All language subtitles for A Rage To Live 1965

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Original subtitles

OBSESS�O DE AMAR - 1965

Quer entrar por um instante?

Tenho que mexer com esse tema de hist�ria.

N�o me lembre, ainda n�o escolhi nem o per�odo.

Pois as Guerras P�nicas s�o para mim.

- S�o tuas. Adeus, at� amanh�. - Adeus.

- Boa tarde, Srta. Caldwell. - Ol�, Henry.

Ol�!

Mam�e?

Emma?

Lucy e eu sa�mos para ajudar a sua m�e servir o ch�...

na comiss�o do hospital. N�o coma demais. Emma.

Brock?

Brock?

Oi, Grace.

- Charlie Jay, que divertido. - Sabe onde est� Brock?

N�o, n�o fa�o id�ia.

- Quando vai para a faculdade? - N�o sei, n�o me disse nada.

- N�o se preocupa com o seu irm�o? - Como voc� � engra�ado, Charlie!

- Engra�ado? - N�o me importo com o meu irm�o.

E um homem como voc�, n�o precisa levar sempre um acompanhante.

Para a sua idade tem muita cabe�a.

- Isso � pelas vitaminas que a mam�e me d�. - Que esperta �.

Vou tomar um banho. Adeus, Charlie.

- Posso ensaboar as costas? - Fa�a um plano.

- Acredita? - Solte, Charlie!

- Est� com pressa? - Estou com calor.

Imagino.

- Grace, por favor... - Chega!

- Te desejo... - Te odeio!

Mas n�o odeia isso.

- Quem �? - Ningu�m. Ningu�m...

- Oi, mam�e. - Como demorou tanto?

- Mas se sai como um foguete. - H� meia hora que ped� tudo isso.

Oh, vamos m�e, n�o acredita que os Caldwell s�o os �nicos clientes do Sr. Doyle.

S�o quando trabalho para eles.

- Emma, Voc� viu a Grace? - N�o, senhora.

Sra. Caldwell, este � meu filho, Roger.

- Ol�, Roger. - Muito prazer.

Est� estudando na faculdade para se tornar um engenheiro.

Parab�ns.

Quer ajuda?

Sim, encontre Grace e diga-lhe que vamos servir.

N�o pode ser. Diz que te d�o permiss�o quando quer?

Mais ou menos. Essa � a diferen�a entre Yale e o ensino m�dio.

Nem sempre nos tratam como crian�as.

- Brock, voc� viu Grace? - Foi a anos desde que enxergo.

- Sua m�e est� te procurando.

Ser� melhor que voc� entre primeiro, v� pela porta de tr�s.

Certo.

- Se transfomou em uam bab�? - N�o sou t�o est�pida.

- Como chega dando ordens. - Sua m�e me pediu para te procurar.

Agora v� dizer o que tenho feito e pare de meter-se em tudo.

Grace?

Sim?

O que voc� est� fazendo a�?

Tomando ar.

- Est� sozinha? - Sim.

Estava muito quente l� dentro.

Escute, n�o me importo se est� quente ou n�o.

Voc� � quem est� dando a festa, aqueles s�o seus convidados e tem que atend�-los.

- � a anfitri�. - Eu sei, m�e.

Pois entre e comece a comportar-se corretamente.

Espere. H� algo errado?

N�o.

Bem?

Ainda muito elevada.

Bem, tomo essas p�lulas duas vezes ao dia.

E sobre Grace?

- Est� bem. - Ela � a causa de tudo isso.

Esta preocupa��o com a sua filha ir� lev�-la ao hospital.

N�o posso evitar, estou preocupada.

- Existe uma raz�o espec�fica? - Apenas um palpite.

Disse que ia a casa de Connie depois da aula, telefonei e n�o est� l�.

Suponha que saiu com um rapaz. N�o tem que pensar necessariamente...

Mas por que o faz escondido?

O que estou dizendo � que, se Bill estivesse vivo, ele saberia o que fazer.

Emily, este � o problema mais antigo deste mundial.

Ningu�m foi capaz de resolver.

N�o podemos prender nossos filhos durante todo o dia.

Nem podemos estar ao seu lado em todos os momentos.

Aos 15 anos lhes explicamos que o sexo � dinamite e que n�o o toque.

5 ou 6 anos depois v�m at� n�s dizendo que v�o se casar e dizemos...

"Bom, tudo bem, v� jogar com dinamite"

- N�o h� ningu�m na casa. - Como sabe?

O carro n�o est� na garagem.

Vamos entrar.

- E se voltam de repente? - Ouviremos o carro.

Charlie?

Charlie, sei que voc� est� a�.

- Bem, o que acontece? - Eu sei quem est� com voc�.

Os vi entrarem escondidos.

Vamos, acenda a luz!

- Entramos pela porta. - N�s n�o estamos escondidos...

- Como n�o? - Eu digo que n�o!

Grace Caldwell, deveria ter vergonha.

- Deveria ter vergonha, por qu�? - M�e, por favor.

Voc� cale a boca. De voc� seu pai se encarregar�.

Desculpe dizer, mas tem uma mente muito suja.

Os surpreendo como um par de c�es em um beco e tenho a mente suja?

A mente suja e uma boca-suja! N�o tenho que continuar ouvindo.

- Vou com voc�. - Voc� fique quieto.

N�o se preocupe, Charlie.

- Oi, Grace. - Ol�, Sr. Jay.

E a sua m�e?

� um aut�ntico animal. Sei que a trouxe aqui outras vezes.

Acha que os vizinhos n�o me dizem o acontece aqui enquanto estou fora?

- O que � essa gritaria? - Entre, George,...

este nosso filho, aparentemente um cavalheiro, tem uma amante.

- N�o � isso. - N�o minta para mim!

N�o sou cega, n�o nasci ontem!

O que a Grace Caldwell estava fazendo aqui?

Charles, diga ao seu pai que estava fazendo aqui com aquela cadela t�o refinada e elegante.

- O que a sua m�e quer dizer? - Ele sabe o que quero dizer.

- Pai, eu... - � verdade isso?

Deixe de me olhar como uma v�tima, diga-me "sim" ou "n�o". � verdade?

Seu man�aco!

Abaixe essas m�os.

