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Uma crian�a morta, Nick, com a mesma data de nascimento sua,
mesmo local de nascimento em seu atestado de �bito.
Estava me espionando
a primeira vez que disse que me amava?
Quando Michael me disse que eram drogas no sapato dele,
quase o levei de volta � alf�ndega!
Abigail Strickland foi achada morta dois minutos
do local onde falaria com ela sobre Michael Antwi.
Ela estava vindo para me encontrar!
� grande. Nick est� envolvido em algo muito obscuro.
Minha pergunta �, quando se chega a isto,
o que voc� colocar� em primeiro lugar?
A hist�ria ou Maya Cobbina?
N�o irei em sil�ncio. Voc� tem que aspirar a algo maior.
N�o foi Rudy que matou o prefeito Anderson.
Ele estava comigo, consertando um caminh�o.
H� um homem que pode provar que n�o foi Rudy.
- Qual � o nome do homem? - Vernon Early.
Quando eles me levaram para fora da cela
seu rapaz n�o estava morto.
Ela n�o vai unir nenhum dos pontos.
Muito maior. Muito mais perigosos.
Essas s�o as pessoas que devem pagar pela morte de Michael.
Temos uma ap�lice de seguro.
Sobre a toda a fam�lia.
N�o sei o seu nome.
- N�o. - Meu nome � Lola.
Vernon Early est� morto.
Morreu de ataque card�aco em uma delegacia de pol�cia.
Voc� fez isso.
Quem � o pr�ximo, Nick?
UNDERCOVER S01E06 Season Finale
Maya.
Maya, por favor.
Repetidamente, homens morrem sob cust�dia da pol�cia.
H� um m�nimo de barulho,
mas a casa n�o cai como deveria.
Mas desta vez est�o com medo. Desta vez est�o se comportando
como se o mundo s� poderia ruir se n�o forem cuidadosos.
Por qu�? Por que Michael?
Por que eu?
N�o sei.
Ent�o n�o h� mais volta para n�s.
Mas eu posso descobrir.
- Sim? - Como foi?
N�o haver� nenhum processo
de qualquer agente da pol�cia no caso Antwi.
N�o � do interesse p�blico.
Ent�o � isso?
- O qu�? - Acabou?
Nenhum da pol�cia?
Onde voc� mora?
Muswell Hill.
E quantos anos voc� tem?
22.
Voc� � feliz?
N�o.
Voc� quer lutar comigo?
Claro. Mas talvez dev�ssemos ir a algum lugar.
A minha casa � legal.
- Certo. - Certo.
Ol�?
- Podemos lutar? - Sim.
Tire isso.
Quando estou com voc� N�o h� outro lugar onde estaria
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, nenhum outro lugar onde preferia estar
N�o, n�o, n�o, n�o, n�o, nenhum outro lugar onde...
Pai?
Esta � a Lola.
� minha melhor amiga.
Bem, ol�, Lola.
Ol�.
- Est� fazendo a coisa certa. - Acha?
Meu pai tinha um amigo, um judeu alem�o chamado Conrad.
Descobriu depois que Conrad morreu, que ele tinha sido um
"Sonderkommando" de Auschwitz. Sabe o que � isso?
Sim, judeus que trabalhavam como guardas.
Judeus com uma escolha.
Matar ou fazer o que lhes foi dito.
Escoltavam pessoas selecionadas a morrer nas c�maras de g�s,
e n�o lhes diziam.
Eles n�o diziam, "Voc� n�o est� indo tomar um banho".
Por que est� me contando isso?
Dizer a verdade pode ser o contr�rio de uma boa ideia.
John Halliday.
O advogado do Minist�rio P�blico que estava na delegacia
na noite em que Michael Antwi morreu.
Qual � o problema?
Ele tomou uma decis�o muito prematura
para indiciar Peter Mackie,
embora a evid�ncia n�o era clara e tinha algumas lacunas �bvias.
Por que est� me perguntando sobre isso?
Bem, estava me perguntando se seria embara�oso para voc�
se dermos uma olhada melhor nele.
Por que seria?
Ele � um advogado graduado sob seus cuidados.
