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Original subtitles

ELDORADO CAF�

Camille para Hermann!

Invas�o na Genevi�ve, rota das encostas, 28.

Nada foi roubado.

Eu atendo!

Major, Hermann assume em 10min e est�...

J� disse que atendo!

Est� bem.

Vamos l�.

Bom dia, senhores!

Ol�.

A Sabine n�o est�?

Vem mais tarde.

Vai dar um prato dia delicioso!

Me faz um caf�, por favor.

O monstro me deu um cansa�o!

Pesco nas rochas h� 20 anos...

conhe�o esse lago de cor. E hoje...

um bagre no meio das carpas.

- Impressionante. - N�o � mesmo?

Que gentil, obrigado!

Parece que come�a um bom dia.

Assim espero.

Obrigado, Anna.

Tenho que ir.

Pe�a para Sabine me ligar!

Preciso muito falar com ela!

N�o me esqueci da minha carteira?

Sou um idiota.

Est� aqui.

Ainda bem, porque

como tenho meu distintivo dentro.

Seria burrice perd�-la.

Seria como esquecer a arma.

N�o fa�a besteira!

N�o fa�a besteira.

Merda, vamos cair fora.

Pegue a arma! Venha!

Hermann!

BLACK SPOT

Quando voc� notou?

Ontem, mas � estranho...

n�o sumiu nada.

Ser� que foi quem incendiou o carro de G�rald Steiner?

N�o, n�o se preocupe.

- Posso entrar? - Pode, claro.

Estiveram aqui, deixaram vest�gios.

Alguma coisa est� fora do lugar?

N�o sei.

Sempre parece um bazar por aqui.

Os antibi�ticos?

Sim, talvez.

Camille para Laur�ne!

Houve um tiroteio na Sabine!

Um morto e suspeitos � solta!

A bala atingiu uma art�ria. Ele se esvaiu em sangue.

Fizemos o poss�vel, mas n�o o salvamos.

Estabilizamos Hermann.

Est� sendo levado. Vai se salvar.

- Cad� a Leila? - N�o sei.

� dia de visita domiciliar, n�o consigo falar.

Bom.

Diga que se apressem...

- Com as digitais. - Est� bem.

Tem muitos estragos.

Vou pedir para limparem. N�o pode ficar assim.

Se estivesse aqui para receb�-los...

N�o reclame, poderia estar no lugar dele.

Por causa do estado de Hermann, pisoteamos tudo.

Que merda, vamos perder tempo.

Era melhor deix�-lo morrer?

N�o, mas tenha cuidado!

Tenha cuidado!

- Eles levaram quanto? - N�o levaram nada.

Nada?

O que houve?

Voc� sempre chega no calor da a��o.

Temos um ladr�o morto.

Tr�s � solta e Hermann no hospital.

- Vou pedir barreiras na estrada. - Fa�a isso!

Onde vou tomar caf�?

Nem liguei para meu filho.

N�s o avisamos. Precisa se acalmar.

O que me conta?

Eu tinha acabado de abrir.

Quando entraram, vi que n�o eram clientes, eu...

Eles pediram caf�,

e s� um veio ao bar.

Ele tirou uma arma.

Ele disse algo?

O que ele queria?

N�o sei.

Dinheiro, eu acho!

Logo Hermann chegou.

Ele n�o p�de fazer nada.

Vamos, vista isso.

O que � isso?

O qu�?

Nada, um lembrete de quando a sra. Moran se recusou a ir a um asilo.

Entendi.

- Aqui. - N�o, obrigada.

N�o quero que vire uma zona de guerra.

- Est� bem, vamos? - N�o, Nounours...

isso tamb�m, guarde.

O que quer? Um coquetel de boas-vindas para eles?

- Bom, Camille? - O qu�?

V� ao hospital. Ligue se Hermann acordar.

- Est� bem. - Espere.

Pode levar com as outras amostras?

- Posso. - Obrigada.

O que est� fazendo aqui?

Est� tudo bem, deixe-a passar!

Eldorado foi assaltado, houve um morto.

- Sabine est� bem? - Ela n�o estava.

Est�o atr�s de quem fez, vamos aproveitar.

Florent?

Identificamos os caminh�es que passam pela D9.

O cara do posto � insone.

Disse que est�o passando l� h� semanas.

Sem logotipo ou sinal distintivo.

Sempre � noite.

O que complica � que n�o chegam � pr�xima vila.

