All language subtitles for Fear the Walking Dead - 2x13 - Date of Death.720p.WEB-DL.RARBG.pt

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Original subtitles

Desculpa.

Por favor, deixem-nos entrar!

N�o podemos deixar. Lamentamos muito.

O que vai acontecer ao meu filho?

Pensaremos em alguma coisa.

N�o temos nada, e voc�s t�m um castelo!

Eu sei, eu sei.

At� energia t�m. Por favor!

- Isto foi um erro. - Pois, erro dela.

Ela sabe.

Lamento muito.

Desculpem.

S02E13 "Date of Death"

Calado. Cala-te!

N�o quero morrer aqui. N�o quero morrer!

Deixa-me pensar!

- Vou morrer. - N�o vamos deixar.

O que vamos fazer? Estou a sangrar.

A bala acertou numa art�ria.

Se tivesse acertado, ele n�o estaria a falar agora.

O que sabes? Disseste que eras professor.

- Era. - Professor de qu�?

- De qu�? - Literatura.

A faculdade obrigava-me a fazer um curso todos os anos

de primeiros socorros b�sicos.

Sei um pouco, n�o muito. Preciso ver isso.

A bala atravessou. Isso � bom.

- Como � bom? - N�o a precisamos procurar.

Segura a perna com as duas m�os. Em cima e em baixo, aperta bem.

Precisamos estancar a hemorragia.

- Vou tentar coser. - Com o qu�?

Com o que encontrar na casa dele.

Vai ficar tudo bem.

Est�s bem, meu?

O meu homem aguenta a dor.

- Que dor? - Exactamente.

- Precisamos vir�-lo. - O qu�? N�o acabou?

N�o, ainda h� o ferimento de sa�da, meu.

Ajudem-me a vir�-lo.

Fala comigo, meu. O que se passa?

D�i, quando te mexemos?

Preciso que respires.

Vamos fazer o seguinte:

Vou coser-te.

E quando acabar, n�o te vou mexer.

N�o te vou mexer mais, est� bem?

Por quanto tempo?

At� ele melhorar.

Mas ele vai melhorar?

Vai, ele vai melhorar.

Est� bem.

Eu nem sei o teu nome.

Vai-te lixar.

James.

Vais querer o qu�? Peito, asa?

Qualquer coisa, menos perna.

Como est�s a sentir?

Muito bem. Melhor.

Qual � o n�vel da dor?

Numa escala de 1 a 10?

Tr�s.

Tr�s?

Talvez quatro.

Quatro � muito bom, considerando tudo.

Mas a prote�na ajudar�,

com a recupera��o, n�o acha?

Mal n�o vai fazer.

Ouve...

N�o te posso ajudar se n�o me contares o que se passa.

Ent�o, se as coisas piorarem,

tens de me avisar.

Tenta descansar.

Vai comer galinha, Sr. Manawa?

N�o. Dev�amos estar a comer ovos.

Chris, anda l�. Temos de falar.

Claro.

O que queres?

- Limpa a cara primeiro. - Porqu�?

- Est� cheia de graxa. - Que diferen�a faz?

Mataste um homem hoje, Chris.

Olha para ele.

O m�nimo que podes fazer � deixar que isso afecte o teu apetite.

Preciso saber o que se passa.

O que est�s a pensar? Digo, ao menos est�s a pensar?

Ele atirou no James.

Disparou no meu amigo. O que devia fazer?

- Ele n�o � teu amigo. - �, sim.

- Eles s�o. - Eles s�o selvagens.

Ent�o sou um selvagem. � o que est�s a dizer?

Chris, onde raio est�o os teus remorsos?

As coisas s�o assim agora.

Olha � volta.

J� n�o existe o bom ou o mau, o certo ou o errado.

Somos n�s ou eles, matar ou morrer. E o James � um de n�s.

- Conheces os tipos h� dois dias. - Fiz o que era preciso.

Desculpa, mas n�o me arrependo disso.

Deus.

Lembras dos primeiros meses do ensino secund�rio?

Ensino secund�rio?

Escondia-me nos intervalos

porque os tipos do futebol gozavam-me. Lembras disso?

Lembras do que me disseste?

Eu disse para entrares na onda, tentares encaixar.

E ent�o?

A li��o era para entrares na onda,

encenar, e n�o tornares num deles.

N�o d� para encaixar com estes tipos.

Todos sabem disso.

Mas o que fizeste, ao salvares o James hoje, foi enorme.

Provaste o teu valor.

Podes at� sair desta como um her�i.

N�o quero ser um her�i para eles e nem tu devias.

Tem s� cuidado ao lidar com eles, pai.

- N�s precisamos deles. - N�o, n�o precisamos.

Eu preciso.

Desculpem. Ela � a minha esposa.

- Abre o port�o. - N�o.

