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Original subtitles

FOR�A TAREFA - A �ltima Batalha -

A apanhamos e est� tudo acabado.

Envie-a ao conv�s, por favor.

�s ordens, senhor.

A Marinha sentir� sua falta, senhor.

Descansar!

Senhores, � dif�cil dizer adeus.

Alguns de voc�s j� serviram comigo

muito antes de ter visto um porta-avi�es.

Desde ent�o, temos visto muito mar

e muito c�u.

Hoje

regresso ao passado

enquanto voc�s olham para o futuro.

Gostaria de todo cora��o de partilhar esse futuro com voc�s.

Eu vou.

Mas, da costa.

Capit�o McCluskey, des�a a minha bandeira.

�s ordens, senhor.

Parece incr�vel. H� 27 anos vi meu primeiro porta-avi�es.

Estava em North Island, San Diego, quando recebemos a not�cia.

Ap�s a reuni�o para o desarmamento.

Afundaram a frota!

O Missouri, o Dakota do Sul, o Maine,

o Virginia, o Nebraska, o Georgia!

Trinta dos nossos barcos principais.

Mais barcos afundados de uma s� vez em toda a hist�ria.

Convoquei os pilotos aqui

porque no caso de um ataque dos Estados Unidos,

voc�s s�o a defesa a�rea da Marinha.

Os quinze, capit�o?

Afundaram o Langley tamb�m?

N�o. N�o acharam que valesse a pena.

Um carvoeiro convertido em porta-avi�es parece inofensivo.

A pr�xima mudan�a ser� para voc�s

de avi�es para hidroavi�es,

para decolar e aterrissar no Langley.

Onde ele est�?

O Langley est� em algum lugar da costa Atl�ntica,

entre floriculturas e concursos de beleza.

N�o � brincadeira!

A Marinha pretende que a avia��o seja mais popular.

Por isso temos combust�vel para apenas tr�s vezes por semana

e pilotamos sempre essas coisas velhas.

Quantos de voc�s j� aterrou num porta-avi�es?

Quem de voc�s j� viu um?

S�o seus, Dixie.

Senhores, estas duas velhas balizas representam

a ponte do Langley. Tem 20 metros de largura

e se desloca a 14,5 n�s.

Devemos pousar numa pista de 20m em movimento?

Isso mesmo. Bem-vindos a bordo, senhores.

Feliz em estar aqui, senhor.

Fico feliz em v�-lo a bordo.

Imagine o Langley com sua velocidade de 14,5 n�s. . .

Scotty, est� num oceano de 180m de profundidade.

N�o estou nem molhado.

Qual � a sua experi�ncia nesta �rea?

Nenhuma senhor Scott. Conhe�o a teoria perfeitamente.

E devemos aterrizar numa ponte de 20m

assentindo da frente para tr�s e de bombordo para estibordo

enquanto desliza embaixo de n�s?

Isso mesmo Scotty.

Se falharem os recolher�o com uma esteira ou os pescar�o.

E acredite, senhor Scotty,

a 2km de altitude, o Langley parece um t�mulo. O seu!

Chegou o dia do embarque.

Viemos ocupar nossos postos, senhor.

Tem um filme. Vou dar umas instru��es mais tarde.

Antes de passar aos treinos,

v�o aprender o que � um projeto experimental.

Bom pouso.

N�o seguiu as instru��es.

A asa esquerda est� inclinada.

Tocou a ponte e jogou todo o peso sobre a roda esquerda.

Esse � o resultado.

Muito r�pido. A parte dianteira sobe e o avi�o gira sobre si.

Luz!

Desligue o projetor.

Pensem nesses erros na sua primeira vez.

Alguma pergunta?

Os avi�es VE-7 n�o foram projetados para isso. N�o cabem.

Sim, mas � caro comprar avi�es novos e a Marinha est� quebrada.

A Marinha vai comprar.

Aten��o!

Sou o Capit�o Reeves.

� um prazer t�-los a bordo. Sentem-se.

Ao contrario do pessimismo do tenente Southern,

o Langley ter� outros avi�es.

Ent�o haver� uma grande demanda de pilotos de porta-avi�es.

Esse navio � mais que um primeiro porta-avi�es.

� uma escola para todos n�s.

Existem 1000 perguntas sem resposta.

Vamos encontr�-las.

Mas, antes de poder ajudarem em nossos treinos

devem se formar como pilotos de porta-avi�es.

O capit�o Wren lhes falar� mais.

Boa sorte!

Sentem-se.

Aqui est� o diagrama de uma boa abordagem.

Enquanto descem, logo depois da popa. . .

Pousos e decolagens.

Ent�o n�s vimos que tanto um como o outro podiam ser fatais.

Aconte�a o que acontecer, n�o ignorem as bandeiras.

Para entender bem,

aqui est�o as bandeiras.

Est� tudo bem,

muito alto,

muito lento,

muito r�pido,

muito baixo,

muito baixo,

soltar o gancho

e o fim.

Um �ltimo conselho, Scott.

� uma das poucas coisas que � preciso fazer bem na primeira.

Tudo pronto?

Contato?

Contato.

Segundo o Dixie, o Langley parece um t�mulo.

De fato. O meu.

Descida. Muito alto.

Est� com medo de voltar. Teremos que derrub�-lo.

Tem direito de medir a ponte.

N�o vai aumentar, Morgan.

20 metros s�o sempre 20 metros.

Muito baixo! Suba!

Vai conseguir desta vez.

Vai perder a proa.

F�cil como um mergulho de 3km num barril.

Que principiantes!

Eramos de verdade.

H� 20 anos apenas 34 pilotos

eram capazes de fazer isso.

Parem as m�quinas.

� o Jerry Morgan.

Quem vai falar com sua esposa?

Mary? Tem algu�m?

Siga a corda e me encontrar�.

Ol�, Scotty.

Sabe o que?

A Marinha n�o devia exigir camisas limpas.

O Jerry n�o est� com voc�?

N�o, eu queria te fazer uma visita.

Posso segurar o cesto.

Obrigada.

Oxal� o Jerry fosse menos exigente com suas camisas.

� bom usar uma camisa limpa.

Eu sei. E fica muito bonito com uma camisa bem passada.

O qu�? Te ofendi?

Voc� � bonito tambem.

Mary. . .

Aconteceu alguma coisa com o Jerry?

Seu avi�o espatifou ao decolar. Ele est� morto, Mary.

N�o, o Jerry n�o!

Pode chorar.

Quando o trar�o?

N�o v�o trazer.

Por qu�?

Como isso aconteceu?

Se espatifou diante da proa.

Com um desses cometas que tem que pilotar!

Antes de poder peg�-lo, afundou com o avi�o.

Brincava com suas camisas.

Eu adorava lav�-las.

No Outono de 1923, fui mandado � Washington

para construir um verdadeiro ca�a de porta-avi�es, o Mergulhador do Inferno.

Tr�s anos aqui e ainda n�o vi a Presidente Coolidge.

Quando penso que este rid�culo terno me custou dois sal�rios!

Est� muito elegante.

Claro.

