Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Danish
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
ELDORADO CAF�
Camille para Hermann!
Invas�o na Genevi�ve, rota das encostas, 28.
Nada foi roubado.
Eu atendo!
Major, Hermann assume em 10min e est�...
J� disse que atendo!
Est� bem.
Vamos l�.
Bom dia, senhores!
Ol�.
A Sabine n�o est�?
Vem mais tarde.
Vai dar um prato dia delicioso!
Me faz um caf�, por favor.
O monstro me deu um cansa�o!
Pesco nas rochas h� 20 anos...
conhe�o esse lago de cor. E hoje...
um bagre no meio das carpas.
- Impressionante. - N�o � mesmo?
Que gentil, obrigado!
Parece que come�a um bom dia.
Assim espero.
Obrigado, Anna.
Tenho que ir.
Pe�a para Sabine me ligar!
Preciso muito falar com ela!
N�o me esqueci da minha carteira?
Sou um idiota.
Est� aqui.
Ainda bem, porque
como tenho meu distintivo dentro.
Seria burrice perd�-la.
Seria como esquecer a arma.
N�o fa�a besteira!
N�o fa�a besteira.
Merda, vamos cair fora.
Pegue a arma! Venha!
Hermann!
BLACK SPOT
Quando voc� notou?
Ontem, mas � estranho...
n�o sumiu nada.
Ser� que foi quem incendiou o carro de G�rald Steiner?
N�o, n�o se preocupe.
- Posso entrar? - Pode, claro.
Estiveram aqui, deixaram vest�gios.
Alguma coisa est� fora do lugar?
N�o sei.
Sempre parece um bazar por aqui.
Os antibi�ticos?
Sim, talvez.
Camille para Laur�ne!
Houve um tiroteio na Sabine!
Um morto e suspeitos � solta!
A bala atingiu uma art�ria. Ele se esvaiu em sangue.
Fizemos o poss�vel, mas n�o o salvamos.
Estabilizamos Hermann.
Est� sendo levado. Vai se salvar.
- Cad� a Leila? - N�o sei.
� dia de visita domiciliar, n�o consigo falar.
Bom.
Diga que se apressem...
- Com as digitais. - Est� bem.
Tem muitos estragos.
Vou pedir para limparem. N�o pode ficar assim.
Se estivesse aqui para receb�-los...
N�o reclame, poderia estar no lugar dele.
Por causa do estado de Hermann, pisoteamos tudo.
Que merda, vamos perder tempo.
Era melhor deix�-lo morrer?
N�o, mas tenha cuidado!
Tenha cuidado!
- Eles levaram quanto? - N�o levaram nada.
Nada?
O que houve?
Voc� sempre chega no calor da a��o.
Temos um ladr�o morto.
Tr�s � solta e Hermann no hospital.
- Vou pedir barreiras na estrada. - Fa�a isso!
Onde vou tomar caf�?
Nem liguei para meu filho.
N�s o avisamos. Precisa se acalmar.
O que me conta?
Eu tinha acabado de abrir.
Quando entraram, vi que n�o eram clientes, eu...
Eles pediram caf�,
e s� um veio ao bar.
Ele tirou uma arma.
Ele disse algo?
O que ele queria?
N�o sei.
Dinheiro, eu acho!
Logo Hermann chegou.
Ele n�o p�de fazer nada.
Vamos, vista isso.
O que � isso?
O qu�?
Nada, um lembrete de quando a sra. Moran se recusou a ir a um asilo.
Entendi.
- Aqui. - N�o, obrigada.
N�o quero que vire uma zona de guerra.
- Est� bem, vamos? - N�o, Nounours...
isso tamb�m, guarde.
O que quer? Um coquetel de boas-vindas para eles?
- Bom, Camille? - O qu�?
V� ao hospital. Ligue se Hermann acordar.
- Est� bem. - Espere.
Pode levar com as outras amostras?
- Posso. - Obrigada.
O que est� fazendo aqui?
Est� tudo bem, deixe-a passar!
Eldorado foi assaltado, houve um morto.
- Sabine est� bem? - Ela n�o estava.
Est�o atr�s de quem fez, vamos aproveitar.
Florent?
Identificamos os caminh�es que passam pela D9.
O cara do posto � insone.
Disse que est�o passando l� h� semanas.
Sem logotipo ou sinal distintivo.
Sempre � noite.
O que complica � que n�o chegam � pr�xima vila.
