All language subtitles for S02E23.John Ewing III Part 1

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Original subtitles

Seus �ltimos hemogramas mostraram um alto teor de �lcool.

Agora chega de beber, Sue Ellen.

Ela n�o se feriu. N�s a achamos apenas inconsciente.

Sue Ellen est� com problemas, e a vida do seu filho corre perigo.

Precisa fazer algo!

N�o vou tolerar uma esposa b�bada, menos ainda uma prom�scua.

-E o que voc� pretende fazer? -Voc� vai ficar s�bria.

Voc� vai � cidade?

S02E23 - John Ewing III - Parte 1

Legenda por Susanawho

CENTRO M�DlCO

-Quanto custa esta? -US$ 165.

Tem algo mais caro?

Esse custa US$ 35O. � mais pesada.

�timo. Vou levar.

-N�o quer experimentar? -N�o, obrigada. Levarei essa.

Voc� pode se apressar?

Lucy!

-Oi. -Oi!

Chegou cedo? Esperava voc� daqui uma hora.

Tenho coisas para fazer antes de te mostrar os vestidos de festa.

Ent�o, me espere no escrit�rio, ou v� fazer compras.

Eu...

Algum problema?

N�o. Eu esqueci que devia te encontrar aqui.

Esqueceu? Bem, o que est� fazendo?

-Poderia assinar, Srta. Ewing? -� claro.

Hoje � anivers�rio de Muriel Gilli...

ent�o vim comprar um presente para ela, foi isso.

Estou indo pra casa dela agora.

Bem... eu reservo os vestidos. Mas venha experiment�-los amanh�.

Desculpe.

-Tchau. -Tchau.

Sue Ellen.

-Est� tudo bem? -at� agora, sim.

Mas voc� deve diminuir a bebida.

-O qu�? -Seus �ltimos hemogramas...

mostraram um alto teor de �lcool.

Ali�s, o exame era desnecess�rio. Basta olhar para voc�.

-Dra. Krane, n�o tem esse direito. -Eu tenho todo o direito.

A sua sa�de e a do beb� s�o responsabilidade minha.

O efeito do �lcool no feto ainda n�o � completamente conhecido.

Mas sei o suficiente para poder te dizer...

que est� arriscando demais a sa�de do seu beb�.

Sem dizer a sua pr�pria. Chega de beber, Sue Ellen.

-Nem vinho no jantar. -A senhora est� exagerando, doutora.

Tomei um coquetel no almo�o, foi s�.

-Sue Ellen, por favor. -N�o vou mais discutir isso!

Se pretende continuar, vou ter que procurar outro m�dico.

algu�m um pouco mais compreensivo.

-Ora, voc� voltou. -Sim, sou eu.

Veio retirar as coisas que deixou? O prazo est� se esgotando.

Sim, virei retir�-las depois. Quanto me d� por isso?

-� muito bonita. -Certo. Quanto?

-Eu te dou US$ 5O. -Cinquenta? Vale muito mais.

N�o para mim. Leve a outro lugar e veja se consegue mais.

N�o tenho tempo. Aceito os cinquenta.

Conversamos depois, est� bem? Com licen�a.

Ora, ora. Olha quem chegou.

-Como est�? -Eu trouxe o dinheiro.

Mostre.

Tudo bem.

Quer um pouco disto?

Escuta, tem uma festa na casa da Anne.

Os pais dela viajaram. Voc� quer ir?

-Sim, tudo bem. -Legal.

Vejo voc� l�.

Sim. Mande-a entrar. Voc� e Louella podem ir.

Obrigada.

Sim, querida.

-Oi. -Estou terminando isto. J� falamos.

Tudo bem.

Na verdade, voc� devia ler isto.

S�o as novas diretrizes do �rg�o de Gerenciamento de Terras.

Mais r�gidas do que as do ano passado.

N�o se construir� nada no Texas sem a aprova��o do seu irm�o.

Cliff Barnes tornou-se um homem poderoso.

-Espero que ele fique feliz. -Espera?

Eu ainda o amo, Bobby. Apenas n�o gosto mais dele.

Voc� ter� que atender as liga��es dele algum dia desses.

Provavelmente. Mas n�o por enquanto.

Voc� decide.

-Aonde quer ir comer? -Tanto faz, desde que seja italiano.

-Como foi com Lucy na loja? -Ela esqueceu do nosso encontro.

Tem notado algo de estranho nela?

-Eu n�o notei nada. -Ela anda t�o quieta.