Voc� ficou louco? Quer que o coloquem na cadeia?

- Ela queria. Ela me pediu. - � menor!

N�o conhecem as leis sobre o assunto?

- Sei que n�o vai dizer nada. - N�o dir� nada!

Ela pediu! � um est�pido. Deve saber o que � certo e o que � errado.

N�o pensou que aqui vivemos sua m�e e eu?

O que aconteceria se houver complica��es, acha que n�o iriam falar?

E se ela ficar gr�vida?

- N�o poderiam acusar apenas a mim. - O que?

N�o sou o �nico!

Houve outros antes de mim!

Scotty e Bodener.

J� vai, j� vai...

Casa dos Senhores Caldwell.

Um momento, por favor. Sra Caldwell, para voc�, Sra Jay.

Obrigada, Emma.

Al�!

Fico feliz em lhe ouvir, Sra. Jay ..

O que?

Se considera t�o importante � claro que quero saber.

Por favor, continue.

Voc� vai para a cama?

Em seguida, esqueci de escovar meu cabelo.

J� fez sua li��o de casa?

Todas, mas a de espanhol, vou fazer na sala de aula.

Grace, o que h� entre voc� e Charlie Jay?

Nada.

Sua m�e acabou de ligar. Me contou o que aconteceu esta tarde.

J� imaginava.

Sinto ter sido desrespeitosa, mas n�o gosto de ser acusada...

- do que eu n�o fiz. - Disse que voc� e Charlie estavam fazendo amor.

- � uma mentira. - Charlie confessou.

E isso � uma mentira.

Para voc� � f�cil dizer que isso � uma mentira!

M�e! S� nos acariciamos, s� caricias?

N�o espero que me deem uma medalha por isso, mas � diferente do que Emily disse.

Muito diferente.

Mas nem nos viu. N�o sei de onde tiraram essas bobagens.

Eu lhe disse de Charlie.

Charlei provavelmente admitiu que nos acariciamos, e os outros aumentaram a hist�ria.

- Ent�o voc�s estavam se acaricando? - J� lhe disse, nada aconteceu!

Porque n�o pode falar sobre isso com calma?

- Porque voc� n�o acredita no que eu digo. - Eu n�o quero continuar discutindo!

Estou preocupada, precisa da minha ajuda.

N�o h� necessidade. Eu n�o fiz nada de errado nem sou um beb�.

Por favor.

Essa mulher esta tarde me acusou de algo horr�vel,

e conseguiu convencer com sua mentira.

N�o quero viver em um lugar onde se acredita nisso de mim...

por isso ou acreditar em mim ou saio daqui agora.

Tudo bem, querida.

Acredito no que me disse.

Mam�e,...

desculpe, nunca a deixaria, eu disse sem pensar.

V� dormir, j� � tarde.

- Eu te amo, m�e. - Eu tamb�m te amo, querida.

- Boa noite. - Boa noite.

Srta. Grace, srta. Grace, corra, corra!

Srta. Grace!

- O que aconteceu? - N�o sei, de repente, desmaiou.

O Dr. O'Brian, por favor. � uma emerg�ncia.

Falei muitas vezes com sua m�e, Brock.

Eu vi como estava caminhando para isso.

Sabe que sou seu m�dico a v�rios anos.

O principal problema �...

Bem, isso � com voc�.

- Est� melhor? - Se recuperar suas for�as. Melhora.

Por algumas semanas preciso de uma enfermeira permanente.

Ent�o seria bom uma mudan�a clim�tica, um local com calor e sol.

Quer que sejam obrigat�rias, senhor.

Ouvi dizendo algo sobre o principal problema.

Isto � especialmente para evitar emo��es fortes.

Precisa de descanso e tranquilidade, muita paz.

Coisas que n�o podem ser comprada em qualquer farm�cia da esquina.

Faremos com que tenha.

Voc�s s�o os �nicos que podem faz�-lo. Volto amanh� novamente.

- Adeus, doutor. - Adeus.

- Adeus, at� amanh�. - Adeus, Brock.

Venha ao escrit�rio, quero lhe falar.

- Feche a porta. - Olhe, Brock...

Grace, n�o me importo que Emma nos ou�a, mas � um favor a voc�.

O doutor acaba de fazer uma ampla confid�ncia sobre voc�.

- Sobre mim? - Sim, e sobre Charlie Jay e outros.

- Isso � uma mentira. - Por que voc� e mam�e discutiram?

- Isso n�o interessa a voc�. - N�o tem o uso da raz�o?

Mam�e esteve a ponto de morrer. Foi o que o m�dico disse.

Ent�o, n�s n�o temos ilus�es.

- N�o achei que foi t�o grave. - Mas est� ruim.

Grace, j� est� a ponto de enlouquecer.

Com medo de termine como qualquer uma.

- Ser� que ela teria dito? - � o que teme, e com raz�o.

- Voc� est� apaixonda por Charlie? - N�o, eu o odeio.

Foi o primeiro? Entendo que � dif�cil falar sobre isso.

Sim. Foi o primeiro.

Pensei que o queria. Ent�o percebi que eu sentia o mesmo que qualquer outro.

- Grace, n�o � amor. - N�o.

Mas � para se sentir desejada e uma necessidade.

- E isso � mais amor. - O que � mais amor?

- Voc� deve procurar algo mais. - A procuro com toda a alma.

Eu n�o entendo.Falou como uma garota que n�o teve mais ningu�m na sua vida,...

- de que ningu�m se importa ... - N�o � isso.

Quando sinto esses impulsos n�o sei pensar em outra coisa.

N�o me importa quem sou ou como devo me comportar.

Eu n�o me importo com nada.

N�o consigo evit�-lo.

Eu sou o menos prov�vel a dar aula, mas voc� � minha irm�.

Algo precisa ser feito.

- Eu sei. - Vai se destruir a si mesma.

- Voc� deve ver um m�dico. - N�o. N�o posso!

- � a �nica solu��o. - Ficaria muito envergonhada.

Os m�dicos n�o podem ajud�-la a se voc� n�o se ajudar.

Tudo bem...

Tudo bem,vou pensar sobre isso.

- Talvez quando a m�e estiver melhor. - Isso pode levar um longo tempo.