Ent�o entram em alguma parte da floresta.

Mas a D9 � longa.

Bom.

Vamos dividir os limites em grupo de dois.

Temos que ach�-los e saber o que fazem.

Cora? Voc� vem comigo.

Como est� se sentindo?

Estragaram o melhor dia de pesca da minha vida.

- � isso! - O que est� fazendo?

Vou com voc�.

- Tudo bem? - Tudo.

Por que aconteceu? Estou velho demais?

Voc� foi ferido.

Eu vi que eram quatro.

Diga para que tenham cuidado.

Esses caras s�o muito perigosos.

Acredito mesmo?

Quatro caras para roubar um bar?

N�o sei, faz duas horas que procuramos.

Talvez j� tenham se mandado.

Que testes voc� deu para a Camille?

N�o s�o nada.

Nada.

Como suas sa�das de que n�o falamos?

- N�o, n�o falamos. - Est� bem.

Mesmo assim,

se um dia quiser conversar,

eu estou aqui.

Que carro � aquele?

Qual?

Carro novo?

N�o tem muita escolha.

Com os idiotas que deixou fugir.

Abrimos a investiga��o. Precisamos de tempo.

Temos outros problemas!

Sabemos quem foi pela manh�?

N�o sabemos muita coisa.

Devo eu mesmo cuidar disso?

O que quer dizer?

Tem que explicar que � nossa casa.

H� coisas que a farda impede que voc�s fa�am.

N�o sei se entendi bem.

Volte para casa, podem estar na �rea.

� mesmo?

Nounours, o ladr�o morto � fichado.

Hector Vasquez!

Pelo menos uma vez temos sorte.

Espere um pouco antes de comemorar.

Voc� o conhece?

Fazia parte da equipe de Rico Bellestera.

Um bando que teve sua gl�ria h� alguns anos.

Fizeram muitos roubos na C�te d'Azur.

Tipo de caso que estudamos na magistratura.

E nunca foram apanhados?

Foram, eles cumpriram uma pena longa.

Mas o chefe Rico fugiu h� dez dias.

Durante uma transfer�ncia.

E matou dois guardas.

Sou eu ou estamos um pouco tensos?

- Acha que os Steiner... - Esque�a um pouco os Steiner!

N�o t�m nada com isso.

Concordo, mas sem ofender sua agrad�vel cidade,

esses homens n�o vieram passear.

S�o muitas trilhas! Nunca vamos achar os caminh�es.

Sempre reclama o tempo todo?

O que est� fazendo?

Larga isso!

� o carro dos ladr�es.

Vou chamar a pol�cia

Cora.

Guarde o telefone.

Estou mandando!

Estou na condicional, lembra?

Vai esperar matarem algu�m?

Bom dia. Como vai seu marido desde a semana passada?

Estou preocupada, doutora.

A gripe est� forte este ano, n�o �?

Posso entrar?

Bom dia, sr. Rogeon, e ent�o?

O que houve?

N�o se sente bem? Espere.

Ah, mas...

seus batimentos est�o acelerados!

Voc�, venha comigo!

Espere, ele est� com palpita��es.

Voc� entendeu.

Pegue a maleta e esque�a ele!

Ah, o amor...

E ainda dizem que o casamento � uma institui��o falida.

Deveria escrever para o correio do amor.

Bom.

Afinal, onde estamos?

Achamos o carro gra�as a uma liga��o an�nima.

Parece que h� um ferido.

Vamos a todos os celeiros e granjas da regi�o.

Vou decretar toque de recolher, n�o podemos arriscar.

N�o sei se ser� obedecido,

a vida noturna aqui � agitada.

Mas � uma decis�o s�bia.

- Pelo menos uma vez todos concordam. - Nem todos.

S� vamos ach�-los sabendo o que vieram fazer.

- Sem assustar a todos. - N�o quero assustar.

N�o quero ser acusado de ser leviano,

- s� isso! - Fa�a o que quiser.

N�o ser� surpresa se pegarem as espingardas.

Ser� preciso retirar a bala.

Vou lhe pedir em casamento, senhorita.

Todas essas tatuagens,

perdeu uma aposta?

Uma para cada etapa da vida.

Um pouco mais para a esquerda, e acertaria meu pai.

O canalha.

Ele merecia!

O que houve, vadia?

N�o me encha, largue a arma e venha me ajudar!

Mantenha press�o sobre a ferida!

Um, dois,

tr�s, quatro, cinco, seis, sete!

