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tradu��o e sincronia: saredes
Voc�s, criaturas da luz, como podem dizer com certeza...
que existe ou n�o a infinidade da noite?
As legi�es do mal n�o s�o meros caprichos...
de sua imagina��o, s� porque voc�s com seus conceitos mesquinhos...
dizem que n�o podem existir.
Uma hist�ria foi transmitida em sussurros de terror pelos s�culos.
Uma hist�ria de feiticeiros e bruxas, de lobisomens e vampiros...
De toda a descend�ncia do inferno, reunidos pelos ventos da noite, para...
a comunh�o blasfema do Sab� das Bruxas.
O anjo da morte estendeu a m�o e o tomou com sua infinita miseric�rdia.
Se algu�m quiser ver o rosto do falecido...
antes de que seja levado ao seu descanso final, v� em frente.
Como podem trazer para a casa de Deus o corpo deste servo do diabo?
Suas m�os est�o tingidas de sangue de inocentes. Ele cometeu atos hediondos.
Por favor, Kate. Voc� n�o pode interromper.
Desculpe. Ela n�o tem passado bem desde o assassinato de sua neta ano passado.
- Eu nunca imaginei que... - Eu entendo.
Pode continuar, por favor?
Do p� ao p�... Espero que encontre a paz.
Voc� tem feito muito, tio Lloyd. Ele s� te causou mis�ria.
Ele era meu irm�o. Desde que �ramos crian�as parecia me odiar.
Eu acho que me odiou toda a vida.
No seu regresso da �ndia, Elwyn parecia possu�do.
Nada era sagrado para ele. Desprezava tudo que as pessoas decentes estimavam.
Sua mente estava cheia de escurid�o.
Ele ficou obcecado com a sabedoria antiga e demonologia.
Estava louco. - Com facilidade...
chamamos de louco a quem se desvia do convencional.
Mas existem mais coisas entre o c�u e a terra do que sonha nossa v� filosofia.
V� com Gayle, eu vou para a casa de Elwyn.
Isso vai mant�-lo ocupado. - Assim espero. Anda.
Eu n�o vou demorar. - Est� bem, tio Lloyd. Vamos David.
Que horror.
- Pare. N�o sabe o que est� fazendo. - Afaste-se.
Meu mestre buscou esses livros em todo o mundo e atreve-se a destru�-los.
O mundo estar� mais limpo sem eles.
As pessoas acreditam que foi um acidente, mas eu sei que voc� o matou.
- Voc� o jogou do penhasco. - S� protegi minha pr�pria vida.
-Ele causou sua pr�pria morte. -Mentira. O seguiu at� l� para mat�-lo.
-N�o conseguir� que acreditem nisso. -Quem se importa com o que acreditam.
Voc� rezar� para que a morte chegue muito antes de falecer.
- Voc� me faz muito feliz. - N�o tanto quanto voc� me faz.
Agora devemos dizer ao meu tio. Ele � o meu tutor.
Claro. Eu n�o acho que ficar� muito surpreso.
Retornaram muito r�pido. A lua perdeu o seu encanto?
N�o, senhor. Eu...
Ou seja, n�s... o que estou dizendo...
Voc� est� tentando dizer que est�o apaixonados?
Isso mesmo, senhor. Nos d� o seu consentimento?
Sim, David. Eu sei que a felicidade dela estar� segura com voc�.
Me esfor�arei, senhor. -Eu acredito em voc�.
Agora eu vejo o futuro com menos preocupa��o.
Voc� fala como se fosse perigoso.
N�o. � que estou contente em saber que seu futuro esteja seguro.
Meu amigo... Estou de volta do abismo.
Eu estou vivo. Mais forte.
Me foi concebido o poder da vida eterna.
Me alimentarei dos vivos.
Me dar�o o sangue de seus cora��es e depois os destruirei.
Esconda meu caix�o em algum lugar e vigie-o.
Eu s� tenho poder nas horas de escurid�o.
Do amanhecer ao anoitecer, ficarei indefeso no t�mulo.
O que voc� acha, Dr. Clayton? -Eu N�o sei.
Estava em perfeita sa�de, mas est� morta.
Foi assassinada? -N�o tem feridas.
