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Original subtitles

- Equipe Victorians -

Fel�cia | shiokata | @tha_iz

Revis�o: germanabh

Epis�dio 6 The Queen's Husband

Minha Victoria.

Majestade, tenho uma lista para o jantar esta...

Desculpe-me, Majestade. Pensei que voc� estava sozinha.

Vossa majestade.

Ela pode apenas... entrar?

O quarto dela � a pr�xima porta.

Eu gosto de t�-la perto de mim, caso eu precise de algo � noite.

Mas agora voc� tem a mim.

N�o muito de lua de mel.

2 dias no Castelo e festas todas as noites.

Espero que o pr�ncipe cumpriu o dever dele.

O garanh�o precisa tempo para cobrir sua �gua.

- Pobre alma. - Qual o problema, Sra. Jenkins?

Sr. Hedge,

o homem da barbatana diz que n�o pode sair de casa

porque eles t�m a febre em Seven Dials.

Eu culpo os estrangeiros.

Um dia, esta cidade vai explodir.

Devemos ter um jantar de estado esta noite?

Acabamos de voltar de nossa lua de mel.

Quero mostrar que voc� tem direito de preced�ncia

sobre minha fam�lia.

Quero dizer, � absurdo

voc� ser obrigado entrar para jantar depois de meus tios.

- Seu lugar � ao meu lado. - Eu sei.

Mas eu n�o sei se seus tios concordariam.

Devemos come�ar como queremos. Juntos.

O que � esse barulho?

- Esse � o homem do muffin. - O homem do muffin?

O homem do muffin.

Ele os carrega em um bandeja equilibrando na cabe�a.

Tr�s por um centavo.

Sabe, quando as crian�as chegarem,

eu acho que seria bom viver longe da cidade.

- Que crian�as? - Nossos filhos.

Poderia me fazer t�o feliz ter uma fam�lia real.

- N�o est� feliz, agora, Albert? - Claro. Mas...

Tamb�m quero ser um pai.

E voc� ser� uma m�e maravilhosa. Disso...

eu sei.

Faremos melhor que nossos pais, eu acho.

O parto � um neg�cio perigoso.

Veja o que aconteceu � princesa Charlotte.

A Rainha est� de volta da lua de mel.

J�?

Fui convocado para jantar no Pal�cio.

Engra�ado, eu...

eu pensei que ela me culpasse

pelo neg�cio do subs�dio do pr�ncipe.

A rainha culpa os Conservadores por tudo,

de unhas encravadas � c�lera.

Melbourne n�o pode governar o pa�s

de Brocket Hall para sempre.

Sua Majestade ter� que se acostumar conosco.

As caixas est�o aqui, Majestade.

N�o demorarei muito, meu anjo.

Talvez eu pudesse ser de alguma ajuda?

Voc� ficaria entediado demais. N�o ficaria, Lehzen?

Por que n�o toca algo no piano?

Posso ouvi-lo da minha mesa.

- Bom dia, Vossa Alteza Real. - Anson.

Talvez, gostaria de atestar alguns presentes de casamento.

Tenho uma lista.

Uma terrina de prata em relevo do Prefeito de Lycester.

Costumamos dizer "Leicester", senhor.

Terminou, senhor?

Se meu pesco�o fosse realmente t�o flex�vel.

Acho que meu desenho � bem realista.

N�o concorda, Lorde Alfred?

Acho que o senhor desenhou o que v�.

Sua Alteza Real,

a Rainha est� perguntando pelo senhor.

Obrigado.

Estava com saudades,

e achei que poderia me ajudar.

Estou � sua disposi��o.

Tenho todos esses papeis para assinar.

N�o, voc� n�o tem que l�-los.

Eu j� fiz isso.

Aqui.

Ser� muito mais r�pido se eu assinar e voc� secar.

Que agrad�vel.

Permita-me.

Lembre-se, o plano esta noite � voc� me levar para jantar.

Vamos esperar que sim.

Sua Majestade a Rainha...

e Sua Alteza Real o Pr�ncipe Albert.

Sua Alteza Real o duque de Sussex

e Sua Gra�a o Duque de Wellington.

Tio Sussex.

Sua lua de mel n�o foi uma longa campanha, senhora.

Por que, Duque?