- Ela est� louca? - � o Travis. Eu falei dele.

� da fam�lia. � da fam�lia.

� a minha fam�lia.

Onde est� o Chris?

N�o sei.

Queres tomar um duche?

N�o.

- Est�s com fome? Eu posso... - N�o, Maddy.

N�o preciso de nada.

Onde est� o Nick?

Fugiu, como sempre faz.

Sabes para onde?

Acho que para norte.

Em Tijuana.

Desculpa.

Onde est� o Chris?

N�o tive escolha.

Trav, onde � que ele est�?

Acordem. Temos de ir.

O que se passa?

� dia da mudan�a.

Porqu�?

Acabaram as galinhas.

Dev�amos ter comido os ovos. Eu avisei.

Vou ser honesto, professor, esse teu paleio j� n�o cola.

- E o James? - N�o, estou bem para partir.

- Tens a certeza? - Claro.

Ent�o, na escala de 1 a 10?

- Zero, meu. - Ele est� melhor.

Ele n�o est� pronto.

- Pai. - S� passou uma semana.

Isto n�o � uma nave espacial, vamos numa camioneta.

- Para onde? - San Diego, como planeado.

Estados Unidos, querido. Estados Unidos.

San Diego est� destru�da. Fal�mos-te nisso.

N�o h� l� mais do que h� aqui.

- Tretas. - Chris, diz o que vimos.

Nunca fomos a San Diego.

- Meu Deus. - Nunca pass�mos por l�.

- Est� acabada. - N�o � um debate, Travis.

N�o estamos a debater.

Vamos carregar a carrinha e partir.

Podes vir, mas tens de parar com o falat�rio.

- Temos de ir. - Agora.

Vamos l�.

�, vamos l�.

Pai, precisamos de ajuda.

Lembras que dia � hoje?

- O qu�? - O dia.

N�o.

Perdi a no��o do tempo. Que diferen�a faz?

Eles est�o � nossa espera.

Diz para continuarem � espera.

- Pega numa ponta. - Quatro pontas, somos quatro.

Vamos levant�-lo, e lev�-lo at� l�.

Vamos fazer isso.

Est�s bem?

Sim, estou bem.

O Chris e eu vamos com ele.

Fixe. Eu escolho as m�sicas.

Vais nada. � o motorista que escolhe.

Coloca isso em baixo.

Adeus, M�xico.

Isto n�o est� bom. P�ra a viatura.

N�o os fa�a parar, por favor. N�o os fa�a parar.

Brandon!

P�ra o carro. Brandon.

Vamos, Brandon.

P�ra a porcaria da viatura, ou o teu amigo morre.

Alguma coisa?

Ainda est� vivo. Mas est� mal.

Filho da puta.

N�o podemos continuar assim, � espera.

N�o, e eu n�o gosto,

mas precisamos aprender com o dia de hoje.

N�o o vejo a melhorar.

Precisamos aceitar esse facto.

- O que est�s a dizer? - �.

O que est�o a dizer?

N�o ias entender.

Qual � o vosso problema?

- N�o s�o amigos dele? - Ele n�o est� a melhorar.

Ele melhorava, se dessem uma hip�tese.

Deram-lhe uma semana.

Ele est� a lutar, precisamos ajud�-lo.

Esperem o sangue coagular. � o que fazem no hospital.

- N�o estamos num hospital. - Isto � o melhor que temos.

Olhem � volta, e pensem.

Podemos sobreviver aqui at� ele melhorar.

Estamos aqui h� uma semana.

� seguro, n�o h� infectados.

- Podem salvar o James. - Ele ia entender.

N�o, est� a morrer de medo de voc�s.

Estou a come�ar a entender porqu�.

N�o sei o que dizer, meu.

Pai, o que est�s a fazer?

Fica longe dele.

Relaxa, mano. Ele n�o vai fazer nada.

- N�o vais mat�-lo. - Nem tu vais matar-nos.

N�o tens tomates para isso.

Que merda...

Porque est�s a fazer isto?

Estou a fazer isto por ti.

Porque est� com a arma?

Os teus amigos...

querem matar-te.

Disseram que ias entender.

Porque acha que concordei em entrar no carro?

N�o entendo, porque te querem matar?

Porque n�o deixar-te aqui?

No Mar de Cortez, havia um amigo connosco.

Sim, o amigo que foi mordido, certo?

Sim, o Troy.

Ele estava doente e n�s ainda tent�vamos entender isto tudo.

N�o sab�amos como funcionava ou o que aconteceria com ele.

Digo, sab�amos que ele transformaria.

O Troy sabia disso, ent�o obrigou-nos a prometer

que n�o deixar�amos que isso acontecesse com ele.

E prometemos.

N�o importa para onde vamos, � a mesma hist�ria,

s� as pessoas mudam.

