All language subtitles for Tonka.1958

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Original subtitles

TONKA O CAVALO COMANCHE

O �nico sobrevivente do hist�rico massacre de Custer foi um cavalo.

Esta � a sua hist�ria.

O que est� a acontecer White Bull?

Os cavalos selvagens s�o criaturas muito assustadi�as.

S� eles � que ca�am e n�s ficamos a olhar.

N�s pod�amos apanh�-los.

Se pudesses escolher um, qual � que escolhias?

Aquele castanho, o maior que o rebanho est� a seguir.

Ele � muito lento, n�o vai conseguir.

Ele segura o passo para os ajudar e a proteger os mais jovens.

N�o existe coragem igual. Ele � realmente um animal corajoso.

Eu n�o o ia querer.

�ptimo, ent�o � meu.

Hei, olha, est�o a voltar!

Se ele entrar no canyon, podes dizer adeus ao teu cavalo.

- Aonde vais? - Apanhar o meu cavalo.

A corda � do Touro amarelo. Ele proibiu toda a gente de a usar.

Amigos n�o dizem nada.

Para que n�o est�s a tomar conta das coisas?

Estava a tentar apanhar um cavalo selvagem.

Estava a tentar apanhar cavalos s� com as m�os?

- N�o, eu usei a sua corda. - Onde � que est� a corda?

Eu perdi-a.

Com os cavalos?

Onde � que ela est�?

No pesco�o do cavalo que se escapou.

N�o cumpriu as minhas ordens, e ainda me perdeu a corda.

A partir de agora vai andar com as mulheres e os c�es!

Teve algum problema.

O meu filho. Este � um sinal de que foi punido.

Vejam! O White Bull est� a p�! O que aconteceu White Bull?

Ser� que o teu cavalo te derrubou?

O grande guerreiro! White Bull corre a p� atr�s dos outros!

Pobre White Bull!

Grande guerreiro!

Eu n�o estou com fome.

Deves comer, se queres crescer para te tornares um homem.

N�o preciso de alimentos para me tornar um homem!

Mas a comida tamb�m � importante.

Mas n�o � t�o importante como os cavalos.

Ou escalpes.

Porque voltou a p� para o acampamento?

Touro Amarelo n�o me deixou vir no cavalo.

Porque � que ele fez isso?

- Ent�o ... - White Bull!

O chefe quer ver-te.

Touro Amarelo.

Em breve todos v�o saber o que aconteceu, m�e.

Toda a tribo.

Touro Amarelo disse-me que te deu um trabalho e que

o abandonaste, e ainda lhe roubaste a corda para capturar

os cavalos selvagens e a perdeste.

�s vezes, o melhor � ouvir os dois lados da hist�ria.

Agora � a tua vez de falares.

Est� certo, mas, n�o roubei a corda eu s� a queria usar.

Al�m disso, o Touro Amarelo corria o risco de perder

todos os cavalos selvagens.

Mas, eu deixei-te a tomar conta das coisas.

A regra da tribo � que os mais velhos tem certos privil�gios.

Touro amarelo, e os seus tem o direito de tomar decis�es,

e os mais jovens n�o tem direito a tomar nenhuma decis�o.

Touro Amarelo � obrigado a ensinar-lhe os princ�pios da ca�a e do combate.

E ele n�o faz nada disso.

Porque � ainda muito jovem.

E quando chegar a hora de aprender essas coisas, ser� que vai valer a pena?

N�o, ele roubou-me a corda.

E outra coisa, ele tamb�m perdeu o arco e as flechas, que o chefe

lhe deu aos 16 ver�es.

Isso � verdade, meu filho?

� Verdade.

O que fizeste � muito feio, White Bull.

Tenho de te castigar.

N�o voltas a ca�ar at� que proves que podem confiar em ti.

� tudo.

- Vou vingar-me de Touro Amarelo! - Esquece isso filho, tens de ter

procedimentos justos, filho.

A tua primeira obriga��o � ires procurar o saco com arco e flechas.

Sabemos que n�o vai ser f�cil.

Nem sequer me perguntou, o que o Touro Amarelo me fez.

Ele queria que eu fosse castigado.

N�o vou ficar tranquilo enquanto n�o o encontrar.

Eu cheguei a v�-lo, M�e.

Era castanho avermelhado.

Assim como as �rvores, quando o inverno est� a chegar.

Ele era grande e forte.

Mas, era um pouco desajeitado.

