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PORTAL DOS GUERREIROS

Meu herói!

VENCEDOR

Ele atira e pontua! O Cavaleiro Negro ataca de novo!

Jack?

Quando é que vais limpar isso tudo?

As pessoas vêm aí para ver a casa.

- Estou a fazer os trabalhos de casa. - Trabalhos de casa?

- Sim, trabalhos de casa. - Achas que sou parva?

Estou a trabalhar nisso.

- Nunca vi isso antes. - O quê? Eu no computador?

Não te quero pressionar, querido, mas tens que estar bem na escola.

Pois no momento, eu não posso pagar a faculdade.

Vais precisar de uma bolsa de estudos.

Não estás a conseguir vender nada?

Seis meses. Nenhuma casa, nenhum apartamento.

O Sr. Chang diz que tudo acontece por um motivo.

Queres saber?

O Sr. Chang não vai ter a casa hipotecada em 90 dias.

Desculpa.

Eu sei que ele é teu amigo, e foi bom ele arranjar-te um emprego,

mas não precisamos de filosofia, e sim de um tempo.

Como estás com o Travis e o pessoal?

Está tudo bem.

- Não houve mais assédio? - Eu já disse.

Está bem.

- Eu amo-te. - Eu também te amo.

Nada de jogos, até terminares os trabalhos.

- Isso é uma ameaça? - É!

Eu sou o Homem Polvo!

DESAFIO ACEITE

Hector, seu idiota! O polvo tem oito braços.

Tanto faz.

Vejam quem está aqui.

- Olha isso, idiota! - Porra, o Travis.

- Vamos com tudo nesse caminho. - Gostas disto?

Gostas disto, não gostas?

- Vai-te embora, Jack. - Estou a dizer, vai-te embora.

- Mostraste-lhe a ele, Travis! - Sai do caminho!

Travis, estás bem?

Minha Nossa, eu sinto muito.

Quantas vezes preciso de te dizer?

Este pedaço é nosso!

Disseste que o parque da Magnólia era o teu local, não sabia deste.

Qualquer lugar com rampa é nosso!

Quase me mataste, idiota.

Eu sinto muito! Foi um acidente.

Acidente ou não,

eu vou acabar contigo.

Não te vais livrar tão fácil!

O que é que estão á espera? Vamos!

Vamos, pessoal!

Vão, vão, vão...

Sai do caminho!

Cuidado, puto!

Sai do caminho, velho!

Ele virou para esquerda!

Carro! Vamos, vamos.

Cuidado!

Desculpe, senhora!

RUA CARNARVON

ESTACIONAMENTO PÚBLICO

Não, não, não...

O que é que estás a fazer? Vais para uma festinha?

- Sai do caminho! - Qual é o teu problema?

- Em apuros de novo? - Melhor dizer "ainda".

Deverias usar os movimentos do teu jogo, Jack.

Pontapear uns traseiros.

O mundo dos jogos não tem nada a ver com o mundo real.

- Coragem é coragem. - Olha para mim.

Parece que eu tenho um pingo de coragem?

"Parecer" e "ser" são coisas distintas, jovem Jack.

Não no meu caso. Eu sou o que pareço.

Vamos ver se há algo para meu funcionário fazer.

Está bem.

Como vão as coisas em casa?

A minha mãe não tem dinheiro.

O mercado está parado. Ela não vende nada há meses.

Parece que vamos mudar-nos. Queria poder ajudá-la.

Talvez inventar um aplicativo.

O que é isso?

É uma nova remessa do meu primo em Pequim. Ajuda-me a abrir.

Sr. Chang, o que é isso?

Isso está na minha família desde sempre.

Gostas?

Gosto.

- A Princesa Dançarina. - Parece que ela dança "break".

Algo assim...

- Percebes? - Olha...

Eu não acho, jovem Jack.

Ela viveu há muitos anos.

Ela salvou o seu país dos bárbaros.

Por falar em coragem, ela era corajosa.

Essa miuda poderia acabar com qualquer um.

Onde devo colocá-la?

Que tal na tua casa?

- O que queres dizer? - Quero dizer que é presente.

- Não, Sr. Chang, não posso... - Claro que podes.

Cuidarás da loja enquanto eu tiro férias.

Mas já me paga por isso.

Não é gentil recusar um presente.

- Obrigado. - De nada.

- Eu tenho uma ideia. - Digz.

Esta casa é muito grande para duas pessoas.

Quando o pai estava aqui, tudo bem. Mas agora...

Talvez devêssemos alugar um quarto para algum estudante.

O que é que eu faço para merecer um filho como tu?

Ganhar na lotaria?

Boa noite.

- Onde está o Cavaleiro Negro? - O quê?

HECTOR A CHAMAR

Onde está o Cavaleiro Negro?

- Eu sou o Cavaleiro Negro! - Tu mente, tu morres!

Cavaleiro Negro, é o Homem Polvo!

Espera! Espera!

Eu desafio-te para um duelo.

Isso é um jogo! Apenas um jogo!

Está bem? Só te quero mostrar!

Agora eu tenho oito braços.

Este é o adversário e este é o Cavaleiro Negro.

