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SKIPPY
Direção de Norman Taurog
Roteiro: Norman McLeod e Joseph Mankiewicz
Fotografia: Karl Struss
Elenco:
HĂĄ um pequeno artigo sobre falĂȘncia hoje a noite.
- O que estĂĄ escrito? - Apenas algumas palavras do meu discurso.
Eles citam muito vocĂȘ, Herbert.
De fato, eles publicaram minha foto.
Maravilhoso.
Eu nĂŁo quero me importo com esse tipo de publicidade.
A luz nĂŁo estĂĄ muito boa.
Helen, eu preciso fazer uma nova sessĂŁo de fotos.
Por sinal, onde estĂĄ Skippy?
Ele estĂĄ vindo para baixo, eu o chamei duas vezes.
Helen, Skippy deve ser mais responsĂĄvel.
VocĂȘ nĂŁo precisaria chamĂĄ-lo por duas ou trĂȘs vezes todas as manhĂŁs.
Skippy?
- Sim, mãe. - O café da manhã estå pronto.
MamĂŁe? - Sim, querido?
- Devo vestir meias? - Sim, Skippy.
- MamĂŁe? - Sim, querido?
Devo usar essa camisa limpa ou a camisa de ontem?
Coloque a camisa limpa e se apresse.
Sim, senhora.
NĂŁo consigo encontrar meu cachecol azul.
Onde vocĂȘ colocou quando usou na noite passada?
Eu encontrei.
NĂŁo consigo por isso corretamente.
Este menino nĂŁo consegue encontrar mais coisas para atrasĂĄ-lo.
Eu usarei as calças escuras que a Sra. Evelyn fez, se não se importar, mãe.
Skippy, vocĂȘ estĂĄ de pĂ©?
- Sim, senhor. Estou de pé. - Desça para o café da manhã!
Eu quase vestido.
Gostaria de descer sem roupa nenhuma.
Desça o mais rĂĄpido possĂvel, certo?
Eles querem que eu esteja arrumado, mas nĂŁo dĂŁo tempo para me vestir.
Melhor do meu jeito, eu...
Apresse-se, sempre com pressa.
Não faça isso, não faça aquilo.
Corte-se até que sua pele caia. Não importa.
Ele nĂŁo te dĂŁo tempo para nada.
Algum dia vou crescer.
As pessoas dirĂŁo: "Vamos, levante-se, levante-se!"
Eu acho que eles nunca vĂŁo desistir.
Acho que escovei meu cabelo ou molhei para nĂŁo escovar o cabelo?
- Bom dia, Lindy. Como vocĂȘ dormiu? - Skippy?
JĂĄ vou, pai.
Bom dia, pai!
- Bom dia, pai. - Bom dia, filho.
- Bom dia, mamĂŁe. - Bom dia, Skippy.
MĂŁos?
Orelhas?
Bem, estĂĄ bom.
- Seu pescoço estå um pouco sujo, Skippy. - São as sombras.
- VocĂȘ escovou os dentes? - A escova ainda estĂĄ molhada.
Eu nĂŁo vou olhar, eu acredito em vocĂȘ, Skippy.
Skippy, o que vocĂȘ acha que vai acontecer se eu chegar atrasado todas as manhĂŁs?
Todos morrerĂŁo ou algo assim.
NĂŁo, o propĂłsito do trabalho Ă© algo que todos temos que aprender.
Digo: sim, senhor.
E o seu trabalho é descer até aqui no tempo correto.
Sim, senhor.
- Skippy, nĂŁo cante. - Sim, senhor.
E Skippy, nĂŁo cantarole. E nĂŁo assobie.
Apenas não faça nenhum barulho.
Tudo bem, mas entĂŁo eu nĂŁo serei famoso.
VocĂȘ sabe o que o professor de canto disse?
Ele disse que eu posso ser o primeiro da classe se praticar mais.
EntĂŁo por que vocĂȘ nĂŁo estĂĄ praticando?
- Skippy! - Sim, senhor.
As flores nĂŁo sĂŁo bonitas?
As flores sĂŁo coisas bonitas, Skippy.
Elas sĂŁo lindas, mĂŁe.
Mas se hĂĄ flores bonitas que vocĂȘ queira...
Ontem, eu estava em um lugar do outro lado dos trilhos de trem...
Bem... Talvez tenha sido deste lado, de qualquer forma, foi ontem.
VocĂȘ cruzou o trilhos novamente, atĂ© a favela?
Claro que hå muitos botÔes de flores neste lado.
- Um garoto me contou. - VocĂȘ ouviu minha pergunta, Skippy.
- Humm, Pai? - VocĂȘ cruzou os trilhos, ontem?"
- VocĂȘ estĂĄ falando sobre ontem? - Exatamente.
VocĂȘ estĂĄ falando sobre os trilhos?
Os trilhos de trem?
Quero que responda sim ou nĂŁo.
Quem te contou?
Por que vocĂȘ quer perder seu tempo naquela parte da cidade?
- VocĂȘ conhece o velho Dad Burkey? - NĂŁo.
Grande homem. Ele faz apitos.
Apitos? Imagino que vocĂȘ os colocou na boca e apitou.
Naturalmente, que apitei.
Numerosas doenças podem ser contraĂdas ao por coisas sujas na sua boca.
- VarĂola, Tifo, difteria... - Seu cafĂ© estĂĄ ficando frio, querido.
Hå vårias crianças boas para brincar no seu bairro.
Sim, senhor.
O que as pessoas pensariam de mim se eu andasse com o lixeiro?
Bem, o filho do lixeiro tem uma cabra branca.
Diga-me, Skippy. VocĂȘ quer crescer e ser como as pessoas da favela?
Sim, senhor.
Pelo amor de Deus, o que Ă© esse barulho?
- Quem é? - Ninguém, apenas Eloise.
- Bem, peça para ela entrar. - Sim, senhora.
Venha, entre.
Skippy, abra a janela e a convide educadamente.
VocĂȘ nĂŁo pode entrar, nĂŁo Ă©, Eloise?
Viu, ela nĂŁo quer entrar.
- Bom dia, Skippy. - OlĂĄ.
Bom dia, Sra. Skinner. Bom dia, Dr. Skinner.
- Bom Dia. - Bom dia, Dr. Skinner.
Papai viu sua fotografia no jornal e disse que vocĂȘ parece...
NĂŁo venha me cutucar!
Aposto que vocĂȘ nĂŁo sabe o que eu estou fazendo, Skippy.