Isso, porque ele ainda � jovem e continua a crescer.

Crescer � dif�cil para eles, e tamb�m para os rapazes.

H� uma altura em que o corpo � maior do que os p�s.

Ent�o podes cometer erros.

Come filho, e vai dormir com os teus sonhos.

O sol nasce muito cedo.

N�o tenhas medo! N�o te vou magoar.

Est� quieto.

Tem calma.

Estavas a tentar chegar � �gua?

Eu vou buscar-te um pouco para beberes.

Est�s com sede.

Est� quieto.

Fica quieto, calma.

Deixa-te estar.

Quieto, calma!

Bebe!

Tem calma. J� te vou soltar, mas primeiro quero ter

a certeza de que n�o vais fugir.

Gostaste, ainda bem.

Eu podia cortar a corda mas n�o teria mais utilidade,

Tem calma, rapaz! Tem calma.

Al�m disso, ela � do Touro Amarelo.

Eu s� a trouxe emprestada para te apanhar.

Gostei de ti desde o momento em que te vi.

Acho-te um belo animal. Mas �s muito forte, para mim.

Disse � minha m�e que eras um pouco desajeitado.

Bem, talvez sejas, mas � porque ainda n�o gostas de mim.

Mas eu n�o te vou dar para ningu�m.

Vamos chegar ao acampamento os dois a cavalgar.

Agora ser�s meu.

Est� quieto.

Pensas que �s inteligente, n�o �? Amanh� vou-te mostrar quem � o mestre.

Calma, fica � vontade, isto � tudo teu.

Eu voltarei.

N�o encontraste o arco e flechas?

Talvez amanh� tenha mais sorte.

N�o te preocupes com isso, m�e.

Encontrei a corda do Touro Amarelo.

Eu apanhei o cavalo selvagem e preciso dela para o treinar.

Ele vai ser o melhor cavalo de toda a Dakota.

Vou cham�-lo ... vou cham�-lo Tonka Vejkan.

Grande.

P�ra de te gabares e come.

N�o, obrigado m�e, n�o tenho vontade como lhe disse.

N�o deve chamar-me de filho m�e, se quer que eu seja homem.

Tens fome Tonka!

V� o que eu tenho aqui.

A erva ainda est� molhada pelo orvalho, por isso �

melhor ainda a esta hora.

N�o, queres a erva, ent�o vem apanh�-la.

P�ra, Tonka!

Isso, Tonka!

Agora porta-te bem!

Acho que est� quente demais para lutarmos a esta hora do dia.

Gostavas de me matar �?

Presumo que tamb�m me sentiria assim se fosse capturado

pelo homem branco.

Mas eu quero que sejas meu amigo, Tonka.

Disse � minha m�e que te chamavas Tonka Vejkan.

Agora que estamos de acordo p�ra de lutar.

Assim � melhor.

Est�s a ser inteligente.

V� l� tem calma.

Tem calma.

Vou tirar isto da tua crina e lavar-te para

ficares bem ao lado dos outros cavalos na aldeia.

Tem calma.

Bem, capit�o, parece que n�o fomos t�o inteligentes.

Segundo o manual de guerra, do tenente a surpresa � um

elemento importante em qualquer ataque.

Ele s� se esqueceu de dizer de quem � a surpresa, se � nossa ou do inimigo.

Vamos acampar aqui, G. Nolan.

Escolha um bom lugar para si.

Preparar para desmontar.

Sim, senhor.

Pelot�o, desmontar!

Olha, Tonka, trouxe-te uma amiga. Vais aprender com ela

como � ser um bom cavalo.

Anda, vai l�.

Na aldeia vais aprender, que a mulher sempre manda.

Se queres erva, vem busc�-la.

� melhor te despachares ou n�o vais comer.

Viste, n�o � preciso teres medo.

Assim est�s a portar-te como um bom cavalo.

� divertido, anda.

Olha, come este nabo, toma, � muito bom.

Viste. � bom, n�o �?

� bom, n�o �?

Queres mais? n�o? Tens de comer.

Devagar, calma Tonka.

Se deixares que eu te monte, ganhas mais um nabo.

Desta vez vou querer um pouco mais de espa�o.

Tem aqui uma �rvore e isso poder� atrapalhar.

E posso cair e bater com a cabe�a nas rochas.

N�o, n�o, ficas aqui, para eu regressar.

Se ele me derrubar.

Viste, N�o precisas de ter medo.