Apenas essas marcas no pesco�o. Tudo indica que sangrou at� a morte.
Eu posso dizer de que ela morreu. Sim, mas n�o acreditariam em mim.
Kate, pare de bisbilhotar ou eu vou ter que te mand�-la embora daqui.
Por favor, n�o. Eu n�o fiz com m� inten��o.
Voc� � um bom homem, Dr. Clayton. Todo mundo sabe da sua bondade.
Mas seu irm�o Elwyn trouxe-nos o mal.
Ele est� morto, Kate. Toda a sua maldade morreu com ele.
Mas ele n�o morreu. Cada dia est� mais forte.
Basta. V� embora.
Acho que eu deveria envi�-la para o hosp�cio.
Seria uma crueldade desnecess�ria. � inofensiva.
Eu acredito que sim.
Devo pedir uma aut�psia. Talvez tenha sido um assassinato.
Eu duvido que a aut�psia revele algo. Sua condi��o...
n�o � obra de nenhum veneno conhecido.
Voc� encontrou o livro que vai lhe dar a informa��o que quer.
- Elwyn. - Eu te assustei?
- Eu sinto muito. - N�o pode estar a�. Voc� est� morto.
Eu n�o estou morto. Eu tenho vida al�m de sua compreens�o.
Mas nem por isso voc� deixa de ser um assassino.
Se deu o direito de me julgar e destruiu minha vida mortal.
Eu estou perdendo meu ju�zo. O corpo de Elwyn n�o tinha sinais de vida.
Voc� vai saber que eu n�o sou uma inven��o da sua imagina��o...
Quando voc� sentir todo o peso do meu �dio. Sua vida ser� uma tortura.
Te arrancarei tudo o que ama antes de te dar uma morte s�rdida.
Jovens namorados ao luar. O tema de tantas raps�dias po�ticas.
Gayle � f�cil de hipnotizar. Me havia atribu�do a tarefa...
de inici�-la nos mist�rios escuros.
Mas o respeit�vel Dr. Clayton se rebaixou para o assassinato.
Sim. Sua vida era uma amea�a para todos os decentes
e n�o tinha o direito de existir.
Mas voc� falhou.
Com meus poderes, minha vida � indestrut�vel...
Alimentada eternamente pela vida que arrebato dos outros.
Tirarei a vida de Gayle lentamente.
Ver� ela apagar-se dia ap�s dia, impotente para salv�-la.
Eu n�o sei o que voc� �, mas...
O que aconteceu? -Voc� est� bem, tio Lloyd?
N�o se preocupe, Gayle. Pensei ter visto alguma coisa.
-Me deu um susto terr�vel. -Desculpe ter te assustado. Era uma sombra.
-Est� Tarde. V� para a cama. -Est� bem.
-Boa noite, Gayle. -Boa noite, tio Lloyd.
Boa noite, David.
Vai ser uma longa espera at� amanh�.
Um jovem m�dico ambicioso n�o deve perder tempo.
Perdoe-me se pare�o impertinente, Dr. Clayton...
Mas voc� disse a verdade sobre os tiros?
N�o. Tenho raz�es para duvidar da minha sanidade.
-Por que diz isso? -Eu vi meu irm�o Elwyn...
como te vejo agora, e falei com ele.
Se n�o fosse uma alucina��o... seria terr�vel pensar nisso.
N�o se preocupe. Voc� tem estado sob muita press�o.
Sabe que a mente nos prega pe�as �s vezes.
Essa � a minha �nica esperan�a.
Deixe-me cuidar de seus pacientes e em breve se sentir� como novo.
Obrigado, David.
Que reaviva a chama vacilante de sua vida com uma vitalidade em v�o.
O resultado final n�o vai mudar.
Logo eles te declarar�o morta. Ent�o acordar� e ser� como eu.
Me servir� e me obedecer� para sempre.
- Bom dia, David. - Bom dia, Dr. Clayton.
- Como ela est�? Est� melhor hoje? - Estou muito preocupado com ela.
Fa�o tudo que posso com ela, mas sua condi��o s� piora.
- Ainda n�o descobriu a causa? - Tem sintomas de anemia aguda...
e a estou tratando disso, mas nunca vi um caso na hist�ria da medicina...