Voc� est� constrangida?
- N�o. - Ent�o nem eu.
O que voc� acha dele?
Nunca nos conhecemos.
Ch�? Caf�?
Existe algo que voc� quer dizer?
Michael Antwi foi uma mula de drogas.
Ele veio atrav�s de Heathrow com um estoque.
Uso pessoal?
Inten��o de fornecer.
H� mais, n�o �?
Sim.
A Sra. Antwi, ela sabia.
- Depois? - N�o, na hora.
Ela sabia que seu filho estava importando.
A santa Sra. A.
N�o � t�o santa, afinal.
Obrigado.
Isso n�o foi f�cil, certo?
O que... O que est� acontecendo com o assassinato de Abigail?
Como assim?
Como est� a investiga��o?
- N�o sei. - Por que n�o?
Meu Deus.
Meu Deus. Voc� sabe como est� indo,
sabe o qu�o vulner�vel eu sou, e da�? Sil�ncio.
Sabe de uma coisa? Esque�a. Esque�a.
Parei com essa merda, estou fora.
Espere.
Eu era um ped�filo.
Vieram at� mim e os coloquei em dia com o que eles queriam.
Meninas.
Meninos.
Uma bagun�a.
Eu era o Woolworths da deprava��o.
E eles foram presos quando foram ao ponto de encontro?
Sim.
Ent�o voc� estava aprisionando monstros.
Duas coisas sobre ped�filos...
Eles realmente sentem que est�o oferecendo amor.
E eles sentem muito por si mesmos quando s�o presos.
O que aconteceu?
Toda a minha vida tornou-se a unidade ped�filo.
"Basta estar em casa na hora do banho", disse minha esposa.
"Isso � tudo que eu quero".
"Um banho e uma cama e as crian�as sentem que t�m um pai".
Eu n�o poderia ir para casa sem chorar.
E eu n�o podia chorar, porque...
Porque n�o fazemos isso, certo?
E eu n�o podia explicar, ent�o parei de ir para casa.
V� seus filhos agora?
Eu te conhe�o muito melhor do que conhe�o os meus filhos.
Eu preciso saber o que estou fazendo.
N�o posso continuar sem saber porque
estou espionando minha pr�pria esposa.
O meu trabalho � mant�-lo feliz.
Se voc� n�o est� feliz, ent�o eu falhei.
Ent�o me ajude.
Por que voc� se importa tanto?
No Clube Fever. Uma hora, amanh� � tarde.
Consciente da importa��o da maconha com seu filho.
- Isto veio de Corrigan? - Indiretamente.
Tem que ter vindo de Nick.
Por que est� t�o certa?
A Sra. Antwi viveu com eles depois que Michael morreu.
Eram um substituto para a sua fam�lia.
Deve ter dito a ele.
O que voc� est� pensando?
Quantos policiais voc� conhece?
- Dezenas. - Por qu�?
Eu pago pelas hist�rias. Ou o jornal ou eu.
Uma m�o lava a outra.
Sim.
- Eu te ajudo, voc� me ajuda. - Sim, sim.
A imprensa e a pol�cia. Corrigan.
E Nick.
Ele � um policial?
Nick � um policial. Deus.
Deus. Ele � um agente disfar�ado, n�o?
Merda.
Onde voc� esteve?
Eu fui ver o meu contato.
O que voc� disse a ele?
Que Michael Antwi transportava drogas,
e que a Sra. Antwi sabia o que ele estava fazendo.
Deus.
Foi a coisa mais importante que eu tinha para dar.
N�o h� nada mais a fazer por eles.
Eu sou o homem deles.
Eles acreditam em mim. Eles...
Eles acreditam que podem confiar em mim completamente.
O que... O que voc� est� dizendo?
Voc� precisa de algu�m no n�cleo hist�ria, dentro,
reunindo todas as evid�ncias.
Voc�.
Estou do seu lado.
Posso trabalhar para voc� agora.
Eles confiam em voc�.
Tudo que voc� tem a fazer �... confiar em mim.
Estamos passando informa��es falsas.
- Por que fariam isso? - O qu�?
