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O CORPO ( 1974 )
Obrigado Paul. EstĂĄ bom! VocĂȘ nem sempre segura sua mĂŁo.
Antoin, dĂȘ o nosso dinheiro agora. VocĂȘ nĂŁo precisa tanto.
Ok. Eu nĂŁo preciso de muito dinheiro.
Isso pra vocĂȘ!
- Saia, ou vocĂȘ nĂŁo vai sobreviver! - VocĂȘ tem que bater mais forte!
Seu covarde!
... VocĂȘ tem coragem!
Cuidado! Alguém estå vindo!
Sai fora! Ou também te pego...
NĂłs vamos pegar vocĂȘ tambĂ©m!
... Oh!
- Eles nĂŁo eram feitos de papelĂŁo. - EstĂĄ bem?
Eu acho que sim. Obrigado.
Esses bastardos tentam sempre, os mesmos golpes.
Eu ficarei um pouco mais. Talvez eles voltem.
Ă possĂvel!
- Aqui. - Obrigado.
IncluĂdo no serviço.
Eu nunca fui tĂŁo espancado.
- Aqui. Este Ă© meu barco. - Muito bom.
- VocĂȘ quer um? - Obrigado.
VocĂȘ tem fogo?
VocĂȘ tem dinheiro? VocĂȘ estĂĄ bem?
Poderia ser melhor. As finanças.
Eu pensei isso mesmo.
Aqui, por sua ajuda. Obrigado novamente.
Ainda nĂŁo estĂĄ bem?
- VocĂȘ Ă© capaz de conduzir um barco? - Claro!
EntĂŁo me leve para casa e ganhe alguns dĂłlares extras.
- Qual o seu nome? - Alain.
- Como vocĂȘ veio parar aqui? - Com um bilhete de barco, de Caracas.
- O que vocĂȘ quer fazer agora? - Ganhar algum dinheiro e continuar por aĂ...
EntĂŁo, se mexa!
Eu conheço seu tipo.
VocĂȘ jĂĄ passou tantos anos lindos, entĂŁo, vocĂȘ estĂĄ feito.
Sim, Ă© possĂvel. Mas Ă© bom viver assim.
VocĂȘ sabe conduzir um barco?
Certamente.
Ah, aĂ estĂĄ. Agora vocĂȘ jĂĄ vĂȘ a minha casa.
EstĂĄ um pouco longe. Mas quem nĂŁo ama a cidade,
pode se sentir confortĂĄvel aqui.
Eu aluguei barcos para turistas. Para a pesca, e para viagens de ida e volta.
NĂŁo hĂĄ turistas aqui agora.
Isso nĂŁo importa. HĂĄ sempre algo para fazer aqui.
VocĂȘ estĂĄ procurando emprego? VocĂȘ pode trabalhar comigo.
- Tudo bem? - Tudo bem.
- O navio também pertence a eles? - Sim.
- Ătimo barco, certo? - Sim.
Eu jĂĄ me diverti muito.
Quando cheguei aqui, fiquei trĂȘs meses vivendo nele, antes de encontrar a casa.
- Bem, o que vocĂȘ estĂĄ dizendo agora? - Donnerwetter.
Isto nĂŁo Ă© mais uma casa flutuante. Cabem 20 toneladas de peixe lĂĄ.
Espaço de carga refrigerado.
Alguns bons ventos, para alcançar as redes.
LĂĄ embaixo, hĂĄ um forte diesel gĂȘmeo.
Dez nĂłs, nĂŁo parecem nada.
Venha. HĂĄ mais para ver.
Estes eram os beliches para 8 pessoas.
No salĂŁo, podem dormir mais 4.
Principalmente, se eu levo mais gente comigo. Eles dormem no convés.
- Cerveja? - Sim, obrigado.
VocĂȘ deveria ver os turistas.
Se formos para as Bermudas.
QuĂŁo animadas, as meninas sĂŁo.
Eles quase enlouquecem. SĂŁo muito quentes, em uma longa jornada.
E entĂŁo eles vĂȘem o sangue no convĂ©s.
Uma vez que eles estĂŁo tĂŁo animados, que quase Ă© indecente.
Ă claro que eu a tranquilizo, digo a ela que o tubarĂŁo Ă© processado em comida de gato.
A menos, que ele fosse contrabandeado como, atum no mercado.
Isso Ă© Ăłtimo.
As agĂȘncias estĂŁo felizes os turistas estĂŁo felizes.
A propĂłsito, estou feliz com o que ganho.
NĂŁo Ă© exatamente uma fortuna, mas...
OlĂĄ, Princesa! Este Ă© Alain.
Ele fica conosco por um tempo.
Ele me ajuda com os barcos, para a prĂłxima temporada, para entrar em forma.