Ela n�o � assim.

Ela n�o esqueceria o Kit do dia para a noite.

-Mas ela tinha reagido t�o bem. -Ent�o deve ser efeito retardado.

-Oi, Bobby. Pamela. -Ol�.

-Oi. -J.R. est� no escrit�rio?

N�o, ele passou o dia fora, numa reuni�o.

Hoje vai ter um jantar beneficente em prol do hospital.

-Espero que ele n�o se atrase. -Eu posso tentar encontr�-lo.

-Est� bem? -Obrigada, mas n�o precisa.

Estou acostumada a esperar. Vou para a sala dele e...

...fico esperando l�. -E se esperarmos junto com voc�?

N�o. n�o � necess�rio, obrigada.

-Podem ir. Aproveitem a noite. -Sue Ellen, tem certeza?

Claro, Bobby. Obrigada. Boa noite.

Boa noite, ent�o.

Foi uma reuni�o interessante, Sr. Ewing, e muito �til, eu achei.

-Concorda, Senador? -Eu sempre fui contra...

o �rg�o de Gerenciamento de Terras. Nunca gostei dele.

-Ent�o, contamos com o Senador? -� claro.

N�o h� d�vida alguma de que seria muito bom para o Texas...

se o �rg�o de Gerenciamento de Terras fosse desmanchado.

J� tomei muito tempo dos senhores.

Imagine! A informa��o que deu sobre o �rg�o de Gerenciamento de Terras...

ser� muito �til para mim na pr�xima sess�o.

Tomarei um drinque com o Senador Allman logo mais.

Por que n�o vem passar-lhe algumas informa��es?

Bem...

o Senador Allman? Eu gostaria muito, senhor.

-�timo. -Eu n�o o vejo j� h� dois anos.

Ele chefia o Comit� de Apropria��es? Antes disso, era o de propriedade...

-�s vezes... -O qu�?

N�o acontece assim.

-Voc� vai atender? -N�o.

Barnes falando.

Cliff? Sou eu.

-Sue Ellen. -Eu reconheci sua voz.

Cliff...

eu estou me sentindo muito mal.

Posso ir a�? S� um pouco?

N�o.

Por favor, Cliff.

Eu disse n�o.

-Voc� est� com algu�m a�, n�o �? -N�o faz diferen�a.

Mas est�.

Espere.

Agora o novo single de Garnet McGee, 'The Last Chance for Love'.

-Lucy. -Oi, Ray.

-O que faz aqui? -Cuidado. Eu vou cair.

-Est� tudo bem? -Eu vou ficar bem, Ray.

Lucy!

Pare com isso, Lucy.

N�o estou a fim dos seus joguinhos.

Voc� andou bebendo?

Voc� sabe que eu s� bebo leite.

Leite.

-Aonde voc� vai? -Vou fazer caf�.

N�o vai adiantar.

Ray, venha c�. Sente-se perto de mim. Venha, sente aqui.

Sente-se perto de mim, Ray.

O que voc� tomou, Lucy?

Uma coisa maravilhosa.

Se vier aqui, eu te mostro como � maravilhosa.

-Muito bem, me d�. -Voc� n�o � mais divertido, Ray.

-As p�lulas. Onde est�o? -Devia ter ficado na casa de Anne.

-Estava divertido l�. -Me d� as p�lulas, Lucy.

Ray, olha... Ray, escuta.

N�s n�o temos mais ningu�m, Ray. A gente pode ter um ao outro.

N�s fizemos um acordo, lembra? Apenas amigos.

As p�lulas est�o com voc�?

Eu as escondi.

Ray...

-N�o me deixe. -Eu s� vou fazer um caf�...

para tentar te deixar mais s�bria.

Vou ver como te levar para dentro da sua casa sem ningu�m te ver.

BRADOCK A 3,5 km

Eu n�o quero mais!

Vamos, Lucy. Beba.

N�o!

Precisa ficar s�bria. Quer que Jock e Dona Ellie te vejam assim?

N�o me importa. Eles n�o iam me notar mesmo.

-Sabe que n�o � verdade. -Ningu�m nunca me nota.

Desde quando est� tomando isso?

Voc� precisa parar com isso!

Lucy!

Voc� vai tomar esse caf�! Vamos. Lucy!

Beba isso aqui.

Recomponha-se.

-Ela est� bem? -N�o sei.

N�o est� ferida. Parou no acostamento e perdeu os sentidos.

-Pelo jeito, J.R. n�o apareceu. -�, acho que n�o. Tome.