O Cavaleiro Negro!

Sim, sou eu.

Quando eu me mexo, ele mexe-se.

LUTEM!

CAVALEIRO NEGRO VERSUS HOMEM POLVO

Tu venceste!

Aguarda! Voltarei com 12 braços.

- Então és o Cavaleiro Negro? - No mundo dos jogos, sim.

Neste mundo, sou Jack Bronson.

Jack Bronson é inútil para mim!

Mas eu não tenho escolha.

Jack Bronson, eu preciso da tua ajuda.

Para quê?

Preciso que guardes o tesouro mais precioso do Império.

O que é que disseste?

Vossa Majestade, pode sair agora.

A Princesa e futura Imperatriz.

Olá, eu sou Jack.

Quem tocar a Princesa, morre! Essa é a regra.

Sem excepção?

Não adianta haver uma regra, se houver uma excepção.

Às vezes é bom ser um pouco flexível.

Ele é inútil.

Mas eu não tenho escolha.

Eu voltarei o mais rápido que puder.

Se algo lhe acontecer...

Eu estou a alucinar. Isso é loucura!

Isto não está a acontecer!

- Onde estão as tuas armas? - As minhas armas?

Guerreiro Zhao disse que me protegeria.

Para me proteger, precisas ter habilidades e armas.

Acho que o guerreiro Zhao está um pouco confuso.

Eu não sou o Cavaleiro Negro.

Não tenho habilidades e armas.

Então o guerreiro Zhao estava certo.

Tu és inútil.

Certo, podemos recomeçar. Eu sou Jack.

- Como te devo chamar? - "Vossa Alteza".

Qual é o teu nome?

Sulin.

- Está bem. - Estou com fome, Jack.

Traz-me uma sopa de ninho de andorinha,

caracol assado, do tipo grande,

e línguas de pato em molho apimentado.

Verei o que posso fazer.

Nada mal.

Sulin?

Não, não, não...

Olá, mesmo na hora! Como é que dormiste?

Óptimo, e tu?

Bem.

Queres sentar-te?

Não...

Eu li que faz bem à digestão comer em pé.

Nunca ouvi isso.

- Vou lavar a louça. - Não, mãe! Deixa comigo.

Eu lavo a louça hoje.

O que é que disseste?

Tu precisas de trabalhar.

A ponte caiu e há trânsito. Vais-te atrasar.

- A ponte? - Tens que ir senão vais-te atrasar.

- Eu preciso... - Mala, chaves e telemóvel.

Vou visitar a tia Sophie amanhã, queres vir comigo?

- Não, tenho coisas para fazer. - Está bem.

Deveres de casa... Até logo.

Certo, precisas de entrar.

Eu não estou a brincar!

Fica aqui! Não saias daqui!

E então!

O que achaste do meu polvo?

Patético.

É só um protótipo, preciso de mais um tempo.

Eu vou arrebentar com oito braços... Olá.

Olá.

Não me vais apresentar?

Este é o Hector.

Homem Polvo!

Homem Polvo, esta é Vossa Alteza.

Sério? Esse é o nome dela?

Isso mesmo.

Bem, toca aqui, Vossa Alteza!

Não!

Eu sinto muito.

Estás bem?

Está tudo bem. Eu tenho mais sete braços, lembras-te?

- O que é que está a acontecer? - É complicado.

Não quero falar sobre isso agora, entendes?

A miuda é atraente. Vocês vão "ficar"?

Não se ficares a fazer perguntas idiotas.

- Vais-me contar tudo, não vais? - Cada detalhe.

Certo, vejo os pombinhos mais tarde.

Tu não podes fazer isso!

Ele ia-me bater!

Não, ele ia-te cumprimentar. Como um aperto de mãos.

Não ouviste guerreiro Zhao? Não toques na princesa. É regra.

De onde vens, talvez seja uma regra, mas aqui as regras são diferentes.

Quando voltares para o teu mundo, podes matar quem quiseres. Prometo!

Mas aqui no meu mundo, as regras são minhas.

- Está bem? - Está bem.

Não!

O que é que estás a fazer?

A observar o teu mundo, para aprender as regras.

Não, precisas de voltar!

Como aprenderei as regras do teu mundo

se eu não o conhecer?

Não podes sair vestida assim.

- Por que não? - Porque...

As pessoas olham e ficam a imaginar o que se está a passar.

Se eu estivesse com outra roupa, eu poderia ficar aqui?

Sim.

Então chama o alfaiate e pede novas roupas.

Não fazemos roupas em alfaiates.

Então leva-me aonde as fazem.

São masculinas.

- Estás bem? - O que é aquilo?

Gelado, é comida.

Que gosto tem?

Bem, primeiro é gelado e depois fica doce.

Eu quero.

Qual sabor queres?

Chocolate, baunilha, morango, cereja, menta...

- Quero todos eles. - Todos?

Está bem.

Certo.

Miuda, tu arrasas!

O teu gelado.

- Temos que ir. - Isto foi divertido!

Foi mesmo.

Eu gosto do shopping, Jack. Obrigada por me trazeres aqui.

De nada.

O que é que ele quis dizer com "arrasas"?

