Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
- Não matei aquelas mulheres. - Sim. Eu acredito.
- Ninguém acredita em mim. - Eu acredito.
O Tribunal de Primeira Instância de Opole considera o arguido Piotr Wolnicki
inocente das acusações imputadas.
Mudaste para mulheres mais velhas?
Sei que precisavas de descontrair. Mas com ela? Após todos estes anos?
Aceita o divórcio ou eu destruo-te.
Só estás viva porque és a mãe dos meus filhos.
Jola...
Jola!
Estás comigo ou não?
Não há terceira opção.
- Estás a encobrir um criminoso? - Descobri alguém que ajuda o Wolnicki.
Eu nunca te faria mal.
Força, mata-me.
Fizeste dela uma assassina. Deixa-a ir.
Vá, dispara!
Gostavas, não era?
Sra. Wolnicka?
Sou eu. Porquê?
ANGEL OF DEATH
Três criminosos andam à solta por vossa causa.
- Deixaram-nos escapar. - Três?
Sim, Mrówiec. Três.
És surdo?
O Wolnicki, a miúda e a Polkowska.
Ótimo, concorda que o Wolnicki é um criminoso que deve ser preso.
É um progresso.
Cala-te, ou arranja outro emprego.
Só a miúda do Wolnicki sabe a verdade.
Não dá para a interrogar. A Polkowska escondeu-a.
- Posso? - Sabes onde eles estão?
- Não. - Então, não podes.
Wrońska?
É a tua última oportunidade.
Vamos tentar contactá-los mas...
A mulher, a Liliana Pelc, não vai testemunhar sem proteção.
Ela tem de se sentir segura.
Não negoceio com assassinos.
Estão cá a mulher e os filhos do Piotr Wolnicki.
Posso interrogá-la?
Não, não podes.
Saiam daqui.
- Agora? - Mandei-vos sair, porra!
Apanharam-no?
Não. Ele desapareceu.
Fizeste um acordo com o chefe?
Estou a tentar, mas vai demorar.
- Sê honesto. - Agnieszka...
Ela é uma assassina. Ninguém a deixa testemunhar.
Prometi-lhe proteção.
Trá-la cá e logo vemos.
Não é uma opção. Ligo amanhã, à mesma hora.
Aga, espera. Onde estão?
Nos arredores de Ożarów. Partimos em breve.
Vou tentar pressionar, sim?
Está bem. Obrigada.
Quanto mais tempo passar, pior será.
Eles vão prendê-la. Ela tem de parar de se esconder.
- Apanharam-no? - Não.
Mas é possível que a protejam.
- Farão de mim testemunha? - Não será fácil.
Fez coisas terríveis.
Duas pessoas morreram.
Foi ele que me obrigou.
- Eu sei. - Não há provas.
Conto tudo sob juramento, mas preciso de imunidade.
Ele fica preso, eu saio. Não era esse o acordo?
- Não era? - Sim, era.
Jasiu? Estás bem?
Jasiu? Estás aqui?
- O que é isso? - Encontrei no aeroporto.
Acho que foi o pai que deixou.
Viste o teu pai?
Dá-lhes o telefone.
Não lhes fales disto.
Eu compreendo que seja difícil para os dois.
Estamos aqui para ajudar.
Posso?
Mais alguma coisa?
Não. Foi só isto.
Deve ter pensado que te conseguiria contactar.
Obrigado por isto. Vai ajudar-nos a apanhá-lo mais depressa.
Para já, não saiam do país.
Terão proteção.
Muito gratos.
Eu é que agradeço.
Foi muito maduro da tua parte.
- Adeus. - Adeus.
Adeus.
O que fazes aqui? Estás doido?
Podem estar a ver-te. Chispa.
Falei com o Suzin. Há uma hipótese de não seres presa.
És despedida, mas ficas livre na condição de te entregares.
E ela?
Ela tem de testemunhar. Depois vemos.
Não. Preciso de garantias.
Nem pensar.
Então, adeus.
E agora? Vão andar às voltas?
A escrever sobre a planície?
- Sai da frente. - É um erro.
Volta e diz que a prendeste.
Estás do lado de quem, porra? Do meu?
Do teu.
Alto! Polícia!
Polícia! Mãos ao alto!
Vira-te! Vira-te!
Mãos no carro.
Atraiçoou-me.
- Eu não sabia disto. - Eu não testemunho! Não abro a boca!
- Pense bem! É a única que o pode deter! - Nada o pode deter!
Acabou a conversa!
Olha, fizeste bem.
Então, porque me sinto mal?
Janek, já és quase um adulto e sei que posso confiar em ti.
Irei voltar em breve e provar que todos estavam errados.
Agora preciso da tua ajuda.
