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Original subtitles

N�o importa onde eu v�

CHUVA DE BALAS-1957

0 azar parece me acompanhar

A vida � vazia

N�o h� lugar onde eu possa me esconder

Um dem�nio rasteja atr�s de mim

E voc� me encontrar�

Quando a sorte parece vir em minha dire��o

Estou farto de odiar

Mas l� adiante, na estrada

Est� l�, esperando

Est� terra amarga que eu percorro

Jamais desistirei de tentar

At� a hora de minha morte

O caminho do destino � estranho

Algum dia, minha sorte mudar�

Soldier Springs!

Dilig�ncia para Bancroft!

- N�o perca este, Hank. - Jogue.

Me disseram que n�o levariam passageiros hoje.

Nada me disseram, s� estou substituindo quem adoeceu.

Bem ele ter� que se arriscar.

Assim � diferente.

- Perd�o. Leu seu bilhete? - � claro.

A dilig�ncia vai para Bancroft.

Eu sei. Eu moro l�.

N�o h� onde se viver por aqui.

- Eu levo. - N�o � trabalhoso?

- Todo dia, tenho trabalho. - Mas eu n�o conhe�o.

Ser� perdoada por isso.

- E n�o falo com estranhos. - E tem toda a raz�o.

Cuide-se, Hank.

Eu j� conduzia dilig�ncia antes de voc� desmamar.

- Fez uma boa viagem Molly? - Maravilhosa, Hank.

Obrigada.

Todos a bordo!

Devia Ihe dar lugar, mas n�o posso.

- Posso ajudar? - De onde vem?

De quase qualquer lugar, e �s vezes at� mais longe.

- Com que qualidade? - Depende de onde eu for.

Deve ter algo muito especial a oferecer para Bancroft.

Depende inteiramente de Bancroft.

Posso perguntar mais e saber cada vez menos de voc�.

Como um dom natural.

DILIG�NCIA PARA BANCROFT

Est� vindo.

- A mercadoria est� mesmo l� dentro? Sim, entendo de dilig�ncia.

� a sua primeira vez!

- N�o perca a cabe�a. - N�o se preocupe comigo!

Jogue a arma no ch�o! Agora a caixa!

Saiam da�!

- N�o vai usar est� arma? - Saiam.

Virem-se.

Tem medo de nos encarar?

Fa�a o que ele mandar.

Passe a arma!

Alex!

- � o Alex! - Calado!

Virem para a dilig�ncia.

Tome! Bebida para tomar na estrada.

Entrem!

Que pena Alex...

N�o tive culpa, foi um acidente.

Claro que foi.

Ajude aqui.

Vai viver um bocado, rapaz.

O melhor cavalo do territ�rio.

Deixe que eu o abro.

Melhor do que trabalhar com dilig�ncia!

- Sabem quem voc� �, Alex - Sim, mas vou sair daqui.

- V�o encontr�-lo algum dia. - Eu jamais diria quem voc� �.

N�o ia querer que eu me arriscasse assim, ia, Alex?

Eu sou seu amigo.

Eu n�o tenho amigos.

Vamos l�, Black.

Vamos l�, rapazes!

Cocheiro!

Cocheiro!

O que faz aqui em cima?

- Est�o bem? - S� quando o ch�o parar.

Me ajude com ele. Leve-o para dentro.

- Eu levo a dilig�ncia. - Isso n�o me tranq�iliza.

Pode ir andando. N�o me importo.

Bom, n�o tenho fam�lia.

� melhor viajar aqui comigo.

- Pelo menos, sabe guiar. - Um dos meus v�rios talentos.

Estava armado e por que n�o fez nada?

N�o discuto com espingardas.

- Meu pai o faria. - � um bom, homem ent�o.

- N�o � o Hank. - Quem �?

N�o sei.

- O que houve? - Assalto.

- Hank foi baleado? - Baleado. Est� l� dentro.

Leia no meu jornal, por 5 centavos.

As minhas malas.

- Obrigada. - Est� bem Molly?

- Estou, pai. - V� para casa. Mando a bagagem.

Est� certo, pai. Adeus.

E boa sorte para voc�!

Meu nome � Jones.

- Ryan. Mike Ryan. - Vamos ouvir a hist�ria.

N�o reconheceria o outro se o visse de novo?

- N�o olhei bem para ele. - Disse que falou um pouco.