O que � isso?

Escondeu o carro?

V� ver!

- Bom dia, sra. Rogeon. - Bom dia.

Viu passar tr�s pessoas pela estrada, com um ferido?

N�o, ningu�m.

E seu marido, Odette, onde est�?

Ele pode ter visto algo?

Henri est� gripado.

- A gripe deste ano est� forte. - � verdade.

- Precisa consultar a Leila. - Vou ligar.

Est� bem.

Feche bem a casa. Nunca se sabe.

Ligue se souber de algo, Odette!

- Est� bem. - Obrigado.

Quem est� a�?

Lucette!

Pode apagar a lanterna?

- E guarde a espingarda. - Se aparecer algu�m?

N�o tem ningu�m, v� dormir!

- Boa noite! - Boa noite para voc� tamb�m.

N�o sei o que dizer.

Refa�a a cena, por favor.

Deve ter uma palavra, um detalhe, qualquer coisa.

O que eles disseram?

- N�o sei de nada. - Fa�a um esfor�o.

N�o vieram aqui para roubar um bar.

Acho que falaram de um lugar.

Heinmetz, algo assim.

Heinmetz, claro.

Estavam indo para l� ou voltando?

N�o sei, Laur�ne!

N�o sei de mais nada.

Achei que fosse morrer, entendeu?

Me desculpe.

Por que fez isso?

Venha.

Chega, ela n�o est� quebrada.

N�o se preocupe.

Est� me abra�ando muito forte!

N�o devemos culp�-lo.

Ela estava sob muita press�o.

Estamos todos um pouco nervosos.

Coloque-se um pouco no lugar dela.

N�o nos sa�mos t�o mal.

Mas � essencial conseguir.

Como ele est�?

Aborrecendo todo o andar.

Bom, � assim que tem de ser.

Descobriu algo sobre Heinmetz?

Nada com esse nome. Nem vilarejo, nem lago.

Tentei de todas as formas.

Talvez a gente avance um pouco.

S�o os arquivos do �ltimo golpe deles, antes da pris�o. Um carro-forte.

Parece que um dos ladr�es fugiu e o dinheiro nunca foi encontrado.

- Ser� que vieram procurar isso? - Em Villefranche?

Pode ser qualquer um,

um vizinho, um amigo.

Sem d�vida em quarentena, urbano...

pouco � vontade aqui. Na minha opini�o.

N�o, mas lembro a voc�s de que sou procurador.

Ele chegou h� cerca de dez anos.

Quando os outros foram presos.

Podemos verificar na prefeitura?

Come�ando por Heinmetz, nunca se sabe.

Sinto muito, vou abandon�-los.

Se n�o durmo oito horas, n�o sirvo para nada amanh�.

Boa noite.

Obrigado por me salvar.

Estou bem melhor agora.

Apenas estabilizei e suturei.

Mas, s�rio, deveria ir ao hospital.

Em um momento, achei que estivesse morrendo.

Vi as �rvores.

Parecidas com as que tem l� fora.

Todas essas �rvores me angustiam.

N�o cresci nesse tipo de lugar.

Estou quase feliz de vir parar aqui.

Voc� est� aqui...

por acaso?

N�o precisa saber disso.

N�o quero te matar.

Por que faz isso?

Para trazer garotas para a floresta.

- O que acha? - N�o, s�rio.

O que � Arduinna para voc�?

Veja o que acontece ao redor.

Arduinna �...

� a �nica resposta poss�vel.

Quando agredimos a natureza, ela resiste. A resist�ncia somos n�s.

Creio que os Steiner n�o ligam.

N�o se preocupe com os Steiner.

Eles j� est�o em maus len��is.

A filha do prefeito desapareceu.

Eu sei.

Todos sabem.

Parece que ela fugiu.

Acha que � verdade?

Espera!

Roman! Roman!

Encontrou algo?

N�o, n�o tem nada.

Fiz uma primeira triagem...

talvez tenha mudado de nome?

Nounours.

Acorde!

- N�o estou dormindo. - Voc� dormiu.

N�o dormi.

Dormiu sim!

Vai precisar bater nas portas.

Se encontrar algo, me avise.

Conhecemos praticamente todos.

Tem at� o Paul.

Pode ter feito besteira antes.

Eu n�o dormi.

Rel�gio novo?

Como?

- � bonito. - Obrigado.

- Foi a L�a? - Foi.