Dá à Polícia o telefone e o cartão SIM cujo número termina em cinco.
Esconde bem o segundo cartão SIM.
Quando ninguém estiver a ver, põe no teu telemóvel.
Lá encontrarás o meu número.
Primeiro, envia-me a tua fotografia.
Dá a estatueta à mãe, mas não lhe digas mais nada.
Ninguém pode saber que me estás a ajudar.
Gosto muito de vocês e tenho saudades vossas.
Pai.
UM ANO DEPOIS
E uns cigarros, por favor.
Os mais baratos.
- Tem dinheiro? - Tenho.
São 12,90 zlótis.
Lamento, só tenho dez.
Então, porque me incomoda?
Talvez seja melhor assim. Fumar mata.
Adeus.
Olha, queres uma jola?
Estou a falar contigo! Queres?
Vá, toma um pouco.
Bolas, entornaste.
Que chocolate delicioso! Tens dinheiro para ele?
Estou a falar contigo!
Mas que raio...
- O sacana empurrou-te! - Eu mato o gajo!
Apanhem-no!
Agarrem-no!
E agora, ladrãozeco?
Dispensamos trampa como tu aqui.
E agora, sacana?
Onde arranjaste isto?
- Também roubaste? - Larga!
- Larga tu ou mato-te! - Larga!
Larga já! Larga!
- Matem-no, pá! - Larga-o.
Larga-me, pá! Matem-no!
- Deixa-o em paz. - Deixa-me ir, pá!
Larga-o!
Consegues levantar-te?
Obrigado.
Chamo-me Artur.
Eu chamo-me Paweł.
Pessoas como nós têm de se entreajudar. Tens fome?
Um pouco de água.
Relaxa.
Vou acender o lume e teremos uma refeição quente.
Posso ajudar?
- Vê-se que não sou lenhador? - Não, estás a desenrascar-te bem.
Mas tens mãos de homem da cidade.
As minhas são iguais.
Dedos feitos para a arte, não para o trabalho duro.
Costumava ser organista numa igreja em Srebrna Góra.
Também costumava tocar. Piano de cauda.
Podia ter sido organista.
E o que és?
Um pecador.
Queres mais?
Obrigado. Não me lembro de ter tanto para comer.
Posso?
Alguma passagem preferida?
Lê.
"Jesus retorquiu:
'É realmente como te digo:
quem não nascer de novo não pode ver o reino de Deus.'
Nicodemos perguntou..."
"'Como pode alguém nascer quando se é velho?
Não podem entrar uma segunda vez no ventre da sua mãe para nascer!'"
Incrível!
Antes de pecar,
eu era padre.
Esta é a minha mulher.
A Karolina.
Mudámo-nos juntos para Srebrna Góra.
Vivíamos perto de Deus.
Mas, depois, ela traiu-me.
Pediu-me desculpa, disse que foi só uma vez,
mas eu sabia que o casamento estava morto.
Saí de casa sem mais nem menos. Nem sequer aguentava olhar para ela.
- Quando foi isso? - Há quase um ano.
Não foi assim há tanto tempo. Tens saudades dela?
Perdoa-a.
Volta para casa.
Tenho de ir.
Olha!
Às vezes, preciso de fazer compras.
Não quero ir à aldeia.
A solidão é a punição para os meus pecados.
Podes comprar-me comida, de vez em quando?
- Eu não tenho dinheiro. - Espera.
Sim, isto deve chegar.
Compra o que quiseres.
Não sou esquisito.
Paweł?
Porquê essa punição?
Que pecado foi esse?
Orgulho.
Tudo começou com pequenas coisas.
O meu marido começou a tomar banho mais vezes.
Antes não gostava de cosméticos, passou a usar perfume todos os dias.
Começou a desaparecer fins de semana inteiros.
Não atendia as minhas chamadas.
Dizia viajar em negócios. Mentira. Ia com a amante.
MULHER MORTA EM RZESZÓW
Uma vez, quando eu não estava em casa, a vizinha viu uma mulher...
Uma mulher a sair de casa. Da nossa casa.
Uma mulher mais velha. Mais feia do que eu.
Está a ouvir?
Sim, estou. Peço desculpa.
Tem a certeza que o seu marido tinha uma amante?
Sabe que mais? Não me admira que tenha sido despedida.
Adeus.
O seu marido bebe?
Bebia.
Mas deixou quando foi pai. Porquê?
Acho que essas viagens são para beber, na verdade.
Lava-se com mais frequência e usa perfume para disfarçar o cheiro.
E a mulher mais velha era uma enfermeira a ajudar na desintoxicação.
Como é que sabe?
Fale com o seu marido.