Eu disse que eu vou pensar e o que me v�o dizer, que me reprima?

- Te dir�o muito mais. - E acha que � f�cil?

Eu tento e me enfure�o, mas no entanto, n�o consigo evit�-lo.

Grace, a partir de agora voc� tem que conseguir.

Eu sei, Brock.

Eu sei.

� definitivo. Os est�o esperando.

- Esses seus amigos da sua Faculdade? - N�o s�o amigos da minha Faculdade.

- Bob Rutherford vai para Princetown. - Eu pensei que ele ia para Yale.

Correto mam�e, "ia", mas se formou um ano antes de eu ir.

- Que horas s�o? - Oito e cinco.

Sim, senhora.

Finalmente chegam as crian�as desaparecidas.

Sou o respons�vel, por minha culpa nos perdemos. Desculpe.

- Fico feliz em v�-los. - Cada dia est� mais bonita.

Definitivamente o meu homem.

Como puderam se perder? H� apenas um caminho para chegar.

N�o foi f�cil. Ah, Sra. Caldwell, apresento meu amigo Sidney Tate.

Muito prazer.

Srta. Grace Caldwell .. Betty Bordener, Connie Shoftall.

Esse � Brock Caldwell, o charlat�o.

- Fico feliz em conhec�-lo, Sidney. - Como est�?

Paul, sente-se ao lado de Connie, Sydney, voc� ao meu lado.

Nos atrasamos por minha culpa, nos desviamos um pouco...

queria ver uma fazenda perto de Cedertown.

- Uma fazenda? - Sim, quero comprar uma.

� melhor investir em im�veis urbanos.

Pelo que vejo tem esp�rito financeira.

Mais pr�tico.

Suponho que est� certa, mas n�o o fa�o como um neg�cio.

Eu s� quero viver nela e trabalh�-la.

- Voltar para a terra? - De certa forma.

Parece que carrega sangue de agricultores.

N�o, eu venho de uma fam�lia corretores da Wall Street.

- O que sua fam�lia acha disso? - Que sofri um colapso nervoso.

- N�o parece o tipo mais adequado. - Para uma fazenda?

Para um colapso nervoso.

Minha senhora.

Podemos pedir?

E comecei a pensar que aquele era a maior defesa que tinha visto.

E era?

N�o, � que cada vez que ele chegava, eu j� estava caindo de sono.

- Me desculpe, senhor. - N�o tem import�ncia, querido.

Parece que ainda persegue essa defesa.

Equil�brarei as contas na pr�xima dan�a.

Voc� se importaria se n�s vissemos sentados a pr�xima dan�a?

Voc� manda treinador.

- Por que n�o vamos ao bar? - Tem idade para isso?

- Claro que sim. - Pois n�o parece.

Sou mais velha do que aparento, precisa de uma demonstra��o?

Me basta a sua palavra.

Pelo visto todo mundo est� com sede.

- Eu acredito. - Vou ver se encontro uma mesa.

Jack Hollister!

- Grace, quase n�o a reconhe�o. - Pois voc� est� igual.

- Eu mudei, mas n�o se nota. - Por onde esteve?

Na Filad�lfia, trabalhando em um jornal. Voltei h� um m�s.

J� que est� aqui, temi que tivesse ca�do ao mar.

Amy, lhe apresento Grace Caldwell. Grace, minha esposa Amy.

Como vai?

Parab�ns n�o sabia que voc� tinha se casado.

- Tr�s anos atr�s. - Isso � muito bom.

- Voc�s tem filhos? - N�o, ainda n�o.

- Sabe onde deixei minha estola? - Creio que est� com Joe.

Desculpe-me.

- Est� de volta para ficar? - Acredito que sim.

- O que voc� faz? - Voc� deveria saber. Trabalhando para voc�.

- No "The Sentinel"? - Editor assistente.

Isso significa que posso te despedir, hein?

Debaixo de fogo.

Tudo vai depender de como v�o as aulas de t�nis.

- Quando quer que a retomemos? - H� anos que n�o pego uma raquete.

Mas se voc� quer que a gente jogue, me encantaria.

- O carro nos espera. - Desculpe.

- Boa noite, Grace. - Boa noite. Muito prazer, Amy.

Grace, venha tenho um lugar no bar.

- Uma ta�a de champanhe, por favor. - Tem chopp?

Sim, senhor.

Uma fazenda, chopp... com certeza fuma cachimbo.

- Quer experimentar? - N�o se surpreenderia se o fizesse.

Tenho evitado uma situa��o nada grata.

- O qu� acontece? - H� algu�m que n�o quero ver.

Um rapaz. Est� olhando?

A qual se refere? Tenho um monte para escolher.

Um alto, moreno, no final do bar.

N�o s� est� olhando, como se encaminha para c�.

- Quer ir embora? - N�o, por que iriamos?

- Como est�, Grace? - Charlie Jay, Sidney Tate.

- Como est�? - Bem.

N�o me diz nem Ol�?

Ol�.

- Gostaria de convid�-la. - N�o, obrigada.

- Ted serve outra rodada. - N�o compreendeu. Ela disse que n�o.

Provavelmente conhe�o Grace melhor do que voc�.

Embora �s vezes diz n�o, significa que n�o � capaz em um momento...

- Desculpe-se - Quem � voc�?

Eu disse para se desculpar ou lhe parto a cara.

- Por que? - Chateado?

Continue

- N�o quero brigar. - Melhor assim acabaremos antes.

Vamos, deixe-os!

Tudo bem, acabou!

Por favor, senhores, j� est� tudo bem.

Por favor, senhores sentem-se, n�o foi nada.

- O qu� aconteceu? - Nada, foi... esque�a.

Sidney, temos mais de duas horas de estrada!

S� um minuto. Queria voltar a v�-la antes que me fosse.

tudo bem.

Ser� que neste fim de semana? Pode vir s�bado de manh�.

Seria maravilhoso.

Bem.

Voc� � muito gentil, Sidney.

Gosto que acredite. Boa noite, Grace.

- O hor�rio novamente - Obrigada, querida.

Eu vou.

- Acaba de chegar, Srta. Caldwell. - Obrigada.

- Posso retirar as bandejas? - Sim, voc� pode levar tudo.