Segundo voc�, porque fez vir um piloto do Langley?

- Para desenvolver um ca�a. . . - N�o.

Porque tem classe.

Esta noite conhecer� sua verdadeira miss�o.

Tem que deslumbrar �s esposas dos almirantes,

cativar o senado e o congresso,

criar contatos,

vender a avia��o.

Sra. Ames, este � o capit�o Richard.

E o tenente Scott.

Sua casa � linda!

Obrigada. Eu cresci aqui. Era do meu pai.

Esse jovem testou o Curtis Hawk?

Sim, almirante.

Desperdi�a o seu tempo.

Devia assumir um posto num encoura�ado.

Os encoura�ados n�o voam, senhor.

Est� sempre no ar.

Volta ao n�vel do mar.

Por que ri?

Quando um almirante rir, tenho que rir tamb�m.

Certo.

Vai conhecer o secret�rio da Marinha.

Se precisar de uma piada, seja um hist�rico.

Convide sua esposa para dan�ar. As mulheres adoram.

Como posso dan�ar com a espada?

Ter�amos que t�-las guardado.

� tarde para pensar nisso.

O senhor Secret�rio e sua esposa, um her�i da Marinha.

Continue, Capit�o.

Vamos falar do seu hero�smo.

Os meus, senhor?

Nenhum.

Scotty! H� quanto tempo! Conhece o Capit�o Williamson?

Como vai capit�o? Agora � a senhora Williamson?

Me d� um tempo.

Eu n�o disse: ganhe tempo.

- Posso deix�-los. . . - Obrigada, Ken.

Gostaria de ficar a s�s com voc�.

Voc� gosta de jardinagem?

Vamos?

Dever�amos batizar o Saratoga com voc�.

S�rio?

Pensei que era com champanhe.

Volto para Coronado depois das f�rias.

J� sabe onde � o jardim!

O pai do Jerry conhecia o almirante. J� t�nhamos vindo aqui.

Se acostuma?

Fala do Jerry? Claro que sim.

Gostava de voar como voc�. Mas vamos falar de outras coisas.

Na minha opini�o, devia reduzir o Ex�rcito e a Marinha.

5.000km nos separam da Europa

e 7.250km nos separam da �sia.

Com esses n�meros, onde est� o perigo, senador?

Para ser franco, n�o precisamos nem do Ex�rcito nem da Marinha.

Exceto para o 4 de julho.

O Ex�rcito � a nossa defesa principal.

Nossas cidades pagam milh�es para ser protegidas dos gangsters.

O Senado pode investir mais de 14 milh�es na avia��o naval.

� melhor um ex�rcito maior que outra guerra.

Sim, senhor.

Venha participar da nossa conversa.

Venda-lhe a Marinha e a Cruz de Guerra. � sua.

Apresento o Sr. Bentley. � editor do jornal Bentley.

Sou o Senador Vincent.

- Esta � a Sra. Morgan. - Como v�o voc�s?

E eu sou o tenente Scott.

- Piloto, n�o? - Sim senhor, de porta-avi�es.

Espl�ndido!

Meu ilustre amigo se op�e � minha luta a favor da Marinha,

porque ignora os verdadeiros fatos.

O General Billy Mitchell

disse que um avi�o pode afundar um encoura�ado.

Como piloto,

o que voc� acha?

Por acaso defendo o projeto de um ca�a? Sim, senhor.

A defesa da avia��o naval est� em muito boas m�os.

Ent�o, o encoura�ado est� obsoleto, heim?

N�o precisa responder esta pergunta na casa do almirante.

H� quanto � piloto no Langley?

H� dois anos.

Devo te felicitar por ainda estar vivo?

As felicita��es s�o desnecess�rias, senhor.

Por que diz isso?

Alguns dos nossos melhores homens morreram em avi�es antigos.

N�o acha que � mais devido ao porta-avi�es?

N�o, senhor.

- Scotty, e se fossemos. . . - Por favor. . .

Fique. Poderia citar o tenente no meu editorial.

Segundo voc�, o porta-avi�es

� mais que um simples e oneroso projeto experimental.

Claro que sim.

O porta-avi�es ser� a base das estrat�gias navais.

Mas um simples golpe na sua ponte

o poria fora de servi�o, n�o?

Temporariamente.

E depois de um impacto de torpedo no seu casco,

o faria inclinar, n�o?

� noite ou com mal tempo n�o se pode aterrizar nem descolar, n�o?

No entanto, apesar das suas limita��es importantes, tenente. . .

diz que a estrat�gia naval

descansar� um dia nesses navios ineficientes,

vulner�veis e experimentais?

Sim, senhor. E se entrarmos em guerra. . .

Em guerra?

Em guerra contra quem?

J� leu o relat�rio do Sr. Fiske sobre os japoneses no Pac�fico?

Esperamos que n�o haja mais guerras.

N�o haver�.

Em caso de guerra, as for�as armadas s�o as que lutam

e precisamos de recursos.

Sua batalha est� perdida antes de come�ar.

Est� t�o obsoleto quanto nossos avi�es.

N�o haver� mais guerras.

Os meus jornais criticar�o toda subven��o �s for�as armadas

com virul�ncia.

Se a Am�rica entrar em guerra lamentar� estas palavras.

Tenente Scott!

O almirante Ames quer nos falar imediatamente.

Que tipo de imagina��o transbordante

pode te fazer acreditar que esta noite

voc� � um emiss�rio divino a favor da Marinha Americana?

Por causa disso tive que pedir desculpas ao adido japon�s.

E ainda contrariou

um dos homens mais influentes do pa�s.

Que entusiasmo, tenente!

A Marinha j� tem muita dificuldade

para obter subs�dios sem a sua interven��o.

Sua presen�a em Washington n�o � mais �til.

Solicitei ao Capit�o Richard sua transfer�ncia imediata.

Eu trouxe voc� aqui esta noite para seduzir os peixes grandes

e promover a avia��o!

E em apenas 12 minutos irrita o Jap�o,

um editor influente e o almirante te dispensa.

Que grande colabora��o!

Voc� est� imposs�vel.

N�o queria te decepcionar.

Me decepcionar?

Sabe o que voc� fez?

Quando fizerem o relat�rio sobre suas compet�ncias,

n�o ser� promovido at� 1980.

E eu que contava com voc� e o Wagner para dirigir o Mergulhador do Inferno.

Se fossemos ao Pensacola?

Pensacola?

O velho quer que te mande para a China!

Eu disse que era muito perto dos japoneses. Ent�o disse para Coco Solo.

Coco Solo!

Porque a regi�o do Canal do Panam� esfriar� a sua cabe�a.

Voc� vai para Baltimore amanh�.

Coco Solo! O que eu vou pilotar l�?

Um escrit�rio!

Ol�, Mary.

Despe�a desse idiota por mim. Nunca mais quero v�-lo novamente.

Arrebentou o meu cora��o.

� tudo culpa minha.

Devia ter te convidado para dan�ar.

E nos desculpar com o Sr. Bentley.

N�o saia daqui. Vou buscar o meu xale.

� um pouco ir�nico.