N�o considero o casamento um campo de batalha.

Talvez isso vem mais tarde, senhora.

Eu n�o sei se voc� est� ciente, senhor, mas eu acredito

somos relacionados no seu lado da fam�lia,

- atrav�s de sua m�e. - De fato?

Eu n�o sei

como voc�s mant�m o controle de todos os seus principados.

Pelo menos aqui n�s s� temos uma fam�lia real.

Caro Sr. Bumps! Como sinto falta dele, Lorde Alfred.

Sr. Bumps, reverencie � sua rainha.

- Que ador�vel! - Ele tem praticado todo o dia.

O c�o est� usando joias. Este � um costume Ingl�s?

Sr. Bumpy ficou t�o ciumento da miniatura de Sua Majestade

que n�o me daria paz at� que lhe fiz um tamb�m.

Senhora.

Os c�es usam joias, os pianos est�o desafinados

e todas as pessoas falam sobre o tempo.

Bem, eu acho que h� algumas consola��es.

Albert?

Como �nico pr�ncipe real presente,

acredito que � meu privil�gio lev�-la para jantar, senhora.

Albert � meu marido

e deve estar ao meu lado. � tempo das coisas mudarem.

Antes de voc� chegar ao trono,

havia muitas pessoas neste pa�s que pensavam que um sistema

que permitiu uma jovem inexperiente subisse ao trono

sobre um homem como meu irm�o Cumberland,

deveria ser alterado.

Eu n�o estava entre eles, senhora.

Mas eu n�o acredito que regras devem ser alteradas

quando se tornam inconvenientes.

Voc� fez seu cabelo diferente, duquesa.

Salienta a curva em seu pesco�o.

N�o se importe, Albert.

N�o o tratar�o assim quando voc� tiver um filho.

Ent�o, eles todos ir�o respeit�-lo.

Eu n�o vou desistir. Voc� pertence ao meu lado.

N�o h� lugar para mim aqui...

aqui entre seus c�es reverentes.

Sim!

Sim, h�.

Este � seu lar, Albert.

N�o posso fazer nada direito.

Bobagem. Voc� tem um casamento feliz.

Quem em nossa fam�lia pode dizer isso?

Voc� sempre foi muito sens�vel.

Ignore-os e concentre-se em produzir um herdeiro.

Uma vez feito isso...

- Tudo ser� diferente. - � o que todos dizem, mas...

n�o � t�o f�cil como parece.

Tenho que encontrar um lugar para mim.

Ao lado de sua esposa quando voc� vai jantar?

N�o.

Um lugar que eu conquiste.

N�o posso suportar ver o Pr�ncipe t�o humilhado.

Estou surpresa do tio Sussex n�o ver isso.

O duque de Sussex � muito esquisito.

Eu nunca o vi sem a peruca

e acredito que ele vive de gelo e sopa de tartaruga.

Acho que ele tem uma amante, como todos meus outros tios.

N�o, senhora. N�o, ele � feliz casado com Lady Cecilia Buggin.

Mas, como ela n�o tem sangue real,

n�o � reconhecida como esposa dele

pela Lei de Casamentos Reais.

Se ao menos Lorde M estivesse aqui.

O que ele faria?

Pobre Sr. Hedge.

Que tipo de febre � essa?

C�lera indiana, provavelmente.

Favelas como Seven Dials,

voc� n�o pode ver, mas est� l�, pendurada no ar.

N�o se preocupe, estamos seguros aqui.

Sua Alteza Real,

a rainha pediu para se juntar a ela na Sala do Trono

para uma audi�ncia com o Sr. Allen e Sr. Buxton

da Sociedade para aboli��o do com�rcio de escravos.

Como sabe, Vossa Majestade, a pr�tica perversa da escravid�o

foi abolida em todos os seus dom�nios,

no entanto, ainda continua em outras...

na��es menos esclarecidas, mais notavelmente a Am�rica.

N�s organizamos uma conven��o, senhora,

para incluir pessoas da mesma opini�o em todo o mundo

para protestar contra a continua��o desta barb�rie.

Haver� uma delega��o dos abolicionistas americanos,

que ter� alguns escravos negros que fugiram dos senhores deles.

Um esfor�o digno, senhores.

Como posso ajud�-lo?

