassinada.

Foi uma tragédia.

A Polícia já veio cá. Não sei como ajudar.

Tudo bem, só tenho algumas perguntas.

Reconhece isto?

São Paulo com uma espada.

Há muito tempo que não via um.

A irmã diz que a vítima a recebeu de um padre.

De mim?

Não, é impossível.

Há mais algum padre na paróquia?

De momento, só eu.

Iam mandar alguém, mas...

Crise vocacional.

Minha senhora...

Eu não tive contacto com a jovem.

Durante o retiro, estive...

doente.

Então, quem liderou o retiro?

O Paweł Nowicki, o organista. Ele tem formação teológica.

O organista que desapareceu?

Porque diz que desapareceu?

Pode ter sido por assuntos familiares. Há de aparecer.

É este homem?

De facto, são parecidos.

Mas o Sr. Paweł não tem cabelo e tem barba.

- Tem medo dele. - Desculpe?

Ele é um homem muito perigoso.

Uma ameaça para qualquer pessoa. Ele tem de ser preso. Já.

- Não o encubra! - Não o estou a encobrir!

Desculpe, mas preciso de me preparar para a missa.

Quando voltar, digo-lhe que anda à procura dele.

Deus a acompanhe.

Deus te abençoe.

Deus a abençoe.

Estou à procura do Paweł Nowicki, o vosso organista.

O padre disse

que se foi embora.

- Não atende o telemóvel. - Onde é que ele vive?

É urgente, sou irmã dele e é sobre os nossos pais.

Na casa paroquial.

Na cave.

Obrigada.

Apanhei-te!

- Ela disse que era irmã dele. - És tão ingénuo...

Sr. Paweł?

- Então, quem é? - Uma detetive, só a farejar.

- É por causa da morta? - Cala-te!

Não vale a pena falar disso.

Senhor padre!

Anda.

O que aconteceu?

É uma tragédia! E logo a seguir à outra!

- A encarnação do diabo! - Calma. Do que está a falar?

Mataram a Sra. Karolina!

O carteiro encontrou-a de manhã.

Esmagaram-lhe a cabeça!

Quem?

Andam atrás do Sr. Paweł, o organista.

Ele estava lá de visita.

O que está a fazer? Não pode passar.

- É o responsável? - O que faz aqui?

Tenho informações.

Deixe-a passar.

Força.

Comissária Mira Janik. A investigação é minha.

Comissária Agnieszka Polkowska. Ex-comissária, infelizmente.

Ouvi dizer que o Paweł Nowicki, o organista, é suspeito.

Isso cabe ao MP decidir.

Claro.

É este homem?

Este é o Paweł Nowicki?

Quem é esse homem?

Piotr Wolnicki, um assassino em série.

Suspeito que simulou a própria morte e escondeu-se na cidade.

Provavelmente, também matou a Natalia Barańska.

Raios, é ele...

Estava mesmo debaixo do meu nariz. Até o interroguei, mas...

Nunca pensei que pudesse ser ele.

- Pensei que estava morto. - Todos pensaram.

Sim, já a estou a reconhecer.

Tentou apanhar aquele sacana.

Tem o meu respeito.

E então? Deixou a Polícia?

Infelizmente, despediram-me.

Idiotas.

Estamos a perder os melhores.

Tem alguma pista sobre o paradeiro dele?

Ouça...

Não posso falar consigo aqui.

Nem devia estar aqui.

Dê-me o seu número. Podemos falar à noite.

Tem noção de que pode ser tarde? Ele vai voltar a fugir.

Conheço bem este tipo. Posso ajudar.

Claro que sim.

Mas se alguém nos denuncia, ambas estaremos em sarilhos.

Eu ligo-lhe.

Até breve.

Gaita.

Por amor de Deus...

Então?

Disse o que precisamos?

Não.

Como sempre, sou eu a fazer tudo.

Que fazes aí especado?

Fizeste trampa, agora tens de a resolver.

Vens ou não?

Dá-lhe água.

Se não der luta, custa menos!

Pronto...

Já temos a arma do crime.

Só falta uma confissão.

O que quer que diga?

Que matou a Karolina e a Natalia Barańska, nas suas palavras.

Sabe muito bem quem matou a Karolina.

Há um vídeo.

O cartão de memória?

Não gosto de violência,

mas sei usá-la.

Dê-me o cartão e eu solto-o.

Se lhe der o cartão,

você mata-me.