Talvez, vai me ajudar muito.
Aqui vocĂȘ pode dormir. O banheiro estĂĄ no jardim. Vista para o mar.
NĂŁo Ă© como o "Hotel Hilton".
VocĂȘ pode comer com a gente. A Princesa cozinha muito bem.
Eu acabei de dizer que Alain pode comer conosco.
Ei, espere! Um segundo!
VocĂȘ estĂĄ com medo de queimar a torrada?
Aqui por favor.
Alguém como ela, sempre arrasta turistas para o outro lado do mar.
O que vocĂȘ quer dizer com "AlguĂ©m?"
- Bem, quero dizer... - Alguém como eu?
Apenas estranho quando alguém vive tão longe, na solidão.
Bem, salve sua imaginação, jovem rapaz.
Eu sĂł tive um pouco de sorte, que me fez sentir que poderia escolher para onde ir.
Posso garantir que nĂŁo funciona, esperar pelo grande ingresso.
Eu costumava ser um motorista de tĂĄxi, em Manhattan.
E entĂŁo, eu queria descobrir como podia ganhar um milhĂŁo.
Bem, entĂŁo um dia estaria aqui. desembarcado.
E se vocĂȘ quiser saber a verdade.
Eu nĂŁo estou mais feliz do que antes.
Um jogo de merda.
VocĂȘ sĂł precisa de uma grande conta bancĂĄria, nada mais.
- Na verdade? Sim, meu garoto. E isso acabou.
EntĂŁo tudo de novo?
- NegĂłcios turĂsticos. - Sim, isso funciona bem.
Agora eu estou dirigindo as pessoas ao redor no barco, como antes no tĂĄxi.
A Ășnica diferença Ă© a ĂĄrea.
E os muques.
- E as mulheres? - O que isso, tem a ver com isso?
Quero dizer o amor e ... Parece muito com isso.
VocĂȘ poderia trabalhar comigo, mas nĂŁo Ă© possĂvel.
EntĂŁo nĂŁo hĂĄ coisas estĂșpidas! Entendeu?
Claro.
Esperemos.
- Aqui! - NĂŁo obrigado.
- VocĂȘ nĂŁo bebe mais? - Apenas, nĂŁo hĂĄ mais coisas difĂceis.
Eu fico bĂȘbado com as coisas...
Ă por isso que parei.
Mas hå muita força de vontade nisso.
- Eu só faço o que eu quero. - E é isso que eu busco.
Bom para vocĂȘ.
Como vocĂȘ chegou aqui?
Estou quase terminando. Se vocĂȘ quiser, pode tentar agora.
Talvez mais tarde. NĂŁo hĂĄ pressa.
Princesa...
... VocĂȘ nĂŁo quer me dizer o que hĂĄ de errado com vocĂȘ?
Desde que ele estĂĄ aqui, vocĂȘ nĂŁo fala uma palavra. O que vocĂȘ tem contra ele?
Ele Ă© um preguiçoso. Ele apenas usa vocĂȘ.
Apenas, nĂŁo se preocupe com ele.
O importante, Ă© que ele Ă© um bom mecĂąnico.
Ainda melhor que eu. Eu preciso dele.
E se ele te preocupa, fique longe.
Saia do seu caminho.
Seu primeiro salĂĄrio semanal.
Bem, ele estĂĄ correndo bem. Ele soa quase como novo.
Se vocĂȘ quiser, vĂĄ para a cidade e divirta-se com o dinheiro.
Eu nĂŁo pago nada para o caralho.
VocĂȘ ainda Ă© jovem. Isso Ă© diferente na minha idade.
Eu aconselho vocĂȘ a ir. Eu nĂŁo preciso de vocĂȘ atĂ© amanhĂŁ.
Obrigado, mas eu prefiro nadar.
"Princesa", Ă© seu nome?
Nome engraçado.
Muito raro.
VocĂȘ Ă© de Trinidad?
Bem, pergunta idiota.
VocĂȘ nĂŁo fala muito.
- Ă vocĂȘ, Alain? - Sim!
O que estĂĄ acontecendo?
Malditos ladrÔes!
Pela terceira vez, eles estavam lĂĄ agora.
Talvez possamos pegar a gangue, nĂłs dois.
Venha comigo!
NĂŁo adianta mais.
Era Scheie!
Como Ă©, que vocĂȘ nĂŁo o ouviu?
- Eu estava em casa. - Mas vocĂȘ estava a apenas 20 metros de distĂąncia.
- Mas eu o ouvi. - Explique isso para mim.
Muito simples. Eu dormi.
Saqueadores e ladrÔes! Todos do mesmo tipo!
- VocĂȘ planejou a coisa? - Antoin!
Domine-se. Ă ridĂculo pensar tal coisa.