Me ensinou a amar Washington

e at� as cerejeiras japonesas,

agora � a minha �ltima noite em Washington.

Minha primeira e �ltima noite com voc�.

Por isso � melhor assim.

N�o pense que sou uma desavergonhada por dizer o que penso.

Mas poderiamos nos apaixonar.

- J� estou um pouquinho. - N�o precisa.

Seria in�til.

Ou pediria para ir com voc� amanh�.

Iria com voc� a qualquer lugar.

Mas nunca. Jamais me casarei com um piloto

sabendo que a qualquer momento

um membro de sua esquadrilha pode me dizer. . .

Os avi�es mudaram.

Eu n�o terei oportunidade de voltar.

N�o, isso deve ser covardia,

mas n�o voltarei a correr riscos.

Ningu�m me conhece como voc�.

Segundo Bentley, os marinheiros s�o antiquados.

Ap�s o sucesso desta noite, deve estar certo.

Com voc� e um trabalho na Curtiss-Wright. . .

J� tem um bom trabalho, Scotty.

Lute pelas suas convic��es.

Isso � o que o torna especial.

Tenho que ir arrumar minhas malas.

Dever�amos nos despedir aqui, � melhor que no hotel.

Como queira.

� muito pouco para uma vida!

N�o tem limites? Por que trabalha � noite?

Tr�s meses para por em dia.

Temos que mudar algumas datas que j� foram mudadas.

Troca o disco.

N�o se esquece uma garota trocando o disco.

Devo resolver tudo isso.

ENTRADA - SA�DA. Recebido, a enviar.

Outro ano como este e vou para um hosp�cio.

Ford vai lan�ar um novo modelo.

H� mais de 20 milh�es de carros nos Estados Unidos.

Aqui dizem que toda a marinha americana n�o tem mais que 78 ca�as.

Not�cias da avia��o.

Todo o mundo tenta v�os cada vez maiores.

A avia��o � um verdadeiro sucesso.

Em toda parte, exceto na Marinha.

Me explica por que apodrecemos na Marinha

enquanto poder�amos pilotar um avi�o em qualquer lugar.

Receber homenagens em Nova York e um m�s de sal�rio pelas demonstra��es.

Estamos aqui por duas raz�es:

o Saratoga e o Lexington.

Os anos passavam.

1928, 1929. . .

Meu primeiro contato com o Saratoga foi inesquec�vel.

Sua chamin� era do tamanho do Langley.

McClusky e eu n�o sab�amos o que dizer.

Mas a bordo, a nossa luta e o nosso ex�lio foram recompensados.

Era o meu pr�prio prolongamento.

- Onde est� o oficial do ar? - L�.

Bem-vindo a bordo, Scotty.

Pediu a minha transfer�ncia?

Ainda � valioso num porta-avi�es

depois de ter apodrecido num escrit�rio?

Pilotava nos sonhos.

E o bombardeio de mergulho?

Prodigioso!

Surpreendemos o italiano, o General Balbo.

Parecia que os aparelhos perfuravam seu torso.

� um super avi�o, Scotty.

Dever� pegar esses jovens.

- Jovens? - Os reservas.

Conhecem o Mergulhador do Inferno muito melhor do que eu.

Voc� vai treinar antes de partir para o mar.

Trabalharei duro. Qual � a minha miss�o?

Lutar num deles.

Tem pilotos do Langley?

Alguns. Os novos.

Boa sorte.

Aposto que Al Smith n�o vai ganhar.

Tiram sarro dele nos notici�rios.

Quando tivermos filmes sonoros,

ser� ainda mais engra�ado.

Acreditem, o p�blico vai aumentar!

N�o estava em North Island?

N�o. Pensacola, senhor.

Dempsey nunca poderia ter vencido Tunney. � um velho de 33 anos.

Aposto 10 dolares que se engana.

Eu vi o Dixie Rankin

e me senti em casa a bordo.

Bom te ver, Scotty.

- Onde est� o seu bon�? - E as bananas?

- Bem-vindo, Scotty. - Quem � o l�der da esquadrilha?

Sou eu, Scott.

Ainda est� apto depois do Panam�?

Farei o melhor possivel.

Ser� necess�rio. O sistema evoluiu, Scott.

O avi�o j� n�o manda.

O piloto controla e atira com precis�o.

- Viu um Mergulhador do Inferno? - Est� brincando?

Wagner e eu o testamos em Washington,

enquanto voc� ignorava o projeto.

Certas coisas mudaram enquanto voc� apodrecia.

Me perdoa se n�o te dou um tratamento especial.

Ter� que voltar a fazer os testes.

Explique para ele, Dixie.

Tudo era novo.

At� o elevador.

Novos instrumentos.

O avi�o e a ponte eram maiores.

Contato!

O desempenho bom.

A pot�ncia era inacredit�vel.

Do alto, via um porta-avi�es de verdade.

Ao lado desse o Langley era um brinquedo.

Participava no desenvolvimento da Marinha.

Tinha que trabalhar duro.

O velho mofado tinha uma id�ia na cabe�a.

As ordens do Almirante Reeves:

forma��o de pilotos para a esquadrilha do Panam�.

Um dia, indo para o sul. . .

Aterrizagem!

Vamos, os de l�!

Avancem esse avi�o.

Levem esse avi�o ao elevador!

N�o viu nada, s� fuma�a!

Scotty tem problemas.

Seus controles parecem bloqueados.

N�o deveria.

Perde tempo me comprando um presente!

Quem disse que o perdemos?

N�s diz�amos: "Pobre Scotty!

o p� suspenso sem nada para fazer."

Enquanto n�s temos todo tipo de prazeres.

"Vamos levar alguma coisa,

para distra�-lo", dissemos.

Exatamente o que eu queria.

E aqui um livro.

"Adeus �s armas". Muito reconfortante.

Fala de amor, de guerra e de outras coisas.

"Muito popular", disse a garota.

� a garota que ele falava.

Segurava a linha enquanto ela dava o n�.

N�o muito amarrado, certo?

Que piada de mau gosto!

Ol�, Scotty.

Desculpe n�o me levantar.

Ol� Mary. Fazia s�culos.

Ol�, Dixie.

Aqui o Tenente McClusky.

Ainda Sra. Morgan?

Nada mudou. Como vai?

Muito bem. Estavamos saindo quando chegou.

Adeus, Mary.

Scotty! Vou ficar com a garota do pacote.

Eu vou jogar o la�o.

Na marinha disseram que estava no navio-hospital.

Voltar� a pilotar novamente?

- Foi a minha primeira pergunta. - Feliz por voc�.

N�o tinha imaginado nos encontrarmos assim.

Em Coco Solo, tinha um disco. . .

Quando estava l� eu percebi

o que sentiria se estivesse em perigo.

Ent�o?

Lamentei o que tinha dito em Washington.

Devia ter ido com voc�.

Se algu�m houvesse dito que. . .

te pediria em casamento com o p� no ar. . .

� um pedido?

N�o � bom?

Perfeito!

As regras da Marinha pedem alguma a��o.

Vamos respeitar a a��o.

Tem que caber.

