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SKIPPY
Direção de Norman Taurog
Roteiro: Norman McLeod e Joseph Mankiewicz
Fotografia: Karl Struss
Elenco:
Há um pequeno artigo sobre falência hoje a noite.
- O que está escrito? - Apenas algumas palavras do meu discurso.
Eles citam muito você, Herbert.
De fato, eles publicaram minha foto.
Maravilhoso.
Eu não quero me importo com esse tipo de publicidade.
A luz não está muito boa.
Helen, eu preciso fazer uma nova sessão de fotos.
Por sinal, onde está Skippy?
Ele está vindo para baixo, eu o chamei duas vezes.
Helen, Skippy deve ser mais responsável.
Você não precisaria chamá-lo por duas ou três vezes todas as manhãs.
Skippy?
- Sim, mãe. - O café da manhã está pronto.
Mamãe? - Sim, querido?
- Devo vestir meias? - Sim, Skippy.
- Mamãe? - Sim, querido?
Devo usar essa camisa limpa ou a camisa de ontem?
Coloque a camisa limpa e se apresse.
Sim, senhora.
Não consigo encontrar meu cachecol azul.
Onde você colocou quando usou na noite passada?
Eu encontrei.
Não consigo por isso corretamente.
Este menino não consegue encontrar mais coisas para atrasá-lo.
Eu usarei as calças escuras que a Sra. Evelyn fez, se não se importar, mãe.
Skippy, você está de pé?
- Sim, senhor. Estou de pé. - Desça para o café da manhã!
Eu quase vestido.
Gostaria de descer sem roupa nenhuma.
Desça o mais rápido possível, certo?
Eles querem que eu esteja arrumado, mas não dão tempo para me vestir.
Melhor do meu jeito, eu...
Apresse-se, sempre com pressa.
Não faça isso, não faça aquilo.
Corte-se até que sua pele caia. Não importa.
Ele não te dão tempo para nada.
Algum dia vou crescer.
As pessoas dirão: "Vamos, levante-se, levante-se!"
Eu acho que eles nunca vão desistir.
Acho que escovei meu cabelo ou molhei para não escovar o cabelo?
- Bom dia, Lindy. Como você dormiu? - Skippy?
Já vou, pai.
Bom dia, pai!
- Bom dia, pai. - Bom dia, filho.
- Bom dia, mamãe. - Bom dia, Skippy.
Mãos?
Orelhas?
Bem, está bom.
- Seu pescoço está um pouco sujo, Skippy. - São as sombras.
- Você escovou os dentes? - A escova ainda está molhada.
Eu não vou olhar, eu acredito em você, Skippy.
Skippy, o que você acha que vai acontecer se eu chegar atrasado todas as manhãs?
Todos morrerão ou algo assim.
Não, o propósito do trabalho é algo que todos temos que aprender.
Digo: sim, senhor.
E o seu trabalho é descer até aqui no tempo correto.
Sim, senhor.
- Skippy, não cante. - Sim, senhor.
E Skippy, não cantarole. E não assobie.
Apenas não faça nenhum barulho.
Tudo bem, mas então eu não serei famoso.
Você sabe o que o professor de canto disse?
Ele disse que eu posso ser o primeiro da classe se praticar mais.
Então por que você não está praticando?
- Skippy! - Sim, senhor.
As flores não são bonitas?
As flores são coisas bonitas, Skippy.
Elas são lindas, mãe.
Mas se há flores bonitas que você queira...
Ontem, eu estava em um lugar do outro lado dos trilhos de trem...
Bem... Talvez tenha sido deste lado, de qualquer forma, foi ontem.
Você cruzou o trilhos novamente, até a favela?
Claro que há muitos botões de flores neste lado.
- Um garoto me contou. - Você ouviu minha pergunta, Skippy.
- Humm, Pai? - Você cruzou os trilhos, ontem?"
- Você está falando sobre ontem? - Exatamente.
Você está falando sobre os trilhos?
Os trilhos de trem?
Quero que responda sim ou não.
Quem te contou?
Por que você quer perder seu tempo naquela parte da cidade?
- Você conhece o velho Dad Burkey? - Não.
Grande homem. Ele faz apitos.
Apitos? Imagino que você os colocou na boca e apitou.
Naturalmente, que apitei.
Numerosas doenças podem ser contraídas ao por coisas sujas na sua boca.
- Varíola, Tifo, difteria... - Seu café está ficando frio, querido.
Há várias crianças boas para brincar no seu bairro.
Sim, senhor.
O que as pessoas pensariam de mim se eu andasse com o lixeiro?
Bem, o filho do lixeiro tem uma cabra branca.
Diga-me, Skippy. Você quer crescer e ser como as pessoas da favela?
Sim, senhor.
Pelo amor de Deus, o que é esse barulho?
- Quem é? - Ninguém, apenas Eloise.
- Bem, peça para ela entrar. - Sim, senhora.
Venha, entre.
Skippy, abra a janela e a convide educadamente.
Você não pode entrar, não é, Eloise?
Viu, ela não quer entrar.
- Bom dia, Skippy. - Olá.
Bom dia, Sra. Skinner. Bom dia, Dr. Skinner.
- Bom Dia. - Bom dia, Dr. Skinner.
