All language subtitles for Les.Temoins.S02E06.FRENCH.720p.HDTV.x264-DEAL [LEG AMARELA]

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Original subtitles

Anteriormente em Les T�moins...

Ele � um cara, que sequestra mulheres.

Ele se livra dos ex delas.

Ent�o, ele escolheu voc�. Ele foi � sua casa.

O que ele quer? Informa��es sobre voc�?

A identidade dos homens da sua vida?

Para mat�-los e coloc�-los em belos freezers?

Desculpe, Sandra, mas voc� est� fora do caso.

Voc� e todos os homens que conheceu ficar�o sob prote��o,

come�ando pelo Eric.

Sandra, onde voc� est�? Um dos seus ex desapareceu.

H� 25 crian�as nesta foto. Tenho 21 nomes, 21 arquivos.

Acho que o assassino est� nesta foto,

e o arquivo dele � um dos que faltam.

Aconteceu algo.

- Algo grave. - Quem queria fazer voc� falar?

Catherine e a nova que voc� escolheu.

Onde elas est�o?

Voc� sempre foi fraco.

Nunca conseguiu realizar o que estou realizando.

O que est� acontecendo?

Quem vem pegar todas essas crian�as?

N�o sei se ela est� viva ou morta,

mas quero encontr�-la.

Eu quero encontr�-la.

Por que ela se lembra da crian�a que teve e n�o das filhas?

- Onde voc� est�? - N�o vou dizer.

Quero ajud�-la, entende?

Se n�o me disser onde est�, vou procur�-la.

� uma grande carnificina � minha volta.

Compreendo perfeitamente o que est� sentindo.

Mas voc� est� enganada.

Nada disso � culpa sua.

Eles morreram porque n�o amaram voc� o bastante.

Nem o pai das suas filhas.

Sim.

N�o.

N�o.

N�o, vamos dobrar a equipe. Sim, aguarde.

Vou passar para ele.

- Sandra. - Obrigado.

Oi.

Pode explicar o que est� acontecendo?

Estamos tomando algumas medidas extras.

Voc� foi ver a Chlo�e.

Ela disse que voc� parecia horr�vel.

Sim, n�o tenho dormido muito.

- O que eu ouvi � verdade? - O qu�?

Um cara com quem voc� sa�a desapareceu?

Sim.

- Eu o conhe�o? - N�o.

Gostava dele?

Acho que sim. N�s nos conhecemos recentemente.

Sinto muito.

Eric, eu vou peg�-lo. Vou pegar o cara que fez isso.

Ir� acabar logo.

- Pode passar para o Justin? - Sim.

Sim?

Alguma not�cia das 21 pessoas?

Pessoas se casaram, mudaram nomes,

algumas foram para o exterior.

Outras morreram. Estamos fazendo nosso melhor.

- Sandra, por favor. - Eu te ligo.

Sandra?

LEGENDA AlbustigriS

LES T�MOINS - 2� TEMPORADA Epis�dio 6 - "�pisode 6"

N�o consigo dormir.

Tenho medo de me lembrar de quem eu era...

anteriormente.

De como eu era.

Sabe a foto da qual eu falei?

Eu pensei que aquela mulher era eu.

Como se aquele sorriso fosse o meu.

Pensei que eu tinha me lembrado do casamento com ele.

- Ele falou sobre mim? - N�o, eu te disse.

E sobre as crian�as, ele disse algo?

N�o, eu diria se ele tivesse falado.

Tente fechar os olhos.

Descanse um pouco.

Sim.

LISTA DE �RF�OS

O que o promotor disse?

Menti para ele.

O que eu deveria dizer?

Que voc� viu a Sandra numa parada na rodovia?

Que voc� poderia t�-la detido?

N�o quero que voc� fique encrencado.

LISTA DE �RF�OS

- Lembra-se das outras crian�as? - Eu tinha dois anos.

S� fiquei oito meses. N�o me lembro muito.

Ele tinha cerca de 12 anos. Martin Souriau.

Isso n�o faz voc� se lembrar de nada?

N�o.