Eu sou teu amigo, Tonka, agora sou o teu dono.

Vamos parar um pouco para descansar.

Em breve iremos para a minha casa, no norte.

Eu ficarei feliz quando voltarmos para o meu povo.

O meu tio � um grande homem e vai perdoar o que eu fiz.

Queres Nabo.

A minha m�e vai deixar de baixar a cabe�a de vergonha.

Ent�o eu vou voltar a poder ca�ar.

Vou matar b�falos e tirar escalpes nas batalhas.

Faremos isso juntos, Tonka.

Vais ca�ar comigo, e vamos lutar juntos nas batalhas.

Vamos.

Este pode ser um dos nossos cavalos.

Disparem alguns tiros para o assustar.

Vamos Tonka, vamos!

Vamos, corre � vontade!

Espera, Hank!

Atirar num cavalo assustado s� lhe vai acertar nas n�degas.

- � um bom cavalo, n�o. - Gostou n�o foi?

N�o conseguimos segui-lo, parece que estamos travados.

� Esquerda virar!

Venham, venham � o White Bull?

Vejam, trouxe um cavalo!

Onde tens estado? � aquele garanh�o selvagem!

Onde o conseguiste? Onde o apanhaste?

J� vais saber, Urso Forte.

Bem-vindo a casa, White Bull.

� bom estar de volta.

Voltei para mostrar ao chefe que pode confiar em mim.

Eu trouxe de volta o arco e flechas e a corda de crina colorida,

que � do meu primo Touro Amarelo.

Eu quero devolver-te isto.

E que n�o fique nada de mau entre n�s.

Agiste com sabedoria, eu estou feliz.

Que cavalos s�o esses?

Este chama-se Tonka Vejkan,

Eu o capturei e o treinei sozinho.

E esta, � Ave da Pradaria, e eu a trouxe para a minha m�e.

Eu a roubei aos soldados brancos, quando foram atacar a aldeia.

O que temos agora, uma mentira?

N�o se trata de uma mentira!

Eu matei um soldado, e espantei os cavalos.

Todos, excepto este.

Eu o segurei quando estava a andar e ele ajudou-me.

Se n�o � mentira

que matou um soldado, onde est� o escalpe?

N�o houve tempo.

Os outros soldados ouviram e tive que fugir rapidamente.

Mas, se ainda d�vida de mim isto prova de que

eu falo a verdade.

Eu quero dar de presente, ao meu chefe.

Obrigado, uma faca longa � um bom presente.

Para retribuir,

quero dar-te este talism�, para te proteger dos maus esp�ritos.

Agora que tens os teus cavalos, quero dar-te permiss�o para ca�ares.

Se tudo correr bem, em breve, ser�s capaz de ir para uma batalha.

Parece um cavalo muito bravo.

Ele � o melhor cavalo em todo o territ�rio de Dakota!

Vou mostrar-lhe.

Tonka, anda, vem.

Vamos!

Tonka Vejkan, � um bom nome para o cavalo.

Ele � realmente fant�stico!

Viu como cumpri a minha promessa?

Estou muito orgulhosa, meu filho.

Esqueci-me de lhe dar a recompensa.

Quando ele mostra boa vontade, ganha um nabo.

Se fores bom para ele tudo fica resolvido.

Vamos, temos de dar de beber aos cavalos.

Parem!

Quero falar com os meus parentes.

Certo primo, mas pode ser noutra hora.

Espera.

Lindo cavalo que tens, primo.

Bem, tem p�lo bonito. Pernas fortes,

bons dentes, eu fico com ele.

N�o, ningu�m mo vai tirar. Solte-o!

- Deixe-o, tem medo de ti! - Este cavalo � meu e o vou

- levar nem que seja � for�a! - Fique com o outro!

N�o � poss�vel teres o Tonka, ele � meu.

Eu o apanhei e o treinei.

- Exijo que mo entregues. - N�o!

- N�o podes ficar com ele. - Ele pertence ao White Bull.

N�o tem direito de tirar o cavalo ao meu filho.

Tenho direito sim.

� um privil�gio que tenho.

Toma a �gua, eu dou-ta.

- Quero este. - N�o! Agora larga-o!

P�ra!

Deixa o chefe decidir isto.

A tua m�e falou com sabedoria. Vamos deixar o chefe decidir.

Apesar de n�o gostar do processo White Bull, n�o posso negar

que ele tem direitos, de acordo com os costumes da tribo.