Papai viu sua fotografia no jornal e disse que você parece...
Não venha me cutucar!
Aposto que você não sabe o que eu estou fazendo, Skippy.
Claro que eu sei. Você está parada aí.
Estou fazendo um curso de recitação dramática.
E eu mesma escrevi um poema que gostaria de recitar.
Maravilhoso, Eloise.
Chama-se "Em memória de um cachorro morto".
- Nós não queremos ouvir. - Skippy!
Se Eloise tem um poema que gostaria de recitar, nós ouviremos com prazer.
Obrigada, Dr. Skinner.
"Para um cachorro morto", por Eloise Saunders. Primeiro verso.
Enterrei meu amado próximo ao muro do jardim.
Os pássaros e as rosas estavam lá para ver o enterro do meu cachorro.
E meu gatinho branco também chegou com sua fita azul deslumbrante.
E meu coelhinho estava lá. E meu cachorro. Meu cachorro...
- Seu cachorro triste. - Com olhos azuis.
- Maravilhoso, Eloise. - Este é apenas o começo.
Há muito mais.
E minha boneca com grandes cachos louros
Ela disse: "Mamãe, quando você vai abraçá-la?"
Como eu chorei quando ela morreu. Eu a deixei cair na neve.
- Foi como ela congelou. - Congelou
Posso sair para brincar, mamãe? - Pode ir, Skippy.
- Eu vou com ele. - E lembre-se...
- Não atravesse os trilhos. - Não vou atravessá-los.
Se ele o fizer, eu vou te dizer, Sra. Skinner.
- Tchau, Mary. - Tchau, Skippy.
Eu posso sair ileso de tudo porque estou nervoso e forte.
- E você é uma cauda de tartaruga, também. - O que é uma cauda de tartaruga?
Você é um linguarudo, cauda de tartaruga, pendurando no rabo do boi?
Por que sou linguarudo, cauda de tartaruga, pendurando no rabo do boi, Skippy?
- Você conta os segredos da gangue. - Eu não falo nada.
Então, quem contou para Eloise sobre os nossos secretos?
Bem, não é certo um irmão guardar segredos da sua irmã.
Você é apenas um linguarudo comum.
Você é um trapaceiro, sua mãe te disse para não vir até aqui.
- Não disse não. - Ela disse sim.
Eu prometi não atravessar por cima dos trilhos, não foi?
- Claro que fez isso. - Bem, eu atravessei por cima do trilho?
- Bem, não por cima. - Então?
Eu acho que você está certo.
Não é maravilhoso?
- Eu sinto cheiro de algo. - Cheiros de flores.
- Não é cheiro de flores que eu sinto. - É isso.
Cheiro de cabras.
Você cheirou o novo perfume da minha mãe?
Não sei se posso lembrar de tudo o que eu cheiro.
- Olá, Skippy. - Olá, Harley.
Espertinho, parece com seu pai.
Eu aposto que Harley se tornará um apanhador de cachorros...
- Como o pai dele. - Harley não vai crescer,
- Ele mastigou tabaco. - Oi, Skippy!
Olá!
Como você vai?
- Olá, Skippy! - Como você está, floco de neve?
Bem.
- Olá, Skippy. - Louie, mostre-lhe a ferida.
- Quer jogar bola, Skippy? - Não, cansei de jogar isso com pedras.
- Que tal Johnny e o Pónei? - Vamos brincar de policia e bandidos.
- Vamos brincar de pega-pega. - Pega-pega?
Olá, Gladys.
- Vamos brincar de rugby. - Não!
- Não quero machucá-lo. - Não tenho medo de você.
- Vamos escolher os times. - Eu não quero ficar no seu time.
- Vamos brincar de esconde-esconde! - Não, policia e bandidos.
Quietos todos! Quietos!
Você não é daqui, é?
- Qual é o seu nome? - Sookie.
- O que você disse? - Sookie.
- Eu disse qual é o seu nome. - Sookie.
Você se acha engraçado, não é?
Você quer lutar?
Você está assustado?
- O que você está fazendo com essa madeira? - Estou levando para casa.
- Você não pode, ela é nossa. - Quem acha é o dono.
Esta é a sede do nosso clube.
Eu não ligo, quero levar isso para a minha mãe.
Se você quiser pegar a madeira, primeiro você tem que lutar por ela.
- Tudo bem. - Bata nele, derrube ele.
- Acabe com ele, Skip. - Tire ele desse bairro.
Este garoto não é grande para lutar comigo. Temos que encontrar alguém do tamanho dele.
- Quanto você pesa, garoto? - 25 quilos.
- Quanto você pesa, Burkey? - 32 quilos.
- Quanto você pesa, Sidney? - 60 quilos.
O quê?
- Eu não quero. - Você deve.
Estou nervoso e não esqueça que estou sob pressão.
- Olha, alguma vez já te meti em problemas? - Claro que sim.
- Ele não vai te machucar. - Como você sabe?
- Vamos, olhe para ele. - Está bem!
Mas eu não quero.
Silêncio, todos! Quieto!
Mantenha a esquerda levantada! Vamos!
Acerte a esquerda!
- Afaste-se. - Quem mandou?