Gostar�amos de saber, senhora, se voc� abriria o procedimento.

Ter o seu apoio p�blico seria de valor inestim�vel.

Temos muitos adeptos ilustres.

Sir Robert Peel foi incans�vel em seus esfor�os,

mas... n�o h� maior aliada do que voc� mesma.

Eu acho chocante

que esta pr�tica deva continuar atrav�s do Atl�ntico

no pa�s conhecido como "Terra da liberdade".

Sem d�vida, senhor.

Tenho sido defensora dessa causa desde que eu era menina...

e certamente farei uma assinatura.

Por�m...

como sua soberana, eu n�o posso abrir a reuni�o...

por mais que eu pudesse querer.

Voc� n�o pode vir aqui senhorita.

Por ordem do conselho paroquial, em virtude da febre.

Minha prima e seu beb� vivem l� em baixo.

Elas precisam da minha ajuda.

Se eu deix�-la entrar, n�o poderei deix�-la sair.

Assim, voc� deve decidir se seu assunto � urgente.

Meu anjo.

Lehzen.

Sim, Majestade.

Preciso lhe perguntar algo.

Claro.

Agora que eu sou casada, haver� mudan�as.

Sim, Majestade.

Mas eu n�o quero nenhuma mudan�a ainda.

N�o, Majestade.

Estive pensando...

se eu quisesse que as coisas ficassem...

assim como est�o por talvez um ano ou mais...

como eu poderia fazer isso?

Eu fico pensando na pobre princesa Charlotte.

Claro, Majestade. Eu sou inexperiente nesses assuntos.

Claro.

Mas minha irm� � casada e me escreve muito francamente.

Dez vezes?

Ficar�amos honrados pela sua presen�a, Sua Alteza Real.

Victoria,

decidi participar da conven��o Anti-escravid�o.

E espero poder dizer algumas palavras.

E ser� uma grande honra, senhor.

Voc� vai fazer um discurso?

� um assunto sobre o qual eu sinto muito forte, meine Liebe,

e...

os protocolos habituais que a impedem de assistir

n�o se aplicam a mim.

Preciso de uma posi��o, Victoria.

Est� me seguindo? N�o pode entrar aqui.

Sei que foi a Seven Dials

e sei que a encontrou fechada a visitantes.

Como?

Um chef tem faro para os ingredientes mais atraentes.

� o seguinte, Srta. Skerrett,

eu tenho amigos em Seven Dials.

E eles n�o deixam policiais ficarem no caminho deles.

H� algo que eu posso fazer por voc�?

Eu n�o sei. O que voc� est� pensando?

Posso pensar em algo.

Anson. J� escrevi o que desejo dizer em alem�o

mas devo entreg�-lo em ingl�s, � claro.

E acho que est� muito longo.

Acho que se estava propondo publicar um ensaio, senhor...

Voc�...

gostaria que eu abreviasse para voc�, senhor, e...

colocasse em ingl�s?

Eu ficaria muito grato.

Seu alem�o � muito superior ao meu ingl�s.

� um empreendimento corajoso, se assim posso dizer, senhor.

Voc� acha que sou imprudente? Entendo.

Mas desde que cheguei neste pa�s,

tenho sido julgado por quem n�o conhece meu car�ter.

Eles riem de minhas roupas, zombam de meu sotaque.

Vi panfletos onde sou desenhado como salsicha.

Ent�o decidi se sou visto por exame minucioso,

poderia ser por algo que eu acredito.

O que Shakespeare diz?

"Covardes morrem muitas vezes antes de morrer "

"Os valentes experimentam a morte apenas uma vez. "

J�lio Cesar. Ato 2, Cena 2.

Este com�rcio b�rbaro

� repugnante ao cristianismo

e a mancha negra sob civilizada...

Voc� n�o tem que fazer um discurso.

Eu tenho que ganhar minha posi��o.

E quanto � sua posi��o...

eu posso ter uma solu��o para isso.

Mas voc� ter� que esperar e ver.

- Eu posso faz�-la falar, sabe. - Eu gostaria de v�-lo tentar!

- Conte-me. - N�o.

Conte-me.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco,

seis, sete, oito, nove, dez.

Sua Alteza Real, o duque de Sussex.

Tio.

