All language subtitles for Game of Thrones - 4x02 - The Lion and the Rose.720p.BluRay.DEMAND.pt

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

A GUERRA DOS TRONOS O Le�o e a Rosa

Tansy!

Tansy!

Tansy! Aqui est�s tu.

N�o consigo v�-la.

Tansy!

Se conseguires sair da floresta, ganhas!

Corre, Tansy!

- Tansy! - Onde est� ela?

Tansy!

Lindas meninas. Para tr�s.

- Muito bem. Tu tamb�m. - S� a feri.

Fizeste-a parar, � isso que interessa.

Foi um belo disparo, n�o foi, Fedor?

Um belo disparo, senhor, minha senhora.

Por favor, meu senhor, d�i. Por favor.

N�o chores, acabar� em breve.

Ela acha-se bonita. Deixa-me espetar-lhe uma na cara.

Temos de recompensar os c�es, eles fizeram o trabalho dif�cil.

Porqu�? Fiz tudo o que pedistes.

- Mas deixaste a Myranda com ci�mes. - Eu, com ci�mes dela?

Meu senhor, por favor!

V�s que a tua presen�a se tornou um problema.

Matem-na!

Agora j� n�o � t�o bonita.

A tua nova m�o � mais bonita do que a anterior, n�o concordas, Pod?

- � de ouro puro? - De a�o dourado.

N�o est�s a comer. Porque n�o est� ningu�m a comer?

A minha mulher est� a definhar e o meu irm�o passa fome.

- N�o tenho fome. - Perdeste uma m�o,

n�o um est�mago.

Prova o javali. A Cersei n�o se farta de o comer,

desde que um deles matou o Robert por ela.

Um brinde aos orgulhosos filhos Lannister,

o an�o, o aleijado e a m�e de loucura.

- Eu limpo. - N�o, eu fa�o-o. Deixa-nos.

� s� vinho.

- N�o posso lutar mais. - E a m�o esquerda?

Consigo segurar numa espada, mas os meus instintos est�o errados.

Como posso proteger o Rei se mal consigo limpar o rabo?

Agora �s o Comandante, comanda.

Deixa que os outros lutem.

Quando foi a �ltima vez que o Pai usou uma espada?

Eu n�o sou o Pai, sou o Regicida.

Quando as pessoas descobrirem que n�o consigo matar um pombo...

Ent�o, treina. Aprende a lutar com a outra m�o.

Com quem? Contigo? Os homens falam.

Mal algu�m descubra que n�o consigo lutar, contar� a toda a gente.

Precisas de um espadachim bom e discreto.

Eu conhe�o o ideal.

O meu irm�o diz-me que sabeis manter a boca fechada.

� um talento invulgar para um mercen�rio.

Ele diz-me que v�s cagais ouro como o vosso pai.

Este s�tio � seguro?

H� um cavaleiro, o Leygood, com rel�mpagos no escudo.

� aqui que fodo a mulher dele. Ela gosta de gritar.

Se n�o a ouvem, n�o v�o ouvir-nos.

Nunca tinha visto a�o valiriano. � uma beldade.

O problema � que se lutais com uma espada, eu tamb�m tenho de lutar.

E se eu lutar com uma espada, deixarei de ter quem me pague.

N�o uso uma espada de treino desde os nove anos.

Sois um guerreiro ousado, atacais um homem quando baixa a guarda.

� a melhor altura para atacar um homem.

Prestai aten��o.

Se ainda tivesse a minha m�o direita...

Planeais deix�-la voltar a crescer?

Vamos a isto.

Abram os port�es!

Cavaleiros a entrarem!

Vamos tratar destes cavalos.

Pai, bem-vindo a casa.

Walda, este � o Ramsay Snow, o meu filho bastardo.

- � um prazer, M�e. - Ol�.

Alimentai os cavalos, dai-lhes �gua e lavai-os.

E levai a Senhora Walda para os aposentos dela.

Por aqui, minha senhora.

- Onde est� o teu pr�mio? - Com os c�es.

Quero v�-lo.

Ouvi dizer que cortastes uma m�o ao Regicida.

As not�cias viajam depressa. O que ele gritou.

Ter�eis adorado.

Pai!