Sue Ellen? Venha, querida. Vamos te levar para casa.

Vamos. Est� tudo bem.

Venha.

Um dos rapazes vir� pegar o carro de manh�.

-Eu te encontro em casa. -Tudo bem.

Vamos, Sue Ellen.

Eu fecho a porta.

-Ela est� cada vez pior. -�, isso precisa parar.

-A quest�o �: como? -Eu abro.

-Tenha cuidado. -Vou lev�-la para cima.

-Deus. O que aconteceu? -Ela est� bem?

N�o est� ferida. N�s a achamos inconsciente no carro.

-Acho que desmaiou. -Vou subir com ela.

-Chamo o m�dico? -N�o, esperemos at� amanh�.

Bem, vou subir.

-Querida. -Eu arrumo.

Tudo bem.

Voc� vai ficar boa.

-Quer ajuda, amor? -N�o, eu cuido dela, Bobby.

-Vou falar com os meus pais. -J� era tempo.

O que foi?

-Qual � o problema? -Sue Ellen, durma.

Pamela?

Sente-se.

Por que Cliff n�o fala comigo?

Liguei para ele, e ele...

ele n�o fala comigo.

Acho que ele n�o quer mais magoar voc�.

Ele estava com outra mulher.

Eu sei que estava.

Acho que ele me esqueceu.

Tente descansar um pouco. Descanse.

Mas eu o amo. Eu o amo, Pamela.

N�o v� embora.

-N�o me deixe. -N�o vou.

Vou ficar aqui.

Por favor...

n�o me deixe.

Vamos parar de fingir que est� tudo bem aqui.

Porque n�o est�.

Sue Ellen estava b�bada esta noite.

Sim, m�e, ela estava.

Onde estava J.R.?

N�o sei. Sue Ellen o esperou no escrit�rio...

e, pelo jeito, ele n�o apareceu.

-Droga! -N�o adianta ficar nervoso, Jock.

Ele � respons�vel pelo jeito como ela tem arriscado a vida dela...

e a do beb�.

Vi o carro de Sue Ellen no acostamento. Ela est� bem?

-Onde ela est�? -L� em cima, na cama...

...b�bada. -Onde voc� estava, J.R.?

-Tive uma reuni�o. at� tarde. -Sue Ellen o esperou no escrit�rio.

Esperou tempo suficiente para se embriagar.

-Esperem a�, n�o � culpa minha. -De quem �?

Algu�m aqui j� pensou que Sue Ellen � respons�vel pela pr�pria vida?

N�o queremos culpar ningu�m. Mas detectamos um problema.

Queremos resolv�-lo antes que piore.

-Meu casamento � assunto meu. -Somos uma fam�lia, goste ou n�o.

Seu casamento � assunto de todos aqui.

Quero falar com J.R. a s�s.

Por favor, Jock.

Voc� ainda era crian�a quando parei de interferir em sua vida.

Mas tenho visto que n�o foi uma decis�o s�bia.

Eu n�o comento nada, mas estou vendo o que acontece.

Voc� tem fome de poder.

Nisso � igual ao seu pai.

Mas ele tem qualidades que amenizam.

O amor dele pelos filhos � uma.

N�o sei se voc� tem essas qualidades.

Tem algu�m que voc� ama?

Eu amo Sue Ellen.

Desde o dia que a trouxe para c�, voc� � indiferente a ela.

S� quer saber de trabalho e de outras mulheres.

Nem ao menos tenta ser discreto.

N�o sei por que ela n�o o deixou h� anos.

-N�o sabe? -Sei que ela gosta de dinheiro...

e de poder. Mas ela o ama, J.R. Sempre amou.

Voc� nunca deu uma chance a ela.

-N�o quero mais discutir isso. -Sue Ellen est� com problemas...

e seu filho corre perigo. Precisa tomar uma provid�ncia.

� tarde demais.

Eu desisti de voc� cedo demais.

Devia ter ficado por perto mais tempo.

Est� se sentindo melhor?

Fique aqui. Vou chamar Bobby...

e ele a levar� para dentro.

Espere aqui at� eu voltar. Entendeu?

Sim.

Eu j� volto.

Nossa! Lucy?

Olhe na cozinha.

Lucy?

Nada aqui. Deve ter sa�do assim que fui te chamar.

-Sabe o que ela est� tomando? -N�o sei. � algum tipo de p�lula.

-Deus! Ser� que ela consegue guiar? -Ela n�o estava mal quando sa�.