Ent�o entram em alguma parte da floresta.
Mas a D9 � longa.
Bom.
Vamos dividir os limites em grupo de dois.
Temos que ach�-los e saber o que fazem.
Cora? Voc� vem comigo.
Como est� se sentindo?
Estragaram o melhor dia de pesca da minha vida.
- � isso! - O que est� fazendo?
Vou com voc�.
- Tudo bem? - Tudo.
Por que aconteceu? Estou velho demais?
Voc� foi ferido.
Eu vi que eram quatro.
Diga para que tenham cuidado.
Esses caras s�o muito perigosos.
Acredito mesmo?
Quatro caras para roubar um bar?
N�o sei, faz duas horas que procuramos.
Talvez j� tenham se mandado.
Que testes voc� deu para a Camille?
N�o s�o nada.
Nada.
Como suas sa�das de que n�o falamos?
- N�o, n�o falamos. - Est� bem.
Mesmo assim,
se um dia quiser conversar,
eu estou aqui.
Que carro � aquele?
Qual?
Carro novo?
N�o tem muita escolha.
Com os idiotas que deixou fugir.
Abrimos a investiga��o. Precisamos de tempo.
Temos outros problemas!
Sabemos quem foi pela manh�?
N�o sabemos muita coisa.
Devo eu mesmo cuidar disso?
O que quer dizer?
Tem que explicar que � nossa casa.
H� coisas que a farda impede que voc�s fa�am.
N�o sei se entendi bem.
Volte para casa, podem estar na �rea.
� mesmo?
Nounours, o ladr�o morto � fichado.
Hector Vasquez!
Pelo menos uma vez temos sorte.
Espere um pouco antes de comemorar.
Voc� o conhece?
Fazia parte da equipe de Rico Bellestera.
Um bando que teve sua gl�ria h� alguns anos.
Fizeram muitos roubos na C�te d'Azur.
Tipo de caso que estudamos na magistratura.
E nunca foram apanhados?
Foram, eles cumpriram uma pena longa.
Mas o chefe Rico fugiu h� dez dias.
Durante uma transfer�ncia.
E matou dois guardas.
Sou eu ou estamos um pouco tensos?
- Acha que os Steiner... - Esque�a um pouco os Steiner!
N�o t�m nada com isso.
Concordo, mas sem ofender sua agrad�vel cidade,
esses homens n�o vieram passear.
S�o muitas trilhas! Nunca vamos achar os caminh�es.
Sempre reclama o tempo todo?
O que est� fazendo?
Larga isso!
� o carro dos ladr�es.
Vou chamar a pol�cia
Cora.
Guarde o telefone.
Estou mandando!
Estou na condicional, lembra?
Vai esperar matarem algu�m?
Bom dia. Como vai seu marido desde a semana passada?
Estou preocupada, doutora.
A gripe est� forte este ano, n�o �?
Posso entrar?
Bom dia, sr. Rogeon, e ent�o?
O que houve?
N�o se sente bem? Espere.
Ah, mas...
seus batimentos est�o acelerados!
Voc�, venha comigo!
Espere, ele est� com palpita��es.
Voc� entendeu.
Pegue a maleta e esque�a ele!
Ah, o amor...
E ainda dizem que o casamento � uma institui��o falida.
Deveria escrever para o correio do amor.
Bom.
Afinal, onde estamos?
Achamos o carro gra�as a uma liga��o an�nima.
Parece que h� um ferido.
Vamos a todos os celeiros e granjas da regi�o.
Vou decretar toque de recolher, n�o podemos arriscar.
N�o sei se ser� obedecido,
a vida noturna aqui � agitada.
Mas � uma decis�o s�bia.
- Pelo menos uma vez todos concordam. - Nem todos.
S� vamos ach�-los sabendo o que vieram fazer.
- Sem assustar a todos. - N�o quero assustar.
N�o quero ser acusado de ser leviano,
- s� isso! - Fa�a o que quiser.
N�o ser� surpresa se pegarem as espingardas.
Ser� preciso retirar a bala.
Vou lhe pedir em casamento, senhorita.
Todas essas tatuagens,
perdeu uma aposta?
Uma para cada etapa da vida.
Um pouco mais para a esquerda, e acertaria meu pai.
O canalha.
Ele merecia!
O que houve, vadia?
N�o me encha, largue a arma e venha me ajudar!
Mantenha press�o sobre a ferida!
Um, dois,
tr�s, quatro, cinco, seis, sete!