Porque isso n�o � verdade.
A hist�ria real � muito maior e podem matar com isso.
A Diretora do Minist�rio P�blico
� casada com um agente da pol�cia.
Isso � importante, � a nossa hist�ria.
O que vai dizer a Corrigan se nos d� algo t�o grande?
Qual a import�ncia da hist�ria que n�o quer que tenhamos?
N�o consigo encontrar o escoc�s.
Nunca aconteceu isso comigo antes.
Quem � ele?
Continue seguindo Nick. Ele vai nos levar ao topo.
O que aconteceu?
Eu estava correndo e n�o vi o meio-fio, tropecei, sabe,
ca� no ch�o. Coloquei minha m�o para apoiar a queda e...
Como em desenhos animados bobos, n�o?
Parecido.
Sim.
Sei porque voc� est� aqui.
Vai me dizer, ou...?
Est� escrito sobre voc�.
Era um agente infiltrado dentro da fam�lia Richardson.
Voc� sabia?
- Sim. - Charlie teve um piloto para seu jato particular,
ele era o Velho Bill.
A tens�o era incr�vel.
Dentro do IRA, era muito complicado.
Nenhum deles saiu emocionalmente intacto.
Mas espionando sua pr�pria esposa?
Provavelmente a parte mais dif�cil de todos.
Estamos muito gratos.
Isso � tudo?
Isso � tudo? "Obrigado"?
"Obrigado por tudo que voc� fez?"
Estou traindo minha esposa todos os dias
e o que voc� me d� em troca?
Para ser claro, voc� n�o confia em mim.
- Ela j� suspeitava? - N�o.
- Tem certeza disso? - Tenho certeza.
Penso no que aconteceria se ele descobrisse.
E...
eu morreria. Sabe?
Daria vontade de morrer, de qualquer maneira.
� o risco que corro para voc�.
Seu homem na fam�lia Richardson, sabia o que estava fazendo.
Aquele cara no IRA, a mesma coisa.
Eu n�o sei para que estou fazendo isso.
Eu te dei Abi.
Eu dei um dos nossos para voc�.
Me fez parte de uma conspira��o para assassinato.
Eu te dei a m�e de Michael, cara.
A m�e de Michael, que � provavelmente...
Provavelmente o melhor ser humano que j� conheci.
O que mais de mim voc� quer sem me dizer
o que � tudo isso?
Diga ao seu chefe escoc�s que n�o preciso de sua prote��o,
especialmente de um amador como voc�. - Eu n�o sou...
O qu�? Voc� n�o � o qu�?
Quem � voc�?
Voc� � um jornalista.
Ele est� oscilando.
Deus.
Agora? S� quando...
Est� no limite.
Est� na hora?
Deixe-me ouvi-lo dizer, Halliday.
- Sabe... - O qu�?
- Ainda n�o. Esse � o plano B. - Plano A?
Deixe-o saber o quanto precisamos dele,
e um pouco do porqu�.
- O que significa? - Dar-lhe Greenlaw.
Claro.
- Por que ele precisa me ver? - Porque voc� � impressionante.
O que isso quer dizer?
Dorme com v�rias mulheres de metade da sua idade
que n�o s�o sua esposa, por exemplo.
N�o acho que est�o fazendo apenas pela sua apar�ncia.
O poder impressiona.
"Chame-me Ministro, vadia." Uma de suas frases, me disseram.
N�o temo voc�, fantasma.
- Deveria. - Est� blefando.
� uma longa queda para mim.
Eu n�o vou v�-lo. N�o vou correr o risco.
Eu s� vou dizer isto uma vez.
Vai fazer o que eu digo ou cortarei
seu p�nis menor que a m�dia,
picarei em fatias em mandarei
para todas as mulheres em sua vida.
Desculpe.
Esqueci.
Sr. Johnson?
- Aqui est� seu passe. - Obrigado.
Por favor, siga-me.
Sim.
O Sr. Johnson para v�-lo, Ministro.
Ent�o voc� deve evitar nadar.
Sim.
Correr.
- Como voc� sabe? - O gesso.
Sim, certo. Mas quero dizer,
como sabe que sou um triatleta?