Sim, Martin parece vagamente familiar.

Se � quem eu penso, ele ficava na dele.

Havia outra crian�a?

Algum garoto que era amigo dele?

- N�o. - E os supervisores?

Os que cuidavam de voc�s.

- N�o, n�o me lembro. - Mostrarei uma lista de nomes.

Voc� se lembra do nome ou sobrenome de algu�m

que pode ter estado com voc�s no orfanato

mas n�o est� na lista?

Certo...

Sim, falta a Solange.

Audrey Solange.

Ela sempre estava com outra crian�a.

Zomb�vamos dele porque ele tinha um nome estranho,

um nome de doce.

Algo como alca�uz.

- Fred. - Sim, o qu�?

- Andr� Glissert. - O que tem Andr� Glissert?

Puta merda.

- Elisabeth. - Sim?

Voc� viu Andr� Glissert?

- Sim. - Quando?

Ontem, cerca de 17h30.

- O que ele disse? - Como os outros.

- Ele n�o se lembra. - Voc� o interrogou em casa?

Do lado de fora. Ele n�o me deixou entrar.

Pol�cia!

Ol�, Audrey.

- Voc� � Audrey Solange? - Sim.

Sra. Solange...

Entende o que estou dizendo?

Sim.

R�glisse n�o sabe.

O que aconteceu com as crian�as?

As que voc� colocou nas turbinas e�licas.

E a�?

Quem vem busc�-las?

Sra. Solange, sabemos quem voc� �.

De onde voc� �.

Voc� n�o � a �nica pessoa que entrega as crian�as.

Voc� conhece quem sequestra as mulheres?

Ele est� nesta foto com voc�. Mostre-o para mim.

Mostre-o para mim.

Vou falar sobre o que fiz.

Somente sobre o que eu fiz.

- Peguei seu casaco e cigarros. - Estou vendo.

Trouxe caf� para voc�.

- Deve estar frio. - Obrigada mesmo assim.

- Voc� ronca. - At� parece!

- Ronca. - N�o mesmo.

Talvez um pouco.

O padre e a freira

eram as �nicas pessoas que cuidavam das crian�as?

Os arquivos n�o mencionam mais ningu�m.

As crian�as mais velhas cuidavam das mais novas.

Quem tirou a foto? Uma das crian�as?

N�o.

Voc� tem raz�o, havia 25 crian�as.

E as 25 est�o na foto.

Havia outra pessoa? Eu n�o sei.

N�o, ningu�m mais.

- Tem certeza? - Sim.

O orfanato era isolado do mundo.

Quando eu era crian�a,

meus pais n�o queriam que eu andasse por l�.

Eu ia l� mesmo assim e me orgulhava.

Como assim?

Havia algo l�, n�o sei o qu�.

O lugar era assustador e as crian�as que moravam l�

- tinham uma m� reputa��o. - Havia um l�der?

- Um garoto que tomava a frente? - N�o, acho que n�o.

- O que est� procurando? - N�o sei.

Algo que n�o vi na �ltima vez.

O PASSADO J� FUGIU,

O QUE SE ESPERA EST� AUSENTE

MAS O PRESENTE � SEU

M�ES LOUCAS DERRUBAM OS FILHOS

N�o sei quem � a garota, mas este � Souriau.

- O mais novo... - � ele.

Eu sei.

Sim, eu me lembro um pouco dele.

Era um dos mais novos. Ele era estranho.

Vivia com um sorriso esquisito.

As iniciais dele podem ser "G.J.". Lembra algo?

O nome dele parecia n�rdico.

Um nome estrangeiro.

Jonas, Yonas, algo assim.

Fa�a um esfor�o, tente se lembrar.

N�o, sinto muito, n�o me lembro.

- Ficaram quanto tempo casados? - N�o fomos casados.

- Como ela �? - O que voc� quer saber?

Se ela � um p� no saco em casa tamb�m?

� ainda pior.

Vou buscar o meu.

Al�?

Sim, sou eu. Voc� me ligou?

N�o, estou de folga at� segunda-feira.

Como �? Agora?

Sim, pode ser.

