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Original subtitles

VINGAN�A DO CORA��O

Legendas: Gerigato Novembro/2016

O Soldado Hook sobre seu cavalo � imponente...

Enquanto a cavalaria avan�a as flechas se rendem a ele...

Sempre em frente, Soldado Hook...

Conhece o Oeste como um livro...

� um verdadeiro soldado, sua luta n�o termina nunca...

N�o termina nunca...

As montanhas lan�am seus picos contra o c�u...

E a terra vibra ao passo do Soldado...

Esporas brilhantes, uniforme do ex�rcito...

fazem com um homem se sinta grande...

D�-me a terra e o c�u...

Deixe que eu viva e morra como um soldado...

Carga!

Seguindo o plano atacamos a aldeia ao meio-dia

A ordem � ter Nanchez vivo a qualquer pre�o.

A maioria dos guerreiros morreram ou foram feitos prisioneiros.

Alguns escaparam.

As fam�lias foram cercadas e as tendas incendiadas.

O Tenente Giroux liderou o primeiro ataque,

mas foi derrotado.

Ele e seus homens morreram em combate.

N�o!

Escreva que foram executados.

Nosso retorno ser� lento...

dado o n�mero de prisioneiros.

Isso � tudo.

Como quer assinar?

- Sargento Clovis Hook. - Sim, senhor.

- Sargento, n�o "senhor". - Sim, sargento.

� hora de desabafar uma coisa ...

- Esta � toda a �gua que resta! - Calma, soldado.

Por que n�o podemos beber a �gua?

Voc� segue as ordens.

Tenho direito a uma ra��o de �gua.

Ryan!

Voc� j� passou 10 dias limpando latrinas.

Se beber uma gota, vai limpar latrinas para o resto de sua vida!

N�o se preocupe.

Se voc� morrer de sede, eu o promoverei a cabo.

Sargento,

venha aqui!

Aqui, Sargento.

Ela � branca. Branca, Sargento!

- � verdade! - Sou o Sargento Hook, senhora.

- Ela n�o fala nada. - D�-lhe tempo.

N�o podemos sequer imaginar o que ela deve ter passado.

Tudo vai ficar bem, senhora. N�o se preocupe.

Nanchez � o pai do menino.

Um momento... voc� n�o quer dizer...

O menino � seu filho?

Voc� e Nanchez?

Teve um filho com este carniceiro?

Voc� n�o � branca. N�o mais.

Avise que levaremos uma mulher branca.

Perdoe-me, sargento.

N�o devemos avisar que levaremos a mulher de Nanchez...

e seu filho mesti�o?

Diga que a mulher � a m�e do filho de Nanchez.

Deve ser ela!

Companhia, alto!

Whitaker!

Leve-o para o calabou�o.

O Sargento � um homem estranho.

Trata com respeito o pior carniceiro do territ�rio.

Immler.

Mary Immler?

Cora Sutliff?

Eu acho que acertou, senhor.

Cora Sutliff.

Esse � o seu nome?

O relat�rio diz que estava indo para encontrar seu marido,

quando a caravana foi atacada pelos Chiricahuas.

Voc� foi a �nica sobrevivente.

� imposs�vel, Sargento. N�o consigo obter nem uma palavra.

- Ela n�o lhe disse nada? - Nem uma palavra, senhor.

Aqui n�o diz onde possa estar seu marido.

Vou tentar localiz�-lo.

Enviaremos Nanchez e seu povo para a Reserva de San Carlos.

- Seu filho pode ir com eles. - Nanchez n�o ir� para San Carlos.

Por qu�?

Eu sei que ele n�o vai. Ele odeia esse lugar.

Alguns dias ao sol vai mudar a sua mente.

Ela pretende ficar com a crian�a?

E seu marido, senhora?

N�o creio que ele o aceite.

Ela n�o percebe que est� sendo uma tola?

- � seu filho, senhor. - Mas � um ...

Bem, n�o � da nossa conta.

Onde a Sra. Sutliff ficar�?

Em um quarto vago, na ala sul.

Sim, senhor.

Voc� estar� bem, senhora. V�o ficar sozinhos.

- Eu... - Ann ...

Adam,

o que voc� sentiria se eu estivesse no lugar dela?

Isso n�o merece resposta.

Porque n�o?

Voc� se mataria antes que acontecesse isso.

Voc� acha?