- Voc� dois est�o bem. - Sim.

Est� bem.

Quando Marion voltar, � melhor ver os pais juntos.

O que faz aqui?

Podemos conversar?

N�o tenho tempo.

Sua mulher e seu filho n�o est�o?

N�o.

- E sou bobo? S�o sete da manh�. - N�o enche.

Qual � o problema? Onde eles est�o?

Na casa da m�e dela, h� uma semana. Por qu�?

Teria paz quando seus comparsas viessem.

- N�o �? - O qu�?

O que est� dizendo?

Por isso a bagun�a na cena do crime. Para ganhar tempo.

Acha que tenho algo a ver? Est� louco.

Onde estava antes de Villefranche?

- Ilhas Reuni�o, pode ver. - Vou mesmo verificar.

- Ainda n�o terminei. - Me deixe em paz!

Juro que n�o � a hora.

J� disse que n�o tenho nada a ver.

- Entendeu? - Est� bem.

O que deu em voc�?

Est� uma merda por enquanto.

O que foi, � Val�rie?

Tem outra, � isso?

Estou pensando em algu�m.

Como est� o Hermann?

Ele est� firme.

Vai ficar bem.

Viu a Leila hoje?

Ainda n�o.

Encontrou o homem da vida dela!

Com a vila em estado de s�tio.

� a cara dela.

O que � isso?

Laur�ne. S� voc� finge que n�o acontece nada aqui.

O que sugere?

Pegar armas e nos fechar em casa?

- N�o � uma solu��o. - Pare!

Voc� nem usa colete � prova de balas.

A gente se defende. S� isso.

- Assim tem mais chance de levar um tiro. - Claro.

- Anna est� aqui desde quando? - N�o sei, uns dez anos, por qu�?

HEINMETZ

Precisa mudar de ideia.

� melhor que fique aqui e que a procuremos, n�o �?

Est� bem.

Anotei tr�s endere�os.

Comece pelo primeiro.

Farei isso. Me explique.

N�o, eu vou fazer.

Tem algu�m?

Como �?

Marido? Filhos?

N�o sei o que responder.

N�o, ningu�m.

Por qu�?

N�o sei, eu...

ele ainda n�o me encontrou.

Quem?

O pr�ncipe encantado.

Ah, � s�rio?

� s�rio.

N�o quero uma hist�ria pat�tica.

Quero algo incr�vel,

com fogos de artif�cio e final feliz.

E voc�?

Tamb�m, uma hist�ria bonita.

Mas, na cadeia, � complicado.

Quando eu sa�, ela j� estava...

morta.

Vai a algum lugar?

Quentin est� com um amigo, vou levar umas coisas.

Voc� me enganou com o Heinmetz.

O qu�? N�o estou entendendo.

Por que seu nome n�o aparece na prefeitura?

O que tem a ver?

Sou v�tima, e voc� me interroga como se eu tivesse feito algo.

Laur�ne, sou eu, Anna!

Se eu falar de Rico e seu bando, vai se lembrar?

Do que est� falando?

Tudo bem?

Acho que devemos conversar.

Tudo bem, major?

Quando conheci o Rico, eu era jovem,

estava perdida.

Achei que tinha esbarrado em um anjo.

Ele era bonito.

Tudo era f�cil para ele.

Ele tamb�m tinha dinheiro.

O que est�o fazendo? N�o � normal.

Pare de se agitar.

Est� tudo acabado.

E ent�o, o que acontece?

O que est� fazendo?

Espere!

N�o vi de cara a viol�ncia dentro dele.

N�o fiz nada! Socorro!

Merda! Cale a boca!

Vadia!

Voc� s� queria se divertir, n�o �?

Eu faria tudo por ele.

Foi ficando cada vez mais violento.

Rico queria sempre mais.

Fiquei com medo.

Tinha que cair fora.

Dei um jeito.

Tirou proveito do golpe do carro-forte.

Sim.

Rodei por muito tempo,

semanas inteiras, e aqui, n�o sei por qu�,

me senti bem.

Isso � curioso, n�o?

Sabine ofereceu trabalho, sem perguntas, e eu fiquei.

Um conto de fadas real.

Est� faltando o tesouro.

Se nos falar do dinheiro.

Que dinheiro? Sa� sem nada.

Deve estar com Rico.

E por que ele voltou? Por voc�?

Eu fugi gr�vida.

Ele voltou pelo filho.

Ele sabe onde est� o Quentin?