N�o a ponto de reconhec�-lo.

� o bando do Lazy Heart.

Proteja-se!

Me empreste a arma, sim?

N�o entregamos armas para forasteiros!

Olhem quem est� aqui!

Mandamos voc�s ficarem fora da rua.

- Eu sei! - V� para casa, ent�o.

E v� correndo.

Mandei n�o trazerem suas armas para c�.

� xerife a tanto tempo que se acha dono daqui.

Voc� est� preso.

N�o prenderia nem a minha av�.

Larguem essas armas!

Des�am!

Leve os dois para o Dr. Burns. S� v�o embora quando eu mandar.

Os furos que farei em voc� n�o ser�o tapados.

Isso vale para seu amigo ali tamb�m.

- Obrigado. - Boa pontaria.

Sabe de um bom lugar para eu ficar?

Sei, h� duas pens�es:

a da Sra. Bennett e da Sra. Donahue.

- A Sra. Donahue. - Na esquina. A clientela � seleta.

N�o � meu caso, caso mas conhe�o gente com esse nome.

- Sra. Donahue? - Isso mesmo.

- C� estou! - Posso ver que sim. E da�?

Trago boas noticias.

Leio jornais e n�o tenho tempo de fofocas com desconhecidos.

- Mas tem um novo hospede! - Tenho todos que quero.

Tem certeza, Sra. Donahue? - Tenho sim.

- � uma lastima para mim. - Bem, pode ser ou n�o.

- Bom dia senhor! - Bom dia Sra. Donahue.

E honra � casa.

O senhor fala bem mesmo!

- Qual � o seu nome? - O meu nome � Ryan.

Aben�oada seja minha alma.

� nome de rei! Entre!

Pertencia ao finado Sr. Donahue.

Ela nunca limpou um terno para ele e nem para mim.

Eu devia estar muito sujo.

Este � o jornal que publico.

Tem classificados?

Se quiser emprego o saloon � melhor lugar.

S� n�o me cite como referencia.

Ele permanece um enigma para mim.

Ol�, Velvet. Sr. Ryan.

- Prazer em conhec�-lo. - Igualmente.

Est�vamos no assalto. Deve ter ouvido falar.

Ouvi. Eles...

N�o levaram suas cal�as, levaram?

Levaram tudo o mais.

Que azar!

D� no mesmo cedo ou tarde.

- Comigo, � assim. - N�o o tem visto, Velvet.

- Tenho estado na mina. - E que tal.

Mais ou menos. Pobre demais para pagar...

e rica demais para deixar.

Prazer.

Tome seu terno, Ryan.

Sra. Donahue, pode herdar meu dinheiro.

Por quando tempo devo esperar?

S� queria o meu jornal.

- Boa noite! - Boa noite!

BANCO, E COMPANHIA FI DUCIARIA

- Ola. - Ola.

- Ouvi falar em voc�. - Mau nome e Clark.

- Ryan. Mike Ryan. - Isso a� est� carregado.

N�o. Ningu�m tentou descobrir at� agora.

- � assim que toco este lugar. - Procuro um emprego.

- De que tipo, Mike? - Do que tiver som de tiro.

Vou ficar de olho, mas pode ser dif�cil para um forasteiro.

- Pense no,que vem acontecendo. - �, v� no jornal:

o bandido assaltou tr�s dilig�ncias sozinho.

- S� com muita coragem. - N�o � t�o dif�cil como acha.

0 xerife n�o � onipresente.

Talvez devesse dar lugar a algu�m mais jovem.

Da sua idade, n�o?

J� tenho os meus problemas, Sr. Clark.

O 6 perde.

O 9 ganha.

Esta indo bem.

- N�o mude a minha sorte. - Ele nunca perde;

' da� o nome "Velvet". E sempre veludo para ele.

- As apostas. - Me d� umas fichas, querido.

- Ele chama isso de musica. - O rei ganha.

- Devia ouvi-lo no piano. - O valete perde.

- Ele? - Chega.

- Ora, nunca se sabe, n�o �? - Fique quieta!

- O 4 ganha. - Nunca me disse que tocava.

- O 9 perde. - Podia ter me contado!

- O 8 ganha. - Vamos, quero ouvi-lo tocar.

Cale-se!

E voc�, tome conta da sua vida!

V� com calma.

- Esque�a, sim? - Est� certo.

O 9 ganha.

Minha musica � pessoal, s� isso.