Ele � um grande guerreiro. Tem 40 penas na sua plumagem de guerra.

White Bull ainda tens de ganhar a tua primeira.

Mesmo n�o sendo da minha vontade, o cavalo deve ficar com Touro Amarelo.

Ele � apenas um jovem, achas que isto vai ser bom para ele.

Ele deve aprender e aceitar que eu sou o mestre.

Isto ser� por pouco tempo, Tonka. Vou ter-te de volta de qualquer maneira.

Ainda vamos ficar juntos.

Vou dar-te um nabo.

Anda.

Chama o C�o Andante e traz a minha corda e r�deas com a boca de ferro.

N�o quero correr riscos com esse cavalo.

Entrega-me o meu cavalo White Bull.

Seu animal do diabo! N�o sou bom para ti?

Atira uma corda nele!

N�o sei o que est� a acontecer com ele!

N�o v�o conseguir nada assim.

Ele � jovem e em breve ir� aprender a crueldade dos homens e subjug�-los.

Mas a culpa � minha, eu � que o apanhei.

Eu sou culpado por isso.

Deixem-no! Ele nunca teve isso na boca!

- Ele n�o sabe o que � isso. - Ent�o est� na hora de aprender.

Touro Amarelo � louco!

Vou mat�-lo!

Eu sou teu amigo, e posso ajudar-te a mat�-lo.

O que voc�s querem fazer � um absurdo!

Touro Amarelo � um homem cruel, mas � um grande guerreiro.

N�o podemos fazer nada contra tal homem.

Essa dor, em breve vai passar.

Tens a Ave da Pradaria, podes tomar conta dela.

Vou tirar o esp�rito do dem�nio que tens dentro de ti!

Vou tir�-lo! Vou tir�-lo!

Levanta-te! Levanta-te!

Vou tirar o esp�rito do dem�nio que h� em ti!

Vou tir�-lo! Vou tir�-lo!

N�o consigo ver nem suportar o que fazem contigo, Tonka.

Vou libertar-te.

Deves ir para um lugar seguro.

Isto � um adeus.

O chefe disse que isto pode proteger.

Vai proteger-te.

Nunca te vou esquecer.

Ser�s sempre meu amigo.

Agora vai.

Vai, Tonka.

Corre r�pido para nunca te apanharem.

Vai.

Est� bem.

O �ltimo nabo.

Pronto Tonka, vai!

Faz o que te digo, vai!

Foge!

Agora, vai!

Adeus, Tonka.

Rapazes, estejam prontos para os perseguir!

N�o podemos correr o risco, de que nos escapem.

Voc�s v�o cerc�-los pela esquerda, e n�s vamos

pela direita.

Deve fazer sinal quando estiverem prontos! Vamos.

Esperem!

Parece que temos ali um problema.

Ei, isto pode-nos facilitar as coisas.

V�o estar ocupados e n�o nos v�o ver.

Vamos.

Preparem a corda, ele vai fugir!

Ele � muito forte, e pela idade vale uns 90 d�lares.

- Bom dia, Hank. - Bom dia, Miles.

Veio ver os novos cavalos que chegaram?

Eu sempre os venho ver Sr. Nolan na esperan�a de encontrar algo.

Voc� teve um bom cavalo, o Poki.

Sim, o Poki tinha boas pernas, mas s� era valente com o feno,

e n�o quando havia p�lvora. Como sabe, um cavalo deve ter

algo mais do que boas pernas e velocidade, deve ter

mais ... alguma coisa.

O seu relincho deve ser terr�vel! Ele deve ter coragem, disposi��o,

e muito vigor.

Ele deve ser jovem, destemido, sem medo e n�o

deve se voltar contra o dono.

Esse � o cavalo, G. Nolan, que eu ando � procura.

Esta �, Capit�o, a melhor descri��o de um cavalo que eu j� ouvi.

- Voc� inventou isso? - O Evangelho de Jo�o, vers�culo 39,

verso 21.

Fica quieto!

Os cavalos d�o sempre este trabalho, Hank?

Nem sempre, Miles. Este � um verdadeiro cavalo selvagem.

Luta como um Comanche.

Espere um minuto, se � um cavalo �ndio, poder� ser aquele que nos fugiu

no Outono passado, quando procur�vamos os cavalos roubados?

Tratava-se de um jovem garanh�o que estava a ser montado.

Deixa-o.

Abre a boca dele.

Quanto tempo vai isto durar, Hank?