- O que lhe fizeste? - Treinei-o.

Demorou a aprender, mas aprendeu.

Esfolaste-o.

Tirei a pele a uns bocados, cortei outros.

Era o filho e herdeiro de Balon Greyjoy.

Esfolamos os nossos inimigos h� mil anos.

O Homem Esfolado est� nos nossos estandartes.

Nos meus estandartes, n�o nos teus.

N�o �s um Bolton, �s um Snow.

O Tywin Lannister deu-me o Norte,

mas n�o levanta um dedo para me ajudar a tom�-lo.

Enquanto os homens de ferro tiverem Fosso Cailin,

os nossos ex�rcitos est�o retidos a sul do Gargalo.

O Theon era um ref�m valioso, n�o era o teu brinquedo.

- Queria troc�-lo por Fosso Cailin. - J� perguntei.

Lorde Greyjoy recusou. Os selvagens n�o t�m...

Enviaste condi��es ao Balon Greyjoy sem meu consentimento?

Deixastes-me como senhor interino de Forte do Pavor, agi como tal.

Tive de entrar disfar�ado nas minhas terras gra�as aos Greyjoy.

Precisava do Theon inteiro.

O Theon era nosso inimigo,

mas o Fedor nunca nos trair�.

Confiei demasiado em ti.

Fedor, como podes deixar-me estar diante do meu pai

com a barba por fazer? � uma falta de respeito.

Perd�o, meu senhor.

Dai-lhe a l�mina.

N�o sou um Bolton, Pai. O que importa?

Vamos, Fedor, um barbeado como deve ser.

Fedor, diz ao meu pai

onde est�o o Bran e o Rickon Stark.

N�o sei, meu senhor.

Assassinaste-os e exibiste os corpos deles em Winterfell.

Fedor, assassinaste os rapazes Stark?

N�o, meu senhor, apenas dois rapazes da aldeia.

E queimaste os corpos para ningu�m saber.

Sim, meu senhor.

Os Stark sempre governaram o Norte.

Se o Bran e o Rickon estiverem vivos,

o territ�rio apoi�-los-�, agora que o Robb Stark est� morto.

� verdade, Fedor,

o Robb Stark est� morto.

Lamento.

Sei que ele era como um irm�o para ti,

mas o meu pai espetou-lhe uma faca no cora��o.

O que sentes acerca disso?

- Estais pronto para uma ca�ada? - Sempre.

Encontrai os rapazes e dar-vos-ei 400 hectares e uma fortaleza.

A vossa ratazana de estima��o sabe para onde foram

depois de Winterfell?

O Jon Snow est� em Castelo Negro.

- Quem � o Jon Snow? - O irm�o bastardo deles.

Pode estar a abrig�-los. Talvez saiba onde eles est�o.

Mesmo que n�o saiba, � metade Stark, pode ser uma amea�a.

Queres mostrar que �s um Bolton?

Re�ne os homens que puderes e vai at� Fosso Cailin.

Leva esta tua criatura, talvez seja �til.

Apodera-te do Fosso para a fam�lia, para a nossa fam�lia,

e reconsiderarei a tua posi��o.

Lorde Varys, a tomar o pequeno-almo�o com o Rei?

Os estrangeiros n�o s�o bem-vindos em ocasi�es t�o exclusivas.

Ser estrangeiro...

A Shae foi descoberta. A criada da Sansa viu-vos com ela.

Ela j� contou � vossa irm�,

� s� uma quest�o de tempo at� o vosso pai saber.

Ent�o sou culpado de ser visto com a criada da minha mulher.

O meu pai perguntar-vos-� se h� mais alguma coisa

e contareis uma mentira inteligente. - N�o contarei.

Quanto tempo julgais que o vosso pai e a vossa irm� me deixar�o viver,

se suspeitarem que minto?

N�o tenho um mercen�rio de estima��o para me proteger,

nem um irm�o lend�rio para me vingar,

s� tenho passarinhos que me sussurram aos ouvidos.

Perdoai-me por n�o chorar por v�s.

Ningu�m chora por aranhas nem por rameiras.

Tenho amigos do outro lado do mar que poderiam ajud�-la.

Ela n�o se vai embora.