Este ba� acompanhou o Comandante Bird ao P�lo Norte.

O mau tempo, as colis�es. . . Enfrentar� tudo!

Leve de volta!

Olha isso.

N�o � muito pesado?

Parece bem.

Estamos na Marinha e vamos casar.

N�o podemos imaginar tudo o que este ba� vai suportar.

- Voc� gosta? - Est� brincando?

Eu mesmo podia compr�-lo! Gosto muito.

Espero que o seu casamento seja t�o resistente!

T�o resistente quanto este ba�!

Vou sentir falta dele. � como um velho amigo.

Olha!

Que ba�!

A Marinha nos deu um bom presente:

Um gal�o para a manga do meu marido

e uma miss�o no Hava�.

Os dois anos mais felizes da minha vida.

O Scotty tornou-se chefe de esquadrilha.

Depois Annapolis. . .

Pode subir. O quarto fica � esquerda.

Ainda guarda mist�rios. Nunca tinha ouvido voc� cantar.

A escola me traz lembran�as.

Todo aspirante devia saber esta can��o.

E a casa? Um pouco sombria, n�o?

� o para�so. Ser� nossa casa por tr�s anos.

O Almirante Dewey pode ter vivido aqui.

� sombrio em sua honra?

Vou dar-lhe luz colocando cretone por tudo.

Um dia saber�o que o Almirante Scott viveu aqui.

Aqui serei capit�o de fragata e vou ganhar outro gal�o.

A avia��o n�o precisa ser subordinada � navega��o.

A escola necessita um departamento de avia��o aut�nomo.

Os alunos merecem um futuro nos c�us.

Senhores! Este ano eu tentei dar-lhes o gosto da avia��o.

Ter�o o privil�gio de seguir estes estudos em Pensacola.

Todos os alunos daqui desejariam servir com seu marido, Sra. Scott.

Se fosse um deles, pensaria da mesma forma.

Tenho a sorte de ser sua esposa.

A noite na casa do Almirante Ames desencadeou mudan�as importantes.

Seu amigo japon�s agora � almirante em T�quio.

Bentley � senador. Estamos no mesmo n�vel.

� um dos nossos convidados.

Capit�o!

Ainda h� tetos de vidro para quebrar?

Absolutamente. Espero que n�o quebrem o nosso.

Com o nosso poder, ningu�m na posse da absoluta raz�o. . .

Quem est� absolutamente certo? Pense nos acontecimentos europeus.

A invas�o japonesa na Manch�ria.

A� temos todos os ingredientes para uma boa guerra.

Europa e �sia n�o nos dizem respeito.

Desculpe. . .

Capit�o Scott, o candidato Kissel tem uma not�cia para voc�.

A Sra. Scott quer dizer

que 85 alunos v�o estudar avia��o em Pensacola.

Parab�ns, Kissel!

� instrutor aqui, Sr. Scott?

Sim, e muito orgulhoso da nova gera��o. Na verdade. . .

Posso dan�ar com o meu marido?

Claro que sim.

A linha de combate deve proteger mais tarde, a base de ataque,

o porta-avi�es.

Desde Nelson, os navios j� n�o combatem sem meios.

Perguntas? McKinney?

Por que n�o fazemos um curso de forma��o num porta-avi�es?

Me fa�o a mesma pergunta.

A aula terminou.

Levantem-se.

Aten��o!

Marchem.

- Ol�, Almirante. - Ol�, Scott.

Percebo um aumento excepcional

de demandas na avia��o.

� muito encorajador.

N�o deve promover a avia��o.

Sua miss�o � explicar aos alunos

suas potencialidades e limites.

Pode apagar a lousa.

A Marinha pode recrutar seus pilotos entre os civis.

Precisaremos de oficiais formados na Escola Naval, no caso. . .

Sua paix�o n�o deve faz�-lo esquecer suas fun��es.

Temos centenas de navios e apenas tr�s porta-avi�es.

Teremos mais. . .

E encoura�ados, cruzadores, destroyers, submarinos,

outros navios. . .

todo tipo de navios auxiliares.

O objetivo da Escola Naval � formar

marinheiros e n�o pilotos.

E isso n�o vai mudar.

Acabou o discurso

glorificante de porta-avi�es em detrimento de outros navios,

bem como a propaganda da avia��o. Entendido?

Sim, senhor.

N�o entendo a demora.

Algu�m aterrrizou na rede.

Ol� professor.

Ol�, Jack. Sente-se.

Tinha sa�do quando chamou, mas vim imediatamente.

Eu sei.

Nos serve alguma coisa?

Mas � claro.

- N�o sabe nada? - N�o lhe mostrei a sua carta.

Eu fiquei surpreso. Por que deixou a marinha?

Em North Island, umo dia depois de um bom pileque,

me disse que j� estava cansado das sele��es, do sal�rio podre,

da burocracia e dos peixes gordos

e eu iria por 2 d�lares.

Ent�o?

Nosso amigo Peter Richard tirou 2 d�lares

e disse que aceitava a minha demiss�o.

� t�pico dele.

Os negocios parece que andam.

Estou muito melhor depois da minha demiss�o.

Vendemos toneladas de bombardeiros para o exterior.

Eu n�o sou comercial.

O que voc� �?

J� que me pergunta, diretor geral.

Casei com a filha do patr�o.

Quer que cuide das vendas para o exterior?

Apenas por um ano.

A Mary pode ir com voc�.

Deixa a Marinha e veja o mundo de primeira classe.

N�o entendo. Por que eu?

N�o est�vamos muito unidos.

Obrigado.

Porque n�o queremos puxa-sacos.

Queremos um apaixonado pela avia��o. Com entusiasmo.

E valorizamos a intelig�ncia, n�o como na Marinha.

A Marinha reconhece a intelig�ncia do Scotty.

Quando quer a resposta?

No s�bado?

Vai ter.

E n�o se esque�a: aqui n�o h� limites.

Scotty. . .

Quer conversar?

Os novos graus acabam de serem publicados.

Eu n�o vi.

Que oportunidades eu tenho?

O Departamento de Avia��o? Que idiota!

Seu trabalho n�o depende do nome.

Quero subir os degraus sem ter que me humilhar

diante de almirantes que s� se interessam por seus navios.

Detesto os navios.

Talvez esteja demonstrando muito, Scotty.

Talvez tenha que ter mais tato.

Por acaso o Almirante Reeves tinha?

Que reconhecimento tive?

Inspetor de docas e cascos na costa do Pac�fico.

O Southern est� certo. Saem e ficam ricos.

O Reeves n�o se interessava pelos benef�cios que a Marinha oferece.

S� quero mesmo � sair da Marinha.

Voc� vai dizer sim para o Jack?

Sim.

Certo.

O que est� fazendo?

As malas.

N�o precisa pressa.

N�o podia ficar parada.

N�o vamos deixar a Marinha e a sua casa no meio da noite.

- N�o? - N�o.

Bem. � a primeira vez que fa�o.

N�o vamos desaparecer.

Por que n�o?

Se est� irritado com o seu chefe a ponto

de querer falar com ele, voc� deve ir v�-lo.