Bem, dizemos isso quando gostamos muito de algo.

Olá, mãe.

- Olá. - Eu comi gelado.

Dá para notar. Tu queres...

Mãe, esqueci-me de te contar.

Outro dia na escola, pediram voluntários

para alunos de intercâmbio. E Sulin apareceu hoje.

Acabou de aportar?

Não vim de navio, vim de "caixa".

- O quê? - Ela quis dizer avião.

"Caixa" e "avião" são a mesma coisa no idioma dela.

O que é avião?

Ela faz isso o tempo todo.

- Ela não acabou de chegar? - Sim.

Mas tu disseste: "o tempo todo".

Eu disse.

Quis dizer o "tempo todo" desde que chegou.

Está tudo bem?

- Está, quer dizer... - Não, não...

Sulin, é óptimo conhecer-te.

Sou Annie, a mãe do Jack.

Estou com tanta fome.

Temos salada, milho e hambúrgueres.

Sulin, gostas de hambúrguer?

Gosto de caramujos, como o Jack fez ontem à noite.

Ontem à noite?

Na gramática chinesa, passado e presente

misturam-se muito.

Estás muito estranho.

Por que não preparas os hambúrgueres?

Sulin e eu vamos arranjar o sofá do quarto de hóspedes.

Eu vou viajar amanhã, mas quando eu voltar,

podemos conhecer-nos melhor.

Podemos ir ao shopping. É um "arraso"!

- Quem te disse isso? - Jack!

Certo, vais dormir aqui.

- Ela disse isso? - Para a minha mãe.

- Isso não é bom. - Hector, dá um tempo!

Eu não sei. Ela é linda!

Não sei o que faria com ela.

Boa noite, Hector.

Com licença.

A cama do quarto ao lado está no lugar errado.

Feng shui errado. Não consigo dormir.

Aqui o feng shui está certo.

Não te esqueças de limpar a casa.

Não te preocupes. Nem a vais reconhecer.

- Diz "olá" para tia Sophie. - Claro.

Onde é que ela está?

Quem és tu?

- Onde está a Princesa? - Eu não sei!

Estou aqui.

Afasta-te!

Vamos!

Jack!

Jack!

Jack!

Jack!

Tudo bem...

Eu disse para não a perderes de vista.

És inútil!

Eu não sou guerreiro! Não sei o que esperavas!

Eu esperava mais.

E que tal isto? Quando percebi, ela estava a ser levada pelos...

Sei lá o que eles eram. Só sei que fui atrás dela.

O que mais poderia querer? E eu vim segundos atrás.

- Ela deveria estar aqui. - Mas não está.

- Então onde é que ela está? - Eu não sei.

Como não? Eu estava logo atrás dela!

Eu estava ocupado!

- Ela deve ter corrido lá para fora. - Espera, não!

Certo, não penses que me vou embora,

pois não é isso. Mas tenho deveres para fazer,

e tenho de voltar para casa agora. Voltar de onde eu vim.

Isso não vai acontecer.

- Estou preso aqui, sem saída? - Eu não disse isso.

Não estou a cargo do transporte.

- Quem está? - O Mago.

E onde está o Mago?

Jack Bronson!

- Eu não faria isso! - Acorda!

Pára! Nunca acordes um mago a dormir.

Por quê? Vais cortar a minha cabeça?

Sim, como sabias?

Foi só um palpite. Qual é a de cortar cabeças?

Quero dizer, de verdade?

É eficaz.

Fecha a porta!

Corta a corda!

Fica atrás de mim!

Abra a porta.

Há milhares de...

Abre.

Certo.

Desculpa.

Olá.

- Qual é o teu nome, jovem rapaz? - Jack.

Jack. Bem-vindo, Jack.

Há algo errado?

Pareceste-te com alguém que eu conheço.

Ele é bonito?

Sim.

Certo, agora vamos encontrar a Princesa.

- Podes explicar-me uma coisa? - Se eu puder.

- Vamos começar pelo "baú". - O Portão do Guerreiro.

- Esse é o verdadeiro nome. - Como funciona?

É muito complicado.

Tem a ver com tempo, espaço, magia

e coisas que estão além da explicação.

O principal é que funciona.

- E como eu faço para voltar? - Outro baú.

Existe outro baú?

Óptimo, onde é que ele está?

Bem, isso é complicado!

Preciso de recolher quatro madeiras de quatro árvores diferentes,

que crescem em quatro partes diferentes do país.

Norte.

Onde a madeira zebra é encontrada.

Sul, onde o bambu manchado cresce.

Leste, onde vive o mogno preto.

E oeste, onde a árvore mais rara é encontrada.

É a única maneira de construir um novo baú.

Mas antes, vamos encontrar a Princesa.

Sabes onde ela está?

Outra pergunta complicada. Que tal uma mais fácil?

Zhao!

- Conta-me sobre o Zhao. - Essa é fácil.

Guerreiro Zhao foi um dos sete companheiros

criado, desde que nasceu, pelos monges sagrados,

com um único objectivo: Proteger o Imperador.

Os monges treinaram os sete companheiros

dia e noite, a cada ano que passava.