Depois do Cabo lhe conseguir p�r o ferro na boca

ele deve acalmar-se.

Isto � tortura.

Ei, segura-o!

Apanha-o!

Apanhem-no!

Cuidado, p�ra o cavalo!

F�-lo com o corpo.

Quieto rapaz, calma.

N�o tens que ter medo. Ainda.

Assim.

N�o te culpo pelo que lhe fizeste, amigo.

Se n�o est� morto, merecia estar.

Levem-no ao m�dico! Traz-me uma corda, tira-lhe a sela.

Talism� para dar sorte.

Pertenceste a um pequeno �ndio, n�o � rapazote?

Eu devia dar-te uma surra que tu bem mereces.

Mas resististe bem.

Sim, senhor, muito bem.

Vim encontrar um cavalo jovem, sem medo e destemido

e parece que o encontrei.

Quero comprar este cavalo, G. Nolan.

Prepare os documentos necess�rios.

Como quiser. Escolha um nome, para poder ser chamado.

Comanche.

Agora ou�a-me, se voltar a usar isto nele de novo

eu juro, que lho vou p�r na sua pr�pria boca.

- Tire isto daqui! - Sim, senhor.

Bem, Sr. Nolan, o que me diz deste pequeno?

Bem senhor, parece que � um cavalo bem treinado.

N�o � s� bem treinado, mas quem o treinou o fez suavemente.

Com muita paci�ncia.

Concordo consigo, Senhor.

Quem o treinou n�o usou ferro, n�o usou viol�ncia.

Pode ver-se que ele usou s� amor e carinho.

Sim, Comanche, tu e eu seremos uma bela dupla.

Sim, senhor.

Se � t�o gentil com ele limpe-lhe a cabe�a, capit�o?

Continue, fa�a o seu trabalho que eu cuido dele.

Est�s bonito.

Sabes, dei um bom dinheiro por ti esta manh�.

N�o digo que tenha sido muito, mas ouve-me.

V�s isto?

� um recibo de 100 d�lares. Agora sou o teu novo dono.

At� que a morte nos separe, espero eu.

V�s isto, Comanche?

� o velho cabresto.

N�o te vai magoar a boca, n�o tanto como este charuto faz comigo.

E isto meu amigo, � conhecido como um freio.

� importante, para o cavalo permanecer, onde o homem o quer.

Tamb�m serve para o caso de ter de dar a volta r�pido.

N�o, n�o.

Sem a��car. Tens de ficar onde eu te deixei.

Vamos tentar novamente.

Bem, espera um minuto, tu ganhaste, tu ganhaste.

Aqui tens.

Grandes chefes, escutem-me.

Os jovens guerreiros est�o pintados e sedentos pela batalha

n�o podemos continuar a esperar.

A cada dia estamos mais fortes.

Em breve teremos mais guerreiros, que estrelas no c�u.

Temos que empurrar o branco para fora do nosso pa�s,

ou mat�-los a todos, como eles mataram os b�falos.

Primeiro temos de saber se tem muitos ou poucos homens brancos.

Os guerreiros devem vigiar o forte, para podermos saber.

Eles v�o dizer-nos se devemos lutar ou n�o.

Tonka!

O meu cavalo, Tonka.

Abram os port�es!

Sabemos quantos soldados vimos, mas n�o sabemos quantos s�o.

Quando escurecer, vamos mais perto do forte.

- Eu posso entrar l� dentro. - � muito perigoso ir sozinho.

Eu vou contigo. - N�o!

Tenho de ser corajoso e ter confian�a, tenho de provar isso.

- Sozinho. - Quando a noite cair os port�es ser�o

fechados, e a luz vai apagar-se ent�o podes ver os soldados que dormem.

Posso contar os cavalos.

Isso � verdade. Mas o risco � grande.

Mas vai ser uma coisa boa, e tu deves faz�-lo.

Veja se � bem alimentado.

Sim, senhor.

Capit�o Kio apresenta-se ao servi�o, senhor.

Destacamento 27 de Hayes.

- Bem-vindo ao Forte de Lincoln, Capit�o. - Obrigado, senhor.

General Custer, Comandante do s�timo e o Sargento Cook.

Estou contente que esteja connosco, G. Kio.

Estava ansioso por isso, General.

- Foi um passeio agrad�vel, Capit�o. - Obrigado, senhor.