Cora?

Pode baixar, se ele diz que se rende, Sargento.

Eu sei.

Deve prometer que levar� seu povo para San Carlos...

- e que ele vai ficar l�. - Ele n�o vai fazer isso.

Vi como o desamarrava. Voc� o respeita, n�o?

- � um homem trai�oeiro e cruel. - Ent�o?

N�o tem nada a ver comigo.

Ele luta de uma maneira e eu de outra.

Est� se colocando ao seu n�vel?

Somos como dois c�es que lutam pelo mesmo osso,

s� que o osso � seu.

Deixe comigo, Whitaker.

Todo seu, Sargento.

O menino vai ficar com a m�e, Nanchez. � assim que tem que ser.

Quem sabe como tem que ser?

Sra. Sutliff, trouxe-lhe alguma roupa.

N�o vai me deixar entrar?

Por favor, aceite.

Vou deix�-la na porta.

- Descanse, Sargento. - Obrigado, senhor.

- Encontramos seu marido. - Ela vai ficar contente.

"Fred Sutliff", seu nome e os dados conferem.

Ele tem um rancho em San Miguel, perto de Tucson.

� prov�vel que sofra algumas complica��es.

- � provavel, senhor. - Mas voc� n�o nos decepcionar�.

Quando sairemos, senhor?

Voc� receber� dinheiro para gastos e partir� ao toque da alvorada.

Leve um homem junto at� pegar a dilig�ncia.

Sim, senhor.

� tudo.

Sargento!

Temos que fazer alguma coisa com a crian�a.

Deveria estar feliz por ter vindo.

Limpar muitas latrinas o colocou de mau humor.

- Chega ... Vou amarr�-lo! - Crian�as n�o precisam disso.

Sargento,

quantos anos esteve casado para tratar assim uma crian�a?

Fala demais, soldado.

Sabem quem ela �?

A mulher que ouvimos. A que estava com Nanchez.

Parece um asno sedento olhando para a �gua.

Eu sou um homem.

- Beba um trago e volte ao forte. - Sim, senhor!

Ryan, n�o se esque�a que voc� deve levar estes cavalos de volta.

Obrigado.

Ol�. Cavalheiros.

Sente-se, senhora.

Posso ajud�-los?

Se conseguir algo para eles comerem estarei muito grato.

Vou ver o que posso fazer, Sargento.

Vou comprar os bilhetes e obter roupas para a viagem.

N�o vou demorar. Esperem aqui.

Isto vai ser interessante.

Vai desperdi�ar comida com o filho de Nanchez?

Calma Keech, n�o quero problemas.

Ele � filho desse �ndio imundo, n�o?

Ele �?

O que eu pensei.

Voc� n�o deveria se mostrar em frente de mulheres decentes!

Tire suas m�os de meu filho!

- Largue isso! - Animais!

Voc�s todos s�o animais!

Se se meterem com meu filho eu os matarei!

O que � isso, cavalheiros?

Esta crian�a precisa de roupas para viagem.

N�o ajudaremos �ndios s� porque voc� tem uniforme.

Talvez lhes sobrem algumas roupas para o menino.

Deve haver meninos neste lugar.

Saia!

Obrigado.

S�o as primeiras palavras que a ou�o dizer, senhora.

Talvez fossem fortes, mas soaram muito bem.

N�o quero causar-lhe problemas.

Problemas?

Que problemas?

Obrigado, senhora.

N�s lhe colocamos um chap�u, sargento?

N�o, obrigado, os meninos usam apenas um gorro no inverno.

Sargento,

o Sr. Trude j� est� saindo.

� melhor voc� ir para a dilig�ncia.

Obrigado, senhora. Cavalheiros.

V�o viajar com um condutor de boa reputa��o,

cuja dilig�ncia n�o espera por ningu�m!

Talvez eu n�o seja um jovem, mas ainda sou duro como um carvalho!

Sou metade cavalo selvagem, metade jacar�.

Segurem-se como puderem!

Encontraram uma esposa sequestrada

Por um chefe �ndio Apache

Seu dever era devolv�-la

Para seu triste marido

Mas ela n�o se separaria de seu filho do cora��o

Ela conhecia o desprezo

O medo e perigo tamb�m

O perigo tamb�m

Este �ndio ... A tratou bem?

Ele me bateu uma vez.

Talvez estivesse certo, eu n�o estava trabalhando.

