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� melhor se vestir, querida. Hora de ir para casa.
-J�? -�. N�o se preocupe com o beb�.
-Estar� em casa em poucos dias. -N�o estou preocupada com nada.
Tudo vai ficar bem.
Force-a a escolher entre voc� e J.R. e a levar� de volta ao sanat�rio.
Terei ambos. Sue Ellen e o beb�.
Vou consegui-los. Seja como for.
-Ah, n�o, J.R. Houve um engano. -N�o. Nenhum engano, mam�e.
� o beb�. At� logo, mam�e.
S03E01 - O Que Aconteceu ao Pequeno John? - Parte 1
Legenda por Susanawho
Dr. Samuels, chamar a central. Dr. Samuels, chamar a central.
Mais alguns dias. Faremos o poss�vel para garantir que sejam poucos.
Obrigado, doutor. Sabe como estamos todos ansiosos.
-Posso dar uma olhada r�pida, por favor? -Sim, claro.
Obrigado.
Empres�rios importantes de Dallas libertados sob condicional
Maldi��o. Ames e Garr sa�ram.
Obrigado.
� melhor se vestir, querida. Hora de ir para casa.
-J�? -�. N�o se preocupe com o beb�.
O m�dico diz que ele ficar� bem. Estar� em casa em poucos dias.
N�o estou preocupada com nada.
Tudo vai ficar bem.
Dr. Fenniman, apresente-se � Radiologia.
Dr. Fenniman, apresente-se � Radiologia.
H� algo errado com aquele.
Papai, achei uma vaca morta, no limite do Condado de Braddock.
-Parecia berne. -�?
Bem, aquele pegou berne. N�o tenha d�vida.
Se n�o cuidarmos disso logo, teremos uma epidemia nas m�os.
E esses, Ray? Est�o bem?
Achei um l� com berne, Jock.
� melhor revisarmos cada pasto e olharmos cada cabe�a.
Boa ideia, Bobby. E temos muito ch�o para cobrir.
A� vem Ewing lll, senhor.
Ei, s�o papai e Bobby. Ol�, papai. Bob.
Oi, Sue Ellen. Seja bem-vinda.
Os rapazes est�o muito felizes em t�-la de volta.
Por que n�o lhes acena ou d� um sorriso?
Ora, Sue Ellen. Est�o gritando para voc�. Acene para eles.
� bom ter Sue Ellen de volta.
�timo. �timo.
Todos est�o super felizes por voc� ter voltado, querida.
lnclusive eu.
Eu fui visit�-la no hospital.
N�o sabe como Sue Ellen est� agora.
N�o a viu todos os dias, como eu.
-Ela est� doente. Vai se recuperar. -Se voc� lhe der chance.
Sei como se sente, Cliff.
N�o gosto do que houve. Mas, ainda assim, sinto por voc�.
Mas n�o h� s� voc� ou o beb� para considerar. H� Sue Ellen.
Ela est� um caos emocional.
� como se ela andasse numa corda bamba...
e qualquer perturba��o, a menor distra��o, ela despenca.
Voc� n�o entende, Pam. Posso ajud�-la, porque ela me ama.
Ajudar� a faz�-la voltar a beber, se n�o tiver cuidado.
Eu deveria t�-la deixado vir comigo, quando ela quis.
Talvez devesse.
Talvez grande parte desta confus�o fosse evitada se o tivesse feito.
Espere. S� fiz o que pensei que seria melhor para ajud�-la.
-O melhor para sua carreira. -Espere a�. N�o � justo.
-J.R. me procurou. -Cansei de ouvir falar de J.R.
Uma vez, s� uma vez, assuma a responsabilidade por sua vida.
Seja o que for que houve, n�o importa, realmente.
O que importa � que eu a amo e quero ficar com ela.
Eu a quero e quero nosso filho.
Estou avisando, Cliff.
N�o pode achar que ela esteja melhor com aquele monstro do que comigo.
Mas eu acho.
Pois n�o importa, voc� n�o me far� mudar de ideia.
Eu os quero.
Quero os dois.
Pode imaginar os caras todos l�?
Desfilando de cal��ozinho?
Viu o jeito como Mark olhava para voc�?
Ah, por favor.
-Wanda, ele gosta de voc�. -Ele n�o � de se jogar fora.
-Tem olhos lindos. -Ele � lindo.
Tomara que possamos ter algumas aulas juntos.