Quando chegou o momento, o Troy ficou...

ele ficou assustado.

Ele desesperou,

come�ou a implorar para que par�ssemos.

Era o Brandon quem devia mat�-lo, mas ele...

ele n�o conseguiu puxar o gatilho.

Ent�o eu peguei na arma,

olhei bem nos olhos dele,

e pedi-lhe desculpa.

Pensei que era o m�nimo que podia fazer.

Depois morreu.

Isto � diferente.

- N�o est�s doente. - Como chama a isto?

N�o est�s a morrer, vais melhorar, s� precisas de tempo.

Isso n�o importa. O que importa � que pensam

que estou a morrer.

Esse � o acordo.

Sou um peso morto.

- Sim? - Sou eu.

O que queres?

Conversar.

E pensei que estarias com fome, e trouxe comida.

N�o � muito, mas dei o meu melhor.

P�e no ch�o.

M�os para cima. Vira-te.

- N�o estou armado. - Anda l�.

N�o confias em mim?

Quero confiar, n�o fazes ideia do quanto quero isso.

- Onde est�o os outros? - Na estrada.

Havia uns b�bados, e eles foram tratar deles.

Est�o a vir para c�?

N�o. Talvez. N�o sei, pai. Eles est�o aborrecidos.

Senta-te.

Ouve, eu s� queria dizer...

que entendo.

Entendes?

O que � que entendes?

O que est�s a tentar ensinar.

Nem gostas do James.

N�o, n�o gosto, filho.

Mas ainda assim est�s a tentar salv�-lo.

E porqu� isso?

Porque a vida dele ainda importa.

N�o somos descart�veis.

Digo, eles conhecem o James desde que tinha seis anos,

a ainda assim querem mat�-lo.

Imagina o que fariam comigo?

N�o, eu vou tirar-nos daqui.

Est� bem?

Vai ficar tudo bem.

Est� bem.

Eu prometo. Eu prometo.

- Pessoal! Pessoal! - O que est�s a fazer?

Chris, que porcaria � esta?

- Larga-me. - Apanhei-o.

Cala-te.

N�o. N�o, meu.

Brandon.

- N�o fa�as isso, mano. - Desculpa.

- Deixa-o comigo! - Eu posso melhorar.

Basta darem mais tempo.

- Brandon, n�o fa�as isso! - Cala-te!

- Eu imploro, meu. - Os dois.

Chris, n�o o deixes fazer isso.

Miseric�rdia.

Chris.

Podemos conversar?

Sim, anda c�.

- Ele n�o vai connosco. - Ele sabe.

- Elias. - Quem � esse?

O agricultor. Chamava-se Elias Suarez.

Nasceu a 12 de Fevereiro de 1961.

� o dia do teu anivers�rio.

Disseste para n�o me surpreender com coincid�ncias.

Isto n�o tem volta, Chris.

Se fores embora, n�o te conseguirei encontrar.

Mal tens 16 anos. N�o fa�as isso.

Pai, o que queres que eu fa�a?

Que fique contigo?

- N�s est�vamos a ir bem. - Est�vamos?

Agora posso andar, ficamos bem.

Pai...

A tua maneira n�o funciona, n�o tem como.

Chris, prometi � tua m�e que tomava conta de ti.

E est�s.

Como?

Ao deixares-me ir, est�s a fazer.

Pai, n�o fazes o que precisa ser feito.

Ficarei melhor sem ti.

Fazes-me pensar que estava com problemas.

Mas n�o estava. N�o estou.

Eu s� estava...

a adaptar-me.

Estou bem agora.

Imploro-te para que n�o fa�as isso, Chris.

Queres saber o que � engra�ado?

Com a m�e, tu conseguiste.

Consegui o qu�?

Tiveste for�a para fazer o que era preciso.

E depois perdeste-a.

Chris, entendeste tudo mal.

H� uma diferen�a.

J� n�o h�.

- Vamos l�. - Adeus, pap�.

Tudo bem, mano?

Levem-me para casa.

N�o � tarde demais. Pe�o-te, Chris.

- Desculpa. - Chris.

Anda l�.

Sai da viatura.

Chris.

Chris!

Maldito sejas, Chris!

Quais s�o as hip�teses?

De qu�?

Durante dois dias, caminhei...

a tentar encontrar o oceano.

E quando finalmente vejo a �gua...

vi um hotel iluminar-se como um maldito farol,

e eras tu.

N�s damos sorte.

Damos?

O que est�s a dizer?

Se n�o tivesse visto aquela luz...

nunca teria de contar a ningu�m o que fiz.

Travis, n�o fizeste nada errado.

Abandonei-o.

Querido, anda c�.

Tens de ouvir agora, est� bem?

Ele � meu filho, e eu abandonei-o.

Vamos passar por isto.

Vamos passar por isto.

Eu falhei com ele, Maddy.