Eu mandei.
- Já basta disso! - Basta, o quê?
- Você sabe o quê. - O quê?
- Desculpe-se com o novato. - Quem vai me obrigar?
- Eu vou obrigar você. - Quem disse?
Eu disse, seu valentão.
- Sim, você é um valentão e um covarde. - E você é cinco vezes mais covarde.
- Deixe-o em paz, ouviu? - Aí está.
Assim!
- Faça isso de novo e eu vou bater em você. - Você não fará nada.
- Por que você está brigando? - Não estou, Skippy que estava.
Cale-se! Não minta para mim!
- Sr. Nubbins, nós... - Você fique calado também.
Como seu pai. Aquele que sabe de tudo.
- Você tem algo a ver com isso, não é? - Me acertou com um taco de basebol, pai.
Eu vou te ensinar uma lição!
- Você não fugiu como os outros garotos. - Não consegui carregar a madeira.
- Você briga bem. - Eu posso fazer melhor.
- Como era mesmo o seu nome? - Sookie.
- É um nome legal. - Como é seu?
- Skippy. - Olá, Skip.
- Olá. Você mora aqui na favela? - Sim.
Aqui é bom. Becos, cabras, lixeiras, lama.
Sim!
- Com o que seu pai trabalha? - Fica onde ele está, ele está morto.
Meu pai é um médico e eu tenho uma tartaruga.
- Como é o nome? - Lindy.
- Pode voar? - Não, ela mal pode andar.
- Eu tenho um cachorro. - Cachorro?
O nome dele é Penny.
Não posso ter cachorros na minha casa. Meu pai diz que eles trazem micróbios.
Penny traz de tudo, até o que ele come.
- Esta é a minha casa. - Meu Deus!
- Meu Deus, ele é bonito. - Não diga a ninguém que o viu.
- Por quê? ele é segredo seu? - Algo assim.
- Por que está amarrado? - Você precisa de uma licença de cachorro.
Por que você não tem uma licença?
Uma licença custa três dólares e minha mãe diz que é tanto quanto o aluguel.
Deus, isso que é um aluguel grande, não é, Sookie?
- Sim, mas a casa é legal. - Ele pode fazer algum truque?
Sim, mas às vezes o deixam nervoso.
Tem uma coisa que qualquer cachorro pode fazer.
Vamos, vá pegar...
Os cães de raça são assim, se estiverem amarrados, eles esquecem os truques.
Madeira, mãe!
Que tipo de raça é ele?
Ele é da raça normal.
Bem, se ele é de raça, onde estão as suas medalhas?
- Ele deve ter enterrado. - Cachorros não enterram medalhas.
- Eles enterram os ossos. - Olá.
- Mãe, Penny é de raça? - Bem, receio que não exatamente.
Penny é um vira-lata.
- Uma mistura de vários tipos de cachorros. - Não, Mãe, Penny é de raça.
Mas ele tem sangue de um Spaniel, Sookie. Partes de Verdell e um pouco de Terrier.
E zero de cão de caça.
Sim, mas não um Spaniel não é de raça, um Verdell não é de raça e um terrier também?
Mas, Sookie...
Penny tem vários tipos de raças diferentes. Não é de raça simples.
Parece como se seu pai fosse o rei da Inglaterra,
e seu avó o rei da França,
e sua mãe era uma rainha em outro lugar.
Isso significa que há sangue real nele, do que apenas um, não é, mãe?
- Acho que está certo. - É por isso que Penny é de raça.
- Eu acho que você está certo. - Eu acho também.
- Ela é maravilhosa. - Sim, eu gosto dela.
- E sua casa é excelente. - Não vamos ficar por muito tempo.
- Por que, você vai se mudar? - Todo o bairro vai se mudar.
- Quem disse isso? - Eles dizem isso.
Vamos, Skippy. Vamos voltar para casa.
- Quem são eles? - Os da cidade.
- Quem na cidade? - Eu não sei, acho que agentes sanitários.
Eu sei quem vai expulsar as pessoas da favela...
- Quem, espertinho? - Seu pai.
- Retire suas palavras. - Tudo bem, eu retiro.
Mas é verdade.
- Retire suas palavras. - Eu retiro.
Melhor irmos para casa. Eles não permitem que você venha aqui.
Não acredite no que Sidney está falando, Sookie.
- Ele só fala besteira. - Sim, eu sei.
- Até mais, Skip. - Até mais.
Vamos, Penny.
Então você está falando sobre meu pai. Eu vou bater em você.
Pergunte a alguém, se você não acredita em mim.
Sr. Burke, é verdade que as pessoas daqui estão indo embora?
Receio que sim, Skippy.
Bem, não é meu pai que está fazendo isso, não é?
Bem, ele não pode fazer isso sozinho.
O departamento de saúde que fará isso. Ele é o chefe do departamento.
O que foi que eu te disse?
Olhe, Skippy, um grilo e ele esta cospindo suco.
Veja. Olhe para isso.
Muito gentil você me ajudar com a louça no dia de folga da Mary.
Os pratos secos não são postos aqui, você sabe onde por.
Sinto muito, mãe.
- Skippy, qual o problema? - Nada.
- Você tem certeza, querido? - Sim.