Eram as �ndias que queriam me ver morta.

Foi o que pensei.

Isto acabou quando me tornei como elas.

Quando comecei a me parecer como elas,

cheirar como elas.

Voc� n�o vai acreditar no que aconteceu.

Quando bati na pedra, a carro�a parou, mas o cavalo continuou.

Por quanto me levaria at� a pr�xima cidade?

1,25 US$. Eu tenho pressa e perdemos muito tempo.

Trabalhei com moinhos em Illinois. Moinhos Eclipse!

Eu os vendi.

Voc�s est�o juntos?

Estamos.

� sua esposa, n�o?

N�o.

Desculpe-me, senhora.

Estes mocassins...?

S�o mais confort�veis do que sapatos?

A moda aqui � usar o seu cabelo assim?

Parece que cortou um pouco demais.

Foi por algum motivo?

Piolhos.

� uma piada, est� me provocando!

H� muitas moscas aqui nesta �poca do ano.

Voc� deve manter a boca fechada.

O que diz? De onde tiraram esse menino?

Sr. Trude!

Tenho um hor�rio para cumprir! O que ocorre?

O nosso amigo quer ir com voc�.

H� uma bela vista e � muito saud�vel.

- Onde voc� conseguiu isso... - Suba!

Tem raz�o.

Venha. Vai me ver manusear as r�deas.

Por que fez isso comigo?

Eu n�o me preocuparia com ele, mas com ela.

- Do que est� falando? - Ela � esposa de Nanchez.

- O Apache? - Sim, se ela ficar nervosa...

arrancar� seu cora��o com uma faca!

E, por sua apar�ncia, voc� sangrar� muito.

- Sabe de uma coisa... - Quito.

Quito,

com essa voz que tem pode se tornar um sargento.

HOTEL WILSON

Sua correspond�ncia, Sr. Wilson!

- Bem na hora! - Obrigado, Senhor Trude.

Desculpe, o restaurante est� cheio.

N�s n�o estamos com fome.

Esteve jogando, cowboy? Vejo que perdeu seu cavalo.

Juro que o outro via as cartas dos dois lados.

Eu disse que n�o cavalgaria mais comigo se voc� continuasse assim!

Poderia ser bem melhor comigo, Sr. Trude.

Tenho uma ressaca e estou muito cansado.

Isso acontece quando um rapaz tolo tenta se portar como um homem.

Estava boa?

A �gua estava fria e limpa,

como o riacho onde eu morava.

O menino parece gostar de �gua tamb�m.

Ele gosta.

- Voc� sabe nadar? - N�o.

Sinto muito sobre Wilson.

N�o importa.

O cozinheiro do Wilson era do ex�rcito.

Felizmente n�o estamos com fome.

Por que n�o pergunta?

Perguntar o qu�?

O que senti quando ele p�s suas m�os em mim.

N�o � assunto meu.

Todo homem que olha para mim me faz assunto seu.

Tem raz�o.

Eu n�o posso evitar isso. Eles odeiam os �ndios...

pelo que lhes poderiam ter feito...

Mas a mim odeiam mais.

Eu n�o a odeio.

Essa � a diferen�a.

� por isso que eu falo com voc�.

Falar ajuda.

Eu me acostumei a ser sua esposa.

Eu tive que aceitar isso, a fim de sobreviver.

Agora...

quando eu vejo a �gua limpa e gelada...

vendo meu filho, o escutando rindo...

Este pequeno momento feliz vale por todos estes anos.

Pode entender por que queria tanto viver?

Tinha boas raz�es para desejar isso, senhora.

Venha.

N�o v� se cortar.

Houve um tempo em que eu queria tanto viver,

que me tornei-me um c�o.

Durante um m�s inteiro eu fui um c�o.

Ouviu falar sobre Andersonville?

Os Confederados o chamava campo de prisioneiros.

Nem o pr�prio diabo poderia pensar em um lugar pior.

Muitos morreram de escorbuto e disenteria.

Comida estragada era tudo o que com�amos.

Tudo podre, por dentro e por fora.

Mas...

Talvez n�o queira ouvir essas hist�rias.

Disse que falar ajuda.

Um homem tinha febre e estava prestes a morrer.

O delirante a maior parte do tempo.

Ele gostava de c�es, e descobrir que, se latisse,

me daria um pouco de sua comida.