Claro que eu sei. VocĂȘ estĂĄ parada aĂ.
Estou fazendo um curso de recitação dramåtica.
E eu mesma escrevi um poema que gostaria de recitar.
Maravilhoso, Eloise.
Chama-se "Em memĂłria de um cachorro morto".
- NĂłs nĂŁo queremos ouvir. - Skippy!
Se Eloise tem um poema que gostaria de recitar, nĂłs ouviremos com prazer.
Obrigada, Dr. Skinner.
"Para um cachorro morto", por Eloise Saunders. Primeiro verso.
Enterrei meu amado prĂłximo ao muro do jardim.
Os pĂĄssaros e as rosas estavam lĂĄ para ver o enterro do meu cachorro.
E meu gatinho branco também chegou com sua fita azul deslumbrante.
E meu coelhinho estava lĂĄ. E meu cachorro. Meu cachorro...
- Seu cachorro triste. - Com olhos azuis.
- Maravilhoso, Eloise. - Este é apenas o começo.
HĂĄ muito mais.
E minha boneca com grandes cachos louros
Ela disse: "MamĂŁe, quando vocĂȘ vai abraçå-la?"
Como eu chorei quando ela morreu. Eu a deixei cair na neve.
- Foi como ela congelou. - Congelou
Posso sair para brincar, mamĂŁe? - Pode ir, Skippy.
- Eu vou com ele. - E lembre-se...
- NĂŁo atravesse os trilhos. - NĂŁo vou atravessĂĄ-los.
Se ele o fizer, eu vou te dizer, Sra. Skinner.
- Tchau, Mary. - Tchau, Skippy.
Eu posso sair ileso de tudo porque estou nervoso e forte.
- E vocĂȘ Ă© uma cauda de tartaruga, tambĂ©m. - O que Ă© uma cauda de tartaruga?
VocĂȘ Ă© um linguarudo, cauda de tartaruga, pendurando no rabo do boi?
Por que sou linguarudo, cauda de tartaruga, pendurando no rabo do boi, Skippy?
- VocĂȘ conta os segredos da gangue. - Eu nĂŁo falo nada.
EntĂŁo, quem contou para Eloise sobre os nossos secretos?
Bem, nĂŁo Ă© certo um irmĂŁo guardar segredos da sua irmĂŁ.
VocĂȘ Ă© apenas um linguarudo comum.
VocĂȘ Ă© um trapaceiro, sua mĂŁe te disse para nĂŁo vir atĂ© aqui.
- NĂŁo disse nĂŁo. - Ela disse sim.
Eu prometi nĂŁo atravessar por cima dos trilhos, nĂŁo foi?
- Claro que fez isso. - Bem, eu atravessei por cima do trilho?
- Bem, nĂŁo por cima. - EntĂŁo?
Eu acho que vocĂȘ estĂĄ certo.
NĂŁo Ă© maravilhoso?
- Eu sinto cheiro de algo. - Cheiros de flores.
- NĂŁo Ă© cheiro de flores que eu sinto. - Ă isso.
Cheiro de cabras.
VocĂȘ cheirou o novo perfume da minha mĂŁe?
NĂŁo sei se posso lembrar de tudo o que eu cheiro.
- OlĂĄ, Skippy. - OlĂĄ, Harley.
Espertinho, parece com seu pai.
Eu aposto que Harley se tornarĂĄ um apanhador de cachorros...
- Como o pai dele. - Harley nĂŁo vai crescer,
- Ele mastigou tabaco. - Oi, Skippy!
OlĂĄ!
Como vocĂȘ vai?
- OlĂĄ, Skippy! - Como vocĂȘ estĂĄ, floco de neve?
Bem.
- OlĂĄ, Skippy. - Louie, mostre-lhe a ferida.
- Quer jogar bola, Skippy? - NĂŁo, cansei de jogar isso com pedras.
- Que tal Johnny e o PĂłnei? - Vamos brincar de policia e bandidos.
- Vamos brincar de pega-pega. - Pega-pega?
OlĂĄ, Gladys.
- Vamos brincar de rugby. - NĂŁo!
- NĂŁo quero machucĂĄ-lo. - NĂŁo tenho medo de vocĂȘ.
- Vamos escolher os times. - Eu nĂŁo quero ficar no seu time.
- Vamos brincar de esconde-esconde! - NĂŁo, policia e bandidos.
Quietos todos! Quietos!
VocĂȘ nĂŁo Ă© daqui, Ă©?
- Qual Ă© o seu nome? - Sookie.
- O que vocĂȘ disse? - Sookie.
- Eu disse qual Ă© o seu nome. - Sookie.
VocĂȘ se acha engraçado, nĂŁo Ă©?
VocĂȘ quer lutar?
VocĂȘ estĂĄ assustado?
- O que vocĂȘ estĂĄ fazendo com essa madeira? - Estou levando para casa.
- VocĂȘ nĂŁo pode, ela Ă© nossa. - Quem acha Ă© o dono.
Esta Ă© a sede do nosso clube.
Eu nĂŁo ligo, quero levar isso para a minha mĂŁe.
Se vocĂȘ quiser pegar a madeira, primeiro vocĂȘ tem que lutar por ela.
- Tudo bem. - Bata nele, derrube ele.
- Acabe com ele, Skip. - Tire ele desse bairro.
Este garoto não é grande para lutar comigo. Temos que encontrar alguém do tamanho dele.
- Quanto vocĂȘ pesa, garoto? - 25 quilos.
- Quanto vocĂȘ pesa, Burkey? - 32 quilos.
- Quanto vocĂȘ pesa, Sidney? - 60 quilos.
O quĂȘ?
- Eu nĂŁo quero. - VocĂȘ deve.
Estou nervoso e não esqueça que estou sob pressão.
- Olha, alguma vez jĂĄ te meti em problemas? - Claro que sim.
- Ele nĂŁo vai te machucar. - Como vocĂȘ sabe?
- Vamos, olhe para ele. - EstĂĄ bem!
Mas eu nĂŁo quero.
SilĂȘncio, todos! Quieto!
Mantenha a esquerda levantada! Vamos!
Acerte a esquerda!
- Afaste-se. - Quem mandou?
Eu mandei.
- JĂĄ basta disso! - Basta, o quĂȘ?
- VocĂȘ sabe o quĂȘ. - O quĂȘ?
- Desculpe-se com o novato. - Quem vai me obrigar?