Mãe, papai nunca enviou ninguém para a prisão, não é?
Claro que não é.
Mesmo aqueles que não pagam suas contas?
Não.
Ele permite que eles juntem dinheiro e se não podem pagar, ele não os prende, não é?
Exatamente.
Ele até permitiu que a Sra. Jones ganhasse um bebê, mesmo que ela não pudesse pagar.
- Sobre o que você está falando? - Helen?
Uso as meias de seda ou de lã?
Coloque a de lã, Herbert. Já subo em um segundo.
Um médico apenas dá ordens, não é mamãe?
Isso está certo. Skippy, seu pai é uma das melhores pessoas do mundo.
- Então, mãe... - Helen não consigo acho o suspensório.
Nas suas calças, estou subindo.
Preciso de uma camisa limpa para usar.
- Não, Herbert, fique parado, por favor. - Onde estão minhas abotoaduras?
- Na sua camisa. - Você é boa em esconder as minhas coisas.
Eu tenho uma palheta de colarinho? Eu tenho uma palheta limpa?
Só um momento, agora.
Não, essa é muito suave.
Onde estão os outros?
- Skippy, pensei que já estivesse deitado. - Ele vai se deitar assim que você sair.
Onde está a palheta do colarinho? Onde?
- Pai? - O quê?
- Se não houvesse casas com... - Não agora, Skippy.
- Helen, onde está a minha gravata? - Fique calmo que eu vou amarrar para você.
- Pai? - Não incomode seu pai agora, Skippy.
Mas pai, se as casas estão cheias de doenças, quero dizer, se elas estivessem,
As doenças não podiam ser tiradas delas?
O que você está sugerindo, Skippy?
Você precisa derrubar casas para eliminar as doenças delas?
Você quer nas favelas, Skippy?
Bem, algo assim.
Skippy, a área da favela é uma ameaça sanitária e social.
- É necessária uma ação imediata. - Herbert, você pode ficar parado?
É um ninho de doenças que ameaça as nossas casas.
- Ameaça de justaposição sociológica. - Por favor, ele não entende.
Você entende, não é, Skippy?
Bem... Claro.
Ameaça de justaposição sociológica, não é, pai?
Bem, está quase certo, filho. Já é um início.
Você estará lá em tempo, Herbert.
Se uma ameaça de justaposição sociológica, então está certo, não é, pai?
Isso é certo, Skippy.
- Seu discurso, querido. - Obrigado.
Está tudo bem, Skippy. Agora é hora de dormir.
Helen, Skippy está estranho. Deve ser o estômago. Dê-lhe remédio.
Eu acho que esse não é o caso. Ele tem algo em mente.
- Você tem que falar com ele. - Eu vou falar.
Definitivamente. Em breve teremos uma longa conversa.
- Em palavras que ele entenda. - Vai ser uma longa conversa.
- Tchau, querida. - Tchau.
Obrigado Deus por hoje, me ajude a dormir e acordar. Também Deus...
Abençoe mamãe, papai, tia Eva, tio Walter... e Sookie.
Agora ouça isso.
Agora...
Lindy, hoje é o dia.
Amém.
Então você diz que não é culpa de meu papai, é justaposição social.
Essa justaposição social também é importante.
Você não entenderá como eu, se você ouvir a explicação do meu pai.
Eu aposto.
Bem, você poderia imaginar ele ter uma moeda.
- Oi, como vai. - Tudo certo.
- O que você está fazendo? - Tomando sorvete.
- Você consegue comer um sozinho? - Sim.
- Se eu tivesse um, eu lhe daria. - Sim?
Eu daria a todos vocês.
Sim.
- Engraçado, eu como isso bem rápido. - Eu também.
Harley, você se lembra de ontem, não é?
- Sobre o que ontem? - Você sabe, mentiu para seu pai.
Estava pensando em comprar um sorvete de chocolate da próxima vez.
- Nós não iríamos machucar você. - Nós estamos apenas brincamos.
Não tenho medo de você.
Claro que tem.
O que você quer por outro sorvete? Vou te mostrar minha tartaruga pela moeda.
Não gosto de tartarugas.
Eu vou te dar vermes secos pelas moedas.
- Eu não gosto de vermes. - Não são vermes comuns, estão secos.
Você pode esticá-los como um elástico.
Eu não gosto de elástico.
Que tipo de pião é esse?
Este é um pião genuíno, você o joga e ele vai gira por uns 200 metros.
- Me deixe ver. - Eu deixo você rodar ele por uma moeda.
Primeiro eu tenho que tentar.
Eu seguro a moeda enquanto você tenta.
Se for divertido eu te dou.
Pai! Pai!
- Você quebrou meu para-brisa. - Não fomos nós, Sr. Nubbins.
Então eu acho que se quebrou sozinho.
- Não fomos nós. - Foram eles que quebraram, pai.
- Não fomos nós. - Não mesmo.
Você pagará pelo para-brisa, garoto! E pagará rápido!
Não temos dinheiro, Sr. Nubbins.
Você vai conseguir o dinheiro ou eu conseguirei com o seu pai.
Papai, Skippy me bateu. Ele me atacou.
Não faça respire tão alto, Sookie. O laçador de cães vai nos encontrar.