O que estar� fazendo em San Francisco?

� do Sydney?

Segundo ele, o enviaram para fazer uma pesquisa.

"Nunca me dizer sobre o clima maravilhoso das Bahamas. Ontem � noite ocorreu um dil�vio."

- Isso � tudo, Srta. Caldwell? - Sim, obrigada.

Oh, n�o! No caminho parou em Ohio para ver uma fazenda.

Parece que tomou isso muito a s�rio.

Manda lembran�as e deseja que estejamos passando bem. Leia-a.

Talvez mais tarde, agora tenho os olhos cansados.

- Quer ir para cima para ouvir a m�sica? - N�o, eu n�o tenho nenhum desejo.

Posso ent�o ir tomar um banho.

Temo que estas f�rias n�o est�o sendo muito divertidas.

N�o seja boba.

- Pensei que n�o haveria mais gente jovem. - Eu n�o sinto falta deles.

Raramente, de repente, os jovens parecem muito jovens.

- Comparando-os com Sidney? - Eu acho.

- �s vezes... - O que ia dizer?

At� eu mesma n�o sei.

Mam�e?

Mam�e?

Grace...!

Grace...

Grace, onde est� voc�?

Bem, estava cansado de esper�-la esta noite.

Mam�e, me perdoe.

- Doutor. - Bom dia, Emma.

N�o acha que � hora de tirar isso?

Srta. Grace n�o permite.

- Bom dia. - Oi, Brock.

At� as 10 n�o temos que ir ao advogado. Quer tomar uma x�cara de caf�?

Uma mesmo sim. Isso vai bem.

- Grace vir� com a gente? - N�o, disse que n�o est� interessada.

- Brock, tem algo contra ela? - O que est� pensando?

A morte de sua m�e n�o foi culpa de Grace.

Qualquer pessoa com o cora��o em seu estado...

Eu sei, voc� o disse muitas vezes.

Desculpe, o Sr. Tate pergunta pela senhorita.

J� lhe disse que n�o recebe visitas.

- Ol�, Sidney, entre. - Ol�, Brock.

- Sidney Tate, o Dr. O'Brian. - Como est�, Sr. Tate?

Doutor.

Desculpe n�o poder ter chegado a tempo para o funeral.

Grace me mostrou sua carta, te agrade�o.

- Como ela est�? - Muito abalada.

Paul me disse por carta que ela estava muito triste.

- Tem sido dif�cil. Quer um caf�? - N�o, obrigado.

O que quero � v�-la. � importante.

Est� em seu quarto.

- Quer dizer a ela que estou aqui? - Diga voc� mesmo.

- O farei, obrigado. Adeus, doutor. - Sr. Tate.

Ol�.

Sidney!

- Como voc� est�? - Voc� veio de San Francisco?

Eu venho de l�.

Mam�e sempre guardava tudo o que eu escrevia.

Ei! Vamos dar uma caminhada.

Eu n�o quero agora.

Venha. Quero falar com voc�.

- Que lindo! - Nesta casa, meu pai nasceu.

- Vinhamos aqui a cada ver�o. - E n�o fizeram por menos?

N�o. N�o era o mesmo desde que ele morreu.

Nos levava a andar a cavalo, nadar e nos fazia trabalhar.

- Voc� disse com orgulho. - Eu tenho.

Minha fazenda ocupa apenas um peda�o desta.

Comprou uma fazenda?

Tenho feito uma oferta pela de Ohio, te contei por carta.

� a principal raz�o de ter vindo, para saber o que voc� pensa.

- Penso sobre o que? - De viver em uma fazenda.

Quero casar-me contigo e viver em uma fazenda?

Estou apaixonado por voc�.

Posso n�o ter escolhido o melhor momento para lhe dizer.

N�o.

Tenho pensado nisso.

E acho que at� sonhei com alguma coisa assim.

N�o acha que sua m�e teria concordado?

Ela teria ficado louca de alegria.

Ent�o qual � o problema?

Tenho que te contar uma coisa. Tamb�m te amo e poderia te fazer feliz.

Ao menos tentaria.

Mas fiz algumas coisas malucas.

Algumas coisas ruins.

N�o as fiz por maldade, mas...

Acho que sabe ao que quero dizer.

- Por que voc� me disse isso? - Porque tinha que ser honesta com voc�.

Acho que ao seu lado iria encontrar a vida que quero muito.

Sabe o quanto preciso de voc� para me amar e o quanto eu o quero.

Estou disposta a lhe dar todo o meu amor, mas tinha que lhe dizer.

Espero uma resposta.

Sidney, vou ter muito orgulho em me casar com voc�.

- E n�o vai se importar em vive em uma fazenda? - Se voc� estiver l�, n�o.

- Sydney, ou�a, n�o fique com raiva. - Eu n�o ficarei com raiva.

Por que, em Ohio? Esta � minha. Brock fica com a casa da cidade.

- N�o, n�o. - Por que n�o?

- Esta fazenda � sua. - Bem, voc� pode compr�-la.

- N�o, levaria anos. - N�s temos uma vida inteira para isso.

N�o!

- Venha comigo para v�-la. - Tamb�m n�o far� diferen�a!

- N�o importa, vamos l�! Venha! - Grace, espere!

Obrigado, minha senhora. Permita-me, por favor.

Este � o meu bon� de gala. (n�o consigo entender)

- Acho que n�o vai querer deixar isso aqui. - Claro que n�o. Obrigada.

Agora o noivo e a noiva, por favor.

Sr. Tate, vamos encher novamente?

Normalmente meu limite � de doze, mas desta vez...

Vamos encher at� o fundo do po�o.

Pronto?

Diga-me, em que quarto de hotel voc� vai ficar em Nova York?

No Waldorf.

Ent�o vamos para Maine passar uma semana Meu pai tem uma casinha.

A chama de casinha e no banheiro se pode jogar futebol.

Tudo bem. Vamos, vamos. Voc�s j� est�o casados, assim caiam fora daqui.

Tenho que ir para o hospital em uma hora.

Vamos.

- Deus! Adeus. - Adeus.

- Est� ador�vel, querida. - Voc� est� linda.

- Parab�ns, Sidney, tudo de bom! - Obrigado, muito obrigado. S�ude!