Até que se tornassem a força mais invencível.

O único propósito da vida dele era proteger o Imperador,

que trazia paz para a Terra.

Não havia um só homem vivo que pudesse derrotá-los.

Excepto um.

Arun, o cruel.

Rei dos Bárbaros.

Como o destino reservava, Zhao estava numa missão

e atrasado para o jantar.

A comida estava envenenada.

Temendo o pior, ele correu para proteger o Imperador.

Mas ele chegou tarde demais.

Então, o caos velo do norte.

E a paz que o Imperador construiu com tanto sacrifício,

começou a desmoronar.

Sem um líder, o exército estava perdido.

O povo estava perdido.

Zhao lutou incansavelmente, mas mesmo sendo um guerreiro,

ele precisava da ajuda do maior guerreiro que pudesse ser encontrado.

E assim, usando a "pedra da visão", eu encontrei-te.

E ele atravessou o Portal do Guerreiro

para obter ajuda para proteger o maior tesouro.

- Sulin. - Sulin.

A única capaz de reunir o povo para derrotar os bárbaros

e salvar o nosso Reino.

Mas como posso ajudá-lo? Ele acha-me um inútil.

Ele acha, mas eu não.

Baseado em quê?

Estás aqui e não precisarias estar.

Poderias ter ficado em casa. Isso diz muito sobre ti.

Que eu sou louco.

E agora, se me deres licença, tenho muita madeira para colher.

Até logo. Adeus.

Anda, vamos!

Conheces a frase: "Ser o portador de má notícia?"

- Sim, Alteza. - Achas que é verdade?

Espero que não, Alteza.

Boa notícia: Eu vou-me casar.

Má notícia: Guerreiro Zhao está a caminho.

Mata-o.

Brutus, não ele! Mata o Zhao!

- Imagino que tenhas um plano. - Eu tenho.

Salvar a Princesa e impedir o casamento dela.

Ela vai-se casar?

Forçada, a menos que consigamos impedir.

Quem é o noivo?

Arun, o cruel.

Esse é o nome dele?

Arun o Cruel, o Horrível, o Terrível, o Miserável.

É o nome dele, mas abreviamos.

Se o casamento ocorre quando ela se torna Imperatriz,

ele torna-se Imperador, e dessa forma, ele vai matá-la.

E o país todo estará condenado.

Terminaste o jantar?

- Acho que sim. - Vamos dormir.

Por acaso temos cobertores e travesseiros?

Cobertores, não.

Travesseiro...

Sim.

Boa noite.

Digamos que resgatamos a Princesa.

Ela pensa em se casar com alguém?

Ainda não.

Tens ideia do tipo de marido que ela procura?

Pois no pouco tempo que passamos, senti algo.

Tínhamos algo diferente.

Como uma conexão.

Gostamos das mesmas roupas, das mesmas músicas.

- Não achas que... - Não, eu não acho, Jack Bronson.

Ela procura alguém bom, corajoso. Um herói.

É...

Apreendido no ataque ao Capitólio

da província de Ching Hai: 600 tijolos de prata,

800 tijolos de ouro, 6 baús de diamantes.

E 26 escravos.

Apenas 26 escravos?

Sei que estamos abaixo do rendimento nesse quesito.

Quem está a cargo dos escravos?

O meu primo.

Livra-te dele.

Brutus, eu disse o primo dele. Não ele!

Vamos conversar, amigo.

Eu sei que queres agradar-me, mas da próxima vez,

antes de matar alguém, podemos combinar um sinal.

Algo assim... Um sinal.

Como este. Um sinal como este.

- Como este? - Mata-o!

- Sim! - É o sinal.

- Sim! - Esse é o sinal.

Alteza!

Finalmente a minha linda noiva chegou.

Olá, meu amor!

Como estás?

Cansada d tua longa viagem?

Precisas de um banho quente?

Talvez uma comida caseira?

Logo meu amor. Em breve.

Tu e eu.

Tu e eu.

Chama o alfaiate para um ajuste.

- O que é que estás a fazer? - Vai chover.

Não há nuvens.

Nem toda a chuva vem das nuvens.

Meu Deus!

Meu Deus! O que é isso?

O que é que se passa?

Ele quer que eu morra.

- Eles sabem que estamos aqui? - Sabem que estamos por aqui.

Eles atiram flechas e torcem para dar certo.

Chamamos de "banho da manhã".

Por que não me acordaste? Eu poderia ter morrido.

Se eu te quisesse morto, teria-te matado.

Precisas de aprender a ouvir.

- O que é que está escrito? - "Não entre".

- O que há lá dentro? - As "Terras Desconhecidas".

- E o que há lá? - Coisas desconhecidas.

Estás a levar-me até ao Mago, certo?

Errado.

Acho que está na hora de pensarmos em me levares para casa.

Eu também acho. Toma.

- O que é isso? - Um mapa.

Vai levá-lo até o Mago.

Eu não sei ler isso.

Eu só quero ir para casa e tu não estás a ajudar.

- Eu dei-te um mapa. - Que significa: Que se lixe, Jack.

Trouxeste-me para aqui á força, sequestraste-me,

e agora que não sou quem pensas,

adios, amigo! Não é problema teu.