O que � isso?
Escondeu o carro?
V� ver!
- Bom dia, sra. Rogeon. - Bom dia.
Viu passar tr�s pessoas pela estrada, com um ferido?
N�o, ningu�m.
E seu marido, Odette, onde est�?
Ele pode ter visto algo?
Henri est� gripado.
- A gripe deste ano est� forte. - � verdade.
- Precisa consultar a Leila. - Vou ligar.
Est� bem.
Feche bem a casa. Nunca se sabe.
Ligue se souber de algo, Odette!
- Est� bem. - Obrigado.
Quem est� a�?
Lucette!
Pode apagar a lanterna?
- E guarde a espingarda. - Se aparecer algu�m?
N�o tem ningu�m, v� dormir!
- Boa noite! - Boa noite para voc� tamb�m.
N�o sei o que dizer.
Refa�a a cena, por favor.
Deve ter uma palavra, um detalhe, qualquer coisa.
O que eles disseram?
- N�o sei de nada. - Fa�a um esfor�o.
N�o vieram aqui para roubar um bar.
Acho que falaram de um lugar.
Heinmetz, algo assim.
Heinmetz, claro.
Estavam indo para l� ou voltando?
N�o sei, Laur�ne!
N�o sei de mais nada.
Achei que fosse morrer, entendeu?
Me desculpe.
Por que fez isso?
Venha.
Chega, ela n�o est� quebrada.
N�o se preocupe.
Est� me abra�ando muito forte!
N�o devemos culp�-lo.
Ela estava sob muita press�o.
Estamos todos um pouco nervosos.
Coloque-se um pouco no lugar dela.
N�o nos sa�mos t�o mal.
Mas � essencial conseguir.
Como ele est�?
Aborrecendo todo o andar.
Bom, � assim que tem de ser.
Descobriu algo sobre Heinmetz?
Nada com esse nome. Nem vilarejo, nem lago.
Tentei de todas as formas.
Talvez a gente avance um pouco.
S�o os arquivos do �ltimo golpe deles, antes da pris�o. Um carro-forte.
Parece que um dos ladr�es fugiu e o dinheiro nunca foi encontrado.
- Ser� que vieram procurar isso? - Em Villefranche?
Pode ser qualquer um,
um vizinho, um amigo.
Sem d�vida em quarentena, urbano...
pouco � vontade aqui. Na minha opini�o.
N�o, mas lembro a voc�s de que sou procurador.
Ele chegou h� cerca de dez anos.
Quando os outros foram presos.
Podemos verificar na prefeitura?
Come�ando por Heinmetz, nunca se sabe.
Sinto muito, vou abandon�-los.
Se n�o durmo oito horas, n�o sirvo para nada amanh�.
Boa noite.
Obrigado por me salvar.
Estou bem melhor agora.
Apenas estabilizei e suturei.
Mas, s�rio, deveria ir ao hospital.
Em um momento, achei que estivesse morrendo.
Vi as �rvores.
Parecidas com as que tem l� fora.
Todas essas �rvores me angustiam.
N�o cresci nesse tipo de lugar.
Estou quase feliz de vir parar aqui.
Voc� est� aqui...
por acaso?
N�o precisa saber disso.
N�o quero te matar.
Por que faz isso?
Para trazer garotas para a floresta.
- O que acha? - N�o, s�rio.
O que � Arduinna para voc�?
Veja o que acontece ao redor.
Arduinna �...
� a �nica resposta poss�vel.
Quando agredimos a natureza, ela resiste. A resist�ncia somos n�s.
Creio que os Steiner n�o ligam.
N�o se preocupe com os Steiner.
Eles j� est�o em maus len��is.
A filha do prefeito desapareceu.
Eu sei.
Todos sabem.
Parece que ela fugiu.
Acha que � verdade?
Espera!
Roman! Roman!
Encontrou algo?
N�o, n�o tem nada.
Fiz uma primeira triagem...
talvez tenha mudado de nome?
Nounours.
Acorde!
- N�o estou dormindo. - Voc� dormiu.
N�o dormi.
Dormiu sim!
Vai precisar bater nas portas.
Se encontrar algo, me avise.
Conhecemos praticamente todos.
Tem at� o Paul.
Pode ter feito besteira antes.
Eu n�o dormi.
Rel�gio novo?
Como?
- � bonito. - Obrigado.
- Foi a L�a? - Foi.