-Lucy pretende estudar este ano. -Ah, a� est�o eles. O carro chegou.
-J.R. -Oi, Lucy. Como vai?
Bem. Como vai o beb�?
Ah, bem. O m�dico diz que podemos traz�-lo para casa em alguns dias.
Que �timo. Seja bem-vinda, Sue Ellen. Estou feliz que tenha voltado.
Estou feliz de estar de volta.
S� vou acomod�-la, querida.
-Ol�, garotas. Como v�o? -Bem.
Deixe-me abrir a porta para voc�.
Venha.
-Voc� disse que ela estava bem. -E est�.
Bem, eu n�o acho. Ela est� muito estranha.
Ora, vamos terminar os hor�rios.
Falei s�rio, querida.
Estou feliz que esteja de volta.
E vou tentar faz�-la se sentir feliz em casa.
Estou feliz, J.R.
E vou compensar voc�. Por tudo.
Estou meio cansada. Vou deitar um pouco, antes do jantar.
Claro.
-Tome. Este � o �ltimo. -Obrigada.
Sr. Ames. Sr. Garr.
Louella. Connie.
J.R. est�? Soubemos que o filho dele nasceu.
-Passei para cumpriment�-lo. -O senhor soube?
Bem, mesmo onde est�vamos, h� jornais.
-J.R. n�o est�, no momento. -Com a esposa e filho, imagino.
-Eles ainda est�o no hospital? -O beb�. Sue Ellen foi para casa hoje.
Rapaz de sorte, esse J.R.
Os dois sobreviverem a um acidente daqueles.
Bem, diga-lhe que passamos aqui para v�-lo.
-Eu direi, sim. -Muito bem.
Foi muito bom rev�-la, querida.
Sabe, esses dois me apavoram. Como conseguiram a condicional?
Quando se � Jeb Ames ou Willie Joe Garr e a acusa��o � s� homic�dio...
acho que n�o � preciso ficar muito tempo na cadeia.
-Mam�e, posso lhe preparar algo? -Sim, obrigada.
Papai passou o dia todo fora com os rapazes?
Acho que Sue Ellen est� um pouco p�lida.
Ora, n�o comece a se preocupar com Sue Ellen.
A Dra. Crane diz que ela est� com a sa�de perfeita.
Fisicamente, talvez.
Mam�e, � s� uma quest�o de tempo.
Tudo o que ela precisa � descansar e ver que os problemas acabaram.
-Vai ficar tudo bem. -Vai?
Se eu puder decidir isso.
Vai ver. Voc� vai sentir orgulho de mim.
Tomara.
-Oi, Bobby. Oi, vov�. -Oi.
-Oi, Lucy. -O que manda, Lucy?
-Oi, J.R. -O que manda, J.R.?
-Papai. -Como est�o Sue Ellen e o beb�?
A m�dica disse que est�o em �tima forma.
-Que bom. -Voc� parece meio cansado.
-Passou o dia todo fora? -N�o, estou bem.
-S� com um pouco de calor. -Papai.
Obrigado, Bobby.
Mas encontramos algumas vacas com berne.
Berne? De quanto tempo?
-Talvez dez, doze dias. -Estamos chamando mais gente.
-Vamos verificar o rebanho amanh�. -lsso pode ser problema s�rio.
Vamos cuidar disso antes que v� muito longe.
Bem, tomara, senhor.
As Empresas Ewing j� t�m problemas bastante com petr�leo.
N�o precisa diminuir as vendas de carne, tamb�m.
-N�o se preocupe. Vamos cuidar. -Bem, assim espero.
At� mais.
-Lucy. -J.R.
Posso lhe servir algo? Um refrigerante ou algo?
N�o, obrigada. Eu mesma me sirvo.
Eu me esfor�o realmente para ser simp�tico com voc�, querida.
Mas voc� n�o permite, n�o �?
Pam est� em casa. lsso deve deixar vov� feliz.
A fam�lia n�o se re�ne para jantar h� muito tempo.
Sue Ellen?
Sue Ellen?
Que bom que voc� est� aqui.
Est� maravilhosa.
Obrigada.
-Oi, querido. -Oi, amor.
-Parece cansado. Teve um dia dif�cil? -Bem, achamos umas vacas doentes.
Mas vamos dar conta.
Qual � o problema com voc�? N�o parece muito animada, tamb�m.
Encontrei Sue Ellen no corredor.
� imposs�vel falar com ela.
Querida, tem de lhe dar algum tempo.