Disse-lhe tantas vezes que este local � perigoso

que ela j� n�o acredita em mim. - O vosso pai prometeu enforcar

a pr�xima rameira com que vos apanhasse.

O vosso pai alguma vez fez uma promessa v�?

Da Casa Tyrell e das gentes da Campina, Vossa Gra�a,

� uma honra presentear-vos com esta ta�a matrimonial.

Que v�s e que a minha filha Margaery bebais muito

e que tenhais uma vida longa.

� um belo c�lice, meu senhor.

- Ou devo chamar-vos pai? - Seria uma honra, Vossa Gra�a.

� aquela a rameira de que vos falei. A do cabelo escuro.

Manda-a ir � Torre da M�o antes do casamento.

- Um livro? - "Vidas de Quatro Reis".

A hist�ria do Gr�o-meistre Kaeth

sobre os reinados de Daeron, o Jovem Drag�o, Baelor, o Aben�oado,

Aegon, o Indigno, e Daeron, o Bom.

Um livro que todos os reis deviam ler.

Agora que a guerra est� ganha,

dev�amos todos arranjar tempo para a sabedoria.

Obrigado, Tio.

Uma de apenas duas espadas valirianas na capital, Vossa Gra�a,

acabada de forjar em vossa honra.

Cuidado, Vossa Gra�a, nada corta como a�o valiriano.

� o que dizem.

Tal espada devia ter um nome. O que hei de chamar-lhe?

- Tempestuosa! - T�rmino!

- Lamento da Vi�va! - Desgra�a-dos-Lobos!

Lamento da Vi�va. Gosto desse.

Sempre que a usar, ser� como voltar a cortar a cabe�a do Ned Stark.

N�o.

Quereis-me na secret�ria?

- O que se passa, meu le�o? - N�o me chames isso.

O que devo chamar-vos?

Temo que a nossa amizade n�o possa continuar.

A nossa amizade?

H� um navio � espera no porto e que vai para Pentos.

- O qu�? - Ter�s o teu camarote.

E do outro lado do Mar Estreito ter�s uma casa e criados.

- O que � isto? - Sou um homem casado.

Como bem sabes, a minha mulher sofreu muito.

N�o quero que ela sofra mais por minha causa.

Tenho de cumprir os meus votos.

- N�o vos deseja. N�o a desejais. - Tenho de agir bem para com ela.

Para com os nossos filhos.

- Do que tendes medo? - N�o tenho medo.

Tendes. Tendes medo do vosso pai e da vossa irm�.

- Ides fugir deles a vida toda? - Preciso que te v�s embora.

N�o tenho medo deles.

- N�o vou fugir deles. - Shae!

Vamos enfrent�-los juntos. Foi como v�s dissestes:

eu sou vossa e v�s sois meu. - �s uma rameira!

A Sansa � adequada para ter os meus filhos, tu n�o.

N�o posso estar apaixonado por uma rameira,

n�o posso ter filhos com uma rameira.

Com quantos homens estiveste? 500? Cinco mil?

Com quantas rameiras estivestes?

Apreciei o tempo que passei com elas e contigo acima de tudo.

Mas esse tempo j� passou.

Ter�s uma vida confort�vel em Pentos.

O Bronn acompanha-te ao navio.

Ouvi-nos.

Aceitai estes s�mbolos da nossa f�, meu senhor,

e afastai-nos da escurid�o.

Senhor, servi-vos bem!

Senhor da Luz, mostrai-nos o caminho.

Selyse, �s minha irm�!

Vossas s�o as estrelas que nos guiam.

- Diz-lhe! - Senhor da Luz, protegei-nos,

pois a noite � escura e cheia de terrores!

Viste? As almas deles. Eram as almas deles.

O nosso senhor levou-as. Viste?

Lorde Florent era vosso cunhado.

Era um infiel.

Adorava os deuses dos pais e dos av�s dele.

Tamb�m eram os deuses dos vossos pais.

Ordenei-lhe que destru�sse os �dolos dele e ele desobedeceu.

Quantos navios trouxe ele para a vossa causa? Quantos homens?

Bastante mais do que v�s.

Vistes, Sor Davos? Agora est�o com o nosso senhor.

Os pecados deles arderam.

