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"ATAQUE AO ENTARDECER"
Legendas: Jo�o Ahrens Teixeira
Esta � a verdadeira hist�ria dos irm�os Reno...
Clint, um respeitado fazendeiro e Frank, Simeon, John e Bill...
Que foram os primeiros assaltantes de comboios...
Na hist�ria Americana.
Saqueando, queimando e matando, este cl� infame...
Atravessou as fronteiras dos Estados Centrais...
Criando um padr�o para os grandes foras da lei...
Os James Boys, os Dalton e os Youngers...
O ano, 1866. O lugar, Sudeste de lndiana.
Olhe, � o Dolby.
Tudo bem, Roy. Rapazes, eles v�m a�.
N�o fiquem ansiosos demais.
Os Reno n�o s�o ladr�es comuns. T�m instintos como animais.
N�o fa�am confus�o ou os perdemos.
Esperem que saiam do banco com o dinheiro.
Entenderam? Sa�rem do banco.
Os guardas tomem posi��es, os outros tomem os lugares...
como plane�mos.
Este � 3 cents. O grande � 5.
Os Reno v�m a�.
Pena que Peterson perca esta.
N�o podemos pedir para os Reno esperarem.
- T�m tudo preparado? - �timo.
- Os Reno v�m a�. - Os Reno?
� aqui, rapazes.
Ajam de modo casual. Devemos parecer fazendeiros.
- Tudo pronto? - Fiquem escondidos.
Ao sa�rem do banco.
Desta vez vamos peg�-los com a m�o na massa.
- Sossegado demais, Frank. - Sim!
N�o estou gostando.
N�o � natural. Tinha que ter mais gente.
Mas tinha que ser natural. S� n�s sab�amos.
Pode facilitar a fuga.
Frank est� certo. Tamb�m n�o estou gostando.
Est� ficando nervoso na velhice, John?
Sil�ncio!
- O que acha, Frank? - Continuem.
Gast�mos muito tempo com isto.
Bem, ent�o, vamos em frente.
- Que acha, Frank? - Vamos assalt�-lo.
� uma armadilha!
Seus idiota!
Vamos!
- N�o podemos deixar o Bill. - � s�rio?
- Est� morto. - Vamos, Sim.
Vamos cavalgar!
N�o pod�amos prend�-los l�, nem que os peg�ssemos.
� o condado de Jackson. Os Reno mandam em tudo.
- Bem, ao menos peg�mos um. - Sim. Vamos voltar.
lsso vai ajudar? Vai trazer Bill de volta � vida?
Calma, mana.
Como? N�o sabendo se quando sa�rem, v�o voltar.
Desta vez foi Bill. E na pr�xima ser� outro.
� assim que �, Laura.
N�o precisa de ser. Podiam sair do Estado.
Podiam ir para um lugar onde nunca ouviram falar dos Reno.
- Onde seria isso? - Em qualquer lugar.
� culpa minha, querida. Eu desconfiei.
N�o adianta ficar repetindo isso agora!
O importante �: como eles sabiam que n�s �amos?
�. Como sabiam? E com tanta anteced�ncia!
Algu�m te reconheceu quando estava estudando o servi�o?
Talvez. Mas como sabiam quando ir�amos?
- � nosso querido irm�o? - Sim!
Ent�o, finalmente aconteceu. Um Reno foi morto.
- Frank, n�o queremos serm�o! - Tem calma, Sam.
O irm�o mais novo morre nas ruas e seus irm�os fogem.
Nem animais agiriam assim.
Morto na rua. N�o morrendo.
Isso faz alguma diferen�a?
Chega desta conversa.
N�s cham�mos-te, Clint...
porque queremos que v� buscar o corpo.
- A si deixam-no trazer. - Quer dizer que n�o me prendem.
Um Reno honesto � uma distin��o nesta comunidade...
- um Reno honesto. - Ca�mos numa emboscada.
Algu�m os avisou que �amos.
lsso n�o o devia surpreender. Os Reno valem muito dinheiro.
Mortos.
- Voc� sabia que �amos. - Acusa-me de bufo?
Eu mato-te!
Voc� nunca ligou para nenhum de n�s.
- Ele gostava de si. - Eu tamb�m.
Fiz de tudo para que n�o se metesse convosco.
E voc�, enquanto viver...
nunca mais me acuse de ser um bufo.
E se tiver planos, guarde-os para si.
N�o quero saber, nem por acaso.
N�o saber�.
S�o bandidos famosos. A lei os pegar� cedo ou tarde.
E te pegar�o como puderem.
No banco, numa emboscada, enquanto estiverem dormindo.
A morte de Bill foi s� o come�o.
N�o v� isso, Laurie?
N�o v�?
- N�o estou fazendo nada. - Est� lhes dando asilo.
O que espera que fa�a?
O pai n�o te deixaria a casa, se soubesse como a usaria.
N�o posso p�r os meus irm�os fora.
At� que ponto vai a lealdade?
Eles n�o se est�o destruindo a si mesmos...
- mas est�o te destruindo, tamb�m. - Deixe-a em paz, Clint!
Peterson n�o vai deix�-la em paz. A nenhum de voc�s.
Seguramos qualquer coisa que Peterson jogue em nossa dire��o.
Como hoje?