Avisarei o xerife, para que a levem para casa.

� tudo que papai e mam�e precisavam!

Talvez ela esteja na casa de Anne. Ela veio de l�.

-Anne. Filha de Billy Driscoll. -Sim.

-Eles ainda moram em Colfax? -Eu a busquei l� algumas vezes...

depois da escola antes de ela ganhar o carro.

Vamos tentar l�, antes de chamar a pol�cia.

Pegue o carro e me encontre em casa. Vou mandar Pam dar uma desculpa.

L� est� o carro dela.

-Oi. -Oi.

-Voc� � o caub�i? -Onde est� Lucy?

Est� ali.

Venha, Lucy. Hora de ir para casa.

Bobby?

Ray e eu viemos lev�-la para casa. Vamos.

Eu n�o quero ir.

-Voc� vir� conosco. Ande. -Ouviu? Ela n�o quer.

Fique fora disso, moleque.

Tudo bem, tanto faz. Eu nem a conhe�o.

Ande, vamos.

Lucy, venha.

-Ray, leve-a para o carro. -Boa noite.

-Oh, Sr. Ewing... -Annie, onde est�o seus pais?

Eles viajaram.

N�o vai contar a eles, vai?

N�o tenho escolha, meu bem.

Droga!

Ray, pare.

-Estou desapontado com voc�. -Vamos l� dan�ar.

-Vamos dan�ar. -Onde est� sua bolsa?

-Vou olhar no carro. -Que bolsa?

A bolsa, Bobby.

lsso � tudo que tem?

�.

Desde quando est� tomando isso?

Se n�o contar agora, vai contar depois. Entendeu?

Vou lev�-la neste carro, Ray.

Vamos, vamos.

-Bobby! -Lucy, entre no carro. Entre.

Vejo voc� na fazenda.

Vem.

Muito bem. Agora voc� vai entrar naquela casa...

como se n�o houvesse nada errado com voc�, entendeu?

-Sim, senhor. -Voc� consegue?

Tudo bem, vamos.

Ray...

ela est� de castigo. N�o sai daqui sem n�s.

-Suma com o carro at� eu te avisar. -Claro, Bobby.

-Obrigado pela ajuda. -Boa noite.

Boa noite.

-Ol�. -Oi.

-Est� tudo bem? -Sim, era um pneu furado.

Mas n�o gostei do barulho do motor do carro da Lucy. Ray vai olhar.

Lucy, voc� parece exausta.

-E estou mesmo, vov�. -Se voc� concordar...

ela n�o vai � escola amanh�, para poder descansar.

Saia menos durante a semana, mesmo que for para estudar.

-N�o quero que falte � escola. -Mam�e, � s� um dia.

E ela vai come�ar a estudar em casa de agora em diante.

-Muito bem. -V� para cama, meu bem.

-Boa noite. -Boa noite.

Boa noite, Lucy.

Ela est� com uma cara horr�vel, Bobby.

Bem...

essas duas semanas foram dif�ceis para ela.

Ela vai melhorar. � uma boa menina.

Sue Ellen, vamos conversar.

-Agora n�o. -Agora.

-Sobre o qu�? -Chegou carregada ontem, b�bada.

Minha m�e, meu pai, todos da fam�lia viram.

Obviamente, n�o foi voc� que carregou.

-Voc� n�o se lembra. -A �ltima coisa que lembro...

foi ter passado horas e horas sozinha, esperando voc�.

Eu estava numa reuni�o.

Quem era ela, J.R.? Eu conhe�o?

Eu estava numa reuni�o. De neg�cios. S� neg�cios.

Era t�o importante que se esqueceu completamente de mim?

Desculpe. N�o acontecer� mais.

� um pedido de desculpa?

N�o acredito no que ouvi.

Acho que recebeu uma descompostura ontem...

porque voc� me fez o que sou. E est� comprometido comigo!

Voc� e sua preciosa fam�lia!

At� que a morte nos separe. � assim que vai ser, n�o �?

-At� que a morte nos separe. -Vai, gra�as ao filho que carrega.

Mas n�o vou tolerar uma mulher b�bada, menos ainda uma prom�scua.

-E o que voc� pretende fazer? -Vasculhei tudo aqui esta manh�.

Vou tirar todas as garrafas deste quarto.

Tranquei o bar. E mandei Raoul e Teresa n�o lhe darem a chave.

Se tentar sair da fazenda, os rapazes v�o traz�-la de volta.

