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Original subtitles

Anteriormente�

Est� pronta para fazer sua parte?

Estou pronta.

Vou embora amanh�.

Que grosseria!

A menos que estejamos presos aqui.

Ningu�m est� preso aqui.

Estamos todos sendo mantidos aqui contra nossa vontade.

N�o posso viver com essa ofensa.

Sua autoriza��o.

Eis o grande comandante que levou seus leais vassalos

para um sufocamento silencioso.

Uma mensagem do Sr. Ishido.

Sua oferta de servi�o em vez da morte�

Ele aceita.

Invadiram o castelo.

- Para o port�o! - N�o vou arriscar ser capturada.

Ishido.

Ele nunca nos deixar� sair vivos.

Mariko-sama!

Nigel!

Ele vai nos ouvir.

N�o fa�o barulho.

Quem vai saber?

Olhe s�. Parece afiado.

Sil�ncio. Ele vai ouvir.

Eu s� vou olhar.

Mam�e vai se zangar se souber que estamos aqui.

Cuidado.

Por que est� lascado?

Porque o vov� o usou para enfrentar um ex�rcito de assassinos japoneses.

Foi mesmo um selvagem quem te deu isso?

Anjin!

Levante!

Anjin!

Levante!

Mariko - sama.

Mariko - sama!

Pai Celestial,

n�s Te entregamos sua leal serva, Mariko-sama.

Mariko - sama.

Sra. Mariko!

Me perdoe�

BASEADA NO ROMANCE DE JAMES CLAVELL

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com

CAP�TULO DEZ: UM SONHO DENTRO DE UM SONHO

Tudo isso foi tr�gico e evit�vel.

O Castelo de Osaka n�o � t�o seguro quanto pens�vamos.

Isso est� claro.

A Sra. Mariko deveria ter sido

liberada sem incidentes.

De que isso importa agora?

Uma carta de protesto do meu irm�o.

A morte violenta da estimada vassala o deixou em choque.

Ele fugiu de Edo em segredo e se prepara para uma guerra.

Isto n�o significa nada.

Se ele vai se entregar aqui ou na batalha, o problema � dele.

O importante � que estamos unidos.

E pensar que um ataque desonroso

pode ter sido ordenado por um membro deste Conselho.

Um ataque t�o revoltante.

S� Toranaga � calculista o bastante para fazer isso.

Ele est� tentando semear a divis�o entre n�s.

� nosso dever acabar com essa amea�a.

Por mim�

atacamos.

Primeiro, a Sra. Mariko deve receber um enterro crist�o.

Sinto muito pela morte de Mariko,

mas n�o vamos esquecer que ela era Akechi.

Da linhagem que matou o pai da Sra. Ochiba.

A Sra. Mariko ser�

generosamente

homenageada.

Est� bem.

Nesse caso, vamos � guerra depois.

E com o apoio do herdeiro.

� claro.

O estandarte dele legitima o nosso lado

e ilegitima o de Toranaga.

E o que faremos com o herege?

Depois de votarmos pela guerra,

o destino dele n�o me interessa mais.

A guerra � inevit�vel.

Inevit�vel.

Essa quest�o�

talvez necessite de um pouco mais de debate.

N�o seja supersticioso.

N�o somos camponeses, procurando significados ocultos.

Somos protetores do reino.

A vota��o acabou.

Voc� parece estar bem.

Sua audi��o� est� melhorando?

Ouvidos.

Obrigado.

Pensei que a Sra. Mariko seria apenas capturada.

Ela resistiu e morreu.

N�o pod�amos fazer nada.

Seus esfor�os n�o ser�o esquecidos.

Depois que Toranaga morrer,

seu lugar no Conselho est� garantido.

Que coisa estranha�

Quando o taiko estava prestes a ir � guerra contra Toranaga,

ele tinha todos os votos�

at� o terremoto.

Foi um dos grandes, abaixo do lago Biwa.

Os aliados chamaram de mau agouro.

O taiko foi for�ado a fazer paz.

Isso foi h� muito tempo.

Onde est�?

Ele culpou o bagre.

Sua cauda grossa e feia fazendo a terra tremer.