Certo. Vou para North Vernon buscar o Bill.
Ser� enterrado ao lado da m�e e do pai.
Talvez as suas almas tenham menos tormentos agora.
- Tr�s da mesma laia. - Bandidos insaci�veis.
Estes nunca seriam eleitos se mulher pudesse votar.
Um dia ainda poderemos votar.
N�s somos os culpados. Vot�mos neles.
Ent�o, porque n�o fazemos alguma coisa?
Esqueceu-se? Endelbob tentou. Veja o que lhe aconteceu.
� melhor deixar o Peterson cuidar dos irm�os Reno.
Estavam � nossa espera. Carregados, � nossa espera.
Algu�m lhes disse que �amos.
Talvez Peterson tenha um espi�o na cidade.
Quem sabia que �amos a North Vernon?
- Voc�s os tr�s. - Espera a�, Frank.
Ele n�o nos est� a acusar, juiz.
Sabe que n�o matar�amos a galinha dos ovos de ouro.
- Clint sabia? - N�o foi o Clint.
N�o � um de n�s, mas n�o faria uma emboscada.
Talvez tenha sido o Sim. Fala muito quando bebe.
- E bebe no Murphy's. - E se gaba.
E Murphy � o �nico novato na cidade h� anos.
Disse ao Murphy onde mora o Peterson?
Uma cerveja, Murphy.
Ol�, Sim. Quer mais bebida?
Vou beber mais.
Atiraram-lhe nas costas. Atiraram-lhe nas costas.
Eu soube do Bill. Que aconteceu em North Vernon?
Cometi um erro. Atirei r�pido demais.
Acordei a cidade.
Pegaram o Bill e atiraram-lhe nas costas.
Tudo minha culpa. Desajeitado.
Tudo culpa minha.
N�o acho que Bill concordaria. Sempre te achou o melhor.
Fui o melhor at� cometer aquele erro.
Deixei Bill na m�o. Agora ele est� morto.
Ele est� morto.
Bem, a gente tem que ir, cedo ou tarde.
Eles ir�o mais cedo.
No s�bado voltaremos para North Vernon...
e explodiremos a cidade.
Vamos acertar as contas pelo Bill.
E desta vez, vamos pegar o dinheiro.
Vamos pegar o dinheiro, desta vez.
Murphy, o que aconteceu?
Ele fechou o saloon �s 22h, eu o segui at� a casa.
Pela janela, vi-o a escrever um bilhete...
e depois foi para o celeiro, selou um cavalo e partiu.
- Para onde ele foi? - Para Glendale Wood...
se o seguisse, ele perceberia.
- H� quanto tempo? - 30, 40 minutos.
- Mandou a nota pelo correio? - Ou escondeu para outro homem pegar.
- Espi�o nojento. - Logo descobriremos.
- Acha que j� chegou a casa? - Vamos esperar.
Temos tempo. Mande selar os cavalos.
- Noely. - J� estou preparando.
- Frank? - Onde esteve, Murphy?
- Andando a cavalo. - � uma da manh�?
Tem regras quanto a se andar a cavalo?
- Espi�o nojento. - Espi�o? Do que est� a falar?
� homem do Peterson.
Homem do Peterson. Est� louco!
N�o nos minta, Murphy.
Voc�s conhecem-me, rapazes. Conhecem-me h� muito tempo.
Contou ao Peterson do assalto a North Vernon.
- Porque eu faria isso? - Porque � pago para isso.
Escreveu uma carta contando que voltaremos a atacar, n�o?
- Onde arranjaram essa ideia? - Arm�mos uma cilada.
Sim fingiu de b�bado e contou segredos.
Sabemos o que faria.
E Cartwright viu-te escrevendo a carta.
Cartwright est� a mentir.
Tragam uma corda.
Se me matar, Frank, outra pessoa vir�.
Daremos um jeito nele, tamb�m.
Amarrem-no � grade.
John, tire o cavalo dali.
Dev�amos deix�-lo acordar para que saiba o que aconteceu.
N�o temos tempo.
H� outra carta para o Peterson.
O AGENTE SECRETO DE PETERSON TEM MORTE TR�GlCA
VlNGAN�A DOS RENO PELA MORTE DO lRM�O...
NO ASSALTO FRUSTRADO
AG�NClA DE DETETlVES PETERSON
Monk Claxton est� aqui, pai.
- �timo, fa�a-o entrar. - Entre, Monk.
Obrigado, Bill.
- Ol�, sr. Peterson. - Prazer em v�-lo.
Sente-se.
- Como v�o as coisas em Denver? - N�o podiam estar melhores, Bill.
- Leu sobre o Murphy? - Sim, li.
� o que acontece quando algo d� errado.
Eles s�o astutos, os Reno. E malvados.
Controlam todo o condado, ao sul de lndiana.
Juiz, promotor, advogados. Todos est�o do lado deles.
Os Reno os elegeram.
Ainda me pergunto como estas coisas podem acontecer.
Gente que teve liberdade o tempo todo a valoriza.
Quando chega o dia da elei��o est�o com pregui�a, ou descuidados.
D� no mesmo. Mas foi feito.
- Nosso trabalho � desfaz�-lo. - Sim, senhor.
Como vamos agir?
- � um homem casado, Monk. - Sim, senhor.