- Eu vou obrigar vocĂȘ. - Quem disse?
Eu disse, seu valentĂŁo.
- Sim, vocĂȘ Ă© um valentĂŁo e um covarde. - E vocĂȘ Ă© cinco vezes mais covarde.
- Deixe-o em paz, ouviu? - AĂ estĂĄ.
Assim!
- Faça isso de novo e eu vou bater em vocĂȘ. - VocĂȘ nĂŁo farĂĄ nada.
- Por que vocĂȘ estĂĄ brigando? - NĂŁo estou, Skippy que estava.
Cale-se! NĂŁo minta para mim!
- Sr. Nubbins, nĂłs... - VocĂȘ fique calado tambĂ©m.
Como seu pai. Aquele que sabe de tudo.
- VocĂȘ tem algo a ver com isso, nĂŁo Ă©? - Me acertou com um taco de basebol, pai.
Eu vou te ensinar uma lição!
- VocĂȘ nĂŁo fugiu como os outros garotos. - NĂŁo consegui carregar a madeira.
- VocĂȘ briga bem. - Eu posso fazer melhor.
- Como era mesmo o seu nome? - Sookie.
- Ă um nome legal. - Como Ă© seu?
- Skippy. - OlĂĄ, Skip.
- OlĂĄ. VocĂȘ mora aqui na favela? - Sim.
Aqui Ă© bom. Becos, cabras, lixeiras, lama.
Sim!
- Com o que seu pai trabalha? - Fica onde ele estĂĄ, ele estĂĄ morto.
Meu pai é um médico e eu tenho uma tartaruga.
- Como Ă© o nome? - Lindy.
- Pode voar? - NĂŁo, ela mal pode andar.
- Eu tenho um cachorro. - Cachorro?
O nome dele Ă© Penny.
NĂŁo posso ter cachorros na minha casa. Meu pai diz que eles trazem micrĂłbios.
Penny traz de tudo, até o que ele come.
- Esta Ă© a minha casa. - Meu Deus!
- Meu Deus, ele é bonito. - Não diga a ninguém que o viu.
- Por quĂȘ? ele Ă© segredo seu? - Algo assim.
- Por que estĂĄ amarrado? - VocĂȘ precisa de uma licença de cachorro.
Por que vocĂȘ nĂŁo tem uma licença?
Uma licença custa trĂȘs dĂłlares e minha mĂŁe diz que Ă© tanto quanto o aluguel.
Deus, isso que Ă© um aluguel grande, nĂŁo Ă©, Sookie?
- Sim, mas a casa Ă© legal. - Ele pode fazer algum truque?
Sim, mas Ă s vezes o deixam nervoso.
Tem uma coisa que qualquer cachorro pode fazer.
Vamos, vĂĄ pegar...
Os cães de raça são assim, se estiverem amarrados, eles esquecem os truques.
Madeira, mĂŁe!
Que tipo de raça é ele?
Ele é da raça normal.
Bem, se ele é de raça, onde estão as suas medalhas?
- Ele deve ter enterrado. - Cachorros nĂŁo enterram medalhas.
- Eles enterram os ossos. - OlĂĄ.
- Mãe, Penny é de raça? - Bem, receio que não exatamente.
Penny Ă© um vira-lata.
- Uma mistura de vårios tipos de cachorros. - Não, Mãe, Penny é de raça.
Mas ele tem sangue de um Spaniel, Sookie. Partes de Verdell e um pouco de Terrier.
E zero de cão de caça.
Sim, mas não um Spaniel não é de raça, um Verdell não é de raça e um terrier também?
Mas, Sookie...
Penny tem vårios tipos de raças diferentes. Não é de raça simples.
Parece como se seu pai fosse o rei da Inglaterra,
e seu avó o rei da França,
e sua mĂŁe era uma rainha em outro lugar.
Isso significa que hĂĄ sangue real nele, do que apenas um, nĂŁo Ă©, mĂŁe?
- Acho que estå certo. - à por isso que Penny é de raça.
- Eu acho que vocĂȘ estĂĄ certo. - Eu acho tambĂ©m.
- Ela Ă© maravilhosa. - Sim, eu gosto dela.
- E sua casa Ă© excelente. - NĂŁo vamos ficar por muito tempo.
- Por que, vocĂȘ vai se mudar? - Todo o bairro vai se mudar.
- Quem disse isso? - Eles dizem isso.
Vamos, Skippy. Vamos voltar para casa.
- Quem sĂŁo eles? - Os da cidade.
- Quem na cidade? - Eu nĂŁo sei, acho que agentes sanitĂĄrios.
Eu sei quem vai expulsar as pessoas da favela...
- Quem, espertinho? - Seu pai.
- Retire suas palavras. - Tudo bem, eu retiro.
Mas Ă© verdade.
- Retire suas palavras. - Eu retiro.
Melhor irmos para casa. Eles nĂŁo permitem que vocĂȘ venha aqui.
NĂŁo acredite no que Sidney estĂĄ falando, Sookie.
- Ele sĂł fala besteira. - Sim, eu sei.
- Até mais, Skip. - Até mais.
Vamos, Penny.
EntĂŁo vocĂȘ estĂĄ falando sobre meu pai. Eu vou bater em vocĂȘ.
Pergunte a alguĂ©m, se vocĂȘ nĂŁo acredita em mim.
Sr. Burke, Ă© verdade que as pessoas daqui estĂŁo indo embora?
Receio que sim, Skippy.
Bem, nĂŁo Ă© meu pai que estĂĄ fazendo isso, nĂŁo Ă©?
Bem, ele nĂŁo pode fazer isso sozinho.
O departamento de saĂșde que farĂĄ isso. Ele Ă© o chefe do departamento.
O que foi que eu te disse?
Olhe, Skippy, um grilo e ele esta cospindo suco.
Veja. Olhe para isso.
Muito gentil vocĂȘ me ajudar com a louça no dia de folga da Mary.
Os pratos secos nĂŁo sĂŁo postos aqui, vocĂȘ sabe onde por.
Sinto muito, mĂŁe.
- Skippy, qual o problema? - Nada.
- VocĂȘ tem certeza, querido? - Sim.
Mãe, papai nunca enviou ninguém para a prisão, não é?
Claro que nĂŁo Ă©.
Mesmo aqueles que nĂŁo pagam suas contas?
NĂŁo.
Ele permite que eles juntem dinheiro e se nĂŁo podem pagar, ele nĂŁo os prende, nĂŁo Ă©?