- Eu entendo. - O 4 ganha.

- Ryan. Alguma bebida? - Quando puder Ihe pagar uma.

Vou at� o lugar onde voc� foi assaltado.

Se quiser ir, tenho um cavalo.

- Sa�mos da minha casa. - Vou estar l�.

Gostei do seu estilo com a arma.

- De onde vem o manejo? - Por a�.

� aqui.

Foi onde ele jogou minha arma.

- Parece ter se perdido. - Conhe�o esse cavalo.

� o alaz�o do Alex.

� do Alex, sim.

Esse bandido nunca havia matado, at� onde eu sei.

Agiu deliberadamente, com inequ�voca maldade.

V� identificar.

Sempre me orgulhei de manter o condado em ordem.

Queria que fosse o lugar onde as pessoas gostassem de viver.

Achei que pudesse me aposentar assim.

Mas agora este diabo est� � solta.

N�o � hora de contar com alguma ajuda?

Vamos precisar do cavalo do Alex.

Ha lugar aqui? Pedi � Sra. Donahue.

O celeiro � dela.

- J� vi esse alaz�o. - Talvez conhecesse o Alex.

Isso mesmo, � o alaz�o do Alex. Eles o pegaram?

Morto a tiro.

- Alguma id�ia de quem foi - O parceiro dele.

Pelo jeito, n�o Ihe deu chance alguma.

N�o devem dar muita vantagem nesse jogo.

- Podia ter Ih� dado uma chance. - E podia.

- Como encontrou o alaz�o? - Vou trabalhar para Tom Jones.

Vai zelar pela paz?

Todo mundo come�a por algum lugar.

Voc� vai atr�s desse bandido?

Est� com o meu dinheiro. Gostaria de acertar as coisas.

Sei como �. Tem id�ia de quem seja?

Se eu tivesse, n�o diria a ningu�m.

Poderia chegar at� o bandido.

� verdade.

Soube que v�o p�r guardas armados em todas as dilig�ncias.

Para que ele n�o acha f�cil da pr�xima.

Se for esperto, que tente outra coisa.

�, voc� est� certo.

- Posso pegar um pouco de aveia? - A vontade.

- Me passa o saco de ra��o? - Claro.

Espere um minuto

O cavalo � meu.

Est� bem.

O cavalo � seu.

Tudo bem, rapaz. Vamos trabalhar juntos.

Jura solenemente defender e impor as leis do territ�rio

e cumprir todos os deveres designados a voc�?

Eu juro.

� um condado:bem grande, Mike.

Tenho dois outros delegados no norte,

mas tento cuidar de tudo por aqui sozinho.

Cuide de onde o homem parou as dilig�ncias.

Pode deix�-lo por minha conta.

Quero que percorra o condado por alguns dias, Mike.

Mal tenho tido tempo para recolher os impostos.

Impostos?

N�o aceitei o emprego para isso.

- Faz parte do trabalho. - Pensei em pegarmos o bandido.

- Por que mudou de id�ia? - E urna quest�o pessoal.

Ele vai contra a minha atua��o. Eu quero peg�-lo.

Eis a lista de impostos.

Ficar� com 10% do que recolher, caso sirva de incentivo.

- J� � alguma coisa. - Mas n�o sei.

Aqueles vaqueiros s�o muito vivos em termos de roubar gado.

Nunca se sabe por quantas cabe�as deveriam pagar.

O bando do Lazy Heart � o pior.

Por 10%, recolho desse bando.

Pai, n�o o tornara seu delegado!

Acabei de emposs�-lo.

Sabe alguma coisa a respeito dele?

Ningu�m mais sabe. Eu n�o sei.

N�o sei quem ele �, de onde veio ou o que faz aqui.

Um adulto como ele n�o tem de vagar

em busca de um emprego como este.

Se o faz, n�o pode valer muito.

O que sei sobre ele me satisfaz.

Voc� � a Rosa de Kildare.

Quando eu voltar, caminharemos � luz do luar.

Agora, o que pensa dele?

Acho que voc� est� pensando bem mais nele do que eu.

- Onde est� o chefe? - O que quer com ele?

Vou explicar isso a ele.

- Ele atirou em voc�! - Um exibido.

� do xerife! que quero dar cabo!

- Vamos dar cabo dele! - Voc� primeiro?

�.

E voc� � o pr�ximo.