AGNIESZKA POLKOWSKA, DETETIVE PRIVADA
Olá, daqui fala Agnieszka Polkowska, detetive privada.
Tenho perguntas sobre o homicídio de uma rapariga, há uma semana.
Tenho um suspeito.
Queria saber se ela estava nua e em alguma posição específ...
Apanharam-no?
Ele confessou.
Está bem, eu compreendo. Obrigada.
Quero falar com a minha avó. Pode esperar aqui?
Desculpa não te ter dito antes, mas tive medo que quisesses vir.
Havia muitos polícias à paisana no funeral.
Estavam à tua espera.
A avó morreu durante o sono.
Adormeceu e não acordou mais.
Mas andava muito triste, ultimamente.
Acho que a situação a desgastou.
A mãe testemunhou contra a Lila.
Disse que a Lila quis envenená-la e raptar-nos.
Não disse nada sobre ti.
A mãe diz que a Lila vai presa na mesma pelo que nos fez.
Não lhes disse nada.
Estão à espera que contactes o outro número.
Nunca te vão apanhar. Eles são demasiado fracos.
Pai, contacta-me. Tenho saudades tuas.
E cigarros, por favor.
Não, os mais fortes.
Dois. Dois maços.
- Olá. - Olá.
Obrigado!
ONDE ESTÁ PIOTR W? SERÁ INOCENTE COMO UM CORDEIRO?
Olá.
Muito obrigado. Pousa ali.
Ainda tens dinheiro ou precisas de mais?
Queres ficar? Comer?
Não.
Venho na próxima semana.
Afinal, prometeste viver em solidão.
Sim, é verdade.
Houve alguma coisa?
Voltaram a incomodar-te?
Foste mesmo padre?
Porque perguntas?
Não és Paweł, pois não?
Sou!
Assumi este nome quando conheci Cristo.
Como Saul a caminho de Damasco.
Não tenhas medo.
Não te vou denunciar.
Obrigado.
Sabes que mais?
Tens de voltar para casa.
Eu ajudo-te.
O que vai ser?
Sumo de arando, por favor. Sem álcool.
Cá está ele.
Ewelina!
Aonde vais?
Vejo que estás ocupado.
Encontrei amigos. Não sabia que estavam cá.
Claro. Não quero impor a minha presença.
Não te estás a impor.
Querias falar. O que foi?
- Não é assim tão importante. - Que foi? Estás com ciúmes?
Não. Porquê? Temos um acordo simples, certo?
Prazer sem compromissos.
Prazer, isso mesmo.
Mas um acordo? Uma vez não conta.
Uma? A sério?
Diria mais duas ou três.
- Esqueci-me de como o teu alemão é bom. - É mesmo.
Melhor do que o teu francês.
- Querias falar. - Sim.
É um pouco estranho porque...
- Est... - Estás ótima.
Desculpa.
Sim?
A sério?
O Wolnicki mandou SMS.
"Tenho medo. Reconheceram-me. Vou fugir.
Reza por mim"?
Estou comovido. Localizaram-no?
Sim, eu localizei-o.
Numa floresta de uma aldeia. No Pinhal de Tuchola.
A quatro horas daqui.
- Vamos lá. - Mas para quê um SMS?
Para o filho rezar por ele?
Talvez nos queira provocar.
- Achas que sabe que temos o número dele? - De certeza.
Temos de ver na mesma.
Vamos formar uma equipa. Dá-me uma hora.
Aonde vais?
Mudar de roupa. Também devias.
Disseste que estava ótima.
- Queres contar-lhe, não é? - Tem de ser.
Tenho tudo planeado.
Daqui a dois meses, meio ano, no máximo, vou. Prometo.
O que mudará em meio ano?
Tenho de ganhar dinheiro.
Preferia não começar do zero no Reino Unido.
Sim, aqui a vida é cara. Quanto ganhas?
Ficarias surpreendida.
Muito mais do que na Polícia.
As pessoas contratam detetives para as maiores idiotices.
Além disso, dá-me mais opções.
Como disse:
ganho algum em dois meses,
arranjo um emprego no Reino Unido e tudo correrá bem.
O que foi?
Sabes tão bem como eu. Sem expectativa, está bem?
Que queres dizer com isso?
Só vens se apanharem o Wolnicki e isso não vai acontecer.
Vá lá, eu deixei o Wolnicki para trás.
Já me tinha esquecido dele.
Quem é? Algum cliente?
Provavelmente. Como disse, tenho muito trabalho.
- Ligo-te mais tarde, está bem? Adeus. - Adeus.
- Estou fechada. - Aga, espera.
É importante.
Não me interessa o que é, senhor capitão.
Parabéns pela promoção pelo meu despedimento.
- Obrigado. - De nada.
Na verdade, devias ter sido nomeado chefe pelo que fizeste.