Tudo bem. Certo, tenente.

At� logo.

Os policiais vigiam o pr�dio?

N�o fa�o ideia. N�o quero arriscar.

Espere-me aqui.

- Al�? - Eu te deixei 15 mensagens.

- Solange falou? - Estamos em campo.

Ela s� falar� sobre o que ela fez.

- Ela falou sobre as crian�as? - N�o.

- E sobre quem procuramos? - N�o, tamb�m n�o falou.

Eu tenho uma foto dele. Ainda n�o tenho o nome.

Sandra, preciso de voc� aqui.

- N�o posso, agora n�o. - Max quer falar.

Al�, Sandra?

- Max... - Sandra, deixe-me falar.

Eu acobertei voc�. Falei com todos.

Eles compreendem o que voc� est� passando.

Gra�as a voc�, pegamos Audrey Solange.

Diga-me onde voc� est�. Pare de agir sozinha.

Deixe Fred e os demais se juntarem a voc�.

- N�o. - Por qu�?

Quero que ele fale das crian�as, n�o me deixar�o fazer isso.

- Voc� est� louca! - Se voc� diz.

- Est� tomando a decis�o errada. - Talvez.

N�o pode fazer isso sozinha.

N�o estou sozinha, Max. Estou com Catherine Keemer.

Ela � mais forte do que voc� pensa.

At� mais, Max.

- E a�? - Ela desligou.

Vamos come�ar.

Uma equipe em frente cada entrada,

cada sa�da de estacionamento. Bloqueiem os acessos.

Vamos!

Como aconteceu? Diga-nos.

Ela deu � luz aqui.

Quero que voc� diga o nome dela.

Virginie Drouet, ela deu � luz ali.

Cortei o cord�o umbilical.

Coloquei o beb� na bacia para lav�-lo.

Preparei algumas roupas para ele.

Azuis.

Era uma menina.

E ent�o?

Eu a estrangulei.

Quem?

Virginie Drouet.

Peguei a corda e a estrangulei.

Como a Elise.

E ent�o?

Esperei anoitecer, coloquei o corpo numa lona

e arrastei ao porta-malas do meu carro.

Voltei para pegar o beb� e fui embora.

Para onde?

Fui para onde temos que colocar as crian�as.

- Aonde vai, senhora? - Vim ver a Christiane.

- Seus colegas procuram voc�. - J� os vi.

Obrigada.

Christiane?

Venha comigo.

- Vim buscar voc�. - Aonde vamos?

- Qualquer lugar. - Ao parque de divers�es?

Est� bem.

MAM�E, EU SA� DE CASA. LIGUE-ME.

- Al�? - Sim, sou eu.

- Onde voc� est�? - N�o posso te dizer.

N�o me pe�a para ir para casa. Voc� n�o foi quando pedi.

E fiquei sem dinheiro.

- Ligue para o seu pai. - N�o, quero ver voc�.

Mam�e?

Mam�e?

Ajude-me e depois compraremos um lanche.

Disse que reconhece Audrey Solange.

Este � o Martin. E qual o nome do garotinho?

Olha, � como seu cabelo.

Christiane.

Christiane, concentre-se. Como se chama o garotinho?

Uma crian�a como o seu irm�o. Voc� se lembra?

Posso dar uma volta?

- Eu posso? - Sim, pode.

Deixe.

Precisamos esperar...

Christiane, precisamos esperar parar.

Isso n�o adianta.

Eu sei, mas n�o podemos for��-la a falar!

- Ela precisa de tempo. - N�o temos.

Sei que n�o temos. Devemos cortar a garganta dela?

Sua filha est� longe?

N�o.

Pegue o carro, v� encontr�-la e diga para ela ir para casa.

- N�o. - Sim.

Tentarei fazer Christiane falar. Eu te ligo.

N�o, n�o vamos nos separar.

Catherine, pode n�o se lembrar, mas sua filha se lembra.

Voc� � m�e dela. N�o pode abandon�-la l�.

Acha que n�o sei disso?

Acha que n�o quero me lembrar?