O sal�rio da Marinha me obriga a priv�-la de certas coisas.

Outro sal�rio me privaria de outras coisas.

Desde que te conhe�o, sempre tive orgulho de voc�,

exceto esta noite.

Agora, tenho muita vergonha que n�o queria mostrar.

Te seguirei porque � o meu marido.

Mas indo, teremos mais perdas que ganhos.

Mary!

Mary!

Aproxime-se.

J� acordou em pleno pesadelo?

Sim, isso te aconteceu.

E a mim tamb�m. Nesse instante.

Sabe o que eu sonhava?

Depois de ter saido da Marinha, est�vamos sentados com Mussolini.

Lhe oferecia alguns avi�es.

Vendo voc� fazer as malas. . .

senti mais amor por voc� do que nunca.

Ainda estamos na Marinha?

Se n�o se importa de ter um marido que progride lentamente,

aceitar�o nossas ordens.

E se voc� me desse?

Tem que desfazer as malas.

Amanh� de manh�.

Todos esses aspirantes s�o aviadores em potencial.

O almirante n�o me disse para ser discreta.

As garotas s�o mais sutis.

Veja como minha sobrinha lida com o chefe.

Espera entrar para a avia��o?

D�vida entre os avi�es e os submarinos.

Os submarinos est�o sempre superlotados.

Al�m disso, a paisagem! Todos os peixes!

E se formos para a mesa?

Desculpem por ter iniciado Sra. Scott, mas sua carne � famosa.

Os aspirantes preferem a carne nas mesas.

Depois de um trabalho assim no destroyer tem que comer.

S� em v�-los j� come�o enjoar.

Sobreviveu � tempestade com algumas bolachas e caf�.

Ainda molhado. . .

Pensei que ia naufragar.

At� o capit�o ficou doente.

O destroyer naufragou?

Bem, voltei nadando.

A vida tranquila do Scotty no navio me d� vergonha.

Seus quart�is de oficiais s�o do tamanho de um destroyer.

Bife no desjejum, sorvete todos os dias. . .

Os pilotos vivem como reis.

Beba um copo de cerveja, tenente.

Ou melhor, uma garrafa. Sirvam-se todos.

Cerveja, querido?

Obrigado, Mata Hari.

Foi uma noite inesquec�vel.

Porque tanto n�s como o mundo estavamos em paz.

Scotty voltou a bordo do Enterprise.

Capit�o de fragata.

Voltamos ao lugar da nossa lua de mel.

O dia parecia muito bom.

Companheiros,

estamos no terceiro domingo do Advento, 07 de dezembro.

Isso significa que o Natal est� muito pr�ximo.

� uma �poca em que nos importamos com nossas fam�lias.

Ol� Barbara. O Mark n�o veio?

Foi saber quando chega o Enterprise.

N�s sabemos! Hoje.

Ruth, a esposa do Dixie Rankin.

- Ol�, Ruth - Ol�.

Temos uma hora.

Na sua opini�o, v�m do Enterprise?

� poss�vel.

V�m dos penhascos.

Aos seus postos de combate. Deus nos proteja.

Barbara, me ajude.

Ruth!

Olhem isso!

O que acontece?

Bombas!

Atr�s de n�s!

- O que �? - Cuidado, Harry!

Somos bombardeados!

S�o japoneses.

Pegaram o Gonz�lez.

Al�, Zero! Aqui Zero!

Vitor, 3, 6 Somos atacados!

Somos atacados. Um grupo de avi�es de ca�a jap. . .

� uma simula��o?

. . . no Hospital Naval. Repito:

toda pessoa que possua morfina ou derivados

deve trazer ao hospital naval.

Os estrangeiros n�o devem deixar suas casas.

Avisem o capit�o.

Aqui, Radio 1

Interceptei uma transmiss�o de Honolulu.

Eles foram atacados. Retransmito.

Aqui o capit�o. Contatem o posto de combate.

Al�, controle. Aqui, Scott.

Controle. Em frente.

Bombardeiros japoneses atacam Pearl Harbor.

Preparem todos os avi�es para decolagem:

ca�as e bombardeiros com todas as suas muni��es. . .

Joe, reorganize a ponte ap�s a �ltima aterrizagem.

Nada.

N�o viu nada?

80.000km� de nada.

J� foram embora?

Devem ter vindo de bem longe, do nordeste.

N�o podem subestimar os japoneses.

O Reeves mostrou que podia voar assim.

Tentamos explorar.

E estamos varrendo o oceano com um porta-avi�es.

Brilhante!

� um pouco tarde para isso.

Sobrevoa a base novamente e traz os avi�es para Ford Island.

Emitem sinais de identifica��o.

Cessar fogo! S�o aliados.

� um F4F, senhor.

Que aterrizem.

Est� louco?

Disparou em n�s, apesar do sinal de identifica��o!

N�o s�o de gatilho r�pido. Esperam um novo ataque.

- O Enterprise chega em uma hora. - Eu sei.

Deve ser re-equipado e pronto para partir ao amanhecer.

Partir� a tempo. Vamos.

Ouvimos dizer que o Enterprise foi a pique.

N�o, ele est� chegando. E zarpa ao amanhecer.

Desculpe, queria ir ver a minha esposa.

Est� no hospital.

Est� bem?

Est� com a minha esposa e a Sra. Scott.

Est� bem?

Morreu no primeiro ataque.

Sua esposa e a Sra. Scott?

Est�o bem. Trabalham no hospital.

Mary!

Scotty!

Eu soube pela Ruth.

Burns, de Oklahoma. Est� sob efeitos de morfina.

Obrigada, Sra. Scott. Vou procur�-la.

Partimos a seguir. N�o tenho muito tempo.

Est� ruim! Muito ruim!

N�o queremos que os japoneses saibam.

- Podem invadir a base? - Sim.

Quero que volte aos Estados Unidos.

Tem que ir. Estou falando s�rio.

N�o quero fugir. Tenho muito a fazer aqui.

Espero o seu retorno.

Vai pegar o primeiro barco.

N�o.

Bem.

Venha comigo at� a porta.

Tenho que ir para o barco.

Quando voc� volta?

Eu n�o sei.

Guardarei essa lembran�a de voc�.

Cuide-se bem.

Eu te amo.

O que vamos fazer? Reabastecer?

Sim, com tudo o que temos.

Pelo que vi, tenho vontade de peg�-los.

Onde nos encontramos com a frota?

A frota? Ou�a Mark. N�s somos a frota.

Dois porta-avi�es, uns cruzadores e destroyers n�o o suficiente.

Kwajalein, a primeira ofensiva da guerra.

Makina, Wake, Marcus, Nova Guin�.

Seis meses de apoio.

Mas aprend�amos.

Muitos avi�es e homens perdidos.

Avi�es ru�ns, bons homens.

S� tinha um objetivo, voar

como l�der de esquadrilha.

E � isso que eu consegui.

"Apresente-se a bordo imediatamente,

miss�o: l�der de grupo.

Almirante Richard".

Parab�ns.

Serei o primeiro piloto do Langley ativo.

Comandante Rankin.