Certamente est�o muito gratos, minha rainha.

A carne n�o est� boa.

As nossas despensas est�o quase vazias.

Ent�o serve peixe. Estamos numa ilha.

Tu odeias peixe.

Odeio muitas coisas, mas suporto-as na mesma.

Quando este castelo estava cercado e eu estava esfomeada,

o Stannis fez-me sopa a partir de livros.

A cola que os une � feita de cavalos.

Uma manh�, matou duas gaivotas na praia.

Nunca comi nada t�o bom como gaivota grelhada.

- Lembras-te? - Claro que me lembro.

Alguma vez passastes fome, minha senhora?

Durante toda a minha inf�ncia.

- At� encontrardes o Senhor da Luz? - At� ele me encontrar.

Temo pela alma da nossa filha.

Todas as m�es devem temer pela alma dos filhos.

- � um animalzinho teimoso. - � uma crian�a.

Mal a conheces.

Achas que ela � gentil, porque sorri quando a visitas.

� taciturna e teimosa e pecaminosa.

Por que outro motivo teria o Senhor da Luz marcado a cara dela?

- Precisa da vara. - Ela � minha filha,

n�o lhe bater�s.

�s vossas ordens.

Talvez a Senhora Melisandre pudesse falar com ela.

Entrai.

Est�veis a dormir, Princesa?

- Vistes a cerim�nia na praia? - Ouvi-a.

E assustou-vos?

Sor Axell era meu tio. Foi sempre gentil comigo.

Agora est�o num s�tio melhor, Princesa.

O fogo livrou-os dos pecados do mundo.

Mas eles gritaram.

As mulheres gritam quando d�o � luz, mas depois ficam muito felizes.

Depois n�o se transformam em cinza e em ossos.

Tendes muitas perguntas, n�o tendes?

Eu tamb�m tinha quando era crian�a. Era muito parecida convosco.

- Mas n�o era uma princesa. - E n�o t�nheis isto.

N�o.

Mas sofri de outras formas, doce menina, acreditai.

O que sabeis sobre os deuses?

- Li "A Estrela de Sete Pontas". - Mentiras e f�bulas.

Os sept�es falam de sete deuses, mas s� h� dois:

um deus de luz, de amor e de alegria

e um deus de escurid�o, do mal e do medo, eternamente em guerra.

N�o h� sete c�us e sete infernos?

S� h� um inferno, Princesa, aquele em que vivemos agora.

Hodor.

- Porque me acordaste? - Est�s inconsciente h� horas.

Estava com fome.

Estamos todos com fome.

- Estava a comer agora mesmo. - O Ver�o � que estava a comer.

O teu corpo n�o pode viver com o alimento que o teu lobo consome.

Passar muito tempo na pele do Ver�o � perigoso.

N�o �s um lobo gigante, Bran.

Mas deve ser fant�stico.

Correr, saltar, ca�ar,

estar inteiro.

Sei que � tentador, mas se ficares muito tempo dentro do Ver�o,

esquecer�s como era ser humano.

Esquecer-nos-ias, Bran. Esquecerias a tua m�e e o teu pai.

Esquecerias os teus irm�os e as tuas irm�s.

Esquecerias Winterfell.

Esquecer-te-ias de ti e, se te perdermos, perdemos tudo.

Hodor, leva-me at� � �rvore.

Procura-me...

...debaixo da �rvore.

Ele viu-nos.

Norte.

Sei para onde temos de ir.

Declaro que Margaery da Casa Tyrell

e Joffrey das Casas Lannister e Baratheon

est�o unidos num s� cora��o, numa s� carne, numa s� alma.

Amaldi�oado seja quem tentar separ�-los.

Com este beijo, vos prometo o meu amor.

Temos uma nova rainha.

Antes ela do que v�s.

- N�o dir�eis que � um pouco demais? - Parece-me proporcional.

- Proporcional a qu�? - � extravag�ncia esperada.

As pessoas que gastam o dinheiro delas neste tipo de disparates,

n�o costumam t�-lo durante muito tempo.

Dev�eis tentar apreciar algo antes de morrer.

- Talvez gosteis. - Posso...

Agora n�o, Mace. Lorde Tywin e eu estamos a falar.