Vamos l�,Tex!

Terminou?

Sou delegado do condado, Sr. Withers.

- Como v�o as coisas? - N�o tenho nenhuma queixa.

- E voc�? - Acusam-no de roubar gado.

Nunca v�o se cansar de me acusar disso?

Pensam em fazer uma outra coisa.

- Quem? - O Sr. Savercool, por exemplo.

Savercool?

Deu por falta de 300 cabe�as e diz que est�o no seu pasto.

- Ter� de provar em ju�zo! - Ele prefere uma espingarda.

- N�o tem apela��o. - N�o caia no blefe dele!

Chumbo grosso n�o blefa, Sr. Withers.

Bem, n�o sou de briga. O que sugere?

Se o senhor assinar, afirmando a propriedade do gado,

posso usar como declara��o juramentada.

Bem... isso n�o custa nada.

Esclarecer� a situa��o com todos.

N�o quero voltar aqui.

Quantas cabe�as o senhor tem, no total?

- 1.200. - Quer dizer 600!

- 1200. - Ainda n�o temos as outras!

Calado!

- 1200 cabe�as. - Aceito a sua palavra.

� s� assinar.

- Pronto. - S� preciso disso.

Menos um peso na consci�ncia.

Por um tempo, ache que fosse culpado,

at� que voc� legalizou a coisa!

Agora, terei que recolher impostos sobre 1.200 cabe�as.

- Impostos? - Mas ele s� tem 600!

Aqui diz 1.200.

S�o US$ 360, Sr. Withers.

Vai deix�-lo encurralar voc�?

Tome.

Devia ficar com ele!

- Fale sobre issqcom Savercool! - E!

Hei! Pensando bem, nunca ouvi falar desse Savercool.

Nem eu.

Suas apostas.

O �s ganha.

O 6 perde.

O 4 perde. O 8 perde.

O 9 ganha. O 6 perde.

O 3 ganha.

O 8 perde.

Parece que a noite � minha.

Tudo leva a crer.

- Pronto, patr�o. - Obrigado.

BANCO DO TERRIT�RIO

- Vai embora? - Vou at� o Oriental.

- Mudar a minha sorte. - Vai voltar?

N�o conte com isso.

Est� atrasada, Rose. S�o 21:45h.

- Estou de folga, Sr. Clark. - Eu esqueci.

BANCO DO TERRIT�RIO

N�o se vire. Entre, vamos, vamos!

N�o se vire!

O cofre. Em frente.

Abra-o.

Boa noite, xerife.

- Seu dia � bem longo. - Estou acostumado.

- O senhor cuida bem da cidade. - Eu tento. Vai para casa?

Vou pegar um saco de aveia primeiro. Vou para a mina cedo.

- Boa noite. - Boa noite, xerife.

P�LVORA PERIGO

Vamos falar sem rodeios.

- Boa noite! - Ola, Tom.

- Boa noite. - Queriam falar comigo?

- Entre e sente-se. - N�o h� tempo para isso.

- O que quer, Sr. Babcock? - N�o s� eu quero...

Herb!

Tom, sei como era a cidade antes de voc� assumir.

E todos sabemos o quanto ela Ihe deve.

Mas chega uma hora em que todos n�s...

O que quer dizer, George?

Tom, queremos que deixe o cargo, j�.

Deixar o cargo? Com o bandido solto?

Se fosse capaz, j� o teria pegado antes de ele me roubar.

Se me disser quem ele �, Sr. Babcock, poderei intim�-lo.

Isso n�o � brincadeira!

Tom, deixamos voc� descobrir quem ele �,

mas ele ainda est� solto.

N�o queremos ser injustos, mas, pela comunidade,

voc� deve sair e deixar outro assumir.

Estamos muito preocupados com o que pode ocorrer.

Queremos cuidar para que n�o ocorra.

H� apenas uma coisa certa, George:

ningu�m me far� pedir demiss�o.

Fui eleito para o cargo e nele ficarei at� ter a ficha limpa!

Ent�o, pediremos � Express Co. um agente especial.

Ele tirar� o caso das suas m�os at� que recuperem meu dinheiro.

Eles n�o est�o preocupados com o seu dinheiro.

O bandido levou algum dinheiro deles.

V�o querer mandar um homem para reav�-lo.

E tem outra coisa, Tom:

voc� n�o ser� reeleito!

Concorda com isso?

Concordo.