Claro que n�o!

Ele pegou meu celular. Tinha o endere�o l�.

Me ajude! Socorro!

A placa que anotou ontem � noite

� de um caminh�o de uma transportadora.

Adivinhe?

Pertence aos Steiner.

Eles a liquidaram h� tr�s anos.

H� um entreposto fora da cidade.

Deve estar desativado, mas posso encontrar.

Acha que eles v�o para l�?

Estou sonhando!

Pegou?

Acha que n�o est�o armados?

O que vai fazer com isso?

O que acha?

O que eles est�o fazendo?

N�o sei, mas se fazem na calada da noite, n�o deve ser boa coisa.

S�o os caras dos Steiner.

Diria que s�o produtos t�xicos.

Vamos cair fora.

- Cora? - O qu�?

Larga ele!

N�o vai me deixar em paz!

O que est�o fazendo aqui?

Quem est�o procurando?

Rapazes!

De p�! Voc� vem comigo.

- O que Steiner faz com os cont�ineres? - Calado.

Sabia que ela � filha da major?

Mandei calar a boca!

Cora!

Corra!

Sabia que pode falar?

N�o vou machucar voc�.

Voc� se chama Quentin?

Tenho muitas coisas para contar.

Vim de longe para estar aqui.

Porque eu queria ver voc�.

- Queria dizer que... - Quero minha m�e.

O que faremos?

Ficamos parados. Ele est� com o menino.

- Anna! - N�o v�!

Por que fez isso comigo?

N�s tentamos, Rico.

N�s tentamos.

Ainda pode vir conosco.

Conhe�o bem voc�.

N�o diga que est� feliz com essa vida miser�vel.

Vamos jogar � moda antiga... da boa vida.

Ser� como antes. Venha.

Mam�e.

Deixe ele ir.

Merda, ele � meu filho!

Est� assustando ele!

O que quer fazer?

Est� ferido, n�o vai a lugar nenhum. Veja, acabou!

Acabou.

Vamos para o hospital. O ferimento est� feio.

Que n�o estrague o banco de tr�s.

Seu vilarejo � dif�cil.

Mais dif�cil do que eu.

Encontrei uma m�dica.

Ela est� no celeiro na casa dos dois velhos.

Os Rogeon, eu acho.

Merda.

O qu�? Isso te diz algo?

Essas �rvores realmente t�m algo.

Estavam na nossa cara.

Eles nos viram conversando. Devem se divertir.

Elas morrem de p�.

R�pido!

� um lugar perfeito.

Vou descansar nas �rvores.

Pare.

BEM-VINDO A VILLEFRANCHE

Estou feliz em ver que a vida retomou seu curso.

Menos para Anna. Parece que a intimou.

� meu trabalho.

Ela deve responder pelos seus atos.

E eu estarei ocupado por tr�s semanas.

Por que esperar?

Porque, em tr�s semanas, haver� a prescri��o

dos roubos que ela participou.

No fim das contas, voc� tem cora��o.

N�o precisa me insultar.

Ela arruma meu quarto, n�o vou jog�-la na cadeia.

Encontrei isso entre as amostras.

N�o � nada. � s� uma invas�o a uma casa.

� a sexta vez em tr�s anos que passa an�lises de modo furtivo.

Se quiser que eu as autorize, precisa me explicar.

Tamb�m podemos falar do seu acidente na floresta, h� 20 anos.

Li os relat�rios m�dicos.

As marcas nos pulsos.

Os dedos seccionados por um objeto cortante.

Isso � tudo menos um acidente.

De quem s�o esses testes, major?

De quem me sequestrou, h� 20 anos.

E que est� com a Marion.

Aqui...

sempre dizemos que a floresta � respons�vel

por toda a sujeira que acontece.

Pode ser verdade.

Mas tem outra coisa.

Tem algu�m que se esconde e vive aqui h� tempos.

Voc� o viu?

N�o.

Me lembro de poucas coisas.

Senti sua presen�a v�rias vezes nos �ltimos anos.

Tenho meia d�zia de amostras...

colhidas em roubos de medicamentos.

Creio que, quando est� doente, ele vem procur�-los.

E, agora, tenho o sangue dele!

Estamos falando de um selvagem?

- S�rio? - Ou talvez de um homem da floresta.

Um homem da floresta.

Est� cada vez melhor.

E, enquanto isso, tento trabalhar bem.

Tradu��o da legenda: Giovana Zaltron

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