N�o h� bagres nesse lago.

� claro, sei disso.

Volte para Izu.

Re�na seu ex�rcito. Aguarde minhas ordens.

Eu a devolvo aos c�us.

Tenha muitas filhas.

Foi mesmo um selvagem quem te deu isso?

Vivemos e morremos.

Est� dormindo h� muito tempo�

A Sra. Mariko foi enterrada no outro dia.

Levante-se. Est� na hora de partir.

Os homens do Sr. Kiyama v�o escolt�-lo at� o porto.

Bem, acabe logo com isso.

Voc� foi autorizado a voltar � gal� de Toranaga-sama.

Aqui est� seu passe.

Por que estou recebendo a autoriza��o do Sr. Kiyama?

E Yabushige - sama?

Est� preparando a gal� na Ba�a de Osaka. Vim para lev�-lo at� ele.

Todas as fam�lias sa�ram de Osaka.

Louvado seja Deus. Pelo menos essa crise passou.

Toranaga n�o vai se render.

Ainda n�o.

Ishido-sama mobilizou o Conselho para a guerra.

A Sra. Ochiba prometeu o apoio do filho. Toranaga morrer� em algumas semanas.

Ent�o n�o conhecem Yoshii Toranaga.

Os ref�ns est�o livres.

Ele conseguiu o que queria.

Sem sujeira, sem guerra.

Apenas uma mulher.

Ela n�o deve ter me ouvido antes�

Antes de morrer.

Falei diante de Deus.

N�o o seu Deus ou o meu Deus.

Apenas Deus.

Acha que foi aceit�vel?

Ela j� estava santificada.

Antes de morrer, ela veio at� mim e foi absolvida.

Ela gostaria de nos ver sendo civilizados.

Sim. Sim, talvez tenha raz�o.

Talvez chegue a hora de esquecermos nossas diferen�as.

Sim.

Toda essa bobagem.

Cat�licos, protestantes, calvinistas e todos os outros merdas.

� uma pena que esse dia nunca chegar�.

N�o �, padre?

� aqui que serei emboscado?

Como da �ltima vez em que tentei partir.

Sem prote��o.

� assim que finalmente morrerei?

N�o vou negar.

Deveria morrer nesta floresta.

Mas um acordo foi feito.

Voc� sair� vivo de Osaka.

Me perdoe se eu tiver dificuldade

de acreditar s� na sua palavra.

Nesse caso, ter� de confiar em mim.

V� com Deus, Anjin - sama.

Foi a Sra. Maria.

Ela pediu � Igreja que poupasse a sua vida.

E agora eu poupei.

Cumpri a minha palavra.

Adeus.

E boa sorte.

Como assim, "um galho nu"?

- Foi escrito pela minha amiga. - Aquela que acabou de ser enterrada?

Sim.

Ent�o precisamos terminar o poema.

Que verso vai escrever agora?

Bem�

um galho pode ter frutos�

e tamb�m flores.

Que tal�

Flores s� s�o flores porque caem

Mas, felizmente, h� o vento.

Nunca dever�amos ter ido a Osaka.

Seu navio.

Podemos navegar nele juntos.

Para o seu pa�s.

Qual � o nome do seu pa�s?

- Pa�s. - Pa�s, sim. Qual �?

Inglaterra.

Me leve para l�.

N�o entendeu?

Certo, ent�o�

Me ensine a mergulhar.

Como ensinou Toranaga.

Me mostre.

Recomponha-se, homem.

O que est� dizendo? R�pido!

Veja!

Omi!

Sinto muito.

Sr. Yabushige�

tenho ordens de pedir suas espadas.

Minhas espadas.

Esses homens s�o do Sr. Toranaga.

As ordens tamb�m s�o dele.

� claro.

Por aqui.

Inimigos passaram pelos nossos guardas � noite.

Sabiam exatamente onde atacar.

Achamos que foram os crist�os.

� tudo t�o terr�vel�

Inimigos? Foram os crist�os?

Mariko - sama.

Por aqui!

Por favor, pare.

At� encontrarmos quem ajudou os saqueadores crist�os,

ningu�m na aldeia descansar�.