Acordo desejando ter sonhado com elas, mas n�o sonho.

Nada.

Mesmo que voc� n�o se lembre,

voc� sente que ela � sua filha quando a v�?

V�. Est� me ouvindo?

V�.

Cavei aqui � noite.

Estacionei l�. Arrastei o corpo para c�.

Estava quente, eu estava suando.

- Coloquei o corpo no buraco. - E a crian�a?

O qu�?

Eu coloquei l�.

- E depois? - Fui para casa.

Dormi 14 horas seguidas.

Voc� deixou a crian�a e foi tranquilamente para casa?

Para dormir?

Sim.

N�o contou a ningu�m que a crian�a estava aqui?

Sabemos que n�o � verdade.

Voc� sabe bem o que aconteceu depois que deixou a crian�a.

Voc� sabe quem vem busc�-las.

Voc� sabe ou n�o quem busca as crian�as?

Chega, vamos voltar.

"A garota...

rapida...

mente...

passa por..."

N�o desejo falar sobre isso.

Est� bem.

Eu entendo.

Ele era pequeno mas era mau.

Como assim?

Sei as iniciais dele, "G.J.".

Voc� n�o se lembra do nome dele?

Era Jonas ou algo assim?

Voc� n�o se lembra?

Tenho muito medo de ele vir me pegar.

Voc� tem medo?

Tamb�m tenho.

Ent�o devemos deixar pra l�?

Ele continua agindo.

Ele faz mal a crian�as.

Eu sabia que voc� viria.

Voc� sabe onde estamos?

N�o.

A gente vinha aqui com o papai e voc�.

- Para ver o mar. - S�rio?

Eu queria te dizer, sei que n�o � da minha conta,

o que houve entre voc� e o papai,

e aqueles caras com quem saiu antes de desaparecer.

Eu queria te dizer que n�o julgo voc�.

N�o se preocupe com isso.

Isso n�o deve impedir que volte para casa.

Louise, aconte�a o que acontecer...

as coisas entre seu pai e eu n�o ser�o como antes, entende?

Eu sei.

Voc� ainda n�o se lembra?

N�o.

- Voc� n�o pode ficar comigo. - Eu quero ajudar.

O homem que fez isso comigo, que eu procuro, � perigoso.

- N�o quero que ele te fa�a mal. - Louise, v� para casa.

Precisa cuidar da sua irm�.

Fa�a isso por mim.

Sandra.

GEIR JANSEN

FOR�A POLICIAL NACIONAL

BUSCANDO... NENHUM RESULTADO

NENHUM RESULTADO CORRESPONDE � SUA BUSCA

JANSEN, A FOR�A XXL, VERS�O SUECA

MEC�NICO E PINTOR DE GIVREUX

GEIR JANSEN, A ARTE NA PONTA DOS DEDOS

PINTOR PERSONALIZA CARROS COMO UM VERDADEIRO ARTISTA

DANDO-LHES NOVA VIDA COM SEU ESTILO �NICO.

Ol�?

- Estamos aqui de fora. - Estou indo.

- Fale para ele ficar l�. - Mam�e disse para ficar a�.

- Como voc� est�? - Bem.

Passe para sua m�e.

Ele quer conversar com voc�.

- Sim? - Quando vai voltar para casa?

- Assim que eu puder. - Ou�a, Catherine...

Eu voltarei, voc� sabe disso.

Eu prometo.

Encontre-o...

O beb� que voc� teve. Encontre-o e volte com ele.

Agora v�.

Afaste-se.

Porra!

Sou policial, � uma emerg�ncia.

Eu tamb�m.

- Ele trabalhou uns anos aqui. - At� quando?

Eu diria que at� 2001, no m�ximo 2002.

Voc� sabe algo sobre ele?

- Ele n�o falava do passado. - Onde ele morava?

No andar de cima. Alugava um quarto para ele.

- Devo te mostrar? - Sim, claro.

� por aqui.

N�o sobrou muita coisa. Mais as minhas tranqueiras.

Eu deveria limpar mas n�o tenho tempo.

Ningu�m � perfeito.