Estou no caminho certo.
Parabéns.
Ando atrás do Wolnicki.
Aonde vais? Entra no carro e não saias.
E se tiver de ir fazer chichi?
- Eu posso ser despromovido. - Tentador.
Entra.
Estamos na fonte do sinal.
Protejam o perímetro!
Nada.
Sangue.
DETETIVE PRIVADA
Deve conhecer toda a gente.
Esteve cá um estranho recentemente?
Tem havido alguns vagabundos e vadios.
Mas não sei os nomes de todos.
- Não? - Não.
- Não o viu. - Não.
Pode ter mudado. A foto é antiga. Alguém parecido?
Não. Não me diz nada.
- Onde vivem esses vagabundos? - Um pouco por todo o lado.
A maior parte na floresta.
Espere! Há um tipo suspeito.
- Suspeito? Porquê? - Bom...
Primeiro não tinha dinheiro, agora compra tudo.
Se calhar, assaltou alguém. Ou matou.
Como se chama e onde posso encontrá-lo?
O que foi que te disse?
Há que interrogá-la.
E será interrogada.
Encontrámos um corpo.
Não toques em nada.
Alguém cortou o tipo às postas
e queimou o corpo.
Está todo carbonizado. Vai ser difícil identificá-lo.
Sangue.
E no machado. O criminoso não o limpou.
Algum vestígio do Wolnicki?
- O telemóvel que usou? - Na fornalha. Derreteu ao lado do corpo.
Que imagem!
O que é isto?
Dedão?
Sim. É a tua nova alcunha?
Não, a minha é Dedos Mágicos.
Engraçadinho.
O chefe chega daqui a meia hora.
É melhor ires embora.
Não tenho carro.
Tudo tem de ser levado para Varsóvia e o patologista precisa de ser apressado.
Tens água?
Não, mas há uma bomba aqui perto.
Tenho de parar.
Queres um lenço?
Obrigada.
Perturbou-te assim tanto? Já não viste pior?
Estás de quantos meses?
Dois.
Sim, o Tomek é o pai, mas ele ainda não sabe.
Ainda não lhe disse. Além disso...
Não estamos juntos e nunca estaremos. Não te preocupes.
Eu?
Não é da minha conta.
Deixa-te de tretas. Sei que estiveram juntos.
Estou?
Sim.
Sim, vou deixá-la e vou ter com o patologista.
Está bem. Eu ligo.
Alguma novidade?
Após examinar o local do crime e interrogar as testemunhas,
o chefe tem uma teoria.
Qual será?
Se o exame confirmar, encerramos o caso.
Deixa-me prender isto também. Pronto.
- Já te podes enforcar. - Enforca-te tu.
Mamã!
Mãe, olha para mim! Estás a olhar?
Mãe, estou a voar!
Quem é aquele rufia?
Não te quero com ele.
Nem o conheces.
Filha minha dá-se ao respeito!
Entendido?
Olha-me nos olhos e promete-me!
Mamã!
Mãe, estou a voar! Mamã!
Olha para mim!
Grande parte ardeu e não há possibilidade de identificação.
Nada de dentes ou da mandíbula.
Isso é estranho. E o dedo do pé e o sangue?
É ele.
Os testes de ADN deixaram claro que eram do Wolnicki.
Com base nisto, o chefe decidiu encerrar o caso e informar a imprensa.
De quê?
Aga, acabou. Ele está morto e tu sabes disso.
EM MEMÓRIA DE PIOTR WOLNICKI
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
És terra.
E para a terra voltarás.
Não acredito. É demasiado simples.
Um vagabundo matou-o com um machado?
Gostavas de ter sido tu a fazê-lo?
Não é ele.
Veremos.
Lá terás de arranjar um novo objetivo de vida.
Diz-me só que não acreditas.
Persigamos os assassinos. Eles morrem demasiado cedo.
Boa tarde, Sra. Wolnicka. Como se sente?
- Deixem-nos em paz. - Está zangada com a Polícia?
Foi declarado inocente, mas escondeu-se e foi brutalmente...
- Vá lá, olhe a criança. - A senhora não quer falar.
- É da família? - Deixe-a fazer o luto.
Diga-me...
Não damos entrevistas. Adeus.
Quer que seja mal-educado?
Obrigada.
Não me reconheces?
Leszek?
- Leva a Helena para o carro. - Anda.
Desculpa incomodar.
Acabo de regressar.
Já soube de tudo.
Pensei que precisasses de ajuda.
- Louvado seja Cristo. - Sempre.
Chamo-me Paweł. Ouvi dizer que procuram um organista.
Sim! Vou chamar o pároco.
Legendas: Ana Filipa Vieira plint.com
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.