- Ei bonita! - Obrigada!

Nem todas as noivas ficam lindas. Estive em muitos casamentos e sou um especialista.

E as nossas partidas de t�nis?

- Na verdade pensei que voc� iria vencer. - Isso era certeza.

- Posso beijar a noiva? - O que est� esperando?

- Estou recebendo um frescor. - N�o voc�.

- Eu interrompo? - Claro que n�o. Com licen�a.

- Recuperando o tempo perdido? - � uma velha amiga.

Limpe a boca.

Por favor, espere.

- Te ouvi da primeira vez. - Vamos, mam�e, est� ficando tarde.

- E o capelo e a toga? - Qu� capelo e toga?

O da sua profiss�o, tenho vontade de v�-los.

- Bem, j� os ver�. - Roger.

- Roger, estou t�o orgulhosa hoje. - M�e, n�o fique assim.

Vamos, est� ficando tarde. A cerim�nia come�a em 15 minutos.

Tudo bem, estou pronta.

Garotas, esperem!

- N�o disse que estava com pressa? - Estou.

Espera, espera.

Precisa ver o que alguns fazem para ter uma fazenda!

N�o.

Te disse que se jogasse, mais uma vez, ficaria a�.

Tudo bem, mais uma vez.

� a �ltima.

N�o, n�o.

Roger Bannon chegou para ver o Sr. Sidney.

Quem?

� o filho da Sra Bannon, para fazer n�o sei quais trabalhos.

Oh, sim!

Disse-lhe que o senhor n�o havia chegado, mas disse que n�o se importaria em esperar.

Obrigada, Emma.

- Sra.Tate, sou Roger Bannon. - Como est�?

- N�o a teria assustado? - N�o, nada disso.

Pensava em dar uma olhada no celeiro, enquanto espero por seu marido.

Tudo bem, ele n�o vai se importar.

- N�o se lembra de mim, correto? - Sim, acho que sim.

Bem, estive no ex�rcito estes �ltimos tr�s anos, no corpo de engenharia.

Tudo muito bom.

Oh, rapaz! Vejo que tem um garoto.

- Quantos anos tem? - Dois anos.

Ol�, campe�o. O que faz?

Eu n�o tive oportunidade de dizer que lamento a morte de sua m�e.

Obrigada.

- N�o quer me acompanhar at� o celeiro? - O que?

� que n�o tenho certeza de como ir l�.

Desculpe ter demorado, Bannon.

- ficou muito tempo esperando? - N�o, n�o se preocupe.

Acabo de chegar.

Ol� querido.

- Algu�m chamou? - N�o, ningu�m.

Fui ao banco, porque teve que fazer outro pagamento.

Parece que o Brock n�o gosta muito de seu novo emprego.

Sempre se pode aspirar uma promo��o.

- Voc� j� viu o celeiro? - Ainda n�o.

Ver� que todo o canto sudoeste parece inclinar-se.

N�o sei se � pela funda��o ou pelo solo.

Por que n�o o vemos? At� breve, Sra. Tate.

Adeus, Sr. Bannon.

Ver� que as paredes n�o est�o bem e aparece que as vigas cedem.

- Sem novidade na c�mara real? - Sua alteza � um dorminhoco.

Sabe, acho que cada vez o entendo menos.

- Quem? - Bannon.

Me cobra apenas 1.500 d�lares pelo conserto do celeiro.

- Por que o faria? - � um irland�s inteligente.

Custou muito trabalho criar essa empresa de constru��o civil.

Agora se dedica em garantir que os clientes fiquem satisfeitos.

Da pr�xima vez pagaram tudo que pedir.

Chamou Elsie Martinghale para a festa de carnaval.

A Comiss�o Feminina queria organizar a recep��o aqui. Voc� se importa?

N�o, se est� tudo bem para voc�.

Vamos transformar em uma institui��o.

Isso � o que pretende.

Nada humorada minha dama?

Quem lhe deu a ideia de n�o estar humorada?

Sidney.

Vamos passar alguns dias na casinha de campo.

Sidney?

Eu te amo.

Sempre te amarei.

Voc� pode come�ar a lan�ar o concreto, Mike.

Quem �?

Aquele homem.

Oh! � Roger Bannon.

- O que olha t�o fixamente? - N�o posso imaginar.

Grace, est� tudo bem?

Qual a ideia?

- N�s sabemos. - Claro que tudo est� bem.

N�o decidimos ir �s compras?

Sra. Tate, sabe onde poderia encontrar o seu marido?

N�o est� aqui.

- Vai agora para a cidade? - Sim.

Me estragaram o caminh�o e tenho que ir ao escrit�rio.

Se puder levar-me, se n�o for problema.

- Sem problema, Sr. Bannon. - Obrigado.

- Sete milhas. - O que?

Viajamos sete milhas sem dizer uma palavra.

Eu verifiquei. N�o � um recorde?

- N�o sei. - Isso n�o lhe diz nada?

Sim, n�s n�o temos nada para dizer-nos.

Ou que n�o somos dos que falam muito.

Tem um delicado senso de humor, Grace.

Quem disse que pode me chamar de Grace?

Voc� disse.

E agora mesmo, com este sorriso.

Seu escrit�rio fica na rua Cooler, certo?

Est� certo. Des�a a Oakgood e depois � direita.

Antes de lhe agradecer, quero dizer uma coisa.

Est� ficando tarde, basta que me agrade�a.

- N�o preciso de muito tempo. - Tenho que ir agora.

Quando eu terminar.

Tudo bem, voc� ganhou. Conte-me sua hist�ria de grande homem dizendo o que quer e r�pido.

Certo.

Desde a primeira vez que a vi e j� fazem cinco anos,

n�o consegui deixar de admir�-la. E n�o quero deixar de faz�-lo e nem parar de fazer.

Porque � um do maiores prazeres da minha vida. Talvez o maior.

A tinha gravada na minha mem�ria, mas n�o percebi at� que fiquei um tempo fora.

A dana��o das coisas foram me deixando confuso,...

mas fechava os olhos e a via claramente.

N�o apenas seu rosto, mas toda,

at� o aspecto das suas pernas e seu corpo como ele se afasta.

Durante todo esse tempo a tenho estado desejando.