Eu sinto muito. Ă sĂł porque jĂĄ Ă© a terceira vez.
Desculpe.
NĂŁo pensarei isso novamente.
Bem, vamos para a cama.
Alain?
Bem, vocĂȘ gosta de ficar aqui com a gente, Alain?
VocĂȘ pode falar. Isso Ă© surpreendente.
E vocĂȘ pode atĂ© sorrir.
Sim. E eu posso fazer mais.
Obrigado.
O que Ă© isso?
Por que vocĂȘ estĂĄ me encarando desse jeito?
VocĂȘ Ă© tĂŁo linda.
VocĂȘ conhece metade do mundo?
Por dois anos eu viajei ao redor do mundo. Eu estava quase em todo lugar.
- EntĂŁo vocĂȘ certamente jĂĄ esteve no Rio de Janeiro? - LĂĄ tambĂ©m. Uma bela cidade.
Calçadas largas, Copacabana. à o Rio, é alegria!
Eu estive lå por 5 anos. Foi um tempo lindo naquela época.
VocĂȘ quer voltar?
Gosto da minha vida agora...
Linda Princesa.
VocĂȘ nos deixa em paz, certo?
Alain! VocĂȘ vĂȘ o que fazer, conserte!
Quando vocĂȘ voltarĂĄ?
- Em algum momento! Eu nĂŁo sei ainda! - Bem, entĂŁo. Adeus!
VocĂȘ ainda tem algo para lavar? EntĂŁo dĂȘ para mim.
Eu sempre cuido de minhas prĂłprias coisas. JĂĄ lavei.
- Antoin ainda estava com vocĂȘ? - Sim.
- E vocĂȘ fez isso? - VocĂȘ se importa?
Ah, eles sĂŁo novos aqui?
Sim. Ela nĂŁo se importarĂĄ com isso.
O que vocĂȘ gostaria de beber?
Nada. Onde estĂĄ Madeleine?
- No quarto dela. - EntĂŁo, estĂĄ certo.
Quem estĂĄ aĂ?
- Sou eu, Antoin. - VocĂȘ tem que beber de novo?
NĂŁo. E se sim, isso Ă© da sua conta?
Eu nĂŁo quero mais a loja aqui. Virou um lixo.
Porque perdemos o diretor administrativo. Outro barman novamente.
Sim, porque o velho barman se foi.
VocĂȘ sabia, que ele tentou invadir minha casa?
Antoin, eles sĂŁo todos pequenos criminosos.
Também são pessoas de bar. Oh, Antoin!
VocĂȘ sabe, eles precisam do dinheiro.
Isso para mim nĂŁo Ă© motivo, para invadirem minha casa Ă noite.
Eu vou pagar quando a temporada começar.
E o que serĂĄ deles, se nĂŁo forem pagos?
Eu quero que eles morram! NĂŁo! Espere, Antoin!
Deixe-me explicar para vocĂȘ!
As pessoas aqui sĂŁo dependentes dos poucos rendimentos adicionais.
VocĂȘ sabe disso, Antoin. Eu realmente faço muito para vocĂȘ.
Eu posso ser meu melhor cliente, nĂŁo perca!
Uma proprietĂĄria tem tanta honra no corpo, como um cocheiro de turistas!
VocĂȘ Ă© um americano feio! VĂĄ para casa! Deixe-me satisfeita!
Faça isso com seus negros!
- AçĂșcar? - Sim.
Antoin. O que foi?
Desculpe Princesa. Me desculpe. Eu estava tĂŁo irritado.
Eu, um americano feio. Algo assim...
Eles querem me matar. Os bastardos.
Bem, Ă© assim que Ă©...
VocĂȘ constrĂłi aqui do nada Abre o negĂłcio,
atrai os turistas nesta ĂĄrea abandonada,
para que o dinheirofique nas mĂŁos das pessoas,
e entĂŁo eles nĂŁo podem esperar, e quebram tudo.
Traga-me algo para beber.
- Aqui. - Que faço com o copo? Eu bebo da garrafa. DĂȘ para mim.
- Eu voltei correndo. - O que estava acontecendo?
Isso nĂŁo Ă© culpa sua!
Se vocĂȘ começar a ser curiosa agora.
Tenho saudades, de quando ficava com ela. VocĂȘs sĂŁo casados.
- Eu sempre fui apenas, uma negra para vocĂȘ. - EntĂŁo vocĂȘ sabia disso?
Venha cĂĄ, minha filha. Eu farei isso por vocĂȘ sempre por um crĂ©dito alto.
E agora me mostre o quanto vocĂȘ me ama "VĂȘnus Negra".
Venha.
Princesa!
Venha, venha. A comida estarĂĄ pronta em breve.