Se nos encontrar, você acha que ele vai nos matar, Skippy?
Não lamba tão alto, Penny.
Ele me conhece. Talvez ele aprenda alguns truques agora.
Ninguém vai vir.
Olhe, Penny, vou jogar o pau e você deve trazer. Você está pronto?
- Ele não estava pronto. - Ele estava pronto.
- Sabe por que ele não vai atrás do pau? - Por quê?
Ele é muito inteligente, ele sabe que não é um osso.
- Você tem algum osso na casa? - Claro.
Penny, sente-se e fique aqui até eu voltar.
- Olhe, ele se sentou, Skippy. - Então ele pode pensar.
Vamos.
Mãe, temos alguns ossos para dar ao Penny?
Nós temos que encontrar algo para dar a um cachorro de raça como o Penny.
Vou ver.
- Tem algumas sobras? - Nós comemos no jantar.
Aqui estão as sobras para o Penny.
E aqui está pão e açúcar mascavo para dois meninos, se forem bons.
Obrigada, Sra. Sookie.
- Vamos dar comida ao cachorro, Skip. - Claro.
Penny!
Penny! Penny!
Não se preocupe, Sook, vamos recuperá-lo.
Não podemos, a licença custa três dólares.
O que são três dólares, eu tenho mais que isso na minha caixa.
Tenho colocado dinheiro desde que era uma criança. Deve ter centenas de dólares.
Sim, mas você pode pegar?
É claro, meu pessoal não se importa. Vou pegar agora.
Olha, enquanto nós não pegamos Penny, Lindy gostaria de ficar com você esta noite?
- Tudo bem, com o que eu alimento ele? - Com qualquer coisa, o que você come.
- Obrigado. - Até mais.
Sook, você não precisa esconder ele, você não precisa de uma licença de tartaruga.
Skippy, o que você está fazendo aqui nesta hora do dia?
Estou andando por aí.
- Mamãe? Você gosta de bicicletas? - O quê?
- Você gosta de bicicletas? - Eu tinha uma quando era uma garotinha.
Bem, que bom que você não anda mais.
Do que você está falando?
Está ficando muito perigoso. As pessoas se matam indo da esquerda para a direita.
Skippy, eu pensei que fosse a única coisa no mundo que você queria.
Eu não quero uma agora. Não, mesmo. Ter a vida em suas mãos.
Você não economizou para comprar uma?
As crianças guardam, guardam e guardam, então percebem que talvez não vale a pena.
Compreendo.
- É bom, no caso de tiver um bom motivo. - Qual é a razão?
É um segredo, mas é uma razão melhor do que comprar uma bicicleta.
Skippy, não abra a caixa por nenhum motivo.
- Skippy, não toque nisso. - Não toquei, mãe.
Eu estou aqui!
- Você conseguiu, então? - Aqui, pegue isso.
- Por que vocês carregam isso assim? - Eles não me deixam tocar nisso.
Então, como vamos retirar o dinheiro?
Eu prometi a mamãe que não iria abrir.
- Ela disse para ninguém mais abrir isso? - Não.
Bem, vou abrir. Você não vai abrir, vai?
Está certo.
Posso dirigir melhor que ele.
Isso sim é um motorista de caminhão.
Aja como se nada tivesse acontecido.
- O que você está fazendo? - Estou jogando um jogo.
Posso jogar também?
Claro, vocês dois podem jogar, se seguirem as regras.
- Quais são as regras? - Não importa.
Aqui está o que você fará, Eloise, você vai contar enquanto nos escondemos
e o primeiro que você encontrar, vai comprar um presente para você.
- Por que ele está sentado no meio da rua? - Faz parte do jogo.
Ele está escondendo alguma coisa, posso dizer pelo jeito dele.
Você vai até lá e conte! Suma daqui!
7, 8, 9, 20... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 40...
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 80...
Sr. Nubbins, nós viemos para pegar o cachorro do Sookie, Penny.
- Aqui está seus três dólares. - Então você quer o cachorro, heim?
- Sim senhor. - Aqui estão os três dólares da licença.
Eu direi o que farei.
- Vou pegar esses três dólares. - Sim, senhor.
- E vou comprar um novo para-brisa. - O quê?
Você me ouviu, e se você quer esse cachorro, encontre mais três dólares.
Sr. Nubbins, pagaremos o para-brisa, encontraremos mais três dólares por isso.
Por favor, Sr. Nubbins, deixe-me levar Penny para casa.
Você quebrou o para-brisa antes de eu capturar o seu cachorro.
- Você deve pagar as coisas nesta ordem. - Mas, Sr. Nubbins...
Consiga o dinheiro dentro de três dias, pois esse é o tempo que os mantemos.
Olhe, Sr. Nubbins, e se prometermos...
Não vou desperdiçar um dia inteiro com um cachorro.
- O que eles fazem depois de três dias? - Nós atiramos neles.
Ele só está falando por falar, Sook.
Não se preocupe, Penny, nós tiraremos você daí rapidinho.
Meu pai nos dará esses três dólares.
- Você acha, Skippy? - Claro que ele vai.
Mas se ele não der, nós vamos conseguir, há tantas maneiras.