Ordens do Sr. Toranaga.

Senhor.

Obrigado por devolver minhas consortes e vassalos.

Soube da morte da Sra. Mariko?

Sim, eu sei.

Naquela noite,

voc� foi visto deixando intrusos entrarem nos meus aposentos.

Uma das damas de companhia de Mariko estava com voc�s no por�o.

Ela mandou uma carta para Omi.

Depois da morte da Sra. Mariko,

disseram que se sentiu culpado e pediu perd�o.

Achei que era meu dever alertar o nosso senhor.

Voc� ajudou no ataque?

Ajudei.

Certo.

Suas terras ser�o confiscadas.

Abra sua barriga at� o p�r do sol de amanh�.

Senhor�

Se precisa me matar, me d� uma boa morte!

Como ser despeda�ado por um canh�o

ou comido vivo por um cardume de peixes raivosos.

Eu imploro! Por favor!

�timas sugest�es, mas n�o confio em voc�.

Por favor, cometa seppuku at� o p�r do sol amanh�.

Izu � o feudo do cl� Kashigi.

Eu declaro Omi meu herdeiro,

e solicito que seja entregue a ele.

� justo que pe�a, mas Izu n�o � mais sua.

Quem deseja como auxiliar?

Que seja o Anjin.

N�o.

Nesse caso,

eu ficaria honrado se fosse o senhor.

Farei isso.

At� amanh�, ent�o.

Que Fudo Myo'o sorria amanh�.

Fuji�

Voc� parece�

saud�vel e forte.

Obrigada.

N�o tradutor.

Voc�s protegeram meu novo filho.

Sou grato a todos voc�s.

Perdemos tantos desde que nos separamos em Osaka.

Come�ando pelo Sr. Nagakado,

por quem ainda guardamos luto.

Felizmente, tenho mais filhos,

gra�as a voc�s.

Na manh� em que deixamos o Castelo de Osaka,

isto veio em segredo da Sra. Ochiba.

Voc� leu?

Que sugest�o!

Se eu pudesse usar palavras

como flores espalhadas e folhas ca�das, meus poemas dariam uma bela fogueira.

Essas palavras s�o belas demais para serem suas.

S�o da Sra. Mariko.

Agora s� nos restam as palavras dela.

Mas que bela fogueira ela fez!

O que � isso?

Eles cont�m os restos mortais do meu marido, Sr. Tadayoshi,

e meu �nico filho, Tsurumaru.

Eu deveria enterr�-los no templo da fam�lia,

mas quero estar perto deles.

N�o sei o que fazer.

Anjin - sama.

Vou embora amanh�.

O Sr. Toranaga me deu permiss�o para me tornar freira.

Entende o que digo?

"Freira"?

Fuji, freira?

Sim.

Uma freira.

Eu desejo

que voc� fique.

Imposs�vel.

Eu ordeno.

Fuji �

consorte.

Sinto muito,

mas n�o sou mais sua consorte.

Conclu� o meu servi�o para com o Sr. Toranaga.

Bem, voc� o serviu bem.

Fuji�

melhor freira.

Vou tentar.

Entretanto�

estou triste pela aldeia.

Ajiro.

Ap�s o ocorrido com seu navio, os alde�es est�o sendo punidos.

Tamb�m estou triste.

Fuji.

Prepare uma mensagem para o Sr. Toranaga.

Desejo v�-lo amanh�.

Sua espada e sua pistola.

Vou lev�-lo ao Sr. Toranaga.

Diga a ele�

que estamos desgostosos com a destrui��o do navio dele.

Meus homens n�o v�o descansar at� acharem o sabotador.

Senhor, talvez isso seja demais para um simples pescador traduzir.

Ele ainda n�o sabe?

Conte a ele.

- Perd�o pela mentira, Anjin - Dono.

Eu nasci Tonomoto Akinao, no distrito de Azuchi.

Sou um samurai.

Para espionar os inimigos dele, h� anos,

meu senhor ordenou minha convers�o � religi�o dos portugueses.

Ent�o adotei o nome Muraji e me mudei para c�.