Exatamente.
Ele atĂ© permitiu que a Sra. Jones ganhasse um bebĂȘ, mesmo que ela nĂŁo pudesse pagar.
- Sobre o que vocĂȘ estĂĄ falando? - Helen?
Uso as meias de seda ou de lĂŁ?
Coloque a de lĂŁ, Herbert. JĂĄ subo em um segundo.
Um médico apenas då ordens, não é mamãe?
Isso estĂĄ certo. Skippy, seu pai Ă© uma das melhores pessoas do mundo.
- EntĂŁo, mĂŁe... - Helen nĂŁo consigo acho o suspensĂłrio.
Nas suas calças, estou subindo.
Preciso de uma camisa limpa para usar.
- NĂŁo, Herbert, fique parado, por favor. - Onde estĂŁo minhas abotoaduras?
- Na sua camisa. - VocĂȘ Ă© boa em esconder as minhas coisas.
Eu tenho uma palheta de colarinho? Eu tenho uma palheta limpa?
SĂł um momento, agora.
NĂŁo, essa Ă© muito suave.
Onde estĂŁo os outros?
- Skippy, pensei que jĂĄ estivesse deitado. - Ele vai se deitar assim que vocĂȘ sair.
Onde estĂĄ a palheta do colarinho? Onde?
- Pai? - O quĂȘ?
- Se nĂŁo houvesse casas com... - NĂŁo agora, Skippy.
- Helen, onde estĂĄ a minha gravata? - Fique calmo que eu vou amarrar para vocĂȘ.
- Pai? - NĂŁo incomode seu pai agora, Skippy.
Mas pai, se as casas estão cheias de doenças, quero dizer, se elas estivessem,
As doenças não podiam ser tiradas delas?
O que vocĂȘ estĂĄ sugerindo, Skippy?
VocĂȘ precisa derrubar casas para eliminar as doenças delas?
VocĂȘ quer nas favelas, Skippy?
Bem, algo assim.
Skippy, a årea da favela é uma ameaça sanitåria e social.
- Ă necessĂĄria uma ação imediata. - Herbert, vocĂȘ pode ficar parado?
à um ninho de doenças que ameaça as nossas casas.
- Ameaça de justaposição sociológica. - Por favor, ele não entende.
VocĂȘ entende, nĂŁo Ă©, Skippy?
Bem... Claro.
Ameaça de justaposição sociológica, não é, pai?
Bem, estĂĄ quase certo, filho. JĂĄ Ă© um inĂcio.
VocĂȘ estarĂĄ lĂĄ em tempo, Herbert.
Se uma ameaça de justaposição sociológica, então estå certo, não é, pai?
Isso Ă© certo, Skippy.
- Seu discurso, querido. - Obrigado.
EstĂĄ tudo bem, Skippy. Agora Ă© hora de dormir.
Helen, Skippy estĂĄ estranho. Deve ser o estĂŽmago. DĂȘ-lhe remĂ©dio.
Eu acho que esse nĂŁo Ă© o caso. Ele tem algo em mente.
- VocĂȘ tem que falar com ele. - Eu vou falar.
Definitivamente. Em breve teremos uma longa conversa.
- Em palavras que ele entenda. - Vai ser uma longa conversa.
- Tchau, querida. - Tchau.
Obrigado Deus por hoje, me ajude a dormir e acordar. Também Deus...
Abençoe mamãe, papai, tia Eva, tio Walter... e Sookie.
Agora ouça isso.
Agora...
Lindy, hoje Ă© o dia.
Amém.
EntĂŁo vocĂȘ diz que nĂŁo Ă© culpa de meu papai, Ă© justaposição social.
Essa justaposição social também é importante.
VocĂȘ nĂŁo entenderĂĄ como eu, se vocĂȘ ouvir a explicação do meu pai.
Eu aposto.
Bem, vocĂȘ poderia imaginar ele ter uma moeda.
- Oi, como vai. - Tudo certo.
- O que vocĂȘ estĂĄ fazendo? - Tomando sorvete.
- VocĂȘ consegue comer um sozinho? - Sim.
- Se eu tivesse um, eu lhe daria. - Sim?
Eu daria a todos vocĂȘs.
Sim.
- Engraçado, eu como isso bem råpido. - Eu também.
Harley, vocĂȘ se lembra de ontem, nĂŁo Ă©?
- Sobre o que ontem? - VocĂȘ sabe, mentiu para seu pai.
Estava pensando em comprar um sorvete de chocolate da prĂłxima vez.
- NĂłs nĂŁo irĂamos machucar vocĂȘ. - NĂłs estamos apenas brincamos.
NĂŁo tenho medo de vocĂȘ.
Claro que tem.
O que vocĂȘ quer por outro sorvete? Vou te mostrar minha tartaruga pela moeda.
NĂŁo gosto de tartarugas.
Eu vou te dar vermes secos pelas moedas.
- Eu nĂŁo gosto de vermes. - NĂŁo sĂŁo vermes comuns, estĂŁo secos.
VocĂȘ pode esticĂĄ-los como um elĂĄstico.
Eu nĂŁo gosto de elĂĄstico.
Que tipo de piĂŁo Ă© esse?
Este Ă© um piĂŁo genuĂno, vocĂȘ o joga e ele vai gira por uns 200 metros.
- Me deixe ver. - Eu deixo vocĂȘ rodar ele por uma moeda.
Primeiro eu tenho que tentar.
Eu seguro a moeda enquanto vocĂȘ tenta.
Se for divertido eu te dou.
Pai! Pai!
- VocĂȘ quebrou meu para-brisa. - NĂŁo fomos nĂłs, Sr. Nubbins.
EntĂŁo eu acho que se quebrou sozinho.
- NĂŁo fomos nĂłs. - Foram eles que quebraram, pai.
- NĂŁo fomos nĂłs. - NĂŁo mesmo.
VocĂȘ pagarĂĄ pelo para-brisa, garoto! E pagarĂĄ rĂĄpido!
NĂŁo temos dinheiro, Sr. Nubbins.
VocĂȘ vai conseguir o dinheiro ou eu conseguirei com o seu pai.
Papai, Skippy me bateu. Ele me atacou.
Não faça respire tão alto, Sookie. O laçador de cães vai nos encontrar.
Se nos encontrar, vocĂȘ acha que ele vai nos matar, Skippy?
NĂŁo lamba tĂŁo alto, Penny.