VocĂȘ pode me ajudar um pouco?
Princesa! Estou morrendo de fome!
Agora, vocĂȘ acaba de sujar sua camisa.
Tire isso. Eu lavo pra vocĂȘ mais tarde.
Bem vocĂȘs dois. VocĂȘ concorda com isso? Parece que sim.
Essa é uma das razÔes para um gole.
- VocĂȘ sabe que Alain nĂŁo bebe. - VocĂȘ estĂĄ certa.
Eu nĂŁo deveria beber nada durante o dia.
Seria melhor, se vocĂȘ nĂŁo bebesse nada.
Caso contrĂĄrio, algum dia vocĂȘ ficarĂĄ bĂȘbado, atĂ© a morte.
NĂŁo menos, eu estaria aqui para mudar.
O que deve mudar aqui? VocĂȘ nĂŁo gosta de algo aqui?
- Certo, Alain? - Sim!
Minha camisa. O que vocĂȘ achou quando vocĂȘ lavou?
Deixe suas piadas sem graça!
VĂĄ para o seu trabalho!
Quando Antoin chega em casa, nada Ă© feito novamente.
VocĂȘ estĂĄ sozinha?
- Eu nĂŁo sei. - EntĂŁo eu vou procurar por ele.
VocĂȘ nĂŁo pode mais viver sem ele?
Nanu. VocĂȘ tem algo contra isso?
DĂȘ-lhe seu dinheiro, e mande-o embora.
- O que estĂĄ acontecendo aqui? - Nada.
Eu sĂł estou cansada disso, para mantĂȘ-lo constantemente ao meu redor.
- Ele se tornou intruso? - NĂŁo.
Mas como ele estĂĄ aqui, sĂł temos os dois, e ainda discutindo um com o outro.
VocĂȘ sabe, a temporada turĂstica começa agora.
VocĂȘ nĂŁo vai encontrĂĄ-lo tantas vezes.
- Não esqueça, traga algo para beber também. - Cerveja?
Sim, nĂŁo hĂĄ mais nada.
- Bem, cerveja e açĂșcar. - Cerveja e açucar.
NĂŁo vou esquecer, madame.
VocĂȘ poderia me trazer um par de sapatos?
Ei Princesa, sapatos? VocĂȘ nĂŁo usa sapatos de forma alguma.
Mas agora, eu gostaria de alguns.
Ok. Se Ă© isso mesmo que vocĂȘ quer, sapatos...
Como vocĂȘ quer os sapatos? De salto alto, sandĂĄlias?
- Eu nĂŁo me importo. - EntĂŁo, deixe-me surpreendĂȘ-la.
O que vocĂȘ quer aqui?
O que hĂĄ de errado com vocĂȘ?
Esqueça o que tem acontecido entre nós. Ouviu?
- Por que eu deveria fazer isso? - Se Antoin descobrir...
... EntĂŁo, acaba com nĂłs dois.
- De jeito nenhum. - NĂŁo me toque!
Estou te avisando!
Se vocĂȘ tentar, vocĂȘ consegue isso: Faca entre as costelas!
- Princesa, por quĂȘ? O que Ă© isso? - VocĂȘ Ă© um idiota, mas nĂŁo um homem.
Bem, permita-me.
Se vocĂȘ fosse um homem, nĂŁo permitiria,
que Antoin me tratasse, como uma suja.
Por que nĂŁo vamos embora daqui?
EntĂŁo? VocĂȘ gostaria de ir embora comigo? VocĂȘ estĂĄ falando sĂ©rio?
Mas onde quer que fossemos, Antoin nos encontraria.
Alain.
VocĂȘ me ama?
VocĂȘ sabe disso.
VocĂȘ nunca me contou.
- VocĂȘ me ama tanto, que faria qualquer coisa por mim? - Sim.
EntĂŁo, vocĂȘ tem que matar Antoin.
Venha, Alain.
NĂłs sĂł temos algumas horas.
- Foi a Ășltima vez. Eu nunca mais vou dormir com vocĂȘ. - Por que nĂŁo?
- Porque vocĂȘ Ă© covarde demais para fazer o que discutimos. - O que vocĂȘ quer dizer?
VocĂȘ sabe exatamente!
Cuide do porco, ou vocĂȘ nunca mais conseguirĂĄ me ver de novo.
VocĂȘ odeia tanto o homem? O que ele fez com vocĂȘ?
JĂĄ que estĂĄ me perguntando? Ele destruiu minha vida!
- Ele me fez uma prostituta! - NĂŁo, princesa.
Ele Ă© pior que um animal selvagem. Ele Ă© nojento.
Eu nĂŁo posso mais. Eu nĂŁo aguento mais.