Falhei com ele e falhei com ela.

Tu mesmo disseste, Travis. Tu disseste.

Ele n�o te deu escolha.

Podia ter deixado andar, deixado que matassem o James.

Seria a coisa errada a fazer,

mas teria feito o certo pelo meu filho.

Ele ainda anda por a�.

Anda, sim. Precisas acreditar nisso.

Naquela noite, no vinhedo...

N�o.

Eu estava errado.

Ele amea�ou a Alicia. Amea�ou a tua filha.

Arrependo-me em ter dito isso.

N�o, tinhas raz�o.

Antes de sermos uma fam�lia,

Liza, Chris e eu �ramos uma fam�lia.

Aquele "eles s�o nossos filhos" que eu disse

foi ingenuidade minha.

J� �ramos pais antes.

E a tua responsabilidade naquela noite era com a Alicia

e fizeste o que devias fazer.

A minha responsabilidade era com o Chris.

Prometi a ela que o protegeria.

Eu sei.

Enquanto vinha para aqui, sabes no que pensei?

Esqueci de dizer a ele que o amava.

Assim que ele se afastou,

percebi que a �ltima coisa que disse a ele foi:

"Maldito sejas."

Foi a �ltima coisa que o pai dele disse.

� do que ele vai lembrar.

N�o o conheceste quando era pequeno,

mas ele tinha um cora��o imenso.

Era um �ptimo menino.

Eu sei.

Quando o conheceste, ele j� andava irritado.

Comigo, com a Liza.

Quando roub�mos a fam�lia dele, ele perdeu o seu lar.

Ele ficou sem um lar.

Eu amava-o, nunca deixei de o amar.

Tudo o que ele viu foi o meu desgosto

pelo que ele se tornou, pelo que deixei ele se tornar.

- � tudo o que ele vai saber. - Ele sabia.

N�o.

N�o.

Antes era verdade, mas agora eu n�o...

O qu�? Diz-me.

Estamos todos a viver minuto a minuto aqui, todos n�s.

E num instante, tudo pode acabar.

E n�o ter�s uma oportunidade.

Eu s� queria ter dito a ele.

Preciso encontrar a Alicia.

Tivemos que deix�-los entrar. 43 deles.

Nem temos o suficiente para metade.

Est� feio, j� vi um ter�o deles.

Depois de examinar todos,

vamos arranjar um plano para decidir

quem � seguro e quem n�o �.

Depois decidir o que fazer com quem n�o �.

A Alicia?

N�o � uma mordida.

Eu sei.

Pode abaixar a camisa.

Menina, atacaram-me com um bast�o.

Est� bem. Acredito em si.

Obrigada.

Lamento.

Ele est� bem?

Vai ficar bem.

Podes vir comigo?

M�e?

H� uma coisa que n�o disse ontem.

Uma coisa que preciso que entendas.

N�o precisas dizer nada, eu entendo.

N�o, n�o entendes.

Est� bem? N�o entendes.

Ent�o ouve-me s�, est� bem?

Est� bem.

� sobre o teu pai.

O acidente que ele sofreu...

n�o foi um acidente.

O qu�?

Pensei estar a fazer a coisa certa ao n�o te contar.

Eu n�o sabia, n�o sabia o que dizer...

Disseste que ele adormeceu.

Ele n�o adormeceu.

M�e.

Desculpa.

Tens a certeza?

N�o contava se n�o tivesse.

Ele bateu com o carro.

Como podes ter a certeza se n�o sabes...

Havia um bilhete. Ele deixou um bilhete.

Encontraram-no no porta-luvas.

O que dizia?

- N�o � importante. - N�o � importante?

Querida, ele era um homem de poucas palavras.

E podia ser muito preciso se quisesse.

Diz-me.

"Eu amo-os a todos...

mas n�o aguento mais".

S� isso?

Sim.

E o Nick? O Nick sabe?

N�o.

- O Nick � a raz�o pela qual... - Pela qual o qu�?

Mantive isto em segredo.

H� muito do teu pai no Nick, sabias?

A forma como ele iluminava uma sala com o sorriso...

Ou silenciava-a com o seu humor.

Era imposs�vel ignorar.

S� n�o conseguia ver.

Eles partilhavam os mesmos dem�nios.

Segura a minha m�o.

Sempre tive medo que o Nick acabasse como ele que eu...

Est� tudo bem.

N�o, mereces coisa melhor. Mereces mais.

Muito mais.

Mas precisas saber que eu nunca...

que eu nunca te amei menos.

Nunca.

Eu s� pensei que estavas bem.

Precisava estar.

Desculpa.

Eu sei.

Desculpa mesmo.

Eu tamb�m te amo.

Obrigada.

Ol�?

P.A.CABRAL UNITED

Resync Web-DL: UNITED+PT-PT

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