- Estou bem informado. - Por quem?
Falam tudo uns aos outros?
Estamos gratos pelo que voc� faz.
Eu sei que � imposs�vel qualquer
reconhecimento p�blico, neste ponto,
portanto, este � o melhor que podemos fazer, receio.
Mas o que foi que eu fiz?
Para quem?
Trabalhamos para este momento.
Juntos estamos certificando que os agentes da pol�cia
que cometeram um pequeno erro
h� muito tempo n�o s�o levados a julgamento.
Por que n�o?
Vivemos em uma sociedade tolerante
e nenhum de n�s quer perturb�-la.
E depois de 20 anos, estamos felizes
que a Diretora do Minist�rio P�blico
entende como � certo o que temos feito.
Ent�o, a informa��o que dou ao meu contato
de alguma forma chega at� voc�.
E o mundo � um lugar mais seguro.
Sim.
Entendi.
Entendi.
H� outra coisa.
� hora de voc� saber...
sobre Michael Antwi.
Maya, sou eu.
N�o consegui.
O dispositivo de escuta n�o funcionou. Eu sinto muito.
N�o acredito em voc�.
Maya? N�o, Maya, Maya!
N�o trouxe a filha desta vez.
Maya.
Uma pena.
Lamento que ela n�o veio a conhecer Vernon Early
melhor antes de morrer.
Sabe? Eu me pergunto o que voc� pensa
quando se levanta de manh�?
Bem, esta manh�, estou pensando:
Bem, estou aqui em Washington e estou indo para o mais alto
tribunal do pa�s. Mas s� Deus sabe o que estamos fazendo aqui.
Porque, Deus tenha em gl�ria sua alma,
o Sr. Early n�o est� mais conosco.
Ent�o o qu�?
Estamos aqui para ver Maya Cobbina
implorar por miseric�rdia?
Vamos.
Certo. N�o temos Vernon, ent�o n�o temos a verdade.
Ent�o, o que fazemos?
Vamos com tudo.
- Srta. Cobbina? - Sim.
20 minutos no banco. Nem um segundo mais.
A cortaremos se passar do tempo.
Quer um aviso?
Sim, por favor, aos dois minutos, depois a um.
Certo. Na luz vermelha o tempo acaba.
Vou colocar.
Todos de p�.
Por favor, sentem-se.
Srta. Cobbina.
A pena de morte � inconstitucional,
porque infringe a Oitava Emenda,
que pro�be puni��es cru�is e incomuns.
Algo que a Constitui��o contempla
n�o pode ser inconstitucional, Srta. Cobbina.
Como a escravid�o?
Sinto muito, qual � a conex�o?
O texto original da Constitui��o
contempla que um escravo foi avaliado
em tr�s quintos de uma pessoa.
- Ent�o...? - Ent�o a Constitui��o tem altera��es
porque o mundo muda.
A escravid�o era errado, mas nossos pais fundadores
n�o perceberam o qu�o errado estavam naquela �poca.
A Constitui��o foi escrita no papel por mortais comuns,
n�o em pedra por super-homens, � por isso que evolui,
tem emendas, incluindo a oitava.
N�o preciso de uma palestra sobre
teoria constitucional de voc�.
Todo americano tem o direito e a obriga��o
de ler e interpretar a Constitui��o para si mesmo.
Isso � pomposo. E condescendente.
� Thomas Jefferson.
Eu sou uma inglesa,
e conhe�o muito bem a Constitui��o dos Estados Unidos.
N�o porque sou uma advogada,
porque eu amo a linguagem que ela cont�m.
A sua genialidade � que suas palavras
n�o s�o limitadas pela hist�ria,
tradi��o e precedentes.
A sua genialidade � que deixa todos n�s,
pessoas, advogados e ju�zes
liberdade para dar sentido n�o por ler a Constitui��o
mas sim por ler a vida.
Por que n�o vai � ess�ncia de seu argumento?
O fato de estar no corredor da morte
� cruel e inconstitucional.
Prisioneiros no corredor da morte,
Incluindo aqueles que dizem
que s�o inocentes, est�o abandonando
apelos contra a execu��o, porque n�o aguentam mais.