George:-

N�o temos. outra sa�da, Tom.

Eu poderia ter um pouco mais de tempo para peg�-lo,

uma semana talvez?

- Sr. Babcock? - N�o temos mais tempo, Tom.

- Nem uma semana, nem um dia! - N�o vou implorar, senhores!

Se eu sair com este homem na minha ficha,

n�o poderia mais viver nesta cidade.

N�o poderia nem mesmo viver.

- N�o v�o precisar de um agente. - Por que n�o?

MICHAEL RYAN AGENTE ESPECIAL

- O que quer fazer? - N�o penso em substituir Tom.

Ele fez tudo que podia. Vamos seguir, trabalhar juntos.

- �timo. - N�o estou t�o certo.

Shelley?

Acho que o Sr. Ryan deve saber o que � melhor.

Tom, v� em frente.

Conto com voc�s para n�o espalhar quem eu sou.

- N�o somos todos tolos. - Voltemos ao trabalho.

- Boa noite. - Boa noite.

Boa noite.

Podia ter me contado quem era.

Como poderia saber se era honesto?

Eu e os rapazes do Lazy Heart, ent�o!

Ola, minha cara.

- N�o devia esperar de p�. - O que houve?

Nada, gra�as ao Mike.

Bom, acho que vou dormir.

Vamos at� o local de manh�.

� melhor descansar tamb�m.

Ele vai ficar bem agora.

Boa noite.

Mike.

Pe�o desculpas pelo que eu disse.

Tenho muito mais coisas para fazer com voc�.

- Mas voc� vai esperar. - Vou?

Vai.

� suscet�vel como uma garota.

Sempre pronto para companhia.

- Voc� n�o estimula companhia. - E deveria?

Deve haver um modo de sustento mais f�cil que cavar na colina.

Foi o que pensei. Cuidado.

- Que tal arrumar ajuda? - Sai caro demais.

- N�o ganha o bastante? - N�o � isso.

Compro e vendo concess�es. Negocio uma agora.

- Ajudo voc�. - N�o precisa.

Tudo bem. Onde coloco?

No barrac�o.

Voc� eu temos algo a acertar.

- O que voc� quer? - 10%

Do qu�?

Tenho de recolher impostos.

Quanto Ihe devo em impostos?

US 110!

Me d� papel e l�pis.

Vou Ihe dar uma ordem de pagamento.

Assim, j� fico liberado.

- Obrigado. Ganho 10%. - Algo mais que eu possa fazer?

- Quando ir� a cidade? - Esta noite eu acho.

- Eu Ihe pago uma bebida. - Fa�a isso.

Pode p�r o valete ali.

S� quis ajudar.

O xerife estava te procurando.

Ele me viu. Ontem � noite.

Vi voc� ontem � noite tamb�m.

- Quando - As 22h.

- Onde voc� estava? - Perto da janela.

Estava entrando no Oriental.

- Eu disse que ia, n�o? - Claro.

Mas eram 22h.

- E da�? - Demorou para atravessar a rua.

Tenho de prestar contas de tudo?

Nunca fez isso.

� claro que me acha idiota.

Acha que � o tal!

N�o � t�o esperto assim.

- Qual � o problema com voc�? - Nada.

Vamos, vamos l�.

Eu sei que voc� roubou o banco.

N�o far� isso.

Eles ter�o certeza, assim.

Talvez eu fa�a.

Seu tolo! Eu j� poderia ter contado a eles.

Era muito dinheiro?

O suficiente.

Naquelas dilig�ncias tamb�m?

- O que voc� quer? - Muitas coisas.

As coisas ser�o diferentes agora.

N�o ter� mais segredos para mim.

- Parece que n�o tenho nenhum. - Tem, sim.

Por que n�o disse que tocava piano?

N�o faz diferen�a para ningu�m, s� para mim!

Deve haver uma raz�o, e quero saber por qu�.

� melhor me contar.

Eu parei! Por que?

Porque eu queria ser o melhor.

Aulas custam dinheiro. Eu n�o tinha nenhum!

Sabe como � ter talento, muito talento?

Tentei matar o meu.

Mas ele n�o morria.

Odeio isso,

mas, �s vezes, eu preciso tocar.

Vamos embora.

Vou a qualquer lugar com voc�.

Vamos agora.

Vamos quando eu decidir.

O novo delegado pode ser um problema.

�.