Foi assim que come�ou.

E me acostumei a me levantar pensando que era um c�o.

Inclusive andava de quatro, para fazer melhor o show.

Durante um m�s inteiro, eu fui um cachorro.

E o pobre homem morrendo pensando que eu era,

mas eu sobrevivi.

Tudo depende de quanto voc� quer viver.

- � melhor seguirmos, senhora. - Quito!

Vamos, quero ver como galopam!

Boa tarde, senhora.

- General. - Boa tarde.

Ol�, amigo!

Desculpe desapont�-lo, Sr. Trude, mas ter� que desfrutar de minha companhia.

Querem falar alguma coisa para me distrair?

N�o.

Ent�o, se me d�o licen�a.

Tive dias agitados levando gado por a�.

Andei de c� para l�.

Se eu roncar, me d� um pontap� que eu me calo, ok?

Senhora...

Diga.

Falou sobre pensamentos...

que os homens n�o podem evitar.

Certo.

� diferente quando esse homem � seu marido.

Se eu tenho medo de enfrent�-lo?

N�o, n�o quero que voc� tenha.

- Meu marido � gentil e am�vel. - Com certeza que sim.

Fomos casados por 9 anos.

N�s nunca tivemos filhos.

- � uma pena. - Bem...

Fred dizia que eu era tudo que ele precisava.

Mas eu sempre quis ter um filho.

Quando se acostumar a...

a tudo,

ele conseguir� gostar de Quito.

Como pode ver, n�o tenho nada a temer.

Isso est� muito bom.

Deve estranhar sua fam�lia.

Como pode estar tanto tempo longe deles.

O ex�rcito � tudo que sei fazer.

Voc� deve sentir-se muito s�.

Ele era um homem grande e forte

E assim tamb�m era seu cora��o

Ele procurou trazer paz e tranquilidade

N�o tinha culpa em sua consci�ncia

Com honestidade, o Soldado Hook

Trazia a calma buscada pelos outros

E ela sabia

que esse amigo os ajudaria nas dificuldades

Os ajudaria nas dificuldades.

Tem sido assim durante toda a noite?

Voc� deve estar com o corpo dolorido.

- Bom dia. - Bom dia.

Se v� que tem sangue �ndio.

N�o h� como escapar disso.

N�o pode.

Quito, Quito!

Acho que ele n�o gostou de mim como bab�.

Parece haver um povoado � frente.

� apenas uma parada de dilig�ncias,

com igreja, tel�grafo e algumas casas.

� o fim da viagem para mim.

Vai fazer alguma coisa aqui, cowboy?

Vou trabalhar no rancho Kinkaid.

� o maior desta regi�o.

Eles devem estar adestrando cavalos.

O capataz sabe que eu sei como montar.

Eu s� tenho que convenc�-lo a me aceitar.

N�s n�o o esper�vamos, Sr. Trude.

- A empresa acha que ia direto a Tucson. - Uma curta paragem.

Voc� deve estar muito cansado!

Deixe-me respirar, Junius. Troque estes cavalos.

- Pode levar tr�s passageiros? - Eu tenho muito espa�o.

Uma senhora espanhola com sua neta.

A menina � delicada e pararam para descansar.

E um guarda que vem de Forte Apache.

A dilig�ncia deixou-os aqui.

- Troque os cavalos, Junius. - Imediatamente.

Se n�o me pagar a viagem, eu vou tomar sua sela.

Sabe que estou duro, Sr. Trude.

Eu sempre o pago.

N�o ou�o nada, estou surdo.

A companhia me tem muito controlado.

Ou�a-me velho, n�o vou deixar que me largue aqui sem minha sela!

Eu me sentiria n�.

Calma, vaqueiro!

H� algo no seu banco.

Deve ter ca�do do seu bolso.

Certamente viveu situa��es assim.

Quando eu era uma crian�a com mais energia do que c�rebros.

N�o parece ser t�o grande, general.

� disso que falava, Sr. Trude?

De algo parecido, filho.

- � um bom rapaz. - Sim.

Quem tem um filho assim, j� fez algo na vida.

Acaso n�o tem filhos?

Sim, mas s�o meninas, eu tenho duas.

Estava pensando em meninos.

15 minutos para o desjejum!

Quem � essa mulher e esse menino, Sr. Trude?

S�o passageiros.

O velho lhes servir� o desjejum.