Minha esposa sabe em que setor eu trabalho.
N�o quero que se precipite.
N�o sei no que pensou, mas se me fez vir de Denver...
isso me parece uma promo��o.
N�o deixe a sua vaidade atrapalhar o seu julgamento.
Sou um trabalhador. E tenho um trabalho a fazer.
Se n�o gostasse do meu trabalho, teria parado h� tempos.
Na guerra cham�vamo-lo de risco calculado.
Cham�vamos.
Tenho um novo homem com quem deve trabalhar.
N�o � hora para um novato.
Novo para n�s, mas tem experi�ncia.
Talvez n�o experi�ncia com tanta viol�ncia...
mas acho que � o homem que sabe agir na hora dif�cil.
Seu nome � James Barlow.
- Barlow? - Parece que se lembra.
Se for o mesmo James Barlow, que estou pensando, lembro-me.
- O mesmo. - � funcion�rio dos Estados do Sul.
O que descobrimos depois da guerra.
O Sr. Greely disse que ele valia um ex�rcito inteiro.
Se foi a �nica coisa que ele disse, deve valer mesmo.
Como ele conseguiu saber de tantos segredos?
A esposa de um certo general achava-o muito charmoso.
lrresist�vel � a palavra, pai. Na verdade, lembro-me...
N�o fui o �nico convidado para o jantar...
o Secret�rio Statton tamb�m foi.
Pode parecer falta de mod�stia...
mas se ele enganou Statton e eu...
- pode enganar os Reno. - Parece razo�vel.
Confie nele impl�citamente. Deixe-o conduzir o espet�culo.
Como ele pretende envolver-se com os irm�os Reno?
N�o pretende. Quer que eles se envolvam com ele.
Lendo o relat�rio do xerife sobre o assalto...
minha descri��o � a seguinte:
1,80m, 80kg, olhos castanhos e cabelos castanhos.
1,80m, 80kg, olhos castanhos e cabelos castanhos.
Estamos chegando no ponto. Mais meio minuto.
�timo. Chame-os.
Vou cham�-los.
Quando quiser que eu aja, d�-me o sinal.
Sim, George, avise o contato.
Lembre-se que peguei a sua arma, mas tem outra escondida.
Primeiro dou uns tiros.
Quando o trem chegar, eu dou o alarme.
Certo. Abra a porta.
Chegou na hora exata, Jim.
ASSALTO AO COMBOIO
NOT�ClAS lNCR�VElS DO CONDADO DE LAWRENCE
ASSALTANTES DE COMBOIO!
COFRE ROUBADO! $30.000 LEVADOS.
ASSALTO AO COMBOIO EXECU��O OUSADA
- Bom dia. - Bom dia.
Aquele senhor n�o � Neil Hallstreek?
Sim, � meu tio.
Quero um peda�o de carne defumada, 5kg de a��car...
2,5kg de caf�, bacon, soda e tintas.
Certo, Sr.
- Bom dia. - Bom dia.
Parece que � Jim Barlow Sobrinho de Hall.
Est� esperando-o h� dias. Vai ficar na fazenda?
- Soube que � pintor. - Sou.
- Pinta o qu�? - Pinto gente.
Como El Grecco, Rembrandt, Van Dyke.
N�o exatamente.
- Este � o Sr. Claxton. - Como vai?
- Muito prazer. - � pintor, tamb�m?
N�o, s� cuido do Sr. Barlow. N�o se recuperou da guerra.
- Bom dia, Srta. Laura. - Bom dia, Sr. Fisher.
- Minha encomenda est� pronta? - Terminei agora.
Srta. Reno, este � o Sr. Barlow.
- Como vai? - � um prazer, Srta. Reno.
� sobrinho de Hall. � pintor.
- � s� isso? - Com licen�a.
$3,20.
Sr. Fisher, pode trocar isto?
Sr. Barlow? N�o tem uma nota menor?
Desculpe, n�o tenho.
Vai levar todo o meu troco.
Tome, senhor. Obrigado. Apare�a.
Vou aparecer. Vou passar uns tempos aqui.
Tome, Srta. Laura.
- Posso ajudar? - N�o se incomode.
Pelo contr�rio.
Bem, obrigada.
Quem � aquele que est� com Laura?
Nunca o vi antes.
Muito obrigada.
Espero v�-la de novo. Posso ir visit�-la?
Receio que n�o, Sr. Barlow.
- Quem � o senhor? - N�o � da sua conta, Pete.
- V� andando. - Como disse?
Voc� ouviu. Andando.
Amigos, voc�s n�o t�m bons modos.
Monk, tire-lhe o cintur�o.
Desculpe, Srta. Laura.
Ainda usando os velhos truques.
$30.000, Frank, � um bocado de dinheiro.
Enlouqueceu? J� disse que n�o assalt�mos o trem.
"O assaltante estava mascarado. Tinha olhos e cabelos castanhos...
cerca de 35 anos, 1,80m, 80kg."
A descri��o combina consigo, John.
Cuidado, Latimore.
E com um mont�o de gente, tamb�m.
$30.000, o juiz ia gostar de participar desta massa.
N�o fomos n�s. Mas gostaria que f�ssemos.
N�o discuta com ele, Sim.
N�o est� em posi��o de se meter.