Quando descobrir que estamos do lado dela, ela vai mudar.
Acho que n�o, Bobby. Ela odeia todos agora.
Sue Ellen?
Ol�, Bobby.
Como se sente?
-Bem. -�timo.
� bom v�-la em casa de novo.
� o que todos est�o me dizendo.
-� um lindo quarto, n�o �? -�.
Mam�e investiu algumas semanas para arrumar isto.
Esperou muito tempo por este neto.
Pare de pensar que s� pensamos no beb�. N�o � verdade.
Ora, Bobby, sei que est�o todos preocupados comigo.
N�s gostamos de voc�, Sue Ellen. Todos n�s.
Obrigada. � muita gentileza.
Sue Ellen, tem de parar com isto. Voc� precisa de amigos.
N�o nos afaste. Deixe-nos tentar ajud�-la.
Sue Ellen...
eu jamais usaria o que me contou sobre Cliff e o beb� para mago�-la.
Tem de acreditar nisso.
Pode confiar em mim.
N�o sei do que est� falando, Bobby.
�, est� praticamente morto.
Droga.
-N�o vai se levantar hoje, querida? -N�o no momento.
Bem, mam�e pode se preocupar, sabe?
Sua m�e teve tr�s filhos.
Acho que ela entenderia que descansar � perfeitamente natural.
�. Acho que tem raz�o.
Diga, lembra-se daquele restaurante grego a que �amos sempre?
-Sim. -Passei l� para almo�ar, outro dia...
N�o. Foi um almo�o de neg�cios. S�rio.
Tenho certeza que sim.
Bem, e se mostrou t�o maravilhoso como eu lembrava.
Pensei que seria uma boa ideia voc� e eu irmos l�, hoje...
depois que visitarmos o beb�.
-N�o vou visitar o beb� hoje. -N�o vai?
A Dra. Crane diz que � importante que eu descanse.
Acho que viajar daqui at� Dallas n�o � a ideia dela de descanso.
Bem, mas o beb�...
O beb� est� muito bem, J.R.
-Bem, querida... -N�o quero mais discutir isto.
Preciso descansar.
Est� bem. Est� bem.
At� � noite.
Bobby est� t�o preocupado com o gado. � s�rio?
N�o se for pego a tempo. Mas � muito trabalho.
Provavelmente, ele est� mais cansado do que preocupado.
Bom dia a todos.
A que horas voc� vai ao hospital?
Mais ou menos meio-dia e meia, uma.
Pensei em ir com Sue Ellen hoje. E se eu levasse voc�s dois para almo�ar?
Sue Ellen n�o vai � cidade hoje, mam�e.
-N�o vai? -N�o. A Dra. Crane mandou-a descansar.
N�o � nada para se preocupar. Ela s� precisa repousar um pouco.
Puxa, tenho de ir.
N�o � fora do comum uma m�e recente precisar de descanso.
N�o. Acho que n�o.
Vamos, Lucy. Eu a deixo na escola. De l�, vamos para o hospital juntas.
-�timo. At� mais tarde, vov�. -Tchau.
At� mais.
N�s os fizemos parar aqui, aqui e aqui, mas veja quanta bandeirinha amarela.
Eles t�m muitos locais de perfura��o. E ainda est�o comprando contratos.
Cliff, o dia s� tem 24 horas, e n�o podemos ficar s� na Petr�leo Ewing.
Al�m disso, n�o ficaria bem.
Tem de haver algum outro lugar para onde lev�-los.
Bem, h� o campo de Palo Seco.
Tivemos muitas reclama��es dos fazendeiros daquela �rea.
Acho que n�o � uma ideia muito boa.
-A menos que sejam reclama��es s�rias. -N�o, n�o s�o. N�o ainda.
E quanto ao estudo de impacto ambiental na �rea de Lindero?
Para mim, est� bom.
N�o pode recusar o estudo, Cliff. N�o h� nenhum motivo.
Se sua guerra com os Ewing come�ar a parecer muito com vingan�a...
voc� vai acabar cortando sua pr�pria garganta, tanto quanto a deles.
Ou�a, ouvi coment�rios de Austin de que n�o gosto.
Voc� vai se ver...
respondendo muitas perguntas, se n�o tiver cuidado.
Por que n�o nos faz o favor de ir mais devagar?
-Est� bem, irei mais devagar. -Assim � melhor.
Ala de maternidade, por favor.
Sim. Estou ligando para saber sobre a condi��o do beb� Ewing.