Primeiro erro: Eu não te sequestrei.

Ninguém te forçou a entrar no baú.

Acerto: Não é problema meu.

O meu problema é entrar na Terra Desconhecida.

Passar pelo exército de Arun.

Pela guarda pessoal, pelos guardas da torre.

Encontrar a Princesa. Passar pelos reforços da torre.

Passar pelos reforços da guarda pessoal.

Matar Arun.

Trazer a Princesa de volta, para que se torne Imperatriz e salve o país.

Esse é o meu problema.

Quer dizer que eu não tenho escolha.

Tens escolha: Podes salvar-te ou salvares a Princesa.

Eu não posso salvar uma Princesa!

Tu és o Cavaleiro Negro!

Quase me esqueci disso.

Sire!

Sire!

Boas notícias.

Não fiques nervoso. Hoje tem sido o meu dia de sorte.

- Estou com bom pressentimento. - Fico feliz, Sire.

Tenho a certeza que é notícia boa.

Má notícia.

Nenhum sinal do guerreiro Zhao.

Sire, Sire...

Brutus.

O sinal. Lembras-te do sinal?

Sinal?

Mata-o!

Não!

Eu estava a pensar.

Talvez se o Arun conseguisse o que quer, ele poderia mudar.

Poderia ser Arun, o gentil.

Há pessoas no teu mundo que obtêm o que querem

fazendo coisas más?

Há um rapaz.

E quando lhe dá o que ele quer, ele muda?

Na verdade, não.

O "talvez" não dá certo, Jack. Fazer o certo é correcto.

Se não for para fazer o certo, então para quê?

É fácil falar, mas esse rapaz é maior do que eu,

mais forte que eu. O que é que fazes?

- Eu corro. - Isso resolve o problema?

Não.

- Tens namorada? - Não.

- Por quê? - Porque tenho o meu trabalho.

E o trabalho não te deixa tempo para a vida pessoal?

O trabalho é a minha vida.

Não pareces muito divertido.

Divertido?

É, divertido.

Fazer coisas que te façam sentir bem.

Sinto-me bem com o meu trabalho.

Precisas de te soltar.

Já viste isso antes?

Olha.

Isto chama-se dançar, está bem?

É como...

Não?

Certo, experimenta.

Fica com eles. Senão arranco-te os olhos.

Isso mesmo.

- Mágico. - É porreirol.

Eu vou soltar as batidas e tu mexes os quadris.

Não tenho tempo para diversão.

Vá lá.

Vamos. Não temos o dia todo.

Com licença.

- Precisamos de atravessar. - Preciso de terminar a minha sopa.

Quanto tempo vais levar?

- Uma noite. - Não temos a noite toda.

Agora tens.

Talvez se mudássemos o pote...

Respeita os mais velhos, rapaz.

Sem desrespeito. Temos uma missão importante

e temos que atravessar.

Bem...

A missão importante vai ter que esperar

as batatas ficarem macias.

Eu sinto muito.

- Não podemos. - Não!

Não me apanhas.

Aqui.

Não me encontras.

Ajuda-me!

Vamos, Jack!

Vamos!

Eu não vim aqui para isso!

Fogo não!

Odeio fogo!

Talvez não seja tão inútil.

De nada.

A minha noiva.

Espero que gostes do teu novo palácio.

Em dois dias, estarás ao meu lado.

Claro que o teu trono será muito mais baixo.

- Eu prefiro morrer! - O que te deixa feliz, querida?

Queres ver-me feliz?

Diz-me o que eu preciso fazer e eu farei.

Bem...

Chega mais perto.

Eu vou sussurrar ao teu ouvido.

Diz-me, meu amor.

Minha doce princesa,

o que é que eu preciso de fazer para te deixar feliz?

Morre!

Por mais que eu te queira feliz, morrer está fora de cogitação.

Apesar de que insistires na morte, podemos arranjar alguém.

Levem-na daqui!

O jantar.

Sai daqui!

Mulheres invisíveis, pós congelantes, caixas que viajam no tempo.

Nada disso é estranho para ti, não é?

Não é estranho.

É apenas magia.

Nós não temos magia.

Então qual o nome para o que não tem explicação?

Temos a ciência e ela explica tudo.

A ciência explica o arco-íris ou um floco-de-neve?

Explica.

Mas ela explica como se sente quando vê um arco-íris ou flocos-de-neve?

Não.

- Então há magia. - Sentimentos não são magia.

- E o que são? - Eu não sei. São sentimentos.

Eles fazem-te dizer coisas que normalmente não diz.

Como quando encontra uma rapariga que não conheces,

não sabes o que dizer, mas não páras de falar.

E sentes frio e calor ao mesmo tempo.

E o coração bate como se tivesses numa corrida.

- É como... - Magia?

Acho que sim.

Socorro!

Socorro!

- Estás bem? - A minha irmã está presa.

- O quê? - Ali!

Por favor ajuda-nos.

- Eu preciso de voltar. - Por favor.

Eu...

Por favor.

- Está bem, eu vou. - Obrigada.

Graças a Deus. Rápido!