"Assuma suas fun��es de Oficial do ar, imediatamente."

Era o �ltimo piloto do Langley.

Parab�ns, senhor. Sentiremos sua falta.

Sentirei falta do Enterprise. Boa sorte.

Para toda a tripula��o: aos seus postos.

Parab�ns.

Te levo para o capit�nia.

Cuidamos dos antigos recentemente promovidos.

Em vista do respeito do McCluskey aos seus superiores,

seria um perfeito criado.

Talvez um baliza. Falarei disso ao Peter Richard.

Espera, estava brincando.

Pode pilotar o meu avi�o.

Acredita que pode chegar ao capit�nia?

� melhor que aqueles do Langley!

Meus cumprimentos ao velho Scotty.

Tem a melhor parte.

Te vejo partir do posto de observa��o.

Bandeira branca!

Alcan�amos o Yorktown ao entardecer. . .

McCluskey tinha partido naquela noite

e Peter Richard explicou o nosso primeiro problema.

Scotty, tr�s porta-avi�es n�o bastam para atacar os japoneses

e enviar refor�os para Midway.

Midway tem que se virar s�zinho.

Nosso objetivo � afundar os porta-avi�es japoneses.

Se os encontrarmos.

Vamos encontr�-los.

Assim est� melhor.

Sen�o, a costa oeste dever� lutar nas praias.

�ltimo boletim.

"4 PBY estiveram em contato com as for�as armadas".

"Dois disparos de torpedo com sucesso."

"B-17 atacaram os refor�os."

- Porta-avi�es? - Nenhum.

Sente-se, Scotty.

O que os pilotos pensam da situa��o?

Est�o preparados.

A esquadrilha de bombardeiros est� preocupada?

Temem n�o ter porta-avi�es suficientes para atacar.

Bom dia, capit�o.

Nenhum contato com os porta-avi�es.

J� ter�.

Dever�amos virar os avi�es para 0- 300.

Eu concordo.

Scotty, dever�amos dormir algumas horas.

- Receio que isso vai aumentar. - Sim, senhor.

Vou ver novamente se est� tudo em ordem na ponte.

Se � aviador por toda sua vida.

Sim.

Entendo.

N�o podemos fazer sem os avi�es.

� voc�, Jimmy?

Sim, senhor.

Prepare a ponte para os avi�es de reconhecimento.

- Est� tomando ar? - N�o, senhor.

Queria me afastar do refeit�rio dos pilotos.

Est�o muito nervosos.

N�o tenho pressa para enfrentar um japon�s com um TBD.

Jones e eu nos perguntamos. . .

6 ou 8 ca�as apenas protegem uma esquadrilha!

Avancem com os ca�as lan�a-torpedos.

Nossos bombardeiros avan�ar�o a partir de 20.000.

- Boa id�ia. Falarei com o Bredell. - Obrigado, senhor.

Diga aos pilotos para dormirem um pouco e voc� fa�a o mesmo.

Sim, senhor.

Mas n�o devia. . .

N�o me diga para ir dormir, moleque!

Desculpe, senhor.

Jimmy!

Boa noite.

Boa noite, senhor.

Quinta-feira 19 de junho de 1942

Todas as equipes devem se dirigir aos elevadores.

Uma nova mensagem de Midway.

"Estamos sendo atacados por for�as aeronavais.

Ca�as,

bombardeiros e ca�as lan�a torpedos".

Uma esquadrilha naval.

Os porta-avi�es est�o perto de Midway.

Preparam uma boa em Midway!

Aqui, Radio 1. Contato!

Avi�es japoneses localizados

300 km a noroeste de Midway.

Latitude: 3-0-2-2

Longitude: 1-7-9-5-2

Curso: 1-3-5

Velocidade: 2-5

Vamos ter contato. Fim da mensagem.

Longe demais. Devemos nos aproximar.

Vinte e oito n�s.

Al�, Prairie. Aqui, Flintlock.

Instru��es a seguir:

Velocidade: 2-8

Fa�a um sinal. Cambio final.

Coordenadas de intersec��o?

Al�, Flag. Aqui, Radio 1.

O Enterprise e o Hornet deram o seu sinal.

Ia ser dif�cil e sabia que seria parecido para o Rankin.

Velocidade: 2-5

Centro de Controle. Aqui, Rankin.

Aqui, o Centro de Controle.

Liguem os motores.

McCluskey aquecia os pilotos.

Aguardam a a��o com impaci�ncia.

Aqui t�m a sua chance de jogar essas bombas sobre o inimigo.

INTERSECC�O: CURSO 240- VELOCIDADE 25

Alguns pilotos n�o tinham dormido.

O momento ideal para lan�ar as bombas

depende da sua pr�pria coragem.

Lembrem isso:

Quanto mais perto,

maiores as suas chances de alcan�ar o alvo.

C�U PARCIALMENTE COBERTO SOBRE A REGI�O DO ALVO

DECOLE IMEDIATAMENTE

Aten��o ao arranque.

Longe das h�lices.

Contato.

Prontos para decolar.

Bandeira branca.

Comecem a sair.

Agora s� podemos esperar.

Sim. Segundo meus c�lculos, o primeiro contato ser� �s 9:20h.

Ser�o os 20 minutos mais longos da guerra.

Sente-se, Scotty.

O almirante pediu sil�ncio no r�dio at� o primeiro contato.

9:36h. . .

Sente-se, Scotty.

O local da a��o depende dos movimentos dos japoneses.

Podem n�o estar a oeste de Midway.

S� podem estar no setor norte.

Os japoneses podem ter mudado de rumo.

A esquadrilha ter� combust�vel suficiente?

Ainda sem contato de r�dio!

Quer quebrar o sil�ncio no r�dio?

Claro que n�o.

Entendo.

Acha que seria diferente se estivesse l�.

Um homem n�o faz uma equipe, Scotty.

Necessita da Marinha inteira.

Confio nos rapazes encarregados do ataque.

Um cruzador japon�s!

Depois de todas estas buscas nada al�m de um velho cruzador!

Para onde est� indo? Para o nordeste!

Deve ir para o porta-avi�es.

N�o o bombardeamos?

Certo. Eu entendo. Volta para a comida.

Sabe um palavr�o bastante feio?

Base Vermelha. Aqui Vermelho 1.

Tenho quatro avi�es japoneses dispostos em c�rculo.

Latitude: 3-0-1-0

Longitude: 1. . .

7-9-0-8

Uma cortina de seis porta-avi�es. Muitos destroyers.

Taiaut! Ca�a �s 9h.

Vamos descer e lan�ar as bombas.

"Tr�s porta-avi�es em chamas.

Outro afundado.

Outro em chamas."

"Dois ataques de encoura�ados."

"S�rias perdas de bombardeiros. Regresso."

Virem contra o vento enquanto aparecem os primeiros avi�es.

V�o estar necessitando de combust�vel.

Vou estar na passarela.

Para toda a tripula��o. Aos seus postos de combate.

Dever�amos poder localizar nossos navios. Tem algo errado, Tommy?

N�o. Seus ferimentos s�o graves?

Estou sangrando.