Penny, você vai voltar e vai poder comer tanto quanto quiser.
- Até mais, Penny. - Até mais, Penny.
Menininha.
- Bom dia, pai. - Bom dia, filho.
O que você está fazendo tão cedo?
Bem, devemos estar prontos para o trabalho. O meu é levantar cedo.
Excelente.
- Sabão, pai. - O quê?
- Sabonete. - Obrigado, Skippy.
- Pai, você paga muito pelo sabão? - O quê?
- Você paga muito por sabão? - Não, não muito.
- E pelas escovas? Você paga muito? - O quê?
- Você paga muito pelas escovas? - Não, não muito.
- Pergunto-me quanto custa seu banheiro? - O quê?
- Pergunto-me quanto custa o seu banheiro? - Muito dinheiro.
- Mais de três dólares? - O quê?
- Mais de três dólares? - Não grite, Skippy. Eu não sou surdo.
Um banheiro como este vale muito. Três dólares não são nada.
Isso é o que eu acho, três dólares não são nada.
Eu não sei, Skippy. Receio que seja.
- Você me dá três dólares? - Três dólares é muito para um garotinho.
Para que você precisa?
Para algo muito importante, e eu preciso ter.
Bem, se for importante, use o dinheiro da sua caixa de dinheiro.
Mas você terá que esperar pela sua bicicleta.
A bicicleta.
- Bem, talvez eu estivesse errado. - Estava errado?
Sabe pai, às vezes algo parece importante, e um minuto depois... já era.
Então, falei com ele.
Eu fiz meu pai apoiar essas pobres pessoas que não tem dinheiro.
Além disso, três dólares é muito dinheiro para um jovem.
Precisamos conseguir isso bem rápido. Existem muitas maneiras.
Você acha que seu pai vai sentir falta dessas garrafas de remédios?
- Ele nem vai notar. - Aqui está, 68 centavos.
Obrigado, senhor.
6 tocos de madeira - 60 centavos. Garrafas vendidas - 68 centavos.
- Você precisa de ajudantes, senhora? - Não!
Ela não precisa de ajuda.
Tarefas - nada. Venda de livro de geografia - 12 centavos.
Limonada 10 centavos.
Limonada gelada!
Limonada gelada!
As pessoas deve estar apertadas, pois não podem pagar nem por uma limonada.
Não vendemos nadinha e já faz duas horas.
- Eu não posso mais beber. - Era um bom limão também.
- O que há aqui, limonada? - Não sabe ler a placa?
- De onde você roubou o limão? - De baixo da...
Não importa onde veio, é um bom limão.
Está bem. me dê um copo.
Limonada gelada!
- Custa 1 centavo. - Te devo essa.
Eu tenho algo que você não pode ver. Eu tenho algo que você não pode ver.
- O que você tem? - Eu tenho um dólar. Eu tenho um dólar.
Eu e Sookie, temos um esquema no qual vamos ganhar cinco dólares, não é?
- Sim. - O que é isso? Quero participar, Sookie.
- Eu não sei. - Fiz ele prometer que não contaria.
Sim, você tem um esquema.
É um esquema para um show. Evelyn Ward vai participar.
Você quer dizer que ela será sua atriz principal?
Evelyn Ward, o que ela pode fazer?
Bem, ela sabe recitar poemas. Ela é muito boa.
Se eu não recitar melhor que ela, eu vou molhar minha cabeça.
- Ela me pagará 75 centavos pelos custos. - Não me dê um dólar, Eloise.
Eu te darei 80 centavos.
Nós não podemos te colocar no show por nada
Vou te dar 85 centavos.
Eu prometi a Evelyn. Não posso voltar atrás.
Vou te dar 90 centavos.
- Isso não passa de um truque. - Você quer mais limonada, Sidney?
Primeiro eu preciso conversar com Evelyn, talvez ele possa pagar mais.
Vou te dar 95 centavos.
- Vou falar com Evelyn. - 97 centavos.
De alguma forma você não está muito ansiosa
Eloise prometeu 1 dólar após ela atuar.
Te dou isso e você me deixa entrar.
- Quanto isso vale? - Mais de três centavos.
Vamos.
Atenção!
Senhoras e senhores, o primeiro ato será mágica.
- Você não disse meu nome. - De agora em diante, você faz os anúncios.
Eu não posso. Tenho que cuidar do uniforme de meu pai. Não quero que nada aconteça.
Eu acho que rasgou.
Eles nem sequer notarão, senhor.
Agora vou realizar o truque de dividir Sookie em dois.
- Estes não são os pés do Sookie. - São sim as minhas pernas.
Se forem, então mexa eles.
Eu te disse que eram as minhas pernas.
Eu disse para vocês ficarem calados, assim posso fazer esse truque.
Senhor, eu não posso ficar, vou sair.
Eu quero recitar, assim todos podem ir embora.
Tudo bem, pode recitar agora.
Onde está o dólar?
Aqui está. Quero ser anunciada.
Sook, vá anunciá-la.
O próximo número será de Eloise.
Eu te anunciei.
O mais bonito urso pardo estava comendo...
flores e mel e brincando o tempo todo.
Em um belo dia, na floresta selvagem, um caçador...
chegou...