Ele me conhece. Talvez ele aprenda alguns truques agora.
Ninguém vai vir.
Olhe, Penny, vou jogar o pau e vocĂȘ deve trazer. VocĂȘ estĂĄ pronto?
- Ele nĂŁo estava pronto. - Ele estava pronto.
- Sabe por que ele nĂŁo vai atrĂĄs do pau? - Por quĂȘ?
Ele Ă© muito inteligente, ele sabe que nĂŁo Ă© um osso.
- VocĂȘ tem algum osso na casa? - Claro.
Penny, sente-se e fique aqui até eu voltar.
- Olhe, ele se sentou, Skippy. - EntĂŁo ele pode pensar.
Vamos.
MĂŁe, temos alguns ossos para dar ao Penny?
Nós temos que encontrar algo para dar a um cachorro de raça como o Penny.
Vou ver.
- Tem algumas sobras? - NĂłs comemos no jantar.
Aqui estĂŁo as sobras para o Penny.
E aqui estĂĄ pĂŁo e açĂșcar mascavo para dois meninos, se forem bons.
Obrigada, Sra. Sookie.
- Vamos dar comida ao cachorro, Skip. - Claro.
Penny!
Penny! Penny!
NĂŁo se preocupe, Sook, vamos recuperĂĄ-lo.
NĂŁo podemos, a licença custa trĂȘs dĂłlares.
O que sĂŁo trĂȘs dĂłlares, eu tenho mais que isso na minha caixa.
Tenho colocado dinheiro desde que era uma criança. Deve ter centenas de dólares.
Sim, mas vocĂȘ pode pegar?
Ă claro, meu pessoal nĂŁo se importa. Vou pegar agora.
Olha, enquanto nĂłs nĂŁo pegamos Penny, Lindy gostaria de ficar com vocĂȘ esta noite?
- Tudo bem, com o que eu alimento ele? - Com qualquer coisa, o que vocĂȘ come.
- Obrigado. - Até mais.
Sook, vocĂȘ nĂŁo precisa esconder ele, vocĂȘ nĂŁo precisa de uma licença de tartaruga.
Skippy, o que vocĂȘ estĂĄ fazendo aqui nesta hora do dia?
Estou andando por aĂ.
- MamĂŁe? VocĂȘ gosta de bicicletas? - O quĂȘ?
- VocĂȘ gosta de bicicletas? - Eu tinha uma quando era uma garotinha.
Bem, que bom que vocĂȘ nĂŁo anda mais.
Do que vocĂȘ estĂĄ falando?
EstĂĄ ficando muito perigoso. As pessoas se matam indo da esquerda para a direita.
Skippy, eu pensei que fosse a Ășnica coisa no mundo que vocĂȘ queria.
Eu nĂŁo quero uma agora. NĂŁo, mesmo. Ter a vida em suas mĂŁos.
VocĂȘ nĂŁo economizou para comprar uma?
As crianças guardam, guardam e guardam, então percebem que talvez não vale a pena.
Compreendo.
- Ă bom, no caso de tiver um bom motivo. - Qual Ă© a razĂŁo?
Ă um segredo, mas Ă© uma razĂŁo melhor do que comprar uma bicicleta.
Skippy, nĂŁo abra a caixa por nenhum motivo.
- Skippy, nĂŁo toque nisso. - NĂŁo toquei, mĂŁe.
Eu estou aqui!
- VocĂȘ conseguiu, entĂŁo? - Aqui, pegue isso.
- Por que vocĂȘs carregam isso assim? - Eles nĂŁo me deixam tocar nisso.
EntĂŁo, como vamos retirar o dinheiro?
Eu prometi a mamĂŁe que nĂŁo iria abrir.
- Ela disse para ninguém mais abrir isso? - Não.
Bem, vou abrir. VocĂȘ nĂŁo vai abrir, vai?
EstĂĄ certo.
Posso dirigir melhor que ele.
Isso sim Ă© um motorista de caminhĂŁo.
Aja como se nada tivesse acontecido.
- O que vocĂȘ estĂĄ fazendo? - Estou jogando um jogo.
Posso jogar também?
Claro, vocĂȘs dois podem jogar, se seguirem as regras.
- Quais sĂŁo as regras? - NĂŁo importa.
Aqui estĂĄ o que vocĂȘ farĂĄ, Eloise, vocĂȘ vai contar enquanto nos escondemos
e o primeiro que vocĂȘ encontrar, vai comprar um presente para vocĂȘ.
- Por que ele estĂĄ sentado no meio da rua? - Faz parte do jogo.
Ele estĂĄ escondendo alguma coisa, posso dizer pelo jeito dele.
VocĂȘ vai atĂ© lĂĄ e conte! Suma daqui!
7, 8, 9, 20... 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 40...
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 80...
Sr. Nubbins, nĂłs viemos para pegar o cachorro do Sookie, Penny.
- Aqui estĂĄ seus trĂȘs dĂłlares. - EntĂŁo vocĂȘ quer o cachorro, heim?
- Sim senhor. - Aqui estĂŁo os trĂȘs dĂłlares da licença.
Eu direi o que farei.
- Vou pegar esses trĂȘs dĂłlares. - Sim, senhor.
- E vou comprar um novo para-brisa. - O quĂȘ?
VocĂȘ me ouviu, e se vocĂȘ quer esse cachorro, encontre mais trĂȘs dĂłlares.
Sr. Nubbins, pagaremos o para-brisa, encontraremos mais trĂȘs dĂłlares por isso.
Por favor, Sr. Nubbins, deixe-me levar Penny para casa.
VocĂȘ quebrou o para-brisa antes de eu capturar o seu cachorro.
- VocĂȘ deve pagar as coisas nesta ordem. - Mas, Sr. Nubbins...
Consiga o dinheiro dentro de trĂȘs dias, pois esse Ă© o tempo que os mantemos.
Olhe, Sr. Nubbins, e se prometermos...
Não vou desperdiçar um dia inteiro com um cachorro.
- O que eles fazem depois de trĂȘs dias? - NĂłs atiramos neles.
Ele sĂł estĂĄ falando por falar, Sook.
NĂŁo se preocupe, Penny, nĂłs tiraremos vocĂȘ daĂ rapidinho.
Meu pai nos darĂĄ esses trĂȘs dĂłlares.
- VocĂȘ acha, Skippy? - Claro que ele vai.
Mas se ele nĂŁo der, nĂłs vamos conseguir, hĂĄ tantas maneiras.