Recebem a vossa parte de cada servi�o nosso...
e continuar�o recebendo.
Mas n�o nos acusem de estar escondendo o jogo.
Certo, Frank, mas como promotor do condado, aviso-o...
Foi duro com ele.
Endure�o ainda mais, se nos voltar a acusar.
Eles n�o fazem nada e n�s corremos todos os riscos.
S�o ases no buraco. Precisam ser pagos.
$30.000 � uma bom dinheiro.
Quem teve a ideia de assaltar um comboio?
Parece um neg�cio que vale a pena considerar.
Que houve com ele?
Louco como sempre. Acusou John de assaltar um comboio.
Mas Frank deu um jeito nele.
Foi esperto em deix�-los bravos?
Eles � que me deixaram bravo.
Como foi?
Tudo bem. Armou bem a situa��o.
�timo. Compraram mais muni��es?
N�o, conhecemos uma jovem. Dois senhores n�o gostaram.
- S�o Liam e Pete. - Fazem parte do bando do Reno.
- S�o da fam�lia? - Companheiros de crime.
Bem, j� deu o chuto inicial.
- Com certeza. - Esse � o objetivo.
Mas a descri��o combina com John Reno.
N�o foi ele. Nunca faz nada s�zinho.
- Frank � o cabe�a. - Tamb�m n�o foi ele.
N�o age assim. Voc� � desconfiado demais.
Tenho esse direito. Nossa parte continua diminuindo.
Vai chegar uma hora em que vai sumir totalmente.
Como pode? Ser� reeleito, no m�s que vem...
para mais dois anos. Eles sabem de onde vem a moleza.
Acha que a gente se safa por mais dois anos?
A nossa liga��o com os Reno � o maior segredo da Hist�ria.
Liga��o, conspira��o, forma��o de quadrilha.
Palavras feias, mas verdadeiras. Temos que ser realistas.
O servi�o em North Vernon teria ajudado.
N�o lamente isso. Eles v�o dar um jeito.
Quando ser� a cobran�a de impostos?
Um m�s � $20.000.
Est� na hora de nos protegermos. Mandaremos Jason e Cartwright.
- N�o t�m experi�ncia nisto. - N�o importa.
Quando o dinheiro for contado, quero algu�m de confian�a.
Nunca achar� ningu�m de confian�a.
Para o senhor, juiz.
N�o � do assalto ao banco.
Apareceu uma nota de cem, do assalto ao trem.
- O n�mero foi checado. - Aonde a conseguiram?
Na loja do Fisher.
Acha que um dos Reno que as usou?
Vamos descobrir.
Claro que me lembro...
a 1� nota de $100 que vejo h� anos. Foi o sobrinho de Hallstreek.
O que se pegou com Pete McCartney e Lee Harney?
lsso mesmo. Seu nome � Barlow. � pintor. Um novato.
Tem que ser novato para brigar com aqueles dois.
E tinha um monte de notas de cem.
- Algum problema? - N�o. S� estou verificando.
Ouviram? Um monte de notas de cem?
E tem mais. Ele corresponde com a descri��o do assaltante.
Acho que ele deve explica��es. Tratem disso.
Estou cansada das suas broncas.
Ent�o, comporte-se. N�o pode andar com estranhos.
N�o andei com ele.
Ele me ajudou com os pacotes.
Os rapazes disseram que voc� foi muito amig�vel.
Veja se entende uma coisa. Esta � a minha casa!
Se quiser continuar aqui, tome cuidado.
Certo.
Vamos voltar ao servi�o do condado de Davies.
Desta vez, iremos de uma vez. Em tr�s �tapas.
- Que foi? - Um desconhecido.
Resolvi te trazer isto.
Aqueles sujeitos n�o s�o de confian�a...
sem falar que isto me deu a chance de a rever.
Parado!
Entre.
N�o me d� ordens, Frank.
- O que quer? - Nada.
Vim devolver um equipamento de amigos da Srta. Laura.
- Pistolas. - Largue-as.
Agora afaste-se.
- Quem � ele? - Sou irm�o dela.
Saiba que n�o � muito educado.
N�o h� que ser educado. Saia da propriedade.
E fique longe.
N�o o vim ver, vim visitar a Srta. Laura.
Voc� me ouviu.
Pare com isto, Frank. Pare!
Tudo bem. N�o crie problemas. Vejo-a num outro lugar.
- Quando voltar � cidade? - N�o vai voltar.
- De manh�. - At� l�.
Pode fazer isso de birra, mas fique sabendo...
se algo der errado, tem tanto a perder quanto todos n�s.
Meta isso na sua bela cabecinha.
Meta uma coisa na sua cabe�a tamb�m. N�o sou crian�a...
e n�o serei mais tratada como uma.
Estou ouvindo ratos.
- Levante os bra�os. - Que est� acontecendo?
- Voc�, tamb�m. - Quem s�o voc�s?
A lei. E se tiver mais algu�m na casa, saia de m�os ao alto.
- Ou vamos revidar por esta invas�o. - Talvez n�o.
Pode dizer do que nos est�o acusando?
Desconfian�a.
- Desconfian�a do qu�? - Assalto ao comboio.
Assalto ao comboio? S�o mais burros do que eu pensava.
Certo, rapazes, levem-nos para a cidade.