Voc� vai ficar s�bria, Sue Ellen. Vou fazer isso, custe o que custar.

Voc� vai ficar s�bria, vai ser uma esposa admir�vel...

e uma boa m�e.

E que recompensa eu ganho por isso?

Um marido carinhoso? Um bom pai?

N�o para esse bastardo que voc� carrega.

Vou te pegar depois do trabalho. Merece uma noite na cidade.

Como vai Sue Ellen?

O papai e a mam�e j� foram?

Papai tinha consulta m�dica �s 1O:15, como sabe.

-Eles passar�o o dia fora? -N�o. V�o voltar logo depois.

Ent�o, n�o se preocupe.

-At� mais. -At�.

Tchau.

N�o sei se gosto de deix�-los sozinhos em casa.

Ray est� aqui. Ele toma conta. Tiramos as p�lulas de Lucy...

J.R. trancou o bar... Nada mais pode sair errado.

-Ent�o, pare de se preocupar. -Eu paro se voc� parar.

Fechado.

-At� depois do trabalho. -At� mais.

-Bom dia, Bobby. -Oi.

Tenho reuni�o na cidade hoje. Quando voltar, vamos conversar.

N�o quero censur�-la. � s� uma conversa.

-Est� bem. -Enquanto isso, comporte-se.

Eu prometo.

Oi, Sue Ellen.

Aonde voc� vai? Voc� p�s... Aonde voc� vai?

Voc� vai � cidade?

Sue Ellen...

Sue Ellen?

O que est� fazendo a� embaixo?

-Lucy... -O qu�?

-Por que est� no ch�o? -Que diabo aconteceu?

-Sue Ellen. -Oi, Ray.

-Pare! Sue Ellen. -Ajude-me.

Fique a�. N�o se mexa. Voc� vai ficar bem.

Por que n�o chamou algu�m? Fique quieta.

Beb�...

Telefonista, estou ligando de Southfork. Deixe-a em paz!

-Telefonista. -Eu n�o fiz nada.

Preciso de uma ambul�ncia agora!

Beb�...

Eu gostei dos planos. S�o bons.

N�s nos conhecemos h� muito tempo e podemos ser sinceros.

Ent�o vamos ser.

O que perguntou na �ltima hora e meia � se posso fazer...

o �rg�o de Gerenciamento de Terras aceitar isso sem complica��o, certo?

-Certo. -A resposta �: n�o.

-Mas Barnes � seu cunhado. -Se contou com isso, esque�a.

Cliff e eu combinamos: n�o se pede favor, n�o se faz favor.

-Al�. -Ray Krebbs na linha.

Pode transferir. Oi, Ray.

-Estamos com problemas aqui. -O que houve?

Sue Ellen caiu da escada.

O m�dico acha que ela est� bem. E o beb� tamb�m est�.

Achei que gostaria de avisar J.R.

Ela foi de ambul�ncia para o Dallas Memorial.

-Os meus pais sabem? -Ainda n�o.

Eu vou avis�-los, assim que avisar J.R.

Ray, como est� Lucy?

Tomou p�lulas de novo.

Encontrei-a ajoelhada sobre Sue Ellen, sorrindo, quando cheguei.

-Totalmente drogada. -Certo.

Voltarei � fazenda assim que puder. Obrigado.

-Com licen�a, Hal. -Tudo bem.

-J.R.? -Sim?

Ray ligou. Houve um problema na fazenda.

-Sim? -Sue Ellen caiu.

Ela est� indo para o Dallas Memorial.

O m�dico disse que ela e o beb� est�o bem.

Ligue para o Dr. Danvers e veja se meus pais est�o l�.

-Claro. -O que aconteceu?

Sue Ellen caiu, mas vai ficar boa.

-E o beb�? -Acho que est� tudo bem.

-Me passe a liga��o. -Est� bem.

-O beb� est� bem? -Sim.

Ele vai ficar bem.

-Sr. Ewing. -Doutora, e a minha mulher?

O hemograma est� normal. N�o h� hemorragia nem contra��es.

Quero mant�-la sob observa��o um pouco mais.

-Claro. E o beb�? -tamb�m est� bem.

Sua mulher e seu filho escaparam de uma boa desta vez.

�.

Sr. Ewing, j� avisei Sue Ellen que se ela continuar a beber...

vai p�r a sa�de do filho em perigo. Falo de defeitos cong�nitos, coisas assim.

Mas eu subestimei o perigo. Se sua mulher n�o parar de beber...

h� uma boa chance de ela matar a si mesma e ao beb�.