"Velho"?

Com sua permiss�o, senhora, por favor.

� muito pesado para uma dama como voc�.

Obrigada.

Posso te ajudar em alguma coisa?

Voc� � muito gentil, rapaz.

Estou aqui para servi-lo com qualquer outra coisa.

Meu nome � Travers. Charlie Travers, rapaz.

Sim, senhor, venha comigo.

Veja o que h� l� fora, Sargento.

Nada,

nada de nada.

Foi assim que comecei: a partir do nada.

Sim, senhor.

Levando mais de mil cabe�as de gado de Forte Griffin para Cheyenne.

Devem perguntar-se como consegui tanto gado.

Sentei-me numa mesa de poker com o sal�rio de um m�s...

e sa� com uma enorme pilha de dinheiro.

Eu poderia ter ficado satisfeito,

mas n�o, esse foi apenas o come�o.

Peguei toda aquela quantidade de dinheiro da mesa

e investi no meu pr�prio neg�cio,

podem acreditar em mim ou n�o.

Mas foi assim.

Sim, senhor...

- V�, v�, v�... - Onde est� indo t�o r�pido?

Uma mensagem acaba de chegar pelo tel�grafo. Nanchez!

- O que aconteceu? - Os �ndios tomaram o forte.

Foram vistos perto de Lordsburg!

Ningu�m sabe onde ele est� agora.

- Vou levar um cavalo. - O qu�?

N�o se preocupe, eu vou deix�-lo em San Miguel.

Espere, voc� n�o pode fazer isso...

Sargento!

Eu tenho que falar com voc�.

- Sim? - Aproxime-se.

Nanchez est� livre, se juntou a outros �ndios.

Eu sabia que t�nhamos companhia, mas n�o sabia que era ele.

Certamente vem para recuperar o filho.

� o que os �ndios fazem com seus filhos.

- Obrigado. � melhor irmos. - � melhor eu ir com voc�s.

Com sua permiss�o, sargento,

- sei que me entende. - Sim.

Al�m disso, te devo dois d�lares.

Sr. Trude,

j� que se gaba tanto, quero v�-lo correndo.

Quer me ensinar a conduzir uma dilig�ncia?

Eu n�o. Nanchez!

Sou o condutor correto.

Segurem-se firmes. Vamos voar para Tucson!

O que se passa com Nanchez?

Ou�a...

voc� � do ex�rcito, tem que pensar em algo.

Eu estou com todo o meu dinheiro.

Cale a boca! Vou lhe dizer o que acontece.

Conhecem Nanchez, mas o que n�o sabem...

� que temos o que ele mais deseja.

Do que voc� est� falando?

O menino, � seu filho.

- Por que n�o nos atacaram? - Mais tarde eles o far�o.

Se n�o o fizerem antes do anoitecer...

teremos a noite para chegar o mais pr�ximo poss�vel de Tucson.

Eles t�m medo de lutar depois que o sol se p�e.

Segurem-se bem.

Vamos nos preocupar s� quando for necess�rio.

Entre rapaz e mantenha os olhos abertos.

Eles usaram a dilig�ncia...

Vamos, Sr. Trude!

O condutor estava no alto...

Batendo seu chicote no c�u...

Temos que sair deste desfiladeiro.

Ele gritava guiando a dilig�ncia...

Mas os �ndios os seguiam...

E, dentro da cabine, se percebida...

Um perigo mortal

Calma ...

Calma, isso.

- Est�o bem? - Acho que sim, Sargento.

Espere, Quito.

Algu�m pode me ajudar com os cavalos.

Tudo bem... Sr. Travers, me ajude.

Calma, rapaz.

O que aconteceu, Sr. Trude?

A chaveta e o pino est�o quebrados.

- Pode consertar? - Posso tentar.

Ou o conserto ou acabo de quebrar.

Olhem!

Ele quer negociar.

E o que aconteceu, qual foi a proposta?

Por que eles se foram?

Nanchez nos deixar� ir se entregarmos o menino.

E por que n�o o faz?

Tenho ordens para entregar o menino e a Sra. Sutliff a seu marido.

Mas...

Este menino � mais �ndio do que branco.

Ele n�o vai fazer mal nenhum para estar com seu povo.

Olhe...

Pela primeira vez,

tenho dinheiro suficiente para fazer alguma coisa ne minha vida.