Penny, vocĂȘ vai voltar e vai poder comer tanto quanto quiser.
- Até mais, Penny. - Até mais, Penny.
Menininha.
- Bom dia, pai. - Bom dia, filho.
O que vocĂȘ estĂĄ fazendo tĂŁo cedo?
Bem, devemos estar prontos para o trabalho. O meu Ă© levantar cedo.
Excelente.
- SabĂŁo, pai. - O quĂȘ?
- Sabonete. - Obrigado, Skippy.
- Pai, vocĂȘ paga muito pelo sabĂŁo? - O quĂȘ?
- VocĂȘ paga muito por sabĂŁo? - NĂŁo, nĂŁo muito.
- E pelas escovas? VocĂȘ paga muito? - O quĂȘ?
- VocĂȘ paga muito pelas escovas? - NĂŁo, nĂŁo muito.
- Pergunto-me quanto custa seu banheiro? - O quĂȘ?
- Pergunto-me quanto custa o seu banheiro? - Muito dinheiro.
- Mais de trĂȘs dĂłlares? - O quĂȘ?
- Mais de trĂȘs dĂłlares? - NĂŁo grite, Skippy. Eu nĂŁo sou surdo.
Um banheiro como este vale muito. TrĂȘs dĂłlares nĂŁo sĂŁo nada.
Isso Ă© o que eu acho, trĂȘs dĂłlares nĂŁo sĂŁo nada.
Eu nĂŁo sei, Skippy. Receio que seja.
- VocĂȘ me dĂĄ trĂȘs dĂłlares? - TrĂȘs dĂłlares Ă© muito para um garotinho.
Para que vocĂȘ precisa?
Para algo muito importante, e eu preciso ter.
Bem, se for importante, use o dinheiro da sua caixa de dinheiro.
Mas vocĂȘ terĂĄ que esperar pela sua bicicleta.
A bicicleta.
- Bem, talvez eu estivesse errado. - Estava errado?
Sabe pai, Ă s vezes algo parece importante, e um minuto depois... jĂĄ era.
EntĂŁo, falei com ele.
Eu fiz meu pai apoiar essas pobres pessoas que nĂŁo tem dinheiro.
AlĂ©m disso, trĂȘs dĂłlares Ă© muito dinheiro para um jovem.
Precisamos conseguir isso bem rĂĄpido. Existem muitas maneiras.
VocĂȘ acha que seu pai vai sentir falta dessas garrafas de remĂ©dios?
- Ele nem vai notar. - Aqui estĂĄ, 68 centavos.
Obrigado, senhor.
6 tocos de madeira - 60 centavos. Garrafas vendidas - 68 centavos.
- VocĂȘ precisa de ajudantes, senhora? - NĂŁo!
Ela nĂŁo precisa de ajuda.
Tarefas - nada. Venda de livro de geografia - 12 centavos.
Limonada 10 centavos.
Limonada gelada!
Limonada gelada!
As pessoas deve estar apertadas, pois nĂŁo podem pagar nem por uma limonada.
NĂŁo vendemos nadinha e jĂĄ faz duas horas.
- Eu não posso mais beber. - Era um bom limão também.
- O que hĂĄ aqui, limonada? - NĂŁo sabe ler a placa?
- De onde vocĂȘ roubou o limĂŁo? - De baixo da...
NĂŁo importa onde veio, Ă© um bom limĂŁo.
EstĂĄ bem. me dĂȘ um copo.
Limonada gelada!
- Custa 1 centavo. - Te devo essa.
Eu tenho algo que vocĂȘ nĂŁo pode ver. Eu tenho algo que vocĂȘ nĂŁo pode ver.
- O que vocĂȘ tem? - Eu tenho um dĂłlar. Eu tenho um dĂłlar.
Eu e Sookie, temos um esquema no qual vamos ganhar cinco dĂłlares, nĂŁo Ă©?
- Sim. - O que Ă© isso? Quero participar, Sookie.
- Eu nĂŁo sei. - Fiz ele prometer que nĂŁo contaria.
Sim, vocĂȘ tem um esquema.
Ă um esquema para um show. Evelyn Ward vai participar.
VocĂȘ quer dizer que ela serĂĄ sua atriz principal?
Evelyn Ward, o que ela pode fazer?
Bem, ela sabe recitar poemas. Ela Ă© muito boa.
Se eu não recitar melhor que ela, eu vou molhar minha cabeça.
- Ela me pagarĂĄ 75 centavos pelos custos. - NĂŁo me dĂȘ um dĂłlar, Eloise.
Eu te darei 80 centavos.
NĂłs nĂŁo podemos te colocar no show por nada
Vou te dar 85 centavos.
Eu prometi a Evelyn. NĂŁo posso voltar atrĂĄs.
Vou te dar 90 centavos.
- Isso nĂŁo passa de um truque. - VocĂȘ quer mais limonada, Sidney?
Primeiro eu preciso conversar com Evelyn, talvez ele possa pagar mais.
Vou te dar 95 centavos.
- Vou falar com Evelyn. - 97 centavos.
De alguma forma vocĂȘ nĂŁo estĂĄ muito ansiosa
Eloise prometeu 1 dĂłlar apĂłs ela atuar.
Te dou isso e vocĂȘ me deixa entrar.
- Quanto isso vale? - Mais de trĂȘs centavos.
Vamos.
Atenção!
Senhoras e senhores, o primeiro ato serĂĄ mĂĄgica.
- VocĂȘ nĂŁo disse meu nome. - De agora em diante, vocĂȘ faz os anĂșncios.
Eu não posso. Tenho que cuidar do uniforme de meu pai. Não quero que nada aconteça.
Eu acho que rasgou.
Eles nem sequer notarĂŁo, senhor.
Agora vou realizar o truque de dividir Sookie em dois.
- Estes não são os pés do Sookie. - São sim as minhas pernas.
Se forem, entĂŁo mexa eles.
Eu te disse que eram as minhas pernas.
Eu disse para vocĂȘs ficarem calados, assim posso fazer esse truque.
Senhor, eu nĂŁo posso ficar, vou sair.
Eu quero recitar, assim todos podem ir embora.
Tudo bem, pode recitar agora.
Onde estĂĄ o dĂłlar?
Aqui estĂĄ. Quero ser anunciada.
Sook, vĂĄ anunciĂĄ-la.
O prĂłximo nĂșmero serĂĄ de Eloise.