- O que esse cara estĂĄ fazendo comigo, Ă© nojento. - Acalme-se.
Convença-se disso, esta noite.
Eu deixo as cortinas abertas.
EntĂŁo vocĂȘ serĂĄ capaz de ver por si mesmo.
Eu nĂŁo farei isso. Eu nĂŁo posso.
EntĂŁo saia daqui, seu covarde! Eu nĂŁo quero mais ver vocĂȘ!
Sim, vocĂȘ Ă© um covarde!
O que hĂĄ de errado com vocĂȘ? VocĂȘ nĂŁo tem apetite?
- NĂŁo.
Isso Ă© porque vocĂȘ trabalha demais.
JĂĄ Ă© hora de vocĂȘ arrumar uma garota.
A melhor maneira de relaxar.
Posso ir a Porto de Espanha?
Sim, vocĂȘ pode ficar fora a noite toda.
Faça o certo. Limpe seus rins.
Até amanhã.
Um momento. HĂĄ um pub nas proximidades do Fort.
O pub Ă© chamado de "La Metier". Pergunte por Madeleine.
Ela com certeza, tem uma garota para vocĂȘ.
Ele diz, pergunte sobre sua esposa.
- Eu a conheço. - Realmente?
- VocĂȘ jĂĄ conhece a Madeleine? - Sim.
- No primeiro dia, ela me ofereceu uma bebida no bar. - Mais nada?
O que vocĂȘ, quer dizer com isso?
- Nada mais. - Tchau.
Faça-o parar de beber.
Eu quero que ele esteja lĂșcido, quando ... VocĂȘ entende.
Alain!
Alain! Ă o mesmo novamente.
Deus, Alain! Onde vocĂȘ estĂĄ?
Alain!
Alain!
O que estĂĄ acontecendo?
Esses ladrÔes de novo! Mas agora um estå preso.
O que vamos fazer agora?
Vigie a doca.
Quando o dia clarear, o pegaremos.
Eu nĂŁo posso explicar isso.
Eu ouvi ninguém ligar o motor. Depois disso, alguém atirou em mim.
Ele certamente veio com outro barco. Talvez um barco a remo?
E depois dos tiros, entrou nele novamente.
Pode ser, que vocĂȘ esteja certo.
LĂĄ, olhe! O barco.
Parece estar vazio. Não hå ninguém.
Talvez alguém esteja deitado no chão, e estå ferido.
Venha, vamos ver.
Oh, vamos deixar disso, nĂŁo funciona. Em algum momento, eu o pegarei.
O que eu queria dizer: Ser um alvo não é tão engraçado.
Eu quero que vocĂȘ vĂĄ para a cidade comigo e conte Ă polĂcia.
Ah, Princesa.
Eu dirijo para a cidade.
Eu tenho que levar Alain, como testemunha.
Como Ă©, Alain? VocĂȘ estĂĄ pronto para isso?
Sim.
Venha, sente-se conosco.
Madeleine, este Ă© Alain. Mas vocĂȘ jĂĄ se conhecem?
Sim, ele esteve aqui uma vez. EntĂŁo ele foi embora de repente.
CompreensĂvel. VocĂȘ definitivamente queria ele, como um barman.
- Sinto muito, mas ele trabalha para mim. - Realmente?
Esse cara estĂĄ na sua casa o tempo todo junto com ela?
Sim, claro. Onde mais ele deveria viver?
DĂȘ-lhe algo para beber. Sua lĂngua jĂĄ estĂĄ saindo para fora.
Charles! Traga-lhe uma limonada.
- Se vocĂȘ nĂŁo mudou seus hĂĄbitos de bebida? - NĂŁo, nĂŁo mudei.
EntĂŁo, o que estamos celebrando?
VocĂȘ tentou na Ășltima noite, roubar nossos barcos.
Só com a diferença que desta vez, um, tinha um revólver.
E entĂŁo disparou.
As balas voaram, muito perto do meu crĂąnio.
Elas sopraram minha barba. NĂŁo foi, Alain?
Sim, nĂŁo faltou muita coisa.
Talvez, eles não fossem ladrÔes.
Se vocĂȘ nĂŁo quer roubar, por que vocĂȘ vem entĂŁo?
Porque, eles queriam te matar.
Quem iria querer me matar? Para quĂȘ?
Basta perguntar, Ă sua doce menina negra.
Isso beira a idiotice. Princesa? Nunca!
Essa negra bastarda, Ă© capaz de qualquer coisa.
NĂłs devemos ir agora. JĂĄ estĂĄ na hora.
A garrafa, ainda estĂĄ cheia...
Vamos lĂĄ, vou levĂĄ-lo para o barco.
VocĂȘ nĂŁo iria mais confiar em mim, na porta.