Chamei-o aqui porque h� algo que eu gostaria de discutir.

N�o adianta, Victoria. Eu n�o vou mudar de ideia.

Deus sabe...

minha vida n�o tem sido feliz...

mas eu sou filho de um rei

e n�o desistirei do meu direito de primogenitura.

Quero falar com voc� sobre sua esposa, tio.

Quer falar sobre Cecilia?

Se vai me dizer que meu casamento � ilegal

porque eu n�o tinha o consentimento soberano,

ent�o eu acredito que est� nove anos atrasada.

Eu estava pensando...

eu gostaria de conhecer sua esposa.

- Voc� gostaria? - Sim.

Sim, acho que � muito importante

dar aos c�njuges o respeito que � devido.

Isso � muito generoso, senhora.

Mas temo que isso n�o mudar� minha ideia

na quest�o da preced�ncia.

Se ela fosse ser recebida na corte, precisaria de um t�tulo.

Como seu casamento � morgan�tico,

ela n�o pode ser a Duquesa de Sussex,

mas acho que ela poderia talvez se a Duquesa de, digamos...

Inverness?

Duquesa de Inverness.

Sim. � um dos t�tulos discricion�rios de Soberano.

Ent�o, tio, acha que sua esposa aceitaria?

Ser recebida na corte como Duquesa?

Sim, acredito que ela aceitaria.

� claro que as circunst�ncias teriam que ser certas.

A felicidade de minha esposa � tudo para mim.

Sinto o mesmo sobre Albert.

Deixe para l�, Duquesa.

Nem todas as suas flechas erram o alvo.

Voc� e o Pr�ncipe s�o t�o diferentes.

Talvez eu possa ajud�-la com sua pontaria.

Reta.

Seus quadris.

Segure.

Harriet n�o est� encantadora?

Foi gentil da parte dela ficar comigo na cidade,

enquanto o marido dela voltou para Ragsby.

De fato.

Quando nossa m�e foi embora...

Albi tentou n�o chorar.

Sempre quis estar l� para proteg�-lo.

- Ele teve sorte por ter voc�. - N�o, eu quem tive sorte.

Penso que ele � minha melhor metade.

E sua outra metade � muito ruim?

O que voc� acha, Duquesa?

Eu acho, senhor...

que voc� � um cordeiro em pele de lobo.

Voc� finge ser o que mam�e chama de libertino,

mas por dentro...

Acho que tem um cora��o doce.

Eu acho... que me deixa lisonjeado, Duquesa.

N�o, senhor. S� descrevo o que vejo.

Como Presidente da Sociedade Brit�nica

e do Exterior de Anti-Escravid�o,

estou contente por haver muitas pessoas aqui.

Este com�rcio "barb�ro"

� repugnante para o esp�rito do Cristianismo.

"B�rbaro", senhor, � a pron�ncia correta.

Obrigado. Este...

com�rcio b�rbaro � repugnante para o esp�rito do Cristianismo

e � a mais negra mancha sobre a Europa civilizada.

Muito bom, senhor. E...

Lembre-se de falar alto.

Exeter Hall � um grande local,

e acredito que eles esperam mais de 3 mil pessoas.

Tantas?

� uma causa que tem grande apoio daqui

e de todos os partidos e interesses.

N�o � sempre que se encontra tal acordo.

Acredito que n�o s� estar� l� Lorde Palmerston,

o Secret�rio do Exterior,

mas tamb�m Sir Robert Peel, que voc� sabe que � conservador.

Apesar de eu acreditar que ele ajudou

a reduzir meu subs�dio em 20.000.

Victoria n�o gosta dele.

Sir Robert Peel ser� Primeiro-Ministro um dia.

E voc� acredita que ela vai superar a avers�o.

Entendo.

ENCONTRO ANTI-ESCRAVID�O

Acha que corre mais r�pido que o policial?

Sim!

Ei, pare, seu ladr�ozinho!

Ei, volte aqui, seu malandrinho!

N�o. N�o. Traga outra.

Exatamente o homem que eu queria ver.

Qual gravata prefere?

Quero ficar �timo esta noite.

Eu vi voc� hoje com a Duquesa de Sutherland.

Sim, ela � uma �vida arqueira.

- Ela � casada, Ernest. - Eu sei.