Ou o seu filho.

Dispenso o seu cadáver.

Mal tenha a arma e as imagens, prometo que o solto.

Será perseguido pela Polícia, mas já está habituado, não é?

Talvez tenha de voltar a partir, mudar a cor do cabelo, o nome...

Não é verdade, Sr. Piotr Wolnicki?

A sua amiguinha está cá.

Anda atrás de si. Tem pouco tempo.

Mira, uma testemunha afirma ter visto o organista. Podes vir?

Vou já para aí.

Vai ficar tempo suficiente para entender que não há alternativa.

Vamos.

Assim gosto mais.

Deves saber o teu lugar.

Recebeu a minha baixa?

Sei lá, o que interessa é que ouviste a mensagem.

Qual mensagem?

Não importa.

Esquece.

Qualquer um voltaria depois de um apertão.

Como assim?

- Não queres falar? Está bem. - De quê?

Ouvi o chefe a massacrar-te e a apertar contigo para voltares.

Eu não falei com o chefe ontem.

Não queres falar, não é da minha conta.

- Que foi? - Tenho cara de quem come a própria mãe?

Um bocado, sim.

Então, porque ages como ela?

Estás a falar do chefe?

Claro! Como é que sabias?

Ele queria despedir-te, a ti e à Wrońska.

- Ele ia despedir a Ewelina? - Sim.

Se fosse a ti, não vos punha a jeito.

Sobretudo na vossa situação.

Obrigado pelo conselho, tia. Agora dobra-te e mete-o no cu.

Talvez o faça.

E quando vir a Wrońska, pode bater-me outra vez.

Até que gostei.

Dessa vez, bato-te eu.

- Com prazer. - Ótimo.

Por falar em favores,

pesquisa a Mira Janik de Srebrna Góra por mim.

Ela esconde algo.

Vai-te lixar, mãezinha.

Vai tu, paizinho!

Raios me partam...

Gaita!

Já te decidiste?

Preciso de ir à casa de banho.

Devo gravar a tua confissão?

És mesmo assim tão psicopata?

Olha para ti.

Por favor.

Não te ouço.

Podes desamarrar-me e levar-me à casa de banho, por favor?

A lata está ali.

Lamento, a sério. Pela Karolina. Eu...

Não sabia que ela era tão...

O que vais fazer agora?

Eu matei-a porque ela foi marota.

E também te vou castigar.

Vai-te embora.

Helenka...

Quero que saibas que podes contar-me tudo.

Não precisas de ter vergonha.

Olha para mim.

O Leszek tirou-te alguma fotografia?

- Não. - Não tenhas medo, querida.

Podes contar-me tudo.

O Leszek não me fez nada!

- Não o defendas! - E isto é para ele.

Vou levar-lhe à prisão.

Helena!

- Não sabes bater à porta? - Vai-te embora! Ouviste?

O Leszek não me tentou fazer mal!

Só abriu uma coisa no computador!

Miúda, a mãe tem razão.

O Leszek tentou fazer-nos coisas terríveis.

Armou-se em nosso pai.

Coisa que nunca será.

Não passa de um pedófilo.

O chefe deu-me os parabéns. Diz que me preferiste à Polkowska.

Escapou-me alguma coisa?

Está a dizer trampa, como sempre.

Não vale a pena mentires.

Eu estava a ajudar a Aga.

- Diria mais a comê-la no chuveiro. - Infelizmente, não desta vez.

Descobrimos uma coisa, o sacana soube e quer-me fora daqui.

- Idiota! - Foi o que eu disse.

E porque estou metida nisso?

Não sei.

Sabes, sim.

Ele também te queria despedir.

- Não podes... - Ele não me pode despedir!

Mas, se quiser, que me despeça.

Meto um advogado e os Assuntos Internos.

Não aceito chantagens!

Se a Polkowska tem algo, não fiques aqui e vai ajudá-la!

Não posso.

Estou?

Bom, pesquisei aquela Mira por ti.

Obrigada.

Mas continuo zangado.

Está bem, mas tens algo sobre ela?

Sim e não.

Oficialmente, nada, mas manda em Srebrna Góra há 15 anos.

Há dois anos, o filho foi acusado de agressão agravada.

Massacrou a cara de um tipo, cegou-o.

Quanto tempo apanhou?

Zero. Foi arquivado por falta de provas.

Está a brincar...

A mamã deu um jeitinho?