Eu te anunciei.
O mais bonito urso pardo estava comendo...
flores e mel e brincando o tempo todo.
Em um belo dia, na floresta selvagem, um caçador...
chegou...
Droga, eu disse que tĂnhamos trĂȘs dĂłlares, mas ainda precisamos de mais 30 centavos.
Temos de conseguir de alguma forma. NĂłs sĂł temos uma hora para retirar Penny.
Eu sei onde podemos conseguir... com o meu pai.
Mas vocĂȘ acha que tem esse tanto?
VocĂȘ me disse que ele estava ajudando todos pobres.
Claro que ele tem, vamos direto ao escritĂłrio dele e vamos pedir agora.
Vamos agora mesmo.
Primeiro, temos que deixar o uniforme em casa.
NĂłs esquecemos de pagar a orquestra.
NĂŁo importa, a mĂșsica foi desagradĂĄvel.
Como vai, Sr. Johnson. Onde posso encontrar meu pai?
- Ele estĂĄ em uma reuniĂŁo, Skippy. - Onde Ă© isso?
Percorra esse corredor até o final, na segunda porta à direita.
Obrigado. Vamos, Sookie.
Espere meu jovem, estamos tendo uma importante reuniĂŁo lĂĄ dentro.
- Sim, mas tenho que ver meu pai. - Qual o motivo, Skippy?
Bem, Ă© algo muito importante e preciso ver ele.
Teremos que correr assim que pegarmos o dinheiro.
NĂŁo se preocupe, vamos conseguir.
VocĂȘ terĂĄ que esperar, Skippy. VocĂȘ o verĂĄ no jantar.
- Mas eu tenho que... - VocĂȘ terĂĄ que esperar.
O que nĂłs vamos fazer agora?
Eu tenho uma ideia.
Vamos falar com o Sr. Nubbins.
Vamos dar o que temos e o resto mais tarde.
- SerĂĄ que ele vai aceitar? - Por que nĂŁo, Ă© um negĂłcio.
- Foi como compramos nosso piano. - Vamos correr.
Sr. Nubbins, Sr. Nubbins, Sr. Nubbins.
Senhor Nubbins, temos uma proposta a fazer.
- Qual? - Eu disse a Sookie que vocĂȘ gosta de cĂŁes.
Trata-se de Penny. Trata-se do meu cachorro.
Temos dois dĂłlares e 70 centavos. NĂłs prometemos dar o resto.
- VocĂȘs nĂŁo tem nenhum cachorro. - Sim, nĂłs temos. Ă aquele preto.
Ele sempre lambe vocĂȘ.
NĂłs atiramos nele junto com os outros vira-latas.
- Vamos embora, Sookie. - Posso ter ele de volta?
Ă contra a lei.
Por favor, por favor, Sr. Nubbins.
NĂŁo pode nos dar ele para que possamos enterrĂĄ-lo?
JĂĄ foi jogado fora.
Eu faço exatamente o que a lei diz.
Herbert Skinner
Vamos, Sook. Vamos embora.
Nossa, nĂłs podemos fazer muita coisa com esse dinheiro, Sookie.
Lembra quando estĂĄvamos falando sobre o sorvete?
Acho que com 2 dĂłlares e 70 centavos podemos comprar a loja toda.
Nossa, nĂŁo Ă© uma pedra legal.
Aposto que vocĂȘ pode jogar mais longe do que eu.
Aquela caixa fez uns sons engraçados, quando foi quebrada e o dinheiro saiu.
Nos demos uma grande risada quando fizemos Eloise contar a 50 e depois fugimos.
Sookie, nĂŁo gostaria de ser acrobata e assim estarĂamos no circo todo o tempo?
Olhe, vocĂȘ pode fazer isso?
Olhe, Sookie. NĂŁo tenho lugar para a minha tartaruga por algum tempo.
Lindy sempre gostou de vocĂȘ, e eu queria que ele tivesse um bom lar.
VocĂȘ pode ficar com ele, Sookie.
O que estĂĄ aconteceu? O que foi?
Eles mataram Penny. Eles mataram Penny e eu também quero morrer, também.
NĂŁo chore.
Ele entĂŁo rasgou meu uniforme. Agora essa questĂŁo dos dĂłlares.
Herbert, vocĂȘ ainda nĂŁo ouviu o lado do Skippy.
- Deve haver uma razĂŁo. - RazĂŁo? Claro que hĂĄ.
Ele Ă© mimado.
O que ele precisa Ă© de disciplina. Ele vai ter agora.
Meu filho nĂŁo vai me de bobo perante toda a cidade.
Skippy.
Venha aqui.
Bem, rapaz, o que vocĂȘ tem a dizer?
- Nada. - Nada?
Depois de tudo o que vocĂȘ fez, vocĂȘ nĂŁo tem nada a dizer?
Quero uma explicação para tudo isso.
Bem?
VocĂȘ pode me bater.
Certamente vocĂȘ achava que iria escapar da punição?
Isso nĂŁo vai acontecer. Me responda. Eu quero saber...
Herbert, o jantar vai esfriar.
Bem, vamos discutir isso depois do jantar.
- Skippy, venha jantar. - NĂŁo quero comer, quero ir para cama.
Skippy!
- Herbert... - Por favor.
Vou subir até o quarto, eu esqueci uma coisa.
VocĂȘ tem que fazer algo, Deus! VocĂȘ tem que ajudar Sookie!
Ele perdeu Penny. VocĂȘ deve ajudĂĄ-lo para que ele nĂŁo morra.
Ele é uma criança muito boa.
VocĂȘ tem que fazer algo, Deus. VocĂȘ tem que...
VocĂȘ deve ajudĂĄ-lo.
Meu pai, ele não entende as crianças. Oh, Deus.
- Filho. - Saia. Saia de perto de mim.
Qual Ă© o problema? Diga-me, Skippy.
VocĂȘ nĂŁo pode consertar mais. Ele estĂĄ morto. Penny estĂĄ morto.
- Penny? - Poderia ajudar com apenas 30 centavos.
Agora Penny estå morto e Sookie vai morrer, também.
- O que Ă© Penny? Quem Ă© Sookie? - VocĂȘ nĂŁo se importa com o que eu fiz.
NĂŁo me toque.
Meu Deus!
- Eu estou saindo. - Mas vocĂȘ ainda nĂŁo jantou.
Jantarei mais tarde.
- VocĂȘ tem uma reuniĂŁo esta noite. - Isso pode esperar.