E seguirei desejando-a at� que me coloquem sob a terra.

Tome as chaves.

Da pr�xima vez que acontecer algo assim n�o chame qualquer oficina.

- Avise Jim Garity. - Mesmo algo insignificante?

Digo isso porque nunca se sabe se � exatamente isso.

- Eles tamb�m analisaram o eixo? - Sim, eu n�o tinha pensado nisso.

Parece que Bannon n�o lhe serviu muito.

J� lhe disse que n�o foi comigo, o deixei em seu escrit�rio.

- Vejo voc�s quinta-feira? - Vamos ver. Ligo para voc�.

Quando?

- Depois de ter feito o meu planejamento. - Quem faz esse planejamento para voc�?

Eu mesma. E quando o tiver feito ligarei.

N�o vamos discutir, tem sido uma tarde muito agrad�vel.

Desde ent�o, eles tem durado t�o pouco. Vem com tanta pressa ultimamente.

Se n�o entregar isto no Sentinel antes das cinco,...

- n�o sair� na edi��o da manh�. - Bingo de caridade.

� a minha �nica desculpa para poder sair todos os dias.

Certo, certo.

- Gostaria de poder tomar uma bebida. - Pensei que voc� n�o bebesse.

Ent�o, voc� vai notar qu�o bem me encontro.

Ocasionalmente, gostaria de que convers�ssemos um pouco.

Eu tamb�m sei falar.

- Falar. - Ou jogar cartas.

- Corte as cartas. - Eu negocio.

Vai estragar a maquiagem novamente.

Estou louco por voc�.

Eu ligo para voc�.

Obrigada.

- Oi. - Entre.

- Fico feliz em v�-la. - Obrigada.

- Como est�? - Tudo �timo.

Faz muito tempo que n�o o vejo Jack.

� que tenho estado muito tempo escondido.

- Sob a tutela do The Sentinel. - Seu pai ficaria muito orgulhoso.

Talvez.

Dizem que agora anda melhor do que quando ele o dirigia.

O que o machucaria mais do que ficar orgulhoso.

- Jack, o motivo da minha visita... - Eu sei, eu sei.

A preocupa��o anual dos poderosos em prol dos desamparados.

Vamos, � uma coisa t�o ruim assim?

A caridade � a caridade, que outro aspecto quer que tenha?

Talvez n�o devessemos dar tanta publicidade.

E ningu�m ajudaria.

Jack, venha este ano? Voc� nunca vem.

Vamos fazer um acordo. Vou continuar trabalhando aqui at� meia-noite,

e eu preciso me animar. Se vier tomar uma bebida comigo l� embaixo,

irei e levarei as poupan�as da minha fam�lia.

Eu aceito.

Nada como um martini duplo para levantar o �nimo.

Tomou dois, sendo assim um martini quadruplo.

- Voc� percebe tudo. - Assegure o que temos planejado.

Na quinta-feira � noite, a comiss�o de publicidade, �s 8.30 em seu escrit�rio.

Sim, e diga-lhes para vir com sapatos, porque traremos um fot�grafo.

Se lembra quando venci Eileen Jones na mocidade

- Jogando descal�a? - Claro que sim.

- Grace. - O Qu�?

- Dirija com cuidado, o transito est� pesado. - Eu vou.

- Adeus, querido. - Adeus.

At� quinta-feira.

- Procurando algo? - Sim, uma lista onde havia anotado...

algumas coisas para o carnaval. Meu filho, com cara de sono!

Vamos! � hora de ir para a cama. Diga boa noite para o papai.

- Boa noite. - Noite.

� um bom menino. � um bom menino.

Que bela cama segura.

Vamos, agora para a cama como um menino grande.

Boa noite, docinho do meu cora��o.

- Mam�e... - Boa noite, querido.

- Tenho trabalho com os livros ainda. - N�o v� dormir muito tarde.

Al�?

- O Sr. Bannon? - N�o est� em casa agora. Quem chama?

N�o importa, obrigada.

- Sra. Grace? - N�o, obrigada.

- Sr. Sidney? - Depois deste almo�o que nos trouxe...

- precisa para ficar acordado. - Muito obrigada.

Oh, querido! Estou ficando sem fichas brancas. Tenho que ir a cidade para comprar mais.

Sabe de uma coisa? Sou um homem feliz.

Oh, voc� � Sidney.

Tenho voc�, Billy, uma fazenda quase paga, o que mais posso querer?

Nada.

Me diga se n�o est� feliz tamb�m?

Vamos prometer uma coisa, sermos sempre t�o felizes como agora.

Prometo.

Sra. Grace, telefone.

Quer que Emma deixe algo preparado para o jantar?

N�o h� necessidade, vou tomar algo antes da reuni�o. Voltarei para casa �s 10 da noite.

- Adeus. - Adeus.

Al�?

- Al�, quem �? - Quem imagina?

Como ousa me chamar aqui?

Pensei que esqueceu meu n�mero.

Agora n�o posso falar.

Quando vou ver voc�?

Voc� n�o pode.

N�o mais.

- Ou�a Roger, deixei em seu... - Grace,...

eu te vi no outro dia com esse cara do jornal.

V� para o inferno!

- Obrigado. - Bem, senhoras, est� feito.

Jack, poderia me dar algumas c�pias para o boletim do clube?

Claro. Jim! Fa�a uma d�zia de c�pias e as deixe amanh� � minha mesa.

- Como quiser. - Obrigado.

Aqui embaixo tem um bar, algu�m se decide a me acompanhar para uma bebida?

Oh! Aleluia!

Ainda n�o me deu a lista dos presentes que ser�o sorteados.

- Oh, sim. - Sim.

- Voc� desce conosco, amiga? - N�o,Acho que tenho que ver um imbecil.

Mas n�o deixe de vir em casa amanh� �s oito horas...

com os bilhetes ou dinheiro, sem qualquer desculpas.

Juro por Hip�crates.

- Boa noite, Sr. Hollister. - Boa noite. Boa noite, senhoras.

Eu tenho aqui o meu bar privado, se estiver interessada.

- � claro que eu estou muito interessada. - Whisky ou bourbon?

Whisky. Vejamos, morer�a Myers, um compacto... N�o, isso n�o pode ser.