Nem papai seduz mulheres casadas.

N�o, mas n�o acho que papai j� se apaixonou alguma vez.

Acho que seria melhor se voc� voltasse a Coburg.

Bem, eu gostaria de ficar...

para seu discurso, para dar meu apoio.

No momento, n�o sei se posso...

Voc� deve ir para casa. Devo enfrentar isso sozinho.

Sim.

Mas voc� n�o est� sozinho, est�?

Sra. Ashdown?

Sou Charles Francatelli. Sou amigo de Srta. Skerrett.

Ela me pediu para lhe entregar isto.

Obrigada.

- Posso entrar? - N�o deveria. N�o � seguro.

Trouxe prote��o.

80% de teor alco�lico.

Voc� tem mais coragem que o m�dico.

Ele n�o vem at� aqui.

- Para a crian�a? - Ela n�o para de tossir.

- Estou preocupada. - Erga a cabe�a.

- Talvez eu possa ajudar. - Por que me ajudaria?

N�o nos conhecemos.

Conhe�o Srta. Skerrett.

Sei o quanto ela se preocupa com voc�.

Voc� deve gostar muito dela.

Sua Gra�a, o Duque de Wellington.

Sua Majestade, a Rainha,

e Sua Alteza Real, Pr�ncipe Albert.

Vou sentir saudades, meu querido sobrinho.

Mas voc� voltar� logo.

Para um batismo, talvez.

Talvez.

Boa noite, Vossa Alteza Real. Lady Cec�lia.

Na verdade, Wellington,

minha esposa agora � Duquesa de Inverness.

Um t�tulo discricion�rio?

A Rainha implementou o arsenal dela.

Meus parab�ns, Duquesa.

Duque.

Sua Alteza Real, o Duque de Sussex,

Sua Gra�a, a Duquesa de Inverness.

Tio Sussex.

Posso apresentar minha esposa?

Vossa Majestade.

Fico contente em finalmente conhec�-la... Duquesa.

Encantada em estar aqui, senhora.

Podemos?

Nossa pequena Rainha ficou boa em conseguir o que quer.

- N�o acha, Duque? - Mulheres!

Viu a cara de Wellington

quando o Duque de Sussex abriu caminho para voc�?

N�o acha que organizei tudo de uma maneira genial?

Acho que voc� lidou com isso impecavelmente.

Voc� � extraordin�ria.

Albert, qual o problema?

Achei que ficaria satisfeito. N�s vencemos.

Acho que a vit�ria � sua...

n�o minha.

Que espl�ndido ser um rei com quinze filhos.

Ele ficou louco.

Acho que meu irm�o ter� um casamento bem feliz.

Sim. Ele ama muito a Rainha.

Mas eu n�o acho que eu teria a mesma sorte.

Casamentos verdadeiramente felizes s�o raros.

Em minha experi�ncia.

Quero dizer que voltarei a Coburg em breve.

Albert acha que estarei mais seguro l�.

Mais seguro?

Dificilmente est� em perigo

por conta de flerte inofensivo com mulher casada.

Acha que � inofensivo?

- Voc� n�o? - N�o.

Ent�o, devo desejar-lhe uma boa viagem.

- Prometa que vai se cuidar. - Vou ficar bem, irm�o.

Apenas apresse-se e tenha um filho para eu ser padrinho.

Certifique-se de cuidar do meu irm�o.

Vai sentir muita falta dele?

Espero que tenha gostado de sua estadia, senhor.

Nunca me esquecerei.

Por 20 anos, estivemos juntos todos os dias.

Mas agora tenho voc�

e logo teremos nossa pr�pria fam�lia.

Bem-vindo � Inglaterra, Sr. Barret.

Acabo de receber uma carta da Sra. Ashdown.

Ela est� bem feliz em seus novos aposentos.

E pediu para te dizer o quanto ela � grata.

Como est� o beb�?

Ainda tosse.

Sra. Ashdow acredita que agora que sa�ram da cidade, melhorar�.

Fico feliz.

Eu costumava fazer mau ju�zo dos homens,

mas acho que poucos fariam o que voc� fez por uma estranha.

Ent�o...

N�o fiz isso por ela.

Suponho que queira algo em troca.

Sim.

Sim, senhorita Skerrett, eu quero.