VocĂȘ nĂŁo se importa, que eu fique com vocĂȘ?
Contanto que vocĂȘ queira, baby.
- Eu devo pegĂĄ-la amanhĂŁ? - NĂŁo diga a ela ...
Ele fica alguns dias.
Por que, vocĂȘ trabalha para ele?
NĂŁo posso fazer isso?
Se eu fosse ele, eu nĂŁo confiaria em vocĂȘ.
Por que, nĂŁo?
Porque vocĂȘ pode ganhar tudo, mas nĂŁo tem nada a perder.
EntĂŁo, o que hĂĄ de errado com vocĂȘ?
Nunca bebeu meia garrafa de rum, assim tĂŁo rĂĄpido. NĂŁo quer me contar?
Ei, vocĂȘ nĂŁo precisa ficar bĂȘbado para me possuir.
O que Ă© isso? Eu quero saber o que Ă© isso!
- Se vocĂȘ continuar assim, eu irei. - NĂŁo, fique aqui.
- Nenhuma pergunta? - Sem mais perguntas.
E quanto a Antoin?
Ele estava tĂŁo bĂȘbado, que nĂŁo pode vir.
O que houve com vocĂȘ?
Eu o alvejei.
Mas eu, nĂŁo tive coragem de matĂĄ-lo.
Covarde!
Princesa, abra essa porta...
Deixe-me explicar tudo!
NĂłs nĂŁo podemos matĂĄ-lo!
Vamos embora daqui, para longe.
Antes que seja tarde demais! Princesa!
VocĂȘ estĂĄ aĂ?
Vamos deixar o barco aqui.
EntĂŁo, estĂĄ reconhecendo?
Eu nĂŁo sei exatamente. NĂŁo tenho certeza.
Bem... Vamos seguir essa estrada.
Quem sabe, se jĂĄ estamos na ilha certa? Se nĂŁo, estamos perdendo tempo.
Eu sinto muito. Mas foi hĂĄ muito tempo.
Estou com sede.
VocĂȘ consegue algo para beber?
Um cĂŽco por favor. RĂĄpido...
VocĂȘ foi, "Rainha da Beleza". Deve fazer uns 5 anos.
- Eu me lembro exatamente de vocĂȘ. - NĂŁo, estĂĄ enganada...
NĂŁo, nĂŁo estou enganada. Eu me lembro de vocĂȘ, Princesa!
- O que ela disse para vocĂȘ? - Nada. Nada.
- VocĂȘ quer tambĂ©m? - NĂŁo. Vamos continuar, por favor.
Eu nĂŁo gosto deste lugar.
NĂŁo, vocĂȘ tem que virar Ă esquerda, me lembro bem. Vim morar aqui ainda criança, logo depois da morte de minha mĂŁe.
Aqui fui criada pela famĂlia de minha mĂŁe, e começei a trabalhar...
Sim, tenho boas lembranças desse tempo. Vim em um barco Ă noite, e quando o sol apareceu jĂĄ era possĂvel ver a costa da Venezuela...
- Tem certeza que o caminho Ă© este? Estou confiando no que me disse... espero, que possamos encontrar seu tio. - Acredite, este lugar jĂĄ conheceu tempos melhores, agora estĂĄ abandonado...
Parece mesmo que estĂĄ abandonado.
- Onde estão os habitantes do lugar? - Ninguém mora mais aqui.
- Eu sou o Ășnico aqui. - Como? NĂŁo tem ninguĂ©m?
Eu sou o Ășltimo. Estou vigiando este lugar.
EntĂŁo, jĂĄ que Ă© assim... NĂŁo podemos mais fazer nada.
Vamos voltar.
Vamos partir para a Europa.
NĂłs temos que atravessar o oceano.
Mas precisamos de dinheiro para isso. Até onde, vamos com isso?
Isso Ă© um sonho, Alain.
NĂŁo, eu nĂŁo quero. Obrigado.
Eu ainda estou um pouco bĂȘbado.
A pior ressaca que jĂĄ tive.
Vå dormir, e livre-se de sua intoxicação.
Sim, vocĂȘ quer que eu durma?
EntĂŁo meus olhos, jĂĄ estĂŁo fechando...
Ok, entĂŁo eu vou dormir.
O que Ă© isso?
O que vocĂȘ tem que fazer aqui? VocĂȘ nĂŁo me perguntou.
Devo pedir permissĂŁo?
Eu quero saber, o que vocĂȘ estĂĄ fazendo aqui.
Estou procurando tinta para o barco.
- Ok, mas me pergunte da prĂłxima vez. - Sim.
- VocĂȘ achou alguma coisa? - NĂŁo, e vocĂȘ?
NĂŁo. Nada.
Ele certamente tem tudo em um conta bancĂĄria.