N�o podem fazer isto. Desconfian�a de assalto.
- Quem pensam que s�o? - A lei. Prendam-nos.
Seis notas novinhas de cem d�lares.
Vamos esquecer o juiz e dividir entre n�s?
Ora... porque n�o?
Vamos ver l� dentro.
Viemos para Seymour de Robinson, lllinois.
Vimos o cofre, ao lado da charrete. Fomos at� l�.
Um comboio foi assaltado. Ach�mos o dinheiro.
Acho que os assaltantes o largaram. Faz 3 horas que digo isso.
E h� 3 horas dizemos que n�o acreditamos.
- N�o posso fazer nada. - Sente-se!
- Posso beber �gua? - N�o!
O dinheiro confere, a descri��o confere...
- sua chegada aqui confere. Tudo! - Coincid�ncia.
- E o resto do dinheiro? - Voc�s pegaram.
O resto. Os outros $29.000.
De que adianta? N�o acreditam em mim.
Novidades?
- O outro n�o fala. E ele? - Nada.
Certo, de p�. Vamos!
Onde est� o dinheiro?
Letterman estava fazendo as perguntas.
De repente, Barlow enfrentou o juiz.
Letterman ficou animado e disse que era o promotor.
E disse que se Barlow n�o tinha o que dizer, ele diria.
Naturalmente, eu sou a pessoa certa.
Letterman costuma estragar tudo.
- Ele quer falar consigo. - Vamos, fale.
- Ou�a-me. - Eu � que sou o promotor aqui.
Temos tempo.
Fui eu que consegui. Nem se mexeu.
Eu ameacei trazer a nota para c� para identific�-lo.
- lsto o enfraqueceu. - Esperem l� fora.
Que mais quer dizer?
- Posso beber �gua? - � vontade.
- Gosta de ironia, juiz? - O que disse?
Os imponder�veis. As coisinhas que acontecem...
para estragar uma arma��o � toda prova...
de modo que ache que nunca poderia acontecer?
Esta foi uma cilada � toda prova.
Eu tinha um contato no gabinete expresso...
que me avisou quando o dinheiro seria enviado.
Escolhi o local perfeito para o assalto ao trem...
e o cofre foi aberto naquela hora.
At� �quela altura, tudo estava perfeito.
Da� aconteceu o imponder�vel.
Na minha pressa de escapar, deixei cair umas notas...
com os n�meros de s�rie, e aqui estou...
lronia.
- Onde est� o dinheiro? - Est� escondido.
- A minha parte. - A sua parte?
N�o agiu s�zinho?
Nenhum homem faz isso s�zinho. �ramos seis...
sete, se contar o contato.
- Onde est�o agora? - Espalhados.
- Ent�o, h� tr�s aqui. - Dois. Claxton e eu.
N�o teve nada a ver. N�o sabia de nada.
Ele vai ganhar o dinheiro, tamb�m?
- Depois, na velha fazenda. - Onde �?
N�o vai conseguir achar. Preciso de ir consigo.
Que foi? � um homem pr�tico, juiz.
Claro que me pode mandar a mim e ao Claxton para a pris�o.
Mas isso n�o lhe vai dar aumento de sal�rio nem recompensa.
Quanto a mim, sou eu que tenho o contato...
e sei quando o expresso vai passar, quanto ganharemos...
lsso arruinaria um neg�cio de um milh�o.
Tem um contato no gabinete expresso?
Dos grandes. Um superintendente.
Que gabinete?
Tamb�m sou um homem pr�tico, juiz.
Como sei se n�o est� mentindo?
Acha que assaltei o trem, por palpite?
Como eu ia saber que o dinheiro estava l�?
Um neg�cio de um milh�o, mas n�o comigo preso.
Se n�o o pegarmos, outra pessoa o far�.
Gosto de como fala e de como age.
S� preciso de um pouco de liberdade.
lsso n�o ser� t�o simples.
Muitos sabem que foi preso com o dinheiro do assalto.
Basta dizer que eu provei que o achei ao lado do cofre.
Outros acharam.
Que garantia tenho que se o soltar, n�o se vai embora?
A melhor. Preciso mais do senhor, que o senhor de mim.
Aqui � um lugar seguro entre as opera��es...
sem dizer que se eu me fosse embora...
ainda estaria numa melhor, com $3.000.
Senhores, acho que devemos desculpas ao Sr. Barlow.
- Ele est� limpo. - Espere a�.
Talvez n�o tenha entendido.
O Sr. Barlow n�o teve nada a ver com o assalto do comboio.
- Ele achou o dinheiro. - Era a nossa opini�o, tamb�m.
Totalmente limpo.
Mande soltar os outros dois. Vou � fazenda do Sr. Barlow.
- Posso ir tamb�m? - E eu?
N�o o impedirei.
A prop�sito... esqueceram-se da parte do juiz dos $600 que me tiraram?
Aqui est�. $3.000.
lsso � s� o come�o.
At� agora tudo bem. E daqui em diante?
Temos que esperar avisos da sede.
- Tomara que n�o demore. - � o que mais queremos.
N�s � que vamos fazer a limpeza.
Bom dia, senhores.
Preferia pegar estes tr�s, que os irm�os Reno.
Calma, Jim. Vamos devagar.
S�o $3.000 certinhos?