Vou perder tudo por sua culpa?

Mas...

E voc�, cowboy? Voc� j� viu tudo o que queria ver?

Voc� estava com todas as mulheres que sonham?

Voc� est� pronto para morrer?

Algumas manh�s eu pensei em todas essas coisas.

E voc�, Sra. Sandoval?

Sua neta vale mais...

que um menino mesti�o?

Eu amo minha neta,

se � isso que quer dizer.

Sua av� a mandou...

a um convento em Santa F� para que se torne uma dama.

E agora vai se casar com um homem rico.

Tem tudo servido em uma bandeja de prata.

Vai perder tudo isso porque ela n�o sabe o que fazer?

Basta, deixe-a em paz.

Vamos fazer uma fogueira.

Refresca muito depois de escurecer.

Posso ajudar com alguma coisa?

Posso segurar a l�mpada. Voc� deve estar cansado.

Eu n�o estou cansado.

Talvez... um pouco de conversa nos fizesse bem.

Travers!

Travers, eu apreciaria se segurasse a l�mpada.

Obrigado.

Conhece a can��o que estava assobiando?

Se trata de uma mulher chamada Consuelito...

e sobre um sujeito que estava sedento por uma gota de vinho.

Mas ela n�o tinha um copo ...

onde servir-lhe vinho.

Voc� conhece a can��o!

E ela lhe diz:

"O que devo fazer?

Para saciar a sua sede.

N�o tenho nada a oferecer, apenas os meus l�bios."

Isso ...

n�o se aprende em um convento.

� uma antiga can��o espanhola.

E os espanh�is...

gostam muito de coisas antigas.

Quero dizer...

Eles s�o muito conservadores...

como essa ideia ...

de casar uma jovem com alqu�m que ele nem conhece.

Minha av� o receber� e lhe dir�:

"Aqui est� sua prometida."

Esse costume n�o me parece nada bom.

N�o poder� consertar a dilig�ncia a tempo...

e os �ndios sabem disso.

N�o s�o coiotes uivando.

S�o Nanchez e seu bando se divertindo.

- Esperando amanhecer para... - Sil�ncio!

Chacais. Eles vir�o logo.

Voc� tem que fazer alguma coisa!

Sente-se.

Fale com ela, fa�a com que o entenda...

Eu disse que se sentasse.

Devagar, vaqueiro, devagar!

Pronto!

N�o est� mal, Sr. Trude.

Teremos que tentar continuar.

Espero que cheguemos a Tucson.

Tenho $15.000...

Tenho $15.000...

aqui neste cinto.

Posso dar-lhe a metade.

Deixe-me em paz.

Seu marido espera por voc�.

Pense no que pode fazer com que esse dinheiro...

- Cale a boca! - Ser� rica o resto da vida.

Esquecer� que teve este menino.

S� deve dizer ao sargento...

que quer que o menino volte para seu pai.

Acredita que faria isso por dinheiro?

Vou dar-lhe tudo.

Voc� ficar� com com milhares

- O que mais voc� quer? - N�o quero seu dinheiro!

Eu n�o quero nada de ningu�m.

N�o me siga, me deixe em paz!

Sra. Sutliff!

Onde pensa que vai?

N�o me importa! Quero sair aqui!

Nanchez ter� que me matar antes de levar meu filho.

Se voc� quer ir, a decis�o � sua.

Venha comigo, rapaz.

Quito.

Ele quer falar.

Ele deve ter pensado na noite passada.

Sr. Travers!

Volte aqui!

Nanchez, precisamos conversar!

N�o lhes fa�a caso, escute a mim.

Estou contra Hook!

Eu... disse a ele que o menino era seu!

Eu estou do seu lado!

� verdade...

Olhe aqui... olhe.

Dinheiro.

H� muito dinheiro!

US $ 15.000.

S�o seus!

Apenas deixe-nos ir.

Voc� pode comprar armas,

muni��o...

Voc� pode comprar todo o whisky que quiser beber.

Voc� pode...

Voc� n�o vai ...

N�o... N�o...

N�o me mate, n�o me mate.

N�o me mate...

Solte isto, cowboy, nos esmagar�o como piolhos.

Acaso vai resolver falando?

Des�a!

Que vai fazer?

Leve-o at� a colina, eu irei em seguida.

N�o, n�o!

N�o!

- Quito! - Segure-a.