- que se desenvolveu t�o r�pido. - Algo tem que ser feito.
N�o podemos deix�-la morrer.
Ol�, Gayle. - Ol� querido.
-Lamento causar tantos problemas. -N�o se preocupe. A curaremos em breve.
Tenho certeza disso. Eu amo estar aqui sob o sol.
� noite, � muito diferente. Um pesadelo horr�vel me assombra.
- Sobre o que voc� sonha? - Eu sonho que algu�m me segura.
N�o posso mover um m�sculo. E ent�o eu sinto que minha vida se dilui.
- E essas marcas no seu pesco�o? - Deve ter sido um inseto.
- � algo muito desagrad�vel. - Desde quando voc� as tem?
Eu n�o sei. As notei por acaso outro dia no espelho.
- D�i? - N�o. Na verdade, n�o sinto nada.
Que estranho. Doutor Clayton...
Gayle n�o deveria receber uma transfus�o de sangue?
Sim, eu estive pensando nisso. O laborat�rio tem doadores.
-Pode ser o meu, se meu sangue servir. -Claro, eu vou fazer um teste.
Seu rosto j� tem mais cor.
Como voc� se sente, querida? - Muito melhor.
Acho que n�o devemos nos preocupar.
O que foi?
Uma c�ibra. � melhor deix�-la dormir. Recupere-se.
Voc� � o melhor tio que algu�m pode ter.
Fique melhor. Lembre-se que voc� vai se casar.
Eu n�o vou esquecer.
- Dr. Clayton, algo te perturba? - Sim. Vi um rosto na janela de Gayle.
- � um absurdo. A janela dela... - Isso vai te parecer uma fantasia...
mas acho que Elwyn � respons�vel de uma...
amea�a intang�vel que paira sobre n�s.
-Imposs�vel. Elwyn est� morto. -� imposs�vel segundo as leis naturais,
mas voc� tem certeza que n�o h� leis sobrenaturais?
Temos visto Gayle debilitando-se mais e mais. Ela se afunda a cada dia.
A ci�ncia m�dica n�o tem uma explica��o.
Dr. Clayton, se a ci�ncia m�dica ignora algo...
eu n�o recorreria a supersti��o para explic�-lo.
N�o me pe�a para acreditar que Elwyn est� amea�ando Gayle.
Os mortos n�o t�m poder sobre os vivos. - J� n�o sei em que acreditar.
H� tanta coisa acontecendo que falta uma explica��o natural...
Voc� vem comigo at� a cripta de Elwyn?
-Para qu�? -Se existem essas coisas de vampiros...
uma estaca no corpo poder� destru�-lo.
Isso � rid�culo. Eu me sentiria um idiota ou algo pior.
Seria uma miss�o indigna.
Voc� quer ter escr�pulos? A vida de Gayle est� em perigo.
- OK. Eu vou com voc�. - N�o h� tempo a perder.
Levaram o caix�o.
-Estudantes de Medicina? -Receio que n�o.
Elwyn dedicou sua vida para obter o poder do mal.
Que for�as do mal ter� desencadeado?
Dr. Clayton, acreditavam nisso na Idade M�dia, hoje em dia n�o.
Eu sei que tudo tem uma causa natural.
Eu me recuso a acreditar que ameacem Gayle do al�m.
Talvez voc� esteja certo, eu n�o sei.
Eu quero casar imediatamente e lev�-la daqui.
- Uma mudan�a de clima seria ben�fico. - N�o sei se ser� o melhor.
Vou pensar.
Xerife, n�o posso esperar mais.
-Qual o problema? -Se n�o fizer algo...
temo que Gayle seja assassinada.
-De quem suspeita? -Do Dr. Clayton.
Imposs�vel. Ele � o melhor homem que eu conhe�o.
� o que eu pensava, mas tive que mudar de opini�o.
Ele est� louco ou est� tentando desviar as suspeitas...
com uma hist�ria fant�stica de uma vingan�a vindo do t�mulo de Elwyn.
Por que ele iria mat�-la?
Ele herdar� a fortuna se ela morrer sem ter se casado.