Vocês são gêmeas?

Não.

Somos trigêmeas.

E tu é.s..

O jantar!

Vamos, soltem-me!

Zhao!

Zhao, socorro!

- Ele é fofo. - Soltem-me!

- Os fofos são mais saborosos. - Eu acho os gordinhos.

- Os gordos fazem-me gases. - Zhao!

Se o sangrarmos, ele cozinhará mais rápido.

Não, não, não... Acabou a festa!

Zhao!

Zhao!

Zhao!

Como estamos em apuros a cada 20 minutos,

talvez pudesses mostrar-me alguns movimentos.

Caso seja preciso.

Artes marciais leva anos para aprender.

Não peço que me ensines tudo, apenas alguma coisa.

Artes marciais não funciona com alguma coisa.

Então me ensine muita coisa. Qualquer coisa.

Para que eu possa fazer algo para ajudar da próxima vez.

Ensina-me algo para que eu tenha alguma chance.

Por favor.

Vamos.

Vamos.

Fica em pé ali.

Deixa os pés separados.

- Isto é porreiro. - Dobra os joelhos.

Desculpa, está bem.

Agora imagina uma grande árvore na tua frente.

Estás a ver?

- Estou. - É grande?

- É. - Certo.

Agora...

Abraça-a.

- Fazer o quê? - Abraça a árvore.

Óptimo.

- É isto? - É isso!

Por quanto tempo devo ficar assim?

Se não me ensinares, é só dizeres-me.

- Eu estou a ensinar. - Certo. Muito obrigado.

Espera! O que é que estás a fazer?

Vamos.

Presta atenção.

O segredo de toda arte marcial é o círculo.

Quando te moves, o círculo move-se também.

Vou-te mostrar.

Bate-me.

Bate novamente.

De novo.

Para entender o círculo, deves fazer o círculo.

Vive o círculo, até que ele seja tu, e tu sejas o círculo.

Entendes?

Avançamos no momento em que ela disser "sim".

O primeiro exército

directamente para o Capitólio.

O segundo exército, para o oceano.

E o terceiro?

- Temos um terceiro exército? - Temos.

- Deixa que se violentem e saqueiem. - Com licença, Sire.

Para o dossel do casamento: Vermelho ou azul?

Vermelho ou azul, meu amor?

O nome disso é problemas.

Por quê? É lindo.

É lindo, mas a fortaleza está lá.

Levaríamos dias para caminhar ao redor do lago.

Podemos atravessar a nadar.

Não, Jack. Não é possível.

- Por quê? Há peixes carnívoros? - Não.

- Cobras venenosas? - Não.

- Dragões? - Não nesta época do ano.

Então qual é o problema?

Eu não sei nadar.

Estás a brincar?

Podes acabar com todos ao mesmo tempo

e não sabes nadar? Como assim?

- Nunca me ensinaram. - Calma. Aonde vais?

Não podemos perder tempo.

- Vais andando? - Não temos escolha.

Precisas de superar isso, está bem? Tens escolha.

És forte e tens coordenação.

Talvez podessemos trabalhar juntos, está bem?

Eu ensino-te a nadar e tu ensinas-me mais...

Combinado?

Vamos.

Tu consegues. Tu consegues.

Confia em mim.

É isso mesmo! Muito bem!

Agora larga o escudo.

E sobe para aqui.

É isso mesmo.

- Estás a divertir-te? - Estou.

Aposto que não curtiste muito pela maneira como foste criado.

Diversão? Não.

Quando tudo isto acabar, podes compensar.

Talvez possas visitar-me. Posso mostrar-te tudo.

Peço para a minha mãe nos levar á Disney.

Eu já disse que eu não posso largar o meu trabalho.

Precisas de ter uma vida.

Quando és responsável por uma vida, não tens vida.

Está bem.

Gostavas de aprender essas coisas na escola?

Que coisas?

"Quando és responsável por uma vida, não tens vida".

Qual é o problema?

Nenhum, é que...

parece inteligente.

- Parece? - Parece.

- O que há na Disney? - Muitas princesas.

Há uma chinesa também.

O nosso Rei vai vencer!

Abaixa-te! Abaixa-te!

- Tens um plano, certo? - Eu já te disse o plano.

- Passar pelo exército? - Sim.

- Pelos guardas pessoais? - Correcto.

Passar pelos guardas da torre. Encontrar a Princesa.

- Passar pelos reforços? - Óptimo.

- Matar Arun. - Exacto.

Coroar a Sulin como Imperatriz e salvar o país.

- Aprendeste a ouvir. - Aprendi.

A questão é:

Tens um plano para executar o plano?

O quê?

O nosso Rei vai vencer!

O nosso Rei vai vencer!

Bom dia!

Óptimo plano.

- Estamos na fortaleza? - Estamos.

- Passamos pelo exército? - Passamos.

- E pelos guardas pessoais? - Quase.

Acho que o plano está a funcionar.

O plano para entrar está a funcionar, e para sair?

Estou a pensar nisso.

Guerreiro Zhao.

Estou honrado que tenhas vindo ao meu casamento.

Não vim para o teu casamento, e sim para o teu funeral.