N�o � t�o bonito como o seu Dick Denda, General, mas tem

os p�s bons e um bom cora��o. D�-lhe mais algum feno e a��car, e

estar� pronto para ir outra vez.

- E voc�? - Vou comer algo e estarei pronto.

Bem! A s�tima est� pronta para a luta.

- Esperamos um momento emocionante. - N�o tenho nada contra.

A ordem que me foi dada, � quanto antes melhor.

Acto muito corajoso, G. Kio.

O Capit�o enviou uma pequena patrulha para seguir alguns �ndios.

Pararam o comboio e sequestraram duas mulheres.

Eles devem ser capturados e punidos.

- Uma mulher foi salva. - � importante que os selvagens

saibam quem manda nesta terra.

Eles tem que aprender ou ter�o de ser exterminados.

Bem... Cook, mostre ao capit�o os seus aposentos.

- Sim, senhor. - Vejo-o ao jantar, G. Kio, �s 7.

Sim, senhor.

Se n�o puderes voltar, atira pedras por cima do muro.

Uma pedra grande ter� muitos soldados, uma pedra pequena, poucos.

Tonka!

Estou feliz por ver-te, Tonka.

Lembras-te de mim, certo?

Eu sabia que te ias lembrar de mim.

Eu vi quando chegaste.

O meu cora��o se encheu de tristeza.

Mas eu vi que estavas a ser bem tratado.

O que � isto?

Foste ferido Tonka.

O ferimento n�o � grande coisa, mas...

Rem�dio do homem branco.

N�o � bom. Apenas o de �ndio � que � um bom rem�dio.

Isto vai secar o veneno.

Logo vais estar curado.

Lamento deixar-te � espera, velho.

O chefe Cabelos Amarelos contava as suas fa�anhas contra os �ndios.

Eu n�o podia vir. Nunca deixes de ouvir

um general. Lembra-te. Ouviste-me?

O que � isto?

Lama.

Sai.

Entendes a fala do homem branco?

Qual � o teu nome?

Nome!

- White Bull. - De que tribo?

Tejtan Sioux.

O que andas � procura?

- Vim ver o meu cavalo. - Como o teu cavalo?

Comanche?

Ele chama-se Tonka Vejkan.

- Como sabes o nome dele? - Ele � meu!

Eu o apanhei e dei-lhe esse nome.

O que significa Tonka Vejkan?

Grande.

Entendo.

E foste tu quem o treinou?

Tivemos bons momentos juntos.

Isso explica muita coisa.

Eu sei que ele foi treinado com muito amor e paci�ncia.

Eu sabia que era um �ndio,

por causa do talism�.

Porque o soltaste de novo na manada de cavalos selvagens?

Estava triste, o meu primo Touro Amarelo tirou-mo.

� um tipo muito mau.

Eu n�o conseguia suportar ouvir o Tonka a chorar em sonhos.

Por isso ... eu preferi v�-lo livre.

Muitas vezes pensaste nisto, n�o foi?

N�o sei porqu�, ele � um cavalo feio.

- Ele � lindo! - Bem, em alguns casos antiquado.

Vieste aqui esta noite, para fazer o qu�?

Roub�-lo e voltar?

N�o.

N�o, Touro Amarelo iria voltar a tirar-mo.

Eu vi quando o montava esta tarde.

Eu s� o queria ver.

Acho que te entendo White Bull.

Eu sinto o mesmo em rela��o ao Tonka.

S� que eu chamo-o de Comanche.

Porque � campe�o.

Bem, acho que n�o � importante saber como chegaste aqui.

Mas de facto n�o posso � deixar-te sair assim.

Talvez tenha que te interrogar.

Mas, eu prometo-te, que nada te vai acontecer.

Vamos.

Ei, espera um minuto.

Achas que a lama � melhor que o rem�dio?

Ent�o, vamos deix�-la.

Suponho que n�o vale a pena perguntar-te o que � que fizeste.

Como sabem, Sitting Bull reune novamente todas as tribos Sioux.

Porqu�?

Eu sou apenas observador.

O grande chefe n�o nos fala dos seus pensamentos.

Ele pretende come�ar a guerra?

- N�o sei chefe Cabelos Amarelos... - � mentira!

Vou fazer-te falar!

General...

mesmo que use outro tipo de linguagem, ele n�o lhe vai dizer

nada mesmo que saiba.

Kio tem raz�o Custer.

O rapaz veio ver o cavalo que era dele, e n�s o apanhamos.

Agora, deixe-o.