Mas Herbert, o que foi?
Qual Ă© o problema, querido? VocĂȘ nĂŁo estĂĄ com fome?
NĂŁo, senhora.
- O que os garotos vĂŁo fazer hoje? - Nada.
- VocĂȘ vai levar Lindy com vocĂȘ? - NĂŁo.
Ă a Eloise.
Por que vocĂȘ nĂŁo brinca com ela? EstĂĄ um dia maravilhoso.
Skippy, nĂŁo dĂȘ a volta, querido. Use a porta da frente.
Skippy, seu pai deixou isso para vocĂȘ. VocĂȘ nĂŁo vai andar nela?
Sim, mĂŁe.
- De quem Ă© esse cachorro? - Meu.
Que linda bicicleta vocĂȘ tem!
NĂŁo podemos ter um cachorro em casa. Eles tĂȘm vermes e micrĂłbios.
Tem uma buzina, nĂŁo Ă©?
Esse cachorro parece que gosta de morder as garotas.
EntĂŁo vocĂȘ vai morrer de raiva.
Acho que vocĂȘ tem o melhor presente.
- Vou pegar o seu cĂŁo, Eloise. - NĂŁo vai!
VocĂȘ pode pegar minha bicicleta.
Quer dizer que vocĂȘ quer trocar a sua bicicleta?
- Para sempre? - Para sempre.
Querida bicicleta, eu te amo muito.
Eu me sento em vocĂȘ e lĂĄ vamos nĂłs.
Ei, qual Ă© o nome do cachorro?
Longfellow.
Vamos, Mickey.
- Qual Ă© o problema, Sookie? - Muito sol.
Seria melhor se vocĂȘ tivesse um cachorro.
Eu tenho um cachorro.
Deus. Onde vocĂȘ conseguiu?
Alguém deixo para mim. Ele não lambe como Penny fazia.
A coleira veio com ele?
Sim, com papéis dizendo quem são seu pais.
E quem sĂŁo os pais de seus pais.
SĂŁo todos cachorros , nĂŁo Ă©?
NĂŁo, um Ă© um homem e seu nome Ă© PrĂncipe Charming.
Eu trouxe para vocĂȘ, mas acho que vocĂȘ nĂŁo quer mais.
- Olhe, ele tem o rabo igual ao do Penny. - Exatamente.
E suas unhas sĂŁo da mesma cor.
- Qual Ă© o nome dele? - Mickey.
- Ele Ă© bonzinho? - Acho que ele Ă© tipo um primo do Penny.
- VocĂȘ tem espaço na sua cama, Sookie? - NĂŁo, eu nĂŁo me viro como uma bola.
Ătimo, porque quando eu trouxe o Mickey, me mudei par cĂĄ com vocĂȘ.
- Sinceramente, Skip? - Sinceramente.
Isso Ă© Ăłtimo, mas e quanto ao seu pessoal.
Eles nĂŁo vĂŁo sentir minha falta. Vou poder ajudar vocĂȘ e sua mĂŁe quanto se mudarem.
- NĂłs nĂŁo precisamos nos mudar mais. - NĂŁo precisam?
- Eles nĂŁo vĂŁo mais acabar com esse bairro. - Por que, nĂŁo?
Eles simplesmente vĂŁo acabar com os germes e deixar as pessoa ficarem.
- Quando vocĂȘ ouviu isso? - Hoje.
- As pessoas daqui nĂŁo estĂŁo mais bravas. - O que aconteceu?
MamĂŁe me disse que seu pai disse a ela
que a cidade disse a ele que nĂłs nĂŁo precisamos nos mudar.
- Muito obrigado, Sra. Wayne. - Temos muito a te agradecer, Dr. Skinner.
Por nada.
Seu pai falou com todos no bairro e eles até falaram com ele.
OlĂĄ, Skippy.
- OlĂĄ, pai. - Nossa, vocĂȘ tem uma coleção de animais
NĂŁo, este Ă© aqui Ă© Bulldog e o outro Ă©... Como Ă© mesmo, Skip?
Apenas um cachorro.
De onde este veio?
Este... estava na carroça do Sookie.
- Eles sĂŁo os melhores cĂŁes da cidade. - Isso estĂĄ certo.
VocĂȘ garotos gostariam de me mostrar o bairro junto com os cachorros?
- NĂłs vamos com eles? - Claro.
Para correr um pouco. Eles podem até pegar coelhos.
Alguns coelhos bem grandes.
Honestamente, pai? Até mesmo um canguru?
Eu acho. Vamos levĂĄ-los e descobriremos. Vamos.
- Vamos. - Vamos.
- O que Ă© um canguru? - Um grande animal com bolsos.
Tem bolsos de calças?
NĂŁo, como bolsos de avental, apenas um.
- Existem botÔes? - Existem botÔes, pai?
- Não, sem botÔes. - Sem botÔes.
- Ele guarda algo no bolso? - NĂŁo, faz parte do estĂŽmago.
Veja, o canguru carrega seus filhotes na bolsa.
- Sim, exatamente. - Eles tem carrinho de bebĂȘ?
O filhote de canguru pegaria um resfriado em um carrinho de bebĂȘ,
EntĂŁo a mĂŁe o coloca dentro da bolsa para manter ele aquecido.
Nossa, essa mãe canguru é de raça.
Pegue uma vara, Sook.
Jogue-a. Pegue, vĂĄ!
Espere, hĂĄ um sistema. Um de cada vez, espere.
Deixe-me jogar esse aqui bem grande. EstĂĄ pronto cachorrinho?
NĂŁo, nĂŁo... NĂŁo podemos correr. Eu vou dar um jeito nisso, vamos.
- Quem quebrou o para-brisa? - Veja, Sr. Nubbins, eu estava mostrando...
Sim, vocĂȘ mostrou Ă s crianças como quebrar um para-brisa.
Ei, Pai! Esse aqui não tem licença.
NĂŁo importa, eu vou levĂĄ-lo embora.
- Tire as suas mĂŁos do Skippy! - Quem disse?
Eu disse.
Olhe, Skip, olhe.
Entre em casa!
Dr. Skinner!
Bem, filho, acho que vou ter que comprar outra bicicleta para vocĂȘ.
- Sinceramente, pai? - Sinceramente.
- VocĂȘ quer apitar? - Bem...
Fim
Legendas e Tradução: Ricardo Franco Skype e email: ricardo.franco72@hotmail.com
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