N�o sei do que vos queixais, pago a minha parte.

Quereis que espetemos rosas douradas em metade das tartes de carne,

para celebrar a vossa generosidade?

N�o, o vosso agradecimento sentido serve de recompensa.

Imagino que voltarei a ouvi-lo em breve.

As guerras s�o bastante caras.

O Banco de Ferro receber� o que lhe � devido.

Gostam muito de relembrar toda a gente,

quase tanto como os Lannister com as vossas d�vidas.

O Banco de Ferro n�o me preocupa.

Ambos sabemos que sois demasiado inteligente para isso.

Vinde, Tywin, vamos celebrar o amor jovem.

- Est� tudo tratado. - Levaste-a at� ao navio?

- Sim, ela embarcou. - E vistes o navio partir?

S� v�s, eu e o Varys � que sabemos que ela vai nele.

Como sabeis?

Porque se algu�m me segue sem ser convidado,

sou a �ltima pessoa que seguem. - H� algu�m a seguir-vos?

Ela partiu. Sei que n�o quereis acreditar, mas partiu.

Agora, ide beber at� vos parecer que fizestes o que estava certo.

Ol�!

- Ol�. - N�o � para v�s.

Est�s linda, crian�a. Apanhar ar fez-te bem.

N�o tive oportunidade de te dizer como lamento a morte do teu irm�o.

Guerra � guerra, mas matar um homem num casamento � horrendo.

Que monstro faria algo assim?

Como se os homens precisassem de mais raz�es para temer o casamento.

Minha senhora.

Lorde Tyrion, vedes? N�o � assim t�o mau.

Talvez se o teu marido indigente vendesse a mula dele

e o �ltimo par de sapatos,

talvez pudesse levar-te a visitar Jardim de Cima.

Agora que estamos em paz e que tudo est� bem no mundo,

far-te-ia bem conhec�-lo.

Com licen�a. Est� na hora de comer alguma da comida por que paguei.

Num manto de ouro

Ou num manto vermelho

Suas garras um le�o mant�m

E as minhas s�o longas

Muito bem. V�o-se embora!

Meu amor, porque n�o fazemos o an�ncio?

Ou�am todos!

A Rainha gostaria de dizer umas palavras.

- Rainha Margaery! - A Rainha!

Temos muita sorte em apreciar esta comida e esta bebida,

nem toda a gente tem tanta sorte.

Para agradecer aos deuses por a guerra ter chegado a um fim justo,

o Rei Joffrey decretou que os restos do banquete

sejam dados �s pessoas mais pobres da cidade.

Sois um exemplo para todos n�s.

- Sor Jaime, lamento muito. - Sor Loras, n�o h� problema.

- A vossa irm� est� muito bonita. - Tamb�m a vossa.

Estais ansioso pelo vosso casamento?

Sim, muito.

A possibilidade agrada muito aos nossos pais.

- Sem d�vida que sim. - Talvez devessem casar-se eles.

Se vos casardes com a Cersei, ela assassinar-vos-� durante o sono.

Se conseguirdes engravid�-la,

tamb�m assassinar� a crian�a, muito antes de ela vir ao mundo.

Felizmente para v�s, nada disto acontecer�,

porque nunca casareis com ela.

V�s tamb�m n�o.

Vossa Gra�a. Meu Rei. Minha Rainha.

Senhora Brienne, fostes muito gentil em vir.

- N�o sou uma Senhora, Vossa Gra�a. - Fizestes uma v�nia?

Perd�o, Vossa Gra�a, nunca dominei a rever�ncia.

Fostes v�s que espetastes uma espada no Renly Baratheon.

N�o � verdade, meu amor. A Brienne n�o teve nada a ver com isso.

� uma pena. Tornaria cavaleiro o homem

que acabou com a vida daquele pervertido.

S� queria felicitar ambos e desejar-vos prosperidade.

O territ�rio est� em guerra h� demasiado tempo,

espero que o vosso reinado seja longo e pac�fico.

- Sim. - Obrigada.

Espero que vos vejamos mais vezes.

Senhora Brienne!

Sois filha de Lorde Selwyn Tarth,

isso faz com que tenhais o t�tulo de Senhora, quer queirais ou n�o.