Bem, pelo menos n�o � cat�lico.

Eu sou crist�o e tamb�m me chamo Tonomoto Akinao,

vassalo de Toranaga.

Sou as duas coisas.

Meu senhor diz que n�o descansar�

at� encontrar os que ajudaram a destruir o navio.

Muraji,

preparei algo para dizer em japon�s, me ajude se eu falhar.

Obrigado por concordar em me ver.

O dia em que se rendeu ao seu irm�o�

Perdoe-me pelo meu desrespeito.

Naquela �poca, eu havia�

desistido�

da�

"Esperan�a"?

Esperan�a.

Ou a palavra que procura � "f�"?

Agora, qualquer uma delas serve.

Por favor, deixe Ajiro em paz.

Um homem perdeu a esperan�a�

mas Ajiro � leal.

Por que ele se importa com o sofrimento da minha aldeia?

Ele n�o quer se vingar dos inimigos?

Ele perguntou por que n�o deseja lutar contra seus inimigos.

Meus inimigos n�o queimaram o navio.

Ele disse que n�o foram seus inimigos que queimaram o navio.

Foi Mariko-sama. Ela odiava minha guerra contra os cat�licos.

Ele diz que foi a Sra. Mariko.

Ela odiava a guerra dele contra os crist�os no Jap�o.

Ent�o, fez um acordo em Osaka

para trocar minha sobreviv�ncia pela destrui��o do meu navio.

Ela ordenou a destrui��o do navio em troca da vida dele.

Entendeu?

Essa morte � um erro.

N�o quero mais sangue.

E a guerra do Anjin?

N�o preciso mais dela.

Minha guerra�

� pequena.

Rejeito o pedido dele.

Por qu�?

Os que s�o desleais a mim continuam respirando no meu dom�nio.

N�o posso permitir isso.

Ele disse que a senten�a perdura at� acharem o traidor.

- O que est� fazendo? - Eu fui o traidor.

Eu morro,

n�o a aldeia.

Quem voc� pensa que �?

Ele acha mesmo que, se tirar a pr�pria vida,

eu deixarei de procurar esses traidores?

Eu morro,

n�o a aldeia.

N�o.

Voc� n�o entende?

Vim aqui para us�-lo.

Para us�-lo!

Desde o dia em que pisei em suas praias,

s� disse mentiras.

Eu contei mentiras.

"Inimigo."

Inimigo!

Foda-se.

Vivemos e morremos.

Eu, Anjin, com minha morte�

protesto contra o castigo cruel de Yoshii Toranaga � aldeia.

J� chega!

Se j� terminou,

reconstrua aquele navio

e fa�a uma frota para mim.

Encontre um bom marido para minha esposa.

Cuide para que n�o seja um idiota.

O senhor fez de mim seu herdeiro.

Fico muito grato.

Tio�

Juro que o nome Kashigi est� seguro em minhas m�os.

Se eu n�o acreditasse nisso, n�o teria sugerido.

Considerei voc� o filho que nunca tive.

Meu poema da morte.

Meu corpo morto,

N�o queimem, n�o enterrem Apenas deixem no campo

E, com ele, Encham a barriga de um c�o faminto.

Impressionante, n�o �?

Acho que nunca estive t�o afiado.

Aprendi muito com o senhor.

E agora o aprendizado acaba.

Meu testamento.

Tenha uma boa morte.

Lamento dizer que n�o vai al�m disso.

Meu sobrinho ser� um bom vassalo.

Ter� sorte de t�-lo.

Preciso lhe agradecer por isso.

E o Anjin.

Agrade�o por ele tamb�m.

Queria ter vivido para ver.

O dia em que seu plano der certo, seja ele qual for�

Meu sobrinho na batalha�

Quando Anjin velejar contra os crist�os que queimaram o navio�

Eu poderia ter vivido tantos dias.

Quem dera fosse simples assim.

O navio tinha de ser destru�do.

Era isso ou a vida do Anjin.

Indicar um vigia para espalhar p�lvora�

n�o foi t�o dif�cil.

Mariko negociou com a Igreja, e eu concordei.

Queimou o navio.