Coloque sua arma na cabe�a do menino.

O qu�?

Se eu levantar o bra�o puxe o gatilho.

Esta � a sua guerra, mas eu n�o estou no ex�rcito.

Sei que estou pedindo muito, mas fa�a-o.

N�o, n�o!

O Soldado foi falar com o chefe

Caminhando com passos firmes

Na dilig�ncia imaginavam

Se sentia medo ou arrependimento...

Vida ou morte, o que seria?

Devolver o menino e deixar todos irem...

Ou desafiar as ordens do chefe...

Haveria outra solu��o...

Para esse dilema?

O Rei Salom�o...

poderia resolver este problema cruel...

Ambos os pais t�m o direito...

Neg�-lo seria um pecado...

Mas o dever do soldado era claro.

E fez um jogo arriscado...

O chefe desistiria...

Ou colocaria uma bala na cabe�a...

De seu filho?

Meu povo o chama de "cara de pedra".

Mas eles est�o errados.

Deveriam cham�-lo de "cora��o de pedra".

Eu fa�o o que � necess�rio.

Voc� � mais �ndio do que parece.

Aprendi a pensar como meu inimigo.

Entendo como pensa.

N�o vai deixar que o sangue do meu filho o abrande.

N�o me deixa op��es.

E voc�, que op��o me deixa?

� mais branco do que parece.

Ama seu filho demasiado para v�-lo morto.

Com sua gente, ele se sentir� um morcego!

N�o ser� nem um p�ssaro nem um rato, ser� motivo de esc�rnio!

Deixe-o com sua m�e,

e eu prometo que vai viver com honra.

N�o pode falar por seu povo,

nem pode se voltar contra eles.

- Sua promessa n�o tem valor. - Pelo menos, o menino viver�.

Eu n�o quero esta vida para meu filho.

N�o tenho mais nada a dizer.

Espere!

Talvez nossa conversa n�o tenha terminado.

N�o aceito sua promessa,

mas hoje sua sombra pousou sobre mim, e vou deix�-lo ir.

O sol da manh� talvez fa�a minha sombra ser maior.

Voc� se lembrar� disso.

Vai pensar sobre isso todos os dias.

Sargento,

me fa�a o favor de responder a uma pergunta?

Sim, pergunte.

Agora que estamos seguros, pode parecer impertinente.

Diga, senhora.

Teria ordenado a morte do menino?

Eu o faria, se fosse necess�rio.

Acredita que era seu dever?

O dever significa muitas coisas.

O dever pode ser encarar os problemas...

mais al�m de seguir os regulamentos ou normas.

Muito interessante, sargento.

Obrigado.

Por que estamos t�o s�rios?

Dever�amos estar felizes!

Especialmente voc�, Sra. Sutliff.

Seu marido a estar� esperando em San Miguel.

- Sua vida ter� um novo come�o. - � verdade, Sra. Sutliff...

Como os espanh�is dizem, muy verdad.

Senhora.

Srta.

Todos a bordo!

Devemos chegar a Tucson para o jantar!

Ao Hotel Palace!

L� poder�o comer...

sopa de tartaruga, frango frito, frutas,

p�o rec�m-assado e todos os doces que quiserem.

Me fez passar por dificuldades, Sargento.

mas ser�o bem-vindos para viajar comigo quando quiserem.

Seja bom com sua m�e, menino,

muito bom.

Achei isso, deve ter ca�do do seu bolso.

Obrigado.

Eu queria agradecer.

Acho que amadureci nesta viagem.

Eu n�o sei o seu nome. Gostaria de lembr�-lo.

Jeff Bennett, senhora.

Jeff Bennett.

Obrigada, Jeff.

Boa sorte, em general.

Para voc� tamb�m, rapaz.

Se est� pensando na senhorita,

vai precisar de muita sorte.

Quem n�o arrisca n�o petisca. Quem sabe?

� verdade, quem sabe?

Fred n�o deve saber em que dilig�ncia chegaremos.

- Chegamos com muito atraso. - Minha esposa...

nem sempre me recebe quando estou de licen�a.

Vou alugar uma charrete.

Sargento!

Venha com a gente, por favor!

Foi bom guardar o vestido para este momento.

N�o se preocupe, seu cabelo vai crescer.

Tem medo?

Fred n�o sabe do Quito.

Entendo.

O Coronel Weaver perguntou se eu queria que ele contasse.