O Dr. Clayton n�o precisa de mais dinheiro, ele � rico.
� uma acusa��o muito grave, com base em meras suspeitas.
Ent�o o que? Estou cansando de v�-la morrendo. Precisamos fazer algo.
Eu insisti em uma transfus�o e em seguida ela se recuperou.
Eu mesmo a vi mais forte. No dia seguinte tava mais fraca do que nunca.
N�o posso fazer nada se n�o me der provas de uma inten��o criminal.
Ap�s Gayle morrer, talvez voc� possa acus�-lo de assassinato.
Vai ser um grande conforto para mim.
-Voc� est� dormindo? -N�o. O que est� acontecendo?
Soube o que acontecia com voc� e tive que vir. S� eu posso te salvar.
Eu aprecio o seu interesse, mas � imposs�vel.
Eu sei que voc� n�o acredita em mim. Voc� me considera louca, como todos.
Mas sei mais sobre certas coisas do que todos os livros do doutor neste quarto.
Usa esse len�o para esconder as marcas. Eu sei o que as causou.
Eu sei o que rouba sua vida durante a noite e sei o que te salvar�.
Em v�o eu falaria com o doutor e os outros. Mas n�o acreditariam em mim.
O xerife amea�ou me colocar no manic�mio.
- N�o se preocupe com isso. - Eu posso te ajudar se me permitir.
Tome, use esse crucifixo. Coloque em seu pesco�o. Nunca o tire.
Venero a cruz, � claro, mas em que me ajuda us�-la?
Eles n�o podem tocar em um s�mbolo sagrado.
Eles? Quem voc� quer dizer?
Vampiros. Criaturas do diabo, nem vivos nem mortos.
De dia eles dormem em suas sepulturas. Mas � noite assombram a terra.
Eu n�o fiz isso por mal, Dr. Clayton.
Temo que mesmo n�o fazendo por mal, voc� est� alterando a paciente.
-Eu n�o queria. S� queria ajud�-la. -Eu entendo, mas � melhor voc� ir.
O vampiro � seu irm�o Elwyn. Destrua o corpo dele com fogo.
S� ent�o vai acabar com seu poder maligno.
O caix�o n�o est� l�. Algu�m o levou.
Voc� tem que localiz�-lo.
� noite, ele � indestrut�vel... Mas de dia ele n�o est� protegido.
Farei tudo que puder para ajudar a encontr�-lo.
Acredita nela? � por isso que eu tenho aquele pesadelo?
N�o sei, querida. Parece absurdo, mas � a �nica explica��o pro seu estado.
Estou convencido de que h� uma for�a do mal. N�o quis assust�-la com isso.
Recusei-me a acreditar no que via.
Fa�a o que ela te disse. Use-o, querida.
� o s�mbolo de um poder que nos liberta de todo mal.
Precisamos de ajuda divina.
Eu j� n�o aguento mais. Temos que nos enfrentar.
- Acho que est� matando Gayle. - Como eu poderia fazer isso?
Eu n�o sei que m�todos diab�licos est� usando.
Mas se ela morrer... Eu vou mat�-lo.
Estou fazendo meu melhor para salv�-la.
Voc� espera que eu acredite? Qualquer um que tenha...
no��es m�dicas sabe que ela n�o padece de uma doen�a comum.
Sua vitalidade � destru�da de forma sistem�tica.
� verdade. N�o sei como faz�-lo crer no que meu senso comum rejeita.
A vida dela � amea�ada por uma criatura anormal
que n�o tem o direito de existir.
Essa criatura anormal � humana. N�o um fantasma do al�m.
Se eu pudesse, eu a levaria daqui. Mas a lei protege voc�.
Eu s� posso responsabiliz�-lo pela vida dela.
Se ela morrer... Voc� tamb�m vai.
Eu n�o culpo voc� por suspeitar de mim...
nem por pensar que eu sou um assassino enlouquecido.
A verdade � ainda mais inacredit�vel.
Eu acho que ela est� melhor aqui do que se voc� lev�-la.
Por que n�o fica para cuidar dela? Ficaria contente de ter a sua ajuda.
Me desculpe se eu fui injusto.
Eu me preocupo tanto com Gayle, que quase perdi a raz�o.