N�o, sou apenas um amigo... Da fam�lia.
Tem alguma ideia de quanto tempo mais ele ficar� a�?
Obrigado.
Algo assim seria legal. O que acha?
N�o sei.
Gosto do outro, para voc�. � mais simples, mais elegante.
-Bom dia, J.R. -Bom dia, meninas.
-O Sr. Smithfield e o Sr. Beam est�o aqui. -Algum telefonema?
Sr. Ames e Sr. Garr ligaram duas vezes. E passaram aqui ontem � tarde.
Eles podem esperar.
-Bom dia, J.R. -Harve, como vai?
Bem, obrigado. Seu pai se juntar� a n�s?
Receio que n�o. Temos algumas vacas doentes.
Ele e Bobby est�o nos pastos desde o amanhecer, cuidando delas.
Que pena. Eu queria que voc�s dois conhecessem Alan Beam...
o homem de quem lhes falei.
Finalmente, conseguimos convenc�-lo a se afastar de Egan, em Chicago.
E vou lhe contar, n�o h� nada sobre leis ambientais...
ou qualquer lei, ali�s, que esse rapaz n�o entenda.
Harve � nosso advogado desde que a Petr�leo Ewing existe.
-� um prazer conhecer quem ele recomenda. -O prazer � meu, senhor.
-Estou ansioso para trabalhar com o senhor. -Acredite...
se algu�m consegue fazer picadinho do rabo de Cliff Barnes, � este rapaz.
Estive estudando o problema, senhor. Tem alguns aspectos interessantes.
Eu chamaria o que Barnes est� fazendo aos neg�cios mais que ''interessante'' .
Sim, senhor.
Como fechar a produ��o do po�o de Odessa, alegando contamina��o?
-Um golpe de mestre -N�o � um jogo de t�nis. � um neg�cio.
Sempre achei que, em neg�cios ou prazer, � importante dar cr�dito ao advers�rio.
Bem, eu rascunhei, digamos, um plano de jogo.
-�? -O Sr. Willie Joe Garr est� chamando.
Diga-lhe que estou ocupado.
-Ora, isto parece muito bom. -Obrigado, senhor.
Trate-me por J.R. Como todos os meus amigos.
Nem nos atende.
Vai atender, sim. De um jeito ou de outro, vamos for��-lo.
Vamos faz�-lo falar conosco.
Eles s�o t�o min�sculos.
Enfermeira, tudo bem se eu der a mamadeira a meu sobrinho?
Bem, n�o sei, Sra. Ewing.
Em geral, a m�e cuida do beb�.
Eu sei, mas minha cunhada n�o se sente muito bem.
Na verdade, provavelmente, ela nem vir� aqui hoje.
Bem, n�o � o costume, mas...
Obrigada.
Ora, eu apostaria em qualquer um que Harve Smithfield recomende.
N�o h� d�vida, papai. Esse tal Beam � brilhante.
Ele pesquisou a legisla��o toda.
Acho que ele talvez possa nos ajudar a parar Barnes.
N�o adianta contar com a lei, J.R.
E pode apostar que Cliff Barnes tem um ou dois truques legais na manga.
Sim, com certeza. Mas vamos faz�-lo parar, de um jeito ou de outro.
A menos, claro, que Bob possa pensar em um bom motivo para n�o o fazermos.
N�o, J.R., eu... N�o consigo pensar num bom motivo.
Voc� vai ador�-lo, ent�o.
-Eu n�o. N�o por algum tempo. -Espere e ver�.
-N�o vou ter filhos ainda. -Ele � uma gracinha, n�o �?
-� t�o pequeno. N�o acredito. -Vou coloc�-lo no a�ucareiro.
-Ora, ol�. -Oi.
-Acabam de vir do hospital? -Com certeza.
-E como est� meu neto? -Est� �timo.
-Pequeno, mas lindo. -�timo.
Como outro Ewing que estou vendo.
O doutor disse que ele ganhou peso desde ontem.
Vou pegar um refrigerante. Algu�m quer algo?
O mesmo de sempre.
E voc�, Sue Ellen?
S� clube soda, Lucy.
Eu levo, querida. Obrigado.
Sue Ellen.
Obrigada.
Querida, gostaria que se interessasse um pouco mais pelas coisas e...
lnteresse? Pelo qu�?
Bem, para come�ar, por nosso filho.
Acho que ele n�o est� sofrendo de falta de aten��o.