Ele nĂŁo possui. Certamente o dinheiro estĂĄ escondido em algum lugar.
- EntĂŁo continue procurando. - Espero, que ele nĂŁo tenha notado nada ainda.
O que vocĂȘ, quer dizer?
Desde que ele voltou da cidade, ele se comporta de maneira tĂŁo estranha.
- Bem, vamos brindar! - Felicidades!
Quando vocĂȘ chegou aqui, vocĂȘ disse, que se vocĂȘ bebe, vocĂȘ tem problemas.
Por que, vocĂȘ estĂĄ começando agora?
- SĂł por diversĂŁo. - Ah, Ă© por isso. Ok.
Existe apenas uma regra: VocĂȘ tem que dizer a verdade.
Um faz as perguntas. Os outros dois respondem.
Um exemplo:
Com quem vocĂȘ mais quer ir para a cama?
Minha resposta:
De preferĂȘncia, com a minha Madeleine.
E vocĂȘ, Alain?
Sua resposta?
- Com ela. - Aha!
E vocĂȘ Princesa?
Apenas com ele.
E agora, vamos beber!
- Ă a minha vez agora? - Sim.
- Em honra e consciĂȘncia. - Ok.
O que vocĂȘ gostaria de ter?
Quero dizer, algo que vocĂȘ nunca teve.
Minha resposta:
Amor.
O mesmo Ă© verdade para mim. E vocĂȘ?
Espere...
Ver alguém morto.
Que razĂŁo para beber!
O amor ...
- E a morte. - Ambos estĂŁo juntos.
Sua vez, Princesa.
Agora vou te dar uma tarefa.
- Sim! - Claro. VĂĄ em frente.
Cada um de nĂłs deve dizer ao outro o que ele sente, quando olha para ele.
Amor.
Desgosto.
Doença.
Oportunidade.
E vocĂȘ, Antoin?
Em uma palavra: O copo!
Isso diz tudo, certo?
Elogios!
Vem!
Agora começa!
Aqui! Beba!
Vamos beber a nossa amizade!
O jogo ainda nĂŁo acabou. Ă a minha vez de novo.
Sim!
Essa Ă© a hora da verdade, para vocĂȘs dois.
Eu vou te dizer, onde eu quero ir.
Se vocĂȘ tem a escolha, quem vocĂȘ quer? gostaria de me matar?
Bem, princesa?
Sem resposta. E vocĂȘ menino?
EntĂŁo eu responderei por vocĂȘs dois. De acordo?
VocĂȘ tem que ir, garoto! Existem duas opçÔes.
Ou vocĂȘ pula ao mar, ou vocĂȘ, recebe uma bala entre os olhos.
Vamos lĂĄ! Na ĂĄgua.
O que vocĂȘ estĂĄ esperando?
SĂŁo apenas alguns quilĂŽmetros. Saia!
Se vocĂȘ nadar rĂĄpido, talvez nĂŁo seja pego pelos tubarĂ”es.
Bem, espere, seu merda!
Se vocĂȘ nĂŁo quer pular sozinho, entĂŁo eu vou te ajudar!
NĂŁo!
NĂŁo, Alain! Deixe ele.
Eu nĂŁo sei nadar!
Deixe ele! Por favor!
Ajuda! Me ajude!
- Oh! Alain!
Princesa! Me ajude!
NĂŁo me decepcione!
Sem cartuchos.
VocĂȘ estĂĄ indo para a cidade agora. vocĂȘ procuraria Antoin?
VocĂȘ diz que ele saiu, e nĂŁo voltou ainda.
Não se preocupe, nunca mais aparecerå. Os tubarÔes o comeram.
Charles, vocĂȘ vai nos deixar em paz?
- Olhe para... - OlĂĄ.
Por favor, um copo de rum.
Alain ... NĂŁo vejo Antoin hĂĄ muito tempo.
Ele se foi, por alguns dias.
E...
... Ele deixou vocĂȘ sozinho com a prostituta negra?
Por que ele nĂŁo deveria?
Ou... Ou Antoin mudou. Ou Ă© uma jornada sem retorno.
Sem retorno?
VocĂȘ nĂŁo disse, que nĂŁo suporta rum?
O que vocĂȘ queria dizer?
Eu quero te fazer uma proposta.
Que tipo de proposta?
Como vocĂȘ pode ganhar muito dinheiro.
NĂłs nĂŁo podemos falar aqui. Vamos para o meu quarto.
O que Ă© essa proposta fabulosa?
VocĂȘ nĂŁo a terĂĄ, com tanta pressa.
Entre primeiro.
Sente-se.
Eu nĂŁo sabia, que um homem pode sorrir assim.
Alain, eu sei que vocĂȘ matou Antoin.