Voc� n�o tem medo de nada, tem?

De nada que esteja vivo.

N�o vamos acordar os mortos, vamos?

Quem esta a�? O que � isso?

Ouvi uma baita briga no celeiro.

Eu tamb�m, Sra. Donahue.

- Gl�ria ao Pai, � o Sr. Ryan! - Vamos lev�-lo para dentro.

N�o queremos desculpas, mas o sal�rio!

Voc�s est�o todos exaustos, sem fazer nada h� muito tempo!

- V�o roubar gado! - V� voc� roubar dinheiro!

Para que acham que vou ao banco?

V� ent�o!

N�o volte sem dinheiro, s� se quiser seu funeral!

Veremos!

Vendo minha parte do que ele trouxer por US$ 0,25!

Esse desgra�ado!

Ent�o, o que vamos fazer agora?

LAR, DOCE LAR

Olhem aqui!

O sovina vai ver s�!

Vai ver mesmo!

Quando o trem chega em Soldier Springs?

- �s 16h. - Temos tempo de sobra.

E u�sque de sobra tamb�m!

Bom dia, Rosa!

Desculpe incomod�-la t�o cedo, mas acho que pode me ajudar.

- Claro, entre. - Obrigado

� s� um minuto. Eu...

quero saber a,que horas Velvet saiu do Cobweb anteontem.

Por volta das 22h, talvez um pouco depois.

Foi quando subi para o quarto.

- Ele passou direto, ent�o? - Passou. Eu o vi.

Acho que isso conclui...

FERROVIA SOUTHERN PACIFIC

Tem algo para beber? Acordei indisposto hoje.

Tenho, tenho outra garrafa.

H� quanto tempo j� est� aqui, Rosa.

Dois anos m�s que vem.

Mais que a maioria das garotas fica.

Mas talvez v� embora qualquer dia.

- N�o gosto daqui. - Seria por causa do Velvet?

Ora, Tom!

Ele quer vender a mina. Foi at� l� hoje.

Obrigado.

Caiu como uma luva!

- Se me lembrar de algo... - Eu agrade�o.

- Luke Wilson est� a�? - Ainda n�o.

Quando chegar quero falar com ele.

- Alguma, novidade? - Nadinha.

George�

Rosa recebeu alguma visita ontem � noite?

- S� a de sempre, Velvet. - Ele est� limpo.

Olhe aqui, xerife!

� �timo ter seu pr�prio rancho e ficar vivo!

- Seus pe�es? - �!

- Quer fazer uma queixa? E o que estou fazendo!

S� teremos paz com todos presos!

- Vou agora para l�. - N�o estamos ocupados?

Nada que voc� n�o possa resolver sozinho.

Quer levar o delegado junto?

J� faz tempo que preciso dar um jeito nesses rapazes.

Volto antes de anoitecer.

Quer mostrar que ainda � xerife.

�, acho que sim.

MINA RANCHO LAZY HEART

P�LVORA PERIGO

Velvet!

Pare!

Volte para dentro!

Pode jogar!

- Esvazie o vag�o de bagagens! - Depressa!

Feche a porta! Feche essa porta ai!

Vamos, vamos embora!

Pronto!

- Espingarda � m�o. - Aonde vamos comer?

- Vamos a Clarksville. - Onde fica?

- Fica onde est�. O que acha? - Vamos l�!

Vamos!

- Mike! - Telegrama para o seu pai.

Trem assaltado em Soldier Springs.

O bando do Lazy Heart.

Mas papai foi at� o rancho deles.

Deve ter sido antes de ele chegar.

Ent�o, ele deve estar voltando.

� melhor ir l� dar a noticia.

Mike,

quando vai voltar?

Amanha.

Pode contar com muitos mais.

- O que foi? - Bandidos.

- Quem �? - O xerife.

Mande estes telegramas, sim?

Corra, ou eles cruzar�o a fronteira.

- Est�o 18h � frente. - Ter�o de comer em algum canto.

Podemos parar em Clarksville, ou Pinon.

Clarksville � mais perto da fronteira.

Com um telegrama, ser�o pegos.

Em Clarksville? N�o h� tel�grafo.

Fica no fim do mundo.

Sabe de algum atalho?

Se h� algum, nunca ouvi falar dele.

- Quem � ele? - Eles desceram a colina.

Talvez possa me dar um atalho.

Amigo!