Vai levar o seu, Sr. Promotor, vai levar o seu.
- S� estou perguntando. - Estava pensando.
Seria melhor mand�-lo com os Reno para Davies...
em vez de Jason ou Cartwright.
Talvez, sen�o tiver medo.
Acha que os Reno v�o aceitar?
Ser�o obrigados. Mandarei uma ordem judicial.
Mais alguma coisa, Srta. Laura?
Sim, um peda�o de bacon.
- Mas ontem... - Eu sei.
Quero outro peda�o de bacon.
- Meio quilo est� bom? - �timo.
- Mais alguma coisa? - � s�.
- O artigo que pediu. - Obrigada.
- At� logo, Sr. Fisher. - At� logo, Srta. Laura.
- Como vai, Laura? - Oi, Clint.
Sr. Barlow, quero que conhe�a meu irm�o Clint.
- Como vai? - Como vai?
Prazer em conhec�-lo, Sr. Barlow.
Desculpe.
OS MAlORES PlNTORES DO MUNDO
� um livro que emprestei do Sr. Fisher.
- Se interessa por pintores? - Sim.
Pintores do s�culo XVl.
N�o vai ach�-los nesta edi��o.
A que horas devemos fazer compras amanh�?
Mais umas compras destas e posso abrir a minha loja.
Foi um prazer genu�no.
Concordo. Obrigada, Sr. Barlow.
Bom dia.
Quer ser morto?
Desculpe, s� estava planeando o meu futuro.
N�o gosto de si, Barlow nem de sua conversa...
mas admiro a coragem.
O juiz disse que � muito bom em assalto de comboio.
Tem raz�o.
Parece que � t�o bom que pode cavalgar com os Reno.
lsso � um elogio.
Meu parceiro e eu vamos considerar o seu convite.
Parceiro, n�o.
O juiz n�o falou em ningu�m a n�o ser voc�.
Entendo. Quando vamos?
- Agora. - Agora?
Para onde?
Quando andar cnnosco n�o fa�a perguntas.
Vamos!
Parem!
Me d�em uma dica. Cruzamos a fronteira do estado.
Certo.
Pode dizer agora para onde vamos?
- Logo em frente. - Quanto mais?
- Faz muitas perguntas. - Que quer dizer com isso?
N�o passa de um ajudante. N�o d� palpite.
- O juiz foi claro nisto? - Sim.
Ent�o, eu estou sendo claro. Meta na cabe�a.
Temos que dar a volta e seguir em frente.
Toby? Nos encontre em Church Hill...
leve John e Simeon para a frente � delegacia.
Vamos, andando.
GALLATlN, COND ADO DE D AVlES, MlSSOURl
Est� tudo bem?
N�o d� para ficar na frente do tribunal...
precisam entrar pelos fundos.
Frank n�o planeou assim.
Tamb�m n�o planeou que o xerife jantasse aqui na frente.
- Sim? - J� devem vir a�.
Pete mandou entrarem pelos fundos do tribunal.
Certo, vamos.
Chegaram.
Levantem as m�os. N�o se mexam.
Temos um homem embaixo e n�o vamos magoar ningu�m.
Voc�! Para o cofre! Anda!
Abra a porta.
Abra! E seja r�pido.
- N�o h� muito dinheiro aqui. - Sei o que tem a�.
Encha isso.
Levantem mais as m�os.
Voc�, v� para ali. Ande!
O que est� a fazer?
Passe aqui.
Vamos embora. Andem! R�pido!
Pena que o seu c�rebro n�o iguale a sua coragem!
Quanto tempo acha que temos?
Bastante. Foi muito bom, se � que posso dizer isso.
Deix�mos aqueles rapazes bem para tr�s.
Mas ainda t�m o tel�grafo do lado deles.
Separamo-nos aqui.
Cada um volta para casa por seu caminho.
E pela �gua tamb�m. Andem!
N�o me ouviu direito. Disse que nos separamos aqui.
- N�o conhe�o a regi�o. - V� com um deles.
Vou consigo. Voc� � que tem o dinheiro.
$21.220.
Dividido entre dez d� $2.122 cada.
- N�o parece grande coisa. - Podia ser mais.
- Porque n�o deu mais? - Pergunte-lhe a ele.
Estava tudo indo bem at� ele atirar num dos funcion�rios.
Se o deixasse apanhar a pistola podia estourar os miolos de algu�m.
Deviam ter posto todos no ch�o, para come�ar...
no momento em que entr�mos.
N�o aprecia muito as coisas que eu fa�o, n�o �?
N�o muito.
$2.122 cada por todo este trabalho e risco...
seria melhor que voltasse a arar.
Agora veremos o tipo de trabalho que faz.
N�o vai ser por t�o pouco, pode apostar.
Conte a minha parte. Quero ir dormir.
Desta vez, eu divido com Claxton...
mas na pr�xima, ele ter� que participar.
Boa noite.
- � o que veremos. - � muito metido.
Mas as coisas est�o ficando boas. Muito boas.
Pinta muito bem, Sr. Barlow.
Sinto t�-la desapontado.
Mas como sabe, no nosso ramo, um pouco de desonestidade...
� necess�ria, de vez em quando.
N�o � melhor que os outros.
E nem � t�o bom.