Javier Suarez Medina no Texas, pediu onze vezes
como que seus restos fossem descartados.
Larry Lonchar na Ge�rgia livrou-se
58 segundos antes da execu��o,
quando foi adiada.
Essa evid�ncia � uma piada.
Nas �ltimas dez execu��es na Fl�rida, os condenados
gastaram uma m�dia de 25 anos no corredor da morte.
Vivendo esses 25 anos,
em condi��es horr�veis com pensamentos horr�veis.
A solu��o seria modificar o ambiente
em vez de abolir a pena de morte.
- Continue, Srta. Cobbina. - � racista.
Os negros s�o mais propensos a serem condenados � pena de morte
do que os brancos e aumenta muito
se o acusado � negro e a v�tima � branca.
Homens e mulheres est�o no corredor da morte
n�o por causa de seus crimes,
mas por causa da cor da sua pele.
Al�m disso, as chances da senten�a de morte dependem
em que Estado e em que cidade o crime � cometido.
Ou seja, n�o more em Waterbury, Connecticut,
se est� sendo julgado por assassinato,
se for condenado, certamente ir� morrer.
Geografia nunca foi o que nossos fundadores tinham em mente
ao determinar quem deve morrer e quem ser� salvo.
Em suma, Srta. Cobbina. As pessoas decidem. H� advogados.
N�o voc� nem eu com nossos dados e estat�stica,
mas as pessoas reais sentadas como jurados.
N�o conhe�o nenhum argumento para realoca��o
do dever sagrado de 12 jurados para advogados.
Voc� j� terminou?
N�o, n�o, tenho mais um argumento.
Fa�a-o nos pr�ximos dois minutos.
Dor.
Desculpe?
A inje��o letal � cruel e inconstitucional
- devido a dor que ela causa. - Voc� tem que mostrar que
a execu��o, estou citando Baze aqui,
"� certa ou muito prov�vel de
causar sofrimento desnecess�rio".
A inje��o letal � de longe o melhor m�todo
para uma execu��o mais humana e digna.
A Coreia do Norte usa canh�es antia�reos
para executar inimigos do Estado.
Morte instant�nea.
A Ar�bia Saudita decapita pessoas
com espadas afiadas, um furto e voc� est� sem cabe�a.
Albert Pierrepoint na velha e obscura Inglaterra de 1950
poderia enforcar um homem em oito segundos.
E os deixamos para tr�s por serem todos
eles brutais e desumanos,
mas nenhum causa o tipo de
sofrimento que vi Rudy Jones passar.
N�o h� nenhuma evid�ncia conclusiva
de dor no procedimento de inje��o letal.
H� discord�ncia clara e profunda
entre os especialistas sobre este assunto.
Cabe a voc� em provar isto.
Voc� n�o cumpriu esses requisitos de evid�ncias.
O Juiz Scarrow est� certo. Voc� n�o pode provar a dor.
Isto � porque a medica��o esconde tudo.
� a fun��o do coquetel de tr�s drogas.
Assim tudo parece bom e limpo,
e ningu�m � ofendido pelo que est� realmente vendo.
Mostre-nos a evid�ncia, tudo bem.
Mas voc� n�o pode, n�o �?
N�o pode fazer isso.
Eu posso.
O peticion�rio teve seus 20 minutos
e n�o h� provis�o para uma testemunha
ao vivo no Supremo Tribunal Federal.
Ele est� certo.
Voc� n�o quer ouvir evid�ncias
de um homem que � o �nico na hist�ria americana
que experimentou e sobreviveu � inje��o letal?
As regras aqui valem mais que a justi�a?
A mais alta corte do pa�s n�o tem tempo para ele?
Ele... ele esperou 20 anos para isso.
As tr�s primeiras palavras da Constitui��o
dos Estados Unidos, "N�s, o povo".
Rudy Jones � do povo ou n�o?
Eu n�o queria tornar isso mais f�cil porque n�o queria morrer.
N�o queria morrer porque n�o cometi um crime.
Eu estava sendo executado.