- Tendes raz�o, Vossa Gra�a. - Estou grata para convosco.

Trouxestes o meu irm�o em seguran�a at� Porto Real.

Na verdade, foi ele que me salvou, Vossa Gra�a, mais do que uma vez.

A s�rio?

Ainda n�o tinha ouvido essa hist�ria.

Temo que n�o seja uma hist�ria muito fascinante.

De certeza que tendes muitas.

Ajuramentada ao Renly Baratheon, � Catelyn Stark e agora ao meu irm�o.

Deve ser emocionante saltar de um acampamento para outro,

a servir o senhor ou a senhora que vos apetece.

N�o sirvo o vosso irm�o, Vossa Gra�a.

Mas amai-lo.

Vossa Gra�a.

N�o, vem aos meus aposentos e eu examino-te.

- Ela n�o far� nada disso. - Vossa Gra�a!

Esta jovem pediu o meu conselho...

Devias falar com o Qyburn. Ele � muito bom.

O Qyburn? � um homem deplor�vel.

Envergonhou a Cidadela com as experi�ncias repugnantes dele.

Mais repugnantes do que os vossos dedos nas ancas daquela rapariga?

Vossa Gra�a, sou um homem erudito.

O meu irm�o mandou-vos para as Celas Negras quando o aborrecestes.

O que julgais que vos poderia fazer?

- Nunca quis aborrecer ningu�m. - Mas aborreceis.

Estais a aborrecer-me agora.

S� o facto de respirardes na minha presen�a me aborrece.

Eis o que quero que fa�ais: que n�o estejais na minha presen�a,

quero que saiais deste casamento imediatamente,

ide �s cozinhas e dai-lhes ordens para que os restos do banquete

sejam levados para os canis. - Vossa Gra�a, a Rainha Margaery...

A Rainha est� a dizer-vos que ou os restos alimentar�o os c�es,

ou sereis v�s a aliment�-los.

Um drag�o de ouro para quem tirar o chap�u ao meu bobo.

- Est�s de muito bom humor. - Acho que sim.

- N�o vou perguntar porqu�. - Pequenos prazeres.

- Vossa Gra�a! Lorde Tywin! - Pr�ncipe Oberyn.

Penso que n�o conheceis a Ellaria. Este � o Senhor M�o Tywin Lannister

e Cersei Lannister, a Rainha Regente.

Imagino que agora seja antiga Rainha Regente.

Senhor M�o e Senhora Cersei,

Ellaria Sand. - Meu senhor. Minha senhora.

Encantado.

Nunca conheci um Sand.

Estamos espalhados por Dorne. Tenho dez mil irm�os e irm�s.

Os bastardos nascem da paix�o, n�o � verdade?

- Em Dorne, n�o os desprezamos. - N�o? Que tolerantes.

Suponho que seja um al�vio, Senhora Cersei,

abdicar das vossas responsabilidades reais.

Usar a coroa durante tantos anos deve ter-vos entortado o pesco�o.

Parece que nunca sabereis, Pr�ncipe Oberyn.

� uma pena o vosso irm�o mais velho n�o ter podido vir ao casamento.

Dai-lhe os nossos cumprimentos.

Com sorte, a gota melhorar� e ele poder� voltar a andar.

Chamam-lhe a doen�a do homem rico. Surpreende-me que n�o a tenhais.

Os nobres na minha parte do territ�rio

n�o t�m o mesmo estilo de vida dos nossos hom�logos em Dorne.

As pessoas s�o diferentes em todo o lado.

Em alguns s�tios, os bem-nascidos menosprezam os de baixo nascimento.

Em outros s�tios, a viola��o e o homic�dio de mulheres e de crian�as

� considerado desagrad�vel.

Que sorte para v�s, antiga Rainha Regente,

que a vossa filha Myrcella tenha ido para um local como este �ltimo.

Sil�ncio! Abram alas!

Hoje houve demasiada divers�o.

Um casamento real n�o � uma divers�o,

um casamento real � hist�ria.

Chegou a hora de todos assistirmos � nossa hist�ria.

Meus senhores!

Minhas senhoras!

Apresento-vos o Rei Joffrey,

o Renly, o Stannis, o Robb Stark, o Balon Greyjoy!