Costumo me pegar pensando em voc� quando estou

no trabalho de confeiteiro e � dif�cil me concentrar, porque

Eu...

n�o sei o teu nome.

Seu verdadeiro nome. seu nome de batismo.

Ent�o...

Isso � o que eu gostaria.

Meu nome?

Nancy.

Obrigado,

Nancy.

Apenas discurse

e sorria eventualmente.

Se o vir com o olhar severo, farei uma obje��o.

Estarei procurando por voc�.

Boa sorte.

Obrigado.

No seu primeiro encontro, deve cham�-lo de Vossa Alteza.

Depois disso, pode cham�-lo de senhor.

Posso dizer a ele que me chame de Jonas, se quiser?

N�o costuma-se falar com a realeza antes de ser convidado.

Conhe�o este sistema.

Agora que estou aqui, fiquei um pouco nervoso.

Perfeitamente natural, senhor.

Se eu vir Victoria, n�o irei trope�ar.

Sr. Mott e Sr. Cabot, de Boston.

e esse � o Sr. Barret,

que era escravo na Virg�nia at� escapar bravamente.

Sua fuga foi muito dif�cil, Sr. Barret?

Depois de despistar os c�es de ca�a, foi mais f�cil.

Mas eu n�o me importava com as dificuldades,

porque sabia que estava indo em dire��o � liberdade.

Gra�as a Deus.

� bom que esteja hoje aqui.

E � bom que esteja hoje aqui,

senhor.

Fico feliz em poder servir.

Por favor.

- Espero n�o estar atrasada. - N�o, senhora.

O processo ainda n�o come�ou.

Sr. Buxton pediu que eu me desculpasse

por n�o ter preparado o camarote real.

Mas assegurei a ele que voc� n�o se importaria.

Eu vim escondida.

Perd�o, senhora, mas o disfarce n�o � seguro.

Voc� seria o centro da aten��o de todos os olhos.

Sabe, Lehzen.

Estou sentindo um pouco de fraqueza.

- Fraqueza, majestade? - Sim.

Fraqueza.

Acho que devo voltar para o pal�cio.

Acredito ser uma decis�o s�bia, senhora.

Anson,

n�o conte ao pr�ncipe at� que termine a sess�o.

N�o quero distra�-lo.

Entendido, senhora.

Vossa Alteza, o Pr�ncipe Albert.

Como presidente da Sociedade Anti-Escravid�o,

fico feliz ao ver tantas pessoas aqui.

Esse...

Esse com�rcio b�rbaro

� repugnante para o cristianismo.

e deixa uma mancha negra sobre a Europa civilizada.

Homens devem nascer e crescer em uma sociedade livre,

f�sica e moralmente falando. Fui escolhido

para presidir esta reuni�o da Sociedade

e falar sobre sua convic��o e import�ncia.

Sinto profundamente

que os bons e persistentes esfor�os da Inglaterra

para abolir o tr�fico de seres humanos

ainda n�o tenham surtido efeito.

Este pa�s n�o descansar�

at� que finalmente, e de uma vez por todas,

ponhamos fim nisso.

Nossos esfor�os s�o por uma causa santa

e devemos, em n�o muito tempo,

sermos recompensados com a realiza��o da humanidade

pela qual nos reunimos hoje.

Obrigado.

Devo cumpriment�-lo, senhor.

Foi um belo discurso.

Obrigado, Sr. Robert.

Dessa vez, ao que parece, estamos do mesmo lado.

Como foi seu discurso?

Acho que foi bem recebido.

Gostaria que estivesse l� para me ouvir.

Foi sua vit�ria, anjo.

N�o minha.

Voc� n�o est� mais cansada?

N�o.

N�o mesmo.

Cinco, seis, sete, oito, novo, dez.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis, sete, oito, novo, dez.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis, sete, oito...

O que est� fazendo?

Nada.

Algu�m disse para fazer isso?

Lehzen disse que se eu

n�o quisesse filhos por agora...

Claro que eu quero filhos. Seus filhos, Albert.

S�...

ainda n�o.

Sabe, Lehzen n�o est� bem informada.

A �nica maneira de evitar a concep��o �...

abstin�ncia.

� o que voc� quer, Victoria?

Abstin�ncia?

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