Ao menos os Reno n�o fingem ser o que n�o s�o.
Estou lisonjeado com o seu interesse.
Mas se sentiu atra�da pelo pintor e n�o pelo homem...
foi melhor que tivesse descoberto agora.
Acho que sim.
N�o espero muito das pessoas.
Mas acreditei em si. Quis acreditar em si.
Quis tanto acreditar em si!
N�o posso esperar mais.
Preciso mandar um recado para o Peterson.
- Espere amanh�. Ele vir�. - Talvez, sim, talvez n�o.
Pode estar envolvido nos neg�cios.
Eu preocupo-me com a fraqueza dele pelas mulheres.
- � melhor selar um cavalo. - Como quiser.
Algu�m vem a�.
Estranho, virou nos fundos.
Boa noite, senhores.
Quero que mande um recado para o Peterson.
Vou selar o cavalo.
Onde esteve, Jim? Que aconteceu?
Muitas coisas interessantes.
Muitas coisas interessantes.
- Carta do Barlow, pai. - �timo.
Est� fazendo progressos.
Quer que o encontre na delegacia em North Vernon...
o mais r�pido poss�vel.
Avise o homem de campo, que chego na sexta � noite.
� melhor no s�bado � noite. Pode ser dif�cil de achar...
Heronimus est� sempre em movimento.
S�bado, ent�o. Heronimus, que nome!
- Ol�, Noel! - Minha nossa!
Chegou na hora. Alguma novidade?
Est� tudo melhorando.
Conhe�a os rapazes, Jim, Monk, venham c�.
- � o meu sobrinho, Jim Barlow. - Prazer.
- Monk Claxton. - Prazer, Sr. Claxton.
O que faz neste territ�rio?
Vendendo uma bela linha de objetos para animais.
Fora os arados e as selas.
Pode falar agora. Estamos s�zinhos.
No meu ramo, amigo, a precau��o vira h�bito.
Barlow, o Sr. Peterson quer encontr�-lo no s�bado � noite.
- Onde? - No gabinete do xerife Mosley.
Eu irei.
Deve ser o Barlow.
- Ol�, Peterson. - Que bom que p�de vir.
� bom ver-te, Jim. Xerife Mosley.
- Xerife? - Como vai?
- Guarda Barker. - Boa noite.
- Estava preocupado consigo. - Tamb�m estava preocupado.
- Como vai o Monk? - Est� bem. Sente-se.
Senhores, eis a situa��o.
Est� tudo preparado para o grande baile.
Tudo o que � necess�rio � armar a isca.
Mas temos que caprichar.
Um telegrama de lndian�polis...
de James Barlow, Seymour, lndiana.
"Baseado na colheita deste ano, a do ano que vem ser�...
de 20.000 alqueires.
Precisamos de sua ajuda para plantar.
A tia Mary Lee chega na sexta, dia 11...
no trem 58, para Louisville.
Tente v�-la um pouco em Seymour."
- Que quer dizer isso? - � do contato da sede.
Da Companhia do expresso.
Significa que o comboio 58, que parte de lndian�polis...
para Louisville nesta sexta carrega $100.000.
- $100.000? - � isso? $100.000.
� a resposta para tudo. Poderemos ir para a Calif�rnia.
Senhores, eu n�o compraria as passagens ainda.
Lembrem-se que faltam tr�s dias para sexta-feira.
N�o d� tempo para reunir os meus homens.
Claxton e eu n�o podemos fazer isso s�zinhos.
- Tem os garotos Reno. - N�o me dou bem com eles.
- S�o muito crus. - Deram certo at� agora.
Eles t�m reputa��o, mas n�o entendem muito.
Esse � um trabalho grande. Tem que ser bem feito...
sen�o, prefiro passar para outro.
- Mas quem vai ser? - N�o sei.
Mas os Reno seguir�o as suas ordens neste servi�o.
Sabe como s�o. Frank quer mandar em tudo.
Suponha que ele o deixa dirigir.
Entenderam as minhas instru��es? N�o quero discuss�es.
Com tanta massa, vamos deixar que dirija as coisas.
N�o pode haver mal-entendido.
Vamo-nos encontrar no U-Hall �s 5 da manh�.
Estarei � espera.
"Estarei � espera."
- Vou rebentar-lhe os miolos. - Depois de termos o dinheiro.
Ol�, Clint.
Barlow, preciso falar consigo.
- Sobre o qu�? - Laura.
Quero que a tire daqui antes que seja tarde demais.
Eu tentei afast�-la.
Ofereci-me a sair do condado com ela. Mas � leal a meus irm�os.
- N�o sei se posso ajudar. - Pode solt�-la.
� o que pode fazer. Meus irm�os n�o prestam.
Est�o se destruindo e est�o destruindo a Laura.
Voc� tamb�m, se n�o se afastar.
Mas eu...
Vale a pena salv�-la. Acredite, vale a pena.
Leve-a embora. Ela ir� consigo. Est� apaixonada por si.
Parece-me que ela � que me deveria dizer isso, Clint.
Que horas s�o?
N�o sei, mas est� ficando tarde.
A� vem. Preparem-se.
Vem dobrando a curva.
Jake, leve seus homens para a outra ponta do trem.
Fiquem em sil�ncio. Venham comigo.
Engenheiro, pare o trem.