Myers Haberdashery! A letra de Elsie � horr�vel.

Artigos de couro, um jogo quatro... O que diz aqui, Jack?

- Malas. Jogo de malas. - Ah, claro. Eu deveria ter entendido.

Floricultura Crowley. N�o...

quatro dezenas de rolos de tulipas.

- Bulbos de tulipas! - Bulbos de tulipas. Obrigada!

Jack, eu n�o posso.

Voc� vai esbofetear meu rosto?

Claro que n�o.

Ainda somos amigos?

- O veremos amanh� Sydney e eu. - Isso soa como uni�o matrimonial.

Espero que sim.

Sim, estarei l�.

Boa noite, Jack.

Seu idiota!

- Poderia t�-lo atropelado. - Eu estou bem.

Andou bebendo?

Emma disse que voc� viria para a cidade esta noite.

- Voltou a ligar em casa? - N�o se preocupe.

Disse que estava trabalhando para a minha m�e.

Queria pedir desculpas a voc�.

- N�o tinha nenhuma import�ncia. - Tem import�ncia para mim.

Eu me apaixonei por voc�.

- Oh, Roger... - Sim, eu sei, come�amos como um casal...

de animais, mas agora tudo mudou.

Eu preciso estar com voc�, falar com voc�, rir com voc�.

Oh Grace! Eu preciso de voc�. Eu preciso de voc�

Veja! Quero casar com voc�. Nunca tinha pedido isso na minha vida a uma mulher.

Roger, ambos sabemos bem o que foi isto.

N�o consigo ficar longe de voc�, confesso que a culpa foi minha.

Mas tenho um marido e um filho a quem eu amo.

Quem est� tentando enganar? Quem pretende enganar?

Solte-me e vai!

Claro, a entendo, acaba de se enrabichar por outro,

- e eu deixei de interess�-la! - Me deixe em paz!

Cadela... Cadela...

Uma rica e suja cadela.

Oi.

Oi.

- Como foi a reuni�o? - Muito bem.

Mas � �timo estar em casa.

- Onde voc� encontrou a boneca? - No ch�o, como de costume.

Billy gritou como um louco pedindo por isso.

Quer que o levemos agora?

N�o. Vamos deix�-lo no ber�o e amanh� vamos dizer que uma fada trouxe.

- Ol�, Mary. - Oi, Sra Hollister?

- Eu quero ver o meu marido. - Sinto, ainda n�o retornou.

Sra. Hollister!

Eu n�o iria mentir para voc�.

Onde est� bebendo uma ta�a inocente com a Sra Tate?

Sra. Hollister!

N�o fa�a essa cara, faz anos que o venho perseguindo.

Ele disse que ia fazer uma entrevista com o novo deputado.

Claro.

- Da onde vem o barulho? - No n� 4.

Grita como se a matassem.

Chame a pol�cia.

Socorro, socorro!

Todas s�o as mesmas cadelas!

Deixe-a agora!

Deixe-me, por favor!

� aquele, o do caminh�o!

Al�?

Sim! Um momento, por favor.

Sr. Hollister? O chamam no telefone

- Disse quem �? - Algu�m do jornal.

- Disse que � importante. - Obrigado. Com licen�a.

Al�? Sim Lou.

Tem a certeza que ela disse Caldwell?

Onde est� a garota agora?

N�o. Fez muito bem. Fique com ela. Estarei a� em 10 minutos.

- Jack tem que sair? - Sim.

- � algo s�rio? - N�o, se tivermos sorte, Sra. Tate.

H� um casamento menos unidos do que me falavam.

- Grace. - Brock, o que est� acontecendo aqui?

Quer me mostrar novamente os modelos desses camarotes?

S� escute.

Roger Bannon morreu.

Essa atitude explica tudo para mim.

O que aconteceu?

Acaba de ligar para Hollister um de seus jornalistas.

Bannon estava batendo em uma mulher em um motel.

Eles chamaram a pol�cia e ao fugir derrapou com o carro na rodovia.

Oh! Meu Deus!

A garota disse que ele n�o cessou repetindo o seu nome.

E muitas coisas mais sobre voc�.

- Brock, ou�a, eu... - Grace,

o importante � que a garota n�o diga nada para a pol�cia.

Disse para Hollister ir e garantir que ela n�o diga nada, mas n�o h� garantia.

Eu sei Brock. Obrigada.

Grace,...

o que sinto � n�o ter ajudado antes, quando tudo tinha rem�dio.

Bem vindo ao lar.

Eu sei que voc� n�o queria que te esperasse.

- Te agrade�o de qualquer maneira. - Onde voc� foi?

Onde esteve?

Trabalhando.

Trabalhando n�o no jornal, isso eu j� sei.

- E voc� como sabe? - Porque te liguei l�.

Trabalho de detetive.

Precisarei de muitos detetives para descobrir tudo.

Amy, voc� est� errada, n�o acontece qualquer coisa que imagina.

Muito menos estava na casa dos Tate.

- Voc� tamb�m ligou para l�? - Sim, tamb�m liguei l�.

Por que n�o posso ligar onde me de vontade?

Quanto tinha bebido quando ligou?

N�o sei, perdi a conta!

J� n�o nos resta grande coisa, correto, Amy?

Eu acho que � coisa minha.

- Sabe onde eu estava esta noite? - N�o sei,...

- e n�o me importa ouvir mais mentiras. - Est� bem.

- Por que eu deveria me preocupar? - Como se voc� n�o se importa comigo.

Me resignei a viver aqui para sempre, e isso, pelo visto, n�o significa nada.

Eu me sacrifiquei muito por voc�, em demasia.

Mas isso n�o � suficiente para manter a uni�o de um casamento.

Houve algo com Grace, n�o � mesmo?

Poderia ter havido.

N�o vai me deixar por essa vagabunda!

- Eu n�o vou fazer isso. - Voc� n�o far�, Jack!

N�o vou te deixar, n�o ...!

Dei uma conferida em tudo. Ter�o tempo para instalar?

- Sim, Sra. Tate. N�o haver� problema. - �timo. Meu marido lhe dar� um cheque...

- levando isso com meu visto. - Sim.

- Aqui est�, obrigada. - Obrigado.