É o que consta.

As provas desapareceram, as testemunhas perderam a memória.

Está bem, obrigada. Pode ser útil.

E, já agora,

quero pedir-te desculpa por aquela confusão com o chefe.

Devia ter-te dito.

Estou? Estás aí?

Sim. Estou a assimilar. A Agnieszka Polkowska pediu-me desculpa.

Não foi a Agnieszka, foi o avatar dela.

Também acho.

Ela não bebe, não se enrola...

Tudo o que resta da Polkowska é esta obsessão com o Wolnicki.

Vai acabar em breve. Estou quase a apanhá-lo.

- E depois, Abóbora? - Não sei bem. Volto a beber?

E aos engates aleatórios?

Tenho de desligar.

Interrompo?

Não.

Quem era?

- A Agnieszka Polkowska. - O quê?

Estou a ajudá-la na investigação.

Ela manda beijinhos.

Mrówiec!

Não tínhamos um acordo?

De todo. Nem vê que não percebe.

Quero apanhar assassinos e o chefe vive de aparências.

Ignora procedimentos, omite provas, não admite erros.

Não te dei confiança para isso.

Não tem vergonha?

À sua conta, o Wolnicki anda por aí a matar quem quiser.

- Ele está morto. - Sabe que não.

Não é assim tão burro.

E despediu a única pessoa que o apanharia!

Vais já juntar-te a ela.

Vais ser dispensado por desobedecer à cadeia de comando

e por divulgar informação confidencial!

- Até que enfim! - Vais esfregar sanitas de estações!

- Eis um trabalho que não me envergonha. - Todo teu.

E, agora, desaparece!

Fiquem bem, malta.

Quase me esquecia. Desculpe.

Por ameaçar uma grávida.

Porque é que ainda não me mataste?

Preciso de ti.

Para assumir a culpa por ti?

Sabes a história de São Paulo?

Fez coisas horríveis.

E nunca foi punido.

Arrependeu-se e redimiu-se.

E espalhou a palavra de Deus.

Quando Nero incendiou Roma, acusou Paulo e outros cristãos.

Eles não fizeram nada.

E, no entanto, foram condenados à morte.

Paulo sofreu um castigo pelos crimes de outra pessoa.

A sério que arranjas gajas com essa conversa de chacha?

Foram esfaqueadas por historietas?

Não são historietas.

Não?

Deus criou o homem à Sua imagem...

Não acreditas?

Não existe Deus.

Não existe Satanás.

Não existem regras.

Só nós existimos.

E nós criamos o nosso mundo.

A não ser que a mamã proíba.

Só não me matas porque ela não deixa.

É a única razão.

Não és livre.

Só fazes o que ela manda.

"Eu sou o bom pastor.

O bom pastor sacrifica a vida pelas ovelhas.

Quem é contratado

para guardar o rebanho,

vê um lobo aproximar-se,

deixa as ovelhas e foge.

O lobo salta sobre elas e espalha o rebanho.

Tal homem foge porque é contratado e não se preocupa com as ovelhas.

Eu sou o bom pastor e conheço as minhas ovelhas

e elas conhecem-me a mim."

Eu fui um mau pastor.

Não protegi as minhas ovelhas.

Deixei o Diabo entrar pelas portas da nossa igreja.

E matou as minhas ovelhas...

Fui fraco.

Perdoem-me...

Ele deu as palestras aos jovens

por mim.

Ele procurava vítimas.

E eu não fiz nada.

Ele chantageou-me.

Sabia o meu segredo.

Não se martirize com isso.

O Wolnicki é um psicopata cínico.

Simulou a morte, enganou o tribunal e a Polícia.

Não admira que também o tenha manipulado.

Enganou-nos a todos.

A mim, à Karolina...

Qual era a relação deles?

Ela acolheu-o em casa.

Serviu de álibi para a noite...

... em que a jovem morreu.

Ela ajudava-o?

Pensou que ele também a ajudaria.

- Que a protegeria. - De quê?

A Karolina tinha medo do Maciek, o filho da comissária.

Porque tinha medo dele?

Não sei o que aconteceu entre eles, mas o Maciek...

... andou à bulha com o Paweł.

Quer dizer...

Com o Piotr.

Acho que foi por causa da Karolina.

Tive de intervir.

E novamente, acabei por ficar do lado errado.

A Karolina não era nova, pois não?

Devia ser da sua idade.