- Voc� dois est�o bem. - Sim.
Est� bem.
Quando Marion voltar, � melhor ver os pais juntos.
O que faz aqui?
Podemos conversar?
N�o tenho tempo.
Sua mulher e seu filho n�o est�o?
N�o.
- E sou bobo? S�o sete da manh�. - N�o enche.
Qual � o problema? Onde eles est�o?
Na casa da m�e dela, h� uma semana. Por qu�?
Teria paz quando seus comparsas viessem.
- N�o �? - O qu�?
O que est� dizendo?
Por isso a bagun�a na cena do crime. Para ganhar tempo.
Acha que tenho algo a ver? Est� louco.
Onde estava antes de Villefranche?
- Ilhas Reuni�o, pode ver. - Vou mesmo verificar.
- Ainda n�o terminei. - Me deixe em paz!
Juro que n�o � a hora.
J� disse que n�o tenho nada a ver.
- Entendeu? - Est� bem.
O que deu em voc�?
Est� uma merda por enquanto.
O que foi, � Val�rie?
Tem outra, � isso?
Estou pensando em algu�m.
Como est� o Hermann?
Ele est� firme.
Vai ficar bem.
Viu a Leila hoje?
Ainda n�o.
Encontrou o homem da vida dela!
Com a vila em estado de s�tio.
� a cara dela.
O que � isso?
Laur�ne. S� voc� finge que n�o acontece nada aqui.
O que sugere?
Pegar armas e nos fechar em casa?
- N�o � uma solu��o. - Pare!
Voc� nem usa colete � prova de balas.
A gente se defende. S� isso.
- Assim tem mais chance de levar um tiro. - Claro.
- Anna est� aqui desde quando? - N�o sei, uns dez anos, por qu�?
HEINMETZ
Precisa mudar de ideia.
� melhor que fique aqui e que a procuremos, n�o �?
Est� bem.
Anotei tr�s endere�os.
Comece pelo primeiro.
Farei isso. Me explique.
N�o, eu vou fazer.
Tem algu�m?
Como �?
Marido? Filhos?
N�o sei o que responder.
N�o, ningu�m.
Por qu�?
N�o sei, eu...
ele ainda n�o me encontrou.
Quem?
O pr�ncipe encantado.
Ah, � s�rio?
� s�rio.
N�o quero uma hist�ria pat�tica.
Quero algo incr�vel,
com fogos de artif�cio e final feliz.
E voc�?
Tamb�m, uma hist�ria bonita.
Mas, na cadeia, � complicado.
Quando eu sa�, ela j� estava...
morta.
Vai a algum lugar?
Quentin est� com um amigo, vou levar umas coisas.
Voc� me enganou com o Heinmetz.
O qu�? N�o estou entendendo.
Por que seu nome n�o aparece na prefeitura?
O que tem a ver?
Sou v�tima, e voc� me interroga como se eu tivesse feito algo.
Laur�ne, sou eu, Anna!
Se eu falar de Rico e seu bando, vai se lembrar?
Do que est� falando?
Tudo bem?
Acho que devemos conversar.
Tudo bem, major?
Quando conheci o Rico, eu era jovem,
estava perdida.
Achei que tinha esbarrado em um anjo.
Ele era bonito.
Tudo era f�cil para ele.
Ele tamb�m tinha dinheiro.
O que est�o fazendo? N�o � normal.
Pare de se agitar.
Est� tudo acabado.
E ent�o, o que acontece?
O que est� fazendo?
Espere!
N�o vi de cara a viol�ncia dentro dele.
N�o fiz nada! Socorro!
Merda! Cale a boca!
Vadia!
Voc� s� queria se divertir, n�o �?
Eu faria tudo por ele.
Foi ficando cada vez mais violento.
Rico queria sempre mais.
Fiquei com medo.
Tinha que cair fora.
Dei um jeito.
Tirou proveito do golpe do carro-forte.
Sim.
Rodei por muito tempo,
semanas inteiras, e aqui, n�o sei por qu�,
me senti bem.
Isso � curioso, n�o?
Sabine ofereceu trabalho, sem perguntas, e eu fiquei.
Um conto de fadas real.
Est� faltando o tesouro.
Se nos falar do dinheiro.
Que dinheiro? Sa� sem nada.
Deve estar com Rico.
E por que ele voltou? Por voc�?
Eu fugi gr�vida.
Ele voltou pelo filho.
Ele sabe onde est� o Quentin?