Qual � o caminho mais curto para Clarksville?

Senhor, eu vou por outro caminho.

- Mas voc� sabe? - Eu no o tenho cavalo.

Monte este cavalo.

Gra�as a Deus!

Vai me levar at� um.

Aqueles caub�is n�o fariam isso com o Tom.

Deviam estar muito b�bados. Forca alta para eles.

Ser� 4 contra 1, se os encontrar.

S� haver� uma luta, n�o?

MERCEARIA E SUPRIMENTOS

Ent�o, voc�s dois, querem, se, casar n�o?

- Queremos. - Queremos, sim!

- Est� certo. D�em as m�os... - Excel�ncia.

Procuro por 4 homens, por assalto a trem e homic�dio.

- E da�? - N�o v� que estamos Casando?

- Perd�o. Viu forasteiros? - N�o.

Eles parariam aqui, atr�s de mantimentos.

- Tenho mercadoria � venda. - Devem ter ido por Pinon.

- Subindo a estrada. - Um lugar ou outro.

- Se quiserem comer. - N�o podem estar longe.

Um mexicano me deu um atalho, uma trilha antiga.

- Preciso de um cavalo refeito. - E eu, me casar!

S� um minuto! O cavalo Ihe custar� US$ 50.

Traga-o.

Clem.

Se passarem por aqui, detenha-os.

Um tem a m�o enfaixada. Eu volto.

Eu costumo tomar conta da minha vida.

A recompensa por eles � de US$ 1 mil.

- US$ 1 m - Um bocado de.

- Um bom bocado, juiz. - Sa�de e vida longa, senhora.

Uma recompensa...

Esperto, ele: usou a antiga trilha dos �ndios.

- Vamos, j� esperei o bastante. - A recompensa seria bem-vinda.

� seria, sim. Bem, vamos em frente.

D�em as m�os.

Sabem,

ele pode ter chegado aqui antes deles.

Faz sentido que tenham vindo para c�.

- � verdade! - Podem chegar a qualquer hora!

Vamos pegar as armas.

Venha c� e se case; depois, fa�a o que quiser!

V� para a minha casa e espere!

US$ 1 mil n�o surgem todo dia!

Sabia que alguma coisa ia acontecer!

Nash, fique de olho l� fora!

Os outros, se escondam!

Quando eles entrarem, esperem por um sinal meu. Eu...

Pego algo no alto da prateleira.

Agora, escondam-se.

Fique aqui, Tex.

Queremos comprar umas coisas.

- Para onde est�o indo? - Utah.

Fica bem longe daqui... O que querem?

Vamos come�ar por tabaco.

Esta certo.

M�os ao alto!

Para o alto!

O que h�? N�o fizemos nada aqui!

- N�o gosto de homic�dios! - N�o matamos ningu�m!

N�o foi isso que soube.

Muito bem.

Tragam-nos aqui.

- Andem, vamos. - Vamos l�.

- Posso ajud�-lo? - Tem 4 homens que eu quero.

- Quem � voc�? - Um agente da Express Co.

Mostre os seus documentos.

Lamento, n�o posso portar documentos.

O que vai ganhar com isso?

Se for por causa da recompensa, eu n�o ganho: eu pago.

- Pode dar uma olhada neles. - Obrigado.

- Q que faz aqui? - Voc� o conhece?

- Claro! - Acha que conhece.

Fui a Bancroft investigar assaltos a dilig�ncias.

- Est� certo? - Talvez.

Disseram que era minerador.

S�o os homens que eu quero.

- O que vai fazer com eles? - Alguns homens vir�o peg�-los.

S� estou interessado no dinheiro.

- � tudo que me interessa. - Onde est�?

Bem aqui.

A empresa paga uma porcentagem.

- Quanto? - Voc� contou?

Mais ou menos. Calculo uns US$ 30 mil.

Nunca ouvi falar em tanto dinheiro!

Voc� leva 5�/o.

Melhor que tocar um armaz�m!

Conte US$ 1.500 para voc�; fico com o resto.

- Bem, eu... - Eu Ihe dou um recibo.

- Bom, por US$ 1.500... - Vamos, conte.

- Esta bem. - Juiz!

Venha c�.

Nash, tome conta, sim?

- L� vem o xerife. - �!

� melhor esperarmos por ele. Satisfar� a todos.

M�os ao alto! Parado!

Para os fundos. Feche a porta. Depressa!