Eu te entendo, sinceramente. Vamos ver como ela est�.
Como voc� se sente, querida? -Um pouco melhor.
E eu n�o tive pesadelos. -Que Bom. V� dormir.
Eu vou ficar ao seu lado. -Que bom... no caso de eu acordar.
Voc� j� n�o ter� mais pesadelos. Boa noite.
Boa noite, tio Lloyd.
Quando estiverem dormindo, entre na casa e tire o crucifixo do pesco�o.
- Voc� pode fazer isso, n�o �? - O que voc� pedir, mestre.
O que quer comigo? Eu n�o fiz nada.
Estava tentando esgan�-la. O que voc� sabe disso?
� o servo de Elwyn. Por que est� aqui?
Tentava estrangular Gayle. -Eu n�o ia machuc�-la.
O que estava fazendo no quarto? -Elwyn o mandou com algum prop�sito?
Voc� levou o cad�ver dele. Onde o escondeu?
Eu n�o sei do que est� falando.
-Elwyn Est� morto. -N�o est� morto, nem vivo.
� um vampiro. Gayle n�o estar� segura at� que seu cad�ver vire cinzas.
-Do que t� falando... -Sei que n�o acredita em mim, mas...
isso n�o pode me deter agora.
Eu n�o hesitarei em nada para faz�-lo falar.
- Onde o esconde de dia? - Voc� nunca vai saber.
Eu quero saber o que voc� estava fazendo nesta casa.
- L� vai ele. - O que voc�s podem contra mim?
Eu tenho poderes al�m de suas compreens�es.
Suas vidas est�o a minha disposi��o.
- N�o � poss�vel. - � poss�vel.
Agora voc� sabe o que enfrentamos.
O que podemos contra uma criatura dessa?
Apesar do que ele diz, podemos destru�-lo.
Cuide de Gayle. N�o a deixe sozinha por nenhum momento.
-Voc� falhou. -Foi inevit�vel. Ele acordou.
Vou tentar novamente. -N�o, j� est�o avisados agora.
Devemos tentar outra coisa.
Boa noite, xerife. -Boa noite, doutor.
Bentley fez umas acusa��es graves esta manh�.
Sim, ele estava louco de preocupa��o.
Ele veio para me acusar de querer matar Gayle.
- Isso mesmo. - Voc� n�o acredita nisso.
N�o, mas outros o ouviram e os rumores correm.
Agitou-se um vespeiro. Um irrespons�vel poderia cometer uma imprud�ncia.
Lamento que as pessoas pensem isso de mim, mas n�o vejo o que posso fazer.
Sugiro que saia daqui por um tempo.
As pessoas v�o se acalmar e voltar�o � sanidade.
Eu n�o posso sair. Eu tenho trabalho a fazer aqui.
Ent�o � aqui que voc� descansa durante o dia.
Voc� se tornou um vampiro.
Zombando da morte e n�o descansando em paz.
O Dr. Clayton acreditar� em mim quando ele te ver.
O fogo destruir� seus poderes malignos.
Talvez o doutor seja um desses que finge
ser um santo de dia e � noite � um assassino.
Pessoas morrem e ningu�m sabe porqu�. Precisamos fazer alguma coisa.
-Eu n�o gosto que fale assim. -N�o gostamos que voc� n�o fa�a nada.
Fa�o quando � poss�vel.
N�o h� provas de assassinato contra ningu�m.
Te prenderei por incitar a viol�ncia, se voc� n�o se calar.
Xerife. Socorro.
-Kate foi assassinada. -Onde isso aconteceu?
No cemit�rio abandonado.
Eu ouvi gritos. Cheguei tarde. Tinha o pesco�o quebrado.
Voc� viu algu�m? -N�o me preocupei em procurar.
N�o gosto de assassinos loucos.
Isso mostra que h� um assassino louco solto por a�.
Procurar � o meu neg�cio. N�o quero uma multid�o de justiceiros.
� definitivo. Leve-me onde est� o corpo.
� melhor voc� fazer algo r�pido.
Por que estou aqui?
A velha Kate descobriu. Eu tive que mat�-la.
Sabia que vasculhariam o cemit�rio e o trouxe at� aqui.