- E tu és... - Ele é o Cavaleiro Negro.

Não sou o Cavaleiro Negro, está bem?

Sou Jack Bronson.

Jack Bronson. Tenho boas notícias.

E tenho más notícias. A boa notícia é:

Amanhã, a minha noiva e eu nos casaremos.

Nós ficaremos lá.

E vocês dois ficarão...

Ali!

E a má notícia?

Assim que fizermos os votos

e a nossa nova vida começar,

a vossa vida acaba!

- Ele não está a blefar, está? - Arun não blefa.

Talvez ele se sinta generoso com o casamento e nos perdoe.

Arun não é generoso.

Se Arun não faz isso nem aquilo, há algo que ele faça?

Ele violenta, assassina e saqueia.

- Ou seja, estamos mortos. - Quando uma porta fecha, outra abre-se.

Viste?

O jantar está servido.

Eu não esperava por isso.

- Está na hora de comer. - Com licença.

Importarias-te...

para que possamos...

Obrigado.

Toma.

Pessoal, estou á procura da Princesa.

Sabem onde ela está?

E agora?

Está na hora de fazer o que te ensinei.

- Eu não estou pronto. - Claro que estás.

Tu és o Cavaleiro Negro, tem habilidades.

Eu não entendo. Primeiro dizes que sou inútil,

e depois de algumas aulas, já não sou?

Não sou apenas eu que não te acha inútil, Jack.

Pela maneira como a Princesa te olha, ela acredita em ti.

- Acreditas? - Vai resgatá-la!

E então?

Jack!

Estás bem? Eu sinto muito.

Vieste salvar-me!

Acho que sim.

Eu sabia que conseguirias.

Sabias?

Desde que te vi.

- Alteza! - Zhao!

- Senti a tua falta. - Eu também.

Desculpa, estou atrasado.

Grande plano. Conseguimos. Como saímos daqui?

- Estou a pensar. - Sê rápido. Eles vem aí.

- Quantos são? - Eu não sei.

- Vinte e cinco. - Preciso do valor exacto.

Um, dois, três...

quatro, cinco, seis...

sete, oito, nove, dez...

treze, quatorze, quinze...

vinte e sete, vinte e oito, vinte e nove, trinta!

- Trinta. - Tens a certeza?

Tenho.

Trinta e um!

Vinte e seis, vinte e sete...

Deu certo.

Por que é que ainda estás vestido assim?

Eu gosto.

Vamos, sobe!

- Vamos! - Subiste?

- Subiste? - Não.

Sobe!

Vamos!

Estamos quase lá!

Vamos!

Animais incríveis.

Cada um foi criado por mim desde o nascimento.

Foram alimentados pelas minhas mãos.

Cuidava deles quando ficavam doentes.

Eles são mais leais que os meus homens.

Eles morreriam por mim.

Assim como vocês dois.

E tu, minha querida, amanhã seremos marido e mulher.

Imperador e Imperatriz.

Permete-me, meu amor.

Leva-os daqui.

- O que é que elas estão a fazer? - Velhos costumes.

Último olhar, última refeição.

Para que saibas o que estás a perder.

Como consegues comer?

- Estou com fome. - Eles vão matar-nos!

Deverias provar. Está muito bom.

Eu não me importo se é a melhor comida do mundo!

Eu ainda sou um miudo!

Ainda tenho a minha vida toda!

Há milhões de coisas que nunca farei.

Como o quê?

Eu nunca beijei uma rapariga.

Eu também não.

Faltava pouco, antes de entrares no quarto.

A questão não é essa.

Com a Princesa? Quanto faltou?

Essa não é a questão!

- O que era aquilo? - Uma borboleta.

- Falaste com a borboleta? - Parece que sim.

Ela entendeu o que disseste?

Espero que sim.

Estamos reunidos aqui hoje

para testemunhar o casamento de Arun, o cruel.

O maldoso, o horrível, o terrível, o forte!

Podemos continuar?

Eu gostaria de te agradecer.

Pelo o quê?

Por tentares transformar-me num guerreiro.

Tu já eras um guerreiro, Jack. No teu interior.

Só era preciso deixares-me fluir.

E isso trouxe coisas boas.

- Ainda não acabou. - Como assim?

Num minuto ela se casará e nós seremos enforcados.

Jack, preocupar-se não vai mudar nada.

Apenas vive o momento.

Sem ofensa, mas esse pode ser o último momento.

Arun, aceita Sulin, na saúde e na doença,

na alegria e na tristeza... Eu aceito, ela aceita.

Eu declaro-vos marido e mulher.

Para oficializar, deve beijar a noiva.

É isso mesmo!

Não!

Olá.

Mago, como chegaste aqui?

Olha.

É simples! Agora vamos salvá-la!

- Óptimo! Como? - Salta!

Saltar?

- Vamos lá. - Jack!

- Usa um pouco do pó para saltos. - Vamos!

É isso mesmo! Agora salta!

- Saltar como? - Agora!

Como assim? Esse pó é exclusivo do Mago.

- Tu consegues, Jack. - Salta!

Está bem!

Vamos!

Por ali!

Sulin!