Entrem logo!

� melhor dormir aqui, descansar.

Ele cruzar� a fronteira se eu ficar.

J� levou vantagem atirando no meu cavalo.

Ganhara tempo no planalto, mas n�o em Gunsight Ridge.

Ele nunca largar� o dinheiro. Vou atr�s dele.

Podemos ajud�-lo, se quiser.

Obrigado, mas tenho que fazer isso sozinho.

Estou tomando o lugar de um amigo.

Apare�a!

Abaixe a arma.

N�o passam muitos forasteiros por aqui.

H� mais algu�m por perto?

N�o.

- E os seus pais? - Est�o na cidade.

Quero comer qualquer coisa, mas agora.

Est� bem.

Voc� est� fugindo?

Sei como se sente.

�s vezes,me d� vontade de fugir tamb�m.

N�o tem muita gra�a viver aqui.

Mam�e diz que vai melhorar, mas sei l�...

N�o me importaria se estivesse fugindo.

N�o?

Gosto de ler sobre foras-da-lei.

Sabe de Robin Hood?

�, j� ouvi falar dele.

E conhe�o uma can��o sobre Jesse James.

Foi um covarde que o matou.

Eu sei.

Acho que voc� � um fora-da-lei.

Sei.

Mataram um homem e est�o tentando p�r a culpa em mim.

Se me pegarem, me enforcam na arvore mais pr�xima.

Assim, salvam os seus pesco�os.

H� quantos atr�s de voc�?

N�o os deixei chegar perto para saber.

Mas sei que um deles matou o homem.

Para onde voc� poderia ir?

Pensei no M�xico,

mas eu precisaria de um cavalo refeito.

Bem, pode deixar o seu aqui e pegar um dos nossos.

Onde est�o eles?

L� no curral.

N�o gostaria de ir l� fora.

Tome mais caf�.

Vai voltar logo, n�o?

N�o pare. Estava maravilhoso!

Por favor, continue. Toque outra musica.

N�o h� tempo.

Trouxe O seu cavalo.

O nome dele � Don.

Nunca ningu�m montou nele, s� eu.

Queria... que me dissesse o seu nome.

Que tal inventar um que Ihe agrade?

Nossa, que peso?

� tudo que eu preciso.

Obrigado por ter sido boa para mim.

Tem algu�m aqui?

Fique onde est�, senhor.

N�o se mexa.

Est� bem, mas cuidado. N�o quero que se fira.

- Sei como atirar. - Tamb�m n�o quero que me fira.

Algu�m esteve aqui antes de mim?

N�o.

- Vou seguir caminho. - Tem que ficar!

Por qu�?

- Sei quem voc� �! - Sabe?

- Quem sou eu? - eu sei.

- Qual � o seu nome? - N�o tenho de Ihe dizer.

O meu � Mike Ryan.

Achei que soubesse quem eu era.

Ele disse...

Eu n�o sabi� o seu nome.

Ha quanto tempo ele esteve aqui?

O que quer dizer?

- O outro sujeito. - N�o vou dizer nada sobre ele!

Deve ter dito que eu n�o prestava.

Disse que mataram um homem.

Mais de um.

Voc� n�o mataria ningu�m.

Um de n�s dois fez isso, sem duvida.

Se tiver sido ele, meu cora��o se partir�.

N�o gostaria que isso acontecesse.

Mas tamb�m n�o gostaria que achasse que fui eu.

Eu o trarei de volta, e saber� a verdade.

Eu n�o quero saber.

E dif�cil diferenciar certo e errado,

mas, quando voc� sabe, faz o que tem de fazer.

Gostar� de saber que fez, quando se lembrar.

A vida toda.

Meus respeitos � casa.

De nada.

Pronto, Velvet!

Velvet?

N�o me ajude.

H� algu�m...

Eu n�o contaria como foi.

Apenas me deixe...

ir.

Molly

n�o posso me perdoar.

Se eu tivesse feito o melhor para o seu pai,

ele estaria aqui.

Voc� devolveu ao meu pai o seu orgulho.

Era tudo que importava para ele.

Se ele pudesse Ihe agradecer agora.

Eu sei que o faria.

Molly

eles me pediram para ficar.

O que voc� respondeu?

N�o respondi.

Eu quero que fique.

Agora vou responder.

Vai?

Vou, sim.

Sincronia e ajustes, Lucio49

FIM

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