Ok, vou solta-lo, mas primeiro quero dar-lhe uma mensagem

que ir� transmitir ao Touro Sentado.

Informa o teu grande chefe, que temos muitos soldados no Forte.

Diz-lhe que vamos marchar e queimar todas as aldeias Sioux

se ele n�o voltar para a reserva e viver em paz.

Agora pode solt�-lo Capit�o.

� melhor prend�-lo e solt�-lo de manh�.

Os meus amigos est�o no bosque.

Adeus White Bull.

Espero que n�o haja problemas entre o teu povo e o meu.

Tens um bom mestre; Tonka.

Mas o meu cora��o continuar� cheio de tristeza por ti.

Adeus, rapaz.

Comanche, talvez nunca mais o encontremos, ele � nosso inimigo.

Eu sei que est� errado.

O General Seradon, far� o ataque planeado, com tr�s grandes frentes contra as aldeias.

Sitting Bull, est� aqui.

Aqui o Great e Little Horn River.

O General vai pelo parque nacional de Yellowstone.

O general Custer vai atrav�s de Rouzbad, no dia dois de Mar�o.

A seguir, vai para o oeste encontrar-se com Kuks.

N�o vai atacar enquanto eles n�o unirem for�as.

- Alguma pergunta? - Sim, senhor.

Vamos declarar guerra a todos os �ndios?

- Ainda estamos em paz com alguns. - Com sua permiss�o, General Terry,

Eu gostaria de responder ao capit�o.

N�o podemos separar os bons dos maus.

Fazem roubos, assassinatos.

Eles s�o todos maus.

Mais perguntas?

Se n�o, pode retirar-se.

Lembre-se Custer, deve esperar por n�s!

Sim, senhor.

Talvez v� com o planeado, Hank, mas acho que o chefe Cabelos longos

tem os seus pr�prios planos. N�o se importa com os outros.

Era melhor que n�o tivesse. Eu vou consigo.

Voc� � um bom homem.

Pode preocupar-se com isto, Comanche preocupa-se consigo.

- Boa sorte, Miles. - Obrigado.

A grande aldeia ind�gena est� a meio dia de caminho daqui

- no vale de Big Horn, ap�s Hill. - �ptimo.

- Capit�o! - Sim, senhor?

Avise todos, mas sem o ru�do, que quero uma reuni�o com os oficiais.

Sim!

Ol� senhores. Sentem-se, se quiserem.

Eu prometi � Elizabeth, que n�o vou ser o alvo.

Voc�s sabem, isso � um escalpe.

Senhores, Mark Kellogg jornalista de Bismarck.

Est� aqui por causa das hist�rias que ele pode contar.

A Grande aldeia ind�gena � exactamente na nossa frente, no vale

Small e Big Horn. Vamos atac�-los amanh� de manh�.

- Vamos p�r todos a dormir. - Pe�o desculpas ao general,

As nossas ordens s�o de n�o atacar at� que as for�as de Dado e Kruk se unam.

O inimigo n�o espera um ataque, ele est� � nossa frente, Capit�o.

Quer ser um tolo por n�o aproveitar esta oportunidade.

H� mais �ndios que soldados. H� mais �ndios do que estrelas no c�u.

Eu tenho medo, rapaz, de n�o tomar a decis�o correcta.

Capit�o Bentin, vai cercar o oeste, com os pelot�es, D, H e K.

Ent�o eles v�o se desarticular.

Major Reno,

vai directo para a aldeia, com os pelot�es, A, G e H

e ataque frontalmente.

Vou ficar com os pelot�es C, E, F, L e I.

N�s estaremos aqui, o fogo e o barulho s� deve come�ar

duas horas antes do amanhecer, antes n�o devem fazerem barulho, senhores

para serem apanhados sem perceberem a nossa abordagem.

Mexam-se.

- Isto � tudo. - Com licen�a, Sr., vimos um grupo de �ndios, subiram

na direc��o de uma grande aldeia, a cerca de 30 km � nossa frente.

Eles conhecem a nossa posi��o, Sr.

Muito bem tenente.

N�s n�o vamos esperar. Atacaremos o inimigo rapidamente, antes que

eles pensem em se preparar.

Juntem-nos todos para os atacarem juntos!

� tudo, senhores.

As minhas armas, rapaz.

Entendeu tudo.

Jos� teve o seu cabelo cortado.

Talvez houvesse poder, se no vale da morte tiv�ssemos 600 poderosos.