Quero te devolver inteiro.

Vamos aterrizar no primeiro navio que encontrarmos.

Se eu fechar os olhos. Mantenha os seus bem abertos.

Yorktown a estibordo, senhor.

Al�, Base azul. Aqui, Vermelho 1

se aproximando a bombordo.

Comandos parcialmente danificados.

Pilotos e artilheiros feridos.

Al� Vermelho 1. Aqui Base Azul.

Aterrizem e ser�o atendidos.

Aqui, o controle a�reo.

Recebam a ca�a da Base Vermelha que se aproxima a bombordo.

V�o colidir.

Bombardeiros inimigos � bombordo. Altitude: 3-0 graus.

Lan�a torpedos inimigos se aproximando.

Informem todos os avi�es da Base Azul.

Ponte de decolagem danificada.

Aterrizem em outro porta-avi�es.

V�o reparar r�pido a ponte.

Logo estar� funcionando.

Impacto de torpedo. Sala de m�quinas inundada.

Geradores destru�dos. Parem as m�quinas.

Preparem-se para abandonar o navio.

Aqui o capit�o. Preparem-se para abandonar o navio.

Temos tempo. Passe-me outro coagulante.

Ah, Sra. Adams.

N�o tem ningu�m durante o dia. Estou no hospital.

Eu sei.

Chegarram os primeiros sobreviventes.

N�o, n�o tive not�cias do capit�o Scott.

Sem d�vida, a Marinha nos informar�.

O Enterprise e o Yorktown afundaram?

Alguns sobreviventes do Yorktown chegaram.

N�o sabem nada do Enterprise?

N�o. Do hospital prometeram nos avisar.

N�o suportarei mais uma noite sem o Mark.

N�o consigo dormir.

Pode dormir no sof�.

. . . fontes confi�veis: os japoneses voltaram para casa.

O destino dos nossos porta-avi�es � uma inc�gnita.

Assim termina a edi��o das 20 horas.

Me d� uma m�o.

Certo.

Voc� tem quarto, senhora?

Scotty!

- Obrigado. - De nada, senhor.

Deixa eu te ver.

Ol�, querida.

N�o durmo h� dois dias.

Ol� Barbara.

Tem not�cias do Mark?

Nossos ca�as voltaram?

Tr�s.

O ca�a 8 foi derrubado.

O Enterprise est�, talvez melhor.

N�o estava a bordo?

Fui enviado para o Yorktown um pouco antes.

Portanto, n�o tenho not�cias do Mark.

Quando teremos?

Ainda est�o recuperando-o.

- Talvez o Mark. . . - V�o encontr�-lo, Barbara.

Venha, querido.

Pode dormir. Ningu�m vai te acordar.

Depois de milhares de horas de v�o. . .

e todos os tormentos que te fiz viver,

nem sequer voei.

Nem sequer lancei uma bomba.

Deve dormir.

Imagina o que pude sentir vendo-os naquele inferno.

Lutando no meu lugar.

Voltar�o novamente com voc�

para orient�-los e dar-lhes encorajamento.

Quando o capit�o McCluskey acordar, diga

que o capit�o Scott est� feliz com sua promo��o

e com sua r�pida recupera��o.

Obrigada.

Devemos sempre dizer "adeus".

E nunca "ol�".

Voc� � uma boa garota.

Me lembre de casar com voc� um dia.

Fique um pouco mais. Tenho que se acostumar com seu novo grau.

Richard e eu temos que ir para Washington, o mais rapido poss�vel.

Com um pouco de sorte, chegaremos a tempo.

Venho pegar as malas, senhor.

No quarto. Obrigado.

Scotty. Espero que consiga o que quer.

Nada menos que 14 porta-avi�es.

Um � para mim.

Barbara, n�o deixe o seu marido sair de f�rias novamente

para as ilhas tropicais, cheias de garotas bonitas.

Segundo ele, n�o viu mais do que o mar.

N�o � isso o que ele me disse.

Adeus, querida.

Eu juro. Nem sequer vi uma ilha.

Eu vi as fotografias das garotas. Isso � o que voc� faz melhor.

Vamos analisar os resultados do Pac�fico.

O Lexington, afundado.

O Wasp, afundado.

O Yorktown, afundado.

O Hornet, afundado.

O Saratoga, danificado e fora de servi�o.

O que resta dos porta-avi�es que voc� tanto defendia?

Resta um e em mal estado, o Enterprise.

Se ainda est� flutuando!

O porta-avi�o � um luxo vulner�vel ineficiente e caro

que n�o podemos nos oferecer

porque a necessidade de encoura�ados aumenta.

E vou me opor de todos os meios

de qualquer investimento em porta-avi�es.

Apenas um detalhe:

sem falar de Pearl Harbor.

O Lexington, Hornet e Yorktown foram afundados por avi�es inimigos

com base em porta-avi�es japoneses.

Um luxo que nossos inimigos podem pagar.

Est� insinuando

que os japoneses utilizam melhor os porta-avi�es?

Em absoluto!

Senhores!

Essas insinua��es est�o desfocadas.

�ramos menos numerosos em Midway,

mas afundamos quatro porta-avi�es inimigos,

pelo menos outros tr�s navios,

e danificamos seriamente suas frotas,

sem mencionar os avi�es japoneses abatidos em pleno v�o.

Nossas perdas: um �nico porta-avi�es.

Os japoneses aprenderam a li��o melhor do que n�s:

suprimir os porta-avi�es.

Se este pa�s tivesse te ouvido,

os jornais ocidentais seriam em japon�s.

Seu argumento � suprimir

os avi�es, porque alguns foram derrubados,

os tanques, porque alguns foram destru�dos?

Na verdade, devemos produzir mais que o nosso inimigo.

O problema dos nossos porta-avi�es � que s�o insuficientes.

Os projetos s�o construir centenas de escoltas

e de tanques anf�bios.

N�o podemos lutar contra os japoneses de ilha em ilha.

24 porta-avi�es valem mais

que 200 ilhas inimigas ocupadas.

Nossos porta-avi�es ser�o

ilhas m�veis das quais os bombardeiros partir�o para atacar

onde quiserem.

Creio, senhores,

que os comandantes reconhecem

que t�m que atacar o Jap�o.

S� uma for�a-tarefa em porta-avi�es consegue.

D�-nos homens suficientes para o desembarque,

e nos ocuparemos das bases militares.

Bases bastante pr�ximas para que nossos bombardeiros possam

arrasar os p�los de produ��o de armamento japon�s.

E ao mesmo tempo,

poder abater seus avi�es

e afundar seus navios.

As partes se explicaram.

Transmitirei suas opini�es ao Presidente.

A decis�o final est� em suas m�os. Obrigado, senhores.

Conseguimos os porta-avi�es.

Um deles era para mim. Que maravilha!

Metade encoura�ado, metade pista.

Mary podia estar com ci�mes.

Estava apaixonado por um barco.

Seu nome era Clipper.

De repente, detestei os avi�es,

os avi�es japoneses que o amea�avam.

Decole!

O Langley ficava a muita dist�ncia de n�s.