Claro que n�o!
Ele pegou meu celular. Tinha o endere�o l�.
Me ajude! Socorro!
A placa que anotou ontem � noite
� de um caminh�o de uma transportadora.
Adivinhe?
Pertence aos Steiner.
Eles a liquidaram h� tr�s anos.
H� um entreposto fora da cidade.
Deve estar desativado, mas posso encontrar.
Acha que eles v�o para l�?
Estou sonhando!
Pegou?
Acha que n�o est�o armados?
O que vai fazer com isso?
O que acha?
O que eles est�o fazendo?
N�o sei, mas se fazem na calada da noite, n�o deve ser boa coisa.
S�o os caras dos Steiner.
Diria que s�o produtos t�xicos.
Vamos cair fora.
- Cora? - O qu�?
Larga ele!
N�o vai me deixar em paz!
O que est�o fazendo aqui?
Quem est�o procurando?
Rapazes!
De p�! Voc� vem comigo.
- O que Steiner faz com os cont�ineres? - Calado.
Sabia que ela � filha da major?
Mandei calar a boca!
Cora!
Corra!
Sabia que pode falar?
N�o vou machucar voc�.
Voc� se chama Quentin?
Tenho muitas coisas para contar.
Vim de longe para estar aqui.
Porque eu queria ver voc�.
- Queria dizer que... - Quero minha m�e.
O que faremos?
Ficamos parados. Ele est� com o menino.
- Anna! - N�o v�!
Por que fez isso comigo?
N�s tentamos, Rico.
N�s tentamos.
Ainda pode vir conosco.
Conhe�o bem voc�.
N�o diga que est� feliz com essa vida miser�vel.
Vamos jogar � moda antiga... da boa vida.
Ser� como antes. Venha.
Mam�e.
Deixe ele ir.
Merda, ele � meu filho!
Est� assustando ele!
O que quer fazer?
Est� ferido, n�o vai a lugar nenhum. Veja, acabou!
Acabou.
Vamos para o hospital. O ferimento est� feio.
Que n�o estrague o banco de tr�s.
Seu vilarejo � dif�cil.
Mais dif�cil do que eu.
Encontrei uma m�dica.
Ela est� no celeiro na casa dos dois velhos.
Os Rogeon, eu acho.
Merda.
O qu�? Isso te diz algo?
Essas �rvores realmente t�m algo.
Estavam na nossa cara.
Eles nos viram conversando. Devem se divertir.
Elas morrem de p�.
R�pido!
� um lugar perfeito.
Vou descansar nas �rvores.
Pare.
BEM-VINDO A VILLEFRANCHE
Estou feliz em ver que a vida retomou seu curso.
Menos para Anna. Parece que a intimou.
� meu trabalho.
Ela deve responder pelos seus atos.
E eu estarei ocupado por tr�s semanas.
Por que esperar?
Porque, em tr�s semanas, haver� a prescri��o
dos roubos que ela participou.
No fim das contas, voc� tem cora��o.
N�o precisa me insultar.
Ela arruma meu quarto, n�o vou jog�-la na cadeia.
Encontrei isso entre as amostras.
N�o � nada. � s� uma invas�o a uma casa.
� a sexta vez em tr�s anos que passa an�lises de modo furtivo.
Se quiser que eu as autorize, precisa me explicar.
Tamb�m podemos falar do seu acidente na floresta, h� 20 anos.
Li os relat�rios m�dicos.
As marcas nos pulsos.
Os dedos seccionados por um objeto cortante.
Isso � tudo menos um acidente.
De quem s�o esses testes, major?
De quem me sequestrou, h� 20 anos.
E que est� com a Marion.
Aqui...
sempre dizemos que a floresta � respons�vel
por toda a sujeira que acontece.
Pode ser verdade.
Mas tem outra coisa.
Tem algu�m que se esconde e vive aqui h� tempos.
Voc� o viu?
N�o.
Me lembro de poucas coisas.
Senti sua presen�a v�rias vezes nos �ltimos anos.
Tenho meia d�zia de amostras...
colhidas em roubos de medicamentos.
Creio que, quando est� doente, ele vem procur�-los.
E, agora, tenho o sangue dele!
Estamos falando de um selvagem?
- S�rio? - Ou talvez de um homem da floresta.
Um homem da floresta.
Est� cada vez melhor.
E, enquanto isso, tento trabalhar bem.
Tradu��o da legenda: Giovana Zaltron
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.