Mas pensei que seria melhor estar eu presente quando fosse dito.

� verdade, ser� melhor.

Esperava que estivesse na parada da dilig�ncia.

Eu estava ocupado, Cora. Pensando em muitas coisas.

No menino �ndio.

Estava pensando em como te dizer.

Dizer-me, Cora?

Ele � meu, Fred. � meu filho.

Tinha ouvido isso, mas n�o acreditei.

Sei que � muito dif�cil para voc� aceitar isso.

Voc� e Nanchez?

N�o entendo por que trouxe esse menino.

Ele � meu filho, n�o posso viver sem ele.

Voc� espera que eu viva com ele?

Como acha que me sinto quando o vejo?

E as outras pessoas?

O que devo dizer a eles?

Como olho em seus olhos?

Voc� deveria t�-lo deixado com seu povo.

Seu povo sou eu!

� meu filho!

Fred, entendo como voc� se sente, mas...

n�o podemos tentar?

- Com sua permiss�o, Sr. Sutliff. - O qu�?

Preciso colocar um freio no meu cavalo.

E n�o consigo uma faca.

Quanto tempo estavam casados quando tudo isso aconteceu?

9 anos.

Mor�vamos na Pensilv�nia.

Eu vim aqui para me estabelecer.

E ent�o ela viria... mas ela nunca chegou.

Todos esses anos, e nenhum filho.

Assim s�o as coisas.

O que est� tentando me dizer?

Que devo ser grato pelo filho de outro?

Um �ndio assassino?

- Isso � o que penso. - Bem, eu n�o penso assim.

Gra�as a esse menino ela sobreviveu.

N�o importa o que passei...

- e o que passarei? - N�o digo que seja f�cil.

Eu pensei que ela estava morto e viveu esta vida miser�vel.

E agora ela chega aqui com aquel...

N�o quero falar mais.

- O menino jantou? - Sim.

Coloquei um cobertor no ch�o, para dormir.

Vamos brindar.

Voc� tem muita sorte.

Voc� n�o tem que pensar, apenas obedece ordens.

Cora,

n�o quer me fazer isso.

Eu n�o quero feri-lo, mas ...

n�o podemos tentar?

Ele � t�o pequeno ...

- Ele n�o � meu, Cora! - Oh, Fred ...

Lembro-me da vida agrad�vel que t�nhamos...

e estava disposto a te perdoar pelo �ndio.

Perdoar-me?

Mas voc� tinha que trazer seu...

Perdoar-me?

Que tipo de homem acha que eu sou?

Ela n�o tem ningu�m a quem recorrer, Sr. Sutliff.

H� alguma raz�o para se intrometer, soldado?

H�?

N�o.

Meu trabalho est� completo.

Onde voc� est� indo?

Sem meu filho, n�o tenho lugar aqui.

Voc� tem! Este � o seu lugar!

Voc� quer que seja seu lugar?

Sinto muito, Fred.

Preciso sair daqui.

Eu sou seu marido! Ela pertence a mim!

Ela n�o pertence a ningu�m, apenas a seu filho.

Cora!

Perdoe-me por te fazer passar por isto.

N�o a levar�.

Voc� pode levar o menino, mas ela n�o.

Resolver� as coisas me matando e a obrigando a ficar?

E sobre o menino? Tamb�m ir� mat�-lo?

Suba na charrete e v� embora, soldado.

Voc� n�o � esse tipo de pessoa...

� Nanchez!

Suba r�pido!

Suba!

Ele matou Nanchez.

Sem o seu l�der, eles est�o derrotados.

Bom rapaz.

Ele vive como um �ndio, sem reclamar.

Tenho fam�lia no leste. Eu posso ir para l�.

Isso � o que voc� quer?

N�o...

Tenho 47 anos.

Passar 30 anos no ex�rcito me esgotaram.

Eu tenho 4 meses de servi�o militar.

Voc� poderia...

conseguir um lugar para viver perto do forte.

Quatro meses passam rapidamente.

E sua fam�lia?

N�o h� fam�lia.

� uma maneira de se defender, todo mundo quer te casar.

Se se inventa uma fam�lia torna as coisas mais f�ceis para todos.

Eu acho que sempre soube.

De verdade?

Voc� deve aprender a falar Ingl�s.

FIM

Legendas: Gerigato Novembro/2016

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