A Guerra dos Cinco Reis!

Eu sou o rei leg�timo!

- O Rei no Norte! - Sim!

- Traidor. - V�s � que sois um traidor.

Pelos Sete Reinos!

Que comece a guerra!

Renly, n�o �s o rei.

Afastai-vos, degenerado.

- Cuidado. - Toca a andar.

Quero que sejas o meu pr�ncipe.

Stannis!

Quem tem o ouro agora, Stark?

- Eu sou o rei leg�timo. - Desafiai-me, lula gigante.

- Tomai. - Estou a afogar-me.

Eu sou o Rei no Norte!

Fogovivo, n�o!

Paga 20 moedas de ouro a cada um deles quando isto acabar.

Sim, meu senhor.

Teremos de arranjar outra forma de agradecer ao Rei.

Atacar!

Preparar. Outra vez.

Eu sou o Rei no Norte!

Atacar!

A vossa cabe�a!

Caros cavalheiros.

Bem lutado. Aqui tendes.

O pr�mio do campe�o.

Mas ainda n�o sois o campe�o, pois n�o?

Um verdadeiro campe�o derrota todos os que o desafiam.

Certamente ainda h� quem se atreva a desafiar o meu reinado.

Tio! E v�s? De certeza que t�m um fato extra.

Uma experi�ncia de combate bastou para mim, Vossa Gra�a.

Gostaria de manter o que resta da minha cara.

Acho que v�s dev�eis lutar com ele.

Foi uma imita��o fraca da vossa bravura no campo de batalha.

Falo como testemunha em primeira m�o.

Descei do estrado com a vossa nova espada valiriana

e mostrai a toda a gente como um verdadeiro rei ganha o trono dele.

Mas tende cuidado, este est� claramente louco de desejo.

Seria uma trag�dia o Rei perder a virtude dele

horas antes da noite de n�pcias.

Um belo vintage. � pena ter-se entornado.

- N�o se entornou. - Meu amor, voltai para mim.

Est� na hora do brinde do meu pai.

Como espera ele que fa�a um brinde sem vinho?

Tio, podeis ser o meu copeiro,

dado serdes cobarde para lutar.

Vossa Gra�a, concedeis-me uma grande honra.

N�o � para ser uma honra.

Trazei-me o meu c�lice.

De que serve uma ta�a vazia? Enchei-a.

Ajoelhai-vos.

Ajoelhai-vos diante do vosso rei.

Ajoelhai-vos.

Disse para vos ajoelhardes!

Vede, a tarte!

Minha rainha.

Maravilhoso!

Meu her�i.

- J� podemos ir-nos embora? - Vamos descobrir.

Tio!

Aonde ides? Sois o meu copeiro, lembrais-vos?

Pensei que podia tirar estas roupas molhadas, Vossa Gra�a.

N�o. Estais perfeito como estais.

Servi-me o meu vinho.

Depressa. A tarte � seca.

Que bom.

� preciso l�quidos para ajudar a engolir.

Se n�o vos importais, Vossa Gra�a, a Senhora Sansa est� muito cansada.

N�o, esperareis aqui...

Vossa Gra�a!

N�o � nada.

- Est� a sufocar. - Ajudai o pobre rapaz.

- Idiotas, ajudai o vosso rei! - Afastai-vos!

Joffrey!

- Joffrey! - Algu�m o ajude!

- Joffrey! - Vinde comigo j�.

Se quereis viver, temos de nos ir embora.

N�o lhe toques!

Joffrey!

Por favor, Joffrey.

O que �?

Ajudai-o!

Meu filho.

Foi ele.

Ele envenenou o meu filho, vosso rei.

Detenham-no! Detenham-no!

Detenham-no!

Num manto de ouro

Ou num manto vermelho

Suas garras um le�o mant�m

E as minhas s�o longas

E afiadas, meu senhor

Como o senhor as tem tamb�m

E assim falou ele E assim falou ele

Aquele senhor de Castamere

Mas agora as chuvas Caem sobre os sal�es dele

Sem ningu�m para ouvir

Sim, agora as chuvas Caem sobre os sal�es dele

E n�o h� uma alma para ouvir

Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips

www.tvsubtitles.net

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.