Pára com isso! És muito estraga prazer!

Anda! Vamos!

Afastem-se!

Para trás!

Jack!

Jack, toma!

Espera, eu não sei o que fazer com isto!

Apenas atira!

Obrigado.

Vai salvar a Princesa!

Venha! Vamos!

Vamos, Jack!

Zhao!

É hora de partir!

Sulin?

Sulin!

Sulin?

Sulin!

Jack.

Estás bem?

Vamos sair daqui.

- Quase lá. - Mas não completamente.

Por que é que estás a fazer isso?

Tu não és um guerreiro, nem mesmo um homem feito.

Corre.

E eu deixo-te viver.

Corre tu e eu deixo-te viver.

Deixa-me pensar.

Não.

Acho que vou ficar.

Acho que vou arrancar uma perna e depois a outra.

Depois vou arrancar-te os braços.

Eu vou-te matar.

Jack!

Jack, tu arrasas!

Obrigado.

Graças ao casamento, a paz está restaurada.

Conforme os desejos do povo, passamos o trono

para a Princesa Sulin.

Todos os ministros devem servir a nova soberana.

Que todos os servos unam os vossos corações

e contribuam juntos, para ajudar o país.

Que as ordens sejam respeitadas.

Zhao.

A Imperatriz quer ver-te.

Certo, só estou á espera do Mago.

Jack, se a Imperatriz convoca, deves ir imediatamente.

- Ele disse que voltaria. - É a regra.

Ou o quê? A minha cabeça será cortada?

Tu e as tuas regras.

Sorrir também é contra as regras?

- Olá. - Olá.

Tens a certeza que não serei decapitado?

Ninguém está a ver.

Está bem.

Queria ver-te antes de partir.

Na verdade, eu gostaria de ir contigo.

Mesmo por um dia.

És a Imperatriz, podes fazer o que quiser.

Por causa disso é que eu não posso.

Cada minuto a partir de agora será preenchido

por ministros, embaixadores, papéis para assinar e decisões.

Sem danças, nem cantos.

Sem diversões.

Eu adoraria ir ao shopping comer gelado, mas eu não posso.

O meu pai trabalhou tanto para trazer a paz para o país.

Não posso desapontá-lo.

Ele deu a vida pelo povo. Eu devo-lhe isso a ele.

Eu entendo.

Mas agradeço-te pelas lembranças que vou sempre guardar.

Eu também te quero dar uma para guardares.

Eu não te acho um inútil.

Eu nunca achei.

Adeus, Jack.

Ele tocou na Imperatriz!

Ele deve morrer!

Mago?

Mago!

Estou aqui!

- Eu tenho que ir! - Entendi!

Eu tenho que ir agora!

Eu sei! Eu coloquei em algum lugar.

Eu tenho que ir.

Isto! Viste? Está bem.

- Não está pronto? Rápido! - Calma.

Jack?

Depois de tudo que passamos.

- Vais mesmo matar-me? - Regras são regras.

Se não vivêssemos por elas,

não seríamos nada além de bárbaros.

A menos que façamos uma excepção.

Às vezes é bom sermos flexíveis, certo?

Eu odeio-te.

Toma.

Obrigado.

Adeus, Jack Bronson.

Eu nunca te vou esquecer. E das lições que me ensinaste.

Está na hora.

O pedaço de madeira que faltava.

Eu aprendi a ser flexível, mas eles não.

- Apressa-te! Vamos! - Sim.

- Eu tenho que entrar! - Vamos!

Vamos!

Jack!

Olá, mãe.

O que é que aconteceu aqui?

É complicado.

Tenho a certeza que é.

Olá, idiota.

- Travis, assim vou-me atrasar. - Vais-te atrasar...

permanentemente.

- Não precisas ser assim. - Estás certo. Não é preciso.

Poderias...

correr.

Cobarde.

Está bem.

Eu dei-te uma oportunidade.

Deste-me uma oportunidade?

O que é que estás a fazer?

O que é isso? Queres dançar?

Vamos acabar logo com isso.

Idiota.

Parvalhão!

- Terminaste? - Estád morto!

Não me toques!

Já tiveste o suficiente?

Estád bem?

Vamos.

- Vamos, levanta-te. - Não me toques!

O que é que estás a fazer?

Querido, temos que nos mudar.

Eu não consegui pagar. Vamos perder a casa.

Não vamos!

É um cheque.

- Isso. - De Us 25 mil!

- Sim. - Em teu nomei?

Sim.

Eu não entendo.

Bem...

Eu tive uma ideia de um jogo e vendi-a.

- Estás a brincar? - Não.

Meu Deus!

Eu preciso de me sentar.

Um jogo para vídeo jogos? Como se chama?

O Portão do Guerreiro.

Vá lá!

SULIN VENCE

Um copinho de chocolate, por favor.

Também quero uma de chocolate, baunilha, cereja e morango.

Olá.

- O que é que estás... - A fazer aqui?

Eu criei uma regra: Todos tiram férias.

Até a Imperatriz. Moderno, não achas?

- Como é que tu... - Chegaste aqui?

Eu fiz o Mago fazer outra caixa.

Isso é demais!

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