Então, ele usou-a.

Não tinha motivos para a matar.

Desculpe?

Diga-me: qual era a relação entre a Karolina e o filho da comissária?

Não sei muito sobre isto. Era uma paixão estranha.

O casamento desmoronou-se.

- A Karolina era casada? - Sim.

Com o Artur, o antigo organista.

Ele partiu de repente.

Como se chamava?

Artur.

Que foi?

Quero confessar.

Força.

Confesso que matei a Karolina com uma condição.

Tens de admitir que a tua mãe manda em ti

e que não fazes nada sem a permissão dela.

- Engraçadinho. - Pensa nisso.

Safavas-te, não ias preso.

Só precisas de dizer a verdade, que és pau-mandado de uma bófia velha.

Eu fui como tu.

Toda a minha vida.

Controlado por mulheres que me queriam castrar.

Uma delas também é polícia.

Uma degenerada.

Uma alcoólica.

Matou o meu pai e, agora, anda atrás de mim.

Costumava temê-las a todas.

Agora, são elas que me temem.

Também podes ser assim.

Só precisas de te libertar,

antes que a mamã te corte os tomates por amor.

Ou corto eu os teus.

Ninguém me pode impedir de te matar.

Eu faço-o à minha maneira.

És um infeliz à conta da tua mãe.

Por causa dela, sofres e desperdiças a tua vida.

Cala-te!

A polícia que anda atrás de mim é mil vezes pior do que a tua mãe.

Ela odeia pessoas como nós!

Quer prender-nos para o resto da vida!

Ela não vai desistir!

Eu não sou teu inimigo.

São elas que querem privar-te da liberdade.

Olá.

Ainda não o encontrámos, mas temos testemunhas.

Belo carro.

É bom para andar na floresta.

Tenho de ir para a esquadra.

E a água e as sandes? São para os seus amigos?

Tire o carro ou amolgo-o.

O seu filho matou a Karolina.

Depois, telefonou-lhe e fugiu.

O Wolnicki chegou primeiro e encontrou o corpo.

Como sabia que seria o suspeito, escondeu bem as imagens.

E eu encontrei-as.

Quieta com as mãos.

Este território é meu.

Está a apontar uma arma a uma agente. Eu sei porque a despediram. Por ser burra.

E eu sei porque vão despedi-la.

Onde está o Wolnicki?

- Não sei. - Não sabe?

Como queira.

Vou à esquadra levar-lhes o cartão.

Vai ser despedida.

E o seu filho vai preso.

Se algo acontecer ao Maciek, nunca encontrará o seu assassino.

Entendido? Eu certifico-me disso.

Ele tentou queimar a sua filha, certo?

Sim.

Prefere o Maciek ao sacana que tentou matar a sua menina?

Por favor...

Consegue controlar o seu filho, para que não volte a acontecer?

Prometo que não voltará a magoar ninguém.

Ele é bom miúdo, só se perdeu. Ainda é jovem. Eu posso curá-lo.

- Tem a arma do crime? - Tenho.

Até tem as impressões digitais do Wolnicki.

Assim, fica resolvido.

O Maciek sai em liberdade

e o Wolnicki vai para a prisão.

Ele merece.

Dê-me o cartão.

Primeiro, dê-me o Wolnicki.

Mostro-lhe o Wolnicki e apaga as imagens.

Vou detê-lo oficialmente

e dizer que o localizou e levou a Polícia até ele.

A não ser que queira fazer de outra forma.

Não, está ótimo.

Desde que o Wolnicki seja preso.

Vamos dar algum tempo ao Maciek. E uma ou duas horas para ir embora.

Ninguém sabe que voltou. Vamos deixar assim.

Eu entendo.

Entendes o tanas.

Conheço tipas certinhas como tu.

Achas que és melhor?

Nunca irás cumprir e deixar o rapaz ir.

A viagem acabou para ti!

Até que a morte nos separe...

Nunca te deixarei.

Nunca.

NÚMERO DESCONHECIDO

Enviei-te uma localização...

Uma casa na floresta onde o Wolnicki está retido.

Agnieszka, calma. Respira.

O que aconteceu?

Envia uma equipa.

O Wolnicki sabe que ando atrás dele.

Deixou migalhas de propósito.

Aga, por favor, espera! Não...

Manda uma equipa!

Agnieszka, por favor. Que raio aconteceu?

Legendas: Ana Filipa Vieira plint.com

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.