Voc� queria tanto um filho, e agora parece que n�o se importa.
� claro que me importo.
Bem, n�o parece. � isso que estou dizendo.
As apar�ncias muitas vezes enganam.
Querida, eu sei...
Sei como tem sido dif�cil para voc�.
Como foi dif�cil esse per�odo em que ficou sem beber...
e s� quero que saiba que...
eu a admiro por isso, Sue Ellen.
Beber jamais foi um problema.
Estou sempre dizendo isso a todos.
E o que estou dizendo � que, se tentarmos, de verdade...
podemos resolver todos os nossos outros problemas.
E quero que saiba que vou tentar, de verdade.
Querida, comprei um presentinho para voc� hoje.
Parei em uma loja, no centro.
O joalheiro o chama de anel da maternidade.
J� me comprou uma vez, J.R.
N�o pode mais faz�-lo.
N�o estou mais � venda.
Todos est�o t�o ocupados, atualmente...
que dificilmente nos vemos, exceto ao jantar.
N�o s�o muitas horas de trabalho para Jock, Dona Ellie?
Bem, Jock n�o � homem que goste de paparica��o.
E fiz muito disso, no ano passado, depois da cirurgia dele.
Ray e Bobby cuidar�o para que ele n�o trabalhe demais.
Voc� � t�o inteligente, Dona Ellie. E forte.
Parece sempre em controle.
Eu cometi meus erros, Sue Ellen.
Espero cometer outros.
S� n�o muitos, espero.
N�o deveria remoer o passado, Sue Ellen. lsso n�o faz bem.
E tem todo o futuro � sua frente.
E, olhando de onde estou, ele parece bom.
J.R. n�o se comporta t�o bem desde que tinha seis anos.
Talvez ter um filho fosse o que ele precisasse.
E talvez fosse o que voc� precisava, tamb�m.
Jock e eu quer�amos outro neto h� muito tempo, Sue Ellen.
Voc� nos deixou muito felizes.
N�o h� como negar.
Mas...
bem, queremos que voc� tamb�m esteja feliz.
Estou, Dona Ellie. Muito.
J.R. tem sido maravilhoso.
Meu garotinho...
� a coisa mais linda que j� vi na vida.
Quer que eu a leve ao hospital, vov�?
Bem, n�o sei.
Estava pretendendo ir a Dallas hoje?
Claro. Vou me trocar, e podemos ir.
O que foi, Sue Ellen? Est� bem?
Sim, s� um pouco tonta.
Acho que vou subir e descansar um pouco.
Por que n�o v�o voc�s duas a Dallas?
Sabe, vov�, acho que Sue Ellen n�o quer ver o beb�.
Claro que quer.
Bem, os pais nem sempre querem os filhos. Os meus n�o quiseram.
Lucy, isso n�o � verdade.
�, sim. N�o me quiseram quando nasci e nunca mais me quiseram.
Que maravilha.
N�o pensei que seria t�o cedo.
Ele est� melhor do que esper�vamos. N�o h� por que ret�-lo mais tempo.
-A m�e pode vir busc�-lo amanh�. -Pam.
Oi. N�o pensei que ainda estariam aqui.
Vov� n�o consegue se afastar.
Sabe como os av�s s�o com os netos.
Deveria ter visto como papariquei voc�, mocinha.
-Ele pode ir para casa amanh�. -Fant�stico.
Ele est� com o peso certo, e todos os exames est�o bons.
Dr. Rogers, ligue para sua sala.
Sou eu que est�o procurando. As senhoras me d�o licen�a?
-Obrigada, doutor. -Vamos almo�ar.
Vov� vai me levar ao Anselmo's. Quer vir?
-Acho que n�o. -N�o sabe o que est� perdendo.
Sei, sim. Uns tr�s quilinhos, aqui.
-Tchau. -Tchau, Pam.
O local � perfeito, J.R.
A perfura��o j� se desenvolve na �rea h� anos, sem efeitos contr�rios.
A popula��o est� afastada o bastante para n�o se preocupar com o que acontece.
Prometo, posso elaborar um estudo de impacto ambiental a toda prova.
E se Barnes rejeitar este tamb�m, acabou-se. Abuso de poder.
Papai acha que a lei n�o � o melhor jeito de lidar com Cliff Barnes...
mas voc� talvez tenha raz�o.
-Sim. -O Sr. Ames e o Sr. Garr querem v�-lo.