Lutei com eles porque eles estavam me matando.
De uma cela para outra no corredor da morte
at� o cinto de c�mara da morte,
eu estava lutando pela minha vida.
N�o farei uma declara��o final, porque isso � parte dela,
a vergonha � um comportamento humano normal.
Isto n�o � apenas profundamente vergonhoso
para o Estado colocar homens � morte como c�es.
Eu estava lutando e lutando, mas depois come�ou.
A dor era t�o ruim, t�o intensa.
Eu senti minha dignidade ir embora
como uma alma partida.
E ent�o ficou pior.
Eu n�o podia me mover.
Eu n�o conseguia falar.
Eu fui sepultado com a agonia.
E ent�o eu n�o conseguia respirar.
Fui lutando por minha vida...
E passei os 90 minutos seguintes...
Esperando morrer.
Voc� colocou uma arma na cabe�a
do prefeito eleito de Baton Rouge.
Gostaria de ter feito isto.
Gostaria de ter tido a coragem.
Mas, n�o, senhor. Eu n�o fiz isto.
Ent�o quem foi?
Espera que eu confie o nome de outro ser humano para voc�,
para isto, sabendo o que sei sobre a justi�a neste pa�s?
N�o vou fazer isto.
Isto � um desrespeito ao tribunal.
Acho que j� ouvi o suficiente de voc�, Sr. Livermore.
Isto foi cruel e incomum, e qualquer um neste banco
ou neste tribunal que diz que n�o foi,
� desumano e antiamericano.
Diga a ele que quero encontr�-lo.
- Quem? - Brady.
Voc� acabou de perd�-lo.
- Por qu�? - Para dar toda a hist�ria.
Por que voc� faria isso?
Porque n�o tenho mais nada.
Bem, n�o ser� a verdade.
Ser� ego�sta. N�o posso imaginar...
Apenas a verdade. � tudo o que pode ser.
Ent�o por que n�o aqui comigo agora?
Porque ele � um bastardo puro e simples
e voc� � a melhor amiga de Maya.
Significa...?
Significa que n�o confio em voc� para fazer isto.
Isso � um elogio, por sinal.
�s 11 horas, amanh� de manh�. Diga a ele para estar l�.
E diga para ele ficar escondido
at� eu deix�-lo saber que � seguro falar.
- Amanh�. - Amanh�.
Pai?
Eu queria contar uma coisa sobre mim
antes de voc� ler sobre isso no jornal.
Certo.
Voc� encontrou sua voz.
Eu acho.
Por que n�o me contou?
Eu queria guard�-la para usar aqui,
para que os ju�zes pudessem ouvir diretamente de mim,
diretamente da dor.
Voc� me perdoa?
Ele merecia morrer.
Voc� ainda � meu pai?
Bem, ent�o est� tudo certo.
Est� tudo certo.
Voc� se lembra da clareira na floresta...?
Onde Rocco pegou aquele pombo?
Sim, � isso.
Amanh� de manh�, �s 11.
Vou me encontrar com um jornalista chamado Alex Brady,
e vou falar para ele exatamente o que eu acabei de lhe contar.
E depois?
Bem, ent�o a vida vai continuar.
Podemos ir e viver em Cornwall juntos?
E voc� e eu, poder�amos, poder�amos ir correr?
Voc� n�o pode contar a ningu�m.
Eu entendo que pode ser dif�cil.
Ningu�m?
Gostaria de dizer a algu�m?
- O que tornaria mais f�cil? - Sim.
E sobre a sua melhor amiga?
- Lola? - Sim.
Eu prometi que iria contar tudo a ela.
Bom.
Certo. Obrigado.
Tudo bem. Vamos agora. Hora de dormir um pouco.
- Certo. - Certo.
- At� amanh�. - At� amanh�.
Lola. � o Dan.
H� algo que eu quero lhe dizer.
� muito importante.
Estou de volta!
Oi.
O que est� fazendo?
Ol�!
O papai n�o est� aqui.
Ele n�o esteve aqui todas as manh�s.
Bem, salvamos Rudy.
Muito bem, mam�e. Sabia que voc� conseguiria.