Foi um truque necess�rio para testar o Anjin.

Talvez um dia eu conte a verdade a ele.

Ent�o ele j� ter� reconstru�do o navio,

e provavelmente terei de destru�-lo de novo.

N�o acho que seja o destino dele deixar o Jap�o.

Como �

moldar o vento � sua vontade?

N�o controlo o vento.

Apenas o estudo.

Mas como pode vencer?

Com tropas em menor n�mero,

o ex�rcito do herdeiro prestes a atacar�

� C�u Carmesim?

Suponho que possa dar certo�

mas n�o vejo como.

Pelo menos me diga antes de eu morrer�

Depois de tudo que passamos,

achei que voc�, de todas as pessoas, perceberia.

O C�u Carmesim j� est� conclu�do.

Com os Regentes unidos,

eu jamais poderia mandar um ex�rcito a Osaka.

Seria morte certa.

Ent�o enviei uma mulher para fazer

o que um ex�rcito jamais poderia.

N�o v� o que vem depois?

Em apenas um m�s,

encontraremos nossos inimigos em Sekigahara.

Cinco ex�rcitos se enfrentando no campo de batalha.

E voc� tem raz�o,

seria o meu fim se Ishido contasse com o ex�rcito do herdeiro.

Entretanto,

gra�as �s a��es de Mariko,

a Sra. Ochiba se cansou da alian�a com Ishido.

Numa carta para mim, ela jurou em segredo

manter o ex�rcito do herdeiro fora do campo de batalha.

Nesse dia, Ishido n�o ter� estandarte.

Os regentes se voltar�o contra ele antes que uma espada seja empunhada.

S� ent�o meu sonho se realizar�

Vou come�ar por Edo, meu centro de poder.

Uma na��o sem guerras.

Uma era de grande paz.

Todos n�s tornamos isso poss�vel.

Voc�, eu,

a Sra. Mariko�

At� mesmo o b�rbaro que veio do mar.

Quantas vezes pensei em entregar a vida dele, mas me detive.

N�o porque ele seja importante.

Meu estandarte sobreviveria sem ele.

Mas porque ele me faz rir.

E meus inimigos precisam de uma distra��o.

� hipocrisia,

nossas vidas,

todas essas mortes e sacrif�cios de homens inferiores

s� para garantir a vit�ria em nossos nomes.

Lembra o que Anjin disse quando nos conhecemos,

quando eu disse que a luta era in�til?

"A menos que eu ven�a."

Se voc� vence, tudo � poss�vel.

At� o xogunato.

� o que sempre quis, n�o �?

Voc� n�o � melhor do que n�s em seu cora��o secreto.

Diga a verdade.

Eu a levarei para o t�mulo.

Por que contar o futuro a um homem morto?

Vai me levar remando at� o convento?

Fuji-sama, voc� me serviu por todo esse tempo.

Me permita este �ltimo gesto, por favor.

Olhe.

Venha.

Para o mar.

�ltima coisa que pe�o.

Sempre acreditei que uma alma entregue �s profundezas

� uma alma que, de certa forma, vive para sempre dentro dela.

Entendeu?

Juntos. Para sempre.

Juntos para sempre.

Que suas m�os sejam as �ltimas a segur�-la.

Ergam os cabos!

Ergam os cabos!

Sei que est�o cansados, mas a mar� subiu, vamos de novo.

Pronto.

Esperem o sinal.

Puxem!

Estamos mijando no vento. Precisamos de mais �gua.

Diga para descansarem.

Fa�am uma pausa.

Certo.

Sim. Sim, isso � maravilhoso.

Ergam os cabos!

Ergam os cabos!

Muito bem, seus nojentos choraming�es.

Estou sentindo que � agora.

Ou�am�

N�o. Ou�a, Muraji. Deixe isso entre n�s.

Puxem!

L� est� ele!

Eu disse que ele era lindo! Eu disse que valeria a pena!

J� chega.

Bom trabalho!

Obrigado.

�timo trabalho hoje.

Obrigado.

X�GUM: A GLORIOSA SAGA DO JAP�O

Tradu��o: Priscilla Rother Resinc: TonFH82

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