Diga-lhes que estou em reuni�o. Uma outra hora, por favor.
-Quer que eu esque�a isto? -N�o. Vale a pena tentar.
-Sr. Ewing, desculpe. -Tudo bem, querida. Pode ir.
O que desejam, rapazes?
Estamos come�ando a sentir que n�o quer nos ver.
Queremos conversar, J.R.
Deve ser muito urgente, para entrarem deste jeito. Perturbando a ordem.
N�o � muito inteligente dois sujeitos em condicional provocarem arrua�a.
� urgente.
E particular.
-Posso voltar mais tarde, J.R. -Est� bem.
-Mantenha isso esquentando, certo? -Certo.
Com licen�a.
Muito bem. O que querem?
-N�o vai nos oferecer uma bebida? -Sou seletivo com quem bebo.
Seja razo�vel. Est�vamos protegendo voc� e a n�s, mantendo Julie longe.
Se ela tivesse falado com Barnes, voc� estaria liquidado.
N�o precisavam mat�-la. Ela n�o teria dito nada.
-Eu cuidaria disso. -Foi um acidente.
-Voc� sabe disso. -Bem, do jeito que eu vejo...
o que houve foi tanto culpa sua quanto nossa.
N�s fizemos todo o acerto de contas, at� agora.
-A partir de agora, � sua vez. -Precisamos de dinheiro. E r�pido.
Pensam que vou lhes dar dinheiro? Por qu�? Pelos velhos tempos?
-N�o t�m nada contra mim. -Todo nosso dinheiro est� em lit�gio.
Estamos sendo processados por todos, por tudo.
N�o podemos p�r as m�os em um centavo, at� a decis�o final.
-Est�o numa cama de gato, n�o est�o? -Voc� nos deve, J.R. E deve muito.
Se eu tivesse dinheiro, o que n�o tenho, n�o lhes daria um tost�o.
Ora, vamos, mostrem-me que s�o tolos mesmo.
Toquem um fio de meu cabelo e estar�o na cadeia antes da noite.
Agora saiam da minha sala.
N�s vamos dar um jeito de voc� se arrepender disto, J.R.
A �nica coisa de que jamais me arrependerei...
� de que n�o foram voc�s a cair daquele telhado, em vez de Julie.
Agora, v�o. Fora.
Oi, Sue Ellen.
-Ol�, Bobby. Chegou cedo. -�. Eu ia...
Eu ia at� a cidade por um instante. Para falar a verdade...
vou at� o hospital ver seu beb�.
Seria um prazer lev�-la comigo.
-� muito gentil, Bobby, mas... -Sue Ellen.
N�o pode continuar assim.
-Assim como? N�o sei o que quer dizer. -Evitando-me.
Evitando as coisas que deveriam ser as mais importantes de sua vida.
Acho que n�o entende uma coisa, Bobby.
N�o estou evitando nada. S� estou seguindo ordens m�dicas.
Procurando descansar e me recuperar.
Sua m�dica recomendou-lhe ignorar seu beb�?
Esquecer o passado? Acho que n�o, Sue Ellen.
Ningu�m jamais melhorou assim.
As coisas n�o somem porque finge que elas n�o existem.
N�o pode apagar seu passado negando que aconteceu.
O que quer de mim, Bobby?
S� gostaria de v�-la feliz. S� isso.
E gostaria de ajudar, se puder.
Ent�o, deixe-me em paz. Por favor.
Cliff.
Ol�.
-O que faz aqui? -Vou ver meu filho.
Mandei-o ficar longe de Sue Ellen e do beb�.
Pretende come�ar uma briga, aqui, na frente do hospital?
-Se for preciso, sim. -Caia fora, Bobby.
N�o � de sua conta. � entre mim e Sue Ellen.
Talvez tenha sido. N�o � mais. N�o vou deixar que arranje encrenca.
Como pretende evitar? Aquela crian�a � minha.
N�o se importa, realmente, com quantas vidas destr�i, n�o �?
-Desde que consiga o que quer. -Quantas vidas Ewing? N�o.
Na verdade, n�o me importo.
-E quanto a Sue Ellen? -Eu a amo.
Quero os dois. Ela e o beb�.
Estou avisando. Sue Ellen n�o pode aguentar press�es.
N�o agora. Ela ainda n�o est� bem.
Force-a a escolher entre voc� e J.R. e a levar� de volta ao sanat�rio.
Saia da minha frente, Bobby.
Meu irm�o est� l�.