O papai deveria estar aqui. Por que ele n�o est� aqui?
Vou por minhas coisas l� em cima.
Des�o em um minuto.
Mam�e?
Esta � a minha hist�ria.
Hist�ria, acredito,
� a melhor palavra para qualquer autobiografia
porque poucos de n�s pode resistir
� tenta��o de fazer um livro
de acontecimentos incoerentes
t�o complicados que comp�em uma vida
em algo significativo,
e antes de conhec�-lo e de forma n�o intencional
a verdade torna-se fic��o.
Na realidade, todos n�s somos escritores.
Lembrar para mim, de qualquer modo, n�o � f�cil,
porque uma vida foi confundida com outra
e a segunda vida, como voc� sabe,
tinha mais de uma vida em seu interior.
No entanto, este � minha melhor oportunidade para a verdade.
Quando ler isto, sua vida se tornar� muito mais complicada,
para que se torne mais simples o quanto antes.
Espero que comece a ver
que o que eu vou fazer � um ato de amor.
Cuide de Dan. A namorada dele n�o � o que parece ser.
Pol�cia, por favor. Vai haver um assassinato.
M�e, est� tudo bem?
Tenho que falar sobre o pai de voc�s.
Tenho que falar sobre mim e o pai de voc�s.
Eu n�o entendo. Como ele poderia?
Deve perguntar a ele.
N�o posso. N�o podemos, porque ele se foi.
Eu sei onde ele est�.
Onde ele est�?
Ele disse para n�o contar a ningu�m.
Onde ele est�, Dan?
Foi contar a verdade para um rep�rter.
- Quando? - Em 15 minutos.
N�o. 14 minutos e 30 segundos.
Ele te disse isso?
E disse para n�o contar a ningu�m?
Disse que posso contar a minha melhor amiga.
Quem � sua melhor amiga?
Minha namorada. Lola.
Eu a amo.
Dan... tem que me dizer onde seu pai est�.
� muito importante.
Voc� tem que me dizer.
Ele est� na floresta.
Onde Rocco pegou o pombo.
Ele disse que quando terminar, a vida poderia continuar.
Vou na frente.
� a bicicleta do pai. Vamos!
Meu Deus, mam�e! Voc� est� bem?
Dan, corra!
Segure-se em mim. Voc� est� bem?
N�o!
N�o!
N�o! N�o!
N�o!
Dan!
Pol�cia armada! Largue a arma!
Largue a arma agora!
Aqui!
Afaste-se da arma!
De joelhos, de joelhos.
Voc� vai ficar bem. Voc� vai ficar bem.
M�os na cabe�a.
- Mantenha os olhos abertos! - Danny! Danny! N�o!
Sublime gra�a
Como � doce o som
Que salvou um miser�vel como eu
Uma vez estava perdido,
mas agora fui encontrado
Estava cego, mas agora eu vejo
Gra�a que ensinou
Meu cora��o a temer
E a gra�a aliviou meus medos...
Voc� foi preso. Como?
Minha liberdade � irrestrita.
O que voc� quer?
- Olhe o que voc� fez. - O qu�?
Todas essas pessoas e, agora,
seu pr�prio filho. Por sua culpa.
Eu?
Para que foi tudo isso?
Justi�a.
Voc� se lembra? Justi�a?
Eu nunca vou parar de persegui-lo.
Eu acho que deveria.
Por qu�?
Pergunte ao seu marido.
O qu�? O que voc� quer me dizer?
Maya, n�o posso.
Nick, a verdade, apenas a verdade.
Ele merecia morrer.
Prefeito Anderson.
Rudy?
Michael.
Foi Michael?
Maya! Mam�e?
Rudy me disse para aspirar a algo maior, e eu tentei,
realmente tentei.
Sim, voc� fez, voc� fez, minha filha.
- Mas n�o foi o suficiente. - M�e...
Maya...
A sua ajuda, sua paci�ncia e seu amor.
Faz-me aspirar a algo maior.
Voc� pode dizer.
Estou aqui.
Estamos todos aqui.
Fale agora e ser� um come�o.
O seu nome.
legendas @drcaio
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