Oh, nĂŁo tente negar isso. Eu tenho certeza.
O que vocĂȘ estĂĄ falando? VocĂȘ Ă© louca!
Oh, nĂŁo tenha medo.
Confie em mim. Embora eu tenha a prova do crime.
Aqui.
VocĂȘ se lembra da noite, quando Antoin ficou aqui?
Bem, ele estava convencido que nenhum ladrĂŁo estava no trabalho.
Mas que vocĂȘ e a prostituta negra, queriam matĂĄ-lo.
E ele escreveu isso, que tenho em mĂŁos.
Esta Ă© uma cĂłpia, como dizem!
O original, estĂĄ em um lugar seguro.
Esta histĂłria insana, Ă© coisa de um bĂȘbado.
Tal coisa, nunca Ă© uma prova!
Certo, Antoin nĂŁo estĂĄ mais aqui hoje...
Isso nĂŁo basta, para a polĂcia investigar?
Eu te disse, Antoin estĂĄ em algum lugar. Ele partiu para uma viagem.
Por que vocĂȘ estĂĄ tĂŁo nervoso?
Se ele acabou de sair, ele vai voltar.
EntĂŁo, vocĂȘ e esses negros nĂŁo seriam nada. Precisa ter medo!
Olha, Ă© assim:
Se eu provar que ele estĂĄ morto,
Como viĂșva, sou sua Ășnica herdeira.
Receberei 100.000 dĂłlares.
O que vocĂȘ quer de mim?
NĂŁo faça perguntas estĂșpidas. Estou pronta para dividir tudo com vocĂȘ.
Eu nĂŁo quero ser culpado de um assassinato, para vocĂȘ ganhar muito dinheiro.
NĂŁo vocĂȘ! Mas ela!
Por que vocĂȘ a odeia?
Eu tenho todos os motivos para isso.
VocĂȘ nĂŁo sabe que ela costumava ir para a cama, com qualquer cara?
Bem, como?
VocĂȘ nĂŁo tem escolha. Fique do meu lado, tesouro!
Eu pensei que Antoin a torturou.
Atormentado?
VocĂȘ ficou na cidade o dia todo. O que aconteceu?
Nada. Nada aconteceu.
- VocĂȘ disse em todos os lugares que Antoin foi embora? - Sim, eu disse.
- E vocĂȘ tambĂ©m estava com a Madeleine? - Sim, eu estava no bar.
Ela perguntou alguma coisa?
Ela sabe tudo.
Isso nĂŁo Ă© possĂvel.
Ela disse que vai para a polĂcia. Ela tem uma carta de Antoin.
- Nisso ela suspeita de nĂłs. - Oh! Eu entendi!
VocĂȘs dois estĂŁo fazendo algo em comum! Eu deveria ser a culpada?
EntĂŁo vamos desaparecer rapidamente, Alain!
Para muito longe!
Antes que alguém aqui, esteja nos procurando!
Não se preocupe, Princesa. Ninguém vai te machucar.
Eu vou cuidar disso.
- VocĂȘ procurou em todas as malas? - Sim, mas estĂŁo todas vazias.
Venha, continue.
Procure na cozinha!
Ă inacreditĂĄvel que vocĂȘ nĂŁo saiba, onde Antoin guardava o dinheiro dele!
Aqui. Encontrei!
Isso Ă© cerca de 2000 dĂłlares. Basta, nĂŁo?
Eu quero ficar alguns dias em Londres. O bilhete Ă© vĂĄlido por tanto tempo?
- Sim senhor. VocĂȘ tem duas semanas para o vĂŽo de volta. - Sim, obrigado.
- 2 bilhetes para Londres. Classe econĂŽmica. - VocĂȘ resevou? - NĂŁo.
NĂłs decidimos, apenas agora.
Eu tenho que verificar isso primeiro. Um momento.
Sim, temos mais 2 lugares disponĂveis.
- Obrigado. - Seus passaportes, por favor.
Ela estĂĄ vindo para cĂĄ.
SĂŁo 900 dĂłlares.
Obrigado.
Seus bilhetes de aviĂŁo, por favor. SaĂda nĂșmero 1.
Seu passaporte, por favor.
Senhor... Senhor, seu passaporte, por favor.
Seu passaporte...
- Qual Ă© o nome dele? - Alain Breton.
Ah, entĂŁo nĂłs o chamamos.
- Eu posso pegå-lo também. - Obrigado.
Sr. Breton! Um momento, por favor...
Espere, por favor!
Espere!
Hei! Para onde vais?
Volte!
Alain!
Fique parado!
Alain!
EstĂĄ morta!
Por que ele fez isso?
Eu também não sei. Ele acabou de deixar um cartão de embarque.
Quando chamei por ele, de repente ele fugiu.
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