Quer entrar?
Passe por mim.
N�o vou enfrentar voc�.
Aqui, n�o. N�o, se n�o posso ganhar.
Mas vou lhe dizer uma coisa.
Terei ambos. Sue Ellen e o beb�.
Vou consegui-los. Seja como for.
O estudo de impacto da Petr�leo Ewing sobre o campo de Midland.
-Rejeitado. -O qu�?
Quero arquivos sobre isto, isto e isto.
-Cliff, eu... -Shaw, n�o discuta comigo.
Fa�a o que estou dizendo.
Vou fazer os Ewing devolverem tudo que me pertence, por direito.
-Bom dia, papai. -Bom dia, J.R. Levantou cedo.
Sim, senhor. Tenho uma reuni�o com um pessoal do exterior.
-Eles devem deixar o pa�s esta manh�. -De que se trata?
Bem, h� campos de petr�leo sendo abertos na costa da �sia.
Pensei que talvez houvesse algo nisso para... para o cartel.
-Ainda n�o sei muito bem. N�o sei. -�. Bem, J.R...
Ames e Garr tentaram algo para voltar ao cartel?
N�o, senhor. Est�o bem comprometidos em lit�gios. Sem capital, me parece.
Bem, o j�ri disse que foi homic�dio involunt�rio, mas eu chamo de assassinato.
Eles deveriam ser trancafiados para sempre.
Digo uma coisa. N�o quero nenhum deles tendo nada a ver com a Petr�leo Ewing.
N�o, senhor. Nem eu.
-Ol�. -Bom dia.
-O que faz de p� t�o cedo? -Queria falar com voc�.
Tem um instante?
Bem, querida, um minuto � praticamente tudo que tenho.
-Ent�o? -Est� tudo bem, Bobby?
Teremos tudo sob controle at� hoje � noite, acho.
� sobre isso que queria falar?
Eu s� queria saber se est� zangado comigo por algo em particular.
Querida, n�o estou zangado com voc�.
-N�o. -Ent�o, por que ficou irritado...
toda vez que eu disse algo, ontem � noite?
Ou�a, querida, foram dois dias dif�ceis.
Acho que estou cansado, s� isso. N�o acontecer� de novo.
Enquanto voc� n�o merecer.
Conhe�o voc�, Bobby.
Pode me dizer o que est� realmente incomodando?
Querida, essa briga entre Barnes e Ewing...
continua dificultando que sejamos honestos um com o outro.
� complicado.
Entre Cliff, J.R., o beb�...
nem sei o que fazer, o que dizer.
Eu sei.
Cliff esteve no hospital de novo, ontem.
Ent�o, � isso.
�. E eu o avisei para ficar longe dos dois.
-De Sue Ellen e do beb�. -Ele ficar�, Bobby.
Ele ainda n�o entende quanto Sue Ellen est� fragilizada.
Assim que ele entender, ele n�o vai querer piorar as coisas.
Expliquei isso a ele, em detalhes, e ele n�o ficou impressionado.
-Ele quer fazer barulho. Muito. -N�o far�. N�o deixaremos.
Dizer algo assim e fazer algo s�o duas coisas diferentes.
Mas por que n�o fala com ele?
Diga-lhe que se chegar perto de Sue Ellen e do beb�...
eu vou acabar com ele.
Que J.R. e eu faremos um esc�ndalo que o arruinar� para sempre.
Se o nome Ewing for para a lama, Cliff Barnes ir� junto.
Quer que eu leve Sue Ellen ao hospital hoje?
Acho que ela n�o deve dirigir, por enquanto.
-Sua m�e disse que ela teve tontura. -Vou voltar e peg�-la.
Quando voc� chegar em casa � noite, seu neto estar� nesta casa.
Que �timo.
Voc� e...
Sue Ellen est�o se entendendo?
-Estou tentando, papai, estou tentando. -Sei que est�. Continue assim.
-A caminhonete est� pronta. Quer ir? -Sim, acho que sim, Bobby.
-At� mais, J.R. -Papai.
Diga, Bob. Quantas cabe�as podemos perder?
N�o est� ruim. Perdemos uns doze bezerros, mas agimos a tempo.
Bem, j� � algo, de qualquer modo.
�.
V� com eles, rapaz.
-Tudo bem, Jock? -Tudo.
Nunca me senti melhor.
Bem, acho que tem um bom motivo para se sentir assim.
Pode acreditar. Vou trazer um neto para casa, hoje.