Posso recomendar uma �tima cl�nica. Pense nisso, senhor.

Obrigado, doutora. Os Ewings cuidam de si pr�prios.

At� agora, os Ewings n�o t�m tido muito sucesso nisso.

-Como vai Sue Ellen e o beb�? -Ela est� bem?

-Tudo bem. -Sue Ellen tem muita sorte.

-Podem v�-la agora, se quiserem. -Por favor.

-Jock? -V�. Eu vou falar com J.R.

Agora n�o � uma boa hora, papai.

Agora est� muito bem.

E o que tenho a dizer n�o vai demorar.

� algo que devia ter dito h� tempos.

Eu nunca impliquei com a boa vida de voc�s.

tamb�m passei por isso. Mas tem tempo e lugar para a farra parar...

e voc� deve encarar as suas responsabilidades.

Voc� sempre teve esse lugar no trabalho, mas n�o em casa.

Eu...

s�... nunca entendi por que n�o.

De agora em diante, eu cuidarei...

para que voc� se divirta com modera��o.

Quero ver Sue Ellen feliz por ser sua esposa.

Quero meu neto orgulhoso de t�-lo como pai.

Quero-o vivo, saud�vel e orgulhoso de ser um Ewing.

� assim que tem de ser, J.R.

Dona Ellie ligou e disse que est� tudo bem.

-Onde est� Lucy? -No est�dio.

Est� bem agora. Tirei as �ltimas p�lulas dela.

-Lucy. -Bobby.

Ray te disse que vov� ligou? Sue Ellen vai ficar boa.

Ele me falou.

Lamento o que aconteceu.

Eu sei, querida.

Mas voc� acha que isso basta?

Se isso basta? O que quer que eu fa�a?

Pense no que sentiria se Sue Ellen tivesse morrido...

...enquanto ficou olhando pra ela. -Mas ela n�o morreu.

E se ela tivesse morrido?

la tomar mais p�lulas para encarar o fato?

Tomar algo para superar uma sensa��o ruim?

-Sei l�. Talvez. -� assim que voc� quer viver?

Dopada, drogada para n�o sentir nada?

Querida, se voc� n�o sentir dor...

voc� n�o sente mais nada.

E isso n�o � viver.

Bobby, estou com tanto medo.

Como pude deix�-la no ch�o e n�o fazer nada?

Voc� sabe como.

-O que eu posso fazer? -Pare de tomar essas p�lulas.

Sen�o voc� nunca vai melhorar. Nunca.

-E continuarei me sentindo mal? -Sim.

Sim. at� come�ar a se sentir melhor.

Querida, � assim. E � assim pra todo mundo.

Eu posso tentar.

Muito bem.

Aprendi a n�o ser desatenta. Vou parar de usar saltos altos.

Meu beb� � mais importante que a moda.

-Acho isso uma boa ideia. -Tente ser mais cuidadosa.

N�o se preocupe, Dona Ellie. Eu aprendi a li��o.

Vamos deix�-la descansar, antes de J.R. lev�-la para casa.

Sue Ellen n�o ir� para casa, por enquanto.

-Como assim, J.R.? -Tem uma cl�nica em Fort Worth.

� de um amigo m�dico. Far� bem a Sue Ellen ficar um pouco l�.

Mas que absurdo! Eu vou voltar para Southfork.

-Ficarei bem l�. -Depois do que vi hoje, duvido.

N�o irei para cl�nica alguma. Eu estou bem.

Voc� devia ir. Durante um tempo. At� ficar boa.

Sue Ellen, sabe...

pode ser a melhor coisa do mundo pra voc�, a longo prazo.

Mas n�o h� nada de errado comigo.

Eu estou bem.

Muito bem, Sue Ellen. Venha, querida.

-J.R., n�o me deixe aqui. -Eu n�o tenho escolha.

Voc� n�o consegue cuidar de si pr�pria, nem do seu beb�.

E voc� fala demais quando bebe. E n�s dois temos segredos demais.

-Eu tomarei cuidado, prometo. -Tomar� mesmo...

pelo menos at� o beb� nascer. Senhores. � o melhor para todos.

-Por aqui. -N�o me deixe aqui.

N�o me deixe! Farei tudo que pedir. Prometo!

Apenas n�o me deixe aqui. Fa�o o que voc� me pedir.

-Cuidem bem dela. -Eu vou me vingar de voc�!

N�o sei como, mas vai me pagar por isso!

CONTlNUA

Legenda por Susanawho

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