Droga, eu disse que tínhamos três dólares, mas ainda precisamos de mais 30 centavos.
Temos de conseguir de alguma forma. Nós só temos uma hora para retirar Penny.
Eu sei onde podemos conseguir... com o meu pai.
Mas você acha que tem esse tanto?
Você me disse que ele estava ajudando todos pobres.
Claro que ele tem, vamos direto ao escritório dele e vamos pedir agora.
Vamos agora mesmo.
Primeiro, temos que deixar o uniforme em casa.
Nós esquecemos de pagar a orquestra.
Não importa, a música foi desagradável.
Como vai, Sr. Johnson. Onde posso encontrar meu pai?
- Ele está em uma reunião, Skippy. - Onde é isso?
Percorra esse corredor até o final, na segunda porta à direita.
Obrigado. Vamos, Sookie.
Espere meu jovem, estamos tendo uma importante reunião lá dentro.
- Sim, mas tenho que ver meu pai. - Qual o motivo, Skippy?
Bem, é algo muito importante e preciso ver ele.
Teremos que correr assim que pegarmos o dinheiro.
Não se preocupe, vamos conseguir.
Você terá que esperar, Skippy. Você o verá no jantar.
- Mas eu tenho que... - Você terá que esperar.
O que nós vamos fazer agora?
Eu tenho uma ideia.
Vamos falar com o Sr. Nubbins.
Vamos dar o que temos e o resto mais tarde.
- Será que ele vai aceitar? - Por que não, é um negócio.
- Foi como compramos nosso piano. - Vamos correr.
Sr. Nubbins, Sr. Nubbins, Sr. Nubbins.
Senhor Nubbins, temos uma proposta a fazer.
- Qual? - Eu disse a Sookie que você gosta de cães.
Trata-se de Penny. Trata-se do meu cachorro.
Temos dois dólares e 70 centavos. Nós prometemos dar o resto.
- Vocês não tem nenhum cachorro. - Sim, nós temos. É aquele preto.
Ele sempre lambe você.
Nós atiramos nele junto com os outros vira-latas.
- Vamos embora, Sookie. - Posso ter ele de volta?
É contra a lei.
Por favor, por favor, Sr. Nubbins.
Não pode nos dar ele para que possamos enterrá-lo?
Já foi jogado fora.
Eu faço exatamente o que a lei diz.
Herbert Skinner
Vamos, Sook. Vamos embora.
Nossa, nós podemos fazer muita coisa com esse dinheiro, Sookie.
Lembra quando estávamos falando sobre o sorvete?
Acho que com 2 dólares e 70 centavos podemos comprar a loja toda.
Nossa, não é uma pedra legal.
Aposto que você pode jogar mais longe do que eu.
Aquela caixa fez uns sons engraçados, quando foi quebrada e o dinheiro saiu.
Nos demos uma grande risada quando fizemos Eloise contar a 50 e depois fugimos.
Sookie, não gostaria de ser acrobata e assim estaríamos no circo todo o tempo?
Olhe, você pode fazer isso?
Olhe, Sookie. Não tenho lugar para a minha tartaruga por algum tempo.
Lindy sempre gostou de você, e eu queria que ele tivesse um bom lar.
Você pode ficar com ele, Sookie.
O que está aconteceu? O que foi?
Eles mataram Penny. Eles mataram Penny e eu também quero morrer, também.
Não chore.
Ele então rasgou meu uniforme. Agora essa questão dos dólares.
Herbert, você ainda não ouviu o lado do Skippy.
- Deve haver uma razão. - Razão? Claro que há.
Ele é mimado.
O que ele precisa é de disciplina. Ele vai ter agora.
Meu filho não vai me de bobo perante toda a cidade.
Skippy.
Venha aqui.
Bem, rapaz, o que você tem a dizer?
- Nada. - Nada?
Depois de tudo o que você fez, você não tem nada a dizer?
Quero uma explicação para tudo isso.
Bem?
Você pode me bater.
Certamente você achava que iria escapar da punição?
Isso não vai acontecer. Me responda. Eu quero saber...
Herbert, o jantar vai esfriar.
Bem, vamos discutir isso depois do jantar.
- Skippy, venha jantar. - Não quero comer, quero ir para cama.
Skippy!
- Herbert... - Por favor.
Vou subir até o quarto, eu esqueci uma coisa.
Você tem que fazer algo, Deus! Você tem que ajudar Sookie!
Ele perdeu Penny. Você deve ajudá-lo para que ele não morra.
Ele é uma criança muito boa.
Você tem que fazer algo, Deus. Você tem que...
Você deve ajudá-lo.
Meu pai, ele não entende as crianças. Oh, Deus.
- Filho. - Saia. Saia de perto de mim.
Qual é o problema? Diga-me, Skippy.
Você não pode consertar mais. Ele está morto. Penny está morto.
- Penny? - Poderia ajudar com apenas 30 centavos.
Agora Penny está morto e Sookie vai morrer, também.
- O que é Penny? Quem é Sookie? - Você não se importa com o que eu fiz.
Não me toque.
Meu Deus!
- Eu estou saindo. - Mas você ainda não jantou.
Jantarei mais tarde.
- Você tem uma reunião esta noite. - Isso pode esperar.