Como ele era no trabalho?

Um cara legal, do tipo calado.

Distante, mas sorridente.

- Obrigada. - Esta era a praia dele.

O qu�?

Ele personalizava carros, era a paix�o dele.

- Isso e o Ex�rcito. - O Ex�rcito?

Ele era fascinado por armas e muni��es.

Ele tinha amigos no quartel em Givreux.

Ele sonhava em ser do Ex�rcito. Do Ex�rcito ou da pol�cia.

Voc� se lembra de algum amigo dele?

N�o, n�o me lembro. Eu n�o os conhecia.

S� restaram as fotos na parede.

Os carros dos amigos dele que ele pintou.

Amigos dele?

Ele tinha dois ou tr�s amigos militares da infantaria.

- Este carro � de quem? - N�o fa�o ideia.

- Posso pegar emprestado? - Claro, por favor.

Voc� fez uma sujeira.

Ent�o, � 3200 AB 59.

Sim.

Ghislain o qu�?

H... "LT" no final?

Ghislain Hernault. Tem um endere�o?

Tudo bem.

Obrigada. Tenha um bom dia.

Pegue.

Isto tem que ficar entre n�s. Justin n�o sabe.

Certo.

Obrigada. Ent�o, Ghislain Hernault.

Sim, "LT" no final. Provavelmente militar.

N�o, do Ex�rcito.

Ele se mudou muito, ent�o teve v�rias atribui��es.

Certo, eu espero.

Tudo bem? N�o beba t�o r�pido.

Sim. Onde?

N�o, onde na pol�cia?

Diga-me que voc� tem um n�mero de telefone.

Isso!

Espere, fale devagar. 17 05.

Denis, muito obrigada. Tchau.

Isso!

Boa noite, senhoras e senhores.

Este fim de semana ser� misto,

com alta press�o atmosf�rica no s�bado.

O domingo ser� inst�vel em grande parte da Fran�a.

Esta depress�o na Alemanha

continuar� levando instabilidade ao norte hoje

com chuvas frequentes, e tempestades no extremo norte.

As temperaturas ca�ram.

Mas a partir de s�bado...

Ol�, � a Sandra Winckler, da Pol�cia de Lille.

Tenho perguntas sobre um homem que voc� conheceu h� 20 anos.

Por favor, pode me retornar...

Al�? Sandra Winckler?

Ol�, sou Ghislain Hernault.

Voc� me deixou uma mensagem.

Isso.

Sim.

Tudo bem.

Sim, n�o tem problema.

Sim, eu estou em casa.

Tudo bem, at� mais. Obrigado.

� aqui. Vou estacionar.

Voc� me espera, est� bem?

- N�o posso ir com voc�? - N�o.

N�o vou demorar. � melhor esperar aqui.

- Vai voltar em 5 minutos? - Sim.

Exatamente.

Aqui.

- Vou esper�-la. - Certo.

- Ol�. - Ol�. Sandra?

- � um prazer. - Prazer. Ghislain.

- Entre. - Obrigada.

Vamos.

- Aceita um caf�? - Sim, por favor.

- Foi f�cil de encontrar? - Sim.

Geir Jansen...

- Obrigada. - Sim, eu o conheci.

- Aceita a��car? - N�o, obrigada.

Na �poca, as pessoas costumavam nos confundir.

Eu n�o via semelhan�a.

Foi assim que nos conhecemos.

- Voc�s ainda mant�m contato? - N�o.

N�o, nenhum.

Por que est� procurando por ele?

Roubo e apropria��o ind�bita.

Certo.

O maluco Jansen...

Ele era um cara legal.

Discreto.

A �ltima vez que nos falamos foi h� cinco ou seis anos.

Onde?

Na cidade, nos encontramos num bar.

Ele me deu o n�mero dele, anotei em minha agenda.

- Posso encontrar se quiser. - Eu gostaria.

Guardo minhas agendas, sou um nost�lgico.

Geir Jansen...

- Vou buscar. - Obrigada.

BISCOITOS AMANTEIGADOS DINAMARQUESES

Desculpe.

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