Dado que n�o � costume no The Sentinel...

se ocupar de assuntos dessa indole...

Escrit�rio do sr. Hollister.

Sim, Sra Hollister.

Sinto, mas ele saiu por todo o dia.

- Por favor, sabe onde ele est�? - Sra. Hollister, n�o posso.

- Poderia me dar seu telefone? - Eu posso avisar.

Est� bem.

OS TATE ORGANIZAM CARNAVAL BENEFICIENTE ESTA NOITE.

- Sra Bannon? - Sr. Tate.

Recebi sua carta.

- Quer entrar? - Obrigado.

J� passa das 5 horas, n�o acha que deveria ficar mais a vontade?

Disse ao Billy que poderia ficar acordado no carnaval. Est� tudo bem?

Claro.

Sidney aconteceu algo?

- Se lembra de uma tal de Mildred Kimmell? - Quem?

� o nome da garota que, de acordo com a imprensa, estava com Roger Bannon quando ele morreu.

E o que acontece?

Tudo bem, reli os recortes esta tarde. A m�e dele os havia guardado.

- A m�e de Bannon? - Sim.

- Eu sei, Grace. - O Qu�?

Eu disse que j� sei.

- Eu disse, o qu�? - Sobre Bannon.

- Sidney do que est� falando? - N�o me diga!

N�o continue mentindo, j� fui muito ing�nuo. N�o tente continuar me enganando.

- Mas querido, eu garanto... - Ent�o o que ...

isso estaria fazendo com ele?

Sua m�e o encontrado em seu quarto, depois que a Sra. Kimmell...

foi ontem a tarde conseguir algum dinheiro em troca de seu sil�ncio.

N�o para o m�dico, porque acho que foi Brock quem pagou tudo.

- Vai ter que acreditar na minha palavra. - Pare de mentir!

Sabe, ela reconheceu sua voz na outra vez que ligou. Eu sei de tudo!

Tudo bem, agora, falamos sobre essa base.

- Sidney, por favor, deixe-me tentar faz�-lo entender. - Tudo bem, vou tentar entender.

Eu nunca o amei. Nem por um segundo.

Eu n�o sei o que aconteceu. Eu sempre te amei.

Naquele dia que o levei a cidade percebi que ele me desejava.

Aconteceu sem que pudesse evit�-lo. Sua dureza iria me ajudar.

- Mas depois teve que planejar os encontros. - Sim.

- Ent�o percebeu o que estava fazendo? - Sim!

- E ainda assim continuou fazendo! - Eu sei.

Sei que tudo isto � ego�sta e terr�vel, mas apesar de tudo o que fiz, eu te amo.

Eu te amo! Voc� consegue entender?

N�o consigo entender a predile��o de que se esquece quando quer...

sem o menor ind�cio de arrependimento.

Isso n�o � amor. Tudo o que sente � que foi descoberta.

- N�o, tudo j� havia terminado! - Tinha terminado com isso.

- Com este e com todos! - Como?

Voc� acha que eu n�o poderia ter outras mulheres desde que nos casamos? Algumas a surpreenderiam.

Como eu tenho para surpreender besteiras.

Se voc� tivesse feito, eu o teria perdoado.

Mas eu n�o fiz, ent�o n�o preciso do seu perd�o, e n�o � que eu seja um santo, � que neste mundo...

existem regras e que deve se atender a elas, ainda que n�o sejam comodas. Assim � como se deve viver.

Para voc� n�o incomoda desprezar todas as regras, e a m�m tamb�m com elas, Grace.

V� para o inferno! Estou indo embora amanh�...

ent�o adeus e vou levar o Billy comigo.

- Sidney, por Deus, n�o me abandone. - N�o posso viver assim.

Eu ainda te amo, espero que algum dia consiga te esquecer.

Isso n�o pode ser, n�o te deixarei!

Voc� e Billy s�o tudo o que tenho no mundo e eu me conhe�o.

Eu sei o que vai acontecer se voc� me deixar, n�o haver� mais amor, nem esperan�a...

Muito diferente do que temos vivido at� agora?

Sabe que sim. Falei com clareza quando me pediu em casamento.

Eu arrisquei te perder, porque o amava, isso n�o conta para voc�?

� a nossa vida deve desaparecer como fuma�a porque eu cometi um engano?

- Como posso saber que foi apenas um? - Bannon.

Prometo que n�o estou mentindo, s� foi Bannon!

- Ol�, como voc� est�, amigo? - Ol�, doutor.

Sete libras e tr�s on�as, � cada vez est� mais gordo.

- Como est�, Sidney? - Bem obrigado.

Desculpe-me, senhor, j� s�o oito.

Obrigado, Emma.

Me perguntava o que est� fazendo acordado�a esta hora.

Boa noite. Vamos, Billy, j� � hora de dormir.

- Onde est� Grace? - A vi com Brock a um momento atr�s.

Al� est�

Espero que corra tudo bem, mas n�o sei.

Sair�, � preciso.

- Voc� convidou Amy Hollister? - N�o, voc� disse que est�o separados.

Isso � o que me preocupava.

Amy, estou feliz que pode vir.

- Onde est� meu marido? - O Qu�?

- Voc� me ouviu. - N�o est� com voc�?

Sabe muito bem que n�o. Onde est�?

- Amy, por que n�o vamos l� fora? - O que est� acontecendo?

Est� preocupada com sua reputa��o.

Apenas tento n�o ficar em evid�ncia.

Eu n�o tenho nada do que me envergonhar.

Eu n�o durmo com o marido de outra pessoa!

- Por que n�o sa�mos? - N�o coloque suas m�os em mim.

Vou ficar onde quiser!

Cale a boca.

Voc� rouba o marido, e ainda por cima, quer fique quieta!

N�o tem dinheiro suficiente para isso, puta!

Voc� est� doida!

Ele confessou para mim!

Ele o admitiu! O admitiu!

O admitiu.

O admitiu.

Sidney!

N�o � verdade! Eu juro!

Sidney.

Oh, Meu Deus!

Sidney...

S�bio miser�vel! Com prazeres muito refinados para agradar:

Com muita espirituosidade para estar sempre � vontade

Voc� compra dores com tudo o que pode dar alegria.

E morre no nada, mas com f�ria de viver

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