Voc� ser� bem recompensado pelo seu servi�o fiel, Zolarr.
Prepare aqui minha cripta secreta para que eu n�o seja perturbado.
Tudo vai ser como voc� diz.
Poderoso senhor do abismo,
teu servo se inclina em obedi�ncia eterna a tua vontade.
Chegou a hora de destruir aqueles que nos interp�em.
Kate morreu em v�o por encontrar este lugar.
Se eu soubesse a tempo que ele estava aqui...
Lou. Lou. Lou, abra.
O doutor cometeu outro assassinato. Eu o vi.
Chame os outros. Vamos acabar com isso agora.
Doutor Clayton.
- Voc� deveria cuidar de Gayle. - Tudo bem. Acabo de v�-la.
Voc� achou o esconderijo? -Sim, mas era tarde demais.
O caix�o j� tinha sido removido.
Eu n�o sei por que eu n�o procurei antes no antigo cemit�rio.
A pobre Kate sacrificou sua vida em v�o.
J� nos cansamos de esperar que o xerife fa�a alguma coisa.
Gayle est� bem. Ela dorme como um beb�.
O que vamos fazer agora? -Eu n�o sei.
Precisamos do caix�o e n�o sei onde procurar.
Pense nos locais mais prov�veis.
A casa de Elwyn. Talvez ele o levou pra l�.
- Vale a pena tentar. - Doutor Clayton.
Fique com Gayle. Deixe-me ir.
Eu j� te disse que eu devo ser aquele que o destruir�.
�ramos irm�os. Esse �dio entre n�s durou a vida toda.
Se eu falhar, ent�o voc� vai ter que lutar contra ele.
Por Gayle e pela humanidade.
Alguns v�o pelos fundos. Os outros me sigam.
Onde est� o Dr. Clayton?
N�o est� aqui. -Cad� ele?
- O que quer com ele? - Evitar que ele cometa mais assassinatos.
- Dr. Clayton � inocente. - Disse que ele queria matar Gayle.
Eu estava errado, acredite em mim. Estava muito errado.
Hoje � noite eu o vi com meus pr�prios olhos. Eu peguei ele no ato.
- N�o era o Dr. Clayton, e sim seu irm�o Elwyn. - Voc� ficou louco?
Elwyn Clayton est� morto. Todos sabem disso.
- Voc� n�o entende... - N�o entendo por que est� protegendo ele.
Entrem. Revistem a casa. Andando.
- Ou�am, n�o podem... - Prossigam com a busca, caras.
Operadora. Operadora.
-Operadora. -Voc� n�o far� isso.
Acredite-me, est�o cometendo um erro terr�vel.
� verdade que Elwyn cometeu esses assassinatos.
Come�o a acreditar que � t�o louco e perigoso quanto o Dr. Clayton.
Voc� nunca sair� vivo daqui.
Esperaremos aqui. Ele tem que retornar alguma hora.
Olhe para isso. Um livro sobre bruxas e vampiros.
Nenhuma pessoa em s� consci�ncia iria ler este lixo.
Logo vai amanhecer. Eu acho que ele saiu para um passeio noturno.
Voc� n�o entenderia.
Eu entendo de assassinatos e sei o que fazer sobre isso.
Mestre.
Mestre.
Voc� n�o espera a morte.
Ela vem ao seu encontro.
Pense nisso ao morrer: Gayle vai se tornar uma vampira.
E ser� minha escrava para sempre.
Acenda a luz.
Ele escapou. Vamos.
L� vai ele.
Mestre.
Mestre. Mestre.
Voc� est� enfraquecendo. Certo? Est� quase chegando sua hora.
Ao amanhecer voc� estar� indefeso como um defunto.
Mestre. Mestre.
Me solte. Voc� vai queimar vivo.
Vou te destruir mesmo que me custe a vida.
Mestre.
-Olhem. -Meu Deus. S�o dois dele.
Mestre. Mestre.
N�o existe maior amor do que aquele que d� a vida por seus amigos.
Todos lamentamos a morte de um amigo, mas...
nos alegra saber que ele goza da vida eterna...
onde n�o h� dor ou tristeza.
tradu��o e sincronia: saredes
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