Mas Herbert, o que foi?
Qual é o problema, querido? Você não está com fome?
Não, senhora.
- O que os garotos vão fazer hoje? - Nada.
- Você vai levar Lindy com você? - Não.
É a Eloise.
Por que você não brinca com ela? Está um dia maravilhoso.
Skippy, não dê a volta, querido. Use a porta da frente.
Skippy, seu pai deixou isso para você. Você não vai andar nela?
Sim, mãe.
- De quem é esse cachorro? - Meu.
Que linda bicicleta você tem!
Não podemos ter um cachorro em casa. Eles têm vermes e micróbios.
Tem uma buzina, não é?
Esse cachorro parece que gosta de morder as garotas.
Então você vai morrer de raiva.
Acho que você tem o melhor presente.
- Vou pegar o seu cão, Eloise. - Não vai!
Você pode pegar minha bicicleta.
Quer dizer que você quer trocar a sua bicicleta?
- Para sempre? - Para sempre.
Querida bicicleta, eu te amo muito.
Eu me sento em você e lá vamos nós.
Ei, qual é o nome do cachorro?
Longfellow.
Vamos, Mickey.
- Qual é o problema, Sookie? - Muito sol.
Seria melhor se você tivesse um cachorro.
Eu tenho um cachorro.
Deus. Onde você conseguiu?
Alguém deixo para mim. Ele não lambe como Penny fazia.
A coleira veio com ele?
Sim, com papéis dizendo quem são seu pais.
E quem são os pais de seus pais.
São todos cachorros , não é?
Não, um é um homem e seu nome é Príncipe Charming.
Eu trouxe para você, mas acho que você não quer mais.
- Olhe, ele tem o rabo igual ao do Penny. - Exatamente.
E suas unhas são da mesma cor.
- Qual é o nome dele? - Mickey.
- Ele é bonzinho? - Acho que ele é tipo um primo do Penny.
- Você tem espaço na sua cama, Sookie? - Não, eu não me viro como uma bola.
Ótimo, porque quando eu trouxe o Mickey, me mudei par cá com você.
- Sinceramente, Skip? - Sinceramente.
Isso é ótimo, mas e quanto ao seu pessoal.
Eles não vão sentir minha falta. Vou poder ajudar você e sua mãe quanto se mudarem.
- Nós não precisamos nos mudar mais. - Não precisam?
- Eles não vão mais acabar com esse bairro. - Por que, não?
Eles simplesmente vão acabar com os germes e deixar as pessoa ficarem.
- Quando você ouviu isso? - Hoje.
- As pessoas daqui não estão mais bravas. - O que aconteceu?
Mamãe me disse que seu pai disse a ela
que a cidade disse a ele que nós não precisamos nos mudar.
- Muito obrigado, Sra. Wayne. - Temos muito a te agradecer, Dr. Skinner.
Por nada.
Seu pai falou com todos no bairro e eles até falaram com ele.
Olá, Skippy.
- Olá, pai. - Nossa, você tem uma coleção de animais
Não, este é aqui é Bulldog e o outro é... Como é mesmo, Skip?
Apenas um cachorro.
De onde este veio?
Este... estava na carroça do Sookie.
- Eles são os melhores cães da cidade. - Isso está certo.
Você garotos gostariam de me mostrar o bairro junto com os cachorros?
- Nós vamos com eles? - Claro.
Para correr um pouco. Eles podem até pegar coelhos.
Alguns coelhos bem grandes.
Honestamente, pai? Até mesmo um canguru?
Eu acho. Vamos levá-los e descobriremos. Vamos.
- Vamos. - Vamos.
- O que é um canguru? - Um grande animal com bolsos.
Tem bolsos de calças?
Não, como bolsos de avental, apenas um.
- Existem botões? - Existem botões, pai?
- Não, sem botões. - Sem botões.
- Ele guarda algo no bolso? - Não, faz parte do estômago.
Veja, o canguru carrega seus filhotes na bolsa.
- Sim, exatamente. - Eles tem carrinho de bebê?
O filhote de canguru pegaria um resfriado em um carrinho de bebê,
Então a mãe o coloca dentro da bolsa para manter ele aquecido.
Nossa, essa mãe canguru é de raça.
Pegue uma vara, Sook.
Jogue-a. Pegue, vá!
Espere, há um sistema. Um de cada vez, espere.
Deixe-me jogar esse aqui bem grande. Está pronto cachorrinho?
Não, não... Não podemos correr. Eu vou dar um jeito nisso, vamos.
- Quem quebrou o para-brisa? - Veja, Sr. Nubbins, eu estava mostrando...
Sim, você mostrou às crianças como quebrar um para-brisa.
Ei, Pai! Esse aqui não tem licença.
Não importa, eu vou levá-lo embora.
- Tire as suas mãos do Skippy! - Quem disse?
Eu disse.
Olhe, Skip, olhe.
Entre em casa!
Dr. Skinner!
Bem, filho, acho que vou ter que comprar outra bicicleta para você.
- Sinceramente, pai? - Sinceramente.
- Você quer apitar? - Bem...
Fim
Legendas e Tradução: Ricardo Franco Skype e email: ricardo.franco72@hotmail.com
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