Ent�o aprendi a import�ncia que tem a tripula��o.

Nossa frota era invenc�vel.

Acabou o dar uma m�o para os outros..

Nossa primeira miss�o era assegurar a invas�o de Okinawa.

A chamamos de �rea "Eagle".

Eagle est� a 520km

da base metropolitana do Jap�o.

Com as for�as brit�nicas,

j� n�o ser�o necess�rios 16 porta-avi�es na �rea.

Nesta miss�o teremos 600 bombardeiros

contra provavelmente, 7.000 avi�es inimigos.

Como diz um pastor negro: "Devemos rezar".

Os ataques japoneses podem vir de muitas �reas.

Da China passando por Formosa.

Da Manch�ria via Cor�ia, Kyushu e Amamioshima.

Mas a maior amea�a vem de Honshu.

Nosso novo chefe de ataque ser� o homem mais ocupado da Marinha.

Posso verificar o centro de controle, senhor?

Pergunte ao capit�o.

- Permiss�o concedida. - Obrigado, senhor.

No in�cio da guerra, este rapaz trabalhava num banco.

N�o sabia nada sobre a Marinha.

Agora o destino de cada navio

depende do seu crit�rio e da precis�o dos disparos

de muitos milhares de antigos civis.

Isso me lembra que o capit�o Rankin

tem novos dados sobre o nosso grande problema de Okinawa:

os kamikazes.

Todos aos seus postos de combate.

Ataque de submarino.

Tem burlado nossa defesa.

�timo!

Esta reuni�o de navios ser� primeira p�gina em T�quio.

Dois submarinos passaram e T�quio foi alertada.

O 31 de maio, cada soldado passou a noite no seu posto de combate.

A invas�o de Okinawa seria em primeiro de abril:

A chamaram o Dia do Amor.

Antes do amanhecer, o navio capit�nia j� estava pronto.

Okinawa estava a um passo.

N�o entendendo. O que os japoneses esperam?

Enchem sacos de areia.

Gostaria de iria l� e mo�-los a pau eu mesmo,

mas nossas tropas precisam da nossa prote��o.

Temos que ficar aqui at� a ocupa��o de Okinawa.

Quatro dias de espera e ansiedade,

durante os quais os radares buscavam um sinal do inimigo.

No centro nervoso do grupo,

numa sala chamada Combate,

alguns homens vigiavam os radares

esperando por um sinal dos avi�es japoneses.

Aqui May com mais informa��es.

Sabem que estamos aqui e eles l�, nada mais.

Vir�o, mas n�o sabemos quando.

Na Marinha, ou se aborrece ou est� com medo.

Principalmente me aborre�o.

Espera os kamikazes.

Aparentemente os japoneses nos reservam 7.000 avi�es.

Absurdo!

Ei! Olhem esses radares!

Eu odeio quando param e escutam.

M�quinas inimigas?

Avi�es inimigos sobrevoam Kyushu.

"Avi�es inimigos sobrevoam Kyushu."

Almirante, talvez seja o que esper�vamos.

Informem as patrulhas de bloqueio.

Recebido!

Informem as patrulhas!

Al�, Clipper 1. Aqui, base Clipper.

Base Clipper. Aqui, Clipper 1.

Avi�es inimigos se aproximando ao norte. Certo?

Aqui, Base Clipper. Afirmativo!

Combate Sugar King.

Tenho um contato. Mapeamento: 0-2-7

Controle, Ofensiva 1 est� aqui:

0-2-7-78

Pegue-o, Lew.

Clipper 1. Aqui, Base Clipper.

Trajet�ria: 0-2-0

Avi�o inimigo localizado �s 11h. Vou.

Caiu o primeiro!

Os japoneses devem ter nos localizado esta manh�.

� hoje!

Para a tripula��o: aos seus postos de defesa a�rea.

Odeio os avi�es. Por que os inventaram!

Combate Sugar King. Tenho um novo contato.

Mapeamento: 3-3-0.

Novo contato. Ofensiva 2

Mapeamento: 3-3-0, a 150 km.

Ofensiva 3 at�: 0-0-100.

Flag. Aqui Combate.

V�m aos montes. Precisamos de mais ca�as.

Aqui o Rankin. Usem todos os avi�es dispon�veis.

Recibido.

Archduke, Rebel, Cupid. Aqui Bald Eagle.

Enviem tr�s divis�es.

Archduke, envie as suas 30 km ao norte da base.

Rebel, envie as suas para a base.

Cupid, envie-as para a base.

Ofensiva 3 abatida. Por aqui tudo bem.

Controle, detectei Ofensiva 3. Mapeamento: 0-0- 2- 5 a 150km.

Novos avi�es inimigos detectados: 0-5-0, a 3.000m.

Se aproximam r�pido. Defensores a 1.800m.

V�o passar.

Para todos os avi�es da base. Est�o nos atacando.

Est�o isolando os nossos avi�es.

Alerta 9.

Al�, Spartan. Aqui, Bald Eagle. Alerta 9.

Virem o leme para a direita.

Novo curso: 1-3-5.

Inundem a ponte.

Tr�s radares ainda em opera��o, senhor.

Muito bem. A bandeira fica aqui.

Lan�a torpedos aproximando a 3.000m, em baixa altitude.

Avi�es em baixa altitude, a estibordo.

O Santa F� e o Miller

Dixie, � preciso. . .

Ent�o percebi que tinha perdido meu amigo mais antigo, Dixie Rankin.

Perdemos o Dixie.

S� nos resta passar a bandeira.

Temos dois barcos ao lado.

Para os feridos e os pilotos?

Tem que abandonar o navio, Scotty.

Ningu�m afundar� o meu barco e nunca vou abandon�-lo.

Entendido, capit�o.

Al�, Base. Aqui, Clipper!

Fomos 3.000 homens que trouxemos este bravo navio

� costa de Okinawa.

Rendemos homenagens

�queles que pereceram para garantir este regresso.

Aten��o, aqui o capit�o.

A guerra acabou.

Nem assitimos o seu desenlace.

Mas demos a nossa contribui��o.

Todos n�s fizemos a nossa parte.

Queria dizer a cada um de voc�s:

fizeram um bom trabalho.

E aos nossos ccompanheiros que morreram a bordo. . .

Para todos aqueles que morreram,

que contribu�ram mais para esta vit�ria que qualquer um de n�s,

todo o nosso reconhecimento

por nos dar uma na��o de homens livres,

um pa�s ao qual podemos retornar.

Hoje, quatro anos mais tarde,

desembarcava pela �ltima vez,

com a minha bandeira e a Marinha para sempre atr�s de mim.

A Marinha perde um grande homem.

E eu recupero um.

- Bald Eagle! - Clipper!

Terminado?

Recibido! Terminado.

Estava orgulhoso de ter lutado e de ver esses jatos passarem.

N�o era o fim.

Algo novo e melhor viria.

Sempre foi assim e assim continuar�.

� Marinha Americana pela ajuda e coopera��o na realiza��o desse filme, o nosso agradecimento.

LEGENDAS : Laercio Tradu��o da legenda em Espanhol

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