-Vamos lev�-los. -Pode apostar.
Senhora, gostaria de um ch�?
Obrigada, Teresa.
-Est� se sentindo melhor? -Um pouco.
Sue Ellen, querida? Como vai?
-Ol�, J.R. -Ou�a, � melhor voc� se trocar.
Estou ansioso para ir a Dallas buscar nosso garoto.
Acho que n�o poderei ir com voc�, J.R.
Como assim, n�o poder� ir? N�o entendo.
Tive uma dor de cabe�a terr�vel, a manh� toda...
e achei que o sol ajudaria...
mas n�o ajudou.
Sue Ellen, espere a�. Pare.
Querida.
Espere. Ou�a.
Sue Ellen, acho que n�o estou pedindo grande coisa.
J.R., procure ser mais paciente.
Parece-me que tenho sido bastante paciente, m�e.
Sue Ellen...
voc� vai se vestir e me acompanhar at� Dallas.
Eu j� disse, n�o posso.
N�o quer, isso sim.
N�o sei quem est� tentando enganar com falsas dores de cabe�a e tonturas...
mas n�o est� enganando a mim. N�o h� nada errado, e voc� sabe.
N�o estou disposta a aguentar uma de suas cenas, J.R.
A Dra. Crane mandou que me mantivesse tranquila.
A Dra. Crane tem falado muito, e nada me diz respeito.
S� me interessa que voc� comece a agir como m�e e como esposa.
-Estou fazendo o poss�vel. -Bem, n�o � o bastante.
Voc� deixou minha m�e, meu pai, todos nesta casa imaginando o que h� de errado.
Por que parece incapaz de exibir qualquer sentimento materno normal.
N�o tem nenhuma ideia do que � certo?
lsso � muito bom, vindo de voc�, J.R. Muito bom.
N�o vou deixar que isso se torne uma discuss�o sobre meu comportamento.
� com voc� que estou preocupado, querida.
Vamos. Escolha uma roupa bonita, e vamos a Dallas.
Ent�o, vai se vestir, ou terei de fazer isso por voc�?
O que pretende fazer? Arrastar-me desta casa, aos gritos e berros?
Acho que posso contar com voc� para n�o fazer muita cena.
Vou me vestir.
�timo.
O que est� acontecendo aqui?
Sr. Ewing, tem algum coment�rio a fazer, no momento?
-N�o. Vim buscar meu filho. -Sr. Ewing, pode me acompanhar?
-Quem � o senhor? -Tenente Simpson, Pol�cia de Dallas.
Ora, o que est� acontecendo, tenente?
Sinto muito ser eu a lhe dizer isto, senhor, senhora.
Seu beb� foi raptado.
-Luz vermelha. Um policial sempre... -Eu sei.
Deixamos um quarto separado para nosso uso.
-Algu�m sabe quem ou por qu�? -At� agora, ningu�m viu nem ouviu nada.
Sr. Ewing, Sra. Ewing, n�o posso lhes dizer quanto lamento.
Nada assim jamais aconteceu aqui.
Quero saber por que aconteceu desta vez.
Estamos nos empenhando para descobrir, senhor, e recuperar seu filho.
-Se puder vir por aqui, por favor. -Espere, tenho de avisar minha fam�lia.
V� com o Tenente Simpson. Estarei l� em um minuto. Est� bem?
Bem, isso � realmente necess�rio?
Livre-se deles. N�o quero que isto se transforme num circo.
Por que n�o me acompanha, por favor?
-H� algum telefone que eu possa usar? -Claro, Sr. Ewing. Bem ali.
J� vou, Teresa.
Al�?
-Mam�e? -J.R., o que houve?
Dr. Samuels ligou, depois que sa�ram, mas n�o me disse o que queria.
-O beb� est� bem? -Mam�e, o beb� desapareceu.
Ele foi sequestrado.
Ah, n�o, J.R.
-Deve haver algum engano. -N�o. Nenhum engano, mam�e.
-Ele sumiu. -Como?
Bem, n�o sei. Parece que ningu�m sabe de nada ainda.
� melhor contar a papai e...
lnforme a todos.
Ningu�m sabe quem ou por qu�.
Acho que � melhor todos termos muito cuidado.
Eu...
Eu mandarei trazerem Lucy e Pam para casa.
Sim, sim. � uma boa ideia.
-At� logo, mam�e. -Tchau.
Ah, n�o.
Continua.
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