Abra, ou o estouramos.
Certo, abra.
D�-me o cofre!
Larguem suas armas. Est�o cercados...
aqui nenhum Barlow leva vantagem.
- Lee, pegue o Claxton. - N�o posso, fui atingido.
Peguei um.
N�o vamos conseguir escapar do tiroteio.
� sua direita.
Pete, pegue o Claxton!
Vamos at� ao Barlow!
Cuidado, Barlow!
Aproxime-se daqui.
Saiam da�! M�os ao alto.
Vamos!
Sim, olhe pegaram o Frank.
Est� bem, pegaram-no. Cale a boca.
Olhe...
n�o temos chance aqui. Vou-me entregar.
- O qu�? - N�o atirem. Eu entrego-me.
Volte aqui, seu rato!
Levem-no para a cidade, rapazes.
Venha.
Prefiro que me atirem na minha barriga.
Vamos salv�-lo a ele e a voc�.
- Levem-nos embora. - Vamos.
- E os homens nos cavalos. - Est�o sendo seguidos.
Monk Claxton.
Estava muito certo quando disse que era um risco calculado.
Era um bom homem, Peterson.
lRM�OS RENO CAPTURADOS
CA�RAM NA ClLADA DO AGENTE ESPEClAL BARLOW
OS ClDAD�OS DE SEYMOUR FAZEM PASSEATA CONTRA...
OS FUNClON�RlOS DO CONDADO
- V�o ter o que merecem! - Voc�s v�o-se arrepender!
Vamos mostrar-lhes quem tem autoridade.
� intoler�vel!
- E podem fugir. - Podem.
Ningu�m sabe o que os Reno podem fazer.
N�o podemos mais arriscar-nos com eles.
N�o apenas por n�s, mas por todo o Estado.
Todos os outros condados s�o decentes e tementes a Deus.
Enquanto n�s ficamos famosos.
Isto n�o � ideia minha.
� ideia da maioria.
Nenhum de n�s est� animado. Ningu�m � cabe�udo.
lsto � algo que tem que ser feito.
Com a mesma piedade com que matariam uma cascavel.
Algu�m tem algo a dizer?
Enquanto os Reno estiverem vivos...
sempre h� a amea�a de sermos aterrorizados de novo.
Acho que chegou a hora de garantir...
que viveremos o resto de nossas vidas em paz e sossego.
E tirar a vergonha do Condado de Jackson.
Algo mais?
J� fal�mos bastante. Vamos fazer o servi�o!
S�o 23:00h. Partiremos imediatamente.
Assim, chegaremos �s 3h, enquanto ainda est� escuro.
Vamos e usem m�scaras!
Saia da�! Saia!
Laura!
Tinha que acontecer, fossem eles seus irm�os ou meus.
Sinto muito n�o poder ter contado a verdade sobre mim.
Oh, Jim.
- Quem est� a�? - Est� tudo bem, Noel.
Jim?
Est�o tentando ca�ar corujas? Que faz aqui?
Quem �?
- Estou procurando o policial Barlow. - Ele est� aqui.
Est�o atr�s de Frank e dos outros.
Juntaram uma multid�o e est�o indo para North Vernon.
- Cuide de Laura. - Clint, que aconteceu?
Fisher, Dedrick e Paul s�o os l�deres.
Agitaram toda a cidade.
CADElA DA DELEGAClA
N�o se mexam. Levante as m�os, xerife.
De p�. N�o procure a arma.
- O que querem? - Os irm�os Reno.
- N�o t�m o direito... - Passe as chaves.
Passe as chaves.
- Simmy, ouviu isso? - Queremos os irm�os Reno.
Ouvi.
- N�o t�m o direito. - As chaves.
Andem logo, n�o temos a noite toda.
Por onde?
- Por ali. - Certo. Peguem-nos.
Certo, rapazes.
N�o podem. Frank! Frank!
Este � o pr�ximo.
� o corajoso.
Precisam dar-nos um julgamento!
Cale a boca. Pare de gritar como um covarde.
Tirem-no dali.
Deve saber andar.
Tirem as m�os de cima de mim.
N�o se meta, Barlow.
Est�o desrespeitando a lei. Vou entrar.
- Somos a lei agora. - N�o s�o.
Somos cidad�os e vamos em frente com isto.
- Fa�a o que mando. - Voc�s me d�o nojo.
- Afastem-se destas cordas. - Tarde demais, Barlow.
N�o s�o a lei e a ordem. lsto � jeito de agir?
Os Reno v�o ser julgados. Legalmente, como se deve.
Eles ser�o enforcados agora.
Largue a arma, Barlow.
Continuem!
Eu conhe�o-te, Fisher, e a si Dedrick...
se enforcarem estes homens...
Certo, Fisher, quem s�o os outros?
Dedrick, quem s�o?
N�o gosto de linchadores, como n�o gosto de foras-da-lei.
- Ponham-nos na cela dos Reno. - Valeu a pena.
Depois de uns anos atr�s das grades, talvez mudem de tom.
- Como foi o tiroteio, Barlow? - Lamento o que houve.
N�o adiantou muito.
N�o deviam ter vindo.
Eu precisava.
- Lamento, Laura, eu tentei. - Eu sei.
Assim, os irm�os Reno entraram para o folclore Americano
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