Sim, se fossemos 600, ter�amos algumas possibilidades.

Mas, s� com uma parte... ouvi o que voc� disse.

- Boa Sorte. - E para si.

Em frente!

- Oficiais para a frente. - Sim, senhor!

Oficiais para a frente, oficiais para a frente.

O Major Reno dirigiu-se para o inimigo, n�s vamos para o norte, atravessamos o rio,

- e atacaremos o acampamento por tr�s. - Acho que o factor surpresa

falhou, General.

N�o voltam para tr�s enquanto eu n�o der o sinal.

- Est�s com medo? - N�o!

- E tu? - Claro que n�o.

Vou ganhar a minha primeira pena.

Eu vou tirar um monte de escalpes.

Vais ter muitas penas para a tua pluma guerra.

Eles est�o a tentar atrair-nos, para nos atacar.

Unir for�as, General. Preparem-se para o corpo a corpo.

Come�a hoje, Sr. Kellogg. Faremos hist�ria!

Vamos para o diabo, G. Ruk!

Atacar!

Atirem! Atirem!

Vamos Urso Forte!

� o meu amigo Capit�o! Ele cuida do Tonka!

Todos os soldados brancos s�o inimigos! Eles devem morrer!

O Chefe cabelos amarelos caiu! � um bom sinal!

Atirem-se ao ch�o! Vamos!

Atirem-se ao ch�o!

Atirem!

Tocar corneta!

Feche o c�rculo! Pronto!

- Criar uma linha! - Mantenham os cavalos at� a colina!

Fechem o c�rculo, c�rculo fechado!

Cuidado, �ndios! Abaixe-se!

Senhor, os nossos sacos com as muni��es est�o naqueles cavalos!

Nunca mais as veremos.

Fechem o c�rculo, c�rculo fechado! Certifiquem-se da ala esquerda!

Rapaz! Abaixa-te! Abaixa-te!

Fechar a roda! Riley! Poupem as balas!

Cada uma � importante! Escolha bem o seu destino!

Procure o Cabelos Amarelo! O escalpe dele

vai fazer-me ganhar uma pena!

E vou ganhar uma pena!

O teu primeiro soldado. Tu ganhaste a pena.

Conseguimos, rapaz! N�s conseguimos!

Urso Forte!

Deixa o esp�rito do Tonka ir contigo!

Tonka! Tonka!

Tonka!

Tonka ..

O seu medicamento � fraco!

N�o te protegeu.

Tonka.

Tonka!

Tenente!

Execute-o.

Vamos acabar com o seu sofrimento.

N�o!

N�o.

O cavalo n�o � seu inimigo, Eu sou! Me mate.

Com prazer.

Pare!

Este � o rapaz que interrogamos no Forte.

Doutor!

S�tima Cavalaria Americana, Relat�rio do dia.

Saldo da s�tima cavalaria, Forte Abraham Lincoln,

Territ�rio de Dakota, 10 Abril

O General, ordem n�mero 7: O Cavalo chamado Comanche,

como �nico sobrevivente da sangrenta trag�dia de Big Horn

em Montana no dia 25 Junho 1876, ter� alojamento, seguran�a

e ser� o orgulho da Brigada.

At� ao final dos seus dias isto ser� cumprido.

O Chefe das tropas vai garantir o tratamento especial e

cuidar da seguran�a de Comanche.

N�o far� um passeio, mesmo sob qualquer circunst�ncia, nem

ser� submetido a qualquer trabalho f�sico.

Assim, e devido a esta cerim�nia, ser�o retiradas a sela e as r�deas

do comanche que nunca mais sejam usadas.

Por ordem do coronel.

N�o.

N�o, nabo n�o.

S� porque �s her�i, pensas que podes fazer o que queres?

Sinto muito, Chefe Nolan.

Quando o Tonka era jovem, fazia sempre as suas exig�ncias.

A S�tima � a S�tima, certo.

E ele sabe, n�o �, senhor?

Se lhe der muito a��car, vai ficar gordo e pregui�oso, Chefe Nolan.

Ficas respons�vel para que ele n�o se torne gordo e pregui�oso, White Bull.

Deves mont�-lo todos os dias.

- Mas as ordens ... - Claro, claro.

Os generais que deram as ordens n�o s�o inteligentes como n�s, White Bull.

N�s sabemos que ele precisa de exerc�cio, n�o �?

Est�s de acordo?

F I M

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